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2 de novembro de 2026
  • Música,  Série

    Ariana Grande vai estrelar série documental no YouTube. Veja o trailer

    28 de novembro de 2018 /

    O YouTube Premium divulgou o trailer de uma série documental sobre a cantora Ariana Grande. Intitulada “Dangerous Woman Diaries”, a série vai acompanhar os bastidores da turnê do disco “Dangerous Woman” e as gravações do novo álbum, “Sweetener”, além de mostrar cenas da One Love Manchester, apresentação beneficente que ajudou vítimas do ataque terrorista ocorrido durante um show da cantora em Manchester, no Reino Unido. Entretanto, a série não deve se aprofundar na intimidade da cantora. As câmeras foram proibidas de invadir sua vida pessoal, que frequentou a mídia este ano graças ao seu noivado com o comediante Pete Davidson , e à morte do ex-namorado Mac Miller. Em compensação, a atração inclui performances ao vivo de sucessos como “Focus”, “Into You”, “Touch It”, “Side to Side”, “One Last Time” e “Dangerous Woman”. Com direção de Alfredo Flores, que assinou vários dos videoclipes da estrela, a série terá quatro episódios e já estreia nesta quinta-feira (29/11). O YouTube Premium disponibilizará os próximos capítulos semanalmente, sempre às quintas.

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  • Filme

    Gérard Depardieu é interrogado pela polícia em caso de estupro de atriz de 22 anos

    28 de novembro de 2018 /

    O ator francês Gérard Depardieu foi interrogado pela polícia nos últimos dias em função de um suposto caso de estupro e agressão sexual de uma jovem atriz. A denúncia contra o ator de 69 anos foi apresentada no final de agosto e os fatos teriam ocorrido numa mansão do astro francês no centro de Paris. “Gérard Depardieu nega qualquer agressão, qualquer estupro”, afirmou seu advogado, Hervé Temime, em declaração para a imprensa, assim que a notícia chegou ao canal RTL e foi confirmada pelo jornal Le Parisien. “Eu lamento a natureza pública deste procedimento, que causa um grande prejuízo a Gérard Depardieu, e estou convencido de que a inocência será reconhecida”, disse Temime, pedindo “máxima moderação” para a imprensa. Segundo informações da BBC, a acusação contra Depardieu foi feita por uma atriz de 22 anos. O advogado do ator confirmou que ele conhece a mulher, mas negou que os dois estiveram juntos nas datas mencionadas na denúncia. Depardieu, que completa 70 anos em dezembro, seria amigo do pai da jovem acusadora, que ele resolveu apadrinhar, aconselhando-a em seus primeiros passos como atriz. O nome da vítima não foi revelado.

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  • Série

    Astro de filme vencedor da Palma de Ouro será Drácula na nova série dos criadores de Sherlock

    28 de novembro de 2018 /

    O ator dinamarquês Claes Bang, que ficou conhecido pelo papel principal de “The Square: A Arte da Discórdia”, filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes do ano passado, vai viver o Conde Drácula numa nova série, coproduzida pela BBC e a Netflix. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, que vão escrever todos os episódios de “Drácula”, seguindo o mesmo formato de sua famosa série “Sherlock”. Ou seja, a 1ª temporada será curta, mas os episódios terão longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. Não será a primeira vez que a história de Drácula vai parar na TV. A série mais recente inspirada pela criação de Bram Stoker foi uma produção americana da rede NBC, que durou uma temporada de 13 episódios entre 2013 e 2014. Aclamada pela crítica, trazia Jonathan Rhys Meyers no papel-título, mas acabou cancelada devido à baixa audiência. “Drácula” será o primeiro projeto da Gatiss e Moffat desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e está atualmente desenvolvendo uma série baseada na sci-fi “The Time Traveler’s Wife” para a HBO. Em alta desde a projeção internacional de “The Square”, Claes Bang pode ser visto atualmente nos cinemas em “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”.

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  • Filme

    Sylvester Stallone anuncia que Creed II foi seu último filme como Rocky Balboa

    28 de novembro de 2018 /

    Sylvester Stallone usou o Instagram para anunciar aos fãs a sua despedida do papel de Rocky Balboa. Segundo o ator, “Creed II” marcará a última vez em que ele interpreta o boxeador, que fez sua estreia no cinema em 1976, no clássico “Rocky: Um Lutador”. “Eu só quero agradecer a todo mundo, no mundo todo, por acolher Rocky e sua família em seus corações por mais de 40 anos”, escreveu. “É o maior privilégio da minha vida ter sido capaz de criar e interpretar este personagem que significa tanto. Infelizmente, tudo precisa passar… e acabar. Eu amo vocês, pessoas gentis e maravilhosas, e a melhor parte de tudo isso é que Rocky nunca vai morrer, porque vive em vocês”, completou. A mensagem acompanha um vídeo em que ele aparece discursando após o fim das filmagens de “Creed II”, no qual aborda como a nova franquia representou uma sobrevida inesperada para o personagem, já que considerava história de Rocky encerrada em 2006, quando ele escreveu e dirigiu “Rocky Balboa” (2006). “Então este jovem [o diretor Ryan Coogler] me abordou e levou a história para um outro lado, totalmente diferente, para uma nova geração. Novos problemas, novas histórias”, diz Stallone no vídeo. “Eu gostaria de agradecer Steven [Caple Jr., que assina ‘Creed II’], e definitivamente Michael [B. Jordan], o manto agora é seu!”. “Creed II” continua a acompanhar os passos de Adonis Creed (papel de Jordan), filho de Apollo Creed, para seguir a trajetória vitoriosa de seu pai no boxe. Para isso, ele conta com a ajuda de Rocky Balboa, personagem vivido por Sylvester Stallone. Entretanto, desta vez seu adversário tem uma conexão com a morte de Apollo, o que só vai estimular ainda mais a vontade do jovem de vencer. O roteiro é assinado pelo próprio Stallone em parceria com Cheo Hodari Coker (criador da série “Luke Cage”) e resgata o vilão de “Rocky IV”, Ivan Drago, novamente vivido por Dolph Lundren. A luta de Adonis será contra o filho de Drago, encarnado no longa pelo boxeador romeno Florian Munteanu. O elenco também traz de volta Tessa Thompson como Bianca, a namorada de Adonis. Dirigido por Steven Caple Jr. (“The Land”), “Creed II” estreou em 21 de novembro nos Estados Unidos com grande bilheteria e elogios da crítica, mas só chega daqui a dois meses no Brasil, em 24 de janeiro. Visualizar esta foto no Instagram. I am reposting this because there was a technical difficulty. I just want to thank everyone around the whole wide World for taking the Rocky family into their hearts for over 40 years. It’s been my Ultimate privilege to have been able to create and play this meaningful character. Though it breaks my heart, Sadly all things must pass… and end. I love you Kind and generous people , and The most wonderful thing of all , is that ROCKY will never die because he lives on in you …. Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) em 28 de Nov, 2018 às 6:49 PST

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  • Filme

    Terror O Mistério de Candyman vai ganhar nova continuação produzida pelo diretor de Corra!

    28 de novembro de 2018 /

    O cultuado terror “O Mistério de Candyman”, lançado em 1992, vai ganhar uma nova sequência. Após vários rumores, o projeto foi oficialmente confirmado pela MGM, com produção de Jordan Peele (diretor de “Corra!”) e Win Rosenfeld (produtor de “Infiltrado na Klan”). Já a direção ficará a cargo a Nia DaCosta, bastante elogiada por sua estreia em longa-metragem, “Little Woods”, no Festival de Tribeca deste ano. Ainda inédito no circuito comercial, o filme indie tem 100% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Em comunicado oficial, Peele descreveu “Candyman”, ao lado de “A Noite dos Mortos-Vivos” (1968), como “um marco na representação negra dentro do gênero de terror”, e uma grande inspiração pessoal em sua trajetória para se tornar cineasta. Segundo o comunicado, o novo “Candyman” será uma “sequência espiritual” do original. A trama vai retornar à vizinhança de Chicago onde a lenda se originou. Mas o local está completamente diferente após 26 anos. Se antes era cheio de residências populares, hoje é tomado por famílias de classe média alta, que se mudaram para o bairro. Para quem não lembra, a lenda do Candyman girava em torno de um filho de escravo que se tornou próspero depois de desenvolver um sistema para fabricar sapatos em massa durante a Guerra Civil. Ele também se tornou conhecido como artista por seu talento como pintor de retratos. Depois de se apaixonar e ser pai de uma criança com uma mulher branca em 1890, Candyman foi atacado por uma turba de linchamento contratada pelo pai de sua amada. Eles cortaram sua mão para que não pudesse mais pintar e a substituíram por um gancho. Depois, foi untado com mel roubado de um apiário, atraindo abelhas famintas que o picaram até a morte. Seu cadáver foi queimado e suas cinzas foram espalhadas pela área de Chicago onde sua aparição é mais forte. Seu espírito vingativo aparece quando seu nome é dito cinco vezes no espelho, com consequências mortais. No filme original e suas duas continuações (de 1995 e 1999), o bicho-papão foi vivido por Tony Todd. A descrição do personagem, que lembra uma mistura da lenda urbana de Bloody Mary (ou da Loira do Banheiro) com a tortura sofrida pelo Negrinho do Pastoreio é, na verdade, baseada no conto “The Forbidden”, assinado pelo mestre do terror Clive Barker (“Hellraiser”). Ainda não há previsão de estreia para a estreia da sequência.

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  • Filme

    Netflix teria pago US$ 1 bilhão para fazer séries baseadas nas obras do criador de A Fantástica Fábrica de Chocolate

    28 de novembro de 2018 /

    A Netflix teria pago em torno de US$ 1 bilhão pelos direitos de 16 das obras mais famosas de Roald Dahl, autor de clássicos infantis como “A Fantástica Fábrica de Chocolate” e “Matilda”. Os números da transação foram publicados pela revista The Hollywood Reporter e obtidos por uma fonte próxima da negociação. A transação entre a Netflix e a The Roald Dahl Story Co., que administra o legado do autor, foi agenciada pela Endeavor Content. O serviço de streaming anunciou na terça-feira (27/11) que pretende adaptar as histórias em diversas séries de animação. Além dos direitos de adaptação, a produção das séries teve seu custo estimado em no mínimo US$ 500 milhões pela publicação, podendo atingir outro US$ 1 bilhão em despesas. O THR ainda revelou que as séries devem ter narrativas interconectadas, criando assim um “universo compartilhado” inspirado nas obras de Dahl. Além de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (e sua continuação, “Charlie e o Grande Elevador de Vidro”) e “Matilda”, a aquisição da Netflix inclui títulos como “O Bom Gigante Amigo”, “Os Pestes”, “O Remédio Maravilhoso do Jorge” e “O Enorme Crocodilo”. Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para as séries.

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  • Filme

    Netflix anuncia produção de série live-action baseada no anime Cowboy Bebop

    28 de novembro de 2018 /

    A Netflix anunciou que vai lançar uma série em live-action baseada no anime (desenho animado) clássico e cultuadíssimo “Cowboy Bebop”. O projeto é antigo, mas seu destino é novidade. “Acho que é hora de anunciar que ‘Cowboy Bebop’, a série em live-action, está indo para a Netflix”, revelou o Twitter oficial da plataforma de streaming, com um vídeo que não entregou detalhes da atração. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. Em 26 episódios, a série animada acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viaja na espaçonave Bebop, em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento há pelo menos uma década, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas o roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a Fox suspendeu a produção pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi criada pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor da anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há cronograma de produção nem previsão para sua estreia. Veja abaixo o anúncio original e a “versão otaku brasileira”. Guess it’s time to announce that Cowboy Bebop, the live-action series, is heading to @Netflix. pic.twitter.com/bKe0d8EKoH — NX (@NXOnNetflix) 28 de novembro de 2018 Meu coração otaku está em festa. Em breve, uma série live-action de Cowboy Bebop! pic.twitter.com/frVbkumKzj — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) November 28, 2018

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  • Série

    Fuller House: Trailer da 4ª temporada dá mais espaço para o elenco de Três É Demais

    28 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer da 4ª temporada de “Fuller House”, que terá maior presença dos “pais” das protagonistas. Conforme revelado nos últimos episódios, eles estão se mudando de volta para San Francisco, num período que também coincide com a gravidez de Kimmy (Andrea Barber). “Fuller House” é uma continuação da clássica “Três É Demais” (Full House, no original) e gira em torno das filhas crescidas da atração original. As primeiras temporadas renderam algumas das maiores audiências da Netflix, segundo medições independentes, mas a produção dos novos episódios foi marcada por bastidores tumultuados, que têm rendido boatos de cancelamento da série. Jeff Franklin, o criador da atração, foi demitido em março, após ser acusado de agressividade verbal e por fazer declarações inadequadas no set das gravações e na sala de roteiristas. Detalhes das condutas consideradas impróprias não foram revelados. Mas, como resultado das alegações, a WBTV (Warner Bros. Television) resolveu não renovar o contrato de produção do veterano roteirista de TV, criador de “Três É Demais” (Full House) em 1987 e seu spin-off atual na Netflix. Em nota, a divisão televisiva da Warner foi sucinta: “Não renovamos o acordo de produção de Jeff Franklin e ele não estará mais trabalhando conosco”. Os próximos episódios serão os primeiros a mostrar a família Tanner sem produção de Franklin. A série original dos anos 1980 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente e mãe de três filhos – que no começo de “Fuller House” tinham 12, 7 anos e poucos meses de idade – , ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando “Três É Demais” começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente – e, nos novos episódios, um irmão disponível. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos originais de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin retorna como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. A 4ª temporada estreia em 14 de dezembro em streaming.

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  • Filme

    Quentin Tarantino vai se casar com cantora israelense

    28 de novembro de 2018 /

    O cineasta Quentin Tarantino vai se casar pela primeira vez. E em poucas horas. Segundo fontes do site The Hollywood Reporter, o diretor de 55 anos e a cantora israelense Daniella Pick, de 35 anos, vão dizer “sim” em um cerimônia privada na noite desta quarta-feira (28/11) em Los Angeles. O casal se conheceu em 2009, quando Tarantino passou por Israel para promover seu filme “Bastardos Inglórios”. Mas o namoro inicial durou pouco. Os dois retomaram o relacionamento em 2016 e estão juntos desde então. A oficialização do noivado aconteceu em Israel em julho do ano passado. Pick postou fotos do seu “chá de panela” no Stories de seu Instagram, usando um vestido branco e uma coroa de flores. Já Tarantino passou sua “despedida de solteiro” trabalhando na pós-produção do seu proximo filme, “Era uma Vez em Hollywood”, estrelado por Brad Pitt (que ele já dirigiu em “Bastardos Inglórios”) e Leonardo DiCaprio (“Django Livre”), na primeira parceria cinematográfica dos dois atores. O filme estreia em 15 de agosto no Brasil.

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  • Etc

    Diretor de Valerian e O Quinto Elemento é acusado de assédio por mais cinco mulheres

    28 de novembro de 2018 /

    Diretor de “O Quinto Elemento”, “Lucy” e “Valerian e a Cidade dos Mil Planestas”, o cineasta francês Luc Besson viu aumentar a lista de mulheres que o acusam de assédio sexual. Cinco novas denúncias foram publicadas pelo site francês de notícias Mediapart, elevando o número de mulheres que o acusam a nove. A principal denúncia nova foi feita por uma ex-assistente de Besson, que pediu para permanecer anônima. Ela alega ter sido chantageada e coagida pelo cineasta a iniciar um relacionamento sexual com ele. Na reportagem, ela detalha três encontros não consensuais e um padrão de assédio no dia a dia do trabalho. Na época em que tudo aconteceu, ela contou seus problemas para colegas de trabalho, que corroboraram a história para o Mediapart. Além disso, ela deu à publicação a agenda usada por Besson na época, e um bilhete supostamente escrito por ele, em que chama a ex-assistente de “princesa” e pede para que ela tome banho enquanto ele não chega no quarto de hotel. As outras mulheres que acusam o diretor são duas estudantes do Cite du Cinema, curso ministrado por Besson, uma ex-funcionária da Europacorp, produtora comandada por Besson, a produtora de teatro Karine Isambert, única que permitiu ter seu nome revelado. Ela conta que Besson a apalpou sem consentimento durante uma sessão de escalação para uma peça, em 1995. O jornal apontou a semelhança entre as denúncias contra Besson e o escândalo envolvendo Harvey Weinstein, dizendo que ambos rotineiramente pediam para atrizes se encontrarem com eles para discutir projetos em quartos de hotel, e que uma gravação de 2003 mostra Besson tendo uma destas reuniões com uma garota de apenas 16 anos, embora não esteja claro o que aconteceu entre eles. Besson já é investigado pela polícia parisiense após a denúncia da atriz Sand Van Roy, que acusou o cineasta de estupro em maio deste ano. Ela afirmou ter sido drogada e estuprada pelo diretor num hotel em paris. Mas os testes toxicológicos deram negativos e os advogados de Besson afirmaram que o casal estava num relacionamento estável há vários anos. Outras acusações foram trazidas pelo mesmo Mediapart em julho. Na França, houve poucos relatos de casos de assédio na indústria cinematográfica. As raras atrizes francesas que se pronunciaram, como Léa Seydoux e Emma De Caunes, apresentaram-se para denunciar Harvey Weinstein. Por outro lado, estrelas veteranas se manifestaram para calar denúncias, atacando o equivalente francês ao #MeToo por considerá-lo um movimento moralista e um retrocesso para as conquistas sexuais.

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  • Etc,  Série

    Margaret Atwood anuncia continuação do livro que inspirou The Handmaid’s Tale

    28 de novembro de 2018 /

    Inspirada pelo sucesso da série “The Handmaid’s Tale”, a escritora do romance original, publicado no Brasil como “O Conto da Aia”, vai escrever uma continuação. Margaret Atwood anunciou seus planos, adiantou o título e até disse quando acontecerá o lançamento do novo livro num post do Twitter nesta quarta-feira (28/11). Intitulada “The Testaments”, a sequência do clássico distópico, originalmente publicado em 1985, chegará às livrarias em setembro de 2019. Mas a história não irá refletir os 34 anos que se passaram entre os dois volumes. Atwood revelou que “The Testaments” inicia 15 anos depois dos eventos do primeiro livro, e será narrada por três personagens femininas diferentes. “Sim, para todos os que perguntaram: Eu estou escrevendo uma continuação para ‘O Conto da Aia’. ‘The Testaments’ se passa 15 anos após a última cena de Offred e é narrado por três personagens femininas”, ela escreveu. No breve anúncio, a autora canadense ainda adiantou: “Tudo o que vocês já me perguntaram sobre Gilead e como ela funciona me inspirou para escrever este livro. Bom, quase tudo! A outra inspiração é o que está acontecendo no nosso mundo atualmente”. Para quem não conhece “O Conto da Aia”, Gilead é o nome da nova república fundada pelo grupo fundamentalista religioso que dominou os EUA no livro de Atwood, bem como na série premiada da plataforma Hulu. A obra original já tinha sido adaptada para o cinema em 1990, com o título nacional de “A Decadência de Uma Espécie”. Mas só foi atingir seu status icônico atual, que inspira roupas de “aias” em protestos feministas em todo o mundo, a partir da estreia da série lançada em 2017. “The Handmaid’s Tale” ganhou vários prêmios de TV, incluindo o Emmy e o Globo de Ouro de Melhor Série Dramática por sua 1ª temporada, que adaptou todo o livro de Atwood. A 2ª temporada, já exibida, seguiu algumas dicas do epílogo da escritora, mas continuou a história de June/Offred para além das páginas do livro. Atualmente em produção, a 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Yes indeed to those who asked: I’m writing a sequel to The #HandmaidsTale. #TheTestaments is set 15 years after Offred’s final scene and is narrated by three female characters. It will be published in Sept 2019. More details: https://t.co/e1umh5FwpX pic.twitter.com/pePp0zpuif — Margaret E. Atwood (@MargaretAtwood) 28 de novembro de 2018

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  • Filme

    Crítica americana se empolga com Homem-Aranha no Aranhaverso a ponto de exigir Oscar

    28 de novembro de 2018 /

    Depois da babação por “Aquaman”, os críticos-fãs geeks americanos retornaram ao normal. Isto é, voltaram a direcionar sua empolgação exagerada às produções de super-heróis da Marvel. Ou, no caso, uma produção da Sony com super-heróis da Marvel. É que “Homem-Aranha no Aranhaverso” também teve sessão para a imprensa nos Estados Unidos. E adivinha? “Melhor de todos” os filmes do Homem-Aranha é a versão resumida do mantra. As primeiras críticas já começaram a aparecer, mas nem é preciso ler os textos gigantes e exaltados, porque as impressões disparadas nas redes sociais resumem o tom de adoração online. É só oba-oba. A diferença em relação ao histerismo gerado por “Aquaman” é que não há ressalvas. Não há postagem comentando que o filme é longo e tem partes bobas, mas é legal. “Homem-Aranha no Aranhaverso” é totalmente “legal” do começo ao fim, afirmam os elogios e mais elogios escritos sobre a animação. E tem mais. Os críticos-fãs nem precisaram se antecipar e pedir para o estúdio providenciar a continuação antes da estreia. A Sony percebeu o tinha nas mãos e nesse semana encomendou não só uma sequência, mas também um spin-off centrado nas personagens femininas dos quadrinhos do Homem-Aranha. Na verdade, o que os críticos-fãs estão exigindo, em relação a este filme, é um Oscar. Sério. Embora o filme seja engraçadíssimo, isto não é piada. A jornalista Molly Freeman, do ScreenRant, foi uma que hiperventilou, ao mencionar a Academia. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ faz jus ao hype. Tem coração, humor e animação alucinante – mas está tudo a serviço da história. Facilmente, um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos”, decretou. “Se não vencer o Oscar de Melhor Animação, eu vou quebrar tudo”. Clayton Davis, do site dedicado a premiações Awards Circuit, ecoou o sentimento. “Eu quero um Oscar de Melhor Animação para ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’. Só isso”, resumiu, sobre o que achou do filme. Rebecca Theodore-Vachon, da revista Entertainment Weekly, nem soube por onde começar a elogiar. “Fiquei pasma, só sentada lá no cinema, e sem conseguir dizer nada ao final do filme. Tão excelente que palavras não o descrevem”. Vinnie Mancuso, do site Collider, tentou descrever, mas também lhe faltaram palavras. E pontos de exclamação. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ é tão incrível que não existem pontos de exclamações suficientes no mundo para descrevê-lo. É como embarcar numa montanha-russa de super-heróis após tomar alucinógenos”. Outro do Collider, Coy Jandreau, tratou o filme como “uma evolução na animação”. “É ainda mais extraordinário que você imagina. Seu humor é muito rápido e muito específico para o Homem-Aranha (além de apropriado para todas as idades)”, descreveu. “A ação é frenética, insana, e só é possível neste formato. É absolutamente espetacular”, completar. Erik Davis, do site de venda de ingressos Fandango, fez campanha para aumentar a bilheteria classificando o filme como o melhor do Homem-Aranha até hoje. “Não só é um grande filme do Homem-Aranha, mas acho que é o melhor filme do Homem-Aranha”, exaltou. “Uma aventura de ação super inventiva e visualmente incrível, sobre um garoto aprendendo a ser herói através de um homem que esqueceu como ser um. É ótimo!”, comentou. Peter Scirreta, editor do SlashFilm, também foi fundo na “melhoridade”. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ não é só a melhor animação e a melhor adaptação de quadrinhos do ano, é simplesmente um dos melhores filmes de 2018. Eu não acho que qualquer outro filme faça um trabalho melhor ao traduzir quadrinhos para a tela”, exaltou, dando piruetas. Mike Cecchini, do site Den of Geek, previu que o filme se tornará clássico. “Vamos falar sobre ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ por anos”, escreveu. “Sério, eu amei esse filme. Todo mundo vai amar esse filme”, profetizou. Brandon Katz, do jornal Observer, por sinal, garante que o filme se tornará um enorme sucesso de bilheteria. “‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ vai agradar muito ao público. Quaisquer que sejam as previsões de bilheteria, elas estão muito baixas”, comentou. “Minha sessão irrompeu em aplausos diversas vezes durante o filme, especialmente durante a aparição especial de Stan Lee”, completou, lembrando que o cofundador da Marvel deixou uma participação no longa animado gravada antes de morrer, em 12 de novembro. “Homem-Aranha no Aranhaverso” estreia nos cinemas americanos em 14 de dezembro, mas só chega no Brasil em 10 de janeiro.

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  • Filme

    Green Book e Nasce uma Estrela são consagrados na primeira premiação de melhores do ano da crítica americana

    28 de novembro de 2018 /

    A National Board of Review deu a largada na temporada de premiações por parte da crítica americana. A mais antiga associação de críticos, cinéfilos e acadêmicos dos Estados Unidos, que em 1930 inaugurou o hoje tradicional costume de criar listas de melhores do ano, divulgou sua seleção de melhores do ano de 2018. E “Green Book”, que ganhou o subtítulo “O Guia” para o lançamento no Brasil, venceu como Melhor Filme e Ator (Viggo Mortensen), após conquistar o Festival de Toronto em setembro. O drama de época dirigido por Peter Farrelly também foi premiado nos festivais de Boston, Denver, Austin, Nova Orleans, Filadélfia, Saint Louis, Virginia e muitos outros nos Estados Unidos, mostrando força para encarar a concorrência em sua jornada rumo ao Oscar. Mas houve surpresas. Os críticos adoraram “Nasce uma Estrela”, a ponto de considerar Bradley Cooper o Melhor Diretor, Sam Elliott o Melhor Ator Coadjuvante e Lady Gaga a Melhor Atriz do ano. Com três vitórias, foi o filme mais premiado desta edição do NBR. “Se a Rua Beale Falasse”, novo drama de Barry Jenkins (o diretor de “Moonlight”), também se saiu bem, conquistando prêmios de Melhor Roteiro Adaptado (para o próprio Jenkins) e Atriz Coadjuvante (Regina King). Já a neozelandesa Thomasin McKenzie, de apenas 17 anos, foi considerada a intérprete revelação do ano por seu desempenho em “Não Deixe Rastros”, dirigido por Debra Granik – que lançou ao estrelato outra jovem, chamada Jennifer Lawrence, em seu filme anterior “Inverno da Alma” (2010). Esta é a segunda premiação importante da temporada, após os Gotham Awards. E as duas premiações só tiveram dois resultados em comum. Repetindo suas consagrações no prêmio do cinema independente, o veterano Paul Shrader (roteirista de “Taxi Driver”) foi reconhecido pelo Roteiro Original de “First Reformed”, assim como o novato Bo Burnham na categoria de Melhor Diretor Estreante por “Oitava Série”. De resto, “Os Incríveis 2” foi a Melhor Animação, o documentário da juiza Ruth Bader Ginsburg, “RBG”, conquistou sua categoria, o polonês “Guerra Fria” foi votado o Melhor Filme Estrangeiro e os atores asiáticos-americanos de “Podres de Ricos” levaram o prêmio politicamente correto de Melhor Elenco. Confira abaixo a lista completa dos melhores do ano do National Board of Review Melhor Filme “Green Book: O Guia” Melhor Diretor Bradley Cooper (“Nasce Uma Estrela”) Melhor Ator Viggo Mortensen (“Green Book: O Guia”) Melhor Atriz Lady Gaga (“Nasce Uma Estrela”) Melhor Ator Coadjuvante Sam Elliott (“Nasce Uma Estrela”) Melhor Atriz Coadjuvante Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”) Melhor Roteiro Original Paul Schrader (“First Reformed”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Se a Rua Beale Falasse”) Atriz Revelação Thomasin McKenzie (“Não Deixe Rastros”) Melhor Estreia na Direção Bo Burnham (“Oitava Série”) Melhor Filme Estrangeiro “Guerra Fria” (Polônia) Melhor Animação “Os Incríveis 2” Melhor Documentário “RBG” Melhor Elenco “Podres de Ricos”

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