“Moonfall” estreia em mil salas de cinema
Segundo maior lançamento do ano nos cinemas brasileiros, “Moonfall – Ameaça Lunar” estreia em cerca de mil salas nesta quinta (3/2). Só perde para a animação “Sing 2”, lançada em 1,1 mil. A iniciativa busca tirar a liderança das bilheterias de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que é o filme mais visto do Brasil desde meados de dezembro passado. Mas não vai ser fácil. Para atingir seu objetivo, a catástrofe americana terá que superar ainda a concorrência da comédia brasileira “Tô Ryca 2”, outra produção superexagerada – histeria no último – distribuída em 637 salas. Como nenhum dos dois filmes empolga a crítica, a grande ironia da programação é que o único filme que valeria a pena ver no cinema nesta semana, sem esperar pelo lançamento em streaming, é da Netflix. O premiado “Mães Paralelas”, de Pedro Almodóvar, chega em circuito mínimo, ou melhor, promocional, apenas para chamar atenção para sua estreia digital daqui a duas semanas. A lista de lançamentos ainda incluiu uma animação ucraniana de pouco apelo comercial e, entre segunda (7/2) e quinta (10/2), o último show dos Beatles em IMAX. Confira abaixo os trailers e mais detalhes de cada titulo. MOONFALL – AMEAÇA LUNAR Em sua nova sci-fi apocalíptica, Roland Emmerich (“Independence Day”, “O Dia Depois do Amanhã”) volta a mostrar o mundo sendo destruído por efeitos visuais grandiosos. Desta vez, é a lua que sai de órbita e inicia uma queda avassaladora sobre a Terra, abrindo buracos enormes no roteiro, assinado pelo diretor com a ajuda de dois especialistas em catástrofes planetárias, Spenser Cohen (“Extinção”) e Harald Kloser (“2012”). Esmagado pela gravidade das críticas, trata-se de um verdadeiro desastre, que desperdiça um elenco formado por Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), Patrick Wilson (“Aquaman”), John Bradley (“Game of Thrones”), Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), Donald Sutherland (“The Undoing”) e Charlie Plummer (“Quem É Você, Alaska?”). TÔ RYCA 2 A sequência deveria se chamar “Tô Pobre”, já que utiliza o mesmo artifício que justificou as continuações de “Até que a Sorte nos Separe”, fazendo a pobre que ficou milionária no primeiro filme perder tudo de uma hora para outra. Novamente miserável, ele enfrenta os perrengues típicos da classe trabalhadora, que são mostrados de forma mais estereotipada que os clichês de novo rico do filme “original”. Assim como no primeiro filme, o roteiro é de Fil Braz e a direção ficou a cargo de Pedro Antônio. Já o elenco acrescentou Rafael Portugal (“Porta dos Fundos: Te Prego Lá Fora”), Evelyn Castro (“Tô de Graça”) e participação especial da dupla sertaneja Maiara e Maraisa. AS AVENTURAS DE GULLIVER A animação ucraniana imagina a volta de Gulliver para Liliput, só que desta vez ele não é um gigante, mas um homem comum, que precisa lidar com a decepção dos moradores que contavam com sua ajuda descomunal para vencer seus inimigos. Além da “moral da história” evidente, o desenho também é bem simplezinho em seus aspectos técnicos, resultando numa animação sem muita expressividade. MÃES PARALELAS Com distribuição limitadíssima, duas semanas antes de ser lançado em streaming na Netflix, o novo filme de Pedro Almodóvar gira em torno da maternidade da personagem de Penélope Cruz, que volta a trabalhar com o diretor na esteira do sucesso de “Dor e Glória”. A produção reforça a mudança temática na filmografia de Almodóvar, que há tempos trocou o desejo, principal manifestação de seus primeiros trabalhos, por histórias de mães e filhos. A trama acompanha duas mulheres grávidas que dividem o quarto em uma maternidade, sem saber que esse breve encontro as unirá de maneiras que nunca poderiam imaginar. Ao mesmo tempo, a personagem de Cruz ainda lida com o legado da guerra civil espanhola, que marcou sua família e a de muitos de seus compatriotas. Além de Cruz, que venceu o Festival de Veneza por seu desempenho no filme, “Mães Paralelas” tem como protagonistas Aitana Sánchez Gijón (“Velvet Colección”), a novata Milena Smit (“No Matarás”) e Israel Elejalde (“Veneno”), e volta a reunir outras duas colaboradoras de longa data de Almodóvar, Julieta Serrano e Rossy de Palma, que trabalharam juntas em “Mulheres à Beira de um Colapso Nervoso” (1988) – o primeiro longa do cineasta espanhol indicado ao Oscar. THE BEATLES GET BACK: O ÚLTIMO SHOW O último show da melhor banda de todos os tempos, realizado no topo do prédio da Apple Records em Londres, em 30 de janeiro de 1969, será exibido no circuito IMAX apenas de segunda (7/2) a quinta (10/2). São 60 minutos de cenas que foram restauradas sob supervisão do diretor Peter Jackson para a série documental “The Beatles: Get Back”, da Disney+. O show histórico dos Beatles completou 53 anos no domingo passado (30/1), ocasião em que este trecho do documentário de Peter Jackson foi exibido em sessões IMAX nos Estados Unidos com muito sucesso.
Bolsonaro defende podcaster americano acusado de negacionismo
Sem surpreender ninguém, Jair Bolsonaro resolveu defender Joe Rogan, podcaster americano rotulado como negacionista, que está motivando uma debandada de roqueiros do Spotify em protesto contra a falta de responsabilidade social da plataforma por abrigar fake news. No Twitter, Bolsonaro escreveu em inglês sobre “liberdade de expressão”. “Não sei o que o Joe Rogan acha de mim ou do meu governo, mas não importa. Se liberdade de expressão significa alguma coisa, significa que as pessoas devem ser livres para dizer o que elas pensam, não importa se elas concordam com discordam de nós. Fique firme. Abraços do Brasil”, disse Bolsonaro. Vale lembrar que este é o mesmo presidente que enquadrou na Lei de Segurança Nacional vários que acreditavam “ser livres para dizer o que pensam”, como um cartunista que fez uma charge crítica contra Bolsonaro e um professor universitário que teceu comentários sobre o desgoverno em sua coluna jornalística. Na verdade, a preocupação de Bolsonaro não é a “liberdade de expressão” nem um delírio sobre a importância de sua opinião para os americanos. Trata-se de ação preventiva por receio de a campanha contra os negacionistas se alastrar para o Brasil, uma vez que o Spotify nacional é o paraíso das fake news, que espalham desinformação perigosa com impunidade e nenhum controle. Os responsáveis por influenciar os ouvintes do Spotify com mentiras que podem levá-los a morte são conhecidos bolsonaristas. E a plataforma permite que digam as maiores barbaridades contra a vacinação sem sofrerem restrições. No domingo, o Spotify anunciou medidas paliativas para conter as críticas contra Rogan, mas elas continuaram diante da falta de comprometimento real da plataforma no combate às fake news. A falta de ação do Spotify em relação específica a Joe Rogan se deve ao fato de a empresa ter pago supostamente US$ 100 milhões em 2020 pelos direitos do programa “The Joe Rogan Experience” – o podcast mais popular do serviço, que teria um índice de downloads de quase 200 milhões por mês. Só que, desde o começo da polêmica, o valor de mercado do Spotify se desvalorizou em 25%, gerando perdas na casa dos bilhões de dólares. – I'm not sure what @joerogan thinks about me or about my government, but it doesn't matter. If freedom of speech means anything, it means that people should be free to say what they think, no matter if they agree or disagree with us. Stand your ground! Hugs from Brazil. 👍 — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) February 3, 2022
Fotos de minissérie criminal destacam transformação de Renée Zellweger
A rede americana NBC divulgou as primeiras fotos da minissérie “The Thing About Pam”, que destacam a nova transformação visual da atriz Renée Zellweger, duas vezes vencedora do Oscar – por “Cold Mountain” (2003) e “Judy” (2019). A atração de seis episódios vai levar às telas a história de um crime verdadeiro, mas mais estranho que a ficção. Na trama, ela interpreta Pam Hupp, que atualmente cumpre prisão perpétua. Mãe de meia-idade e funcionária de um escritório de seguros, ela se envolveu no assassinato brutal de sua melhor amiga em 2011 e foi condenada por outro homicídio cometido em 2016. A mulher ainda é suspeita de ter matado a própria mãe. Originalmente, o assassinato de Betsy Faria em 2011 resultou na condenação de seu marido Russ, que sempre insistiu que não matou a esposa, mas jamais imaginou que a doce Pam fosse a verdadeira culpada. Com novas descobertas, sua condenação foi anulada, desencadeando uma série de reviravoltas que exporia um esquema diabólico envolvendo Pam Hupp. O escândalo que se seguiu virou sensação na mídia e foi apresentado com destaque em reportagens do programa “Dateline”, da rede NBC. Também se tornou tema de um popular podcast da NBC News, “The Thing About Pam”, que é um dos podcasts mais baixados do iTunes. A minissérie tem o mesmo nome do podcast e foi escrita por Jessika Borsiczky (“House of Lies”) com produção da Blumhouse Television, NBC News Studios e Big Picture (a empresa da atriz). O elenco também destaca Katy Mixon (“Bela, Recatada e do Lar”/American Housewife) como Betsy Faria e Glenn Fleshle (“Billions”) como seu marido Russ, além de Judy Greer (“Homem-Formiga”), Josh Duhamel (“Transformers”), Mac Brandt (“Lovecraft Country”), Sean Bridgers (“Get Shorty”) e Adam David Thompson (“A Teacher”). “The Thing About Pam” estreia em 8 de março nos EUA.
Joseph Gordon-Levitt viverá famoso líder de seita suicida
O ator Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) vai estrelar o drama de época “White Night”, sobre a história controversa de Jim Jones. Jones entrou para a História como fundador e líder do Templo dos Povos, seita que se tornou mundialmente conhecida pelos assassinatos de um congressista e repórteres americanos, seguidos por um ato de suicídio coletivo por ingestão de veneno de mais de 900 de seus integrantes na Guiana em 1978, tragédia batizada pela mídia como o Massacre de Jonestown. O elenco também destaca Chloë Grace Moretz como Deborah Layton, uma das sobreviventes do massacre. Ela era uma das principais integrantes do Templo dos Povos antes de descobrir a verdade sobre Jones e tentar denunciá-lo. O filme é baseado justamente no livro de memórias de Layton, “Seduction Poison”. A adaptação foi escrita por William Wheeler (“A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”) e será dirigida pela norueguesa Anne Sewitsky (“A Very British Scandal”). A produção é da FilmNation e ainda não há previsão de estreia. “Entrar na órbita magnética de Jim Jones através dos olhos de uma jovem idealista e apaixonada nos lembrou que qualquer um pode ser vítima do extremismo, dadas as circunstâncias certas”, disse Ashley Fox, presidente de produção da FilmNation, em comunicado. “White Night” não é o único projeto sobre o massacre de Jonestown em curso em Hollywood. Em novembro passado, Leonardo DiCaprio assinou contrato para interpretar Jim Jones em um filme escrito por Scott Rosenberg (das franquias “Venom” e “Jumanji”) e produzido pela MGM. Mas desde então o projeto não apresentou nenhum novo desenvolvimento.
Fernanda Andrade entra na série baseada no terror “Deixa Ela Entrar”
A atriz brasileira Fernanda Andrade, que ganhou projeção com o terror “A Filha do Mal” (2011), vai voltar ao gênero em seu próximo projeto, a série baseada no filme “Deixe Ela Entrar”, em desenvolvimento no canal pago americano Showtime. Vista mais recentemente nas séries “Narcos: México” e “Next”, Andrade viverá a mãe da vampira mirim que protagoniza a trama. Sua personagem é inédita em relação à produção cinematográfica sueca e ao remake americano. O papel também alivia um dos aspectos mais polêmicos da obra, ao criar uma família em torno da vampira adolescente. Originalmente, o “pai” da protagonista era um pedófilo que ela seduziu. No filme americano, este detalhe foi suavizado com a transformação do “pai” num menino que se apaixonou por ela na infância e assumiu um papel paternal ao envelhecer. Intitulada em inglês “Let the Right One In”, a atração é baseada no livro do autor sueco John Ajvide Lindqvist, que inspirou a adaptação original “Deixa Ela Entrar” (2008) e sua refilmagem “Deixe-me Entrar” (2010), estrelada por Chloe Moretz e assinada por Matt Reeves (do vindouro “Batman”). A história acompanha um pré-adolescente que, vítima de bullying de seus colegas de classe, encontra conforto na amizade com a garotinha estranha que acaba de se mudar para seu prédio. O detalhe é que a menina é uma vampira muito velha, embora aparente ter a mesma idade que ele, e sua chegada coincide com uma série de assassinatos sangrentos que começaram a abalar a população local. O Showtime aprovou uma versão desenvolvida por Andrew Hinderaker, roteirista de “Penny Dreadful” e criador de “Away”, após outro canal pago, o TNT, recusar um piloto com a mesma história há seis anos, escrito e produzido por Jeff Davis, criador de “Teen Wolf”. A série vai enfatizar o relacionamento da vampira com seu “pai”, trazendo o ator mexicano Demián Bichir (“Mundo em Caos”) no principal papel adulto da trama. Já a menina será vivida por Madison Taylor Baez, a jovem Selena de “Selena: A Série”. A escalação com intérpretes latinos é completamente diferente das versões anteriores, inclusive do piloto rejeitado (que traria a atriz e top model nórdica Kristine Froseth no papel principal). As mudanças vão além dos protagonistas latinos. O menininho loiro da adaptação original será interpretado por um ator mirim negro, Ian Foreman (“Merry Wish-Mas”). A série também contará com Anika Noni Rose (“Power”), Grace Gummer (“Mr. Robot”), Kevin Carroll (“The Walking Dead”), Željko Ivanek (“Damages”) e Jacob Buster (“Colony”) no elenco. A direção dos primeiros episódios está a cargo de Seith Mann (“Homeland”) e ainda não há previsão para a estreia. As produções do Showtime estão sendo lançadas no Brasil pela plataforma de streaming Paramount+.
Quatro suspeitos são presos pela morte do ator Michael K. Williams
Quatro homens foram presos e acusados de envolvimento na morte por overdose de Michael K. Williams (“Lovecraft Country”) no ano passado. A análise do legista concluiu que o ator morreu de “intoxicação aguda” pelos efeitos combinados de drogas, incluindo o poderoso analgésico fentanil, heroína e cocaína. Nesta quarta (2/2), a promotoria de Nova York anunciou a prisão de quatro suspeitos da distribuição e venda da droga “batizada” que matou Williams. Um dos suspeitos, Irvin Cartagena, foi preso em Porto Rico sob a acusação de traficar heroína com fentanil. Já Hector Robles, Luis Cruz e Carlos Macci, moradores do Brooklyn, em Nova York, foram detidos por participar do comércio das drogas. “Esta é uma crise de saúde pública. E tem que parar. Opioides mortais como fentanil e heroína não se importam com quem você é ou o que você realizou”, disse o promotor Damian Williams em comunicado sobre o caso.
Arielle Kebbel entra na série “9-1-1”
A atriz Arielle Kebbel (“Midnight, Texas”) terá um papel recorrente importante na 6ª temporada de “9-1-1”. Ela interpretará Lucy Donato, uma bombeira de Los Angeles que trabalha no quartel rival 147, mas se une ao 118 para um resgate ousado. Superconfiante, destemida, sem medo de falar o que pensa e rápida em tomar decisões de vida ou morte, ela é uma contraparte destemida de Evan “Buck” Buckley (Oliver Stark) do 118. A personagem de Kebbel será introduzida na estreia da temporada, que irá ao ar em 21 de março nos EUA, na rede Fox. Recentemente, a série perdeu um de seus protagonistas. O ator Rockmond Dunbar, presente desde a 1ª temporada, abandonou o elenco em novembro passado, após recusar a vacina contra a covid-19. “9-1-1” foi a última criação de Ryan Murphy na Fox antes de assinar um contrato milionário de produção com a Netflix. Ele desenvolveu a série com seu parceiro habitual Brad Falchuk e também com Tim Minear.
Crosby, Stills e Nash se juntam a Neil Young em protesto contra Spotify
Um dos mais famosos quartetos do rock americano voltou a se juntar nesta quarta-feira (2/2). Mas não para fazer música. David Crosby, Stephen Stills e Graham Nash emitiram um comunicado conjunto em apoio ao ex-colega de banda Neil Young, pedindo a remoção de suas músicas do Spotify em protesto contra podcasts negacionistas na plataforma. Na declaração, postada nas redes sociais dos artistas, os músicos que marcaram a História do Rock entre o final dos anos 1960 e meados dos 1970 assumem: “Apoiamos Neil e concordamos com ele que há desinformação perigosa sendo transmitida no podcast de Joe Rogan no Spotify. Embora sempre valorizemos pontos de vista alternativos, espalhar desinformação conscientemente durante essa pandemia global tem consequências mortais. Até que uma ação real seja tomada para mostrar que a preocupação com a humanidade deve ser equilibrada com o comércio, não queremos que nossa música – ou a música que fizemos juntos – esteja na mesma plataforma”. Em outro tuíte, o cantor David Crosby fez um apelo a Taylor Swift para se juntar ao protesto, lembrando que “ela foi a única que chutou o traseiro do Spotify com sucesso. A única. Acho que ela poderia nos dar bons conselhos. Isso está longe de acabar”. Taylor Swift deixou suas músicas fora do Spotify por três anos, entre 2014 e 2017, em protesto contra a modalidade de remuneração da plataforma por quantidade de publicidade exibida junto das gravações. Lembre abaixo um dos maiores sucessos da formação clássica de Crosby, Stills, Nash & Young (CSNY). pic.twitter.com/5xOoBsVQ15 — Stephen Stills Official (@Stephen__Stills) February 2, 2022
Drama brasileiro é selecionado para o Festival SXSW
O Festival SXSW (South by Southwest), um dos mais importantes eventos cinematográficos dos EUA, selecionou o filme “Raquel 1:1”, segundo longa da diretora Mariana Bastos (“Alguma Coisa Assim”). Único filme brasileiro na programação do evento texano, “Raquel 1:1” entrou na seção Global. Segundo a sinopse, a Raquel do título é uma jovem que, ao chegar a uma pequena cidade do interior, “atravessa um misterioso acontecimento que lhe faz embarcar numa desafiadora missão ligada à Bíblia e a traumas de seu passado”. O papel principal é vivido por Valentina Herszage (“Mate-me Por Favor”). A produção é da Claraluz Filmes com distribuição da O2 Play. O festival americano acontece entre 11 e 20 de março na cidade de Austin, no Texas. O filme ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Nova série de “Star Trek” vai se passar na Academia da Tropa Estelar
O Universo de séries de “Star Trek” vai continuar a se expandir com a produção de mais um spin-off. A plataforma de streaming Paramount+ encomendou o desenvolvimento de “Star Trek: Starfleet Academy”, que vai acompanhar um grupo de jovens estudantes da instituição que forma os oficiais da Frota Estelar. Uma vislumbre desta premissa pôde ser visto num episódio da 4ª temporada de “Star Trek: Discovery” exibido em dezembro passado, em que a tenente Tilly (Mary Wiseman) descobriu sua vocação para ensinar a nova geração de cadetes do espaço. Vale reparar ainda que “Starfleet Academy” (Academia da Frota Estelar) foi o título de uma publicação de quadrinhos baseada no universo trekker, originalmente publicada pela Marvel e mais recentemente resgatada pela IDW. “Star Trek: Starfleet Academy” será escrita por Gaia Violo (criadora de “Absentia”), mas só deve começar suas gravações no ano que vem. O projeto é o próximo na fila de atrações derivadas da franquia “Star Trek”. Este ano, a Paramount+ já vai lançar a terceira série live-action (ou quinta com as animações) desse universo, “Star Trek: Strange New Worlds”, centrada na primeira tripulação da Enterprise, e começará a produção de “Star Trek: Section 31”, sobre a divisão de espionagem da Tropa Estelar, liderada por Phillipa Georgiou (Michelle Yeoh).
Gaslit: Minissérie com Julia Roberts e Sean Penn revisita Watergate
A plataforma Starzplay divulgou o primeiro trailer de “Gaslit”, atração estrelada pelos astros Julia Roberts (“Álbum de Família”) e Sean Penn (“O Gênio e o Louco”) sob muita maquiagem. Criada por Robbie Pickering (roteirista de “Mr. Robot”), “Gaslit” é uma das duas minisséries sobre Watergate atualmente em produção (a outra é “The White House Plumbers”, da HBO), que serão lançadas em meio ao cinquentenário do maior escândalo político da história dos EUA. Watergate era o nome de um edifício onde funcionava um importante escritório do Partido Democrata em 1972, que foi invadido na calada da noite por “espiões” do Partido Republicano com o objetivo de plantar escutas. Só que a “missão secreta” se provou uma sucessão de trapalhadas. Denunciada pela imprensa, a invasão e sua tentativa de acobertamento levaram à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974. A trama de “Gaslit” é centrada em uma das personagens centrais do escândalo, Martha Mitchell (Roberts), socialite casada com Procurador-Geral da República John Mitchell (Penn). Apesar de sua filiação partidária, ela é a primeira pessoa a falar publicamente sobre o envolvimento de Nixon em Watergate, fazendo com que tanto a Presidência quanto sua vida pessoal se desfaçam. Como Procurador-Geral, John Mitchell era o conselheiro mais confiável e o melhor amigo de Nixon. Temperamental, desbocado e implacável, ele se viu forçado a escolher entre Martha e o presidente, numa situação que rapidamente evoluiu do drama de família para o suspense político. Além dos dois atores, a minissérie também traz em seu elenco Dan Stevens (“Legion”), Erinn Hayes (“Bill & Ted: Encare a Música”), Shea Whigham (“Perry Mason”), Brian Geraghty (“Big Sky”), Darby Camp (“Clifford, O Gigante Cão Vermelho”), Nat Faxon (“The Conners”) e Patton Oswalt (“A.P. Bio”). “Gaslit” tem estreia marcada para 24 de abril.
Astro de “Lucifer” vai estrelar nova série fantasiosa
O ator Tom Ellis definiu sua primeira série após o final de “Lucifer”, encerrada em setembro passado. Ele se juntou ao elenco da minissérie “Washington Black”, adaptação do best-seller homônimo de Esi Edugyan em desenvolvimento para a plataforma americana Hulu. O elenco da série também inclui Ernest Kingsley Jr. (“Mistério da Superpartícula”) como o personagem-título e Sterling K. Brown (“This Is Us”), que também é produtor executivo. Com tom de aventura fantasiosa, “Washington Black” segue um menino de 11 anos que foge de uma plantação de cana de açúcar de Barbados do século 19, após uma morte chocante ameaçar mudar sua vida. Ele se torna protegido de Medwin Harris (Brown), que viajou pelo mundo após uma infância traumática como refugiado negro na Nova Escócia. Agora, como prefeito de Black Halifax, Medwin prioriza a comunidade acima de tudo, exceto de seu jovem protegido. Ellis interpretará outro mentor do jovem, Christopher “Titch” Wilde, um excêntrico e apaixonado inventor steampunk. Uma morte perturbadora na plantação de sua família lança Titch em uma jornada notável pelo céu com o jovem George Washington Black ao seu lado. Mas mesmo se vendo empurrado para a posição de mentor e figura paterna do menino, ele sabe que este é um papel que ele está despreparado para assumir. A produção está à cargo de Selwyn Seyfu Hinds (“The Twilight Zone”) para a 20th Century Television O lançamento no Brasil deve acontecer pela plataforma Star+, mas ainda não há previsão de estreia.
Teaser do spin-off animado de “The Boys” revela elenco de vozes
A Amazon divulgou um novo teaser de “The Boys: Diabolical”, spin-off animado de “The Boys”. A prévia, que parodia um comercial de fast food, dá uma mostra da violência que se pode esperar da atração a partir de 4 de março, com direito a referência ao bebê de “Os Incríveis”. Para completar, ao final ainda revela os nomes de alguns dubladores da atração, incluindo os autores dos episódios, como Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), o produtor Seth Rogen (“Vizinhos”), Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”), Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Kieran Culkin (“Succession”), Giancarlo Esposito (“Better Call SAul”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Kumail Nanjiani (“Eternos”), Ben Schwartz (“Parks and Recreation”), Christian Slater (“Mr. Robot”), Kevin Smith (“O Balconista”), Nasim Pedrad (“New Girl”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Kenan Thompson (“Kenan”), além de Elisabeth Shue, Chace Crawford e Antony Starr (da própria série “The Boys”). A série derivada terá oito episódios de 12 a 14 minutos de duração, cada um com seu próprio estilo de animação, escritos por várias estrelas, como os citados Awkwafina e Andy Samberg, Garth Ennis (o criador dos quadrinhos de “The Boys”), Ilana Glazer (criadora de “Broad City”), Simon Racioppi (“Invincible”), Justin Roiland (criador de “Rick & Morty”), Ben Bayouth (“Blark and Son”) e Aisha Tyler (“Criminal Minds”). Segundo os produtores Seth Rogen e Evan Goldberg, eles sempre quiseram desenvolver uma antologia animada desde que viram “The Animatrix”, ambientada no universo de “Matrix”. “Hoje esse sonho se tornou realidade”, declararam em comunicado. Além do projeto animado, a Amazon também vai lançar um spin-off live-action de “The Boys”, ainda sem título, que vai se passar em uma faculdade de super-heróis.












