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29 de outubro de 2026
  • Etc,  Filme

    John Carl Buechler (1952 – 2019)

    18 de março de 2019 /

    O diretor e artista de efeitos especiais John Carl Buechler morreu nesta segunda (18/3) após luta contra o câncer de próstata. A morte do cineasta de 66 anos foi anunciada pelo amigo Ted Geoghan, organizador do evento Fantasia Film Festival. Buechler iniciou sua reputação como idealizador de efeitos especiais e maquiagens prostéticas para filmes da produtora Empire, especializada em filmes B nos anos 1980, como “Ragewar” (1984), “Trancers: O Tira do Futuro” (1984), “Ghoulies” (1984), “Re-Animator” (1985) e “TerrorVision” (1986). E foi por lá mesmo que estreou na cadeira de diretor, com “Troll – O Mundo do Espanto” (1986). Ele também dirigiu “O Monstro Canibal” (1988) para a produtora de Charles Band, antes de comandar uma franquia mais famosa, assumindo a direção de “Sexta-Feira 13, Parte 7: A Matança Continua” (1988). Buechler continuou trabalhando em continuações de franquias clássicas, mas como técnico de efeitos. A lista inclui desde “A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos” (1988) e “Halloween 4: O Retorno de Michael Myers” (1988) até “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989), entre outros. Ainda dirigiu “Os Ghoulies Vão ao Colégio” (1991), lançado direto em vídeo, mas nunca emplacou nenhum sucesso – ou filme que fosse pelo menos medíocre. Sua filmografia final é repleta de lançamentos de terror para VOD, inéditos no Brasil, que ele escreveu e dirigiu para horrorizar a crítica. Nenhum tem nem sequer nota no Rotten Tomatoes. Até os filmes de carnossauros, ciborgues e lobisomens adolescentes que receberam seus efeitos compartilham a mesma falta de elogios nos comentários do IMDb. Em compensação, o tempo transformou seu trabalho na Empire em objeto de culto e tema de convenções. No mês passado, a mulher do cineasta começou uma campanha no site Go Fund Me para ajudar no tratamento do marido. A família conseguiu arrecadar US$ 40 mil com doações dos fãs.

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  • Filme

    Marco Luque desenvolve filme sobre seu personagem Jackson Faive

    18 de março de 2019 /

    O humorista Marco Luque revelou planos de lançar um filme sobre seu personagem Jackson Faive. “Estou escrevendo um filme que a gente deve rodar no final do ano”, ele disse em entrevista ao canal Desimpedidos. “É difícil e complexa essa história de cinema, mas é muito legal. Vai ser a história do Jackson Faive, a origem dele, quando ele começou a ser motoboy”, completou. O Jackson Faive é um motoboy que conta os causos do trânsito e da sua vida humilde. O personagem faz parte do programa “Altas Horas”, de Serginho Groisman, desde 2016, mas foi criado por Luque quando ele ainda trabalhava na Rádio Mix FM. Na televisão, o humorista caracteriza o personagem com uma dentadura especial, além de touca e roupas pretas. O filme ainda não tem previsão de lançamento.

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  • Série

    Atriz de Harry Potter entra no piloto da série derivada de Game of Thrones

    18 de março de 2019 /

    A atriz britânica Miranda Richardson, indicada a dois Oscar (por “Perdas e Danos” e “Tom e Viv” nos anos 1990) e conhecida pelo papel de Rita Skeeter na franquia “Harry Potter”, entrou na série derivada de “Game of Thrones”. Cercada de mistério, a produção não revelou até agora quais personagens seu elenco interpreta. E é um casting grandioso, liderado por Naomi Watts (“O Impossível”) e que também inclui Jamie Campbell Bower (das sagas “Crepúsculo”, “Harry Potter/Animais Fantásticos” e “Os Instrumentos Mortais”), Georgie Henley (a Lucy de “As Crônicas de Nárnia”), Naomi Ackie (que estará no próximo “Star Wars”), Josh Whitehouse (“Poldark”), Denise Gough (“Colette”), Sheila Atim (“Harlots”), Ivanno Jeremiah (“Humans”), Alex Sharp (“To the Bone”) e Toby Regbo (“The Last Kingdom”). A atração foi desenvolvida pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “X-Men: Primeira Classe”) e pelo autor George R. R. Martin, que escreveu os livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, a base de “Game of Thrones”. De acordo com a sinopse oficial divulgada pela HBO, a série se passará “milhares de anos” antes dos eventos de “Game of Thrones”. “A série retrata o momento em que o mundo passa da Era dos Heróis ao seu pior momento. E uma coisa é certa: dos segredos terríveis da história de Westeros à verdadeira origem dos Caminhantes Brancos, aos mistérios do Leste, aos Starks da lenda… não é a história que achamos que conhecemos”. No universo criado por Martin, a Era dos Heróis começou cerca de 10 mil anos antes dos eventos de “Game of Thrones”, e levou ao que é conhecido como Longa Noite – o inverno que perdurou por vários anos. Foi nesse período em que os Caminhantes Brancos surgiram e os habitantes de Westeros travaram uma grande batalha contra eles. Ainda sem um título oficial, o spin-off foi oficializado em junho, antes de a HBO ser incluída na venda da Time-Warner para a AT&T, que originou a WarnerMedia e levou à mudanças no comando do canal pago. Por enquanto, o projeto está em fase de produção de piloto e não tem garantia de virar série. O piloto, que será dirigido por SJ Clarkson (da série “Jessica Jones”), precisa ser aprovado pelos novos executivos da HBO para gerar encomenda da 1ª temporada.

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  • Reality,  TV

    Netflix lança a primeira série reality interativa de sobrevivência

    18 de março de 2019 /

    Depois de se aventurar numa sci-fi interativa com “Black Mirror: Bandersnatch”, a Netflix está produzindo a primeira série reality interativa. A novidade da plataforma de streaming é “You vs. Wild”, produção em oito episódios apresentada pelo expert em sobrevivência Bear Grylls. Conhecido por programas como “Man vs. Wild” e “Running Wild”, em que ensina como sobreviver em meio à selva, Grylls agora vai se colocar à mercê do público, dando ao assinante da Netflix a capacidade de fazer as escolhas que definirão se ele será capaz de sair vivo das regiões mais inóspitas do planeta. A premissa é um pouco perturbadora, já que pode provocar instintos diferentes dos pretendidos, com muita gente abraçando a interatividade como uma oportunidade para brincar de matar – em vez de ajudar – a cobaia voluntária. O apresentador já foi notícia por sua “morte” em 2015, que se provou uma frase pronta de Mark Twain. Ignorando a moral da história do clássico “Rede de Intrigas” (1976), a Netflix prefere promover a interatividade de “You vs. Wild” apenas como uma forma de colocar o usuário no meio da aventura. Até o comercial da série depende de atos do público, que precisa clicar em duas telas antes de chegar ao trailer principal. Tudo começa com um teaser em que o espectador precisa escolher se atende ou não uma ligação de Grylls, e essa decisão pode levá-lo ao trailer oficial de “You Vs. Wild”. Confira abaixo. A estreia está marcada para o dia 10 de abril.

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  • Filme

    CEO da Warner se demite após escândalo sexual

    18 de março de 2019 /

    O executivo Kevin Tsujihara se demitiu da diretoria da Warner Bros. em meio a denúncias de que ele teria usado sua posição para ajudar a atriz Charlotte Kirk a conseguir papéis, após ter feito sexo com ela. A decisão aconteceu após Tsujihara sobreviver a uma investigação interna e ser promovido a CEO na estrutura da nova empresa WarnerMedia, resultante da aquisição da Time-Warner pela AT&T. Mas uma reportagem da revista The Hollywood Reporter, que teve acesso à troca de mensagens de texto entre o executivo, a atriz e outros envolvidos, levou os novos proprietários a realizar um novo inquérito, mais meticuloso. Em memorando, Tsujihara deu a entender que foi pressionado a pedir demissão. Ele disse para os funcionários que decidiu se demitir após “refletir sobre como suas ações do passado podem impactar o futuro da empresa”. “Após muita introspecção, e conversas com John Stankey durante a última semana, decidimos que o melhor para a Warner Bros. é que eu me afaste da posição de CEO”, escreveu o executivo. “Eu amo esta empresa e as pessoas que a fazem ser tão incrível”. “Eu tive a honra de liderar esta organização, e de trabalhar ao lado de empregados talentosos, nos últimos 25 anos”, continuou. “Juntos, construímos um estúdio que é inegavelmente um líder em sua indústria. No entanto, ficou claro que, se eu continuasse na liderança, me transformaria em uma distração e um obstáculo”. O escândalo que derrubou Tsujihara também jogou luz no costume de troca de favores sexuais para fechar negócios e avançar carreiras em Hollywood. E desta vez ele não teve origem numa denúncia feminina. A fonte é desconhecida – provavelmente um rival do executivo abatido ou uma das partes que se deu mal. Porque a atriz, que recebeu diversas vantagens, mesmo dizendo-se “usada” nos textos, nega tudo. Ela emitiu um comunicado em que afirma não ter interesse em processar nem acusar ninguém, e que todos os seus envolvimentos foram consensuais. Em outras palavras, ela foi a uma reunião num quarto de hotel sabendo exatamente o que ia acontecer e o que poderia conseguir com isso – o oposto das denúncias do movimento #MeToo. Tudo começou quando Charlotte Kirk se envolveu com o produtor James Packer em 2013. E foi instada por ele, em mensagem de texto, a ir a um encontro no quarto de hotel de Kevin Tsujihara, um dos executivos mais poderosos da Warner, que ajudaria sua carreira. Na manhã seguinte, ela relatou a Packer que Tsujihara não quis nem conversar, só “f*ck”. Três dias depois, Tsujihara e Packer fecharam um negócio de US$ 450 milhões, criando uma parceria de produção entre o estúdio de cinema Warner Bros. e a RatPac-Dune Entertainment, empresa de Packer e do cineasta Brett Ratner (que enfrenta processos por assédio sexual). A relação de Tsujihara com a atriz aconteceu quando ele já era casado com Sandy Tsujihara, com quem tem dois filhos. Sabendo disso, Charlotte Kirk passou a enviar textos para Tsujihara exigindo papéis em filmes da Warner. Um dos textos publicados pela THR diz: “Você está muito ocupado, eu sei, mas quando estávamos naquele hotel fazendo sexo você disse que iria me ajudar. Quando você simplesmente me ignora, como está fazendo agora, faz com que eu me sinta usada. Você vai me ajudar como disse que faria?”. Kirk foi escalada em pequenos papéis em dois filmes da Warner: “Como Ser Solteira” (2016) e “Oito Mulheres e um Segredo” (2018). E, de acordo com documentos obtidos ​​pela THR, fez testes para vários outros projetos na Warner e na produtora Millenium de Avi Lerner. Os textos publicados mostram que, ao longo do tempo, Kirk ficou cada vez mais agitada porque não estava conseguindo tantos papéis quanto imaginou. Até que Brett Ratner resolveu assumir o controle da situação, mandando seu advogado Marty Singer intermediar um acordo que daria à atriz preferência para participar de testes, além de lhe garantir uma aparição em um filme dirigido por Ratner. O acordo proposto nunca foi assinado, segundo Singer, que (suspeitamente) atendeu a reportagem da revista, porque o próprio Ratner viu sua carreira implodir. Diretor de “X-Men: O Confronto Final” (2006) e da trilogia “A Hora do Rush”, ele foi acusado por seis mulheres de assédio sexual. Entre as vítimas estavam as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, que detalharam suas experiências ao jornal Los Angeles Times, durante o auge do movimento #MeToo. Com o escândalo, a atriz Gal Gadot teria condicionado sua participação na sequência de “Mulher-Maravilha” ao afastamento de Ratner da produção. Assim, o acordo milionário entre a Ratpac-Dune e a Warner foi cancelado. Kevin Tsujihara escapou ileso deste escândalo inicial. Mas rumores sobre o contrato com a Ratpac-Dune envolver sexo começaram a chegar à THR nesta ocasião. Fontes anônimas instigaram a publicação a investigar. Perguntado sobre Kirk, Tsujihara contratou um advogado, negou qualquer relacionamento com ela e ameaçou uma ação judicial contra a revista. A questão surgiu novamente em setembro de 2018. Desta vez, por meio de uma carta anônima enviada à John Stankey, CEO da WarnerMedia. A THR não explicou como soube detalhes dessa correspondência, como a alusão a uma atriz identificada como “CK”. Mas o texto teria sido tão explosivo que a empresa contratou a firma de advocacia Munger Tolles & Olson para verificar os fatos relatados. A conclusão da investigação interna foi que não haveria nenhuma evidência de má conduta. Com isso, Stankey promoveu Tsujihara no organograma da nova companhia, transformando-o em chefão do icônico estúdio Warner Bros., além de lhe dar o controle do Cartoon Network e de uma divisão de animação, o que o tornou um dos executivos mais poderosos de Hollywood. A retaliação veio três dias depois, nas páginas do THR, que finalmente teve acesso a provas materiais do escândalo que estava sendo acobertado.

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  • Filme

    Continuação de Bumblebee será mais parecida com os Transformers de Michael Bay

    18 de março de 2019 /

    Más notícias para os críticos. E para quem gostou de “Bumblebee”. O produtor Lorenzo di Bonaventura quer que a continuação seja mais parecida com o restante da franquia “Transformers”. Em entrevista ao site Collider, Bonaventura usou o termo “Bayhem”, que mistura o nome de Michael Bay com a palavra “mayhem” (desordem, caos), para exaltar o estilo bombástico do diretor em referência ao tom da sequência. “Os fãs tinham pedido várias vezes para conhecer a origem de alguns dos Transformers, então fizemos isso. ‘Bumblebee’ foi uma resposta aos pedidos do público. O interessante quando você faz algo assim em uma franquia é que você não sabe como vai ser a recepção dos fãs”, comentou. “Neste caso, algumas pessoas não gostaram de ‘Bumblebee’ porque ele não tinha ação o bastante. Ele é uma história mais íntima”, explicou ainda. “Algumas pessoas que antes nos diziam ‘eu estou cansado de Michael Bay’, agora dizem ‘eu quero um pouco mais de Michael Bay'”. “Em ‘Bumblebee 2’, vamos tentar fazer uma fusão entre os dois mundos, trazer a história íntima do primeiro filme, mas misturar com um pouco de ‘Bayhem'”, completou Bonaventura. Apesar da afirmação do produtor, “Bumblebee” foi exaltado por ser completamente diferente dos “Transformers” originais. Tanto que é o único filme da franquia iniciada em 2007 que agradou a crítica. Também é o único que não foi dirigido por Michael Bay. O comando esteve a cargo de Travis Knight (“Kubo e as Cordas Mágicas”), que situou a história anos anos 1980 e concentrou a trama na ligação entre o Transformer amarelo e uma adolescente, vivida por Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 2”). O problema é que o filme também foi o que menos arrecadou em toda a franquia, rendendo US$ 459 milhões mundialmente. Mas há quem acredite que isso seja culpa justamente de Michael Bay, que conseguiu a façanha de eliminar qualquer expectativa em torno dos Transformers, ao entregar cinco filmes em escala descendente, que pioram em relação a cada um que os antecedeu, até atingir ridículos 15% de aprovação no Rotten Tomatoes com “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). “Bumblebee” teve 93% de aprovação da crítica. A cotação do público também foi a maior desde o primeiro “Transformers”, subindo 44% do última “Bayhem” para 77%. Ou seja, os números contestam todas as afirmações do produtor. Mas isso é Hollywood, onde a lógica nunca vence o absurdo.

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  • Filme

    Cinebiografia nacional de Allan Kardec ganha primeiro trailer e imagens

    18 de março de 2019 /

    A Sony divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer de “Kardec”, cinebiografia nacional do professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, mais conhecido como Allan Kardec. A prévia revela o fascínio e a rejeição do espiritismo na Paris do século 19, acompanhando os primeiros contato do pai do kardecismo com o mundo do além e a reação enfurecida da população, que chega a queimar o seu Livro dos Espíritos. Todos os franceses falam português perfeito e a encenação lembra mais minissérie brasileira que projeto de cinema. O elenco destaca Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) no papel-título, além de Sandra Corveloni (“A Glória e a Graça”), Letícia Braga (“Detetives do Prédio Azul”), Guilherme Piva (“O Inventor de Sonhos”), Genézio de Barros (“Intruso”), Guida Vianna (“Uma Loucura de Mulher”), Julia Konrad (“Paraíso Perdido”), Charles Fricks (“Nise: O Coração da Loucura”), Dalton Vigh (“A Comédia Divina”) e o veterano ator francês Christian Baltauss, de 70 anos, que já trabalhou com alguns dos nomes mais celebrados do cinema, como François Truffaut, com quem fez “O Último Metrô” (1980), e Luis Buñuel, de quem integrou o clássico “O Discreto Charme da Burguesia” (1972). A direção é de Wagner de Assis, que levou mais de 4 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros com outro filme espírita, “Nosso lar”, em 2010. “Kardec” tem lançamento previsto para 16 de maio.

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  • Etc

    Ator de Girls revela ter sido assediado por padre na adolescência

    18 de março de 2019 /

    O ator Andrew Rannells, conhecido por seus papéis em séries como “Girls” e “Black Monday”, contou em sua autobiografia precoce que foi assediado por um padre durante a adolescência, quando tentou assumir sua homossexualidade durante o ritual de confissão. Intitulado “Too Much Is Not Enough”, o livro publicado recentemente nos EUA revela que isso afastou Ranells da religião, embora tenha sido criado como católico. O ator estudou em uma escola católica, em que os professores eram padres, e estavam sempre disponíveis para ouvir confissões dos alunos. “Às vezes, eles faziam você se sentar na frente deles em uma cadeira e colocavam a mão na parte de trás do seu pescoço, pedindo que você fechasse os olhos”, relembrou Rannells. Certa vez, o ator resolveu confessar sua atração por outros garotos ao Padre Dominic, um professor com quem tinha uma boa relação. “Eu me sentei e ele pegou o meu pescoço, como esperado. Eu comecei a falar, tentando explicar o que estava acontecendo comigo”, descreveu Rannells. “Eu comecei a chorar, estava tão envergonhado. O Padre Dominic apertou o meu pescoço mais forte e pegou minha mão com sua mão livre. Ele não disse nada, e eu só fiquei lá chorando. Depois, ele disse: ‘Está tudo bem. Você não fez nada de errado'”, continuou. “Ele se levantou e nós nos abraçamos. Eu me senti seguro e compreendido. Então, ele me segurou com mais força, e me beijou. Nos lábios. Ele forçou a língua para dentro da minha boca enquanto continuava segurando meu pescoço. Então, ele me soltou e fez o sinal da cruz, sorrindo”, completou. O mesmo padre voltou a assediar Rannells durante a festa de formatura de sua turma. “Estávamos na porta da casa dos meus pais, e ele estava se despedindo de mim. Ele me puxou e forçou sua língua na minha boca novamente”, escreveu o ator. “Eu não fiz nada. Não o beijei de volta, mas não me mexi. Ele me soltou e sorriu novamente, andando em direção ao seu carro. Eu voltei para a cozinha e virei uma taça de vinho antes de voltar para a festa”, completou.

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  • Filme,  Música

    Teen Spirit: Elle Fanning vira cantora em clipe com cenas de seu novo filme

    18 de março de 2019 /

    A Interscope Records divulgou um clipe do filme “Teen Spirit”, que traz a atriz Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) cantando a música “Dancing On My Own”, da artista sueca Robyn. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar de sua vida proletária na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. O disco da trilha vai testar essa hipótese. O repertório é baseado nas músicas que ela canta no filme, o que inclui hits de Ellie Goulding, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial está marcada para 5 de abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Brad Pitt e Leonardo DiCaprio se juntam no primeiro pôster do novo filme de Quentin Tarantino

    18 de março de 2019 /

    A Sony divulgou o primeiro pôster de “Era uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino. E a imagem destaca os principais protagonistas, Leonardo DiCaprio e Brad Pitt. Os dois vivem, respectivamente, um ator de faroestes em decadência e seu dublê de longa data, que procuram por uma forma de voltar aos holofotes em 1969. A produção marca o primeiro longa que eles estrelam juntos. Além deles, há muitos outros astros famosos no elenco, como Margot Robbie na pele de Sharon Tate, atriz casada com Roman Polanski que teve uma morte sangrenta nas mãos dos seguidores de Charles Manson. Outro destaque é Al Pacino, que interpretada o agente do personagem de DiCaprio. “Era Uma Vez em Hollywood” vai marcar a primeira colaboração de Pacino com Tarantino, que se declara fã do ator veterano. O elenco grandioso ainda inclui James Marsden (“Westworld”), Dakota Fanning (“The Alienist”), Damian Lewis (“Billions”), Timothy Olyphant (série “Santa Clarita Diet”), Emile Hirsch (“O Grande Herói”), Clifton Collins Jr (série “Westworld”), Nicholas Hammond (ele mesmo, o Homem-Aranha dos anos 1970), Keith Jefferson, Kurt Russell, Michael Marsden, Tim Roth, Bruce Dern (quinteto de “Os Oito Odiados”), a menina Julia Butters (Anna-Kat Otto em “American Housewife”), Lena Dunham (criadora e protagonista da série “Girls”), Austin Butler (“The Shannara Chronicles”), a chilena Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Maya Hawke (“Stranger Things”), filha de Uma Thurman e Ethan Hawke, além de registrar o último papel do recém-falecido Luke Perry (série “Riverdale”). A estreia está marcada para 26 de julho nos Estados Unidos e apenas em 15 de agosto no Brasil

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  • Etc

    Lori Loughlin e Felicity Huffman são processadas em US$ 500 bilhões por fraude universitária

    18 de março de 2019 /

    As atrizes Lori Loughlin (“Fuller House”) e Felicity Huffman (“Desperate Housewives”) estão sendo processadas em nada menos do que US$ 500 bilhões por uma mãe que alega que seu filho foi prejudicado pelo esquema de fraude no qual vários pais pagaram subornos para que suas crianças entrassem em universidades de elite. De acordo com o site Deadline, que teve acesso ao processo, a reclamante é Jennifer Kay Toy, uma professora do estado da Califórnia. Ela deu entrada na ação contra as atrizes e outras dezenas de acusados em 13 de março, um dia após a polícia deter os envolvidos no caso. Toy acusa os réus de sofrimento emocional, conspiração civil e fraude. Nos documentos, a mulher afirma que seu filho, Joshua, se inscreveu para algumas das faculdades envolvidas no escândalo, mas não foi aceito – apesar de supostamente ter obtido notas altas. “Estou furiosa e magoada porque sinto que meu filho, meu único filho, teve seu acesso negado à faculdade não porque não estudou ou se esforçou o suficiente, mas porque indivíduos ricos acharam que era normal mentir, trapacear, roubar e subornar para colocar seus filhos em uma boa faculdade”, escreveu ela. Documentos apresentados pelas autoridades mostram que as pessoas investigadas na Operação Varsity Blues pagaram milhões em propinas para que seus filhos entrassem em faculdades como Georgetown, Stanford, UCLA, USC e Yale, independente de suas notas no Ensino Médio ou no SAT (o Enem americano). As investigações estão centradas em um homem da Califórnia que “ajudava estudantes a entrar na universidade” ao falsificar suas notas do SAT ou fingir que eles eram atletas com direito a bolsa de estudos. A polícia informou que os pais pagavam para essa pessoa tendo pleno conhecimento do que ele estava fazendo. Lori Loughlin e seu marido, Mossimo Giannulli, foram acusados de pagar US$ 500 mil para o intermediário para que suas filhas fossem aceitas na USC como atletas do remo, embora elas não praticassem este esporte. Felicity Huffman teria pago US$ 15 mil para que a filha mais velha fosse aprovada em outra universidade. Ela também tentou fazer o mesmo esquema para a filha mais nova, mas desistiu. O marido da atriz, William H. Macy, não foi implicado no caso pelos investigadores.

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  • Série

    O Mundo Sombrio de Sabrina: Trailer da 2ª temporada traz Sabrina mais poderosa e sinistra

    18 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, que traz Sabrina (vivida por Kiernan Shipka) mais, hmm, sombria. Ela virou uma bad girl e gostou, depois de negociar sua alma com o diabo. E isso também a tornou mais poderosa, mostrando habilidades que nenhuma bruxa iniciante deveria ter. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha, que além de problemas românticos e provas da escola, tem que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Vale lembrar que a série já foi oficialmente renovada para suas 3ª e 4ª partes – que, com oito episódios cada, sugerem uma 3ª temporada com midseason, batizada de forma diferente para confundir. A 2ª temporada ou Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril.

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    Playlist: Conheça os 200 melhores clipes indies de fevereiro

    18 de março de 2019 /

    Em janeiro, foram 50 clipes. Mas os subterrâneos do YouTube são muito mais profundos. Com uma exploração espeleológica mais radical em fevereiro, foi possível trazer à tona duas centenas de clipes interessantes do underground e adjacências – estalactites mais próximas da superfície (mainstream) e estalagmites tão profundas que nascem no outro lado do mundo, literalmente. Do porão do rock ao clube dançante clandestino, do cantor com violão à banda com backing vocals, passando por diferentes gêneros, países, orientações sexuais e propostas, conheça abaixo 200 clipes de músicas independentes lançados no mês de fevereiro (além de meia dúzia de janeiro). Apenas duas bandas repetem-se na lista com dois clipes, ambos lançados no período pesquisado. Os demais são artistas completamente diferentes uns dos outros. E incluem desde um prodígio de 15 anos de idade, Max Blanjaar, além da banda Chromatics, cuja cantora ilustra o post, até veteranos calejados, como Against All, The Specials, Neneh Cherry, Belly, Teenage Fanclub, L7 e Front Line Assembly. E esta pequena listagem já serve de dica da variedade de estilos. A duração passa das 10 horas de música direta, sem parar. E com um detalhe (que explica a demora para a compilação ir ao ar): 10 horas arranjadas em ordem sequencial, visando uma transição mais harmônica entre cada clipe. Mesmo com guitarras de hardcore e violão acústico, rap alternativo e bandas góticas, techno e dream pop, o playlist foi concebido como trilha para ser ouvida com um simples apertar de play. A maratona não é para todos os ouvidos. Mas experimente. O eco do underground pode parecer estranho, até que embala. 1 Telekinesis – A Place in the Sun (EUA) | 2 Little Jesus – Los Años Maravillosos (México) | 3 Teenage Fanclub – Everything Is Falling Apart (Escócia) | 4 Rock Eupora – Inbetween (EUA) | 5 Belly – Human Child (EUA) | 6 Star Horse – Pickle Plum (Suécia) | 7 Hatchie – Without a Blush (Austrália) | 8 Desperate Journalist – Satellite (Inglaterra) | 9 Dear Boy – Semester (EUA) | 10 Margot – Coffee Stained Scars (Inglaterra) | 11 The Fur. – Short Stay (Taiwan) | 12 Cléa Vincent – Dans les Strass (França) | 13 Broncho – Big City Boys (Directors Cut) (EUA) | 14 Palm Springsteen – Hey There Cowgirl (EUA) | 15 Wallows feat. Clairo – Are You Bored Yet? (EUA) | 16 Sundara Karma – Higher States (Inglaterra) | 17 Front Line Assembly feat. Jimmy Urine – Rock Me Amadeus (Canadá) | 18 The Pirouettes – Héros de la Ville (França) | 19 Chromatics – Time Rider (EUA) | 20 Kimbra – Lightyears (Chris Tabron Mix) (Nova Zelândia) | 21 Mild Minds – Weak Signal (Austrália) | 22 Lions of Dissent – Turn Up the Struggle (Inglaterra) | 23 Pool – Take Me Out (Alemanha) | 24 L’Impératrice – Matahari (França) | 25 Mòn – Calypso (França) | 26 Feet – English Weather (Inglaterra) | 27 Sego – Shame (EUA) | 28 Warbly Jets – Propaganda (EUA) | 29 Victoria+Jean – Free Insult (Bélgica) | 30 Delicate Steve – Freedom (EUA) | 31 Kap Bambino – Erase (França) | 32 Shad Shadows – Under Valium (Itália) | 33 Nonn – Home (Suécia) | 34 She Pleasures HerSelf – Ich Bin Dead (Portugal) | 35 The Nightmares – Adore (República Tcheca) | 36 Weeknight – Done with Me (EUA) | 37 Dagobert – Einsam (Alemanha) | 38 Cruel Reflections – 26 (Is So Damn Cold) (EUA)| 39 Kakkmaddafakka – Runaway Girl (Noruega) | 40 Sunbeam Sound Machine – Talking Distance (Austrália) | 41 Junodream – Terrible Things that Could Happen (Inglaterra) | 42 Loose Tooth – Asteroids (Austrália) | 43 Desert Ships – Idle Daze (Inglaterra) | 44 Cellar Doors – City Girl (EUA) | 45 Versing – Tethered (EUA) | 46 Communions – Flesh and Gore, Dream and Vapor (Dinamarca) | 47 Man of Moon – Ride the Waves (Escócia) | 48 Flamingods – Marigold (Inglaterra e Bahrein) | 49 Wovoka Gentle – Sin Is Crouching at Your Door (Inglaterra) | 50 Laura Petit – Namorado (Brasil) | 51 Sebadoh – Celebrate the Void (EUA) | 52 The Leisure Society – God has Taken a Vacation (Inglaterra) | 53 Niki Moss – GP Motorcycle Racing (Portugal) | 54 Circa Waves – Times Won’t Change Me (Inglaterra) | 55 Jade Bird – I Get No Joy (Inglaterra) | 56 Maria Due – The Colour White (Noruega) | 57 Aldous Harding – The Barrel (Nova Zelândia) | 58 Vampire Weekend – Harmony Hall (EUA) | 59 Wet – Old Bone (EUA) | 60 Baptiste W. Hamon – Je Brûle (França) | 61 Elena Setién – She was So Fair (Espanha) | 62 Molina – Venus (EUA) | 63 Letrux – Ninguém Perguntou por Você (Brasil) | 64 Farah – The Only Ones (Inglaterra) | 65 Sneaks – Ecstasy (EUA) | 66 St. Vincent – Masseduction (EUA) | 67 Teen – Pretend (EUA) | 68 Mating Ritual – Falling Back (EUA) | 69 Charly Bliss – Capacity (EUA) | 70 Cass McCombs – Sleeping Volcanoes (EUA) | 71 Mansionair – We Could Leave (Austrália) | 72 The Royal Concept – Need To Know (Suécia) | 73 Foxwarren – Sunset Canyon (Canadá) | 74 Hand Habits – What Lovers Do (EUA) | 75 Teca Figueiredo – Corra (Brasil) | 76 Albert Hammond Jr – Fast Times (EUA) | 77 Broken Social Scene – Boyfriends (Canadá) | 78 The Gooch Palms – Are We Wasted? (Austrália) | 79 Pearl Lion – Himalaya (EUA) | 80 Guilles – Dirty Rags (Espanha) | 81 Against All – Creepy Crawl (EUA) | 82 Moshino – 釣った魚にエサやれ (Japão) | 83 Clutch – Ghoul Wrangler (EUA) | 84 Ticking Time Bomb – Dealt a Blow (Costa Rica) | 85 Case 39 – Grandsons of Elvis (Alemanha) | 86 Bankrupt – Green Light, Blue Lambo (Hungria) | 87 The Bouncing Souls – Crucial Moments (EUA) | 88 Masked Intruder – All of My Love (EUA) | 89 Demob Happy – Less Is More (Inglaterra) | 90 Frank Carter & The Rattlesnakes – Crowbar (Inglaterra) | 91 Pretty Vicious – These Four Walls (País de Gales) | 92 The Luka State – What’s My Problem (Inglaterra) | 93 Teenage Bottlerocket – Everything to Me (EUA) | 94 Heart Attack Man – Fake Blood (EUA) | 95 Hello Yello – I Dont Care (EUA) | 96 Cloud Nothings – So Right So Clean (EUA) | 97 Gemma Ray – Death Tapes (Inglaterra) | 98 The Mysterines – Bet Your Pretty Face (Inglaterra) | 99 Valeras – Ricochet (Nunca Morirá) (Inglaterra) | 100 Sharkmuffin – Liz Taylor (EUA) | 101 L7 – Burn Baby (EUA) | 102 Voiid – Vile (Austrália) | 103 Alex Lahey – Don’t Be so Hard on Yourself (Austrália) | 104 Olympia – Shoot to Forget (Austrália) | 105 Honeyblood – The Third Degree (Escócia) | 106 Lily & Madeleine – Can’t Help the Way I Feel (EUA) | 107 The Cosmics – Trust is Blind (Inglaterra) | 108 Max Blansjaar – You’re Always on My Mind (Inglaterra) | 109 Jyocho – Sugoi Kawaii (Japão)| 110 Sego – Neon Me Out (EUA) | 111 Andrew Bird – Sisyphus EUA) | 112 Peter Doherty & The Puta Madres – Who’s Been Having You Over (Inglaterra) | 113 Foals – On the Luna (Inglaterra) | 114 The Japanese House – Maybe You’re the Reason (Inglaterra) | 115 Tamaryn – Angels of Sweat (Nova Zelândia) | 116 Golden Rain – Break My Heart (Itália) | 117 Missio – Rad Drugz (EUA) | 118 Fictions · UFO (EUA) | 119 Steeple Remove – Oval-Strii (Laurent Garnier Remix) (França) | 120 Rackett – I Please Myself (Australia) | 121 Archive feat. Band of Skulls – Remains of Nothing (Inglaterra) | 122 Band of Skulls – Cool Your Battles (Inglaterra) | 123 Circa Waves – Me, Myself and Hollywood (Inglaterra) | 124 Metric – Love You Back (Canadá) | 125 Chai – Choose Go! (Japão) | 126 Friedberg – Boom (Inglaterra) | 127 Russian Baths – Slenderman (EUA) | 128 Wand – Scarecrow (EUA) | 129 Lamb – Armageddon Waits (Inglaterra) | 130 Adult. – Silent Exchange (EUA) | 131 These New Puritans – Anti– Gravity (Inglaterra) | 132 Kerchief – Til the End (EUA) | 133 Gurr – She Says (Alemanha) | 134 Potty Mouth – Starry Eyes (EUA) | 135 The Wild Reeds – Giving Up on You (EUA) | 136 Greta Stanley – Kick (Austrália) | 137 Partner – Long and McQuade (Canadá) | 138 Mal Blum – Things Still Left To Say (EUA) | 139 Skye Wallace – Coal In Your Window (Canadá) | 140 Little Room – Tangled (Londres) | 141 The Beths – Uptown Girl (Nova Zelândia) | 142 Ex Hex – Tough Enough (EUA) | 143 Der Baum – French Fries (Brasil) | 144 The Growlers – Who Loves the Scum? (EUA) | 145 Bazooka – Φυλακή (Prison) (Grécia) | 146 Fontaines D.C. – Big (Irlanda) | 147 The Coathangers – F the NRA (EUA) | 148 The Interrupters – Gave You Everything (EUA) | 149 Beach Slang – I Hate Alternative Rock (EUA) | 150 USA Nails – Smile (Inglaterra) | 151 Numb.er – Again (EUA) | 152 Madonnatron – Sucker Punch (Inglaterra) | 153 Blaenavon – Catatonic Skinbag (Inglaterra) | 154 Strand of Oaks – Ruby (EUA) | 155 Weyes Blood – Everyday (EUA) | 156 Foxygen – Livin’ a Lie (EUA) | 157 The Claypool Lennon Delirium – Blood and Rockets: Movement I, Saga of Jack Parsons – Movement II, Too the Moon (EUA) | 158 Idlewild – Dream Variations (Escócia) | 159 Maps – Just Reflecting (Inglaterra) | 160 Johnny Marr – Armatopia (Inglaterra) | 161 C Duncan – Impossible (Escócia) | 162 Xinobi & Gisela João – Fado para esta Noite (Portugal) | 163 Phillipi & Rodrigo – Retrogrado (Brasil) | 164 Irene Dresel – Victoire (França) | 165 The Chemical Brothers – Got to Keep on (Inglaterra) | 166 Worakls – Cloches (França) | 167 Prospa – Prayer (Inglaterra) | 168 Underworld – Soniamode (País de Gales) | 169 [KRTM] – Sleepwalker (Bélgica) | 170 Modeselektor feat. Tommy Cash – Who (Alemanha) | 171 Chasms – Every Heaven In Between (EUA) | 172 Malik Djoudi – Belles Sueurs (França) | 173 Donna Missal – Jupiter (EUA) | 174 Grand Pax – Bunk (Inglaterra) | 175 Sean – Mercutio (França) | 176 King – Shit Show (Dinamarca) | 177 JGrrey – Pretty Insane (An Interlude) (Inglaterra) | 178 Arlo Parks – Super Sad Generation (Inglaterra) | 179 Toro y Moi – Ordinary Pleasure (EUA) | 180 Jungle – Casio (Inglaterra) | 181 Christine and the Queens – 5 Dols (França) | 182 Robyn – Send to Robin Immediately (Suécia) | 183 Breathe. – London (Austrália) | 184 Gus Harvey – The Don (Inglaterra) | 185 Tahiti 80 – Hurts (França) | 186 Helado Negro – Running (EUA) | 187 Dizzee Rascal – Quality (Inglaterra) | 188 Pivot Gang – Jason Statham, Pt. 2 (EUA) | 189 Barny Fletcher – Christ Flow (Inglaterra) | 190 OrelSan – White Snake Freestyle (França) | 191 Neneh Cherry – Natural Skin Deep (Inglaterra) | 192 Suzi Wu – Error 404 (Inglaterra) | 193 The Specials – Vote for Me (Inglaterra) | 194 Wild Belle – Mockingbird (EUA) | 195 Séverin feat. Léa Salamé – L’interview (França) | 196 Cannibale – Not Easy to Cook (França) | 197 Illy e Duda Beat – Só Eu e Você na Pista (Tomás Tróia Remix) (Brasil) | 198 Wild Belle – Have You Both (EUA) | 199 Stella Donnelly – Tricks (Austrália) | 200 Nouvelle Vague – Bizarre Love Triangle (França)

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