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Etc

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Stallone enfrenta Hollywood no novo trailer de Eu Sou o Rocky

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30 de outubro de 2026
Filme

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30 de outubro de 2026
Música

BTS escolhe CazéTV para primeira entrevista da turnê mundial

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30 de outubro de 2026
Série

Anime de Death Stranding ganha teaser com garota atormentada por pesadelos

Série produzida por Hideo Kojima apresenta personagens inéditos, animação desenhada à mão e estreia prevista para 2027 na Disney+

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30 de outubro de 2026
  • Etc,  Série

    Marta vira a número 10 da família de super-heróis da Umbrella Academy

    20 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um comercial criativo de “The Umbrella Academy”, que inclui a jogadora de futebol Marta entre cenas da série. Ela aparece na mansão da família Hargreeves como, claro, a número 10. E seus poderes incluem chute perigosíssimo. O vídeo segue ao ​”anúncio” de que a jogadora iria se dedicar à família neste ano. Os fãs da melhor jogadora de futebol do mundo chegaram a especular que ela iria se aposentar, mas tudo não passou de ação promocional da Netflix, que colocou a jogadora na família de super-heróis da série, identificados desde a infância por números ao invés de nomes. Recebida de forma fria pelos “irmãos” ao chegar em casa, Marta logo se vê em meio a um tiroteio promovido pelos assassinos Hazel (Cameron Britton) e Cha-Cha (Mary J. Blige) na mansão onde todos moram. Ao final do vídeo, ela ainda faz uma dancinha com a número 7 (Ellen Page). A Netflix tem se especializado em usar celebridades brasileiras para promover suas séries, como a apresentadora Xuxa em “Stranger Things” e Valesca Popozuda em “Orange Is the New Black”. “The Umbrella Academy” é uma das séries recentes que mais tem sido promovida pela Netflix. Baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (My Chemical Romance) ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá, a série acompanha uma família disfuncional superpoderosa que tem que impedir o fim do mundo em poucos dias, sem saber que um deles próprios será o responsável pelo apocalipse.

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  • Filme

    Alita – Anjo de Combate tem ambição demais para seu próprio bem

    20 de fevereiro de 2019 /

    Após duas décadas existindo como filme apenas na cabeça de James Cameron, o mangá cyberpunk “Alita: Anjo de Combate”, de Yukito Kishiro, finalmente ganhou a adaptação hollywoodiana que o cineasta visionário tanto sonhou. Mas dirigido por Robert Rodriguez, porque Cameron anda mais preocupado com as sequências de “Avatar”. Mesmo assim, o resultado (ainda bem) tem muito mais a cara do cineasta de produções monumentais como “Titanic”, “Avatar” e “O Exterminador do Futuro 2” que a do diretor de filmes baratos como “El Mariachi”, “Machete”, “Planeta Terror” e “Sin City”. Rodriguez nunca escondeu que estava fazendo um filme de (escrito e produzido por) James Cameron, o que se pode vislumbrar na megalomania impressa da primeira à última cena, um espetáculo em escala gigantesca que mantém o espectador imerso na ação. A premissa é básica, a trama soa familiar, mas o mérito de Cameron e Rodriguez como contadores de histórias é nunca deixar de envolver o espectador. Não fazem isso por meio do roteiro, que jamais foi o forte de Cameron, que adora diálogos ralos e bregas (I’d give you my heart?), nem somente com os efeitos digitais da turma de Peter Jackson, que são realmente impressionantes (a parte do Motorball é um espanto), nem apenas com as cenas de ação. Mas com uma somatória de elementos. Inclusive, quando abraça uma brutalidade típica do começo da carreira de Cameron (e de Paul Verhoeven, vai), trazendo mais violência para a tela que se espera de um tradicional blockbuster para toda a família. A trama imersiva, os efeitos e a ação também ganham credibilidade devido ao carisma de Rosa Salazar (da franquia “Maze Runner”) como intérprete da personagem principal. Mesmo emprestando seus dotes físicos e artísticos para a captura de movimento dar vida à adorável ciborgue, é sua humanidade como atriz que faz com que o público se importe com Alita; que ria e se emocione com suas descobertas, ora alegres, ora dolorosas, de um mundo que ela esqueceu e no qual possui um papel definitivo que jamais imaginou. Isso desde o momento em que têm seus pedaços encontrados num ferro-velho e reconstruídos por um cientista (Christoph Waltz). Mesmo destruída e com olhos de dimensões irreais – uma homenagem ao mangá original – , ela consegue funcionar, porque Rosa Salazar faz acreditar que ela é real – a ponto de sua interpretação deixar as participações de Jennifer Connelly e Mahershala Ali em segundo plano. Infelizmente, porém, por mais que o esforço seja legítimo, o filme acaba não correspondendo. Resulta em apenas mais uma sci-fi/fantasia genérica feita para virar franquia, ao sucumbir ao impulso atual da indústria para gerar sequels e prequels, numa combinação letal com a megalomania de James Cameron. “Avatar” terá várias sequências, como sabemos, mas o diretor fez do original de 2009 um filme certinho, fechado, completo. É gigantesco tanto na ambição quanto na execução, mas vai direto ao ponto. Como arrebentou nas bilheterias, Cameron teve o sinal verde que queria para continuar a saga. Mas se tivesse naufragado, goste-se ou não, continuaria sendo um filme único. Já “Alita” foi pensada, desde o começo, para ter continuação. Entretanto, seria um filme melhor se Cameron e Rodriguez se concentrassem em desenvolver uma história fechada, focada num arco menor. Em vez disso, a trama, digamos assim, parece ainda estar na metade quando rolam os créditos finais. Com isso, o filme resulta equivocadamente incompleto e preocupado acima de tudo em preparar o público para as continuações. E isso é de uma irresponsabilidade absurda, já que a decisão criativa de explorar a franquia depende do sucesso financeiro, o que as bilheterias da estreia já colocaram em risco.

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  • Filme

    Se a Rua Beale Falasse usa a beleza do amor para enfrentar a feiura do racismo

    20 de fevereiro de 2019 /

    O cinema poucas vezes neste século soube traduzir o amor em imagens tão belas. Na adaptação do livro “Se a Rua Beale Falasse”, o cineasta Barry Jenkins (de “Moonlight”) faz com imagens o que o autor James Baldwin faz com palavras: pura poesia. Mas há uma razão para o filme ser tão belo. Jenkins quer que o amor vença a dureza da realidade, os preconceitos e o racismo nojento que destrói sonhos. Como os do jovem casal Tish (a estreante KiKi Layne) e Fonny (Stephan James), que cresceram juntos e se apaixonaram nos anos dourados da juventude. Mas antes de entrarem na complexidade da vida adulta e em entre as quatro paredes que testam a força de qualquer relacionamento, ela engravida e Fonny é preso injustamente. A acusação é estupro, mas estamos falando de uma sentença decretada pela cor da pele. Se hoje seria missão impossível para um inocente sair da cadeia com esse peso nas costas, imagine para um homem negro em plena década de 1970. É natural pensar que, a partir deste ponto, “Se a Rua Beale Falasse” ganhará status de novelão, mas Barry Jenkins não quer saber de melodrama. Também não quer transformar a prisão de Fonny em busca de justiça a qualquer preço ou fazer do personagem um mártir. O diretor e roteirista está interessado em contrastes, embora deixe clara sua intenção de preferir o amor ao discurso político e social, tarefa que cabe a quem assistir ao filme. Para cada sorriso, uma lágrima. Para cada cena feliz, uma tristeza chega repentinamente para equilibrar o tom. Por exemplo, repare na cena em que os pais de Tish convidam a família de Fonny para o anúncio da gravidez da menina. A alegria logo dá lugar a um estressante desentendimento, carregado de mágoa, como uma reviravolta que acontece no meio de encontros casuais nas melhores famílias. Em outra cena, Fonny e um amigo tem um papo descontraído, pouco a pouco substituído pela melancolia e o medo causado pelo racismo. Existem outras cenas que revelam essa dualidade, como a abertura do filme, com Tish e Fonny caminhando juntos para Barry Jenkins mostrá-los logo depois separados por um vidro. Mas não pense que o choro sempre interrompe um sorriso, porque Barry Jenkins se recusa a abraçar a tragédia mesmo nos momentos mais difíceis para o casal. O cineasta nunca esconde a existência do ódio e a ameaça dos brancos racistas, mas não é panfletário, e coloca o amor acima de tudo. Quando não há mais esperança, ele tem a ousadia de entregar uma cena de parto natural, que representa um novo começo e é uma das coisas mais maravilhosas do cinema recente. Onde Barry Jenkins e o diretor de fotografia James Laxton colocaram a maldita câmera nesta cena? Teria sido um truque de CGI e edição imperceptível como fez Alejandro González Iñárritu ao longo de “Birdman”? Provavelmente, apenas a magia do cinema. Jenkins ainda é jovem e tem muito para dar à sétima arte. Mas ele está no controle de seu ofício em “Se a Rua Beale Falasse”. Só um diretor experiente deixaria a trama fluir sem ruídos na narrativa ao entrelaçar seu filme com idas e vindas entre passado e presente. A montagem se confunde na linha temporal, mas se organiza facilmente na mente do espectador embriagado com tanta beleza. Sua sintonia profunda com a música belíssima de Nicholas Britell é o cinema dizendo que a vida tem trilha sonora. E é curioso que Jenkins abra o filme contando o elo do jazz e Louis Armstrong com a Rua Beale, em New Orleans, mas jamais mostre músicos exercendo suas profissões. Ele mostra discos tocando e é só. É como se a música tocasse para valer apenas nas mentes de Tish e Fonny. Para completar, é preciso destacar ainda a bravura de Regina King como a mãe de Tish, que coloca o amor pela filha acima de sua própria vida. É tudo muito honesto e direto, com personagens excessivamente em closes, olhando para dentro de nossos olhos. O racismo é real e você precisa ver que ele está lá. Mas também precisa ter esperança e se agarrar ao que te faz feliz.

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  • Filme

    Minha Fama de Mau celebra importância de Erasmo Carlos para o rock brasileiro

    20 de fevereiro de 2019 /

    Erasmo Carlos, roqueiro e romântico, cantor e compositor, foi um dos pilares do programa “Jovem Guarda”, um megasucesso televisivo dos anos 1960, que se tornou um movimento de música jovem brasileira, sempre relembrado desde então. Roberto Carlos, o amigo e parceiro de Erasmo, manteve-se em alta sempre, mudando estilo, prioridades e público. Wanderléa, o terceiro pilar da Jovem Guarda, e Erasmo Carlos não conseguiram o mesmo resultado, mas são lembrados por seu pioneirismo que conseguiu incorporar o rock, então nascente, à música brasileira, compondo, vertendo e cantando em português (antes deles houve Celly Campello). Eles comandaram um time de artistas jovens, que se tornaram ídolos da brotolândia, como se dizia na época. Erasmo manteve uma carreira mais discreta como cantor, ao longo do tempo, mas dividindo com Roberto a grande maioria das composições que este lançava ao sucesso. Como acontece até hoje. “Minha Fama de Mau”, o filme de Lui Farias, é uma adaptação do livro escrito por Erasmo Carlos, contando parte de sua vida e carreira, da juventude pobre na Tijuca, vivendo em casa de cômodos, o popular cortiço, ao sucesso retumbante da Jovem Guarda e o posterior declínio. Passa pelo tempo do conjunto The Snakes e pelo conhecimento de Tião, depois Tim Maia, que lhe ensinou três acordes no violão, que lhe valeram muito, e também pelo período de afastamento de Roberto Carlos e a retomada da amizade e da parceria. Lá estão as muitas mulheres que passaram pela vida dele, inclusive a esposa Narinha. O filme optou por escolher uma única atriz para representar todas elas, Bianca Comparato. Uma opção interessante que, na prática, nivela as parceiras amorosas e sexuais por baixo. Todas valem pouco, pelo menos, até o aparecimento de Narinha. É o que deve ter sido captado pelos roteiristas Lui Farias, L. G. Bayão e Letícia Mey, do texto original, suponho. O filme é contado na primeira pessoa, é a visão de Erasmo Carlos sobre sua vida e carreira. O personagem chega a falar diretamente para a câmera, ou seja, contar para o público o que se passava ou o que era sentido por ele. O ator protagonista é Chay Suede, que não se parece fisicamente com Erasmo, mas convence pela entrega ao papel e porque canta bem as canções que marcaram o Tremendão. Gabriel Leone, que faz Roberto, e Malu Rodrigues, que faz Wanderléa, também cantam bem e compõem um bom elenco, assim como Bruno Luca, que faz Carlos Imperial, o empresário pilantra e pretensioso que, de qualquer modo, abriu muitas portas para Erasmo. O filme tem uma boa caracterização de época, incluindo signos muito claros da Jovem Guarda, como ambientes, vestuário, cartazes, instrumentos. Tem também achados interessantes, como a interação entre a interpretação de hoje e as imagens da plateia da época. Os elementos políticos da ditadura militar estão ausentes, mas estavam também ausentes na visão dos brotos e desses ídolos, no período. Algum tempo atrás, vi uma entrevista com Erasmo Carlos, em que ele dizia que estava na hora de se mostrar novamente. E contava que sua neta, na escola, informava às amiguinhas que Erasmo era amigo e parceiro de Roberto Carlos e muito famoso, mas elas relutavam em acreditar. As gerações passam e a história pode se perder. Daí a importância de filmes como “Minha Fama de Mau”. iframe width=”650″ height=”365″ src=”https://www.youtube.com/watch?v=8yh0GHxs8Ns” frameborder=”0″ allowfullscreen>

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  • Série

    Teaser anuncia a temporada final de The Man in the High Castle

    20 de fevereiro de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e um teaser para anunciar o final da série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming. Repleta de ação, a prévia e o cartaz avisam que a trama vai acabar na vindoura 4ª temporada. Atualmente em produção, os últimos dez episódios chegarão ainda este ano na plataforma Prime Video para concluir a história, levando a série ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.

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  • Filme

    Diretor de O Espetacular Homem-Aranha vai filmar versão americana do anime Seu Nome

    20 de fevereiro de 2019 /

    O diretor Marc Webb, de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e “(500) Dias com Ela” (2009), vai dirigir a versão live-action do anime “Seu Nome” (Your Name, 2016), maior bilheteria animada da história do cinema japonês. O roteiro está a cargo de Eric Heisserer (“Bird Box”) e a produção é de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). O filme original conta a história de Mitsuha, uma jovem cansada de viver em um vilarejo rural japonês, e Taki, um adolescente em Tóquio. Os dois acabam acordando aleatoriamente no corpo um do outro. Taki e Mitsuha vivem as vidas um do outro, deixando notas em seus celulares das experiências, mas quando Taki tenta encontrar Mitsuha, seu destino sofre uma reviravolta fantástica, à medida que o tempo se dobra em realidades alternativas. A versão americana vai transportar a história para os Estados Unidos, acompanhando uma adolescente indígena que mora em uma área rural e um jovem de Chicago, que descobrem que estão magicamente trocando de corpos. Quando um desastre ameaça alterar suas vidas, eles precisam viajar para se encontrar e salvar seus mundos. O produtor Genki Kawamura, responsável pela animação original, disse em comunicado que Marc Webb “foi nossa primeira escolha para dirigir essa interpretação remodelada do filme desde o momento em que exploramos a criação de uma versão americana”. “Como vimos em ‘(500) Dias com Ela’, Marc tem um tremendo talento para contar ótimas histórias de amor e, da mesma forma que os cinéfilos foram cativados pelo filme original, estamos certos de que Marc atrairá fãs do original e um público totalmente novo para a bonita jornada destes personagens. Com a produção de JJ Abrams, roteiro de Eric Heisserer e direção de Marc Webb, este projeto oficialmente tem a equipe com a qual sonhamos”. Ainda sem cronograma de filmagem ou previsão de estreia, a adaptação será produzida após todas as tentativas anteriores de emplacar versões de mangás e animes com atores americanos deram prejuízo, de “Dragon Ball Evolution” (2009) ao recém-lançado “Alita: Anjo de Combate”.

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  • Série

    Ator de Fear the Walking Dead entra na série Batwoman

    20 de fevereiro de 2019 /

    O piloto em desenvolvimento de “Batwoman” acrescentou mais um ator em seu elenco: Dougray Scott, que viveu Thomas Abigail em “Fear the Walking Dead”, Norman Godfrey em “Hemlock Grove” e já foi até vilão da franquia “Missão: Impossível”. Ele interpretará o pai da heroína, Jacob Kane, um ex-militar que comanda a empresa de segurança privada de Gotham, The Crows, e se dedica a proteger sua cidade melhor do que Batman poderia. Desdenhando dos vigilantes mascarados, ele logo entrará em choque com a Batwoman, que na verdade é sua própria filha, Kate Kane – interpretada por Ruby Rose (de “Megatubarão”). Recentemente, a atriz Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”) foi escalada como a vilã Alice, líder da Gangue do País das Maravilhas, que tem como único objetivo espalhar o terror por Gotham. Os demais integrantes do elenco são Meagan Tandy (“Teen Wolf”) como a cadete militar Sophie Moore, Camrus Johnson (“Luke Cage”) como Luke, o filho de Lucius Fox, e Nicole Kang (“You”) como a irmã adotiva da heroína, Mary Hamilton. Enquanto o casting se completa, a produção sofreu uma mudança de bastidores. O diretor David Nutter (de “Game of Thrones”) teve problemas de agenda e foi substituído por Marcos Siega, que recentemente comandou os pilotos de “God Friended Me” e “The Passage”. Em “Batwoman”, ele vai dirigir um roteiro de Caroline Dries (“The Vampire Diaries”), que será a showrunner quando a série for oficialmente aprovada. Refletindo a personagem dos quadrinhos, Kate Kane, a Batwoman, será a primeira super-heroína abertamente lésbica a ter sua própria série de TV. E tanto sua intérprete quanto a showrunner da atração compartilham essa mesma orientação sexual. Com grande expectativa de aprovação, a série da heroína deve ir ao ar ainda em 2019.

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  • Série

    Série Nightflyers é cancelada após 1ª temporada

    19 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago SyFy cancelou a série “Nightflyers”. Apesar de contar uma história relativamente completa, os contratos com o elenco e a equipe de produção previam uma 2ª temporada, que não será mais produzida. Baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária que inspirou “Game of Thrones”), a série recebeu críticas muito negativas – apenas 34% de aprovação no site Rotten Tomatoes – e teve pouco público na televisão – vista por cerca de 400 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, o que não correspondeu ao investimento feito pelo canal. Transportada para as telas com muitos efeitos visuais, a obra se tornou a produção a mais cara já realizada pelo Syfy, que, para cobrir parte dos custos, vendeu os direitos de exibição internacional para a Netflix – plataforma que a lançou no Brasil. “Nightflyers” já tinha rendido um filme trash em 1987. O visual apurado da nova produção não muda o fato de que a trama, originalmente publicada em 1980, é uma mistura requentada de “Viagem ao Fim do Universo” (1963) com “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), com muitas situações que se tornaram clichês nos últimos 50 anos. Na trama, às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarcam no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação foi feita pelo roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco incluía Eoin Macken (série “The Night Shift”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Exibida em dezembro nos Estados Unidos, “Nightflyers” chegou ao streaming em 1 de fevereiro.

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  • Série

    Jane Levy vai estrelar série musical do diretor de Missão Madrinha de Casamento

    19 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Jane Levy (“O Homem nas Trevas”) vai estrelar o piloto de uma série de comédia musical do cineasta Paul Feig, diretor de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2015) e “Um Pequeno Favor” (2018). Intitulada “Zoey’s Extraordinary Playlist”, a produção gira em torno de uma garota esperta, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor – mas manifestados de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Feig vai produzir o episódio piloto, que tem roteiro de Austin Winsberg, escritor da adaptação do musical “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” (2013). Originalmente, o cineasta também planejava dirigir o episódio, mas seus compromissos de cinema impossibilitaram isso. Assim, o piloto será dirigido por Richard Sherpard (da série “Girls” e do filme “A Recompensa”). Para virar série, “Zoey’s Extraordinary Playlist” precisa ter seu piloto aprovado pela rede NBC. Jane Levy também está nas séries “Castle Rock”, renovada para a 2ª temporada na plataforma Hulu, e em “What/If”, atualmente em produção para a Netflix.

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  • Etc

    FBI investiga se ator de Empire forjou cartas com ameaças de morte

    19 de fevereiro de 2019 /

    O caso “Empire”, como a polícia de Chicago batizou o suposto ataque violento ao ator Jussie Smollett, ganhou mais um desdobramento. Segundo o canal ABC News, o FBI e o serviço dos correios dos Estados Unidos estão investigando se uma carta com ameaças contra o ator da série da Fox, enviada dias antes do ataque, teria sido enviada por ele mesmo. A ABC News afirma ter confirmado a investigação com dois agentes federais. Como mostrou o site TMZ, o ator recebeu uma carta na semana anterior ao ataque, contendo ameaças de morte e o termo “MAGA” (abreviatura de “Make America Great Again”, slogan da campanha de Donald Trump) escrito com letras vermelhas. Smollett afirmou que seus agressores gritaram o termo. A ABC News ainda noticiou que os dois irmãos suspeitos, que foram investigados na semana passada, disseram que Smollett ficou chateado por a carta não ter recebido a atenção necessária. Abertamente gay, Smollett foi atacado por dois homens em meio a insultos racistas e homofóbicos, ao sair de um restaurante em 29 de janeiro, e o caso inspirou uma grande onda de solidariedade. Só que tudo mudou desde então. Apesar de ter testemunhado que seus agressores eram brancos, as autoridades prenderam dois homens negros, de origem nigeriana, como suspeitos. Informações vazadas por fontes ligadas à polícia de Chicago sugerem que os irmãos Abimbola “Abel” e Olabinjo “Ola” Osundairo foram contratados por Smollett para simular o ataque. Eles teriam “confessado” para não enfrentar acusações de agressão, segundo reportou o canal Fox 32 Chicago. A polícia de Chicago emitiu um comunicado afirmando que os testemunhos dos suspeitos tinham causado “uma mudança drástica” na investigação, e que os investigadores gostariam de entrevistar Smollett mais uma vez. O ator contratou advogados e tem se recusado a dar novo depoimento. Em hiato desde dezembro passado, “Empire” volta a exibir episódios inéditos em 13 de março nos Estados Unidos, mas os produtores resolveram diminuir as aparições do ator, cortando suas cenas. A série é exibida pelo canal pago Fox Life no Brasil.

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  • Série

    Novos – e provavelmente últimos – episódios de Arrested Development ganham pôster e fotos

    19 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou seis fotos e o pôster dos últimos episódios de “Arrested Development”. As imagens pertencem à segunda metade da 5ª temporada da série, que será exibida dez meses após o lançamento da primeira parte. O grande espaçamento reflete uma tentativa de se distanciar dos problemas envolvendo Jeffrey Tambor, intérprete do trambiqueiro patriarca da família Bluth. O ator não só foi demitido de “Transparent”, na Amazon, como ainda foi acusado de tumultuar as gravações da série da Netflix. A atriz Jessica Walker, que interpreta sua esposa na série, acusou-o de assédio verbal e intimidação psicológica nos bastidores da nova temporada da atração. Originalmente exibida de 2003 a 2006 na rede americana Fox, “Arrested Development” consagrou-se como uma das séries de comédia mais elogiadas pela crítica na década passada. Mesmo assim – e com um elenco de primeira – nunca conquistou grande audiência. Na verdade, a Fox ensaiou cancelá-la desde o final da 1ª temporada, mas os prêmios do Emmy e Globo de Ouro a mantiveram no ar por três anos. Fora do ar, virou cult. E acabou resgatada pela Netflix para uma 4ª temporada em 2013, seis anos após a exibição de seu último episódio na TV aberta americana. O começo da 5ª temporada, por sua vez, chegou ao streaming após novo hiato de cinco anos. E o final levou mais um ano de “desenvolvimento arrastado”. Os novos episódios continuarão a história de Michael Bluth (Jason Bateman), seu filho George Michael (Michael Cera), dos pais George Bluth Sr. (Jeffrey Tambor) e Lucille (Jessica Walter), dos irmãos George Oscar Bluth II (Will Arnett), Buster Bluth (Tony Hale) e Lindsay Funke (Portia de Rossi), do cunhado Tobias (David Cross) e da sobrinha Maeby (Alia Shawkat). Eles chegam ao streaming em 15 de março.

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  • Filme,  Série

    Clássico infantil Banana Splits vai voltar como telefilme de “terror”

    19 de fevereiro de 2019 /

    A banda de rock infantil formada por Bingo, Fleegle, Drooper e Snorky vai voltar à atividade. O canal pago SyFy e a Warner Bros Home Entertainment se juntaram para tirar os Banana Splits do limbo. E vai ser um horror – literalmente. Para quem não lembra, “Banana Splits” era o nome de um programa infantil dos anos 1960 apresentado por quatro animais falantes (ou melhor, três, já que Snorky era um elefante de pelúcia que não falava). Eles tocavam rock, liam cartas de fãs e fugiam das menininhas da Turma das Uvas Azedas, em segmentos curtos entre desenhos dos “Cavaleiros das Arábias”, “Os Três Mosqueteiros”, “Microaventuras” e o seriado live-action “Ilha do Perigo” (o “Lost” original). Os personagens foram criados pelos irmãos Krofft (de “O Elo Perdido”) para a produtora Hanna-Barbera e embora a série tenha durado apenas duas temporadas, entre 1968 e 1970, acabou marcando a cultura pop com quadrinhos, brinquedos, discos e a famosa música-chiclete “Tra-la-la Song”. O retorno vai acontecer num telefilme, que será lançado em vídeo pela Warner e exibido pelo Syfy na televisão. E o detalhe mirabolante é que a trama será uma história de terror. Segundo a sinopse divulgada, um garoto chamado Harley é convidado a passar seu aniversário nos bastidores da gravação do programa de TV dos Banana Splits, mas as coisas tomam um rumo inesperado – “e a contagem de corpos aumenta rapidamente”. O roteiro foi escrito por Jed Elinoff e Scott Thomas (criadores da série “A Casa da Raven”) e a direção está a cargo de Danishka Esterhazy (da sci-fi “Level 16”). Já o elenco conta com Dani Kind (“Wyonna Earp”), Finlay Wojtak-Hissong (“The Kindness of Strangers”), Steve Lund (“Schitt’s Creek”) e Sara Canning (“The Vampire Diaries”). Ainda não há previsão para a estreia. Relembre abaixo a abertura da série clássica ao som da “Tra-la-la Song”.

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  • Filme

    Kitbull: Veja na íntegra um novo e tocante curta animado da Pixar

    19 de fevereiro de 2019 /

    A Pixar divulgou em sua página no YouTube a íntegra do curta “Kitbull”, primeira animação escrita e dirigida por Rosanna Sullivan, que fez parte das equipes de “Universidade Monstros” e “Os Incríveis 2”. O visual é bem diferente da animação computadorizada que costuma caracterizar as produções do estúdio, mas mantém o tom sensível e tocante da grife Pixar, ao mostrar a improvável amizade entre um gato de rua e um cão de guarda da raça pit bull. Recomenda-se lencinhos para acompanhar. “Kitbull” é o terceiro curta realizado dentro do programa SparkShorts, iniciativa voltada a estimular os funcionários do estúdio a explorar suas próprias ideias em projetos que os inspirem.

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