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    Criminal Minds: Beyond Borders é cancelada após duas temporadas

    15 de maio de 2017 /

    A rede CBS anunciou o cancelamento de “Criminal Minds: Beyond Borders” após duas temporadas. A série tinha uma média de 4,9 milhões de telespectadores, mas pouco impacto na faixa demográfica que interessa aos anunciantes (18 a 49 anos), com 0,84 pontos de audiência. Para se ter noção, as séries da rede CW, com muito menos sintonia, conseguem melhor resultados na demo. Assim, “Criminal Minds”, que foi renovada para sua 13ª temporada em abril, já sobrevive ao cancelamento de dois spin-offs. O anterior, “Criminal Minds: Suspect Behavior”, durou apenas uma temporada em 2011. “Criminal Minds: Beyond Borders” marcava o retorno do ator Gary Sinise à CBS, após estrelar nove temporadas de outro spin-off, “CSI: NY”, entre 2004 e 2013. Criada por Erica Messer (produtora-roteirista de “Criminal Minds”) e Erica Meredith (assistente de produção de “Criminal Minds”), a série acompanhava uma unidade internacional do FBI, encarregada de auxiliar na investigação de crimes envolvendo cidadãos americanos em países estrangeiros. Além de Gary Sinise, o elenco incluía Tyler James Williams (série “Todo Mundo Odeia o Chris”), Alana De La Garza (série “Forever”), Daniel Henney (série “Hawaii Five-0”) e Annie Funke (“O Ano Mais Violento”). O último episódio irá ao ar na quarta (17/5) nos Estados Unidos. No Brasil, a série era exibida no canal pago AXN.

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  • Série

    Scream Queens é cancelada após duas temporadas

    15 de maio de 2017 /

    A Fox anunciou o cancelamento de “Scream Queens” após duas temporadas. Já esperado, o final da série foi confirmado pelo presidente da rede, Gary Newman, durante a apresentação da programação de outono da Fox para a imprensa e anunciantes – evento conhecido como upfront. “É uma série de antologia, e Ryan sentiu que ele contou a história ao longo das duas temporadas, ele sentiu a história estava completa”, disse Newman, referindo-se ao criador da atração, Ryan Murphy. “Não há planos para voltar e contar mais histórias”, completou. Mas Murphy estará de volta à Fox na próxima temporada com uma nova série, seu primeiro drama na TV aberta, “9-1-1”, estrelado por Angela Bassett, com quem trabalhou em “American Horror Story”. Sátira de terror, “Scream Queens” nunca teve uma boa audiência e só se manteve no ar por duas temporadas por conta do prestígio de Murphy. De fato, a série foi o único equívoco da carreira do produtor, que já lançou sucessos como “Estética” (Nip/Tuck), “Glee”, “American Horror Story”, “American Crime Story” e o recente “Feud”. A 1ª temporada, vista por 2,7 milhões de telespectadores, acompanhava a matança de um serial killer num campus universitário, enquanto a 2ª, sintonizada por apenas 1,4 milhão, mostrou as personagens sobreviventes num hospital suspeito. Apesar do tom trash e das piadas fracas, a crítica norte-americana parecia gostar da atração, como mostram os 76% de aprovação no site Rotten Tomatoes. De forma sintomática, antes mesmo do destino da série ser definido, duas de suas protagonistas já tinham avisado que não voltariam: Keke Palmer entrou na série “Berlin Station”, do canal pago Epix, e Lea Michele gravou o piloto de “The Mayor”, para a rede ABC. O bom elenco de “Screem Queens” ainda incluía Emma Roberts, Jamie Lee Curtis, Abigail Breslin e Billie Lourd.

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  • Série

    New Girl é renovada para a 7ª e última temporada

    15 de maio de 2017 /

    A rede Fox anunciou a renovação da série “New Girl” para sua 7ª temporada, que será a última. A atração veterana tem uma das audiências mais baixas do canal, com apenas 2 milhões de telespectadores ao vivo nos episódios de sua temporada mais recente. Tanto que fãs e produtores estavam resignados com um possível cancelamento. Prevendo o pior, a 6ª temporada se encerrou em abril com um final que poderia servir de fecho para a série. Entretanto, a atração tem um público proporcionalmente grande na demo, registrando 0,93 pontos na faixa demográfica cobiçada pelos anunciantes (18 a 49 anos). Isto representa uma audiência de nicho altamente qualificada, melhor, inclusive, que o público de quase 6 milhões ao vivo de “Code Black”, também renovada nas últimas horas que antecedem os upfronts – apresentações da programação de outono da TV americana. A Fox não confirmou quantos episódios terá a temporada derradeira, mas ela deverá ser mais curta. Na verdade, muito curta, se for levado a sério um tuite do protagonista Jake Johnson. Ele postou que serão apenas oito capítulos, bem menos do que os tradicionais 22. Veja abaixo. Lançada em 2011, “New Girl” inovou ao centrar-se em uma personagem feminina solteira, interpretada pela atriz Zooey Deschanel, que mora com três amigos homens em um apartamento em Los Angeles. A 1ª temporada chegou a atingir 3,2 pontos na demo e 6,52 milhões de telespectadores ao vivo, tornando-se a primeira sitcom de sucesso da Fox, mas a audiência começou a desabar a partir do terceiro ano e nunca se recuperou, mesmo com participações memoráveis de Damon Wayans Jr. e Megan Fox. No Brasil, “New Girl” é exibida pelo canal Fox Life e as três primeiras temporadas também estão disponíveis na plataforma Clarovideo. #NewGirl has been picked up for 8 final episodes! Very excited to be able to finish what we started. Also Happy Mother's Day, ladies. — jake johnson (@MrJakeJohnson) May 14, 2017

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  • Série

    Série médica Code Black é renovada para a 3ª temporada

    15 de maio de 2017 /

    A rede CBS anunciou a renovação da série médica “Code Black” para sua 3ª temporada. É o segundo ano consecutivo que a série tem seu destino decidido na última hora, flertando com o cancelamento. A 2ª temporada perdeu 1,2 milhões de telespectadores na média geral, mas ainda está no limite da linha de corte do canal, que é a mais alta dentre todas as redes americanas. Atualmente, a série é vista por 5,9 milhões de telespectadores ao vivo, subindo para ótimos 9,2 milhões semanais em todas as plataformas. Entretanto, proporcionalmente, o público da demo é muito baixo, marcando apenas 0,97 pontos na faixa demográfica que interessa aos anunciantes (entre 18 e 49 anos). A seu favor contou o fato de a CBS ser coprodutora da série, com direito à metade dos lucros futuros de eventuais vendas de reprises para outros canais. Mas a cereja do bolo foi a iniciativa do outro sócio do negócio, o ABC Studios, que aceitou reduzir sua taxa de licenciamento para produzir os episódios. Criada por Michael Seitzman (criador da série “Intelligence” e roteirista de “Terra Fria”), a série chega a evocar o clássico “Plantão Médico/E.R.”, girando em torno de um pronto socorro lotado, onde os plantonistas, além de tratar dos pacientes, precisam lidar com o caos da saúde pública americana. Baseada no documentário homônimo dirigido por Ryan McGarry, a série se passa no LA County Hospital, que tem o pronto socorro mais movimentado dos EUA. Lá, uma nova turma de estudantes chega com idealismo e encontra um sistema quebrado. O nome “Code Black” é um código hospitalar usado quando o número de pacientes é tão grande que a equipe fica totalmente sobrecarregada, sem condições de tratar a todos, o que compromete o atendimento, podendo levar até à morte dos doentes. A atração sofreu algumas alterações criativas na última temporada, entre elas uma mudança de parte de seu elenco, com destaque para a chegada de um médico militar vivido por Rob Lowe (série “The Grinder”). Segundo os produtores, a série foi concebida para introduzir novos personagens a cada temporada, tal qual ocorre na vida real de um hospital, em que residentes se formam, médicos e enfermeiras mudam de emprego e seguem em frente com suas vidas, dando lugar a outros profissionais. O elenco também inclui Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Luiz Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”), Boris Kodjoe (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Lindsey McKeon (série “Supernatural”), Ben Hollingsworth (série “Cult”), Melanie Chandra (série “The Nine Lives of Chloe King”), Harry Ford (“Mais Forte Que Bombas “), William Allen Young (série “Moesha”), Angela Relucio (série “Six”) e Jillian Murray (“Cabana do Inferno 3”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Série

    Premiação da TV britânica repete tradição de consagrar produções da BBC

    15 de maio de 2017 /

    A Academia Britânica de Cinema e TV (BAFTA, na sigla em inglês) premiou os melhores programas e talentos de 2016 na televisão do Reino Unido, em cerimônia realizada em Londres na noite de domingo (14/5). E embora muitos esperassem uma vitória triunfal de “The Crown”, líder em indicações, a Netflix foi barrada da festa pela tradição de premiar atrações da BBC. O grande vencedor do BAFTA TV Awards foi o drama criminal “Happy Valley”, da BBC, que conquistou duas categorias importantes, com os troféus de Melhor Série de Drama e Melhor Atriz (Sarah Lancashire), numa disputa direta com “The Crown”. Apenas outra produção recebeu dois prêmios: “Damilola, Our Loved Boy”, que venceu como Melhor Telefilme e Melhor Atriz Coadjuvante (Wunmi Mosaku). Detalhe: também é uma produção da BBC. Assim como a Melhor Comédia, “People Just Do Nothing”. De fato, a BBC só não levou o troféu de Melhor Minissérie, conquistado por “National Treasure”, do Channel 4. Todas as demais atrações, inclusive a comédia “Fleabag”, exibida pela Amazon no resto do mundo, e a minissérie “Night Manager”, veiculada pelo canal pago AMC nos EUA, são produções ou coproduções da BBC. E adivinhem quem distribuiu na TV britânica o sucesso americano “American Crime Story: The People vs O.J. Simpson”, vencedor do BAFTA TV de Melhor Série Internacional? Sim, a BBC. No modelo de negócios do Reino Unido, o estado não controla apenas a concessão, mas a própria programação da televisão, exercendo um monopólio com três canais diferentes para competir consigo mesmo. Não é à toa que suas produções vençam prêmios de seu próprio mercado. Especialmente quando quem vota são representantes deste mercado – atores, produtores e técnicos que trabalham, em sua esmagadora maioria, na BBC. Eis o “segredo” do sucesso da BBC no BAFTA TV. Confira abaixo a lista dos principais premiados. Vencedores do BAFTA TV Awards 2017 MELHOR SÉRIE – DRAMA “Happy Valley” MELHOR SÉRIE – COMÉDIA “People Just Do Nothing” MELHOR MINISSÉRIE “National Treasure” MELHOR TELEFILME “Damilola, Our Loved Boy” MELHOR ATRIZ – DRAMA Sarah Lancashire (“Happy Valley”) MELHOR ATOR – DRAMA Adeel Akhtar (“Murdered by My Father”) MELHOR ATRIZ – COMÉDIA Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) MELHOR ATOR – COMÉDIA Steve Coogan (“Alan Partridge’s Scissored Isle”) MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Wunmi Mosaku (“Damilola, Our Loved Boy”) MELHOR ATOR COADJUVANTE Tom Hollander (“The Night Manager”) MELHOR SÉRIE INTERNACIONAL “American Crime Story: The People vs O.J. Simpson” MELHOR NOVELA “Emmerdale” MELHOR PROGRAMA DE COMÉDIA OU VARIEDADES “Charlie Brooker’s 2016 Wipe”

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    Confira a lista completa das mais de 20 séries canceladas na temporada de cortes da TV americana

    14 de maio de 2017 /

    As grandes redes americanas se preparam para anunciar suas novas programações televisivas para a temporada de outono e verão, mas o ritual inclui também a revelação de cortes. A tradição de definir renovações e cancelamentos na última hora rendeu uma grande concentração de baixas na semana passada. Foram cortes sangrentos, com mais de 20 vítimas. A lista de séries canceladas inclui atrações veteranas como “2 Broke Girls” e “Last Man Standing”, ambas com seis temporadas, cultuadas como “Sleepy Hollow”, muitas novatas, como “The Blacklist: Redemption” e “Making History”, e até atrações premiadas com o Emmy, como “American Crime”. Alguns títulos já tinham saído do ar e aguardavam apenas a confirmação da guilhotina. Outros surpreenderam por parecer que iam continuar por mais uma temporada. “2 Broke Girls” foi a série que durou mais, com 138 episódios, enquanto “Doubt”, estrelada por Katherine Heigl, representa o outro extremo, saindo do ar com apenas dois episódios exibidos. O detalhe é que ainda não acabou. Séries como “Chicago: Justice”, “Quantico” e “Code Black”, entre outras, ainda não tiveram seu destino definido. Ou seja, há mais uma semana de definições pela frente. Quem perdeu de vista todos os cortes, já que foram muitos, pode checar abaixo a lista das séries que já tiveram seu final decretado. Clique nos títulos de cada uma delas para saber o que levou as redes a interromper suas produções, acessando informações como audiência e bastidores das negociações. Eis as séries que acabaram em 2017 por decisão das redes de TV aberta dos Estados Unidos: “2 Broke Girls” (CBS) – exibida no Brasil pelo canal pago Warner e SBT “American Crime” (ABC) – AXN e Netflix “APB” (Fox) – inédita no Brasil “Conviction” (ABC) – inédita no Brasil “Dr. Ken” (ABC) – inédita no Brasil “Doubt” (CBS) – inédita no Brasil “Emerald City” (NBC) – Fox1 “Frequency” (CW) – Warner “Imaginary Mary” (ABC) – inédita no Brasil “Last Man Standing” (ABC) – Comedy Central “Making History” (Fox) – inédita no Brasil “No Tomorrow” (CW) – inédita no Brasil “Notorious” (ABC) – inédita no Brasil “Pitch” (Fox) – inédita no Brasil “Powerless” (NBC) – Warner “Pure Genius” (CBS) – Universal “Rosewood” (Fox) – Fox Life “Secrets and Lies” (ABC) – Canal Sony e Netflix “Sleepy Hollow” (Fox) – Fox, Band e Netflix “Son of Zorn” (Fox) – FX “The Blacklist: Redemption” (NBC) – AXN “The Catch” (ABC) – Canal Sony e Crackle “The Great Indoors” (CBS) – inédita no Brasil “The Real O’Neals” (ABC) – inédita no Brasil “Time After Time” (ABC) – inédita no Brasil Além destas, as séries “Bones” (Fox), “Grimm” (NBC), “Reign” (CW) e “The Vampire Diaries” (CW) também exibiram seus capítulos finais, mas foram avisadas ou negociaram o encerramento com bastante antecedência, fora da temporada de cortes, e puderam conduzir suas tramas a uma conclusão planejada.

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    Série Timeless tem cancelamento revertido e é renovada para a 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A série “Timeless” conseguiu uma façanha, mudando a história de forma real. A atração sobre viajantes do tempo teve seu cancelamento anunciado pela rede NBC, mas em poucas horas os fãs se mobilizaram, lançando uma campanha por seu resgate, inconformados pela interrupção sem uma conclusão. A mobilização sensibilizou a NBC e a rede voltou atrás, anunciando a renovação de “Timeless” para a 2ª temporada. Que cliffhanger de final de temporada! Ao comemorar a reversão do cancelamento, Eric Kripke, um dos criadores de “Timeless”, escreveu no Twitter que sua equipe tinha viajado no tempo para mudar a decisão da CBS, numa referência à trama da série. Além das campanhas dos fãs, “Timeless” liderou uma pesquisa do jornal USA Today sobre quais séries canceladas mereciam ter sido renovadas. Desenvolvida por Kripke (criador também de “Supernatural” e “Revolution”) e Shawn Ryan (“The Shield” e “Last Resort”), a atração acompanha um trio de viajantes do tempo que persegue um criminoso por momentos importantes da história americana. Na trama, Goran Visnjic (série “Extant”) rouba uma máquina do tempo secreta de última geração com a intenção de destruir a América alterando o passado. A única esperança reside em uma inesperada equipe: um cientista (Malcolm Barrett, de “Better Off Ted”), um soldado (Matt Lanter, de “90210”) e uma professora de história (Abigail Spencer, de “Rectify”), que devem usar um protótipo da máquina para tentar impedir os planos do vilão. The #TimeTeam went back 3 days, and changed history. @nbc picked us up for 10 episodes. Seriously. Airs next summer. #TimelessRenewed pic.twitter.com/SDkeShlByL — Eric Kripke (@therealKripke) 13 de maio de 2017

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    Segredos e Mentiras é cancelada após 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A rede ABC anunciou o cancelamento de “Segredos e Mentiras” (Secrets and Lies) após a 2ª temporada. A série viu sua audiência desabar para 3,2 milhões de telespectadores, um tombo insuperável diante de uma temporada inaugural com média de 5,6 milhões. O resultado demonstra que os produtores não souberam continuar a premissa. Desenvolvida por Barbie Kligman (roteirista de “The Vampire Diaries” e “Private Practice”), a série era remake de uma minissérie australiana de mesmo nome. O detalhe é que a original contava toda a sua história, uma investigação de homicídio, em apenas seis episódios, enquanto a versão americana esticou o enredo por 10 capítulos na 1ª temporada. Com a resolução da trama inicial, apenas a personagem de Juliette Lewis retornou no segundo ano. Mas o novo caso, totalmente criado pelos roteiristas americanos, não empolgou como a reciclagem da ideia australiana. O novo caso investigado pela detetive Andrea Cornell (Juliette Lewis) envolvia o assassinato da mulher de um herdeiro milionário. E, como de praxe, o marido era o principal suspeito. A crítica odiou, rendendo rejeição no Rotten Tomatoes – média de 35%. No Brasil, a série foi exibida pelo canal pago Sony com o título traduzido para o português.

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    Série baseada na franquia Busca Implacável é renovada para a 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A rede NBC anunciou a renovação da série estreante “Taken”, derivada da trilogia de cinema “Busca Implacável”, para a 2ª temporada. “Taken” teve um desempenho razoável, fechando sua temporada inaugural de 10 episódios em 1 de maio com 4,5 milhões de telespectadores. Mas a crítica odiou, com apenas 35% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A principal razão da renovação é seu sucesso internacional. Por se basear numa franquia conhecida, a produção atraiu interesse de muitos mercados, tornando-se lucrativa para o estúdio NBCUniversal, parceiro da EuropaCorp na produção. A encomenda da nova temporada também veio acompanhada de uma aumento no número de episódios. Serão 16 capítulos na 2ª temporada. Além disso, haverá mudanças na condução da trama. A NBC está buscando um novo showrunner para substituir Alex Cary (roteirista de “Homeland”), que desenvolveu a série, visando mudar toda a estrutura da trama, que realmente não agradou. O objetivo é buscar um equilíbrio entre uma narrativa serializada e o padrão procedural, visando um conteúdo híbrido – como é feito em “The Blacklist”, por exemplo. Produzida pelo cineasta francês Luc Besson, um dos criadores da franquia cinematográfica, “Taken” é uma espécie de prólogo dos filmes estrelados por Liam Neeson, mas com muita liberdade criativa. Apesar de acompanhar a juventude do agente Bryan Mills, a trama é ambientada nos dias atuais e não nos anos 1970, como seria o caso se a idade do ator original fosse levada em conta. O elenco traz o norte-irlandês Clive Standen (o Rollo da série “Vikings”) como a versão jovem do personagem de Neeson, e ainda destaca Jeniffer Beals (séries “The L Word” e “Proof”) como Christina Hart, diretora de uma agência de inteligência, que se torna sua mentora. No Brasil, a série é disponibilizada pelo serviço de streaming da Amazon.

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    Série estreante Great News é renovada para sua 2ª temporada

    14 de maio de 2017 /

    A rede NBC anunciou a renovação da série de comédia “Great News” para sua 2ª temporada, após a exibição de seis episódios. A atração estreante não é um grande hit, mantendo uma média de 3,5 milhões de telespectadores desde que estreou em abril. Para priorar, seu episódio mais recente, exibido na terça (9/5), foi sintonizado por apenas 2,6 milhões. Mas tem 76% de aprovação da crítica, de acordo como site Rotten Tomatoes. A aposta da NBC é no relacionamento com sua produtora, Tina Fey, que foi responsável por uma das comédias de maior reconhecimento crítico do canal nos últimos anos, “30 Rock” (ou, como querem alguns tradutores da TV aberta, “Um Maluco na TV”). Criada por Tracey Wigfield (roteirista de “30 Rock” e “The Mindy Project”), “Great News” tem uma premissa que sugere um cruzamento entre “Mary Tyler Moore” (1970–1977) e “Um Senhor Estagiário” (2015), e uma temporada inaugural de apenas 10 episódios. A trama gira em torno do ambiente de trabalho tumultuado de uma produtora de telejornal, vivida por Briga Heelan (série “Love”), que além de precisar lidar com o estresse diário do emprego e um âncora intratável (John Michael Higgins, de “A Escolha Perfeita”), vê-se em apuros ainda maiores quando seu chefe (Adam Campbell, da série “Unbreakable Kimmy Schmidt”) decide contratar a mãe dela (interpretada pela veterana comediante Andrea Martin, de “Casamento Grego”) como sua nova estagiária.

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    Séries Chicago Fire, Chicago PD e Chicago Med são renovadas

    14 de maio de 2017 /

    A rede NBC renovou três das quatro séries de Dick Wolf passadas em Chicago: “Chicago Fire”, “Chicago PD” e “Chicago Med”. Não há ainda nenhuma decisão oficial sobre o filhote mais novo da franquia, a estreante “Chicago Justice”, que teve uma média de 6,1 milhões de telespectadores em sua 1ª temporada. O número a coloca abaixo das demais, mas muito próximo da média geral, liderada por “Chicago Fire” com 7 milhões de telespectadores ao vivo. A opção de deixar o destino de “Chicago Justice” para depois pode ser reflexo da falta de interesse do mercado em séries procedurais, que não atraem os serviços de streaming e canais da TV paga como as produções mais serializadas. Até agora, nenhum canal americano mostrou interesse em adquirir as reprises de “Chicago Fire”, a mais velha da turma. “Chicago Fire” foi renovado para sua 6ª temporada, “Chicago PD” para a 5ª e “Chicago Med” para a 3ª. Elas se juntam a “Law & Order: SVU”, a mais antiga produção de Dick Wolf no ar, que foi renovada para sua 19ª temporada. No Brasil, as séries de Chicago são exibidas no canal pago Universal. A Record também exibe “Chicago Fire” na TV aberta com outro título: “Heróis contra o Fogo”.

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    Série Elementary é renovada para a 6ª temporada

    13 de maio de 2017 /

    A rede CBS anunciou a renovação da série “Elementary” para sua 6ª temporada. Foi a primeira vez que “Elementary” entrou na chamada “bolha” dos programas que tem seu destino resolvido no último minuto. Assim como “2 Broke Girls”, recém-cancelada, ela não constava da lista inicial da rede, que em março adiantou a renovação de 13 séries de uma só vez. O problema de “Elementary” é que vem perdendo audiência a cada temporada. Foram-se 900 mil telespectadores só entre a 4ª e a atual temporada, que atingiu 4,8 milhões de telespectadores. Para recordar, a 1ª temporada era vista por mais de 10 milhões, o dobro da atual sintonia. Entretanto, a série criada por Robert Doherty (roteirista de “Medium”) continua muito bem cotada entre a crítica, com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além disso, sua produção é realizada inteiramente pela CBS, que vem obtendo um bom lucro com a venda de suas reprises, com exibição na TV paga pela WGN America e por streaming no Hulu, sem esquecer da distribuição internacional. Nos upfronts do ano passado, o CEO da CBS, Les Moonves, apontou a série como um exemplo de bom negócio para o canal, dizendo que ela teria rendido US$ 80 milhões só de licenciamento para terceiros. Versão moderna de Sherlock Holmes, “Elementary” traz o ator Johnny Lee Miller (“Trainspotting”) como o personagem clássico de Arthur Conan Doyle, que se dedica a resolver crimes intrincados para a polícia de Nova York, como forma de lidar com seus vícios, na companhia da cuidadora contratada por seu pai, Joan Watson (vivida por Lucy Liu, de “Kill Bill”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Universal.

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    Dr. Ken é cancelada após duas temporadas

    13 de maio de 2017 /

    A rede ABC cancelou a série de comédia “Dr. Ken”, após duas temporadas. A série estrelada por Ken Jeong (franquia “Se Beber, Não Case”) caiu de 5,2 milhões de telespectadores em sua temporada inaugural para 4 milhões no episódio final exibido em março. Embora a ABC tenha renovado diversas séries com menor audiência, “Dr. Ken” não emplacou na demo, marcando apenas 0,88 pontos entre o público mais cobiçado dos anunciantes (entre 18 e 49 anos de idade). Além disso, o consenso da crítica é que a produção era completamente sem graça, obtendo a pior avaliação entre as séries do canal, com apenas 7% de aprovação (cotação: lixo) no site Rotten Tomatoes. “Dr. Ken” trazia Ken Jeong revivendo seus dias de médico. Ele é formado em medicina pela Universidade da Carolina do Norte e fez residência na Ochsner Medical Center em Nova Orleans antes de virar comediante. Mas os episódios não faziam muito uso de sua experiência real, já que os diagnósticos vistos em cena se resumiam a comentários superficiais – o paciente “é gordo”, por exemplo. Na verdade, a série criada por Jeong, John Fox (série “The Player”) e Jared Stern (“Lego Batman – O Filme”) não sabia se era uma sitcom de ambiente de trabalho ou uma velha e tradicional comédia de família, já que também privilegiava as piadas em torno do lar do protagonista. Tudo ao som das risadinhas das claques de séries do século passado.

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