Diretor de “Cavaleiro da Lua” critica pouca representatividade de “Adão Negro”
O diretor egípcio Mohamed Diab, que está a frente de “Cavaleiro da Lua”, a próxima série da Marvel na Disney+, criticou a Warner por filmar “Adão Negro”, estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson, sem atores egípcios. Em entrevista ao Filfan, ele apontou que o fato de a obra ter como cenário um país fictício serviu de desculpa para a produção abrir mão da representatividade. “Eu fiquei realmente irritado quando foi definido que o ‘Adão Negro’ seria ambientado em um país fictício do Oriente Médio como uma desculpa para não escalar atores egípcios, quando a história obviamente foi pensada para se passar no Egito”, disse Diab. “Oportunidades de ser representativo não devem ser desperdiçadas. Mas não é totalmente errado já que o filme é baseado em uma série de quadrinhos que não menciona o Egito”, completou. De fato, apesar de todo o universo de “Adão Negro” ter influencia da cultura egípcia, ele habita um país fictício. Para o diretor, foi uma oportunidade perdida para escalar um elenco com maior diversidade. A representatividade é um tópico que a Marvel tem olhado com mais atenção nos últimos anos. A própria série do “Cavaleiro da Lua” é um exemplo, com a inclusão de um diretor egípcio em seus bastidores, já que os podres do herói estão relacionados à mitologia egípcia. Em sua origem nos quadrinhos, Marc Spector era um mercenário que foi abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que teve uma visão com o deus egípcio da lua, que lhe deu forças e mudou sua vida. “Cavaleiro da Lua” tem estreia marcada para 30 de março na Disney+, enquanto “Adão Negro” chega aos cinemas em outubro.
Drica Moraes e Adriana Esteves serão rivais em série da Globoplay
As atrizes Adriana Esteves e Drica Moraes serão antagonistas numa nova série na Globoplay. Com título provisório de “Os Outros”, a produção foi desenvolvida pela também atriz Fernanda Torres e contará com roteiros de Lucas Paraizo. Todos os quatro trabalharam juntos em “Sob Pressão”, escrita por Paraizo. Será a estreia das duas atrizes em projetos exclusivos da plataforma de streaming. A trama gira em torno de dois casais que moram num condomínio da Barra da Tijuca, no Rio. E além das duas, Eduardo Sterblitch (“Shippados”) também foi confirmado no elenco como um ex-policial solitário. O elenco ainda está sendo escalado, e a previsão é que as gravações comecem no segundo semestre de 2022. A Globoplay ainda está desenvolvendo “Fim”, outra atração de Fernanda Torres, que teve sua produção interrompida pela pandemia e encontra-se sem data para voltar a ser gravada.
Criador de “La Casa de Papel” desenvolve série sobre a pandemia
O roteirista e produtor Álex Pina, criador do fenômeno “La Casa de Papel”, está desenvolvendo uma série sobre o auge da pandemia da Covid-19. A trama vai acompanhar um grupo de pessoas ricas que tentam se proteger morando em um bunker luxuoso, e foi inspirada por um artigo publicado na imprensa espanhola em outubro do ano passado sobre esse tipo de construção existente em Madrid. “Alguns dos novos abrigos que estavam sendo construídos eram casas de luxo no subsolo. Até 15 andares abaixo, com serviços exclusivos, como cinema, piscina, spa, academia e jardins comuns, com água e comida para sobreviver mais de cinco anos. Uma comunidade subterrânea para 75 pessoas. E então pensamos em como seria a vida lá. Relacionamentos sociais, familiares e românticos em um abrigo subterrâneo para o qual fugiram apressadamente e exclusivamente”, explicou Pina em entrevista à revista The Hollywood Reporter. Ainda sem título ou previsão de lançamento, a nova série será produzida pela Netflix, reforçando a parceria do criador com a companhia de streaming. ] A plataforma também está desenvolvendo um spin-off de “La Casa de Papel” focado no personagem Berlim, interpretado por Pedro Alonso, que tem previsão de estreia em 2023.
“De Volta aos 15” é renovada. Confira a reação do elenco
A Netflix anunciou a renovação de “De Volta aos 15” para a 2ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais, acompanha por um vídeo com reações de Maisa e Camila Queiroz, que interpretam a protagonista Anita em diferentes fases de sua vida. Maisa também se manifestou em suas próprias redes sociais, dizendo-se ansiosa pela 2ª temporada, assim como outros integrantes do elenco, como Klara Castanho, Amanda Azevedo e João Guilherme. Veja abaixo. Espécie de “De Repente 30” às avessas, a série gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor. Assim, de uma hora para outra, ela se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. A protagonista é vivida por Camila Queiroz na fase adulta e por Maisa na adolescência. E, no passado, Anita aproveitar esse “De Repente 15” para criar um “Efeito Borboleta”, tentando consertar a vida de todos ao seu redor: de Carol (Klara Castanho), sua prima que está envolvida com o maior boy lixo da cidade; de Luiza (Amanda Azevedo), sua irmã que vive presa no papel de princesinha da cidade; de César (Pedro Vinicius), seu novo amigo que precisa de coragem para ser quem é; e de Henrique (Caio Cabral), seu melhor amigo nerd que é secretamente apaixonado por ela, além de Fabricio (João Guilherme). Só que cada mudança que Anita faz no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor. A série foi desenvolvida por Janaina Tokitaka (“Spectros”) com produção da Glaz Entretenimento, e deve voltar para mais seis episódios em 2022. 🗣️🗣️🗣️: Minha série De Volta aos 15 foi renovada pra segunda temporada!!! E vão rolar muitas outras viagens no tempo pra vocês criarem teorias. Podem começar: pic.twitter.com/dMxkKtcKCz — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 21, 2022 Namoral…Pra todo mundo que pediu essa renovação: MUITO OBRIGADA.Eu falei que a gente teria que pedir mt e a patroa atendeu nossos desejos!!!! Tô ansiosa por essa segunda temporada, meu coração tá explodindo de felicidade ✨️😭❤ Dv15 2 — anitah_malukah2006 (@maisa) March 21, 2022 Eu tô taooooo felizzzz https://t.co/HaZv9Ho61N — Camila Queiroz (@Camiqueirozreal) March 21, 2022 Por mim a gente gravava as 2 juntas e digo mais!!!!! https://t.co/aH1Byh7Y4K — anitah_malukah2006 (@maisa) March 21, 2022 avisando azamiga que renovou 2a temporada de De Volta aos 15!! @pedroviniciusmb @KlaraCastanho @maisa pic.twitter.com/V5ca1xcdah — Amanda Azevedo #dv15 (@amandaazeved_o) March 21, 2022 NEM TO ACREDITANDO MEU DEUS QUE ISSO RENOVAMOS MESMO VOCES FAZEM TUDOOOOO! @NetflixBrasil a gente vai ter mais sofrencia 2000 pra reviver 🫂🫂❤️🔥❤️🔥❤️🔥 — Klåra #DV15 (@KlaraCastanho) March 21, 2022 SEMANA ABENÇOADA, RENOVAÇÃO CHEGOU! 2ª TEMPORADA DE “DE VOLTA AOS 15” TA AI 💕 VCS PEDIRAM 🥺 um pouco mais de fabrício — J҉O҉T҉I҉N҉H҉A҉ (@Joaoguiavila) March 21, 2022
Bilheteria de “Batman” é de quase R$ 100 milhões no Brasil
“Batman” foi o filme mais visto no Brasil pelo terceiro fim de semana consecutivo, atraindo 576,5 mil espectadores para uma bilheteria de R$ 11,87 milhões entre quinta e domingo (20/3). O sucesso do filme continua representando mais da metade do público de cinema do país, sendo responsável por 65,9% das vendas de ingressos do período, segundo dados da consultoria Comscore. Desde sua pré-estréia em 1 de março, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics já vendeu 4,7 milhões de ingressos e acumula uma bilheteria de R$ 92,4 milhões no país. Falta pouco para arredondar esses números (5 milhões e R$ 100 milhões), o que deve acontecer ao longo dessa semana A estreia da animação “Os Caras Malvados” ficou em 2º lugar no fim de semana, com 155,7 mil pessoas e renda de R$ 3,03 milhões – ou o equivalente a 17,7% das 874,7 mil pessoas que frequentaram os cinemas brasileiros de quinta a domingo. Em 3º, “Uncharted – Fora do Mapa” teve público de 61,3 mil pessoas e faturou R$ 1,21 milhão. O levantamento da Comscore com as 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil ainda revela que, após o lançamento digital na sexta-feira (18/3), “Homem-Aranha: Sem Volta para Cama” não tem mais presença cinematográfica, embora ainda estivesse no Top 10 da semana passada. Confira abaixo a relação. #Top10 #Bilheteria #Filmes #Cinema 17-20/3:1. #Batman 2.#OsCarasMalvados 3.#UnchartedMovie 4.#Ritual #PresençaMaligna5. #AgenteDasSombras6. #Belfast 7. #DriveMyCar8. #ValeNight9. #CoraçãoDeFogo10. #Tarsilinha — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) March 21, 2022
Estrela de “Amor, Sublime Amor” não foi convidada para o Oscar
“Amor, Sublime Amor” foi indicado a sete Oscars, incluindo Melhor Filme, mas sua estrela, Rachel Zegler, não foi convidada para a cerimônia de premiação. Quando um fã comentou que mal podia esperar para ver o que ela usaria na noite do Oscar, após a atriz postar uma série de fotos de eventos do filme no Instagram, Zegler desabafou: “Não estou convidada, então [devo usar] calça de moletom e [a camisa de] flanela do meu namorado”. Nas respostas a novos questionamentos, Zegler acrescentou: “Eu tentei de tudo, mas parece que não está acontecendo. Vou torcer por ‘Amor, Sublime Amor’ do meu sofá e ficar orgulhosa do trabalho que fizemos tão incansavelmente há 3 anos. Espero que algum milagre de última hora ocorra e eu possa comemorar nosso filme pessoalmente, mas ei, é assim que acontece às vezes, eu acho. Obrigado por todo o choque e indignação – estou desapontada também. Mas tudo bem. Estou muito orgulhosa do nosso filme.” O caso tomou grande repercussão nas redes sociais. Diante do comentário, a co-showrunner de “One Day at a Time” e criadora de “With Love”, Gloria Calderón Kellett, tuitou um protesto direcionado à rede ABC, que produz e exibe a cerimônia do Oscar nos EUA. “Ei ABC, você transferiu a única série latina que tinha para a Hulu e a Academia afirma querer abraçar a diversidade. Que tal nas raras vezes que o povo latino tem um filme indicado ao Oscar você convidar o protagonista? Os latinos são 18,5% deste país. Já chega!”, ela reclamou. A ABC faz parte da Walt Disney Company, assim como o estúdio que produziu “Amor, Sublime Amor”, o 20th Century Studios. Zegler fez sua estreia no filme dirigido por Spielberg, vencendo mais de 30 mil candidatas em testes para o papel de Maria. Ela vai aparecer a seguir na adaptação de quadrinhos “Shazam! Fúria dos Deuses”, da Warner Bros., e no remake live-action de “Branca de Neve e os Sete Anões” da Disney. O Oscar 2022 acontece no próximo domingo (27/3) em Los Angeles, com transmissão para o Brasil pela plataforma Globoplay e o canal pago TNT. Hey @ABCNetwork You moved the ONE Latine show you have to Hulu and @TheAcademy claims to want to embrace diversity. How about the rare time that Latine people have a movie nominated for an OSCAR you invite the lead. Latine people are 18.5% of this country. ENOUGH! pic.twitter.com/FBbi8R4QQm — Gloria Calderón Kellett (@everythingloria) March 20, 2022
Sindicato dos Roteiristas premia “No Ritmo do Coração” e “Não Olhe para Cima”
O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA na sigla em inglês) premiou neste domingo (21/3) dois filmes de plataformas de streaming: “No Ritmo do Coração”, lançado pela Apple TV+ nos EUA, e “Não Olhe para Cima”, da Netflix, respectivamente como Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Roteiro Original. A premiação aconteceu um dia depois de “No Ritmo do Coração” vencer o prêmio do Sindicato dos Produtores. As duas vitórias consolidam o drama dirigido por Siân Heder como um dos favoritos do Oscar 2022, há uma semana da cerimônia do prêmio máximo da indústria cinematográfica dos EUA. Já a comédia apocalíptica de Adam McKay teve sua primeira vitória relevante no evento da WGA. Entre as categorias de séries, a premiação dupla a roteiristas de “Hacks”, da HBO Max, impediu a continuidade da sucessão de vitórias de “Ted Lasso” como Melhor Comédia, mas “Succession” se manteve uma unanimidade nas premiações de Drama, consagrando as produções da HBO. Confira abaixo a lista dos principais vencedores do WGA Awards 2022. Melhor Roteiro Original Adam McKay (“Não Olhe Para Cima”) Melhor Roteiro Adaptado Siân Heder (“No Ritmo do Coração”) Melhor Roteiro de Documentário Marc Shaffer (“Exposing Muybridge”) Melhor Série de Drama “Succession” (HBO) Melhor Série de Comédia “Hacks” (HBO Max) Melhor Série Estreante “Hacks” (HBO Max) Melhor Minissérie Original “Mare of Easttown” (HBO) Melhor Minissérie Adaptada “Maid” (Netflix) Melhor Episódio de Série de Drama “Retired Janitors of Idaho”, de “Succession” (HBO Max) Melhor Episódio de Série de Comédia “Alone At Last”, de “The Great” (Starzplay) Melhor Episódio de Série Animada “Planteau”, de “Tuca & Bertie” (temporada inédita no Brasil) Melhor Série em Novas Mídias “Debunking Borat” (Amazon Prime Video) Melhor Humorístico de Esquetes “I Think You Should Leave with Tim Robinson” (Netflix)
As 10 melhores séries de fevereiro em streaming
Estão em dia com as séries, acompanhando tudo o que está sendo distribuído pelas plataformas digitais? A profusão dos serviços de streaming transformou a diversão em dificuldade, tamanha quantidade de títulos lançados semanalmente. Para ajudar a recordar e/ou apontar uma sugestão que possa ter passado batida entre as inúmeras novidades do dia-a-dia, reunimos abaixo uma seleção com as 10 melhores séries lançadas em streaming no mês passado. Veja o Top 10 de fevereiro com seus principais detalhes e os respectivos trailers. VIKINGS: VALHALLA | NETFLIX A nova série é uma continuação da recém-encerrada “Vikings” desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos: os irmãos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”), um viking cristão que se apaixona por Freydis. Com muitas batalhas épicas, a trama acompanha nova tentativa viking de invadir a Grã-Bretanha, mas se passa numa época em que os próprios vikings se encontram divididos entre manter sua tradição pagã e abraçar a religião do velho inimigo. Desta vez, Hirst tem um papel menos ativo – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – , deixando o rumo da atração a cargo do showrunner Jed Stuart – que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). INVENTANDO ANNA | NETFLIX A personagem do título é Anna Delvey, socialite golpista da vida real. Na minissérie de “true crime”, ela é vivida por Julia Garner, que venceu dois prêmios Emmy por “Ozark”. A cada episódio, ela incorpora uma personalidade diferente, dando a Anna o aspecto de uma esfinge que ninguém consegue decifrar. Nem mesmo a jornalista (Anna Chlumsky, de “Veep”) que investiga como ela roubou os corações – e muito dinheiro – da alta sociedade em Nova York. Criada e produzida por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e produtora de “Bridgerton”), a série é a segunda adaptação de uma reportagem policial da jornalista Jessica Pressler a virar “ficção”. Outro de seus artigos inspirou o filme “As Golpistas”, com Jennifer Lopez, em 2019. PAM & TOMMY | STAR+ A minissérie lembra o vazamento da sex tape mais famosa de todos os tempos, gravada na lua de mel da estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) e do baterista da banda Mötley Crüe, trazendo Lily James (“Rebecca”) e Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal”) nos papéis de Pamela Anderson e Tommy Lee. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual da década de 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro casal nos anos 1990. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen ainda interpreta o homem que roubou a fita infame. Os três primeiros episódios já estão disponíveis, com os demais (de um total de oito) liberados semanalmente às quartas. MARAVILHOSA SRA. MAISEL | AMAZON PRIME VIDEO Estrelada por Rachel Brosnahan no papel-título, “Maravilhosa Sra. Maisel” conta a história de uma dona de casa de classe alta da Nova York do final dos anos 1950 que, após o divórcio e uma crise existencial, decide seguir carreira na então emergente cena de comédia stand-up na cidade. Na 4ª temporada, ela decide não se autocensurar mais, rendendo apresentações mais ousadas e feministas. Antes do estouro da atração, a criadora da série, Amy Sherman-Palladino, era mais conhecida por ter criado “Gilmore Girls”, um fenômeno de popularidade do começo dos anos 2000, estrelado por Lauren Graham e Alexis Bledel, que, entretanto, nunca foi reconhecido com prêmios. Um contraste com a série “Maravilhosa”, vencedora de 20 Emmys, incluindo Melhor Série de Comédia, além de seis Critics Choice Awards, três Globos de Ouros, cinco SAG Awards, dois PGA RAISED BY WOLVES | HBO MAX A série sci-fi produzida por Ridley Scott (“Casa Gucci”) retorna com mais mistérios, ao apresentar o lado paradisíaco do planeta desconhecido em que os últimos sobreviventes da Terra foram parar. O visual deslumbrante continua a ser um dos grandes destaques da atração na 2ª temporada. Criada por Aaron Guzikowski (roteirista de “Os Suspeitos”), a sci-fi acompanha um casal de androides que cria crianças em um planeta semi-deserto, ensinando-lhes valores humanistas e ateístas após a destruição da Terra numa guerra religiosa apocalíptica. No entanto, integrantes da facção religiosa fundamentalista e seus inimigos também sobreviveram e chegam ao planeta para estabelecer colônias rivais, iniciando uma batalha em torno da libertação das crianças dos androides. Gravados em cenários naturais da África do Sul, os episódios iniciais de “Raised by Wolves” contaram com direção do próprio Ridley Scott, em sua estreia em séries. Já os primeiros capítulos da 2ª temporada são assinados por Ernest R. Dickerson (“Os Demônios da Noite”). RUPTURA | APPLE TV+ Escrita pelo estreante Dan Erickson e dirigida por Ben Stiller (“Zoolander”), a série é uma comédia de ambiente de trabalho com um perturbador ingrediente sci-fi, digno de “Black Mirror”. A trama se passa dentro das Indústrias Lumen, uma empresa que pretende levar a vida pessoal e profissional de seus funcionários a um novo nível, graças a um procedimento que permite literalmente separar suas vidas pessoais e profissionais. Uma vez submetidos ao experimento, quando estiverem em casa os funcionários não lembrarão nada do trabalho, e o inverso vale para quando estiverem em seus empregos. Isto também evita que comentem sobre o que realmente fazem para as Indústrias Lumen. O elenco destaca Adam Scott (“Parks and Recreation”), Patricia Arquette (“CSI: Cyber”), John Turturro (“Transformers”) e Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”). MY BRILLIANT FRIEND | HBO MAX A produção italiana baseada na saga literária “A Amiga Genial” de Elena Ferrante chegou à 3ª temporada com a adaptação de “História de Quem Foge e Quem Fica”, o terceiro dos quatro livros sobre as amigas de longa data Lenù (Margherita Mazzucco) e Lila (Gaia Girace). Numa sequência angustiante e sem espaço para a inocência de outrora, a trama contrapõe as amigas em várias questões, como amor, maternidade, busca por justiça social e principalmente como é transgressor ser mulher em um mundo comandado pelos homens. Os novos episódios tem direção de Daniele Luchetti (“Meu Irmão é Filho Único”), que assume a série após duas temporadas conduzidas pelo cineasta Saverio Costanzo (“A Solidão dos Números Primos”). REACHER | AMAZON PRIME VIDEO O personagem do escritor Lee Child, já vivido por Tom Cruise nos cinemas, é um ex-militar que está sempre se envolvendo em confusões e saindo delas na base da porrada. Suas aventuras viraram série numa adaptação de Nick Santora (criador de “Scorpion”), que leva às telas o primeiro livro, “Dinheiro Sujo” (The Killing Floor), publicado em 1997. Vivido por Alan Ritchson (o herói Rapina de “Titãs”), Jack Reacher começa sua 1ª temporada chegando à pequena cidade de Margrave, na Geórgia, onde é imediatamente preso e implicado no primeiro homicídio local em 20 anos. O problema dessa acusação aleatória é que escolheram o desconhecido errado para incriminar. Com produção do cineasta Christopher McQuarrie, que dirigiu os filmes de 2012 e 2016, a série também conta com participações de Willa Fitzgerald (“Pânico – A Série”/Scream), Malcolm Goodwin (“iZombie”), Kristin Kreuk (“Smallville”) e Bruce McGill (“Rizzoli & Isles”). E teve todos seus 8 episódios liberados nesta sexta (4/2). WHAT WE DO IN THE SHADOWS | STAR+ Criada pelos mesmos responsáveis pelo filme homônimo (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) e Jemaine Clement (“Flight of the Conchords”), a série acompanha o dia-a-dia de vampiros entediados de Nova York. Os protagonistas são dois vampiros preguiçosos, uma vampira que não aceita desaforos, um vampiro enérgico (que suga energias com sua chatice) e um assistente humano. Após o assistente se revelar um matador de vampiros e eliminar os rivais que prenderam seus mestres no ano anterior, a 3ª temporada lida com a promoção dos protagonistas a líderes do que sobrou das criaturas da noite nova-iorquina. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”), Harvey Guillen (“The Magicians”) e Mark Proksch (“The Office”). SEARCH PARTY | HBO MAX A comédia criada por Sarah-Violet Bliss, Charles Rogers e Michael Showalter gira em torno de um pequeno grupo de hipsters nova-iorquinos, que buscam estar sempre na moda, mas essa obsessão os arrasta a situações perigosas, tornando-os suspeitos e até vítimas de crimes. A 5ª e última temporada leva a acidez crítica da série ao extremo ao mostrar a transformação da protagonista equivocada Dory numa guru espiritual, diante dos olhos incrédulos e cínicos de seus melhores amigos. O elenco é encabeçado por Alia Shawkat (“Arrested Development”), John Reynolds (“Stranger Things”), John Early (“O Artista do Desastre”), Meredith Hagner (série “Younger”) e Brandon Micheal Hall (“Deus Me Adicionou”), que na despedida da série contracenam com nada menos que Jeff Goldblum (“Thor: Ragnarok”), Kathy Griffin (“Suddenly Susan”) e John Waters (diretor de “Hairspray”).
STF desbloqueia Telegram no Brasil
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), revogou neste domingo (20/3) o bloqueio do Telegram no Brasil, após o aplicativo atender aos pedidos da Justiça brasileira. “Considerado o atendimento integral das decisões proferidas em 17/3/2022 e 19/3/2022, revogo a decisão de completa e integral suspensão do funcionamento do Telegram no Brasil, proferida em 17/3/2022”, determinou o ministro. O bloqueio fez com que o Telegram finalmente respondesse às intimações do STF. Até então, o serviço de mensagens aproveitava-se do fato de não ter sede nem representação no país para ignorar as tentativas de contato. Mas bastou a ordem de bloqueio para o próprio fundador do aplicativo, o russo Pavel Durov, justificar seu silêncio, dizendo que problemas de e-mail o impediram de responder às demandas anteriores. Ele afirmou que, a partir de agora, atenderia ao STF. Para comprovar seu comprometimento, o Telegram cumpriu todas as ordens emitidas pelo STF, chegando a apagar uma mensagem controversa de Jair Bolsonaro contendo links para um inquérito da Polícia Federal (PF) sobre a invasão por um hacker dos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A retirada da postagem era uma das exigências de Moraes, já que expunha para hackers o funcionamento eletrônico do STE. No lugar da postagem, agora aparece a informação de que a publicação não pode ser apresentada porque violou leis locais. Além disso, a plataforma indicou um representante no Brasil, Alan Campos Elias Thomaz, conforme havia sido determinado. Como parte da ação, o Telegram ainda pontuou sete medidas que adotará para combater a desinformação na plataforma. São elas o monitoramento manual diário dos 100 canais mais populares do Brasil, acompanhamento manual diário de todas as principais mídias brasileiras, marcar postagens específicas em canais como imprecisas, restringir postagem pública para usuários banidos por espalhar desinformação, atualizar os Termos de Serviço, fazer análise legal e de melhores práticas e promover informações verificadas. “Essa medida nos permite diminuir o risco de repetidas violações, e já a aplicamos aos autores de canais que foram previamente identificados pela Justiça como ilegais no Brasil (como o de Allan dos Santos)”, afirmou o Telegram em mensagem reproduzida na decisão de desbloqueio emitida por Alexandre de Moraes.
“Batman” chega a US$ 600 milhões em todo o mundo
Biff, bang, pow, “Batman” venceu com folga seu terceiro fim de semana em cartaz, arrecadando US$ 36 milhões nos últimos três dias de exibição nos EUA e Canadá. Com isso, chegou a US$ 300 milhões na América do Norte e se consolidou como a segunda maior bilheteria doméstica de toda a pandemia – atrás só de “Homem-Aranha: De Volta para Casa”. São os super-heróis que estão salvando as bilheterias de cinema no período mais crítico da História desse mercado. Em todo o mundo, “Batman” atingiu US$ 600 milhões, no arredondamento da soma de US$ 50 milhões contabilizados no fim de semana internacional. Podia até ser mais, não fosse a nova onda de coronavírus na China, que levou ao fechamento de 43% das salas exibidoras do país durante a estreia do filme por lá. Enquanto o Brasil se apressa em relaxar os protocolos de proteção, a Ásia voltou a fechar tudo. Sem grandes lançamentos de Hollywood, o 2º lugar nos EUA ficou com um anime japonês: “Jujutsu Kaisen 0”, que faturou US$ 17,7 milhões, bem acima do esperado, com a ajuda de uma pontuação perfeita de 100% no Rotten Tomatoes e das crianças fãs da série em que se baseia. “Uncharted” garantiu um distante 3º lugar, arrecadando US$ 8 milhões para atingir US$ 125,9 milhões na América do Norte. Como “Batman”, também foi prejudicado pelo fechamento dos cinemas chineses em sua estreia no país, mas já soma US$ US$ 337,3 milhões em todo o mundo. Os cinemas norte-americanos ainda receberam dois lançamentos de terror de baixo orçamento neste fim de semana, mas apenas “X”, da produtora indie A24, conseguiu se destacar, arrecadando US$ 4,4 milhões em 4º lugar. Já “Umma”, da Stage 6/Sony, rendeu apenas US$ 915 mil e nem entrou no Top 10. “X”, do celebrado diretor Ti West (“O Último Sacramento”), também agradou a crítica, atingindo 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. O longa acompanha um grupo de jovens aterrorizados enquanto filmam uma produção erótica nos anos 1970. Por outro lado, “Umma”, terror sobrenatural estrelado por Sandra Oh (“Killing Eve”), foi eviscerado com somente 29% de aprovação. Nenhum dos dois filmes tem previsão de estreia no Brasil.
“No Ritmo do Coração” vence prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA
O Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA, na sigla em inglês) premiou na noite de sábado (19/3) o filme “No Ritmo do Coração” com seu troféu anual. Nos últimos dez anos, apenas dois ganhadores dos PGA Awards não venceram também o Oscar de Melhor Filme – “La La Land” (2016) e “1917” (2019), que perderam respectivamente para “Moonlight” e “Parasita”. No mínimo, a vitória de “No Ritmo do Coração” entre os produtores diminuiu o favoritismo de “Ataque dos Cães” no Oscar, após a produção da Netflix dominar os prêmios mais recentes da indústria cinematográfica dos EUA e do Reino Unido. Por outro lado, os PGA Awards reforçaram o ímpeto de “Encanto” e “Summer of Soul (…Ou Quando A Revolução Não Pode Ser Televisionada)” nas categorias de Animação e Documentário, além da unanimidade em torno de “Ted Lasso” e “Succession” entre as séries. Veja abaixo a lista dos vencedores dos PGA Awards 2022. MELHOR FILME “No Ritmo do Coração” MELHOR FILME DE STREAMING “Tom Petty, Somewhere You Feel Free: The Making of Wildflowers” MELHOR ANIMAÇÃO “Encanto” MELHOR DOCUMENTÁRIO “Summer of Soul (…ou, Quando A Revolução Não Pode Ser Televisionada)” MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA “Succession” MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA “Ted Lasso” MELHOR MINISSÉRIE “Mare of Easttown” MELHOR SÉRIE DE NÃO FICÇÃO “The Beatles: Get Back” MELHOR TALK SHOW, PROGRAMA DE COMÉDIA OU ESPECIAL DE VARIEDADES “Last Week Tonight with John Oliver” MELHOR PROGRAMA DE COMPETIÇÃO “RuPaul’s Drag Race”
Mario Frias perde processo contra ator que o chamou de racista
O secretário especial de Cultura Mário Frias perdeu uma ação que movia contra Armando Babaioff (“Segundo Sol”) por danos morais. Ele processou o ator por ser chamado de “racista”, “bosta” e “sem talento”, após escrever no Twitter em 2021 que o ativista negro Jones Manoel “precisava de um bom banho”. A decisão publicada na sexta-feira (18/3) pelo 6º Juizado Especial Cível de Brasília, no Distrito Federal, julgou a ação improcedente e ainda sugeriu que Frias foi racista mesmo. Além de considerar que as definições de Babaioff sobre Frias partem da opinião pessoal referente a uma pessoa “política que é ocupadora de cargo público”, sendo assim, sujeita ao “escrutino popular”, a sentença ainda destacou que o racismo ainda é “notório” em nosso país e que “há a incorreta e lamentável associação de afrodescendentes a aspectos negativos, tais como a sujeira”. De fato, Frias teve que se explicar posteriormente porque considerava que um homem negro “precisava de um bom banho”. O secretário disse que suas palavras se tratavam de uma metáfora que indicava que o ativista precisava “tomar um banho de caráter”, apesar não ter usado a palavra “caráter”. Para o juizado, Mário Frias “não desconhece a potencial interpretação de que indicar que pessoa afrodescendente precisaria ‘tomar um banho’ leva à natural percepção de repetição da associação pejorativa em questão”. A decisão ainda cabe recurso.
Batalha legal entre Johnny Depp e Amber Heard envolve Hollywood
A batalha de processos travada entre Johnny Depp e sua ex-esposa Amber Heard virou um tapete vermelho de Hollywood. Iniciado por um processo de US$ 50 milhões aberto por Johnny Depp contra Amber Heard em março de 2019, devido a um artigo sobre violência doméstica escrito pela atriz no jornal Washington Post, a briga acabou rendendo um contra-ataque de Heard, que deu entrada em outro processo de US$ 100 milhões contra Depp. Ambos alegam que um difama o outro. A disputa terá uma tentativa de conciliação em 24 de março, mas já tem data para ir a julgamento em 11 de abril. Os dois querem levar o caso ao tribunal e ambos apresentaram uma lista enorme de testemunhas. Entre outros, Depp listou o ator James Franco (“Artista do Desastre”) e o magnata Elon Musk, dono da Space X, para testemunharem sobre seus supostos casos com sua ex-esposa, além do ator Paul Bettany (“WandaVision”) por ter acompanhado as brigas como seu amigo. Tendo dado um depoimento contundente no caso de difamação perdido por Depp no Reino Unido há quase dois anos, a atriz Ellen Barkin (“Animal Kingdom”) está na lista de testemunhas de Heard neste julgamento, assim como o ex-advogado demitido (e processado) por Depp, Jacob Bloom, e representantes dos estúdios Disney e Warner Bros. A relação de evidências que serão trazidas à corte inclui vários e-mails privados de Heard com o astro de “Aquaman”, Jason Momoa, e o diretor daquele filme, James Wan, além de correspondência da atriz com o diretor de “Liga da Justiça”, Zack Synder. Por outro lado, e-mails entre Depp e a criadora da franquia “Animais Fantásticos”, JK Rowling, bem como mensagens para o músico Jack White, também estão incluídos. Há ainda horas de imagens de câmeras de segurança, além de várias fotografias de Heard aparentemente machucada, de destruição causada por Depp surtado e de drogas supostamente pertencentes aos ator. O resultado deste embate deve ser uma exposição da intimidade do ex-casal ainda maior – e mais grotesca – que a revelada no julgamento de 2020, movido por Depp no Reino Unido contra o jornal The Sun por publicar um artigo que o chamava de “espancador de esposa”. Depp perdeu esse processo. Em seu veredito, o juiz inglês considerou que as afirmações do jornal eram “substancialmente verdadeiras” porque “a grande maioria das supostas agressões foi comprovada”. Além de perder a causa, Johnny Depp foi ordenado a pagar cerca de 628 mil libras (aproximadamente R$ 4,3 milhões) ao The Sun para cobrir as despesas jurídicas do jornal com o processo.












