Ridley Scott confirma série live-action de “Blade Runner”
Ridley Scott revelou em entrevista à BBC que está desenvolvendo uma série live-action de “Blade Runner”, clássico de ficção científica de 1982. De acordo com o cineasta, o piloto já está escrito e a 1ª temporada terá dez episódios. “Já escrevemos o primeiro episódio, e também já finalizamos a bíblia para a temporada completa, as primeiras 10 horas”, afirmou o diretor. Neste caso, a “bíblia” se refere das anotações que detalham o que vai acontecer ao longo dos episódios, elaborada para orientar o trabalho dos roteiristas. Ele não mencionou para qual canal está desenvolvendo a atração, mas uma aposta certa seria a HBO Max, tendo em vista se tratar de uma propriedade intelectual da Warner Bros. e o fato da produtora do cineasta, Scott Free, já ter uma parceria com a plataforma com sua série “Raised by Wolves”. Além do filme clássico dos anos 1980, o universo de “Blade Runner”, inspirado num conto do escritor Philip K. Dick, já rendeu a continuação “Blade Runner 2049” (2017) e a recente série animada “Blade Runner: Black Lotus”, atualmente em exibição nos EUA pelo Adult Swim. Durante a entrevista, Scott também lembrou que já está em andamento uma série inspirada em “Alien”. “‘Alien’ se encontra no mesmo estágio, com o piloto sendo escrito”, ele mencionou. Esta série tem mais detalhes. Noah Hawley, criador de “Fargo” e “Legion”, é o responsável por adaptar a franquia para o canal pago FX e a plataforma Hulu, e a trama da atração será a primeira história de “Alien” ambientada na Terra – isto é, sem contar os dois filmes “Alien vs. Predador”.
Filha de José Mojica Marins denuncia médicos que cuidaram do pai
A curta-metragista Liz Marins, filha de José Mojica Marins (o Zé do Caixão), denunciou dois dos médicos que cuidaram de seu pai, morto em fevereiro de 2020 aos 83 anos por complicações de uma broncopneumonia. Os dois profissionais são da operadora de saúde Prevent Senior. Em entrevista à GloboNews, ela afirmou que um deles tirou Mojica da Unidade de Terapia Semi-Intensiva (semi-UTI) do Hospital Sancta Maggiore enquanto o quadro ainda era grave, e o outro não quis tratar dos sintomas dele, preferindo convencer a família a aceitar que o caso era irreversível. “A minha denúncia é contra dois médicos. Um médico que tirou ele da semi-uti quando ele estava estabilizado, grave, mas estabilizado, e mandou pro quarto e um médico que, vendo o meu pai com a saturação despencando no quarto, não deu o atendimento imediato e ficou tentando nos convencer a deixá-lo morrer”, afirmou Liz Marins. Ela relata, também, que a família tentou argumentar contra a transferência para o quarto dizendo a saturação (nível de oxigênio no sangue) dele deveria ser constantemente monitorada, o que só seria possível na semi-UTI — nos quartos, a equipe de enfermagem passaria só a cada seis horas. Entretanto, não lhe deram atenção. “Enquanto eu falava, já tinha pessoas retirando as coisas”. Em comunicado, a Prevent Senior afirmou que “todos os investimentos possíveis foram realizados”, e que o cineasta tinha “comorbidades que agravaram seu quadro de saúde ao longo dos anos”.
Julia Garner vive golpista no teaser da nova série da criadora de “Grey’s Anatomy”
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Inventando Anna” (Inventing Anna), minissérie estrelada por Julia Garner, que venceu dois prêmios Emmy por “Ozark”. A atriz vai continuar a viver uma criminosa na plataforma após o fim previsto de “Ozark” em 2022. Desta vez, interpretará uma socialite golpista da vida real. “Inventando Anna” é uma minissérie criada e produzida por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e produtora de “Bridgerton”). Baseada numa reportagem da revista The Cut, a atração vai girar em torno da jornalista que investiga o caso de Anna Delvey, uma mulher que roubou os corações – e muito dinheiro – da alta sociedade em Nova York. Além de Garner, o elenco também destaca Anna Chlumsky (“Veep”), Katie Lowes (“Scandal”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”) e Alexis Floyd (“The Bold Type”). Ainda não há previsão de estreia.
Kevin Spacey terá que pagar US$ 31 milhões à produtora de “House of Cards”
O ator Kevin Spacey foi condenado a pagar à MRC Entertainment, produtora da série “House of Cards”, quase US$ 31 milhões por má conduta sexual nos bastidores da série. O veredito foi proferido por uma corte de arbitragem e nesta segunda (22/11) a MRC deu entrada na Corte Superior de Los Angeles para confirmar a sentença. O intérprete de Frank Underwood foi demitido da produção após denúncias de abuso sexual. As acusações, que incluíam tocar um assistente de produção, fizeram com que o MRC conduzisse uma investigação e, por fim, rescindisse seus contratos de atuação e produção. De acordo com a decisão de 19 de outubro, Spacey violou repetidamente as obrigações contratuais de fornecer serviços “de maneira profissional” e “consistente com as orientações, práticas e políticas razoáveis” da produtora. Além disso, a produtora teve que interromper as gravações da 6ª temporada da série, reescrever a temporada e encurtá-la de 13 para oito episódios para cumprir o prazo de entrega. Além disso, a Netflix optou por cancelar a série após o escândalo. Spacey chegou a alegar que tinha direito a uma indenização, porque foi a decisão da MRC e da Netflix de demiti-lo — ou seja, não sua conduta — que causou perdas financeiras. Não conseguiu convencer. A produção de “House of Cards” foi interrompida dois dias após a primeira denúncia, quando o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) revelou que Spacey tentou abusar dele quando tinha 14 anos, em 1986. Desde então, as denúncias contra o ator se multiplicaram, e até funcionários da atração resolveram acusá-lo. Além de demitir Spacey de “House of Cards”, a Netflix também cancelou o lançamento da cinebiografia de Gore Vidal, “Gore”, estrelada e produzida pelo ator, que já se encontrava em pós-produção. Outro prejuízo causado pelo ator foi a refilmagem de “Todo o Dinheiro do Mundo”. O diretor Ridley Scott decidiu refazer parte do filme para retirar o ator do longa, que já estava finalizado quando o escândalo estourou. Ele foi substituído por Christopher Plummer, que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho. Spacey também chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais de Los Angeles, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas impediram todos os casos de ir a julgamento. Por conta disso, ele não foi condenado e ainda brincou num vídeo de 2019 que aquele “foi um ano muito bom”. Embora “House of Cards” tenha sido cancelada, Spacey continua postando vídeos caracterizado como seu personagem. No ano passado, comparou sua situação à das pessoas que perderam empregos durante a pandemia.
“007 – Sem Tempo para Morrer” vira maior sucesso de Hollywood na pandemia
Uma semana depois de superar a marca de US$ 700 milhões de arrecadação, “007 – Sem Tempo para Morrer” ultrapassou “Velozes e Furiosos 9” nas bilheterias mundiais para se tornar o maior sucesso de Hollywood na pandemia. O filme da MGM/Universal chegou a US$ 733 milhões neste domingo (21/11), deixando para trás os US$ 721 milhões da franquia estrelada por Vin Diesel, consagrando de vez a despedida do ator Daniel Craig do papel de 007. O mais impressionante no desempenho do longa é que a maior parte de sua arrecadação vem de fora dos EUA. A América do Norte é responsável por “apenas” US$ 154 milhões do faturamento, enquanto o restante, US$ 579 milhões, vem do exterior. Isto também faz de de “007 – Sem Tempo para Morrer” a produção de Hollywood mais bem-sucedida no mercado internacional em toda a pandemia. O maior faturamento externo vem do Reino Unido, onde o filme atingiu a 5ª maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 128 milhões. Na Alemanha (US$ 72 milhões até o momento), “007 – Sem Tempo para Morrer” ocupou o 1º lugar por seis semanas consecutivas, tornando-se o maior sucesso distribuído pela Universal no país. A litas também inclui US$ 60 milhões da China, US$ 32 milhões da França e US$ 22 milhões da Holanda, onde o filme liderou as bilheterias por sete semanas e tornou-se a 4ª maior bilheteria da História do país. Entre outros destaques, a abertura da Austrália no fim de semana passado foi a maior do mercado desde dezembro de 2019 (e atualmente já rende US$ 15 milhões). Michael De Luca e Pamela Abdy, chefões da MGM, emitiram um comunicado para celebrar o sucesso descomunal. “Estamos muito entusiasmados em ver o público retornando aos cinemas em todo o mundo e por seu apoio contínuo à experiência cinematográfica. Depois de um longo atraso, estamos especialmente gratos em saber que ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ entreteve tantos cinéfilos em todo o mundo”, diz o texto assinado em conjunto, antes de entrar nos agradecimentos aos parceiros da produção. “Junto com nossos parceiros da Eon, Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, todos nós da MGM somos gratos às equipes da Universal Pictures, United Artists Releasing e em nossos equipes internacionais da MGM por seus enormes esforços para atingir este grande marco com ‘007 – Sem Tempo para Morrer’. Essa conquista é um reconhecimento a Daniel Craig, todo o elenco, bem como a nosso diretor Cary Fukunaga, produtores e equipe por fazer um filme incrível. Estendemos nossos agradecimentos aos nossos exiborer e parceiros promocionais por permanecerem firmes em seu apoio ao filme”, conclui o comunicado.
Vídeo apresenta monstros de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”
A Sony divulgou novos pôsteres europeus e um vídeo de bastidores de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”, em que o diretor Johannes Roberts (“Medo Profundo”) apresenta os monstros da produção. A prévia mostra que as criaturas são extraídas dos games originais da Capcom e alguns nunca foram vistos no cinema. Apresentado como um recomeço completo, o filme adapta os dois primeiros games de “Resident Evil” e acompanha os irmãos Claire e Chris Redfield investigando o que aconteceu com Raccoon City, cidade transformada pela Umbrella Corporation no marco zero de uma epidemia de zumbis – ou de mutantes assemelhados. O elenco destaca Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”) como os irmãos Redfield, além de Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine, Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy e Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, todos protagonistas clássicos dos jogos criados há 25 anos. Para completar, Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) vive o vilão da história, o virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a infecção mutante. A estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Regina Duarte continua bolsonarista com posts polêmicos nas redes sociais
A ex-atriz Regina Duarte demonstrou neste fim de semana nas redes sociais que continua uma bolsonarista convicta, com posts criticando o Dia da Consciência Negra e o “fique em casa maligno”. “Fique em casa” é como Bolsonaro batizou, de forma pejorativa, o isolamento social necessário para evitar a superlotação dos hospitais e o morticínio durante o pico da pandemia de covid-19. No sábado, ela postou um texto no Instagram em que (ainda) reclama do isolamento social e, paradoxalmente, critica o fim dele. “Te proibiram de viver e agora querem festejar o Carnaval?” diz o texto. Na legenda, Regina Duarte reforçou seu posicionamento acusando o “‘fique em casa’ maligno” de ter feito mal ao país, desde prejudicar a saúde (sério!) pela falta de sol até a economia. “E a Economia, agora, quem assume?”, questionou, ironicamente sugerindo que o país não tem governo. Vale lembrar que o tal movimento “fique em casa” chegou a ser defendido até por Gabriela Duarte, filha da atriz – entre outras pessoas sensatas que ajudaram o país a passar pela pior fase da pandemia, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde. Não contente, ela dobrou a aposta neste domingo (21/11) com uma crítica ao Dia da Consciência Negra. Ao lado do vídeo de uma entrevista infeliz do ator Morgan Freeman, da qual ele já se arrependeu, a ex-atriz escreveu: “Ontem foi comemorado o Dia da Consciência Negra. Quando teremos o Dia da Consciência Branca, Amarela, Parda…?”. Sugerindo que não existe racismo a ser enfrentado no Brasil, ela ainda lamentou a vitimização por “culpas antepassadas”, sugerindo que lutar por melhores condições de igualdade é “olhar para trás”. O texto original diz: “Quanto tempo vamos ainda nos vitimizar ao peso de anos, de séculos de dor por culpas antepassadas? Quando vamos parar de olhar pra trás e enfrentar o hoje e nós olharmos com a coragem da cara limpa? Maduros, evoluídos, conscientes de nossa luta, irmanados em nossa capacidade, de sermos… HUMANOS? Simplesmente IRMÃOS?”. Regina Duarte virou ex-atriz ao aceitar o convite de Bolsonaro para encerrar um contrato lucrativo com a rede Globo e assumir a pasta da secretaria de Cultura. Ficou no cargo três meses, sendo demitida num vídeo risível em que Bolsonaro a engabelou com outra de suas muitas lorotas – prometendo lhe dar a presidência da Cinemateca. Durante o período em que esteve à frente da secretaria, ela conseguiu desagradar a maioria da classe artística do país, dar entrevistas constrangedoras, transformar velhos amigos em inimigos e liquidar todo o respeito que tinha conquistado ao longo da carreira. A desmoralização, porém, não parece ter sido suficiente para quebrar seu encantamento com o ideário bolsonarista. Ela continua firme no compartilhamento de memes e mensagens extremistas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte)
“Ghostbusters: Mais Além” estreia em 1º lugar nos EUA
“Ghostbusters: Mais Além” estreou em 1º lugar no fim de semana na América do Norte com US$ 44 milhões de arrecadação. O valor é similar à abertura de “Caça-Fantasmas”, a malvista versão feminina da franquia de 2016. A diferença é que o novo lançamento teve que enfrentar a pandemia, o que faz seus números parecerem muito maiores na comparação. Embora o filme da Sony tenha causado menos impacto no mercado internacional – US$ 16 milhões em 31 países para uma soma mundial de US$ 60 milhões – , o público gostou do que viu, dando uma nota A- no CinemaScore, a pesquisa de opinião feita na saída dos cinemas dos EUA. Já a crítica se dividiu com menos empolgação. A média foi de 61% de aprovação na avaliação geral do Rotten Tomatoes, mas apenas 40% entre os críticos top (dos jornais e imprensa tradicional). A outra grande novidade do fim de semana foi a estreia do filme biográfico “King Richard: Criando Campeãs”, que só chega no Brasil em 2 de dezembro. Entretanto, o drama estrelado por Will Smith como pai das campeãs do tênis Serena e Venus Williams fez somente US$ 5,7 milhões, um valor decepcionante para uma produção exibida em 3,3 mil cinemas. Também disponível em HBO Max, o filme da Warner ficou em 4º lugar no ranking das bilheterias. A boa notícia para o estúdio é que o público deu nota A no CinemaScore e a crítica cobriu a obra de elogios – 92% no Rotten Tomatoes geral e 93% entre os jornalistas top. São ventos favoráveis para impulsionar “King Richard” durante a temporada de premiações. A Warner vai investir numa campanha para tentar o Oscar para Will Smith. Entre os remanescentes da programação, “Eternos” caiu para o 2º lugar em seu terceiro fim de semana, com US$ 10,8 milhões. Isto resulta num total doméstico de US$ 135,8 milhões e um total mundial de US$ 336,1 milhões. Ainda inédito no Brasil, “Clifford – O Gigante Cão Vermelho” ficou em 3º com US$ 8,1 milhões em sua segunda semana, totalizando US$ 33,5 milhões nos EUA e Canadá. O filme infantil só vai chegar em 2 de dezembro no país. “Duna” fecha o Top 5 com US$ 3,1 milhões em seu quinto fim de semana, impulsionando seus números para US$ 98,2 milhões na América do Norte e US$ 367 milhões mundiais. Para completar a contabilização do fim de semana, um lançamento limitado chamou a atenção por registrar um recorde. “Sempre em Frente” (C’mon, C’mon), filme do estúdio indie A24 estrelado por Joaquin Phoenix, registrou a maior arrecadação por sala de toda a pandemia, ao faturar US$ 134.447 em apenas cinco cinemas. Sua média de US$ 26,8 mil por tela supera o fim de semana inaugural de “A Crônica Francesa”, o antigo recordista com US$ 25,9 mil. Filmado em preto e branco por Mike Mills (“Mulheres do Século 20”), “Sempre em Frente” traz Phoenix como um documentarista que decide entrevistar crianças sobre a situação do mundo, enquanto estabelece um relacionamento transformador com seu sobrinho de 8 anos. O filme só estreia em fevereiro no Brasil.
Christoph Waltz vai estrelar nova série do criador de “Servant”
A Amazon Prime Video anunciou a produção de “The Consultant”, nova série dramática que será estrelada pelo vencedor do Oscar Christoph Waltz (“Django Livre”, “Bastardos Inglórios”). Desenvolvida por Tony Basgallop (criador de “Servant” na Apple TV+), a série é inspirada no romance homônimo de Bentley Little e explora, em clima de thriller satírico, a relação sinistra entre um chefe e um empregado, questionando o quão longe é possível ir para progredir e sobreviver no ambiente de trabalho. A direção dos capítulos está a cargo de Matt Shakman (de “WandaVision”), que também participa da produção, junto com Basgallop, Waltz, e integrantes das equipes dos estúdios MGM, Amazon e das produtoras 1.21 e Toluca Pictures. “Com ‘The Consultant’, Tony Basgallop criou algo ousado com partes iguais de humor selvagem e emoções deliciosas”, disse Vernon Sanders, head de televisão do Amazon Studios. “Estamos entusiasmados em colaborar com ele e com toda a equipe criativa para trazer esta série imperdível e extraordinária para nossos clientes Prime Video em todo o mundo”. “The Consultant é uma sátira mordaz sobre o ambiente de trabalho que é tão cheia de suspense quanto sombriamente engraçada”, acrescentou Michael Wright, head de produções ficcionais para TV da MGM. “Tony criou algo verdadeiramente inesperado com esta série e estamos entusiasmados com a parceria com a Amazon e esta brilhante equipe criativa para dar vida à história para o público em todo o mundo”. Atualmente em cartaz com dois filmes nos cinemas, “007 – Sem Tempo para Morrer” e “A Crônica Francesa”, Christopher Waltz também será visto em breve na minissérie da Paramount “Reagan & Gorbachev”, no papel de Mikail Gorbachev. Ele também estará na 2ª temporada de “Jogo Perigoso” (Most Dangerous Game), que teve seus primeiros episódios recentemente lançados na plataforma da Amazon.
Veja o trailer do novo especial de Natal de Mariah Carey
A Apple TV+ divulgou o trailer do novo especial de Natal de Mariah Carey. A cantora do eterno hit “All I Want for Christmas is You”, que todo fim de ano volta às paradas de sucesso, vai apresentar “Mariah’s Christmas: The Magic Continues” dois anos após o sucesso de “Mariah Carey’s Magical Christmas Special”. A produção chega embalada pelo novo single de Natal da cantora, “Fall in Love at Christmas”, parceria com Khalid e com o cantor gospel Kirk Franklin, que foi lançada na primeira semana de novembro e terá destaque no programa. O novo especial terá direção de Joseph Kahn, com quem Carey trabalhou anteriormente em clipes como “Boy (I Need You)”, “Beautiful” e, claro, na nova versão de “All I Want for Christmas is You”. A estreia está marcada para 3 de dezembro.
Olivia Colman é suspeita de assassinato em trailer de minissérie
A HBO divulgou o trailer de “Landscapers”, nova minissérie de “true crime” que destaca a interpretação de Olivia Colman, vencedora do Oscar por “A Favorita” e do Emmy por “The Crown”. A prévia revela uma história de amor que resiste ao tempo e a dois cadáveres no jardim. Baseada em eventos reais, a trama gira em torno de um casal suspeito de assassinato, que é investigado depois que a polícia encontra dois corpos enterrados no jardim da sua casa. O marido da personagem de Colman é interpretado por David Thewlis (da franquia “Harry Potter”) e o elenco também inclui Kate O’Flynn (“Wanderlust”), Dipo Ola (“Bagdá Central”), Samuel Anderson (“Outra Vida”), Karl Johnson (“O Último Vermeer”), Felicity Montagu (“The Tunnel”) e Daniel Rigby (“Jericho”). Com direção de Will Sharpe (“Giri/Haji”) e coprodução do canal pago britânico Sky Atlantic, a série estreia em 6 de dezembro.
Vídeo de “Amor, Sublime Amor” mostra entusiasmo de Spielberg nas filmagens
O 20th Century Studios divulgou pôsteres de personagens e dois novos vídeo de “Amor, Sublime Amor” (West Side Story). Um dos vídeos revela os bastidores da produção, mostrando o entusiasmo do diretor Steven Spielberg, que celebra a oportunidade de realizar a sua versão do musical clássico. Protagonizado por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) como Tony e a estreante Rachel Zegler, que superou mais de 30 mil candidatas, como Maria, “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta” passada na Nova York do final dos anos 1950. Além de locação e época, a trama acrescenta à tragédia shakespeariana de amor proibido elementos de delinquência juvenil, preconceito racial e muita música e dança. A versão original do musical estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e foi levada às telas pela primeira vez em 1961, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). Considerado um dos melhores filmes musicais de todos os tempos, o longa venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. A nova versão foi escrita por Tony Kushner, que trabalhou com Spielberg em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012) e conta com uma integrante do elenco original, Rita Moreno, que também é uma das produtoras executivas do filme. Ela foi a primeira latina a vencer o Oscar, conquistando o troféu de Melhor Atriz Coadjuvante na primeira adaptação cinematográfica do musical. Adiada em um ano pela pandemia de covid-19, a estreia do primeiro musical da carreira de Spielberg vai acontecer em 9 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA, como demonstram os cartazes abaixo.
Steve Aoki remixa trilha de “Cowboy Bebop”
A Netflix divulgou um clipe com uma versão remix da música-tema de “Cowboy Bebop”. Criada, tocada e introduzida no vídeo pelo DJ Steve Aoki, a nova versão de “Tank!” troca o jazz original de Yoko Kanno pelas batidas eletrônicas da house music, preservando apenas sopros esparsos da gravação original. “Tank!” foi criada por Kanno e a banda Seatbelts especificamente para a série animada original de 1998, que a Netflix refez em live-action numa produção lançada na sexta-feira (19/11) em streaming. Confira e compare abaixo o remix e o original, em vídeos com cenas da nova série e da animação clássica.












