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15 de outubro de 2026
  • Série

    Criador de Downton Abbey prepara série sobre a família mais rica do mundo

    17 de abril de 2018 /

    Famoso por retratar a aristocracia britânica do começo do século 20 na série “Downton Abbey” (2010-2015), o produtor e roteirista Julian Fellowes prepara outra série de época sobre uma família milionária. Mas desta vez será uma história verídica. Fellowes irá contar a história real da família mais rica do mundo, os Rothschild, uma dinastia de banqueiros que se originou nos guetos judaicos de Frankfurt, na Alemanha, em meados do século 18. O começo humilde, entretanto, virou um império. E a série pretende contar esta evolução, com muitos dos elementos que transformaram “Downton Abbey” em um fenômeno de público e crítica, como ostentação de riqueza, conflitos familiares e guerras. Mas há outra relação do projeto com “Downton Abbey”. O Castelo Highclere, usado como o lar dos protagonistas da famosa série, pertence a herdeiros da filha ilegítima de Alfred de Rothschild, neto do banqueiro fundador da dinastia. A saga dos Rothschild começa ainda na época da Revolução Francesa (1789-1799), quando Mayer Amschel Rothschild deu o pontapé na ascensão da família, acumulando dinheiro no comércio, durante a ascensão da burguesia, mas principalmente com negociações com governos, como em toda história de enriquecimento súbito que se preze. Estrategicamente, Mayer enviou os filhos para cidades-chave da Europa, para criar relacionamentos com políticos e comerciantes. Um deles foi para Paris, durante a revolução. Mas o filho que chegou em Londres foi o mais bem-sucedido. Em 1811, ele fundou na capital inglesa o banco Rothschild, instituição financeira que logo se espalhou pelo mundo. A influência da família se tornou tão grande no Reino Unido que Sir Evelyn de Rothschild, pentaneto de Mayer e presidente do banco durante 21 anos, foi conselheiro financeiro da rainha Elizabeth II. Estima-se que a fortuna pessoal de Evelyn, ainda vivo aos 86 anos, gire em torno dos US$ 20 bilhões. A atração ganhou o nome de “Five Arrows” (Cinco Flechas), referência aos cinco filhos pioneiros do império, e está sendo desenvolvida para o canal pago britânico Sky Atlantic. Desde o final de “Downton Abbey” há três anos, Fellowes tem escrito peças de teatro, mas não abandonou totalmente a TV. Ele também desenvolve outro drama de época para o público americano: “The Gilded Age”, minissérie de dez episódios ambientada na Nova York dos anos 1880, com previsão de estreia para 2019 na rede NBC. “Five Arrows” será a segunda série recente sobre os maiores milionários do mundo. A primeira, “Trust”, do cineasta Danny Boyle, estreou no final de março no canal pago FX, acompanhando a família Getty.

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  • Série

    O Mecanismo já é uma das séries mais assistidas da Netflix no Brasil

    17 de abril de 2018 /

    Na reunião com acionistas em que foram apresentados seus resultados fiscais para o primeiro trimestre de 2018, a Netflix trouxe várias notícias. Além da comemoração de uma receita bruta de US$ 3,6 bilhões, um crescimento de 43% na comparação com o mesmo período de 2017, com um aumento em mais de 7 milhões de assinantes em todo o mundo, o relatório revelou o resultado da controvérsia em torno da série “O Mecanismo”. Segundo o texto para o mercado financeiro, a produção do cineasta José Padilha “está no caminho para se tornar uma das séries originais da Netflix mais vistas no Brasil”. Ou seja, trata-se de um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Esse sucesso pode ter contado com apoio de políticos e simpatizantes do PT, que fizeram muita divulgação espontânea da série. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. O timing desse barulho, dias antes da prisão do político, pode ter contribuído para o interesse do público. A popularidade da série também comprova que a campanha de protesto visando o cancelamento de assinaturas da Netflix não deu em nada. Os protestos foram motivados por uma suposta agenda política da série. Apesar de denunciar corrupção de todos os partidos, a trama doeu mais no PT devido a inclusão da frase “estancar a sangria”, dita na vida real pelo senador Romero Jucá (do MDB), mas colocada na boca do personagem que simboliza Lula na produção. Isto seria a prova incontestável da má intenção da produção segundo quem protesta – entre eles, Lula, que teve Jucá como ministro, e a ex-Presidente Dilma Rousseff, de quem Jucá foi líder no Congresso. “Vagamente inspirada” nos acontecimentos da Operação Lava Jato, a 1ª temporada da trama tem apenas oito episódios e sua continuação ainda não foi confirmada.

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  • Série

    The Walking Dead registra sua pior audiência de final de temporada desde 2010

    17 de abril de 2018 /

    A série “The Walking Dead” terminou sua 8ª temporada com a audiência em queda livre. O episódio final, exibido no domingo (15/4), foi visto por 7,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos, de acordo com a apuração da Nielsen. É o pior público de season finale desde a 1ª temporada, em 2010, quando o encerramento foi visto por 5,9 milhões. Na ocasião, a série não era tão conhecida. A previsibilidade da história, repleta de idas e vindas, teria frustrado o público, assim como a expectativa de um final anticlimático, sem mortes ou vinganças. Em relação ao final da 7ª temporada, assistido por 11,4 milhões, o desfecho do fim de semana interessou menos 30% de telespectadores. Este foi o legado da passagem de Scott M. Gimple como showrunner da série. Ele se despediu da função no último episódio, tendo “caído para cima”, com uma promoção a um cargo de supervisão da franquia (que inclui a série “Fear the Walking Dead”), após ser alvo de uma petição na internet que pedia sua demissão. Para o lugar de Gimple, o canal pago AMC promoveu a roteirista Angela Kang, que escreve para a série desde 2011 e exerce funções de produção desde 2013. Ela vai comandar a atração a partir da 9ª temporada, que irá introduzir a ameaça dos Sussurradores, e ainda precisará lidar com uma possível ausência da atriz Lauren Cohan. O impasse sobre a renovação do contrato da intérprete de Maggie continua no mesmo ponto há vários meses, como se não fosse importante resolver logo a questão. No mês passado, o ator Khary Payton, intérprete de Ezekiel, desabafou em seu Instagram, ao lado de uma foto da atriz: “Paguem a mulher”. Maior sucesso da história do canal pago AMC, “The Walking Dead” sofre paradoxalmente com uma sucessão de descasos e decisões controversas para economizar trocados, que teve como ponto mais baixo a demissão de seu criador, o cineasta Frank Darabont, na metade da 2ª temporada.

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  • Série

    Teaser de Cara Gente Branca revela data de estreia da 2ª temporada

    16 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou seis fotos e um teaser legendado da 2ª temporada de “Cara Gente Branca” (Dead White People), que revela a data de estreia dos novos episódios. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. Como o tema é complexo, “Dear White People” causou polêmica logo no lançamento do seu primeiro teaser, que rapidamente se tornou o vídeo mais assistido na história do canal da Netflix no YouTube, com quase 5 milhões de views. O vídeo também é o campeão de deslikes, com mais de 400 mil. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014. A continuação da história estreia na plataforma de streaming em 4 de maio.

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  • Série

    Mark Hamill vai aparecer no casamento de Sheldon e Amy em The Big Bang Theory

    16 de abril de 2018 /

    O final da temporada de “The Big Bang Theory” vai acontecer em grande estilo, com o esperado casamento de Sheldon (Jim Parsons) e Amy (Mayim Bialik). E a festa vai contar com muitos convidados especiais. Entre eles, Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”) e Kathy Bates (série “American Horror Story”). Ainda não foram divulgados quais papéis os atores viverão no episódio-evento, nem mesmo se interpretarão a si mesmos. Mas eles não estarão sozinhos. Lauren Lapkus (série “Crashing”) também vai aparecer, num papel que está sendo mantido em segredo, e Jerry O’Connell, previamente anunciado como a versão adulta de Georgie, irmão de Sheldon – visto ainda criança na série “Young Sheldon”. O casamento de Sheldon e Amy vai ao ar no dia 10 de maio nos Estados Unidos, encerrando a 11ª temporada da atração, que já foi renovada para mais um ano de produção. “The Big Bang Theory” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Diretor confirma Spock na 2ª temporada de Star Trek: Discovery

    16 de abril de 2018 /

    O Sr. Spock vai voltar à TV. Durante passagem pela Comic Con de El Paso, no fim de semana, o ator e diretor Jonathan Frakes, que vai comandar alguns episódios da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, confirmou a aparição do oficial vulcano na série. Mas o retorno não será como os fãs esperavam. Muito se especulava a respeito da participação do personagem, uma vez que sua irmã de criação, Michael Burnham (vivida por Sonequa Martin-Green), é a protagonista da série. Além disso, seus pais Sarek (James Frain) e Amanda (Mia Kirshner) fazem aparições recorrentes na trama. Para completar, o final da 1ª temporada de “Star Trek: Discovery” introduziu em cena a nave Enterprise, preparando a revelação de sua tripulação para os primeiros episódios do segundo ano. A nave, já se sabe, terá como comandante o Capitão Christopher Pike, que foi o antecessor de James Kirk. Ele será vivido por Anson Mount (intérprete de Raio Negro na série dos Inumanos, da Marvel). Caso os produtores optassem por seguir a cronologia da série clássica dos anos 1960, as chances de Spock aparecer na Enterprise eram enormes, pois ele já era o Oficial de Ciências da nave na época de Pike. Entretanto, isto foi mudado pelo reboot cinematográfico de 2009, que mostrou Spock iniciando sua carreira ao lado de James Kirk. Frakes revelou que “Star Trek: Discovery” vai seguir a cronologia cinematográfica, ao afirmar que Spock aparecerá ainda criança na série, no segundo episódio da 2ª temporada. A série ainda não tem previsão para voltar a ser exibida. No Brasil, ela é disponibilizada pela Netflix.

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  • Série

    Pesquisa afirma que conteúdo original da Netflix é visto por apenas 20% de seus assinantes

    16 de abril de 2018 /

    Uma pesquisa divulgada pela revista Variety afirma que, embora a Netflix venha investindo pesado em conteúdo original, o material mais visto da plataforma são produções licenciadas, como as séries “Friends” e “Grey’s Anatomy”. O levantamento foi feito pela empresa de consultoria 7Park Data durante o período de um ano, entre setembro de 2016 e 2017. Entretanto, leva em conta apenas acessos via computador — transmissões via celular e TVs conectadas a internet não foram contabilizadas, o que pode (deve) causar distorções em relação aos hábitos mapeados. De todo modo, os dados dos usuários americanos que acessam a plataforma de streaming por computador revelaram que produções próprias, como “Demolidor” ou “Stranger Things”, foram responsáveis por apenas 20% de seu consumo. Enquanto isso, 80% das conexões de streaming viram de programas de terceiros. A pesquisa revelou ainda que 42% dos usuários da Netflix nos EUA assistem somente produções licenciadas (correspondem a cerca de 95% de seus acessos). Apenas 18% tem um perfil de consumo que privilegia as produções da plataforma (pelo menos 40% de suas transmissões são de originais Netflix). Os títulos licenciados mais vistos pelos usuários americanos no período foram séries: “Breaking Bad”, “Grey’s Anatomy”, “The Blacklist”, “How I Met Your Mother”, “The Office”, “Parks and Recreation”, “Criminal Minds”, “Supernatural”, “The Flash” e “Friends”. Já entre as produções originais da Netflix, as mais vistas foram “Stranger Things”, “Orange Is the New Black”, “House of Cards”, “13 Reasons Why”, “Master of None”, “Narcos” e “Black Mirror”. Em fevereiro, o diretor financeiro da Netflix, David Wells, anunciou um investimento de US$ 8 bilhões em conteúdo ao longo de 2018. Com isso, a plataforma terá cerca de 700 programas originais, entre séries, filmes e especiais.

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  • Série

    Ator de Elementary vai estrelar minissérie brasileira de Bruno Barreto

    16 de abril de 2018 /

    O canal pago HBO anunciou nesta segunda-feira (16/4) que o ator Aidan Quinn (da série “Elementary”) vai interpretar o presidente dos Estados Unidos Theodore Roosevelt na minissérie brasileira “O Hóspede Americano”. A atração de quatro episódios terá direção do cineasta Bruno Barreto (“O Que É Isso, Companheiro?”) e retratará a viagem do presidente americano ao rio da Dúvida, em Rondônia, no ano de 1913. A passagem do presidente pelo país foi bastante noticiada à época e ocorreu logo após ele ter perdido suas eleições para um segundo mandato à presidência dos Estados Unidos. Em sua jornada, ele foi acompanhado pelo então Coronel Cândido Rondon, que estava mapeando as florestas virgens do Brasil. O roteiro também é assinado por um americano, Matthew Chapman (“O Júri”), com quem Barreto já tinha trabalhado anteriormente na cinebiografia “Flores Raras” (2013). As gravações da série vão começar em maio e ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Astro de The Vampire Diaries vai estrelar nova série de vampiros na Netflix

    16 de abril de 2018 /

    O ator Ian Somerhalder, que viveu o vampiro Damon Salvatore em oito temporadas de “The Vampire Diaries”, vai voltar às séries vampíricas em seu próximo trabalho. Ele foi confirmado como protagonista de “V-Wars”, atração de dez episódios da Netflix. “V-Wars” é baseada em quadrinhos criados por Jonathan Maberry e publicados pela editora IDW (a mesma de “Locke & Key”). Somerhalder irá interpretar o Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror após uma estranha doença transformar o seu melhor amigo em um predador que se alimenta de pessoas. A doença se espalha rapidamente, dividindo a sociedade entre vampiros e pessoas que não foram infectadas. Além de estrelar, desta vez como matador de vampiros, Somerhalder será produtor e vai dirigir episódios da atração, que terá como showrunners a dupla William Laurin e Glenn Davis (criadores da série sci-fi trash “Aftermath”). A data de estreia da nova série ainda não foi divulgada. Veja algumas capas da publicação abaixo.

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  • Série

    Kyle Chandler vai estrelar minissérie Catch-22, de George Clooney

    15 de abril de 2018 /

    O ator Kyle Chandler (série “Bloodline”) entrou no elenco da minissérie “Catch-22”, produção de George Clooney em desenvolvimento para a plataforma Hulu. Ele viverá o coronel Cathcart, um dos personagens mais importantes da trama e que originalmente seria interpretado pelo próprio Clooney. Agora, Clooney terá um papel menor para poder se concentrar em outros aspectos da obra, como a direção de episódios. De todo modo, continua mantendo seu retorno às séries, 20 anos após sua saída de “ER/Plantão Médico” em 1999. A minissérie de seis episódios é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. Além de Chandler e Clooney, o elenco também já tem confirmadas as participações de Hugh Laurie (série “House”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que viverá o protagonista.

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  • Série

    Atriz da série Titans responde a comentários racistas contra sua interpretação de Estelar

    15 de abril de 2018 /

    As fotos feitas por paparazzi das gravações da série “Titans” tiveram repercussão muito negativa entre os fãs dos quadrinhos, que foram especialmente cruéis com a atriz Anna Diop, intérprete da Estelar. O tom altamente pejorativo e racista dos comentários, inflamados pelo fato da personagem não ser negra nas histórias originais dos Novos Titãs, levou a jovem a se manifestar nas redes sociais. Ela publicou uma foto tirada de um ensaio fotográfico, que a destaca em pose sensual, para ilustrar sua resposta no Instagram. Leia a tradução do desabafo e confira o post original abaixo. “Para os fãs de Titans: Ontem, uma foto minha no set vazou online. E foi uma pena porque os fãs, que estavam esperando por meses por uma imagem de Estelar, ganharam uma foto mal feita de mim em uma calçada sob um frio intenso. Pelo bem de nossos fãs incríveis – eu odiei que essa tenha sido a primeira foto que eles viram. Está fora de contexto e é uma má representação da personagem incrível que eu pude interpretar. Também é uma má representação da produção por trás de tudo. Dito isso, o discurso de ódio que se seguiu foi deplorável. E, mesmo que eu não esteja nem um pouco incomodada, quero aproveitar isso como uma oportunidade para dizer que tentar destruir as pessoas não é tolerável. Seja eu ou quem for. Muito frequentemente, as mídias sociais são abusadas por quem busca refúgio no anonimato: mal-utilizadas como uma ferramenta para agredir, abusar e cuspir ódio nos outros. Isso é triste, fraco e um reflexo do abusador. Comentários racistas e cruéis não tem nada a ver com a pessoa que recebe o abuso, dizendo mais sobre quem o comete. E, por eu saber disso, estou despreocupada Mas, para qualquer pessoa aí fora que possa ter encanado, estou aqui para lembrar que tudo de negativo e feio que alguém escolhe dizer sobre você é um reflexo deles, não te define, e certamente não te torna nem um pouco menos perfeito/a. Seja você! Continue bonita! Viva numa boa 🙂 Como sempre, Muito amor”. O post foi seguido por muitos comentários de fãs dos quadrinhos, que reagiram dizendo que não se tratava de racismo, mas protestos contra o visual da personagem, cuja peruca rosa-choque, vestido cintilante e casaco de peles parece identificar mais uma prostituta dos anos 1980 do que a super-heroína que eles amavam. “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção terá a missão de inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. Ainda não há previsão para a estreia da série ou do lançamento do serviço de streaming. #Breezy ? To the ‘Titans’ fans: Yesterday a photo of me on set leaked online. And it was unfortunate because fans have been waiting MONTHS for a photo of ‘Starfire’ and a sloppy (?) photo of me on a curb in 15 degree weather is what they got instead ? For the sake of our incredible fans – I hated that this is the first picture people are seeing. It’s out of context and it’s a misrepresentation of the incredible character I get to play. And also a misrepresentation of the phenomenal production behind it all. With that said – the hate speech that followed was deplorable. And though I am highly unbothered ?? I do want to use this as an opportunity to say that tearing people down is not something that I tolerate. For myself or anyone else. Too often social media is abused by some who find refuge in the anonymity and detachment it provides: misused as a tool to harass, abuse, and spew hatred at others. This is weak, sad, and a direct reflection of the abuser. Racist, derogatory, and/or cruel comments have nothing to do with the person on the receiving end of that abuse. And because I know this – I’m unfazed 🙂 But for anyone out there who may not – I am here to remind you that whatever ugly and negative thing anyone ever chooses to say about you is always a reflection and revelation of themselves- it does NOT define you, and it certainly does NOT make you any less perfect than you are – Be you! Stay beautiful! Live breezy 🙂 As always, Much love ? Uma publicação compartilhada por Anna Diop (@the_annadiop) em 12 de Abr, 2018 às 2:11 PDT

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  • Série

    Crunchyroll vai passar a exibir séries animadas inéditas na TV a partir de sábado

    15 de abril de 2018 /

    O serviço de streaming Crunchyroll, especializado em animes, vai passar a exibir suas séries japonesas na TV. A empresa fechou um acordo para exibir um bloco de desenhos animados, batizado de Crunchyroll TV, na Rede Brasil. O bloco, que estreia no próximo sábado, dia 21 de abril, terá uma hora de duração e exibirá duas séries inéditas na TV brasileira: “Black Clover” e “Re: ZERO”. As atrações serão transmitidos da mesma forma que os assinantes do Crunchyroll se acostumaram a ver na internet, ou seja, com áudio em japonês e legendas em português. “Re:ZERO” conta a história de Subaru Natsuki, um jovem que se vê transportado magicamente para um mundo de fantasia medieval — e, como em um videogame, ele ganha o poder de voltar no tempo quando morre, sendo assim capaz de evitar a série de acontecimentos que acarretou em sua morte. Junto com a meio-elfa Emilia e as gêmeas Ram e Rem, Subaru tenta desvendar intricadas tramas políticas e enfrenta batalhas cheias de ação e suspense. “Black Clover” conta a história de Asta e Yuno, dois órfãos que foram criados juntos e lutam para se tornar o Rei dos Magos, senhor do reino onde vivem. Contudo, enquanto Yuno possui um talento natural e extraordinário para a magia, Asta nasceu totalmente desprovido de poderes mágicos. Mas, por um acaso do destino, ele encontra um raríssimo grimório que lhe confere poderes de anti-magia. A transmissão acontecerá todos os sábados, às 20h, e com reprises nas manhãs de domingo, às 11h. Além disso, os dois títulos – e muitos outros – também podem ser encontrados no catálogo da Crunchyroll na internet.

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  • Série

    Vazam fotos das gravações da série de super-heróis dos Titãs

    15 de abril de 2018 /

    Vazaram as primeiras imagens das gravações de “Titans”, série baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. E o visual é bem trash, estilo cosplay de anime. É possível imaginar que as cenas ganhem um tratamento visual na pós-produção, mas chama atenção a forma como os heróis são apresentados com cabelos coloridos – verde limão, azul marinho e rosa choque – , como num desenho animado. Mais impactante de todas, pela diferença radical em relação aos quadrinhos, a aparência de Estelar deve alimentar muita polêmica – não só debates geeks, mas também comentários racistas. Segundo o a sinopse da produção, a história gira em torno de Dick Grayson/Robin (Brenton Thwaites, de “Deuses do Egito”), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). É este quarteto que aparece nas fotos. Mas a lista de heróis que vão aparecer na série ainda inclui a dupla Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o grupo de heróis Patrulha do Destino, formado por Cliff Steele/Homem-Robô (Jake Michaels, visto num episódio de “Designated Survivor”), Larry Trainor/Homem-Negativo (Dwain Murphy, de “Star Trek: Discovery”) Rita Farr/Mulher-Elástica (April Bowlby, da série “Drop Dead Diva”) e Dr. Niles Calder/Chefe (Bruno Bichir, da série “Narcos”). “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. Desta vez, a produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. Ainda não há previsão para a estreia da série ou do lançamento do serviço de streaming.

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