Megan Mullally posta foto “auto-explicativa” de comemoração com o elenco de Will & Grace
A atriz Megan Mullally postou uma foto de ano novo em seu Twitter que alude diretamente ao retorno da série “Will & Grace”. Na imagem, ela aparece comemorando e jogando brindes para cima, ao lado de Debra Messing, Sean Hayes e Eric McCormack – o elenco central da produção. A legenda diz apenas: “Auto-explicativo”. E, de fato, nem precisa dizer mais nada. A imagem foi divulgada poucos dias após Leslie Jordan, que venceu um Emmy por sua participação em “Will & Grace”, afirmar, durante uma entrevista de rádio, que a série retornará para uma nova temporada de 10 episódios em 2017. Os rumores do retorno circulam desde que o elenco principal se reuniu para um vídeo de propaganda eleitoral, incentivando os americanos a votarem para presidente – e zombando de Donald Trump. Em outubro, o site TV Line apurou que a rede NBC viu a repercussão do vídeo e enxergou potencial, planejando fazer novos episódios da série com Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). Para reforçar a possibilidade, o elenco afirmou ter se divertido muito no reencontro, que ainda contou com os cenários originais, texto dos criadores da série, Max Mutchnick e David Kohan, e direção de James Burrows, responsável por comandar 188 episódios da produção, exibida entre 1998 e 2006 nos EUA. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay, sua amiga designer de interiores heterossexual, e dois de seus melhores amigos. Em sua trajetória, a série venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para McCormack, Mullally, Hayes e Messing. self-explan ? pic.twitter.com/95mhMVehsI — Megan Mullally (@MeganOMullally) January 1, 2017
Vida Alves (1928 – 2017)
Morreu a atriz Vida Alves, pioneira da TV brasileira, que deu o primeiro beijo numa novela e também o primeiro beijo gay da história televisiva do país. Ela estava internada num hospital de São Paulo há uma semana e morreu na noite de terça-feira (3/1), após uma falência múltipla de órgãos, aos 88 anos de idade. Mineira de Itanhandu, Vida Amélia Guedes Alves começou no rádio e foi escalada por Walter Forster (1917-1996), então diretor da TV Tupi, para fazer par romântico com ele na primeira novela do país, “Sua Vida Me Pertence”, em 1951. O enredo incluía um beijo, que se tornou histórico. Infelizmente, como não havia videotape, não há registro da cena. Mas ela garantia que foi “beijo técnico”. “Um selinho”, não cansava de repetir. O beijo, por sinal, precisou ser aprovado pelo marido da atriz. Por isso, o único ensaio aconteceu na sala a sua casa, diante do marido, que era amigo de Forster. Mesmo assim, a atriz acabou com fama de beijoqueira, já que também protagonizou o primeiro beijo homossexual da TV brasileira. Aconteceu no teleteatro “Calúnia”, adaptação da peça de Lillian Hellman levada ao ar na mesma Tupi no programa “TV Vanguarda” em 1963, quando ela e Geórgia Gomide se beijaram em cena. Na trama, Vida e Geórgia interpretavam diretoras de um internato para meninas que eram caluniadas por uma estudante que as acusava de serem amantes. O escândalo leva os pais a tirarem as filhas do colégio, até que, falidas, as duas acabam descobrindo que realmente se amavam, terminando a história com um selinho. Desde beijo histórico restou uma foto, que comprova que a TV brasileira já foi mais avançada que Hollywood – o beijo final foi proibido na versão cinematográfica americana, “Infâmia” (1961), com Audrey Hepburn e Shirley MacLaine. A ditadura militar, porém, acabou com esses “modernismos”. Ela trabalhou em novelas da Tupi e da TV Excelsior até 1969, voltando a contracenar com a amiga Geórgia Gomide em “A Outra” (1965), de Walter George Durst. Sua última novela foi “Dez Vidas” (1969), escrita por Ivani Ribeiro e dirigida por Gianfrancesco Guarnieri. Fora do ar, liderou um movimento de defesa da memória da TV brasileira, que envolveu diversos pioneiros e reuniu um acervo precioso a partir de 1995 na associação Pró-TV, que ela fundou. Vida só voltou à aparecer na telinha em 2004, para interpretar a si mesma em “Um Só Coração”, minissérie sobre a história de São Paulo, que também foi seu único trabalho na Globo. Sua trajetória é contada em detalhes na biografia “Vida Alves – Sem Medo de Viver, de Nelson Natalino, lançado em 2013 pela Editora Imprensa Oficial. Ela própria escreveu ainda “Televisão Brasileira: O Primeiro Beijo e Outras Curiosidades” em 2014, narrando a história do começo da televisão brasileira e como eram produzidas as primeiras novelas. A atriz deixa dois filhos, três netos e três bisnetos. A cantora Tiê, uma das netas, deixou uma mensagem nas redes sociais: “Dona Vida Alves fez a passagem. Minha amiga, minha avó, minha parceira, minha musa beijoqueira. 88 anos de muita luz, amor, arte e vida. Vire estrela e descanse em paz. Te amo pra sempre e vou sentir saudades todos os dias.”
Retrospectiva: As 5 melhores séries brasileiras de 2016
O Brasil ainda engatinha na produção de séries, como demonstra a dificuldade de formar uma seleção de melhores do gênero. Isto se deve à tradição das novelas e dos programas humorísticos, que por muitas décadas foram considerados os programas nobres da TV brasileira. A lei da TV Paga, que incentiva a produção independente, trouxe mais quantidade, mas não necessariamente qualidade, pois muitas atrações que se dizem séries ainda se parecem com novelas ou humorísticos. Neste cenário, o acabamento profissional da Globo faz a diferença – veja-se o predomínio de suas produções na lista. Neste ano, a emissora até arriscou uma narrativa menos linear, com resultado bastante positivo: “Justiça”. Mas houve duas atrações ainda mais ousadas. “3%” superou as limitações do baixíssimo orçamento para virar a primeira sci-fi brasileira a obter repercussão internacional. E #MeChamaDeBruna arriscou tratar de sexo de forma crua, direta e dramaticamente provocante. Pena que, escondida no pacote premium da Fox, Maria Bopp não tenha causado tanto quanto Bruna Marquezine.
Retrospectiva: As 10 melhores minisséries e antologias de 2016
O canal pago americano FX aperfeiçoou um novo modelo de séries de antologia, que narra uma história completa ao longo de uma temporada, feito uma minissérie, e os prêmios de “The People v. O.J. Simpson – American Crime Story” comprovam como essa variação foi bem aceita. Por outro lado, uma das produções mais comentadas do ano foi uma antologia clássica: “Black Mirror”, que apresenta uma história diferente por episódio – e uma melhor que a outra. Desde “Além da Imaginação” (Twilight Zone) nos anos 1950, não se via uma série sci-fi traduzir tão perfeitamente a paranoia dos dias modernos. Produção inglesa, “Black Mirror” também remete à qualidade das séries limitadas britânicas. Não por acaso, a melhor minissérie do ano vem do Reino Unido: o suspense “The Night Manager”.
Retrospectiva: As 10 melhores séries de drama de 2016
A série mais cara da Netflix entrega a reconstituição de época mais primorosa da TV. Assim como “The Crown”, várias outras atrações de época integram a lista das melhores produções dramáticas do ano: títulos tão diferentes quanto o clima épico dos “Vikings”, o thriller da Guerra Fria “The Americans” e a tecnologia retrô de “Halt and Catch Fire” – a produção mais subestimada da TV. A seleção também inclui a melhor série policial da atualidade, a britânica “Happy Valley”, e um dos melhores finais de série de todos os tempos, com “Rectify”.
Retrospectiva: As 10 melhores séries de comédia de 2016
“Atlanta” foi uma das melhores estreias do ano em qualquer gênero. “Fleabag” é a melhor série britânica do momento. Ambas representam uma ampla renovação no estilo das comédias televisivas. Por sinal, a lista das melhores séries cômicas de 2016 inclui diversas novatas. Não é por acaso, tendo em vista o que mais está no ar. Em compensação, “Veep” se mantém a atração veterana com a mais incrível capacidade de permanecer engraçada e relevante, ano após ano. E, sim, “BoJack Horseman” também é a melhor série animada de 2016.
Retrospectiva: As 10 melhores séries de sci-fi e fantasia de 2016
A batalha dos bastardos de “Game of Thrones” rendeu o melhor episódio de série do ano. “Stranger Things” foi o maior fenômeno cultural. “The Oa”, o mistério inesperado. “Westworld”, a melhor série estreante. “The Expanse”, o melhor visual. “Luke Cage”, a melhor trilha sonora. “Orphan Black”, a melhor interpretação. Até “Supergirl” se destacou com a mais sensível saída de armário da história televisiva. Por estas e outras, 2016 foi um dos melhores anos para a sci-fi e a fantasia na TV. Um ano em que sci-fi e fantasia foram o melhor da TV.
Retrospectiva: 50 estrelas que se foram em 2016
Num ano marcado por muitas perdas, recorde 50 estrelas que se apagaram em 2016, mas permanecerão brilhando na história do cinema e da televisão – algumas também na música. Clique nos nomes para ler sobre as carreiras de cada um. Abbas Kiarostami (1940 – 2016) Andrea Tonacci (1944 – 2016) Angus Scrimm (1926 – 2016) Antônio Pompêo (1953 – 2016) Cauby Peixoto (1931 – 2016) César Macedo (1935 – 2016) Chus Lampreave (1930 – 2016) Debbie Reynolds (1932 – 2016) Ettore Scola (1931 – 2016) Elke Maravilha (1945 – 2016) Florence Henderson (1934 – 2016) Gato Barbieri (1932 – 2016) Gene Wilder (1933- 2016) George Gaynes (1917 – 2016) Guy Hamilton (1922 – 2016) Herschell Gordon Lewis (1926 – 2016) Jacques Rivette (1928 – 2016) Michael Cimino (1939 – 2016) Michael Massee (1955 – 2016) Nancy Reagan (1921 – 2016) Patty Duke (1946 – 2016) Prince (1958 – 2014) Robert Vaughn (1932 – 2016) Rubén Aguirre (1934 – 2016) Tereza Rachel (1935 – 2016) William Christopher (1932 – 2016) Alan Rickman (1949 – 2016) Andrzej Wajda (1926 – 2016) Anton Yelchin (1989 – 2016) Arthur Hiller (1923 – 2016) Bud Spencer (1929 – 2016) Carrie Fisher (1956 – 2016) Curtis Hanson (1945 – 2016) David Bowie (1947 – 2016) Domingos Montagner (1962 – 2016) Flávio Guarnieri (1959 – 2016) Garry Marshall (1934 – 2016) George Kennedy (1924 – 2016) Guilherme Karam (1957 – 2016) Hector Babenco (1946 – 2016) Ivan Cândido (1931 – 2016) Kenny Baker (1934 – 2016) Lupita Tovar (1910 – 2016) Michèle Morgan (1920 – 2016) Noel Neill (1920 – 2016) Orival Pessini (1944 – 2016) Peter Vaughan (1923 – 2016) Ron Lester (1970 – 2016) Steven Hill (1922-2016) Umberto Magnani (1941 – 2016) Zsa Zsa Gabor (1917 – 2016)
William Christopher (1932 – 2016)
Morreu o ator William Christopher, que marcou época na TV na série “M*A*S*H”. Ele faleceu no sábado (31/12) em sua casa, em Pasadena, na Califórnia, em decorrência de um câncer de pulmão, aos 84 anos. Christopher teve um papel recorrente na série “Fuzileiro das Arábias”, entre 1965 e 1968, antes de conseguir seu papel mais conhecido: o padre Francis Mulcahy, em 1972. O personagem trazia sensibilidade e humanismo à trama, uma comédia de humor negro passada num hospital militar durante a Guerra da Coréia, e logo se destacou na produção, que durou 11 temporadas e ficou ao ar até 1983, registrando a maior audiência de todos os tempos em seu episódio final – imbatíveis 125 milhões de telespectadores. O ator ainda reprisou seu papel na continuação da série, “After M*A*S*H”, exibida entre 1983 e 1985. Ao fim da série, Christopher ainda fez participações em “O Barco do Amor”, “Assassinato por Escrito”, “Louco por Você” e “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”. Seu último trabalho foi um arco na novela “Days of Our Lives” em 2012, em que também interpretou um padre. A atriz Loretta Swit, intérprete de Margaret “Hot Lips” Houlihan em “M*A*S*H”, compartilhou uma homenagem ao colega. “Nosso Querido Bill, com toda a sua bondade, era um grande argumento a favor da existência do Céu. Nunca o ouvi reclamar ou perder a calma. Todo mundo o adorava. Tinha um grande senso de humor e era um grande humanitário. Ele se tornou o padre mais marcante da TV como o padre Mulcahy em ‘M*A*S*H’ e foi o casting mais perfeito já visto. E ele foi, provavelmente, responsável por muitas pessoas recuperarem a fé ou se tornarem devotas. Deus certamente acolherá Bill com os braços abertos.”
Ator afirma que a série Will & Grace vai voltar em 2017
O veterano ator Leslie Jordan, que participou de “Will & Grace”, confirmou em entrevista à rádio KPBS, de San Diego, que a série retornará para uma nova temporada de 10 episódios em 2017. O ator de 61 anos venceu um Emmy por sua performance como Berveley Leslie, amigo de Karen Walker, personagem de Megan Mullally na série. Os rumores de um retorno da série circulavam desde que o elenco principal se reuniu para um vídeo de propaganda eleitoral, incentivando os americanos a votarem para presidente – e zombando de Donald Trump. Em outubro, o site TV Line apurou que a rede NBC viu a repercussão do vídeo e enxergou potencial, planejando fazer novos episódios da série com Eric McCormack (Will), Debra Messing (Grace), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack). Para reforçar a possibilidade, o elenco afirmou ter se divertido muito no reencontro, que ainda contou com os cenários originais, texto dos criadores da série, Max Mutchnick e David Kohan, e direção de James Burrows, responsável por comandar 188 episódios da produção, exibida entre 1998 e 2006 nos EUA. “Will & Grace” acompanhava as desventuras de um advogado gay, sua amiga designer de interiores heterossexual, e dois de seus melhores amigos. Em sua trajetória, a série venceu 16 prêmios Emmy, incluindo estatuetas para McCormack, Mullally, Hayes e Messing.
Garota Conhece o Mundo vai acabar na atual temporada
Tudo indica que a série teen “Garota Conhece o Mundo” (Girl Meets World), continuação da clássica “O Mundo É dos Jovens” (Boy Meets World), foi cancelada. O ator Rider Strong disse em seu podcast que a série do Disney Channel “acabou” na 3ª e atual temporada. “Nós terminamos a 3ª temporada de ‘Garota Conhece o Mundo’ – meu irmão e eu dirigimos muitos episódios e atuamos em alguns deles – e agora a série acabou”, disse Strong, que também participou de “O Mundo É dos Jovens”, aos seus ouvintes. Continuação da série dos anos 1990, a atração acompanha a adolescência de Riley (Rowan Blanchard, de “Pequenos Espiões 4″), filha de Topanga (Danielle Fishel) e Cory Matthews (Ben Savage), os protagonistas de “O Mundo É dos Jovens”. Após 14 anos do fim da série original, Cory agora é professor da mesma escola em que a filha estuda, enquanto Topanga tem uma lanchonete, famosa por seu pudim. Mas Riley e sua amiga Maya (Sabrina Carpenter, da série “The Goodwin Games”) passam pelos mesmos problemas e dilemas dos pais quando eram adolescentes. Segundo o site Deadline, o Disney Channel não notificou oficialmente o elenco e a equipe sobre o futuro da atração, mas a renovação não é esperada. A série retorna com novos episódios no dia 6 de janeiro, com o especial de uma hora de duração chamado “World Meets Girl” que também trará um especial com cenas dos bastidores. O episódio seguinte comemorá os 16 anos de Riley. E o último agendado, previsto para ir ao ar em 20 de janeiro, é apropriadamente intitulado “Girl Meets Goodbye”. Esse episódio também apresentará uma grande reencontro do elenco original de “O Mundo É dos Jovens”.
Riverdale, a série da Turma do Archie, chegará no Brasil em janeiro pela Netflix
A série “Riverdale”, baseada nos quadrinhos da Archie Comics, será disponibilizada no Brasil pela Netflix. Assim, os episódios da série devem chegar ao serviço de streaming um dia após sua exibição original nos EUA, repetindo o que já acontece com “Scream” e “Shadowhunters”, produções televisivas americanas distribuídas pela Netflix em todo o mundo. Quinta adaptação de quadrinhos produzida por Greg Berlanti (de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”), a série é uma criação de Roberto Aguirre-Sacasa (roteirista das séries “Glee”, “Supergirl” e do remake de “Carrie, a Estranha”), que é também diretor criativo da Archie Comics. Ele tem realizado uma verdadeira revolução na editora, graças à introdução de temas de terror e tramas adultas, que serão refletidas na série. As prévias já divulgadas, por sinal, evocam um clima de mistério criminal adolescente, que parece mais “Pretty Little Liars” que a famosa série animada dos Archies nos anos 1960. O título da atração se refere à cidade fictícia de Riverdale e à escola frequentada por Archie, Betty, Veronica, Reggie, Moleza e demais personagens da “Turma do Archie”, a Riverdale High School. Criados por Vic Bloom e Bob Montana, os personagens originais são publicados em quadrinhos desde 1941 nos EUA, mas se tornaram conhecidos no Brasil pela série animada dos anos 1960 “A Turma do Archie”, que também fez sucesso no rádio, quando a música “Sugar, Sugar”, tocada pela banda The Archies, supostamente formada pelos personagens, saiu da animação para se tornar um fenômeno pop internacional. A produção ainda ganhou um spin-off que se tornou ainda mais popular que a turma original: a feiticeira adolescente “Sabrina”. E o universo dos personagens nos quadrinhos ainda incluem “Josie e as Gatinhas”, mais conhecidas por seu desenho animado dos anos 1970. O elenco jovem que dará vida aos personagens clássicos inclui o neozelandês K.J. Apa (série “Shortland Street”) como Archie, Cole Sprouse (série “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”) como Moleza, Ross Butler (série “Agente KC”) como Reggie, Lili Reinhart (“Os Reis do Verão”) como Betty e a estreante Camila Mendes, filha de brasileiros, como Veronica. Josie e as Gatinhas também estão na trama, interpretadas por três atrizes negras, numa alteração racial da banda animada, que tinha apenas uma integrante negra. Ashleigh Murray (série “Younger”) será a ex-ruiva Josie, Asha Bromfield (série “Slasher”) será a ex-loira burra Melody (lá se vão dezenas de piadas) e a estreante Irie Hayleau viverá Valery, que foi originalmente a primeira protagonista negra de uma animação televisiva americana. Além destes, a produção também terá Luke Perry (série “Barrados no Baile”) como o pai de Archie e Mädchen Amick (série “Twin Peaks”) como a mãe de Betty. E muitos outros. São, ao todo, 26 personagens confirmados. A expectativa é grande e a estreia está marcada para 26 de janeiro nos EUA.
Vídeo de bastidores de Sherlock foca o bebê de Mary e John Watson
A rede britânica BBC divulgou vídeos de bastidores da 4ª temporada da série britânica “Sherlock”. E o maior destaque das prévias é a introdução do novo personagem da série: um bebê. Trata-se da pequena filha de John Watson (Martin Freeman) e Mary (Amanda Abbington). Por ironia, o casal formado por Freeman e Abbington recentemente se divorciou na vida real. Além do bebê, Sherlock Holmes (Benedict Cumberbatch) também lidará, na nova temporada, com um novo e misterioso vilão, vivido por Toby Jones (série “Wayward Pines”) e um suposto retorno de Moriarty (Andrew Scott). A 4ª temporada de “Sherlock” estreia no dia 1º de janeiro de 2017 no Reino Unido e nos EUA, com o episódio intitulado “The Six Thatchers”, inspirado no conto “Os Seis Bustos de Napoleão”, de Arthur Conan Doyle.












