“Outer Banks” se mantém no topo das séries mais assistidas da Netflix
“Outer Banks” dominou o top 10 da Netflix mais uma vez. Além de liderar o ranking, a série manteve suas três temporadas na lista de programas mais assistidos da plataforma pela 2ª semana consecutiva. A 3ª temporada de “Outer Banks” acumulou 99 milhões de horas visualizadas na semana de 27 de fevereiro a 5 de março, uma queda significativa diante das 154,97 milhões registradas na semana passada. Mas as temporadas 1 e 2 permaneceram no Top 10 com 34 milhões e 27,7 milhões de horas visualizadas, respectivamente. Embora não tenha entrado no Top 10 global, o especial de comédia de Chris Rock (“Gente Grande”), “Indignação Seletiva” ficou em 7º lugar nos Estados Unidos entre os programas de TV mais assistidos da semana. De acordo com a Netflix, como o especial estreou na noite de sábado (4/3), ficou disponível apenas por cerca de um dia na janela de medição. Portanto, não é de surpreender que não tenha entrado no Top 10 geral. O especial estava disponível apenas em inglês no fim de semana e recentemente começou a ser lançado em diferentes idiomas. A 2ª temporada da picante “Sex/Life” estreou na lista global de TV na 2ª posição, com 43,9 milhões de horas assistidas. O reality de namoro “Perfect Match” acumulou 42,7 milhões de horas visualizadas e a série documental “Escândalos e Assassinatos na Família Murdaugh” fez 33,4 milhões de horas. O Top 10 completo ainda tem a 5ª temporada de “Fórmula 1: Dirigir Para Viver” com 26,2 milhões de horas e o impressionante sucesso de “Wandinha”, que ainda segue no ranking. Apesar da protagonista Jenna Ortega (“Pânico 6”) ter detonado os bastidores da produção, a série completou incríveis 15 semanas ininterruptas entre os 10 programas mais assistidos da plataforma. Um verdadeiro fenômeno. Na lista de filmes, a comédia estreante “Fantasma e Cia” alcançou o topo da lista dos falados em inglês pela segunda semana consecutiva com 42,62 milhões de horas visualizadas. A Netflix informou que o longa apareceu no Top 10 em 93 países. A comédia escrita e dirigida por Christopher Landon (“A Morte Te Dá Parabéns”) conta a história de uma família que, após descobrir um fantasma com um passado obscuro em sua casa, viraliza na internet e se torna alvo de uma agência do governo. O terror psicológico “Excluídos” permaneceu em 2º lugar com 14,6 milhões de horas visualizadas. O pódio dos filmes se completa com a ação “Os Condenados”, produção de 2007, que ficou na 3ª posição com 10,2 milhões de horas visualizadas. Fracasso de público e crítica na época de seu lançamento nos cinemas, “R.I.P.D. – Agentes do Além”, de 2017, também estreou na plataforma e escalou a 4ª posição com 8,3 milhões de horas visualizadas, mesma marca atingida pelo sucesso “Bad Boys Para Sempre” (2020). Já a comédia romântica original da Netflix, “Na Sua Casa ou Na Minha?” (2023), caiu para a 6ª posição com 7 milhões de horas. O resto do Top 10 é completado com outras produções antigas de cinema, “Jogos Vorazes” (2012), “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1” (2014) e “Sete Dias Sem Fim” (2014), além da mais recente animação infantil “Patrulha Canina: O Filme” (2021). Veja abaixo os trailers das cinco séries mais assistidas. 1 | OUTER BANKS 3 | NETFLIX 2 | SEX/LIFE 2 | NETFLIX 3 | PERFECT MATCH | NETFLIX 4 | OUTER BANKS 1 | NETFLIX 5 | ESCÂNDALOS E ASSASSINATOS NA FAMÍLIA MURDAUGH | NETFLIX
Delegado que barrou jóias de Bolsonaro é estrela de série da Discovery+
O delegado adjunto da Alfândega Mario de Marco Rodrigues de Sousa, que ficou conhecido por ter barrado as joias vindas da Arábia Saudita que estavam na posse de um dos integrantes da comitiva do governo Bolsonaro, é estrela do reality show “Aeroporto – Área Restrita”, da Discovery+. O programa acompanha o trabalho da Polícia e da Receita Federal no Aeroporto Internacional de Guarulhos e ganhou recentemente repercussão na internet, após o streamer Casemiro começar a reagir aos episódios da produção. Com isso, os internautas reconheceram o nome do delegado que surgiu nas reportagens sobre o caso envolvendo suspeita de contrabando e tentativas do governo Bolsonaro de reaver as joias, avaliadas em R$ 16,5 milhões. Nos reacts, Cazé chama o delegado de Félix, da novela “Amor à Vida”, porque Rodrigues de Sousa supostamente se parece com o ator Mateus Solano. Durante o caso, o delegado não aceitou carteiraço do ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e não cedeu às pressões para liberar as joias milionárias, que entraram no Brasil escondidas e sem declaração na Alfândega, como um contrabando. Bento Albuquerque ainda tentou justificar que seria um presente do governo da Arábia Saudita para Michelle Bolsonaro. Mas isso não mudou o fato da necessidade de pagamento de taxa de importação e multa por tentar enganar a Alfândega. Segundo o delegado, as joias foram apreendidas com um cidadão brasileiro que não possuía nenhum tipo de documento que confirmasse que as peças foram um presente ao governo brasileiro. O governo Bolsonaro teria tentado recuperar as joias oito vezes, sem conseguir, duas delas envolvendo intervenção direta de Jair Bolsonaro. Diante do escândalo, Bolsonaro ainda cometeu ato falho, dizendo que o presente tinha sido acertado nos Emirados Árabes e não na Arábia Saudita. O que abriu uma nova linha de investigação, considerando a possibilidade de propina pela venda da Refinaria Landulpho Alves (Rlam) para Mubadala Capital, fundo soberano de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. A venda foi efetuada em novembro de 2021 por US$ 1,8 bilhão, cerca de metade da avaliação de seu valor pelo Instituto de Estudos Estratégico de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep) – entre US$ 3 bilhões e US$ 4 bilhões. O reality show “Aeroporto – Área Restrita” possui quatro temporadas, todas disponíveis no streaming da Discovery+. Veja abaixo uma cena da série com participação de Rodrigues de Sousa.
Jenna Ortega detona roteiro original de “Wandinha”: “Me recusei a gravar”
Apesar de ter se tornado mundialmente famosa por causa da série “Wandinha”, a protagonista Jenna Ortega (“Pânico 6”) não tem boas lembranças do set de filmagem do projeto. Segundo a artista, ela teve que se impor várias vezes para construir “uma versão autêntica” da célebre personagem de A Família Adams. “Tive que bater o pé várias vezes. Muita coisa ali não fazia sentindo pra mim”, revelou Jenna sobre o roteiro da série. Em entrevista ao podcast “Armchair Expert”, do ator Dax Shepard (“CHiPs”), a atriz declarou que a série não é um projeto do qual se orgulha. “Não consigo assistir ao meu trabalho, mas posso voltar para casa depois do set e dizer: ‘A cena que gravamos hoje foi boa’. Em ‘Wandinha’, não houve uma cena naquela série em que eu fui para casa e disse: ‘Ok, isso deve ter ficado bom’”, afirmou. Jenna disse que se surpreendeu ao receber o roteiro completo da série e que, quando aceitou o papel, tinha uma ideia bem diferente do que seria a história. “Quando li o roteiro inteiro, percebi ‘ah, isso é para o público mais jovem’. Quando assinei o contrato, eu não tinha todos os textos. Achei que a série seria muito mais sombria. Não sabia qual seria o tom”, explicou. Quando as gravações começaram, o trabalho ficou ainda mais intenso para a estrela, que revelou ter ficado completamente confusa com as falas de “Wandinha” – para ela, os roteiros de Alfred Gough e Miles Millar (criadores de “Smallville”) não tinha nada a ver com o espírito que a personagem deveria ter. “Tudo o que ela fazia, tudo o que eu tinha de interpretar, não fazia sentido algum para a personagem. Wandinha em um triângulo amoroso? Não faz sentindo algum”, contou a atriz. “Havia uma frase sobre um vestido que ela tinha que usar para o baile da escola e ela dizia: ‘Oh meu Deus, eu amo isso. Ugh, eu não posso acreditar que eu disse isso. Eu literalmente me odeio.’ Eu tive que me impor: ‘Não'”, exemplificou. A intérprete exigiu mudanças no roteiro para poder prosseguir na atração. “Eu realmente tive que abrir mão do meu profissionalismo. Eu não concordava com o texto que escreveram para a minha personagem. Mudei várias falas e nem consultei os roteiristas”, disparou a atriz. E continuou: “Agora, muitas pessoas me conhecem por esse trabalho. Não é o meu maior orgulho. E isso também me adiciona um nível extra de insegurança e estresse. Parece que eu finalmente estou recebendo ofertas para os projetos que eu quero fazer, mas realmente não quero ser conhecida por esse trabalho”, acrescentou Jenna. Inclusive, a famosa sequência em que Wandinha dança na série só existe por causa dela, que fez tudo completamente diferente do que estava planejado. A princípio, seria um flash mob, mas Jenna Ortega não gostou nada da ideia. A atriz chegou a bater de frente com o diretor Tim Burton (“A Noiva Cadáver”) e não quis ter um coreógrafo para a cena. Por isso, ela mesma inventou a dança. “Inicialmente, a cena era para ser um flash mob: Wandinha dançava e todos começavam a imitá-la. Eu me recusei a gravar isso. Por que ela concordaria com isso?”. A atriz foi bem direta com Burton. “Eu disse para ele: ou corta a cena ou manda a Wandinha socar alguém que dançar. Isso sim faz sentido”. Segundo a atriz, essas mudanças causavam um enorme desconforto com os supervisores de roteiro, mas, ao ser questionada, Jenna simplesmente dizia que não faria certas coisas. Para a atriz, o roteiro original tornava Wandinha muito boba e superficial. E ela queria construir uma protagonista com muito mais camadas. “Eu sentia que as pessoas nem sempre confiavam em mim quando eu estava criando o meu próprio caminho. Eu estava completamente perdida e confusa. Só me lembro de me sentir completamente cansada e derrotada no primeiro mês”, pontuou. Apesar dos problemas no set de filmagem, “Wandinha” virou um sucesso absoluto de crítica e público, consagrando-se como a segunda série mais assistida da história da Netflix. Jenna, inclusive, conseguiu sua primeira indicação ao Globo de Ouro por causa do papel e já está confirmada para a nova temporada da trama, que ainda não tem data de estreia. A propósito, em meio à repercussão dessa entrevista, foi anunciado que a atriz voltará com o status de produtora na 2ª temporada.
Justiceiro participará da nova série do Demolidor
Jon Bernthal vai voltar ao papel de Frank Castle, o Justiceiro, na nova série do Demolidor em desenvolvimento para a Disney+. Fontes do site The Hollywood Reporter garantem a participação na atração, que começa a ser gravada em Nova York ainda neste mês. Vale lembrar que Bernthal surgiu pela primeira vez no traje do Justiceiro como coadjuvante na 2ª temporada de “Demolidor”, exibida pela Netflix em 2016. Ele vai se juntar a Charlie Cox (Matt Murdock, o Demolidor) e Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk, o Rei do Crime), anteriormente confirmados na atração, e Michael Gandolfini (“Os Muitos Santos de Newark”), filho do falecido ator James Gandolfini (“Família Soprano”), que não teve seu papel revelado. Intitulada “Daredevil: Born Again”, a produção tem o mesmo nome de um arco famoso dos quadrinhos do Demolidor, escrito por Frank Miller e lançado no Brasil nos anos 1980 como “A Queda de Murdock”. A produção está a cargo da dupla de produtores-roteiristas Matt Corman e Chris Ord, criadores de “Cover Affairs”, e terá 18 episódios – a temporada mais longa dentre todas as séries da Marvel. Porém, detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. A previsão de estreia é apenas para 2024, quatro anos depois que a série original do herói foi cancelada na Netflix após três temporadas.
Série “Barry” vai acabar. Veja o trailer da 4ª e última temporada
A série de comédia “Barry”, criada e estrelada por Bill Hader (“It – Capítulo Dois”), vai acabar na vindoura 4ª temporada. E para divulgar o final da série, o canal pago americano HBO divulgou o primeiro trailer da 4ª temporada. O trailer mostra o personagem-título na prisão, arrependido dos seus atos. Porém, aos poucos o clima muda, e o sentimento de arrependimento do protagonista dá lugar à raiva e vingança. “Foi uma jornada incrível fazer essa série, e é agridoce que a história tenha chegado à sua conclusão natural”, disse Hader, em comunicado. “Barry” foi criada por Hader e Alec Berg (“Silicon Valley”), e acompanha um assassino de aluguel desiludido (Bill Hader) que, durante um “serviço” em Los Angeles, depara-se com uma comunidade de teatro amador e começa a crer que sua verdadeira vocação é ser ator. O problema é que o passado não quer lhe dar uma chance de mudar de vida. O elenco da série ainda conta com Henry Winkler (o eterno Fonzie de “Happy Days”), Sarah Goldberg (“Um Golpe Perfeito”), Anthony Carrigan (“Gotham”), Stephen Root (“Corra!”), D’Arcy Carden (“The Good Place”) e Michael Irby (“Mayans M.C.”). “Depois de três temporadas magistrais de ‘Barry’, estamos ansiosos para que os espectadores vejam a conclusão poderosa, complexa e hilária da história de Barry Berkman. Foi um prazer trabalhar com essa equipe imensamente talentosa, incluindo Bill Hader, Alec Berg, Aida Rodgers e todo o elenco e equipe excepcionais”, disse Amy Gravitt, vice-presidente executiva de comédia da HBO/HBO Max. A 4ª e última temporada começa a ser exibida em 16 de abril, e vai mostrar Gene Cousineau (Winkler) sendo aclamado como um herói, já que a prisão de Barry (Hader) teve consequências chocantes. Porém, isso vai culminar em um capítulo final explosivo e hilário.
Florence Welch fez cover de No Doubt para 2ª temporada de “Yellowjackets”
A cantora Florence Welch vai contribuir para a 2ª temporada da série “Yellowjackets” com um cover da música “Just a Girl”, hit dos anos 1990 da banda No Doubt. “Tão feliz por ter sido escolhido para o time neste ano”, escreveu a artista em um vídeo publicado em suas redes sociais, no qual marca a conta oficial do programa. No vídeo, Welch é vista mexendo em roupas penduradas em um cabideiro. Em determinado momento, ela encontra uma jaqueta azul com o logo de “Yellowjackets” e veste a peça. Neste momento, um trecho do cover de “Just a Girl” começa a tocar ao fundo. A conta oficial do “Yellowjackets” ainda comentou o post da cantora: “Nós formamos um time infernal”. A produção estrelada por Christina Ricci (“Wandinha”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”) e Tawny Cypress (“The Blacklist”) voltará em 24 de março nos EUA. Com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série chamou atenção por ter como ponto de partida uma história similar a de “Sobreviventes dos Andes” (1976), sobre o acidente real de um avião com um time uruguaio de rúgbi que apelou para o canibalismo para não morrer de fome no meio da neve das montanhas chilenas. Em “Yellowjackets”, o acidente acontece com jogadoras adolescentes de futebol, que sobrevivem a uma queda de avião apenas para se verem perdidas em montanhas geladas, famintas e ameaçadas por lobos. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a trama se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar o período do acidente, também lida com as mentiras que elas contaram após serem resgatadas, reencontrando as personagens já adultas, 25 anos depois, quando são interpretadas pelas atrizes famosas, em busca de um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado. Para a 2ª temporada, já foram confirmados alguns reforços importantes no elenco, com as entradas de Elijah Wood (o Frodo de “O Senhor dos Anéis”) no papel de um detetive amador, Simone Kessell (“Obi-Wan Kenoby”) como a versão adulta de Lottie – personagem de Courtney Eaton nos flashbacks da trama – e Lauren Ambrose (“Servent”) como a versão adulta de Van – que é vivida por Liv Hewson em sua fase adolescente. A série, que já está renovada para sua 3ª temporada, é disponibilizada no Brasil pela plataforma Paramount+. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Florence Welch (@florence)
Série de Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese é cancelada
A plataforma de streaming Hulu cancelou o desenvolvimento da série “The Devil in the White City”, que seria produzida pelo ator Leonardo DiCaprio e pelo cineasta Martin Scorsese (ambos de “O Lobo de Wall Street”). “The Devil in the White City” é uma adaptação do romance homônimo (“O Demônio na Cidade Branca”, no Brasil) escrito por Erik Larson, e conta a história verídica de dois homens, um arquiteto e um assassino em série, cujos destinos se tornaram interligados pela Feira Mundial de Chicago de 1893. A produção estava em desenvolvimento há muito tempo. DiCaprio comprou os direitos do livro em 2010, com o intuito de transformá-lo num filme que seria dirigido por Scorsese. Essa ideia acabou não indo adiante. Mas, em 2019, a Hulu anunciou que estava desenvolvendo o projeto como uma série de grande orçamento, com a dupla envolvida como produtores executivos. Desde então, a produção tem enfrentado um problema atrás do outro. O ator Keanu Reeves (“Matrix Resurrections”) chegou a ser contratado como protagonista, mas desistiu do projeto. Pouco tempo depois, o cineasta Todd Field (“Tár”), contratado para dirigir os oito episódios da atração, também desistiu. Apesar de todos os problemas, “The Devil in the White City” estava programada para estrear em 2024 na Hulu. Mas agora a plataforma de streaming desistiu de vez da produção. Agora o estúdio televisivo ABC Signature está procurando uma nova casa a série, na esperança de que o projeto seja resgatado em outro lugar. Apesar disso, Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese poderão ser vistos em breve em uma nova colaboração, o filme “Assassinos da Lua das Flores”, desenvolvido pela Apple TV+, que ainda não tem previsão de estreia.
Atrizes da Netflix exigem fim de espartilhos nas séries de época
As atrizes da Netflix pediram o fim do uso de espartilhos (corsets) nas gravações de séries após relatos de dores e desconfortos. Segundo o portal The Sun, a plataforma de streaming entendeu a situação e proibiu os trajes estruturados. A peça de vestuário, símbolo de status na era vitoriana, tem sido bastante polêmica desde seu “comeback” no radar da moda. Ainda que repaginado e visando elegância, o espartilho continua sendo um traje desconfortável por si só. “Muitas atrizes reclamaram aos departamentos de figurinos sobre danos, tanto a curto quanto a longo prazo, ocorridos após um longo dia de 12, 14 horas usando-os no set”, revelou uma fonte, acrescentando que o espartilho é uma peça notoriamente restritiva. De acordo com os produtores da série “Bridgerton”, o elenco feminino não será mais obrigado a usar os espartilhos durante as gravações. Portanto, os figurinistas estão incumbidos de encontrarem alternativas para as roupas íntimas. A equipe também pode permitir que as atrizes utilizem suas próprias peças. “Essencialmente, havia preocupações de saúde sobre manter as mulheres em um espartilho por semanas de trabalho. Muitas estrelas relataram hematomas e até problemas respiratórios. No mundo cada vez mais politicamente correto de hoje, também não é uma boa ótica encorajar as mulheres a terem cinturas mais finas. Pode muito bem ter refletido a época, mas as emissoras e os streamers querem ser vistos como progressistas”, explicou a fonte. Em 2022, a atriz Simone Ashley (“Bridgerton”) relatou ao tabloide que o uso prolongado do espartilho resultava em náuseas e pressões no corpo.
Jason Sudeikis diz que história de “Ted Lasso” acaba na 3ª temporada
Jason Sudeikis confirmou que “Ted Lasso”, série que ele estrela e produz na Apple TV+, vai acabar em sua 3ª temporada. Especulações sobre essa decisão vinha circulando desde o ano passado. “Este é o fim desta história que queríamos contar, que esperávamos contar, que gostávamos de contar”, ele disse ao site Deadline. “O fato de as pessoas quererem mais e ficarem curiosos além do que ainda nem sabem – a 3ª temporada – é lisonjeiro. Talvez até 31 de maio, depois que todos os 12 episódios da temporada [foram lançados], elas fiquem tipo, ‘Cara, quer saber, nós entendemos, estamos bem. Não precisamos mais, nós conseguimos.’ Mas até que chegue a hora, apreciarei a curiosidade além do que criamos até agora.” Ele revelou, entretanto, que existem conversas sobre a possibilidade de a série ganhar um spin-off centrado em algum dos personagens. “Sim, acho que preparamos a mesa para todos os tipos de pessoas… para assistir à continuação dessas histórias”, disse ele. “Mais uma vez, não posso deixar de considerar a pergunta como um elogio pelo que todos nós que estávamos trabalhando no programa tentamos fazer. É muito gentil que as pessoas considerem isso, porque você nunca sabe o que vai acontecer quando você faz as coisas. O fato de as pessoas quererem mais, mesmo que seja por um caminho diferente, é adorável.” A revelação do desfecho de “Ted Lasso” foi antecipada pelo próprio Sudeikis em 2020, durante o desenvolvimento do segundo ano da produção. Em entrevista à revista Entertaiment Weekly, ele explicou: “A história que está sendo contada, com um arco de três temporadas, é a que eu vejo como conclusão”. Na ocasião, o produtor Brendan Hunt, que elaborou a série junto com Sudeikis e Bill Lawrence (criador de “Scrubs” e “Cougar Town”), explicou melhor esta história. “Quando começamos a desenvolver a série, nós planejamos um começo, meio e fim”, revelou. “E essa história vai acabar na 3ª temporada, não importa o que aconteça”. Só que sua declaração se completa com uma pegadinha: “Por isso, se a série for renovada, outra narrativa terá de ser criada e contada”. “Ted Lasso” gira em torno do personagem-título, um treinador de futebol americano que é contratado para trabalhar num clube de futebol inglês, apesar de não ter nenhuma experiência no esporte que os moradores dos EUA chamam de soccer. O mais curioso em relação à “Ted Lasso” é que o personagem e toda sua premissa já existia antes de virar série, tendo sido concebido em 2013 para comerciais do canal pago NBC Sports. A produção da Apple pegou a piada dos comerciais de Sudeikis e a estendeu em episódios completos, que venceram prêmios Emmy e bateram recordes de audiência da plataforma de streaming. A 3º temporada de Ted Lasso estreia em 15 de março.
Produtor-roteirista de “Game of Thrones fará nova série do Zorro
O produtor-roteirista Bryan Cogman, que venceu quatro Emmys por “Game of Thrones”, foi confirmado como showrunner da nova ´série do Zorro, em desenvolvimento para a plataforma Disney+. O papel principal é do ator Wilmer Valderrama, revelado em “That 70’s Show” e atualmente no ar em “NCIS”. Ele dará vida ao Bruce Wayne do século 19, o herdeiro fanfarrão Don Diego de la Vega, que secretamente vive o cavaleiro mascarado conhecido como Zorro, enfrentando os crimes e a corrupção no pueblo de Los Angeles durante a colonização espanhola. Criado em 1919 pelo escritor americano de pulps Johnston McCulley, Zorro virou um dos primeiros sucessos televisivos da Disney, numa série famosa que durou três temporadas, de 1957 a 1959, estrelada por Guy Williams (que depois faria “Perdidos no Espaço”). A produção é da Disney Branded Television, que prometeu uma versão “moderna, inspirada por telenovelas”. Ainda não há previsão de estreia. Vale lembrar que, nos últimos anos, vários projetos relacionados a Zorro foram anunciados sem sair do papel. O mexicano Jonás Cuarón, filho do cineasta Alfonso Cuarón, pretendia filmar “Z”, uma versão futurista de “Zorro”, que seria estrelada por Gael Garcia Bernal (“Tempo”) em 2016. E o cineasta Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”) imaginou uma série passada nos dias de hoje, com um Zorro moderno e interpretado por uma mulher, que não conseguiu encontrar lugar na programação de TV do ano passado. Além disso, a Amazon também prepara sua própria série do “Zorro”, que será estrelada por Miguel Bernardeau, que ficou conhecido como o Guzmán de “Elite”.
Assassinato que envolveu atriz Lana Turner vai virar série
A história real do assassinato do mafioso Johnny Stompanato, marido da atriz Lana Turner (“Imitação da Vida”), vai virar uma série de TV. O caso aconteceu no final da década de 1950, quando a filha de Turner, Cheryl Crane, teria esfaqueado Stompanato até a morte dentro da sua mansão em Beverly Hills. Crane foi exonerada depois que um inquérito do legista determinou que o homicídio foi considerado justificável, como resultado de abuso físico dentro da família. Stompanato era afiliado à família criminosa Cohen e começou a namorar Turner depois de a ver em “A Força do Amor” (1958). A série será escrita por Jake Crane (“Irmãos de Honra”), com base no livro inédito “A Murder in Hollywood”, de Casey Sherman. No livro, Sherman entrega um novo olhar para o caso, mostrando como Turner foi alvo de extorsão de Stompanato e seu chefe, Mickey Cohen. O autor também apresenta a teoria de que foi Turner, não sua filha, quem matou Stompanato. A série ainda não tem previsão de estreia.
Malu Galli e Paloma Duarte desenvolvem projeto de série juntas
Depois de trabalharem juntas na novela “Além da ilusão”, Malu Galli (“Paraísa Perdido”) e Paloma Duarte (“2 Filhos de Francisco”) querem repetir a parceria e estão elaborando um projeto juntas. As atrizes preparam uma série. Elas e Cibele Santa Cruz produzem a adaptação do livro “Marta, Rosa e João”, escrito pela própria Malu. O trio já está apresentando o projeto a canais. Na trama de “Marta, Rosa e João”, uma consulta de tarô revela à jovem Rosa que ela está grávida. Diante da surpresa, ela resolve ir ao encontro de sua mãe, uma mulher que Rosa pouco conhece. Jornalista de sucesso, Marta está em crise, em casa, isolada, e convive apenas com João, passeador de cachorros que vem buscar seu cão todos os dias. A convivência das duas mulheres, forçada pela visita inesperada, traz à tona decisões e enfrentamentos inevitáveis para as personagens. Marta precisa retomar sua vida paralisada; Rosa quer entender seus sentimentos acerca da maternidade e decidir seu futuro. O livro já foi adaptado para o teatro e o espetáculo tem uma dinâmica inovadora com o público. A cada sessão, 13 das 22 cartas do jogo são sorteadas e correspondem às cenas que são apresentadas no dia – o que totaliza mais de 300 mil possibilidades de desenvolvimento da história. Malu, que também foi a autora da peça, escreveu 22 cenas para as 22 cartas dos arcanos maiores do tarô, e a partir do jogo realizado em cena no começo da peça – com as cartas escolhidas ao acaso – que a ordem das cenas seguintes segue. Doze cartas ditarão, portanto, o traçado da narrativa e mais uma definirá a conclusão do jogo. Desse modo, há sempre a cada noite um espetáculo diferente, narrando, de modos diversos, a delicada aproximação entre mãe e filha. A peça em si não é sobre tarô, ele é apenas usado como um dispositivo que torna “Marta, Rosa e João” uma espécie de ‘peça-jogo’, como nomeia a autora. Por sinal, Malu voltará o teatro, em São Paulo, no próximo dia 31 com a peça “A cerimônia do Adeus”, de Mauro Rasi, com direção de Ulysses Cruz.
Netflix fará série documental sobre roqueiro Gary Glitter, preso por pedofilia
A Netflix vai produzir uma série documental sobre Gary Glitter, roqueiro que estourou nos anos 1970 e que acabou condenado por pedofilia. A série vai narrar a história de Paul Francis Gadd, que conheceu a fama como uma das principais estrelas do glam rock britânico, ao adotar o nome artístico Gary Glitter. Ele foi preso em 1999 por posse de pornografia infantil e novamente em 2015 por uma série de crimes sexuais, incluindo tentativa de estupro de menores. Ele foi libertado recentemente, após cumprir metade da sua sentença. O documentário será dirigido por Sam Hobkinson (“Misha e os Lobos”) e produzido por Cammy Millard (“Mestres da Enganação”), e vai contar com imagens de arquivo, entrevistas com as vítimas e com o jornalistas que perseguiram Glitter pelo mundo durante anos para levá-lo à justiça. Foi o trabalho desses jornalistas que alertou as autoridades sobre o paradeiro dele no Sudeste Asiático, quando estava foragido, levando finalmente à sua prisão. A série ainda não tem previsão de estreia. Não lembra quem é Gary Glitter? Veja abaixo um vídeo de seu maior sucesso.












