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Série

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Série

Yellowjackets mostra resgate e fantasmas do passado no trailer da última temporada

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Série

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Filme

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6 de novembro de 2026
  • Série

    Pernalonga, Patolino e a turma dos Looney Tunes ganharão nova série de curtas animados

    11 de junho de 2018 /

    A Warner Bros Animation anunciou a produção de uma nova série de curtas animados da icônica franquia “Looney Tunes”, que conta com personagens como Pernalonga, Patolino, Papa-Léguas e Frajola. Em comunicado, o estúdio revelou ter encomendado vários curtas de 1 a 6 minutos para diversos artistas, que teriam permissão para imprimir estilo próprio em cada desenho. O plano é produzir mil minutos de animações a cada temporada e disponibilizar o conteúdo em múltiplas plataformas, incluindo digital e televisão. A série será produzida pela Warner Bros Animation e contará com o elenco de vozes veteranas do Looney Tunes, incluindo Eric Bauza, Jeff Bergman e Bob Bergen. A produção executiva está a cargo de Sam Register, presidente da Warner Bros Animation e da Warner Digital Series.

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  • Série

    Netflix encomenda série sobre deuses gregos da criadora de The End of The F***ing World

    11 de junho de 2018 /

    A Netflix encomendou a produção de “Kaos”, uma série sobre a mitologia grega criada pela atriz e roteirista inglesa Charlie Covell, que desenvolveu a atração de comédia “The End of The F***ing World”. “Kaos” também será uma comédia. A descrição oficial explica que o programa será uma releitura sombria, cômica e contemporânea da mitologia grega, explorando temas de política de gênero, poder e vida no mundo dos mortos. A série recebeu encomenda de 10 episódios e deve começar, a seguir, a definir seu elenco e equipe técnica.

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  • Série

    Netflix encomenda série sobre viagem a Marte do diretor de Planeta dos Macacos

    11 de junho de 2018 /

    A Netflix encomendou a série sci-fi “Away” sobre a conquista de Marte, com produção do cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”). Criada por Andrew Hinderaker (roteirista de “Penny Dreadful”), a série é descrita como uma história de amor épica e um conto emocionante de sobrevivência tendo como pano de fundo o maior esforço da humanidade – a primeira missão humana a Marte. A trama acompanha Emma Green, uma astronauta americana que deve deixar o marido e a filha adolescente para comandar uma tripulação espacial internacional, que viajará pelo espaço durante um ano, rumo a Marte. A 1ª temporada terá 10 episódios. A próxima etapa será definir o elenco e a equipe técnica para marcar o começo das gravações. Além de Reeves e Hideraker, já está determinado que “Away” terá roteiros e produção de Jason Katims (das séries “Friday Night Lights” e “Parenthood”). Hideraker trabalhou como redator em duas das séries mais recentes de Katims, “Pure Genius” e “The Path”.

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  • Série

    Diretora da Amazon revela negociações para salvar Lucifer e bastidores do resgate de The Expanse

    11 de junho de 2018 /

    Após salvar “The Expanse” do cancelamento, a Amazon pode resgatar outra série do abismo. A nova chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke revelou que há conversas avançadas sobre “Lucifer” no serviço de streaming. “Nós estamos falando sobre ‘Lucifer'”, disse Salke durante uma entrevista para o site Deadline, realizada na quinta-feira passada, mas só publicada nesta segunda (11/6). “Eu sei que a divisão internacional, especialmente o grupo do Reino Unido, é bastante determinada sobre essa série. Eu ainda não chequei como está isso hoje (quinta-feira), mas ouvi conversas sobre isso ontem.” A revelação coincide com o que afirmou a atriz Lauren German, intérprete da detetive Chloe Decker na série, durante sua participação na Comic Con da Austrália no fim de semana. “Há uma chance de que um serviço de streaming possa nos resgatar, mas isso terá que acontecer até 16 de junho”, ela afirmou, explicando a razão do prazo. “Contratualmente, nós não podemos fazer testes para outros papéis até 16 de junho e, infelizmente, ficaremos livres depois disso. Então, estamos apenas rezando para que (o resgate da série) aconteça”, completou. Ou seja, uma notícia definitiva, seja ela positiva ou negativa, terá que ser anunciada até sábado (16/6). Este é o prazo final para um serviço de streaming salvar “Lucifer”. Os fãs da série, cancelada pela rede Fox, estão em campanha intensa nas redes sociais. Mas seus esforços não chegam perto do investimento feito pelos fãs de “The Expanse” para convencer a Amazon a salvar sua série favorita. Salke revelou que até aviões foram alugados para exibirem faixas de #SaveTheExpanse sobre o prédio da Amazon. “Havia aviões nos circulando, eu recebia bolos, havia um monte de coisas acontecendo”, ela revelou. Mas não foi isso que fez a Amazon optar por salvar a série. “Depois disso, pessoas realmente inteligentes, cujas opiniões eu realmente valorizo ​​criativamente, começaram a me procurar, dizendo ‘Você viu esse programa, ‘The Expanse’, é realmente ótimo’. Confesso que não conhecia, então me dediquei a assistir os episódios e fiquei impressionada, porque a série é realmente muito bem feita, e me questionando porque ninguém estava assistindo. Ao mesmo tempo, Jeff Bezos [o dono da Amazon] começou a receber e-mails de um monte de gente, de George R.R. Martin a líderes da indústria, como o fundador da Craigslist, dizendo como a série era boa: ‘Você tem que ver, você tem que comprá-la ou salvá-la'”. Ela contou que, a partir daí e com o aval de Bezos, foi fácil fazer o negócio. “Bezos mandou um e-mail: ‘Eu estou em um evento, um seminário espacial, onde estou olhando para o elenco de ‘The Expanse’ aqui. E eu gostaria de ir até lá e anunciar o resgate da série. Posso, posso?’. Eu fui verificar com o departamento de negócios e disse que ele poderia fazer isso. Foi muito divertido assisti-lo no Twitter ao vivo”, quando o dono a Amazon fez o anúncio do salvamento da série, diante do elenco e sob uma explosão de entusiasmo. Veja o vídeo abaixo. “Ele é um grande fã, e foi divertido poder apoiar isso, não apenas para ele, mas para todas as pessoas que realmente amam essa série. Muitas pessoas realmente inteligentes disseram que amavam o programa, e eu realmente gostei quando o assisti”, concluiu. I'll just let him say it…#TheExpanse#RocinanteIsSafe#BreakingNews Thank you @JeffBezos pic.twitter.com/wxHN31zgJs — Cas Anvar (@Casanvar) May 26, 2018

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  • Série

    2ª temporada de GLOW ganha trailer legendado e fotos

    11 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado e 11 fotos da 2ª temporada de “GLOW”, série de lutas-livres femininas passada nos anos 1980. A prévia praticamente resume a temporada, mostrando a ascensão, a queda e o recomeço da trajetória do programa das protagonistas. Para quem não lembra, “G.L.O.W.” foi o nome de um programa de verdade, que mostrava lutas entre atrizes iniciantes, modelos, dançarinas e dublês que tinham o sonho de entrar no mercado de entretenimento. A sigla significa Gorgeous Ladies of Wrestling (as deslumbrantes senhoras da luta livre) e uma das empresárias envolvidas era a mãe do ator Sylverster Stallone. No Brasil, o programa foi exibido no SBT com o título de “Luta Livre de Mulheres”. A série gira em torno de uma atriz desempregada (Alison Brie), que agarra a última oportunidade de alcançar o estrelato no projeto do programa de luta livre feminina, idealizado por um produtor inexperiente e comandado por um diretor de filmes trash. Ao ingressar na equipe, ela encontra personagens caricatas da época — de cabeleiras volumosas e maiôs de luta coloridos –, com quem passa a conviver e a lutar por 15 minutos de glória num “esporte” até então dominado por homens. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série também traz em seu elenco Betty Gilpin (“Master of Sex”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Marc Maron (“Quase Famosos”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. Embora a Netflix não divulgue dados de audiência, das novas séries de comédia lançadas pela plataforma em 2017, “GLOW” foi a que mais repercutiu em citações na mídia e nas redes sociais. A 2ª temporada estreia em 29 de junho.

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  • Filme

    Tony Danza é pai do cantor Josh Groban em fotos e teaser de nova série de comédia da Netflix

    11 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o teaser legendado e as fotos da nova série de comédia policial “The Good Cop”, que teve o título aleatoriamente traduzido para “Caso de Polícia” no Brasil e ganhou data de estreia. “The Good Cop/Caso de Polícia” traz o veterano ator Tony Danza (da sitcom clássica “Who’s the Boss?”) como Tony, um policial aposentado de Nova York que nunca seguiu as regras, e que atualmente mora com seu filho Tony Jr. (vivido pelo cantor Josh Groban em seu primeiro papel fixo numa série), um detetive da polícia de Nova York que faz questão de sempre seguir as regras. Logicamente, o pai não se conforma com a aposentadoria e faz questão de ser parceiro informal do filho, oferecendo conselhos excessivos, o tempo todo. O elenco ainda inclui Monica Barbaro (da série “Chicago Justice”), como uma detetive novata disposta a flexibilizar as regras para fazer o trabalho, e Isiah Whitlock Jr. (da série “The Mist/O Nevoeiro”), como um detetive veterano que conta os dias para a aposentadoria e não tem paciência nem tempo a perder com parceiros mais novos. A série foi desenvolvida por Andy Breckman, criador do sucesso “Monk”, mas é inspirada numa produção original israelense de 2015. A estreia está marcada para 21 de setembro na plataforma de streaming.

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  • Série

    Robin Wright é destaque nas primeiras fotos oficiais da temporada final de House of Cards

    11 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos oficiais da 6ª temporada de “House of Cards”, que não contará com a presença de Kevin Spacey, demitido em novembro. Como destacam as imagens, feitas nos bastidores da produção, o protagonismo passou para as mãos de Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Graças à suspensão das gravações, causada pelas denúncias de assédio contra Spacey, a estreia ainda não teve sua data confirmada. Kevin Spacey caiu em desgraça após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações, que incluem o sumiço do personagem vivido por Spacey, o Presidente Francis Underwood. Ele não reaparecerá na série para mostrar sua saída de cena. A Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, que já tinha sido filmado e era estrelado por ele.

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  • Filme

    Maioria esmagadora das críticas de cinema dos EUA são feitas por homens brancos

    11 de junho de 2018 /

    Uma pesquisa da USC (Universidade do Sul da Califórnia) revelou que a proposta de maior inclusão nas telas de cinema e da televisão não chegou até as pessoas que escrevem as críticas daquilo que o público assiste. Ao traçar um perfil das pessoas identificadas pelo site Rotten Tomatoes como responsáveis pelas críticas dos 100 filmes de maior bilheteria de 2017, o relatório, batizado de “Critic’s Choice?”, apontou que, das 19.559 resenhas, 77,8% foram escritas por homens e 82% foram escritas por críticos brancos. Os homens brancos escreveram 63,9% das avaliações. O segundo maior grupo foi formado por mulheres brancas, com 18,1% do total. Bem atrás, ficaram as críticas de homens “de cor” (13,8%) e mulheres “de cor” (4,1%). O termo “of color” consta na pesquisa e sugere cobrir todas as demais etnias, não apenas pessoas negras. “As equipes de relações públicas, marketing e distribuição dos estúdios têm a oportunidade de mudar isso rapidamente aumentando o acesso e as oportunidades dadas às mulheres de cor para realizarem críticas de filmes”, afirmou Stacy L. Smith, diretora e fundadora da Iniciativa de Inclusão de Annenberg, responsável pela pesquisa da USC, em comunicado. Um detalhe curioso identificado pela pesquisa é que até os filmes voltados para o público feminino tiveram mais críticas escritas por homens que por mulheres. Mas a diferença é ainda mais gritante quando a análise se volta para filmes desenvolvidos para os públicos afro-americano e latino. 80% deles foram criticados por brancos. Outros dados chamam atenção, como o fato de que 45% dos filmes de maior bilheteria do ano passado não tiveram nenhuma crítica escrita por mulheres “de cor”. Além disso, mais da metade dos filmes femininos ficaram sem críticas de mulheres. A razão para o predomínio das opiniões de homens brancos sobre cinema é simples. Além de formarem a maioria da crítica (54,2%), eles também escrevem mais (14,3 por ano). O segundo maior grupo, o das mulheres brancas (23%), assinou bem menos críticas (9,4 por ano) em relação até mesmo aos homens negros (14,8% do total e 11,1 críticas por ano). A conclusão do relatória é que não é apenas o conteúdo do cinema que é criado majoritariamente por homens brancos. A crítica desses filmes também parte do mesmo grupo étnico. “Vimos as ramificações de uma indústria na qual o conteúdo vendido para o público é criado e criticado por indivíduos que são principalmente homens brancos. Criar práticas de contratação inclusivas em todas as etapas do processo de filmagem e também de crítica é essencial para atender aos imperativos do negócio e garantir que vejamos perspectivas diferenciadas refletidas na sociedade”. Os autores do estudo pretendem aprofundar ainda mais a análise do trabalho dos críticos nos Estados Unidos, ao estudar como diferentes gêneros e etnias abordam os mesmos filmes e como o desempenho das bilheterias é afetado por conta disso.

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  • Etc

    Criador de House of Cards acusa Trump de traição e pede seu Impeachment

    11 de junho de 2018 /

    O criador da série “House of Cards”, Beau Willimon, que atualmente preside a divisão Leste do Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês), chamou o presidente Donald Trump de “traidor” no Twitter e conclamou o Congresso dos Estados Unidos a realizarem seu Impeachment. Os comentários foram feitos após Trump abandonar a reunião do G-7, que reuniu os países mais ricos do mundo em discussões sobre a economia no fim de semana no Canadá, após ser ameaçado de retaliação por criar tarifas sobre o aço e outros produtos da Europa e do próprio Canadá. Willimon twittou que “Trump estupidamente e perigosamente conseguiu alienar nossos maiores aliados. Eles agora encontram solidariedade em se opor a nós. Enquanto isso, ele menospreza o Canadá enquanto elogia a Coréia do Norte e a Rússia. As ditaduras são, por natureza, inimigas das pessoas. Trump está nos tornando um inimigo do mundo”. O roteirista, que é um crítico freqüente do presidente, foi além. “Até que o Congresso esteja disposto a usar seu poder constitucional para acabar com essa presidência devido à sua corrupção desenfreada e comportamento traiçoeiro, o dano continuará. Apenas ações, não declarações, podem pará-lo”. “Trump”, ele completou, “está provando ser o embaixador mais eficaz que a Rússia já enviou para Washington”. Trump has stupidly & dangerously succeeded in alienating our greatest allies. They now find solidarity in opposing us. Meanwhile he disparages Canada while praising North Korea & Russia. Dictatorships are, by nature, enemies of people. Trump is making us an enemy of the world. https://t.co/kO5KfTEPxP — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 Trump is proving to be the most effective ambassador Russia has ever sent to Washington. — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 Until the Congress is willing to use is constitutionally mandated power to end this presidency due to its rampant corruption and treasonous behavior, the damage will continue. Only actions, not statements, can stop it. https://t.co/ODNGhedjO5 — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 We can no longer chalk Trump’s foreign policy up to ignorance and incompetence. He is willfully attempting a realignment that binds us to like-minded anti-democratic dictatorships to the exclusion of our longest held and most valuable allies. — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018

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  • Etc

    Grupo que tentou sabotar Pantera Negra assume autoria de ataque contra Kelly Marie Tran, de Star Wars

    11 de junho de 2018 /

    Um grupo de “fãs” racistas que tentou sabotar o filme do “Pantera Negra” com notas negativas em sites como Rotten Tomatoes e IMDb diz ter sido responsável pelo bullying virtual cometido contra Kelly Marie Tran, primeira atriz de descendência asiática a interpretar uma personagem importante de “Star Wars”. O assédio foi tão agressivo que a levou a abandonar suas contas nas redes sociais. Em post publicado no fim de semana no Facebook, mas já removido, o grupo chamado Down With Disney’s Treatment of Franchises and His Fanboys acusou a presidente da Lucasfilm e produtora de “Star Wars”, Kathleen Kennedy, de adotar uma “agenda feminazi” que levou à “perversão” do “cânone” dos filmes, que apresentam caçadores de recompensas intergalácticos e seus amigos robôs falantes. O post, que foi fotografado antes da exclusão pelo site Screenrant, não expressa nenhum remorso por quaisquer ações. Em vez disso, comemora a saída de Tran da mídia social como uma vitória “gloriosa e sangrenta”. O objetivo do grupo seria fazer com que “Star Wars” abandone sua “diversidade forçada” para “trazer de volta o Herói Masculino Hetero Branco” que caracterizou a trilogia original. Para isso, pretende forçar a Disney, chamada de “corporação corrupta, a abandonar a franquia por meio de ações contínuas de pressão. Veja o post original abaixo. Em fevereiro, o grupo foi expulso do Facebook por criar um evento chamado “Give Black Panther a Rotten Audience Score” no Rotten Tomatoes, que visava fazer com que o filme do super-herói da Marvel tivesse uma nota de público negativa. Na época, a justificativa era que a Disney incentivava as críticas negativas para os filmes da DC, produzidos pelo estúdio rival Warner Bros. Em ambos os casos, os ataques buscam justificativas no universo dos fãs para incentivar outras pessoas a cometerem atos claramente racistas.

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  • Filme

    Matthew Vaughn planeja reboot de Kick-Ass e spin-offs de Kingsman

    11 de junho de 2018 /

    O diretor Matthew Vaughn planeja estabelecer seu próprio universo de quadrinhos na Fox. Na verdade, um universo derivado da Millarworld, baseado em criações de Mark Millar. O cineasta britânico revelou, em entrevista para a revista Empire, ter planos para um reboot de “Kick-Ass”, além de spin-offs e séries baseadas em “Kingsman”. Vaughn dirigiu os filmes originais das duas franquias. Para o reboot de “Kick-Ass”, ele citou a personagem Patience Lee, uma mãe solteira que decide se tornar uma vigilante. Outra produção deste universo deve ser o longa solo da Hit-Girl, que poderá trazer outra intérprete. Sobre “Kingsman”, a ideia é que, além do terceiro filme, seja feito “The Great Game”, um prólogo que mostraria o mundo da organização de espiões nos anos 1990. Além disso, ainda há projetos para uma minissérie e para “Statesman”, spin-off focado nos agentes americanos interpretados por Channing Tatum, Jeff Bridges e Halle Berry. Caso a Fox não tenha interesse, a Netflix, que comprou a Millarworld, pode ser o destino dos projetos.

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  • Etc

    Robert De Niro manda presidente Trump se f* em premiação do teatro americano

    11 de junho de 2018 /

    O veterano ator Robert De Niro roubou a cena durante o Tony Awards, premiação do teatro americano, que aconteceu na noite de domingo (10/6) em Nova York. Ao subir no palco para anunciar um prêmio especial para Bruce Springsteen, ele quebrou o protocolo, saiu do script e atacou com um palavrão o presidente dos Estados Unidos Donald Trump. “Eu vou dizer uma coisa: F*da-se o Trump!”, ele tascou, cerrando os punhos, e foi ovacionado por boa parte da plateia, que chegou a se levantar para aplaudir o ator. De Niro ainda acrescentou: “Não é mais ‘abaixo Trump’. É f*da-se Trump”. Apesar do evento ter sido transmitido na TV americana, pela rede CBS, o áudio do ator foi cortado e os espectadores não ouviram os palavrões ao vivo – na verdade, com 10 segundos de atraso em relação ao tempo real do evento, justamente para prevenir este tipo de manifestaão. Em comunicado, a CBS confirmou o corte: “Os comentários do Sr. De Niro foram inesperados e estavam fora do roteiro. A linguagem ofensiva foi cortada da transmissão”, afirmou a rede em nota. Já nas transmissões de TV para outros países, como Inglaterra e Austrália, o áudio foi ao ar sem cortes. Esta não é a primeira vez que De Niro manifesta seu ódio contra Trump. Em um vídeo de 2016, ele disse que gostaria de dar um soco na cara do hoje presidente dos EUA. Trump, que costuma responder no Twitter às provocações contra seu nome, não se manifestou até o momento, porque está concentrado em seu encontro com o governante norte-coreano, Kim Jong-un, nesta segunda-feira (11/6). O grande vencedor da noite no Tony Awards foi o musical “A Band’s Visit”, que levou 10 das 11 estatuetas que disputou.

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  • Série

    Prazo para salvamento de Lucifer se esgota no sábado

    10 de junho de 2018 /

    Os fãs de “Lucifer” ainda estão engajados na campanha #SaveLucifer, torcendo para que a série, cancelada pela rede Fox no mês passado, seja resgatada por um serviço de streaming. Este empenho foi estimulado por declarações de Tom Ellis, intérprete do personagem-título, que informou que negociações estavam acontecendo, mas que seria um pouco demorado. Nos últimos dias, porém, o silêncio foi a principal resposta para os fãs ansiosos por novidades. E agora a atriz Lauren German, intérprete da detetive Chloe Decker na série, declarou que uma notícia definitiva, seja ela positiva ou negativa, terá que ser anunciada até sábado (16/6). Este é o prazo final para um serviço de streaming salvar “Lucifer”. A atriz fez a revelação durante um painel na Comic-Con da Austrália neste final de semana. “Há uma chance de que um serviço de streaming possa nos resgatar, mas isso terá que acontecer até 16 de junho”, ela afirmou, explicando a razão do prazo. “Contratualmente, nós não podemos fazer testes para outros papéis até 16 de junho e, infelizmente, ficaremos livres depois disso. Então, estamos apenas rezando para que (o resgate da série) aconteça”, completou. Os fãs que pediram mais histórias pelo menos conseguiram, até o momento, dois episódios de “bônus”. Previstos para a 4ª temporada descartada, eles foram exibidos pela Fox em 28 de maio. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Universal.

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