Vídeo com Marlon Wayans e Whinderson Nunes junta Todo Mundo em Pânico e A Praça É Nossa
A Netflix divulgou um comercial para matar dois coelhos com uma caixa d’água só, como diria a Magda. No vídeo, o ator americano Marlon Wayans pega carona com Whinderson Nunes para ir numa festa da plataforma. No caminho, eles aproveitam para fazer promoção de seus produtos, o filme americano “Seis Vezes Confusão” (Sixtuplets) e o show de stand-up “Adulto” do brasileiro. Os dois fingem que se entendem, enquanto um fala inglês e o outro português, até que a pantomina é interrompida por um susto de Paulinho, amigo de Whindersson, vestido com a máscara do Ghostface Killer do filme “Pânico” (1996), que surge no banco traseiro dando déjà vu em Wayans. Vale lembrar que o ator americano atuou na sátira “Todo Mundo em Pânico” (2000), que ele cocriou com seus irmãos. Já a referência involuntária de Whiderson é à velha surda de “A Praça da Alegria/A Praça É Nossa”, trocando a surdez auditiva pela surdez idiomática, ao reciclar a velha piada de repetir equivocadamente – e com duplo sentido – o que o colega diz em alto e bom tom – o “novo” humor de 50 anos de idade. Se você achar o vídeo abaixo engraçado, pode gostar do que ele anuncia. Os dois produtos da propaganda já estão disponíveis em streaming.
Elvis Presley vai virar agente secreto em nova série animada da Netflix
A Netflix anunciou a produção de uma nova série de animação estrelada por Elvis Presley. Chamada de “Agent King”, a série vai mostrar Elvis como um espião internacional, que faz parte do serviço secreto americano e usa seus shows ao redor do mundo como disfarce para seu verdadeiro trabalho. “Elvis Presley troca seu traje de lantejoulas por uma mochila à jato quando entra em um programa de espionagem do governo para ajudar a combater as forças do mal que ameaçam o país que ama – tudo isso enquanto mantém seu trabalho de meio-período como Rei do Rock”, diz a sinopse da série, que tem entre seus produtores a ex-esposa do cantor, Priscilla Presley. Ela escreveu que “desde quando Elvis era um garotinho, sempre sonhou em ser um super-herói que luta contra o crime e salva o mundo! Agent King lhe permite fazer isso. Meu co-criador John Eddie e eu estamos muito animados em trabalhar com a Netflix e a Sony neste projeto incrível e ter a chance de mostrar ao mundo um Elvis nunca visto antes.” Priscilla Presley e o roqueiro John Eddie (“Ninguém Segura essa Garota”) são creditados como co-criadores e produtores executivos. Mas a série será tocada por Mike Arnold, autor de diversos episódios de outra famosa animação de espionagem, “Archer”. O anúncio nesta sexta-feira (16/8) coincide com o aniversário de 42 anos da morte de Elvis e acontece durante o final da “Semana Elvis”, uma celebração anual dos fãs ao legado do Rei do Rock. Veja abaixo a primeira ilustração do projeto, que ainda não tem previsão de estreia.
Neill Blomkamp anuncia ter desistido da continuação de RoboCop
O cineasta sul-africano Neill Blomkamp (“Elysium”) anunciou pelo Twitter que não está mais envolvido em “RoboCop Returns”, continuação do clássico de 1987 dirigido por Paul Verhoeven. “Estou fora de ‘RoboCop’. Vou fazer um novo terror/thriller e o [estúdio] MGM não pode esperar, precisam filmar RoboCop agora”, escreveu no tuíte. Sem mais explicações sobre o que vai ser esse novo longa no qual está envolvido, o cineasta completou dizendo, sobre “RoboCop Returns”, que estaria “animado para assistir no cinema com outros fãs”. Veja abaixo. A produção do filme, divulgado inicialmente como uma continuação direta do clássico dos anos 1980, foi revelada há um ano, e na época, Blomkamp deixou todos os fãs eufóricos ao contar que a sequência contaria com a icônica armadura original do personagem e seria estrelada pelo ator dos primeiros filmes, Peter Weller – que continua na ativa. Para completar, o roteiro é assinado pela dupla que também trabalhou no original: Ed Neumeier e Michael Miner. A trama foi originalmente concebida para ser o segundo filme da franquia, em 1990, mas acabou abandonada em prol de uma história tosca do autor de quadrinhos Frank Miller. O roteiro preterido, porém, previa que um astro de reality show se tornaria presidente dos Estados Unidos. E como a ficção se tornou realidade, a MGM achou que a coincidência valia uma revisitação, recuperando o roteiro antigo. O roteirista Justin Rhodes, que também escreveu a vindoura continuação de “O Exterminador do Futuro”, reescreveu e atualizou o conceito original. O filme vai ignorar o remake de 2014, dirigido pelo brasileiro José Padilha (de “Tropa de Elite”), que não se saiu bem no mercado norte-americano, mas arrecadou US$ 240 milhões em todo o mundo e teve desempenho particularmente forte na China. Apesar de Blomkamp mencionar urgência da MGM em seu tuíte, o filme ainda não tem cronograma de produção conhecido nem previsão de estreia. Off Robocop. I am shooting new horror/thriller and MGM can’t wait/ need to shoot Robocop now. Excited to watch it in theaters with other fans. N — Neill Blomkamp (@NeillBlomkamp) August 15, 2019
Atriz de Mulan ataca manifestações pela democracia em Hong Kong e inspira pedidos de boicote ao filme
A pressão do governo chinês sobre artistas do país, que estão sendo convocados a dar depoimentos favoráveis à repressão do movimento pró-democracia em Hong Kong, não deve prejudicar a carreira de astros veteranos como Jackie Chan e Tony Leung Ka-fai, pois seus filmes mobilizam milhões de espectadores em seu país natal. Mas a Disney pode sofrer danos colaterais após sua nova estrela aderir à onda. Liu Yifei, protagonista de “Mulan”, usou a plataforma Weibo para dizer que “apoia os policiais” que estão reprimindo brutalmente as manifestações e que as críticas à repressão são “uma vergonha para Hong Kong”. A cidade chinesa, que tem autonomia em relação ao governo central do país, enfrenta uma série de manifestações pró-democracia e contra um projeto de lei de extradição que, se aprovado, pode favorecer a parcialidade em seus tribunais. A declaração da estrela de “Mulan” foi provocada pelos manifestantes, que estavam usando o Twitter para pedir um posicionamento da atriz sobre o movimento. Após a resposta, agora querem saber a opinião da Disney e já sugerem um boicote ao filme. “A atriz de ‘Mulan’, Liu Yifei, apoia a brutalidade policial e a opressão em Hong Kong, mas é uma cidadã americana naturalizada. Deve ser legal. Ela irrita as pessoas que lutam pela democracia”, escreveu uma pessoa. Entretanto, a questão não é assim tão simples. A China é um país totalitário. Muitos confundem a liberdade econômica que tornou o gigante asiático numa potência comercial com a chegada de uma suposta democracia à região, mas a ditadura comunista continua no poder. E sua capacidade de retaliação lembra pesadelos stalinistas, com artistas sendo presos na calada da noite apenas por criticarem o governo ou por agirem de forma a contrariar os princípios do partido. Vale lembrar do sumiço forçado da atriz Fan Bingbing, que foi levada a lugar desconhecido e “pressionada” por cerca de um mês para confessar supostos crimes de sonegação de impostos, sendo liberada apenas após “pedir perdão” ao povo chinês pela mesma Weibo e assumir a culpa pelo que o governo a acusava. Na semana passada, veio à tona a notícia de que a China estava obrigando todos seus estúdios e artistas a boicotar a mais tradicional premiação do cinema da região, porque ela é realizada em Taiwan, que, como Hong Kong, rebela-se contra o poder central. Se algum artista chinês participar ou for premiado na próxima edição do Golden Horse Awards, ficará proibido de trabalhar no país.
Ewan McGregor negocia voltar a viver Obi-Wan Kenobi em série do Disney+ (Disney Plus)
Ewan McGregor entrou em negociações para reprisar o papel de Obi-Wan Kenobi numa nova série da plataforma Disney+ (Disney Plus). Será a terceira série live-action de “Star Wars” desenvolvida pelo serviço de streaming da Disney, que já estão fazendo “The Mandalorian”, uma atração baseada na classe de guerreiros e caçadores de recompensas primeiramente personificada por Boba Fett, e um prólogo de “Rogue One” (2016) com o oficial da Aliança Rebelde Cassiano Andor, em que Diego Luna irá reprisar o papel. Nenhum cronograma ou talento criativo ligado ao projeto Kenobi foi revelado. Obi-Wan Kenobi é uma figura central no mito de “Star Wars”. Ele foi introduzido no filme original de 1977 como um eremita do deserto, cansado da guerra, que logo se mostra um sábio, poderoso guerreiro e um mestre Jedi para o jovem Luke Skywalker, até ser morto por Darth Vader, seu ex-aluno. Alec Guinness interpretou o personagem no longa clássico, ganhando uma indicação ao Oscar. O personagem voltou ao universo “Star Wars” com papel ainda mais central nos prólogos dirigidos por George Lucas, que contaram a origem de Darth Vader e como ele traiu Kenobi e os Jedis. McGregor viveu o “jovem” Kenobi nos três filmes lançados entre 1999 e 2005. A Disney e a Lucasfilm chegaram a desenvolver um filme solo para o personagem, que teria sido dirigido por Stephen Daldry (“Trash: A Esperança Vem do Lixo”). No entanto, esse e outros filmes derivados da franquia central foram arquivados após o fraco desempenho de outro spin-off, “Han Solo: Uma História Star Wars”, no ano passado. O filme mais recente de McGregor foi uma produção da Disney, “Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível” (2018), mas ele será visto ainda este ano em “Doutor Sono”, continuação do terror clássico “O Iluminado”, e viverá o vilão da adaptação de quadrinhos “Aves de Rapina”, prevista para 2020.
Festival de Gramado reúne a indústria cinematográfica sob ataque de Bolsonaro
O Festival de Gramado nasceu durante o boom do cinema brasileiro produzido na era de ouro da Embrafilme, sobreviveu à destruição daquela época pelo governo Collor, quando praticamente não foram lançados longas, e chega a sua 47ª edição nesta sexta (17/8) em meio a ataques do presidente Bolsonaro aos filmes feitos no país. A concentração da indústria cinematográfica na serra gaúcha, neste momento histórico, é garantia de repercussão. Os discursos de protestos são mais que esperados durante a abertura do evento às 18h, que apresentará “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, em sua primeira exibição no Brasil após vencer o prêmio do júri no Festival de Cannes. Kleber Mendonça Filho, como todos lembram, protestou contra o “golpe” sofrido por Dilma Rousseff com cartazes no tapete vermelho de Cannes em 2016, quando lançou “Aquarius”. E até hoje se fala disso. Bolsonaro fez tudo para acirrar os ânimos ao máximo com uma live na noite de quinta, afirmando que tinha barrado a liberação de incentivos para filmes de temática LGBTQIA+ e que já teria “degolado todo mundo” se as cabeças da Ancine “não tivessem mandato”, utilizando-se da linguagem violenta para ameaçar o órgão responsável pelo incentivo à produção do cinema brasileiro. Por conta do governo extremamente ideológico de Bolsonaro – um PT ao avesso – , a política deve roubar a cena dos próprios filmes no evento, que vai acontecer até o dia 24 de agosto. Ainda assim, há muitos filmes. Ao todo, 19 longas e 34 curtas. Entre os sete longa-metragens da mostra competitiva nacional incluem-se a cinebiografia “Hebe — A estrela do Brasil”, de Maurício Farias, com Andréa Beltrão na pele da famosa apresentadora da TV brasileira, a dramédia “Veneza”, de Miguel Falabella, que acompanha a viagem dos sonhos de uma cafetina à cidade italiana, e “O Homem Cordial”, de Iberê Carvalho, suspense no qual Paulo Miklos interpreta um cantor de rock envolvido na morte de um policial. Além disso, o festival também homenageará quatro personalidades: o ator Lázaro Ramos, a atriz e cineasta Carla Camurati, o ator argentino Leonardo Sbaraglia e o artista Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica. As homenagens serão acompanhadas pelos devidos discursos, alguns mais contundentes que outros. Confira abaixo a lista dos longas selecionados para as mostras competitivas do evento gaúcho. Filmes Brasileiros “Hebe – A Estrela do Brasil” (São Paulo) Direção: Maurício Farias “O Homem Cordial” (Distrito Federal) Direção: Iberê Carvalho “Pacarrete” (Ceará) Direção: Allan Deberton “Raia 4” (Rio Grande do Sul) Direção: Emiliano Cunha “Veneza” (Rio de Janeiro) Direção: Miguel Falabella “Vou Nadar Até Você” (São Paulo) Direção: Klaus Mitteldorf e Luciano Patrick “30 Anos Blues” (São Paulo) Direção: Andradina Azevedo e Dida Andrade Filmes Latino-Americanos “A Son of Man – La Maldición del Tesoro de Atahualpa” (Equador) Diretor: Jamaicanoproblem “Dos Fridas” (México e Costa Rica) Direção: Ishtar Yasin “El Despertar de las Hormigas” (Costa Rica) Direção: Antonella Sudasassi Furnis “En el Pozo” (Uruguai) Direção: Bernardo e Rafael Antonaccio “La Forma de las Horas” (Argentina) Direção: Paula de Luque “Muralla” (Bolívia) Direção: Rodrigo Alfredo Alejandro Patiño Sanjines “Perro Bomba” (Chile) Direção: Juan Caceres
Ingressos de Nada a Perder 2 estariam sendo distribuídos de graça
O jornal O Globo e o portal UOL foram conferir o novo sucesso nacional, “Nada a Perder 2”, que não teve sessões exibidas para a crítica, mas esgotou ingressos na maioria das sessões de seu fim de semana inaugural. E o fenômeno do primeiro “Nada a Perder”, maior bilheteria do cinema brasileiro, voltou a se repetir. Tanto o jornal do Rio quanto o portal sediado em São Paulo relataram a presença de pessoas distribuindo ingressos gratuitos para as sessões na frente das salas de cinema. E também ouviram testemunhas de quem foi ver o filme após ganhar ingressos numa sede da Igreja Universal. O filme é uma cinebiografia do bispo Edir Macedo, fundador da Universal. Os ingressos distribuídos tinham valor estampado mais baixo que o preço da meia entrada, característico de uma grande venda em lotes. Os tickets que circularam na Ilha do Governador, no Rio, ainda eram acompanhados por cupom promocional com direito a pipoca e refrigerante. Em nota, a Igreja disse ao jornal que “a mídia não se conforma com o incrível sucesso de filmes com temática espiritual no Brasil, e tenta diminuir a importância do fenômeno. Talvez por não querer aceitar que a Universal conte com um número gigantesco de pessoas que, de forma voluntária, se mobiliza para que multidões possam assistir a um filme transformador”, referindo-se à distribuição gratuita de ingressos como iniciativa de “voluntários”. Uma sessão do Espaço Itaú, em Botafogo, foi assistida por 40 pessoas, apesar de ter 120 ingressos vendidos antecipadamente, segundo apurou O Globo.
Ator jovem de Annabelle 3 vai estrelar série baseada no filme Com Amor, Simon
A plataforma Disney+ (Disney Plus) anunciou o protagonista da série baseada em “Com Amor, Simon”. O ator Michael Cimino (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”) foi escalado no papel principal, que não será o de Simon, mas de Victor, jovem recém-chegado na escola onde se passa a trama. O papel de Simon, o adolescente que sai do armário e se assume gay, continuará com Nick Robinson, que viveu o personagem no cinema. Mas ele atuará principalmente como narrador da história, além de ser creditado como produtor da série. A trama é ambientada no mundo do filme e vai seguir Victor em sua própria jornada de descoberta, enquanto ele enfrenta desafios em casa, ajusta-se a uma nova cidade e luta para aceitar sua sexualidade. Quando tudo parece demais, ele procura Simon para ajudá-lo a sobreviver ao ensino médio. Além de Cimino e Robinson, o elenco inclui Ana Ortiz (“Whiskey Cavalier”) e James Martinez (“House of Cards”) como os pais de Victor, Isabella Ferreira (“Orange Is the New Black”) e Mateo Fernandez (“Grrr”) como os irmãos, além de Johnny Sequoyah (“Believe”), Bebe Wood (“The Real O’Neals”), George Sear (“Will”), Anthony Turpel (“No Good Nick”) e Mason Gooding (“Fora de Série”) como colegas de classe, amigos e vizinhos. A atração é a primeira produção do estúdio 20th Century Television para a Disney+ (Disney Plus). A adaptação está a cargo de Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, que escreveram o filme da Fox dirigido por Greg Berlanti. O cineasta, porém, não faz parte do projeto, já que fechou um contrato milionário de exclusividade com a Warner, que o impede de desenvolver séries para estúdios rivais. Relembre “Com Amor, Simon” com o trailer abaixo. E leia aqui a crítica da Pipoca Moderna sobre o filme.
Bolsonaro diz que já teria “degolado todo mundo” da Ancine se as cabeças não tivessem mandato
O presidente Jair Bolsonaro, vulgo Johnny Bravo, voltou a ameaçar a existência da Ancine, entidade que regula e incentiva o cinema brasileiro. Desta vez, usou de violência verbal, com uma expressão que remete à assassinatos brutais, ao se dirigir aos integrantes da agência, num vídeo transmitido ao vivo nas redes sociais. Bolsonaro afirmou que já teria “degolado todo mundo” caso as cabeças da Ancine “não tivessem mandato”. Hoje, a diretoria colegiada da agência tem três pessoas com mandatos de quatro anos. Apesar do nível dos ataques baixar cada vez mais, o diretor-presidente do órgão, Christian de Castro, mantém o silêncio desde que Bolsonaro começou a cuspir contra o cinema brasileiro e especialmente a Ancine, em julho. Em sua nova manifestação de agressividade, o presidente voltou a dizer que não vai impor censura no cinema brasileiro, mas vai, em outras palavras, censurar as verbas públicas destinadas ao cinema brasileiro. “Fomos garimpar na Ancine filmes que estavam prontos para captar recurso no mercado”, disse Bolsonaro, passando a citar títulos e temas que considerava absurdos. “Um aqui se chama ‘Transversais”, disse, demonstrando horror ao citar que seu tema era transexualidade. “Conseguimos abortar essa missão aqui”, acrescentou. “Outro filme aqui, ‘Sexo Reverso'”, seguiu, dizendo que o filme abordava sexo grupal e oral com índios, concluindo é “um dinheiro jogado fora”. “Não tem cabimento fazer um filme com esse enredo, né?” Outro nome que ele achou ofensivo foi o do curta-metragem universitário “Afronte”, de Marcus Azevedo e Bruno Victor, um docudrama sobre a realidade vivida por negros e homossexuais do Distrito Federal. “Mais um filme aí que foi para o saco”, decretou. Curiosamente, o filme não só não foi pro saco como passou no Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade e no Festival de Brasília… em 2017! Seu trailer pode ser visto aqui. Bolsonaro se equivocou. Ele também atacou séries, como “Religare Queer”, sobre uma “ex-freira lésbica”, que descreveu como um filme com “dez episódios”, pois realmente não entende do que fala. “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desses”, insistiu, sobre a série. “O que vai agregar?”, afirmou, considerando produções com temática LGBTQIA+ “impróprias”. “Não estou perseguindo ninguém, cada um faça o que bem entender do seu corpo para ser feliz, agora, gastar dinheiro público para fazer esse tipo de filme [sim, é uma série]…” E arrematou: “Se a Ancine não tivesse, na sua cabeça toda, mandato, já tinha degolado todo mundo”. A ameaça foi completada por um gesto que representa o assassinato por meio de degola. A lista apresentada foi fornecida pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra, com quem Bolsonaro teve uma reunião na quarta sobre o tema. Na ocasião, ele ainda não sabia dizer nenhum título visado e usou novamente o subterfúgio de não citar os nomes porque eles lhe davam vergonha. “Não vou falar aqui porque estou com vergonha, talvez eu fale na live de quinta-feira a proposta de uns filmes para fazer via Ancine, que, pelo amor de Deus…”, ele observou. Como o presidente usa de subterfúgio, é necessário estabelecer a verdade e frisar que nenhum filme brasileiro feito nos últimos anos tem título impróprio, nem mesmo os citados por Johnny Bravo em sua live. Impróprias e de baixíssimo calão são as palavras que Bolsonaro tem proferido para os brasileiros via imprensa, que não vamos repetir porque temos vergonha.
Para Todos os Garotos Que Já Amei 2 ganha data de estreia e Netflix anuncia terceiro filme
A Netflix anunciou a data de estreia da continuação de “Para Todos os Garotos que já Amei” em suas redes sociais. Mas tem mais. Também confirmou a produção de um terceiro filme baseado nos livros de Janny Han, que também será estrelado por Lana Condor e Noah Centineo. Veja abaixo. O próximo lançamento, “Para Todos os Garotos: P.S Eu Ainda Amo Você” vai estrear no serviço de streaming no dia 12 de fevereiro de 2020. E embora o terceiro filme, “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre, Lara Jean”, ainda não tenha previsão de lançamento, já começou a ser rodado. O casal de atores tem sido visto gravando em universidades e locais famosos de Nova York. “Para Todos os Garotos que Já Amei” foi originalmente produzido para o cinema pela Awesomeness, uma divisão da Paramount, que acabou vendendo seus direitos para a Netflix numa negociação envolvendo vários projetos. A história sobre a garota tímida que escreve cartas secretas para seus crushes sem intenção de enviá-las, e que é obrigada a lidar com a situação quando as cartas vão parar no correio, tornou-se um dos maiores sucessos da plataforma. Os três filmes vão contar toda a trilogia literária assinada por Jenny Han. #ToAllTheBoys: P.S. I Still Love You premieres February 12! And a third film —To All The Boys: Always And Forever Lara Jean — is already in production!!! pic.twitter.com/EPfUYbOaKl — See What's Next (@seewhatsnext) August 15, 2019 Para Todas As Vezes Que Vocês Me Perguntaram Sobre Para Todos Os Garotos: PS. Ainda Amo Você: o filme novo chega dia 12 de fevereiro <3 pic.twitter.com/GklKxUnKao — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) August 15, 2019
Reese Witherspoon vai estrelar e produzir sci-fi para a Netflix
A atriz Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) vai estrelar e produzir uma ficção científica para a Netflix. A plataforma venceu a disputa contra vários outros estúdios e adquiriu os direitos do filme “Pyros”. O projeto tem coprodução de Simon Kinberg (diretor de “X-Men: Fênix Negra”) e adapta um conto de Thomas Pierce intitulado “Tardy Man”. A trama segue um grupo de funcionários de uma companhia de seguros, que usam um traje de proteção à fogo indestrutível e fundido às suas espinhas para de entrar em áreas de desastre (como zonas de incêndios florestais) e extrair com segurança itens pertencentes aos clientes ricos da empresa. Eles são estritamente proibidos de desviar de suas missões, mesmo quando vidas humanas estão em perigo. Mas o personagem principal resolve descumprir essa ordem. As produtoras de Witherspoon e Kinberg enviaram o projeto para vários estúdios e optaram pela oferta da Netflix, que ofereceu melhores condições financeiras. Ainda em estágio inicial, a produção não tem previsão de estreia.
Toy Story 4 é o quinto filme da Disney a superar US$ 1 bilhão de bilheteria em 2019
O filme “Toy Story 4” atingiu US$ 1 bilhão em bilheteria mundial na noite de quarta-feira (15/8), tornando-se o quinto lançamento da Disney a bater esta marca no ano. O longa lançado em junho se junta a O “Rei Leão”, “Alladin”, “Capitã Marvel” e “Vingadores: Ultimato” na lista dos bilionários do estúdio em 2019. “Vingadores: Ultimato”, claro, virou a maior bilheteria mundial de todos os tempos ao ultrapassar “Avatar” no mês passado – com 2,79 bilhões de arrecadação. Na verdade, a Disney tem 5,5 filmes entre as seis maiores bilheterias de 2019. É que “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que também ultrapassou US$ 1 bilhão, é uma coprodução com a Sony – que detém a exclusividade de sua distribuição. Até metade de agosto, nenhum outro estúdio atingiu US$ 1 bilhão em bilheteria em 2019. Apenas a Disney e sua parceria com a Sony tiveram esse nível de sucesso. Trata-se de um fenômeno histórico. Até 2019, nenhum ano tinha registrado cinco filmes com faturamento superior a US$ 1 bilhão. Já foram seis. E a Disney ainda tem para lançar “Malévola: Dona do Mal” (em outubro), “Star Wars – A Ascensão Skywalker” (dezembro) e “Frozen 2” (novembro nos EUA, mas apenas em janeiro de 2020 no Brasil). A marca celebrada por “Toy Story 4” também representa o quarto filme da Pixar a ingressar no clube dos bilionários, junto a “Os Incríveis 2”, “Toy Story 3” e “Procurando Dory”. De seu total, “Toy Story 4” faturou US$ 421,8 milhões no mercado interno e US$ 579,9 milhões internacionalmente, totalizando US$ 1,002 bilhão.
La Casa de Papel: Diretor anuncia final das gravações da Parte 4
O diretor Koldo Serra, um dos responsáveis pelas gravações de “La Casa de Papel”, anunciou no Instagram que a última cena da Parte 4 da série da Netflix foi finalizada. O cineasta fez dois posts sobre o fim das gravações. Em um deles, mostrou as claquetes da última cena, indicando que se tratava do oitavo episódio da quarta parte. Ao mesmo tempo, confirmou que as Partes 3 e 4 foram gravadas em sequência, como se fossem uma única temporada. “Depois de quase um ano, terminou esta louca aventura que foram as gravações de ‘La Casa de Papel’. Possivelmente o projeto mais exigente, mais espantoso, e um dos mais divertidos que já participei”, escreveu. “Exausto, quero agradecer mil vezes a esta equipe incrível (que bons vocês são!), e este elenco maravilhoso (sou muito sortudo!), e a todo mundo que me ligou com esta série”, completou. Alguns dos integrantes do elenco também se despediram dos seus personagens, como Pedro Alonso (Berlim) e Álvaro Morte (Professor), indicando que os próximos episódios representarão realmente o fim da série. A Parte 4 de “La Casa de Papel” ainda não tem previsão de estreia na Netflix. Ver essa foto no Instagram Poco a poco se va terminando el rodaje de la cuarta temporada de #lacasadepapel Aunque la foto es de la tercera temporada, ayer fue el último día de rodaje de estos dos cracks a los que quiero! Muchas gracias por todo @estheracebo & @jaimelorentelo !! . #lacasadepapel3 #LCDP #lcdp3 #moneyheist #moneyheist3 @vancouvermedia_ @lacasadepapel #vivirrodando #misfotosdelrodajedelacasadepapel #denver #estocolmo Uma publicação compartilhada por Koldo Serra (@koldo_serra) em 12 de Ago, 2019 às 10:22 PDT Ver essa foto no Instagram Después de casi un año (desde que arrancó), ayer terminó para mí esta loca aventura que ha sido el rodaje de #lacasadepapel Posiblemente el proyecto más exigente, más bestia y uno de los más divertidos en los que he participado. Exhausto, quiero dar Mil gracias a ese equipazo tan máquina (que buenos sois!!!), ese pedazo de casting (lujazo no, lo siguiente! ❤️) y a @vancouvermedia_ @migueamoedo y @jesus_colmenar por liarme en ello!. Ánimo con esos dos dias que quedan!!!! ?????? . JARANA!!!! . Ahora a montar y a sonorizar la cuarta temporada! . @lacasadepapel @netflixes #LCDP #lcdp3 #lcdp4 #moneyheist #moneyheist3 #shooting #vivirrodando #behindthescenes #misfotosdelrodajedelacasadepapel #bellaciao #bumbumciao #claqueta #itsawrap #seacabó Uma publicação compartilhada por Koldo Serra (@koldo_serra) em 15 de Ago, 2019 às 3:28 PDT Ver essa foto no Instagram Último día de rodaje #parte4 @lacasadepapel Brindo por todos. Por vosotros, equipo (los mejores @vancouvermedia_ ) y por vosotros que nos veis en todo el planeta. Gracias a todos… Larga vida! #elprofesor Uma publicação compartilhada por Álvaro Morte (@alvaromorte) em 9 de Ago, 2019 às 12:43 PDT Ver essa foto no Instagram Bye, bye, Berlín. Corazón loco. ??? @lacasadepapel Uma publicação compartilhada por Pedro Alonso (@pedroalonsoochoro) em 9 de Ago, 2019 às 10:02 PDT












