It’s Always Sunny in Philadelphia é renovada para mais duas temporadas
O tempo vai continuar ensolarado na Filadélfia até 2019. O canal pago americano FXX renovou “It’s Always Sunny in Philadelphia” para mais duas temporadas. Criada em 2005 pelos comediantes Rob McElhenney e Glenn Howerton, que também estrelam a atração ao lado de Charlie Day, Kaitlin Olson e o veterano Danny DeVito, a série encerrou recentemente, em 9 de março, a sua 11ª temporada. Como já tinha assegurado a produção para o ano seguinte na negociação anterior, ela acabou sendo renovada até a 14ª temporada, que deve ir ao ar apenas em 2019. “Poucos shows conseguem ir tão longe e ter tantos fãs devotos, e nós devemos isso para a visão criativa e o grande humor dos criadores e elenco que mantém Sunny fresca e inventiva toda a temporada”, disse o co-presidente de programação original da FX Networks, Nick Grad, no comunicado da renovação. Apesar desse sucesso todo, “It’s Always Sunny In Philadelphia” não é exibida no Brasil.
Preacher: Série baseada nos quadrinhos da Vertigo ganha novos comerciais
O canal pago americano AMC divulgou dois novos comerciais de “Preacher”, adaptação dos quadrinhos homônimos da Vertigo (selo adulto da DC Comics). A prévia exibe algumas cenas aceleradas, entre elas os instantes que precedem a grande tragédia que dá início à trama. A série acompanha o que acontece depois da igreja do pastor Jesse Cutler ser fulminada por um raio (na verdade, uma entidade vinda dos céus), que extermina todos os fiéis e confere ao religioso poderes divinos. Determinado a descobrir o que aconteceu no Céu, ele se junta a um vampiro bêbado e uma ex-namorada pistoleira numa jornada que cruza o interior dos EUA em busca de Deus. O ator Dominic Cooper (série “Agent Carter”) vive o protagonista, o papel do vampiro Cassidy foi parar nas mãos de Joseph Gilgun (série “Misfits”) e Tulip, que é loira nos quadrinhos, será vivida por Ruth Negga (série “Agents of SHIELD”). A produção também trará Ian Colletti (série “Rake”) no papel do polêmico Cara de Cu, que destruiu o rosto numa tentativa malfadada de suicídio, em homenagem a Kurt Cobain. Todos eles aparecem brevemente na prévia. Além deles, Lucy Griffiths (série “True Blood”) vai aparecer como uma nova personagem, criada especialmente para a TV, e Elizabeth Perkins (série “Weeds”) interpretará uma vilã, que nos quadrinhos é homem. A série foi desenvolvida pelo roteirista Sam Catlin (série “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (“É o Fim” e “A Entrevista”). Rogen e Goldberg também assinam o piloto, além de produzirem junto com Catlin e Neal H. Moritz (franquia “Velozes & Furiosos”). A estreia está marcada para 22 de maio nos EUA.
Amazon renova Bosch para sua 3ª temporada
O site de streaming Amazon encomendou a 3ª temporada da série policial “Bosch”, baseada no livros de detetive “Harry Bosch”, escritos por Michael Connelly. A renovação aconteceu um mês após a disponibilização da 2ª temporada. Embora não divulgue dados, como o Netflix, a Amazon afirma que “Bosch” representa uma de suas maiores audiências, ocupando o 2º lugar entre as séries mais vistas de sua plataforma digital, atrás apenas de “The Man in the High Castle”. O personagem Harry Bosch já apareceu em 19 livros de Michael Connelly, que desde 1992 já venderam quase 50 milhões de exemplares em todo o mundo. A série foi desenvolvida por Eric Overmyer (criador de “Treme”). Focada num detetive de Los Angeles (Titus Welliver, da série “Lost”) e inspirado em clássicos do cinema noir, “Bosch” já mostrou o protagonista investigando o assassinato de um produtor de Hollywood, que lavava dinheiro para a máfia, e perseguindo um serial killer. Além de Titus Welliver, o elenco inclui Jamie Hector (série “The Wire”), Amy Aquino (série “Being Human”), Lance Reddick (série “Fringe”) e Sarah Clarke (saga “Crepúsculo”). “Bosch” é a terceira série da Amazon a garantir uma 3ª temporada. As anteriores foram as comédias premiadas “Transparent” e “Mozart in the Jungle”. Mas, apesar da popularidade nos EUA, a atração permanece inédita no Brasil, onde o Amazon ainda não disponibilizou seu serviço de streaming.
Cada Um na Sua Casa vai virar série animada do Netflix
O longa animado “Cada Um na Sua Casa” vai virar série animada do Netflix. A produção faz parte de um acordo entre o serviço de streaming e a DreamWorks Animation, que visa levar ao Netflix adaptações de seus longa-metragens e que já rendeu as séries “Dawn of the Croods”, derivada de “Os Croods” (2013), “The Mr. Peabody & Sherman Show”, desmembrada de “As Aventuras de Peabody & Sherman” (2014), “As Aventuras do Gato de Botas”, spin-off da franquia iniciada por “Shrek” (2001) e “Dragões: Pilotos de Berk”, com os personagens de “Como Treinar Seu Dragão” (2010). O desenho original acompanhava um desastrado alienígena (voz original de Jim Parsons, da série “The Big Bang Theory”), que se esconde na Terra depois de aprontar em seu planeta, e acaba fazendo amizade com uma adolescente terráquea (dublada pela cantora Rihanna). Mas a situação se complica quando o restante da raça alienígena chega à Terra, visando destruir o planeta. Intitulada, em inglês, “Home: Adventures with Tip & Oh”, a série contará com a voz da adolescente Rachel Crow (“Rio 2”), no papel que pertenceu a Rihanna, e Mark Whitten (série “Rolling High”) como a voz do alienígena Oh. Desenvolvida por Ryan Crego (série animada “Sanjay e Craig”), a 1ª temporada estará disponível em 29 de julho no Netflix, inclusive no Brasil.
HBO anuncia série da autora de Garota Exemplar estrelada por Amy Adams
O canal pago americano HBO anunciou a produção da 1ª temporada de “Sharp Objects”, adaptação do romance “Objetos Cortantes”, primeiro livro escrito por Gillian Flynn (que já teve dois best-sellers filmados, “Garota Exemplar” e “Lugares Escuros”). A produção foi aprovada sem passar por fase de piloto, graças aos talentos envolvidos. Além da própria Flynn, que assinará os oito episódios da temporada inaugural em parceria com produtora-roteirsta Marti Noxon (criadora da série “UnReal”), a atração será estrelada por Amy Adams (a Lois Lane de “Batman vs. Superman”) e terá todos os seus capítulos dirigidos pelo cineasta Jean-Marc Vallee (“Clube de Compras Dallas”). Publicado em 2006, o livro acompanha uma jornalista (papel de Adams) que, depois de passar um tempo numa instituição psiquiátrica, precisa voltar à sua cidade natal para cobrir um caso de assassinato envolvendo duas meninas pré-adolescentes. Lá, a protagonista é forçada a conviver novamente com a sua mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca que ela mal conhece. A adaptação marcará o retorno de Amy Adams à televisão e seu reencontro com Marti Noxon. As duas começaram suas carreiras praticamente juntas na mesma série, “Buffy – A Caça-Vampiros”. Amy Adams também apareceu “Charmed”, “That ’70s Show” e outras séries do ano 2000, mas não participava de uma produção televisiva há uma década, desde que levou um fora de Jim (John Krasinski) num episódio de “The Office” de 2006. Acumulando sucessos no cinema desde então, ela está atualmente em cartaz em “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, e será vista ainda este ano na sci-fi “Story of Your Life”, de Denis Villeneuve (“Sicario”), e no thriller “Nocturnal Animals”, de Tom Ford (“Direito de Amar”), ambos ainda sem data de lançamento definida.
Vaza o áudio do final da temporada de The Walking Dead
O fórum The Spoiling Dead Fans, dedicado a discutir “The Walking Dead”, vazou o áudio de 10 minutos de duração da cena final da 6ª temporada. Trata-se do discurso de introdução Negan, vivido por Jeffrey Dean Morgan, que culmina na morte de um personagem. O fato é que o canal pago AMC, que exibe a série nos EUA, iniciou uma ofensiva contra o site, conseguindo bloquear sua página no Facebook. O canal também lançou uma blitz para apagar todas as cópias dos áudios que se propagaram pela internet. Portanto, nem adianta procurar mais. Detalhe: era real. Intitulado “Last Day on Earth”, o final da temporada vai ao ar no próximo domingo (3/4), com 1h30 de duração e transmissão simultânea no Brasil pelo canal pago Fox.
2ª temporada de Sense8 terá cenas gravadas na Parada de Orgulho LGBT de São Paulo
A 2ª temporada de “Sense8” terá cenas gravadas durante a Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, informou a SPCine, empresa municipal criada para fomentar a atividade audiovisual na capital paulista. A 20ª edição do evento acontecerá no dia 29 de maio, na Avenida Paulista. Vale lembrar que a 1ª temporada incluiu gravações em evento lésbico de San Francisco (San Francisco Dyke March), envolvendo a atriz transgênero Jamie Clayton, que interpreta Nomi, e Freema Agyeman, que vive sua namorada Amanita. Jamie Clayton, por sinal, já se manifestou no Twitter, dando a entender que participará das gravações paulistas. “Prepare-se Brasil!”, ela escreveu. De acordo com o coordenador internacional da SPCine, Eduardo Raccah, cidades como Madrid e Buenos Aires também foram cotadas para ganhar as gravações, que acontecerão em São Paulo. Ele se encontrou com o produtor Bill Bowling em março para acertar os detalhes das filmagens, que terão coprodução nacional da O2 Filmes. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A 1ª temporada mostrou o grupo reconhecendo sua nova realidade e se aproximando, enquanto lidam com os próprios problemas e com uma organização que os persegue. A 2ª temporada de “Sense8” começou sua produção em março e ainda não tem previsão de estreia. A série é exibida no serviço de streaming Netflix.
Visita de Flash ajuda Supergirl a atingir uma de suas maiores audiências nos EUA
A série “Supergirl” experimentou uma de suas maiores audiências nesta semana, na rede americana CBS, graças à visita do super-herói Flash, vindo não só de outra dimensão (como explicado na trama) como também de outro canal. O episódio do primeiro encontro dos personagens dos quadrinhos rendeu 7,2 milhões de telespectadores ao vivo, um aumento de 38% na audiência em relação ao capítulo anterior de “Supergirl” e o maior público da série desde fevereiro, além de registrar 1.7 pontos na demografia cobiçada pelos anunciantes – o público entre 18 e 35 anos. O desempenho representou a segunda maior audiência da noite de segunda-feira (28/3) nos EUA, atrás apenas do popular programa “The Voice” – por sinal, exibido no mesmo horário de “Supergirl”. Intitulado “World’s Finest” (os melhores do mundo), mesmo nome de uma revista de grandes duplas dos quadrinhos da DC (Batman e Superman foram seus principais protagonistas), o episódio foi de uma fofura marcante, muito bem escrito por Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, e representou o 18º da temporada inaugural de “Supergirl”, que ainda não teve sua renovação confirmada. Apesar da história cruzar com a trama atual da série “The Flash”, Supergirl não irá aparecer na atração do velocista escarlate, que é exibida nos EUA na rede CW. “The Flash”, por outro lado, já se encontra renovada para sua 3ª temporada. As duas séries são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
Famke Janssen pode estrelar série derivada de The Blacklist
A atriz holandesa Famke Janssen, intérprete original de Jean Grey no filmes do “X-Men” e protagonista da trilogia “Busca Implacável”, pode estrelar uma série derivada de “The Blacklist”. De acordo com o TVLine, a rede NBC, que está desenvolvendo o projeto, introduzirá a personagem da atriz num episódio de “The Blacklist”, já programado para ir ao ar em 12 de maio nos EUA. Ela interpretará Susan “Scottie” Halsted, mas não há outras informações oficiais a respeito de sua aparição. Não faltam, porém, boatos. Para começar, Ryan Eggold, que interpreta Tom em “The Blacklist”, também entraria no spin-off. Por sinal, a relação de seu personagem com “Scottie” seria similar à dinâmica entre Liz e Red em “The Blacklist”. Fontes do site The Hollywood Reporter sugerem que ela seria a mãe de Tom. Outro personagem da série original que pode aparecer no spin-off é o vilão Mr. Solomon. O ator Edi Gathegi fechou contrato para participar do novo programa caso este seja aprovado pela emissora. “The Blacklist” é a segunda série de maior audiência da NBC, atrás apenas da estreante “Blindspot”, e já se encontra renovada para sua 4ª temporada. Atualmente, Famke tem participação esporádica em “How to Get Away With Murder”, que está em sua 2ª temporada, e diversos filmes em desenvolvimento, tanto na Europa quanto nos EUA.
Flight 462: Veja todos os episódios legendados da websérie derivada de Fear The Walking Dead
O canal pago americano AMC disponibilizou todos os episódios da websérie derivada de “Fear The Walking Dead”, intitulada “Flight 462”, e, claro, os fãs brasileiros já traduziram tudo. Com 16 episódios de cerca de um minuto de duração cada, a websérie se passa no interior de um voo comercial, mostrando um surto zumbi entre os passageiros. A atração termina com participação do ator Frank Dillane e, segundo o produtor Dave Erickson, um de seus personagens irá integrar o elenco da 2ª temporada de “Fear The Walking Dead”. De fato, um dos teasers da temporada até mostra o sobrevoo de um avião. “Fear the Walking Dead”, que teve apenas seis episódios em sua temporada inaugural, voltará maior em seu segundo ano, com 15 capítulos, que começam a ser exibidos a partir de 10 de abril nos EUA.
Patty Duke (1946 – 2016)
A atriz Patty Duke, que venceu o Oscar e teve uma série com seu nome antes de se tornar adulta, morreu na terça-feira (29/3), após sofrer complicações de uma infecção causada por uma perfuração no intestino. Ela tinha 69 anos. Patty nasceu Anna Marie Duke em Nova York, em 1946, e interpretou diversas nova-iorquinas ao longo de sua trajetória, que iniciou muito cedo. Ela ganhou o pseudônimo Patty ainda criança, aparecendo com este nome em seus primeiros trabalhos de 1954, aos oito anos de idade, quando começou a fazer pequenas participações em filmes, telenovelas e diversos teleteatros. A mudança foi exigência de seus empresários, que achavam “Anne Marie” pouco artístico. Os empresários, o casal John and Ethel Ross, não cuidavam apenas de sua carreira. O pai de Patty era um taxista alcoólatra e sua mãe sofria de depressão. Quando a menina tinha seis anos, a mãe teve um surto e expulsou seu pai de casa. Aos oito, a entregou aos cuidados do casal Ross, que passou a cuidar dela, mas não necessariamente de forma amorosa, transformando-a numa máquina de ganhar dinheiro. Forjaram currículo, mentiram sua idade e, quando ela se provava difícil de lidar, a viciaram em álcool. Tudo isto está em sua autobiografia. A criança tinha um talento evidente, que já se manifestava aos 12 anos, quando passou a se destacar em produções de diferentes gêneros, como o drama “A Deusa” (1958), a sci-fi “Quarta Dimensão” (1959) e a comédia “Feliz Aniversário” (1959). No mesmo período, ela fez sua estreia na Broadway, estrelando a peça “The Miracle Worker”, na qual deu vida a Helen Keller, uma garota cega, surda e muda. A peça fez enorme sucesso e ficou em cartaz por dois anos. O papel de Helen Keller acabou sendo, de forma precoce, o ponto alto de sua carreira. Em 1962, aos 16 anos, ela foi escalada para revivê-lo em “O Milagre de Anne Sullivan”, drama dirigido por Arthur Penn, no qual sua personagem precisava de ajuda constante da incansável professora Anne Sullivan (Anne Bancroft, que também atuou na peça). Por seu desempenho, Patty venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante e se tornou, na época, a pessoa mais jovem a conquistar um prêmio da Academia. O Oscar a deixou tão famosa que ela ganhou uma série com seu próprio nome, “The Patty Duke Show”. O título foi escolhido antes que a rede ABC soubesse qual seria trama. A ideia era criar uma atração para a estrelinha ascendente, o que quer que fosse. O fato é que, até então, não existiam programas estrelados por garotas da idade de Patty na televisão. Assim, para decidir sobre o que seria a série, o produtor-roteirista Sidney Sheldon (também criador de “Jeannie É um Gênio”) levou a jovem para passar uma semana com sua família. Na curta convivência, Sheldon reparou que Patty tinha dois lados distintos (mais tarde, ela seria diagnosticada com bipolaridade), o que lhe deu a ideia de criar uma trama sobre duas adolescentes idênticas. Na série, Patty vivia uma nova-iorquina moderna, que passa a conviver com sua prima idêntica (também interpretada pela atriz), vinda da Europa. Embora fossem iguais fisicamente, as duas não podiam ter gostos mais diferentes. E a confusão que suas semelhanças causavam alimentava a maioria das piadas do programa. “The Patty Duke Show” durou três temporadas, entre 1963 e 1966, e marcou época, inaugurando um filão que atualmente responde por boa parte da programação de canais pagos como Nickelodeon, Disney Channel e Freeform (ex-ABC Family): as séries de meninas. Fez tanto sucesso que Patty recebeu indicações ao Emmy, ao Globo de Ouro e também se lançou como cantora. Mas quando completou 18 anos, ela rompeu com os empresários exploradores e quis renegociar seu contrato, fazendo exigências que levaram um impasse e ao fim inesperado da atração, mesmo com boa audiência. Apesar de gravada em preto e branco, “The Patty Duke Show” continuou no ar em reprises ao longo das décadas, chegando a experimentar uma redescoberta em 1988, quando passou a integrar a programação do canal Nickeledeon. As reprises mantiveram a popularidade da produção, a ponto de gerar um telefilme de reencontro, 33 anos após seu cancelamento. Exibido em 1999, o telefilme mostrava as primas casadas, com filhos e até netos. Com o fim de sua série, Patty decidiu priorizar sua carreira cinematográfica. Ela já tinha estrelado seu primeiro filme como protagonista, a comédia adolescente “Uma Lourinha Adorável” (1965), como uma moleca andrógina, dividida entre a vontade de ser um menino, para ter mais liberdade e fazer esportes, e a primeira paixão colegial. Mas seu primeiro longa após “The Patty Duke Show” acabou seguindo na direção oposta, numa escolha arriscada, com o objetivo de mostrá-la adulta. Patty escandalizou ao decidir estrelar “O Vale das Bonecas” (1967). Na adaptação do romance trash de Jacqueline Susann, ela interpretava uma jovem estrela da Broadway que se viciava em drogas, fazia sexo casual, destruía lares e precisava ser internada para reabilitação. O filme era um dramalhão tão grande que virou cult, ao ser considerado um dos piores melodramas já feitos. Para reafirmar que era uma jovem moderna, ela também estrelou “Uma Garota Avançada” (1969), no qual se rebelava contra os planos de casamento de sua família, abandonando o lar para abraçar o estilo de vida boêmio do Greenwich Village, em Nova York. Mas os papéis de adulta não lhe renderam o mesmo sucesso da adolescência. Durante os anos 1970, ela se viu alternando participações em diversas atrações televisivas, como “Galeria do Terror”, “O Sexto Sentido”, “Havaí 5-0”, “Os Novos Centuriões”, “Police Woman” e “São Francisco Urgente”, com filmes B, como o terror “Sob a Sombra da Outra” (1972) e o desastre sci-fi “O Enxame” (1978). Em 1979, ela voltou à trama que a consagrou, estrelando uma versão televisiva de “O Milagre de Anne Sullivan”, desta vez no papel da professora, comprovando como o tempo tinha passado. Patty havia se tornado adulta demais até em sua vida pessoal, passando por três casamentos frustrados e um relacionamento polêmico com Desi Arnaz Jr., filho de Lucille Ball e Desi Arnaz, quando já tinha 24 anos e ele ainda era menor de idade. O escândalo quase destruiu sua carreira quando ela engravidou em 1971, e as revistas de fofoca especulavam que o pai podia ser o ator de 17 anos. Mas ela rapidamente se casou com John Astins (o Gomez da série “Família Addams”), registrando a criança como filho dele. O jovem cresceu para se tornar um hobbit, Sean Astin, astro da trilogia “O Senhor dos Anéis”. Patti ainda teve outro filho com John Astins, mas o casamento terminou em divórcio em 1983. Após esse período tumultuado, a atriz tentou retomar a carreira televisiva, estrelando quatro séries de curta duração. A que foi mais longe teve uma temporada completa de 22 episódios: a sitcom “It Takes Two”, na qual interpretou a mãe de dois futuros astros televisivos, os jovens Anthony Edwards (o Dr. Mark Greene de “Plantão Médico/E.R.”) e Helen Hunt (a Jamie Buchman de “Louco por Você/Mad About You”). As outras séries foram “Hail To The Chief”, em 1985, na qual interpretou a primeira mulher presidente dos EUA (durou 7 episódios), “Karen’s Song”, em 1987, como uma mãe divorciada (a filha era Teri Hatcher, de “Desperate Housewives”) que se envolve com um homem muito mais jovem (em 13 capítulos), e, por fim, o drama “Amazing Grace”, em 1995, como uma ex-alcoóltra que se torna pastora de uma igreja (5 episódios). Entre 1985 e 1988, ela foi eleita presidente do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG, na sigla em inglês), chegando a comandar uma greve que conseguiu melhorar salários e condições de trabalho para os dubladores de animações. O período coincidiu com o ressurgimento das comédias adolescentes no cinema americano, o que lhe rendeu seu último papel de destaque no filme “Willy/Milly” (1986), como a mãe de uma moleca que, por meio de mágica, virava hermafrodita – uma versão extrema da ideia de “Uma Lourinha Adorável” (1965). Em 1987, ela publicou sua autobiografia, tornando-se a primeira celebridade a se assumir bipolar (ou maníaca-depressiva, como ainda se chamava a condição na época). A experiência a inspirou a virar ativista por melhores condições de saúde mental nos EUA, defendendo tratamentos de distúrbios de personalidade. Após contar sua história em livro, Patty estrelou “Call Me Anna” (1990), uma telebiografia de sua própria vida, intitulada com seu nome de bastimo. Ela ainda apareceu nas comédias “Por Trás Daquele Beijo” (1992), “Nos Palcos da Vida” (2005) e no filme religioso “A História de Oseias” (2012), estrelado por seu filho Sean Astin, além de diversos telefilmes – entre eles, “Luta Pela Vida” (1987), como mulher de Jerry Lewis. Nos últimos anos, experimentou uma fase de redescoberta, recebendo uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood e convites para participar de várias séries, como “Glee” e “Drop Dead Diva”. Ela também se tornou uma das poucas atrizes a aparecer nas duas versões de “Havaí 5-0”, ao estrelar um episódio do remake. A melhor participação, porém, ficou reservada para seu último papel, num episódio de “Liv e Maddie” exibido em 2015 no Disney Channel. Na ocasião, ela interpretou duas personagens idênticas, evocando “The Patty Duke Show”: a avó e a tia-avó gêmeas da protagonista Liv (Dove Cameron). Uma bela homenagem para sua despedida das telas. “Eu te amo, mãe”, resumiu Sean Astins, ao informar aos fãs sobre a morte de Patty. “Que atriz!”, lembrou o apresentador Larry King. “Obrigado, Patty, por tudo que nos deu”, manifestou-se a própria Academia.
The Walking Dead: Veja uma cena e o trailer legendados do final da temporada
O canal pago AMC divulgou uma cena inédita de “The Walking Dead”, que, assim como o trailer do capítulo final da temporada, já foi devidamente legendados pelos fãs da série. Ambos os vídeos podem ser conferidos abaixo. Enquanto a cena mostra Morgan (Lennie James) encontrando um cavalo perdido, mencionado no episódio anterior, o trailer mostra um novo confronto entre os sobreviventes liderados por Rick e os autoproclamados Salvadores, além de registrar a primeira aparição de Negan, o novo vilão interpretado por Jeffrey Dean Morgan. Embora não o mostre frontalmente, o vídeo revela seu infame porrete farpado, chamado Lucille, sua jaqueta de couro e sua voz. E pior: reparem bem que há uma cabeça prestes a ser destruída por seu bastão. Segundo o ator Norman Reedus, intérprete de Daryl, integrantes do elenco chegaram a vomitar quando leram o roteiro do episódio, que ele descreve como “hardcore” e “superchocante”. Intitulado “Last Day on Earth”, o final da temporada vai ao ar no próximo domingo (28/3), com 1h30 de duração e transmissão simultânea no Brasil pelo canal pago Fox. The Walking Dead 6ª Temporada – Episódio 16… por WalkingDeadBr The Walking Dead 6ª Temporada – Episódio 16… por WalkingDeadBr
The Walking Dead: Norman Reedus diz que o elenco vomitou ao ler o roteiro do final da temporada
O ator Norman Reedus, intérprete de Daryl na série “The Walking Dead”, deu uma entrevista ao site The Hollywood Reporter a respeito do destino de seu personagem na trama. Além de confirmar que ele realmente levou um tiro e foi seu sangue que espirrou no segundo final de “East”, episódio exibido no domingo (27/3), o ator avisou para os fãs ficarem preocupados com relação a seu destino na série. Mais que isso, Norman contou que o final da temporada, que será exibido no próximo domingo (3/4), será violentíssimo. “Será o episódio mais hardcore que você já viu no show. De todos”. Ele revelou que o elenco ficou doente só de ler o roteiro. “É superchocante. Andy [Andrew Lincoln, o Rick] disse que até se atrasou para as filmagens, porque virou a noite lendo, sem conseguir parar. Josh [McDemitt, o Eugene] contou que passou mal e jogo o roteiro longe. Lauren [Cohan, a Maggie] vomitou. É de embrulhar o estômago e será doloroso para o público”. O último episódio da temporada vai introduzir o novo vilão Negan, interpretado por interpretado por Jeffrey Dean Morgan (série “Extant”), e também será o mais longo de toda a série, com 1h30 de duração. Nos quadrinhos, a introdução de Negan é acompanhada pela morte de um dos personagens favoritos dos leitores. Mas os produtores tem reservado surpresas para quem lê as revistas, mudando o destino de alguns personagens. No episódio anterior, por exemplo, quem morreu na série foi diferente de quem acabou vítima do arco de Dwight (Austin Amelio) nos gibis. Ao final do episódio, quatro personagens aparecem aprisionados pelos Salvadores. Além de Daryl, que leva um tiro à queima-roupa de Dwight, também foram subjugados Glenn (Steve Yeun), Michonne (Danai Gurira) e Rosita (Christian Serratos). Intitulado “Last Day on Earth”, o episódio tem direção do produtor executivo Greg Nicotero e terá exibição simultânea, no domingo (3/4) pelo canal pago brasileiro Fox.












