HBO anuncia o desenvolvimento de quatro spin-offs da série Game of Thrones
A HBO anunciou que está desenvolvendo spin-offs do universo da série “Game of Thrones”, que deverão estrear após o fim da série no ano que vem. O plural se deve ao fato de, em vez uma série derivada, o canal ter dado sinal verde para nada menos que quatro projetos simultâneos em parceria com o escritor George R.R. Martin, o criador da base literária da franquia. A emissora contratou quatro roteiristas experientes para a criação de cada uma das séries, tendo em vista o ritmo de trabalho de Martin. Afinal, o escritor está há pelo menos quatro anos trabalhando em “Os Ventos de Inverno”, o sexto e ainda inédito volume de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, cuja história serviria de base para a 6ª temporada de “Game of Thrones”, exibida no ano passado. Os roteirista contratados são Max Borenstein (“Godzilla”, “Kong: A Ilha da Caveira”), Jane Goldman (“Kick-Ass”, “Kingsman”), Brian Helgeland (“Sobre Meninos e Lobos”, “Robin Hood”) e Carly Wray (séries “Mad Man” e “The Leftovers”). Não se sabe se essas novas séries serão prelúdios, continuações, histórias paralelas ou tudo isso junto. Em comunicado, a HBO diz apenas que elas vão “explorar diferentes períodos de tempo do vasto e rico universo de George R. R. Martin”. No ano passado, Martin chegou a sugerir uma adaptação de seu próprio spin-off literário, os três volumes das aventuras de Dunk e Egg (iniciadas no livro “O Cavaleiro dos Sete Reinos”), que contam parte da infância do rei Aegon, bisavô de Daenerys, antes que ele se tornasse herdeiro do trono. Embora tenham dito que não se envolveriam em novos projetos baseados em “Game of Thrones”, os criadores da série, David Benioff e D.B. Weiss, serão produtores executivos das atrações ao lado de Martin. Eles confirmam, porém, que não escreverão episódios. Não há garantia de que todos os projetos irão virar séries. Por enquanto, apenas os roteiros foram encomendados. Em fase bastante inicial de desenvolvimento, tampouco há previsão para gravação de pilotos ou mesmo quando estas séries entrariam no ar. Mas as produções só devem chegar à HBO após o final de “Game of Thrones”. A 7ª temporada de “Game of thrones” estreia em 16 de julho com sete episódios, enquanto a 8ª e última temporada irá ao ar com apenas seis capítulos em 2018.
Roteirista de Tropa de Elite cria série sobre crimes bizarros
A Globo aprovou a produção de uma série sobre um psiquiatra forense que investiga crimes bizarros. Intitulada “Mal Secreto”, a série foi criada por Bráulio Mantovani, roteirista dos melhores filmes sobre crime feitos no Brasil, “Cidade de Deus” (2002) e “Tropa de Elite” (2007). Segundo informações da colunista Mônica Bergamo do jornal Folha de S. Paulo, o projeto é um dos primeiros trabalhos que saíram da Casa dos Roteiristas – núcleo que a Globo criou para subir o nível dos roteiros da emissora. Ainda não há informações sobre elenco, direção e previsão de estreia.
Josh McDermitt abandona redes sociais após ameaças de fãs de The Walking Dead
O ator Josh McDermitt apagou todos os seus perfis nas redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram) após receber ameaças de morte de fãs de “The Walking Dead”, que não sabem distinguir ficção e realidade. Tudo por causa de seu personagem Eugene, que aparentemente se aliou ao vilão e traiu os “mocinhos” da atração, no final da 7ª temporada. “Não me ameacem de morte, pois vou denunciá-los às autoridades. Estou cansado disso”, disse McDermitt em vídeo publicado nas redes antes do sumiço. “Você pode odiar o Eugene, não ligo. Posso até argumentar que você está errado, mas é seu direito pensar o que quiser. Mas, quando você diz que espera que eu morra, eu não sei se está falando do Joss ou do Eugene. Então, vou denunciá-lo.” Em seguida, o ator deu um conselho aos haters. “Pare de reclamar de tudo na internet. Vá passar um tempo com sua família e amigos.” O ator já tinha feito uma crítica aos comentários indiscriminados na internet em dezembro, durante uma entrevista ao site Huffington Post, lamentando que sua colega de elenco Alanna Masterson tenha sido cruelmente chamada de gorda por internautas – a atriz que interpreta Tara estava grávida e precisou ocultar o fato nos alguns em que apareceu. “A internet é muito frustrante, pois as pessoas sentem que podem falar o que querem de forma anônima. Assim, podem ser racistas e estúpidas atrás de um nickname. Para mim, são extremamente infantis”, ele disse na época.
The Handmaid’s Tale vira maior sucesso da Hulu e é renovada para 2ª temporada
A plataforma de streaming Hulu anunciou a renovação da série sci-fi distópica “The Handmaid’s Tale”, que teve seus primeiros episódios disponibilizados na semana passada. A atração vai retornar para uma 2ª temporada em 2018. Como a Netflix e outros serviços de vídeo sob demanda, a Hulu não divulga informações de audiência, mas a estreia de “The Handmaid’s Tale” foi um sucesso retumbante entre a crítica, com 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de ter conquistado grande repercussão nas redes sociais. Mesmo sem dar números, a Hulu afirma que a estréia da série foi assistida por mais espectadores do que qualquer outra de seu catálogo. “A resposta que tivemos de ‘The Handmaid’s Tale’ em apenas uma semana desde sua estréia foi absolutamente incrível”, disse Craig Erwich, diretor de conteúdo original da Hulu, em um comunicado. “‘The Handmaid’s Tale’ é exatamente o tipo de narrativa emocionante e estimulante que queremos trazer para os telespectadores.” Para a Hulu, que tem investido fortemente em conteúdo original nos últimos dois anos, a série é a primeira que gera tanta atenção quanto as produções de seus concorrentes mais famosos, Netflix e Amazon. Tudo indica que “The Handmaid’s Tale” atrairá para a plataforma o mesmo tipo de atenção que “House of Cards” e “Transparent” trouxeram para seus rivais. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e traz Elizabeth Moss como a protagonista Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulamento do planeta. Assim, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”).
Os Defensores se juntam no primeiro trailer legendado da série mais aguardada do ano
A Netflix divulgou seis fotos oficiais e o trailer da série mais aguardada do ano, “Os Defensores”, que vai unir os heróis das quatro séries da Marvel na plataforma de streaming em uma única história. Ao som de “Come as You Are”, do Nirvana, o vídeo mostra como Demolidor (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Punho de Ferro (Finn Jones) se juntam para enfrentar uma ameaça que coloca toda Nova York em risco. A prévia revela que essa parceria não se dá de forma muito amistosa, devido à grande diferença de personalidades. E. como se poderia imaginar, é Claire Temple (Rosario Dawson) quem surge como ponto em comum entre esses heróis, apaziguando os ânimos de Luke Cage e Punho de Ferro após um primeiro confronto. O vídeo traz muitos outros detalhes da produção, como a volta de Elektra (Elodie Yung), a participação de Stick (Scott Glenn), Coleen Wing (Jessica Henwick), Misty Knight (Simone Missick) e até a introdução da grande vilã vivida por Sigourney Weaver. Mas a cena em que os quatro se juntam numa luta repleta de ação é mesmo o ponto alto da apresentação. “Os Defensores” estreia em 18 de agosto na Netflix.
Pitch é cancelada após a 1ª temporada
A rede Fox anunciou o cancelamento da série “Pitch” após a 1ª temporada. A série acompanha a história fictícia da primeira jogadora de beisebol na liga principal dos Estados Unidos e chegou a ser considerada uma das grandes promessas da temporada passada. Mas apesar de conquistar a crítica, com 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “Pitch” nunca teve grande público, chegando ao final de sua temporada inaugural com 2,8 milhões de espectadores, em dezembro. “Pitch” foi criada por Dan Fogelman, responsável pelo maior sucesso da temporada, “This Is Us”. O papel principal foi interpretado pela jovem Kylie Bunbury (série “Under the Dome”) e seu bom elenco de apoio incluía Ali Larter (série “Heroes”), Mark-Paul Gosselaar (série “Franklin & Bash”), Michael Beach (série “The 100”), Ryan Dorsey (série “Justified”) e o veterano Dan Lauria (o pai de Kevin na clássica “Anos Incríveis”).
MTV cancela a série Sweet/Vicious
A MTV oficializou o cancelamento da série “Sweet/Vicious”. O programa tinha uma audiência baixíssima (a pior entre as séries da emissora), mas conquistou muitos elogios da crítica e rendeu assunto nas redes sociais. Por conta disso, a série havia escapado do anúncio de cortes do começo do ano, quando a emissora cancelou todas suas séries novatas de 2016 – “Loosely Exactly Nicole” e “Mary + Jane”, esta com o dobro de audiência de “Sweet/Vicious”. Na ocasião, presidente da emissora, Chris McCarthy, disse: “Nós amamos ‘Sweet/Vicious’ e estamos tentando descobrir como fazer funcionar”. Aparentemente, desistiram de tentar. Criada pela atriz Jennifer Kaytin Robinson, “Sweet/Vicious” acompanhava duas garotas universitárias, vividas por Eliza Bennett (série “Broadchurch”) e Taylor Dearden (série “101 Ways to Get Rejected”), que resolvem se unir para se vingar, com máscara e roupas pretas, dos estudantes machistas, estupradores e abusivos, levando o combate ao crime à era do empoderamento feminino.
Última temporada de Episodes ganha trailer
O canal pago americano Showtime divulgou o trailer da 5ª temporada e última temporada da série “Episodes”, protagonizada por Matt LeBlanc. Criada por David Crane (série “Friends”) e Jeffrey Klarik (“Mad About You”), a série acompanha a vida de dois roteiristas britânicos (Tamsin Greig e Stephen Mangan) tentando fazer carreira em Hollywood. LeBlanc interpreta um astro de Hollywood, chamado Matt LeBlanc, que interpretava Joey numa série de sucesso, conhecida como “Friends”. Trata-se de uma versão caricata dele mesmo, que é escolhido por um produtor picareta (John Pankow) para estrelar o remake americano da sitcom inglesa criada pelo casal de roteiristas. As gravações dos sete episódios finais aconteceram há um ano e, desde então, LeBlanc já estreou uma série nova na TV, “Man with a Plan”, já renovada para a 2ª temporada na rede CBS. A 5ª temporada de “Episodes” estreia em 20 de agosto nos EUA.
Supergirl troca socos com Superman em fotos do final da 2ª temporada
Os paparazzi flagraram a gravação de uma cena importante do final da temporada de “Supergirl”. As fotos registram uma briga de socos entre a heroína e seu primo, o Superman. Os intérpretes dos personagens, Melissa Benoist e Tyler Hoechlin, foram fotografados trocando golpes nas ruas de Vancouver, no Canadá. E Supergirl parece levar a melhor. Os detalhes da história sobre o retorno de Clark Kent à National City estão sendo mantidos em segredo por enquanto, mas podem ter a ver com a chegada de um dos vilões mais icônicos da DC na trama, ninguém menos que o General Zod. O ator Mark Gibbon, curiosamente visto num pequeno papel de “O Homem de Aço” (2013), foi escalado para viver o arqui-inimigo de Superman. Outra personagem que também terá participação especial no fecho da temporada será Cat Grant, vivida por Calistha Flockhart. Intitulado “Nevetheless, She Persisted”, o season finale vai ao ar em 22 de maio nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.
2ª temporada de Stranger Things será “muito mais assustadora”
Prevista para estrear no Halloween, a 2ª temporada de “Stranger Things” será “muito mais assustadora”, revelou Finn Wolfhard, que interpreta Mike na série. Em entrevista à revista oficial do Emmy, o ator contou que a sequência da série da Netflix será bem mais sombria e direcionada ao gênero de terror. “Eu acho que as pessoas vão gostar mais desta do que da 1ª temporada”, disse Finn. Ele ainda adiantou que os personagens terão de encarar alguns desafios muito próximos dos da vida real. “Isso é perturbador”, definiu. Gaten Matarazzo, que interpreta Dustin, acrescentou que os personagens mais jovens ficarão apavorados com o que vai acontecer. “Todos estarão muito assustados. Eles se sentem sozinhos, porque seu melhor amigo [Will] está de volta mas não está mais agindo como seu melhor amigo. Ele está diferente”, adiantou, revelando um detalhe importante da trama. Para quem não lembra, Will (Noah Schnapp) foi resgatado do mundo invertido, mas, como mostrou o final da 1ª temporada, trouxe algo consigo. A 2ª temporada de “Stranger Things” estreia em 31 de outubro na Netflix.
Bruno Fagundes diz não ter receio de beijo gay na série Sense8
O ator Bruno Fagundes (novela “Meu Pedacinho de Chão”) fez sua estreia internacional numa pequena cena da 2ª temporada da série “Sense8″, que chega ao Netflix na sexta-feira (5/1). Sua aparição é curta, mas marcante. Ele aparece numa sequência rodada em São Paulo, beijando outro homem. Apesar de beijos gays ainda serem raros – e alguns diriam controversos – na TV brasileira, o filho do veterano Antonio Fagundes (o eterno Rei do Gado) não teve receio em fazer a cena. “Receio nenhum. Como ator, sou uma ferramenta para dar vida a todo e qualquer personagem e, assim, honrá-lo, respeitá-lo e defendê-lo com todo meu empenho e profissionalismo”, ele disse, em entrevista ao UOL. Enquanto “Sense8” e até produções da TV aberta americana como “How to Get Away with Muder” mostram abertamente beijos e sexo gay, os canais brasileiros ainda se mostram muito conservadores em relação a esse tipo de cena. Na opinião de Bruno, essa diferença de tratamento nos dois países passa pela educação. “Infelizmente, a educação no nosso país é deficitária – assim como cultura, saúde etc — quando comparada à dos EUA. Portanto, o diálogo sobre questões primordiais para a sociedade fica em segundo plano. Não é só uma questão de machismo ou da sociedade em que estamos inseridos. Nos EUA, desde muito cedo se fala disso, de uma forma bastante aberta e natural. O entretenimento lá absorve e traz às claras um reflexo real e necessário do que é, hoje, o mundo. Infelizmente, por aqui isso se torna alvo de preconceito, ignorância, ódio e tabus”, avalia. Por isso, ele acha que “Sense8” pode ajudar a quebrar preconceitos. “Acho a série necessária e atribuo o grande sucesso à forma corajosa como as Wachowskis contaram cada uma daquelas histórias, enfrentando tabus de forma audaciosa, com bom gosto e respeito”. “No final das contas, elas focaram no que é realmente importante: a humanidade, a compreensão e união de cada um daqueles personagens”, continua. “Quando o público entende quem são aquelas pessoas e todas as suas dores, que são praticamente as mesmas para todos nós como seres humanos, a orientação sexual fica quase irrelevante. Precisamos olhar para dentro, para o que realmente importa”. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A 1ª temporada mostrou o grupo reconhecendo sua nova realidade e se aproximando, enquanto lidam com os próprios problemas e com uma organização que os persegue. A 2ª temporada teve gravações em vários lugares do mundo, inclusive em São Paulo, a href=”https://pipocamoderna.com.br/2016/05/sense8-veja-fotos-e-videos-da-gravacao-da-serie-na-parada-de-orgulho-lgbt-de-sao-paulo/”>durante a Parada de Orgulho LGBT do ano passado.
Série dos Inumanos ganha seu pôster oficial
A rede americana ABC divulgou o pôster de “Inhumans”, sua nova série da Marvel, baseada nos quadrinhos dos Inumanos. A imagem remete ao símbolo do uniforme de Raio Negro, líder dos heróis, brilhando no espaço sobre a Terra. Segundo a sinopse, a série vai acompanhar a Família Real dos Inumanos em fuga de Attilan para o Havaí, após um golpe militar. A trama se passa nos dias atuais e terá cenas na Terra e na Lua. Os Inumanos são descendentes de humanos que foram geneticamente modificados por alienígenas da raça kree. Alguns deles já apareceram na série “Agents of SHIELD”, mas a atração não será um spin-off, e sim uma trama nova com os personagens clássicos criados por Stan Lee e Jack Kirby em 1965, nos quadrinhos do Quarteto Fantástico. O elenco inclui Anson Mount (série “Hell on Wheels”) como o herói Raio Negro, Serinda Swan (série “Segredos do Paraíso/Graceland”) como Medusa, Iwan Rheon (série “Game of Thrones”) como Maximus, Ken Leung (série “Lost”) como Karnak, Isabelle Cornish (irmã mais nova de Abbie Cornish, de “Sucker Punch”) como Cristal, Eme Ikwuakor (série “Extant”) como Gorgon, Mike Moh (o Ryu da websérie baseada em “Street Fighter”) como Triton, Sonya Balmores (“Soul Surfer: Coragem de Viver”) como Auran e Ellen Woglom (série “Californication”) como uma personagem humana que não teve o nome revelado. Com oito episódios em sua 1ª temporada, a série tem estreia marcada para o dia 26 de setembro na TV americana, mas os dois capítulos iniciais poderão ser vistos antes disso, no dia 1º de setembro, em salas de cinema IMAX nos Estados Unidos.
Greve evitada: Roteiristas de Hollywood terão aumento e séries diminuirão de tamanho
O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) chegou a um acordo provisório com representantes dos estúdios de cinema e televisão, o que evitou uma greve que poderia ter paralisado a produção de filmes e programas de TV. No novo contrato definido nesta terça-feira (2/5), as partes combinaram que as temporadas de televisão serão mais curtas – um tema importante desde o advento dos serviços de streaming – e haverá um aumento de 15% nos royalties (conhecidos como residuais) de TV. A novidade foi divulgada no site do WGA como uma grande conquista. “Esse resultado e essa determinação são um testamento de sua coragem e sua fé em nós como seus representantes”, diz o texto do sindicato. Os membros ainda têm que aprovar o pacto. O sindicato possui 9 mil integrantes e já tinha realizado uma votação para determinar se entraria em greve caso não conseguisse avanços significativos em suas negociações. Com os membros favoráveis a grave, a data-limite para uma proposta do estúdio era esta terça-feira. O foco das negociações foi justamente a diferença entre os números de episódios de séries da TV paga e streaming e as produções das grandes redes. O sindicato diz que seus membros, que são pagos por episódio, sofreram uma redução média de 23% na renda nos últimos três anos pelo aumento de número de séries “curtas”. Tradicionalmente, as séries a TV aberta duram 22 capítulos, enquanto a média da TV paga e streaming são 13 episódios. O acordo prevê aumento de pagamento por episódio, compensado com a diminuição do número total de capítulos nas grandes redes, e foi fechado com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão, que representa as gigantes do entretenimento Comcast Corp, Walt Disney, CBS, Viacom, Time Warner Inc. e Twenty-First Century Fox Inc. Se uma greve fosse convocada, o primeiro impacto seria visto pelo público nos talk shows de fim de noite da TV americana, que usam equipes de roteiristas para criar piadas sobre temas atuais. A última greve do WGA ocorreu entre 2007 e 2008 e durou 100 dias. As redes de TV exibiram reprises e mais reality shows, os cronogramas de produção de filmes foram atrasados e o prejuízo para a economia do Estado da Califórnia foi estimado em US$ 2,1 bilhões, com cerca de 37 mil pessoas perdendo o emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken.












