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Filme, Série

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Spin-off de Tulsa King com Samuel L. Jackson ganha teaser e data de estreia

“Frisco King” acompanha um assassino profissional que decide criar seu próprio império criminoso no Texas, com participação de Sylvester Stallone

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15 de outubro de 2026
  • Série

    Netflix anuncia produção de série brasileira criada por KondZilla

    12 de março de 2018 /

    A Netflix anunciou nesta segunda-feira (12/2) a produção de uma nova série brasileira. Intitulada “Sintonia”, a série foi criada e será produzida e dirigida por KondZilla, apelido de Konrad Cunha Dantas, paulista conhecido por fazer clipes de sucesso do funk ostentação e dono do canal mais visto do YouTube, com mais de 29 milhões de inscritos. Responsável pelos vídeos de hits como “Deu Onda”, de MC G15, e “Envolvimento”, de MC Loma e as Gêmeas Lacração, KondZilla criou uma série de ficção para a plataforma. “É o projeto mais antigo da minha vida, eu sempre sonhei em criar e dirigir uma ficção. Espero que seja mais uma das minhas realizações a inspirar mais molecada de favela a persistir com seus sonhos também, nada é impossível. Favela venceu!”, disse KondZilla, no comunicado do anúncio. Ele vai trabalhar no projeto com a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) e roteirista Felipe Braga (série “Mandrake”), por meio da produtora da dupla, Losbragas. Felipe Braga e Guilherme Quintella (roteirista de “Meu Amigo Hindu”) também são creditados como cocriadores de “Sintonia”, ao lado de KondZilla. A produção será a segunda série dos Losbragas na Netflix. Felipe Braga também criou a comédia “Samantha!”, que deve estrear ainda neste ano. “‘Sintonia’ é um projeto extremamente relevante, pois é focado em criar uma plataforma original para talentos das favelas do Brasil – como o KondZilla – poderem contar suas próprias histórias, de seus próprios pontos de vista”, comentou a produtora Alice Braga. “Uma voz emergente que encontrou seu lugar fora da mídia tradicional, KondZilla nos mostrou uma mensagem poderosa e força criativa, estabelecendo o que se tornou um dos maiores canais de música do YouTube no mundo. ‘Sintonia’ é uma narrativa em primeira pessoa e estou honrada em ficar ao lado dele enquanto conta sua história – da periferia do Brasil para o mundo”, completou. Segundo a sinopse, a série vai acompanhar três personagens diferentes para explorar a interconexão da música, tráfico de drogas e religião em São Paulo. Doni, Nando e Rita cresceram juntos na mesma favela, onde foram influenciados pelo fascínio do funk, das drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes. Apesar de tentarem levar uma vida diferente de onde cresceram, percebem que as únicas pessoas que podem salvá-los de si mesmos são eles próprios. A série chegará com exclusividade na Netflix em 2019. Veja abaixo o teaser do anúncio da parceria.

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  • Série

    Constantine retorna em novas fotos da série Legends of Tomorrow

    11 de março de 2018 /

    A rede CW divulgou as primeiras fotos da volta de John Constantine (Matt Ryan) à série “Legends of Tomorrow”. Ele aparece em meio a uma cerimônia de invocação para lidar com a possessão de Sara Lance (Caity Lotz) pelo demônio Mallus. As fotos também revelam o visual possuído da atriz. Veja abaixo. Intitulado “Necromancing the Stone”, o episódio marcará a segunda participação de Constantine na atual temporada de “Legends of Tomorrow” e seu terceiro crossover no Arrowverse – após aparecer na série “Arrow” em 2015. Em sua passagem anterior pela Waverider, Constantine já tinha dado spoiler do que aconteceria com Sara. Ele deve voltar em mais um episódio para continuar a luta contra Mallus. “Necromancing the Stone” vai ao ar em 19 de março nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Ralph Macchio volta a viver Karatê Kid em novo teaser da série Cobra Kai

    11 de março de 2018 /

    O YouTube Red divulgou um novo teaser de “Cobra Kai”, série que continua a história da franquia “Karatê Kid”. A prévia resgata Daniel San (Ralph Macchio) e sua rivalidade com Johnny Lawrence (vivido por William Zabka). A série vai mostrar que os dois antigos rivais “fizeram as pazes”, mas Johnny ainda busca redenção. Para isso, resolve reformar o infame dojo Cobra Kai, que ele pretende reabrir como sensei. Entretanto, isto trará de volta o conflito com o bem-sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilíbrio, agora sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi (Pat Morita). A atração deve explorar as frustrações dos dois através do karatê, além de homenagear Pat Morita, que morreu em 2005. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinarão a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A estreia vai acontecer “em breve” no serviço de streaming do YouTube.

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  • Série

    Seth Rogen vai produzir remake da série inglesa Plebs, comédia passada na Roma antiga

    11 de março de 2018 /

    Seth Rogen e Evan Goldberg estão desenvolvendo mais uma série. Os criadores de “Preacher” e do vindouro “The Boys”, e que também produzem “Future Man” na plataforma Hulu, preparam um remake da série de comédia inglesa “Plebs”. A atração é praticamente uma versão live action do desenho clássico “Os Muzzarelas” (1972). Com a diferença que, em vez de uma família, acompanha o cotidiano de três amigos na Roma antiga, lidando com situações da época num subtexto moderno. A adaptação será uma parceria entre a produtora de Rogen e Goldberg, Point Grey Pictures, e a produtora da série original, Rise Films, sediada em Londres. Ainda não há informações sobre a extensão do envolvimento de Rogen e Goldberg, que estão envolvidos em vários projetos simultâneos, inclusive para o cinema. “Plebs” encontra-se renovado para sua 4ª temporada no Reino Unido, onde é exibido pelo canal ITV.

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  • Série

    Saída de T.J. Miller de Silicon Valley teria sido motivada por abuso de álcool e drogas

    10 de março de 2018 /

    A série “Silicon Valley” vai voltar para sua 5ª temporada com um integrante a menos. O afastamento de T.J. Miller foi anunciado pela HBO em maio do ano passado, junto da notícia da renovação da série, mas não foram dados maiores detalhes. “Os produtores de ‘Silicon Valley’ e TJ Miller concordaram mutuamente que TJ não retornará para a 5ª temporada”, anunciou o canal na ocasião. A duas semanas da estreia dos novos episódios, a revista The Hollywood Reporter ouviu uma explicação não oficial para a mudança. Segundo a publicação, várias fontes afirmam que a decisão já era esperada pelos abusos do ator. “Houve momentos em que ele parecia ter as coisas sob controle e outros em que estava sob o uso de entorpecentes”, afirmaram múltiplas fontes sobre os problemas que levaram à dispensa de Miller. O criador da série, Mike Judge, deu a entender que realmente estas foram as razões da dispensa do ator. “Há muitas formas de descobrir quando alguém não quer mais fazer um programa. Não é divertido trabalhar com alguém que não quer estar lá, especialmente quando se é um dos protagonistas e há diversos membros da equipe e figurantes que não são tão bem pagos, mas estão no set desde antes das 7h da manhã, apenas para ouvirem que não irão gravar naquele dia”, disse, sugerindo dias em que o ator não estaria em condições de gravar a série. Judge diz que tinha planejado uma despedida para Erlich, personagem de Miller, em que ele faria uma viagem para a China após aparecer por três episódios na nova temporada, mas o ator se negou a colaborar, rompendo com o programa e afirmando que agora focaria na sua carreira cinematográfica. Pouco depois isso, ele foi alvo de denúncias de assédio sexual e agressão. Uma mulher o acusou de estupro na faculdade. Outros rumores começaram a vir à tona, apurados pela THR. Miller respondeu aos pedidos de declaração sobre as polêmicas, com uma nota: “Na vida real, não estou sempre chapado como Elrich. Isso talvez exploda a mente de seus leitores, mas não fico chapado quando estou trabalhando porque atrapalha minha comédia. Também não sou o cara bêbado que fica esbarrando em tudo no set. A verdade é que eu estava ocupado fazendo stand-up o tempo todo, mesmo que isso significasse que eu dormiria por apenas três horas. Então, a coisa que me incomoda? Passar dos meus próprios limites.” A estreia da 5ª temporada de “Silicon Valley” está marcada para 25 de março na HBO. Já T.J. Miller, que estrelou o vencedor do Framboesa de Ouro de Pior Filme do ano, a animação “Emoji – O Filme”, será visto a seguir em “Jogador Nº 1” e “Deadpool 2”, previstos para abril e maio no Brasil.

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  • Série

    The Walking Dead: Impasse sobre destino de Lauren Cohan já incomoda colegas de elenco

    10 de março de 2018 /

    O impasse sobre a continuação de Lauren Cohan na série “The Walking Dead” ainda não se resolveu, e o incômodo fez o ator Khary Payton, intérprete de Ezekiel, usar seu Instagram para exigir uma definição. Ele postou uma foto da atriz e escreveu ao lado apenas: “Paguem a mulher”. Veja abaixo. O contrato de Cohan termina ao final da atual 8ª temporada e, para continuar na série, ela exigiu ter seu salário equiparado ao dos protagonistas masculinos. Segundo o Deadline, Andrew Lincoln (Rick) e Norman Reedus (Daryl) recebem um cachê muito maior que as mulheres da produção. Em resposta a seu pedido, o canal pago AMC propôs apenas um pequeno aumento, argumentando que os dois atores tem mais cenas do que os demais, o que justificaria o salário maior. Ainda de acordo com o site, ela avisou que sem a equiparação não renovaria seu contrato e o AMC não fez contraproposta. Depois disso, a intérprete de Maggie na série de zumbis entrou no elenco do piloto de uma nova produção, intitulada “Whiskey Cavalier”, em desenvolvimento na rede ABC. As gravações desse projeto já começaram, e inclusive levaram Lauren a cancelar sua participação numa convenção de “The Walking Dead” em Londres. Agora, caso o piloto de “Whiskey Cavalier” seja aprovado, ela deve largar “The Walking Dead”. O canal AMC não tem um bom histórico de negociações com a equipe de “The Walking Dead”, tanto que está sendo processado por ex-produtores da série por supostamente se recusar a cumprir obrigações financeiras contratuais. Vale lembrar que a personagem Maggie continua viva nos quadrinhos de Robert Kirkman – assim como Carl e, até recentemente, Andrea. A segunda metade da 8ª temporada de “The Walking Dead” é exibida atualmente aos domingos. No Brasil, a série vai ao ar no canal pago Fox e no Fox Premium (sem intervalos), à partir das 22h30. Pay the woman. Uma publicação compartilhada por Khary Payton (@kharypayton) em 4 de Mar, 2018 às 11:07 PST

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  • Série

    Irmãos Duffer se dizem “profundamente chateados” com acusações de abuso em Strangers Things

    10 de março de 2018 /

    Os criadores e showrunners de “Stranger Things”, os irmãos Matt e Ross Duffer, reagiram às alegações de abuso de uma integrante da equipe de produção com um comunicado, em que se dizem “profundamente chateados” com as acusações. A Netflix também se manifestou sobre o caso, declarando não ter encontrou nenhuma evidência de transgressão no set. Em sua declaração, os irmãos Duffer disseram: “Estamos profundamente chateados ao saber que alguém se sentiu desconfortável em nosso set. Devido à natureza de alta tensão da produção, os temperamentos ocasionalmente ficam desgastados e, por isso, pedimos desculpas. No entanto, pensamos que é importante não caracterizar erroneamente o nosso set, onde acreditamos fortemente no tratamento de todos de forma justa, independentemente do sexo, orientação, raça, religião ou qualquer outra coisa. Nós permanecemos totalmente comprometidos em fornecer um ambiente de trabalho seguro e colaborativo para todos em nossas produções”. Netflix, por sua vez, observou: “Examinamos a questão, quando ouvimos falar pela primeira vez da alegação na quinta-feira, e não encontramos nenhuma transgressão. Manter uma atmosfera segura e respeitosa no set é importante para nós, e nós sabemos que é também para os irmãos Duffer”. A acusação foi feita pela contrarregra H. Peyton Brown em seu Instagram. Ela aproveitou o tema do Dia Internacional da Mulher para fazer uma postagem em sua conta pessoal, afirmando que não voltaria mais a trabalhar em “Stranger Things” em apoio à irmandade feminina. Sem dar nomes, ela acusou “dois homens, em alta posição de poder” de destratar várias funcionárias durante a produção da 2ª temporada. “Acho que não há dia melhor que o Dia Internacional da Mulher para dizer que ‘time’s up’ (nome de uma iniciativa contra assédio, que significa ‘o tempo acabou’)”, ela escreveu, explicando que não poderia continuar na série depois do que testemunhou. “Eu pessoalmente testemunhei dois homens, em alta posição de poder naquele set, abusarem verbalmente de múltiplas mulheres. Eu prometi a mim mesma que, se fosse colocada em uma situação onde tivesse que dizer algo, eu iria. Então estou falando isso para os meus 11,5 mil seguidores: TIME’S UP”, escreveu na postagem. Apesar de não citar nominalmente os irmãos, ela confirmou que se referia a eles quando questionada por seguidores nos comentários. Ela também deu exemplos dos abusos: “Houve gritos, insultos, ameaças e pessoas sendo demitidas ou forçadas a se demitir por causa deles”. Entretanto, logo após a postagem, os comentários e as respostas foram apagados. O post original continua no ar e pode ser visto abaixo. I guess there’s no better day than #nationalwomensday to say #timesup and announce that I will not be a part of the filming of Season 3 of Stranger Things. Why, you ask? Because I stand with my sisters. I personally witnessed two men in high positions of power on that set seek out and verbally abuse multiple women. I promised myself that if I were ever in a situation to say something that I would. I have 11.5 thousand followers who can hear me say this, TIME IS UP. Women in the film industry are POWERFUL. We will rise and we will scream from mountain tops in support of each other and I will not contribute my time, efforts, and talent to such abusive people. There is too much going on in this world to be regressive. There are too many amazing and highly respected men in respective positions of power that I have had the utmost pleasure of working beside. Those are the people I want to surround myself with. Those are the projects I want to be a part of. This industry is no longer led by a “few good men,” but instead by an OCEAN of ASTOUNDING WOMEN. Enough is enough. For my sisters- Time is up. #timesup #theabusestopsnow #ontobiggerandbetter #standupforwhatsright #womenempowerment #ladygrip #sisterhood #iatsesisters #wewillbeheard #thispicsaysitall Uma publicação compartilhada por P (@peytonnbrown) em 8 de Mar, 2018 às 10:18 PST

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  • Série

    Daryl assume o comando em seis vídeos e 22 fotos do próximo episódio de The Walking Dead

    10 de março de 2018 /

    O canal pago americano AMC divulgou seis vídeos e 22 fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”. As prévias incluem cinco cenas do capítulo, intitulado “Dead or Alive Or”. As cenas inéditas mostram Daryl (Norman Reedus) no comando dos sobreviventes de Alexandria, que caminham por território infestado por zumbis, mas o maior perigo parece ser um conflito interno, alimentado pela desconfiança. O tema também vem à tona nas conversas entre Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Eugene (Josh McDermitt). Confira abaixo. Amargando quedas históricas de audiência, a série retorna com um novo episódio no domingo (11/3). No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelo canal pago Fox e, sem intervalos comerciais, no Fox Premium 2. Com um detalhe: a partir deste fim de semana, passa a entrar no ar uma hora mais cedo – às 22h30.

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  • Série

    O Poderoso Chefinho vira série animada e já tem trailer para a estreia em abril

    10 de março de 2018 /

    “O Poderoso Chefinho”, animação da DreamWorks que concorreu ao Oscar 2018, vai ganhar uma série animada na Netflix. O anúncio já veio acompanhado de comercial. Os dubladores em inglês não são os mesmos – Alec Baldwin fazia a voz do bebê no longa – , mas isso não deve fazer diferença para o público brasileiro, que deve assistir a série dublada em português, como aconteceu com o filme no cinema. Com título de “The Boss Baby: Back in Business” em inglês, a série animada terá 13 episódios, com estreia marcada para 6 de abril. Seguindo o costuma de transformar todos os seus longas em séries animadas – e depois cancelar as franquias por falta de interesse nas continuações de cinema – , a DreamWorks também vai lançar desenhos derivados dos recentes “Trolls” e “As Aventuras do Capitão Cueca” na Netflix.

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  • Série

    Life Sentence: Nova série da protagonista de Pretty Little Liars tem pior estreia da temporada

    10 de março de 2018 /

    A estreia de “Life Sentence”, nova série da atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) não atraiu muitos espectadores para a rede CW. Exibida na noite de quarta-feira (7/3) nos Estados Unidos, foi vista ao vivo por apenas 670 mil telespectadores, a pior estreia do ano. Na verdade, a pior estreia da TV aberta desde o começo da temporada de outono, em setembro nos Estados Unidos. A produção se saiu melhor entre o público qualificado, registrando 0,3 ponto na faixa etária adulta de 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes. Isto representou um aumento de 0,1 em relação ao que “Dynasty” vinha marcando no mesmo horário até a semana passada. Mas “Dynasty”, assim como “Valor”, estrearam diante de mais de 1 milhão de telespectadores no outono. A segunda já foi cancelada e a primeira reza pela boa vontade do presidente do canal, Mark Pedowitz. O maior problema é que a baixa audiência de “Life Sentence” pode prejudicar “Riverdale”, que voltou à programação no mesmo dia com 0,5 na demo. Ainda assim, “Riverdale” foi assistido por 1,3 milhão de telespectadores ao vivo. Diante do resultado, “Life Sentence” deve ter curta duração. Foi mais uma aposta de comédia da rede CW que fracassou, após “No Tomorrow”, cancelada no começo do ano passado. O público da emissora não parece se interessar pelo gênero, mas Pedowitz segue insistindo, graças às indicações a prêmios obtidas pelas primeiras temporadas de “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend”. Detalhe: as duas séries tem a pior audiência do canal. “Life Sentence” é uma criação de Erin Cardillo e Richard Keith (criadores da série “Significant Mother”) e o piloto teve direção do cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). A trama gira em torno da personagem de Lucy Hale. Primeira integrante de “Pretty Little Liars” a emplacar projeto após o final das gravações da série de mistério adolescente, ela vive Stella Abbott, uma jovem que, nos últimos oito anos, lutou contra um diagnóstico pessimista de câncer. A trama gira em torno do que acontece após ela receber a notícia de que conseguiu se curar. Para começar, logo fica claro que sua família e marido faziam esforços sobre-humanos para mantê-la disposta em sua luta contra o câncer, inclusive concordando com tudo o que ela queria. Isto muda radicalmente após a cura, com a revelação de que seu marido pode ter gostos diferentes do que ela imaginava, sua mãe pretende se divorciar para ficar com sua amante lésbica, a irmã se tornou amarga por perder oportunidades para que ela fosse prioridade e o pai talvez tenha que vender a casa da família para cobrir as despesas de seu tratamento. Como se não bastasse, ela largou os estudos e não tem condições de conseguir um emprego decente. E sua dificuldade em lidar com situações em que é contrariada também não ajuda. Em suma, a protagonista precisará fazer grandes ajustes de perspectiva para sobreviver ao resto de sua vida. O elenco também inclui Dylan Walsh (série “Nip/Tuck”) e Gillian Vigman (série “Suburgatory”) como os pais, Brooke Lyons (série “The Affair”) e Jayson Blair (série “The New Normal”) como os irmãos, e Elliot Knight (o Merlin de “Once Upon a Time”) como o marido.

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  • Série

    Julia Roberts e Dermot Mulroney retomam parceria em série do criador de Mr. Robot

    10 de março de 2018 /

    Julia Roberts vai voltar a contracenar com Dermot Mulroney após dois filmes de sucesso, a comédia romântica “O Casamento do Meu Melhor Amigo” (1997) e o drama “Álbum de Família” (2013). O reencontro, porém, vai acontecer numa série. Ele se juntou à atriz no elenco de “Homecoming”, em desenvolvimento por Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”) para a Amazon. Mulroney fará uma participação especial como Anthony, o namorado de Heidi, a personagem de Roberts. Além deles, o elenco também inclui Bobby Cannavale (das séries “Boardwalk Empire” e “Vinyl”), Stephan James (do filme “Raça”) e Alex Karpovsky (série “Girls”). “Homecoming” é baseada num podcast de ficção sobre funcionários de uma agência governamental secreta, que estão desesperados para retornar à vida civil. O podcast tinha sua história narrada por meio de uma colagem de sessões de terapia, ligações telefônicas e conversas ouvidas à distância. Já a série vai se concentrar em uma assistente social (Roberts) que trabalha em uma instalação secreta do governo, em seu supervisor ambicioso (vivido por Cannavale) e num soldado (James) ansioso para se retornar à vida civil. A Amazon já encomendou duas temporadas do drama antes mesmo da estreia.

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  • The Librarians
    Série

    The Librarians é cancelada após quatro temporadas

    10 de março de 2018 /

    O canal pago americano TNT cancelou “The Librarians” após quatro temporadas. A revelação foi feito pelo produtor da série, Dean Devlin, que usou o Twitter para informar aos fãs que tentará encontrar uma nova emissora para a série. A proposição é das mais difíceis, pois a série tem muita identificação com o canal que a dispensou. Fantasia em ritmo de aventura juvenil, “The Librarians” era um desdobramento da franquia de telefilmes “O Guardião” (The Librarian), estrelada por Noah Wyle (série “Falling Skies”). Os três telefilmes, exibidos entre 2004 e 2008 na TNT, narravam as aventuras do bibliotecário Flynn Carsen (Wyle) para proteger uma coleção de artefatos místicos. Wyle também era produtor e fez participações eventuais na série, que acompanhava um grupo de gênios reunido para substitui-lo em sua missão. O elenco incluía Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), Christian Kane (série “Leverage”), Lindy Booth (“Kick-Ass 2”), John Larroquette (série “Spin City”) e John Kim (série “Neighbours”). “The Librarians” chegou a quebrar recordes de audiência na sua estreia no canal em 2014, mas perdeu muito público desde então. Após começar com mais de 10 milhões de telespectadores, encerrou sua 4ª e agora última temporada, em fevereiro, com 1,4 milhão. Roteirista dos filmes “Stargate” (1994) e “Independence Day” (1996), Dean Devlin estreou este ano como diretor de cinema, após comandar diversos episódios de “The Librarians”. Mas o filme “Tempestade: Planeta em Fúria” foi um fracasso de bilheterias. Seu segundo longa como diretor, o suspense “Bad Samaritan”, estreia em abril nos Estados Unidos, e sua próxima série, a sci-fi “Outpost”, chega no verão norte-americano na rede CW. Just got the official call. TNT has cancelled #TheLibrarians – I will immediately begin the process of trying to move the show elsewhere. Please keep your fingers crossed for us! — Dean Devlin (@Dean_Devlin) March 9, 2018

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  • Série

    Criadores de Strangers Things são acusados de abuso verbal nas gravações da série

    10 de março de 2018 /

    A contrarregra H. Peyton Brown acusou os criadores de “Stranger Things”, os irmãos Matt e Ross Duffer, de abusarem verbalmente e causar demissões de diversas mulheres no set de gravação da série. Ela aproveitou o tema do Dia Internacional da Mulher para fazer uma postagem em sua conta pessoal do Instagram, afirmando que não voltaria mais a trabalhar em “Stranger Things” em apoio à irmandade feminina. Sem dar nomes, ela acusou “dois homens, em alta posição de poder” de destratar várias funcionárias durante a produção da 2ª temporada. “Acho que não há dia melhor que o Dia Internacional da Mulher para dizer que ‘time’s up’ (nome de uma iniciativa contra assédio, que significa ‘o tempo acabou’)”, ela escreveu, explicando que não poderia continuar na série depois do que testemunhou. “Eu pessoalmente testemunhei dois homens, em alta posição de poder naquele set, abusarem verbalmente de múltiplas mulheres. Eu prometi a mim mesma que, se fosse colocada em uma situação onde tivesse que dizer algo, eu iria. Então estou falando isso para os meus 11,5 mil seguidores: TIME’S UP”, escreveu na postagem. Apesar de não citar nominalmente os irmãos, ela confirmou que se referia a eles quando questionada por seguidores nos comentários. Ela também deu exemplos dos abusos: “Houve gritos, insultos, ameaças e pessoas sendo demitidas ou forçadas a se demitir por causa deles”. Entretanto, logo após a postagem, os comentários e as respostas foram apagados. O post original continua no ar e pode ser visto abaixo. I guess there’s no better day than #nationalwomensday to say #timesup and announce that I will not be a part of the filming of Season 3 of Stranger Things. Why, you ask? Because I stand with my sisters. I personally witnessed two men in high positions of power on that set seek out and verbally abuse multiple women. I promised myself that if I were ever in a situation to say something that I would. I have 11.5 thousand followers who can hear me say this, TIME IS UP. Women in the film industry are POWERFUL. We will rise and we will scream from mountain tops in support of each other and I will not contribute my time, efforts, and talent to such abusive people. There is too much going on in this world to be regressive. There are too many amazing and highly respected men in respective positions of power that I have had the utmost pleasure of working beside. Those are the people I want to surround myself with. Those are the projects I want to be a part of. This industry is no longer led by a “few good men,” but instead by an OCEAN of ASTOUNDING WOMEN. Enough is enough. For my sisters- Time is up. #timesup #theabusestopsnow #ontobiggerandbetter #standupforwhatsright #womenempowerment #ladygrip #sisterhood #iatsesisters #wewillbeheard #thispicsaysitall Uma publicação compartilhada por P (@peytonnbrown) em 8 de Mar, 2018 às 10:18 PST

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