Supergirl encontra a cidade perdida de Argo no trailer do próximo episódio
A rede CW divulgou o trailer e as fotos do próximo episódio de “Supergirl”, que promete uma reviravolta na série. A prévia mostra a descoberta da cidade de Argo, que sobreviveu à explosão do planeta Krypton e vaga como um meteoro perdida no espaço. Não só isso. Ao entrar no local, Kara (Melissa Benoist) descobre que sua mãe, Alura Zor-El (Erica Durance), está entre os sobreviventes. A trama é uma curiosa variação da história clássica da origem de Supergirl. Nos quadrinhos originais, Zor-El, o pai de Kara e tio de Kal-El (o Superman), conseguira proteger a cidade de Argo com um campo gravitacional e assim evitou a sua destruição durante a explosão de Krypton. Entretanto, a cidade ficou vagando no espaço por mais de uma década, até que uma chuva de asteroides rompeu seu domo protetor, expondo a população à radiação ao seu redor. O resultado é apocalíptico, pois o pedaço do planeta que sustenta a cidade virou o maior depósito de kryptonita do universo, letal para todos os habitantes do lugar. Diante do novo desastre, Zor-El e Alura utilizam o único foguete que lhes resta para salvar Kara, enviando-a para a Terra. Como a série vai usar Argo fora da cronologia, será interessante observar se a tragédia vai se repetir ou se a cidade ocupará o lugar de Kandor na mitologia dos heróis kryptonianos. Kandor foi outra cidade que sobreviveu à destruição de Krypton, graças a uma maldade do supervilão Brainiac, que a encolheu junto com todos os seus sobreviventes e a levou consigo para o espaço. Décadas depois, Superman a recuperou e a manteve sob sua proteção na Fortaleza da Solidão, até eventualmente trazer seus habitantes de volta ao tamanho normal e ajudá-los a colonizar outro planeta. As duas cidades acabaram sendo combinadas nos reboots mais recentes. Após “Crise nas Infinitas Terras”, Argo foi encontrada por Brainiac no espaço e incorporada a Kandor em sua coleção de miniaturas, fazendo com que Alura não só sobrevivesse como se tornasse líder dos kryptonianos remanescentes. Supergirl vai encontrar Argo no episódio “Dark Side of the Moon”, que vai ao ar na segunda-feira (28/5) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Amazon salva The Expanse do cancelamento com anúncio da 4ª temporada
A série “The Expanse” sobreviveu ao cancelamento no canal pago Syfy. A Amazon irá produzir sua 4ª temporada, continuando sua trama épica e ambiciosa em streaming. O anúncio foi feito por ninguém menos que Jeff Bezos, o multibilionário que criou a Amazon, durante um evento da National Space Society (Sociedade Espacial dos Estados Unidos) com participação de integrantes do elenco da série. “Eu estava conversando com o elenco há meia hora, antes do intervalo para o jantar. Eu estava dizendo a eles que estávamos trabalhando duro na Amazon para salvar ‘The Expanse’, mas ainda não estava feito. Dez minutos atrás, fui avisado que ‘The Expanse’ estava salvo ”, disse Bezos sob uma explosão efusiva de aplausos. “A série é extraordinária e esses caras são incrivelmente talentosos”, acrescentou, apontando para a mesa em que se encontrava o elenco. O ator canadense Cas Anvar, que interpreta o piloto marciano Alex Kamal, gravou o pronunciamento e o postou em seu Twitter. Veja abaixo a festa realizada diante da notícia, especialmente entre os atores. A série tinha sido cancelada ao atingir seu melhor momento. A 3ª temporada de “The Expanse” está com 100% de aprovação da crítica, na média do site Rotten Tomatoes. Entretanto, vinha registrando baixa audiência, com 570 mil telespectadores por episódio e média de 0,18 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). O que não correspondia ao investimento, já que era considerada a atração mais cara do SyFy, graças a efeitos visuais cinematográficos. Mas “The Expanse” não é apenas visualmente deslumbrante. Seu universo, com inúmeros personagens e diferentes alianças, foi construído de forma paciente e complexa, como apenas a literatura costuma realizar – por isso, era considerada um “Game of Thrones” espacial. Não por acaso, a atração é baseada numa franquia literária: “Leviathan Wakes”, escrita por James S.A. Corey. E embora os episódios atuais pareçam apontar para a resolução da trama, eles adaptam apenas o segundo volume de um total de seis livros. Tanto que os diretores da produtora Alcon Entertainment foram buscar um novo canal/plataforma para continuar a história. A ironia do contrato com a Amazon é que a série é distribuída internacionalmente pela Netflix. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), a série se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. A situação é agravada pelo ataque a uma nave espacial terrestre, falsamente creditado à Marte, e por um teste com arma biológica num asteroide habitado, ecoando uma conspiração interplanetária que pretende conduzir a uma guerra entre mundos. O elenco multinacional é encabeçado por Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Jared Harris (série “Mad Men”), Frankie Adams (do vindouro “Máquinas Mortais”) e Chad Coleman (série “The Walking Dead”). Além deles, a 3ª temporada ainda acrescentou a Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”). Os episódios inéditos da série passarão a ser disponibilizados na Amazon em 2019. Enquanto isso, ainda há metade da temporada atual para ser exibida no canal Syfy. I'll just let him say it…#TheExpanse#RocinanteIsSafe#BreakingNews Thank you @JeffBezos pic.twitter.com/wxHN31zgJs — Cas Anvar (@Casanvar) May 26, 2018
2ª temporada de Cobra Kai terá volta de vilão clássico de Karatê Kid
A 2ª temporada de “Cobra Kai”, série do Youtube Red que continua a história dos personagens de “Karatê Kid”, 30 anos depois dos acontecimentos do filme original, marcará o retorno de um dos maiores vilões da franquia: o mestre John Kreese, interpretado pelo ator original, Martin Kove. Depois de uma participação especial na 1ª temporada, Kreese terá um papel recorrente no segundo ano da produção, que será exibido em 2019. No filme de 1984, Keese era o mestre responsável pela academia Cobra Kai. Ele treinou diversos alunos, entre eles o valentão Johnny Lawrence (William Zabka), que é o protagonista da série e ainda não superou sua derrota por Daniel LaRusso (Ralph Macchio) na final do campeonato de caratê. Trinta anos depois, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto Lawrence tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel. Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). A série estreou no começo do mês no YouTube Red, serviço de streaming pago do portal de vídeos, com um total de 10 episódios de 30 minutos. Os dois primeiros podem ser assistidos gratuitamente, enquanto os seguintes custam R$ 3,90 cada. Todos os episódios têm legendas em português. Já a 2ª temporada vai começar a ser gravada no outono (entre setembro e novembro) para um lançamento em 2019.
Veja uma cena da 2ª temporada de Luke Cage que cita Game of Thrones
A Netflix divulgou uma cena da 2ª temporada de “Luke Cage”. A prévia traz o herói vivido por Mike Coulter caminhando pelas ruas do Harlem, enquanto a população reclama que ele não toma providências para resolver os problemas do bairro. Vendo que Cage não se impõe, um rapaz brinca que, se tivesse os poderes dele, fazia “drakaris” e mandava fogo em cima de todo mundo – numa referência a “Game of Thrones”, que faz o protagonista pausar de descrença. A 2ª temporada de “Luke Cage” estreia em 22 de junho.
Natalie Dormer vai estrelar minissérie sobre a vida da atriz Vivien Leigh
Natalie Dormer (a Margaery Tyrell da série “Game of Thrones”) vai interpretar uma das atrizes mais icônicas de Hollywood, Vivien Leigh, numa nova minissérie. Dormer vai estrelar e produzir a atração, que contará a história da lendária atriz de “…E o Vento Levou” (1939). Ainda sem título ou previsão de estreia, o projeto vai se basear no livro “Vivien Leigh: An Intimate Portrait”, de Kendra Bean, mas pretende oferecer uma narrativa diferenciada das tradicionais histórias biográficas, ao focar em um filme importante de Leigh por episódio. Além de “…E o Vento Levou”, a atriz estrelou muitos outros clássicos, como “A Ponte de Waterloo” (1940), “Lady Hamilton, a Divina Dama” (1941), “Anna Karenina” (1948), “Uma Rua Chamada Pecado” (1951), “O Profundo Mar Azul” (1955), “Em Roma na Primavera” (1961) e “A Nau dos Insensatos” (1965). Mas apesar de famosíssima e estrela de filmes magníficos, ela teve uma filmografia consideravelmente curta. Isto porque enfrentou problemas psicológicos, o machismo da indústria e romances conturbados – sem esquecer o casamento com Laurence Olivier – para se firmar como uma das maiores atrizes de sua geração e vencer dois Oscars. A produtora FremantleMedia será responsável pelo desenvolvimento da atração, que será escrita pelo roteirista Stewart Harcourt, responsável por várias adaptações de Agatha Christie para a TV britânica.
Deadly Class: Série dos diretores de Vingadores ganha primeiro vídeo
O canal pago americano SyFy divulgou a primeira prévia de “Deadly Class”, nova série que adapta quadrinhos. A produção é de ninguém menos que os irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Guerra Infinita”, que comentam a adaptação no vídeo, acompanhados pelo criador dos personagens, Rick Remender, que assina o roteiro do piloto da atração. Publicada pela Image Comics, “Deadly Class” acompanha os alunos de uma escola de Ensino Médio para assassinos em 1987, que é apresentada rapidamente entre os comentários dos executivos. O elenco teen inclui Lana Condor (a Jubileu de “X-Men: Apocalipse”), Liam James (“O Verão da Minha Vida”), Taylor Hickson (“Deadpool”), Benjamin Wadsworth (visto num episódio de “Teen Wolf”), Luke Tennie (“Shock and Awe”), Michel Duval (série “Queen of the South”) e a cantora venezuelana María Gabriela de Faría (“Eu Sou Franky”). Já os adultos destacam Benedict Wong (o Wong de “Doutor Estranho”), Erica Cerra (“Power Rangers”), Ryan Robbins (“Warcraft”) e o roqueiro Henry Rollins (série “Z Nation”). A direção do piloto aprovado foi realizada pelo cineasta Lee Toland Krieger (de “A Incrível História de Adaline”). A série passada ainda não tem previsão de estreia, mas marca uma tendência recente na SyFy, que tem investido em atrações baseadas em quadrinhos – como “Krypton” e “Happy!”, duas de suas mais recentes produções.
Emilia Clarke revela já ter gravado a cena final de Daenerys em Game of Thrones
A 8ª e última temporada de “Game of Thrones” ainda está longe da encerrar sua produção, mas a atriz Emilia Clarke revelou, numa entrevista à revista Vanity Fair, que já gravou as cenas finais de Daenerys Targeryen na série. Sem adiantar spoilers, ela acabou transmitindo um certo ar de melancolia ao comentar o final de sua personagem. “(A cena) me ferrou”, disse ela. “Saber que esse será o sabor final que Daenerys deixará na boca das pessoas…” A declaração deixou muitos fãs aflitos, que ainda ligaram o fato de a atriz fazer sua cena final nesta altura da produção como sinal de morte da Mãe dos Dragões. Entretanto, as gravações não seguem a ordem dos episódios e as cenas que restam a ser produzidas ainda devem envolver a atriz. O que significa que Daenerys pode chegar viva ao final da série. Ainda sem data de estreia prevista, “Game of Thrones” só vai voltar em 2019 no canal pago HBO. Suspense.
Episódios “bônus” de Lucifer ganham 12 fotos inéditas
A Fox divulgou 12 fotos dos dois episódios inéditos de “Lucifer”, anteriormente gravados para a 4ª temporada, que serão exibidos como bônus da série. O produtor Joe Henderson chegou a descrevê-los como dois dos melhores episódios já feitos para a série e temia que o cancelamento os deixasse no limbo. Como a série não terá 4ª temporada, a Fox resolveu aproveitar os episódios prontos para exibi-los como um especial de duas horas. São episódios com histórias completas, que não seriam exibidos no começo da temporada, caso ela tivesse sido confirmada. Portanto, não abordam o cliffhanger do último episódio. De todo modo, ambos trazem participações curiosas e um deles serve até como um encerramento espetacular para a série. O primeiro, chamado de “Boo Normal”, acompanha Lúcifer (Tom Ellis) e sua equipe investigando o assassinado de uma pediatra, e conta com participação de Charlyne Yi, atriz da série “House”, como uma amiga de Ella (Aimee Garcia), que pode ser uma fantasma. Já o segundo, batizado de “Once Upon a Time”, mostrará uma dimensão alternativa criada pela mãe de Lúcifer (Tricia Helfer) onde o anjo caído nunca conheceu Chloe (Lauren German) mas tem livre arbítrio. A grande curiosidade deste episódio é que ele é “narrado” por Deus, que por sua vez é dublado pelo escritor Neil Gaiman – o próprio criador de Lúcifer nas páginas de “Sandman”, publicação de quadrinhos da Vertigo. Este episódio ainda tem a curiosidade de se aproximar de uma história dos quadrinhos originais, algo que raramente a série realizou. Justamente no arco final de sua revista própria, Lucifer criou um mundo alternativo, para provar que seria capaz de realizar algo melhor que Deus. Os episódios adicionais serão exibidos juntos, na próxima segunda (28/5) nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de estreia para esta “coda” no Brasil. O canal pago Universal começou a exibir a 3ª e última temporada de “Lucifer” no país em 16 de maio.
Série de comédia Baskets é renovada para a 4ª temporada
O canal pago americano FX renovou a série “Baskets”, do comediante Zach Galifianakis (“Se Beber Não Case”), para sua 4ª temporada. Em comunicado, o co-presidente de programação original do canal, Eric Schrier, ainda elogiou a equipe de produção. “‘Baskets’ continua a empolgar graças à equipe criativa dos sonhos liderada por Jonathan Krisel e Zach Galifianakis, e não poderíamos estar mais felizes em encomendar uma 4ª temporada para ser exibida no próximo ano. Cada temporada nos aproxima da família Baskets e sua busca pela vida, amor e glória de palhaçadas. Nossos agradecimentos aos produtores e ao elenco por fazer de Baskets uma alegria tão grande de se ver.” Criada pelos comediantes Zach Galifianakis (trilogia “Se Beber, Não Case!”) e Louis C.K. (série “Louie”) e o diretor-roteirista Jonathan Krisel (série “Portlandia”), “Baskets” marcou a volta de Galifianakis à TV após o cancelamento de “Bored to Death” em 2011, na qual era coadjuvante. A série correu risco de sair do ar devido ao envolvimento de Louis C.K. em sua produção. Após ser acusado de assédio e assumir o comportamento, o produtor perdeu vários contratos. De todas as suas produções, especiais, filmes, pilotos, séries e projetos encaminhados, apenas “Better Things” e agora “Baskets” vão continuar em frente, mas sem seu envolvimento. Galifianakis estrela a série como os gêmeos Chip e Dale Baskets, mas o grande destaque do elenco é o veterano ator Louie Anderson, que vive sua mãe, Christine Baskets, papel que lhe rendeu um prêmio Emmy em 2016. Na trama, a família tenta manter viva a tradição circense dos palhaços, nem que seja em rodeios.
Série médica Code Black é cancelada na 3ª temporada
A rede americana CBS cancelou a série médica “Code Black”. O anúncio foi feito pelo criador do programa, Michael Seitzman, através de uma publicação no Twitter. Seitzman agradeceu aos fãs e disse que teve grande satisfação em realizar “Code Black”, avisando ainda que os melhores episódios da série ainda não foram exibidos na temporada. “Esperamos que os vejam e gostem deles. Nós os fizemos para vocês”, concluiu. “Code Black” está atualmente na metade de sua 3ª e agora última temporada. Nos anos anteriores, a continuidade da série sempre foi definida na última hora, flertando desde o início com o cancelamento. A 2ª temporada perdeu 1,2 milhões de telespectadores na média geral, mas ainda estava no limite da linha de corte do canal, que é a mais alta dentre todas as redes americanas. Com a perda de mais 700 mil nos primeiros episódios do novo ano, a decisão foi tomada. Criada por Michael Seitzman (criador da série “Intelligence” e roteirista de “Terra Fria”), “Code Black” evocava o clássico “Plantão Médico/E.R.”, ao girar em torno de um pronto socorro lotado, onde os plantonistas, além de tratar dos pacientes, precisam lidar com o caos da saúde pública americana. Baseada no documentário homônimo dirigido por Ryan McGarry, a série se passa no LA County Hospital, que tem o pronto socorro mais movimentado dos EUA. Lá, uma nova turma de estudantes chega com idealismo e encontra um sistema quebrado. O nome “Code Black” é um código hospitalar usado quando o número de pacientes é tão grande que a equipe fica totalmente sobrecarregada, sem condições de tratar a todos, o que compromete o atendimento, podendo levar até à morte dos doentes. Na tentativa de levantar sua audiência, a atração sofreu algumas alterações criativas desde a estreia, chegando a mudar parte de seu elenco, com destaque para a chegada de um médico militar vivido por Rob Lowe (série “The Grinder”). Segundo os produtores, a série foi concebida para introduzir novos personagens a cada temporada, tal qual ocorre na vida real de um hospital, em que residentes se formam, médicos e enfermeiras mudam de emprego e seguem em frente com suas vidas, dando lugar a outros profissionais. O elenco também inclui Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Luiz Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”), Boris Kodjoe (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Lindsey McKeon (série “Supernatural”), Ben Hollingsworth (série “Cult”), Melanie Chandra (série “The Nine Lives of Chloe King”), Harry Ford (“Mais Forte Que Bombas “), William Allen Young (série “Moesha”), Angela Relucio (série “Six”) e Jillian Murray (“Cabana do Inferno 3”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony. Dear #CodeBlack fans, the sad news came today that we were cancelled. It's been a true joy to make this show and watch your response every week. Thank you for all of your passion. Truly, our best episodes have yet to air. We hope you'll watch and enjoy them. We made them for you. — Michael Seitzman (@michaelseitzman) May 24, 2018
Jeffrey Tambor é acusado de assédio verbal e intimidação no set de Arrested Development
Após ser demitido por assédio sexual em “Transparent”, Jeffrey Tambor está às voltas com nova polêmica, desta vez em “Arrested Development”. A atriz Jessica Walker, que interpreta sua esposa na série da Netflix, acusou-o de assédio verbal e intimidação psicológica durante as gravações da nova temporada da atração. A situação criou uma saia justa e dividiu o elenco, e após tentar minimizar o clima dos bastidores, os atores Jason Bateman e Tony Hale foram às redes sociais pedir desculpas para a atriz e lamentar seus próprios comportamentos diante das acusações. A acusação veio à tona durante uma entrevista do elenco de “Arrested Development” para o jornal The New York Times, realizada como contraponto a uma reportagem da revista The Hollywood Reporter que retratava o ator como injustiçado em “Transparent”. Questionados sobre o comportamento do ator em sua série, Jessica Walter admitiu ter tido um problema sério, após ter sido assediada “verbalmente” durante as gravações numa série de “explosões” do ator. “Em quase 60 anos de trabalho, nunca tive ninguém que gritasse comigo daquele jeito em um set. E é difícil lidar com isso”, disse Walter. Bateman defendeu Tambor durante a discussão, dizendo que o comportamento explosivo era “parte de seu processo”, mas Walter discordou. Tony Hale também tentou jogar panos quentes na roupa suja lavada diante da imprensa, ao observar que “todos nós temos nossos momentos”. Mas Walter não aceitou a explicação masculina (“mansplaning”, como brilhantemente taxaram as feministas): “Não é assim. Aquilo foi ruim demais”. Foi então que Bateman insistiu em sua versão de “mansplaning”. Sutilmente qualificando sua colega como chorona, disse que era comum trabalhar com pessoas “difíceis” e que ele tinha queixas “zero”. “Mais uma vez, não quero menosprezar ou desculpar ou qualquer outra coisa, mas na indústria do entretenimento é incrivelmente comum ter pessoas que, entre aspas, são ‘difíceis’. E quando você está em uma posição privilegiada para contratar pessoas, ou tem uma influência em quem é contratado, você faz ligações telefônicas. E você diz: ‘Ei, então eu ouvi X sobre a pessoa Y; me fale sobre isso’. E o que você aprende é o contexto, e você aprende sobre o caráter e aprende sobre hábitos de trabalho, ética no trabalho e começa a entender, porque é um processo muito amorfo, esse tipo de trabalho ferrado que fazemos, você sabe, vida falsa. É uma coisa estranha, e é um terreno fértil para o comportamento atípico, e certas pessoas têm certos processos”. A atriz mais jovem do elenco, Alia Shawkat, que também co-estrelou “Transparent” com Tambor e que já havia apoiado publicamente “as vozes das vítimas”, contrapôs suas colegas masculinos. “Mas isso não significa que seja aceitável. E o ponto é que as coisas estão mudando e as pessoas precisam se respeitar de forma diferente”. Depois da entrevista, as redes sociais lotaram de críticas à defesa de Bateman do comportamento condenável de Tambor. Isto levou o ator a refletir e mudar de tom, assumindo-se “incrivelmente envergonhado” e afirmando lamentar profundamente ter subestimado os sentimentos de sua colega Jessica Walter. “Eu pareço que acho aceitável alguém gritar no ambiente de trabalho. Mas não acho. Parece que estou desculpando Jeffrey. Eu não estou. Parece que eu sou insensível a Jessica, mas eu não sou”, ele escreveu no Twitter. “Eu percebi horrorizado que não tinha noção de como aquele incidente a afetou. Eu estava tão determinado a deixar Jeffrey saber que ele contava com nosso apoio, que subestimei os sentimentos da vítima, outra pessoa que amo muito, e ela estava sentada ao meu lado”. Ele continou: “Este é um grande momento de aprendizado para mim. Eu não deveria ter tentado dar uma explicação masculina ou consertar uma briga, ou fazer tudo ficar bem. Eu deveria ter me focado no que é mais importante. Nunca há qualquer desculpa para abuso, de qualquer forma, de qualquer gênero. E a voz da vítima precisa ser ouvida e respeitada. Ponto.” Tony Hale também foi ao Twitter pedir desculpas por seus comentários e dizer que procurou pessoalmente Walter após a entrevista. “‘Arrested Development’ é uma das minhas famílias”, escreveu Hale. “Independentemente das minhas intenções, está claro que minhas palavras, tanto ditas quanto não ditas, serviram para minimizar a dor de Jessica e por isso lamento muito.” Tambor foi demitido de “Transparent”, série mais premiada da Amazon, no início deste ano depois que sua ex-assistente Van Barnes e sua colega Trace Lysette, ambas transexuais, o acusaram de assédio sexual e agressão. A 5ª temporada de “Arrested Development” estreia na próxima terça (29/5) na Netflix.
Nova série animada do criador dos Simpsons ganha primeiras imagens
A Netflix divulgou as quatro primeiras imagens e a data de estreia de “Disenchantment” (desencantamento), nova série animada de Matt Groening, o criador de “Os Simpsons”. Esta é a primeira produção de Groening em quase duas décadas, desde o lançamento de “Futurama” em 1999. A história é uma fantasia animada para adultos, que se passa em um lugar mágico chamado Dreamland, descrito como “um reino medieval em ruínas”. A trama acompanhará a vida de uma princesa alcoólatra chamada Bean, ao lado do amigo Elfo e de um demônio chamado Luci. Ao longo de sua jornada épica, o trio vai se deparar com ogros, trolls, e humanos. O personagens serão dublados em inglês por Abbi Jacobson (série “Broad City”), Nat Faxon (“Friends from College”) e Eric Andre (série “2 Broke Girls”). Em recente declaração, Groening descreveu “Disenchantment” como um show “sobre vida e morte, amor e sexo, e como continuar rindo em um mundo cheio de sofrimento e idiotas, apesar do que os anciãos, magos e outros idiotas lhe dizem”. A estreia está marcada para 17 de agosto.
Damon Lindelof anuncia atores de Watchmen e promete série diferente dos quadrinhos
O roteirista-produtor Damon Lindelof anunciou nas redes sociais os primeiros atores da série baseada em “Watchmen”, quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons que marcaram a história da DC Comics por ocasião de sua publicação em 1986. O elenco inclui Regina King (série “American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (série “Extant”), Andrew Howard (série “Bates Motel”) e Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”). Seus personagens não foram divulgados, mas chama atenção a idade avançada dos escolhidos. À exceção da australiana Adelaide Clemens, de 29 anos, trata-se de uma relação de atores de meia ou terceira idade – que vai dos 47 de Regina King aos 82 de Louis Gossett Jr. Regina, inclusive, foi apontada como protagonista. Caso a série decidisse ser fiel aos quadrinhos, poderia-se imaginar que a lista inclui intérpretes dos Minutemen, o grupo de heróis veteranos dos anos 1940. Mas o criador da atração também usou as redes sociais para dizer que a série não será fiel. Num longo post, de cinco páginas de papel ofício, ele decidiu explicar o que pretende com a produção, mas a seu modo, sem explicar absolutamente nada. Num texto similar a seus roteiros, escreveu uma porção de generalizações que apontam um fio de ideia, embrulhada em intenções tão misteriosas quanto as tramas de “Lost” e “The Leftovers”, de sua autoria – e que não foram totalmente esclarecidas até hoje. “Não temos a intenção de ‘adaptar’ as doze edições que os senhores Moore e Gibbons criaram 30 anos atrás”, escreveu Lindelof, em suma. “Essas edições são terreno sagrado e não serão retrabalhadas, nem recriadas, nem reproduzidas e nem reiniciadas.” Os personagens serão, inclusive, inéditos. Mas, então, porque a série não se chama Chicomen ou Chicawomen? Ele introduz o tema, justificando o uso de “Watchmen”. Aprofunda, sem sair da superfície, a relação com o material original. “Os doze volumes originais são como o nosso Velho Testamento. Quando o Novo Testamento chegou, não anulou o que veio antes. Criação. O Jardim do Éden. Abraão e Isaac. O Dilúvio. Tudo isso aconteceu – e assim será com ‘Watchmen’. O Comediante morreu. Dan e Laurie se apaixonaram. Ozymandias salvou o mundo e o Dr. Manhattan o deixou após explodir Rorschach em pedaços no frio gélido da Antártica”, escreveu. Ou seja, a série será uma continuação dos quadrinhos e, portanto, também do filme feito por Zack Snyder em 2009. Certo? Só que não. “Também não estamos fazendo uma ‘continuação’. A história será ambientada no mundo que seus criadores construíram com tanto sofrimento… mas na tradição do trabalho que os inspirou, a nova história deve ser original. Tem que vibrar na imprevisibilidade de suas próprias placas tectônicas. Deve fazer novos questionamentos e explorar o mundo com novas perspectivas. Mais importante, deve ser contemporânea”. Ou seja, não é uma continuação, mas é uma história original contemporânea passada após os eventos dos quadrinhos. Em outras palavras, a definição básica do que é uma “continuação” – o que demonstra que seu texto faz tanto sentido quanto o final de “Lost”. A palavra “contemporânea”, entretanto, preocupa. Seria uma trama ambientada no século 21? Os quadrinhos publicados nos anos 1980 abordavam a história alternativa do mundo, após a vitória dos Estados Unidos na guerra do Vietnã. O filme manteve a cronologia. E a série? Será que a ideia é exibir uma nova geração de heróis, após o que houve nos anos 1980? Ou transportar a história dos Minutemen para os anos 1980 e mostrar a trama original dos Watchmen nos dias de hoje? “Alguns dos personagens serão desconhecidos”, escreveu Lindelof, sugerindo a primeira hipótese. “Novas caras. Novas máscaras para cobri-las”. Ao final, ele sugere que a trama pode realmente se passar nos dias atuais, mas conter flashbacks para o passado, provavelmente para os anos 1980, por meio de personagens familiares. “Nós também queremos revisitar o século passado de aventuras mascaradas por meio de um surpreendente, ainda que familiar, par de olhares… e é aqui que vamos assumir nossos maiores riscos.” Pelo texto, Lindelof parece surgir que sua abordagem de “Watchmen” é análoga ao que fez Alan Moore, posicionando a trama no presente e trazendo flashes da história passada. No caso de Moore, o passado era representado pelos Minutemen dos anos 1940. No caso de Lindelof, o passado pode ser os Watchmen dos anos 1980. Caso seja realmente isso, não deixa de ser uma forma criativa de lidar com a franquia, capaz de combinar reverência com evolução. Vale reparar, ainda, que o elenco contém dois atores negros. Nos quadrinhos e nos filmes, todos os personagens centrais são brancos. Uma mudança étnica seria uma forma de entender a frase que inclui a palavra “surpreendente” no contexto da familiaridade de um par de olhares supostamente conhecido, cuja escalação pode representar os riscos aludidos. No fim do texto, Lindelof se dirige diretamente aos fãs: “Eu me importo profundamente com o que você pensa. (…) Então, espero que essa não seja a nossa última conversa, queridos fãs. Afinal de contas, é apenas um piloto e é melhor não nos precipitarmos”. Veja a íntegra abaixo, além do post com os integrantes do elenco. Day 140. Uma publicação compartilhada por Damon (@damonlindelof) em 22 de Mai, 2018 às 11:00 PDT New faces. New masks to cover them. And more to come… Uma publicação compartilhada por Damon (@damonlindelof) em 23 de Mai, 2018 às 1:33 PDT












