Conheça a história real do assassino de “O Enfermeiro da Noite”
O filme “O Enfermeiro da Noite” (The Good Nurse), que estreou na Netflix nessa quinta (26/10), narra uma assustadora história real. O personagem vivido na tela por Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) foi responsável por matar mais de 300 pessoas e conseguiu se safar por muito tempo, apesar de ter sido flagrado repetidamente pelos hospitais que o empregavam. Baseado no livro homônimo de Charles Graeber, “O Enfermeiro da Noite” foi escrito por Krysty Wilson-Cairns (roteirista da série “Penny Dreadful”) e dirigido por Tobias Lindholm (“Sequestro”), e conta a história de Charlie Cullen, enfermeiro que era considerado um bom amigo e profissional, mas usava seu trabalho hospitalar para matar impunemente, tornando-se um dos serial killers mais bem-sucedidos de todos os tempos. Chastain vive uma enfermeira com quem ele trabalhava e que, confrontada com a verdade pela polícia, arriscou tudo para conseguir provas e incriminá-lo. A trama é narrada pelo ponto de vista de Amy Loughren, uma mãe solteira com problemas cardíacos que trabalhava como enfermeira no turno da noite, junto do criminoso. Conforme é mostrado em “O Enfermeiro da Noite”, ela começou a suspeitar do seu novo colega de trabalho depois que uma série de mortes misteriosas de pacientes desencadearam uma investigação. Eventualmente, Loughren arriscou a sua vida e a segurança dos seus filhos para descobrir a verdade sobre Charlie Cullen: que ele estava injetando soro fisiológico misturado com insulina ou digoxina, para matar pacientes por overdose. Na vida real, Cullen começou sua carreira na enfermagem em 1987, no hospital Saint Barnabas Medical Center de Nova Jersey, um ano antes de matar o primeiro paciente. Como sentiu-se impune, continuou matando pacientes até deixar o hospital, quatro anos depois, quando as autoridades começaram a investigar bolsas intravenosas contaminadas. Apesar disso, ele nunca foi acusado de nenhum crime e um mês depois conseguiu outro emprego na enfermagem de outro hospital, o Hospital Warren, onde deu sequência à sua matança. Cullen cometeu seus assassinatos por mais de uma década e meia, trabalhando e matando em muitos hospitais diferentes. Sempre que suas ações eram investigadas e descobertas, os advogados e administradores do hospital decidiam demiti-lo, mas não denunciavam os crimes à polícia para evitar que fossem processados por homicídio culposo. Pelo menos cinco hospitais diferentes sabiam o que Cullen estava fazendo, mas não fizeram nada para detê-lo. E essa decisão dos hospitais de encobrir a verdade permitiu a Cullen continuar trabalhando como enfermeiro – e, consequentemente, continuar matando pacientes. Isso só mudou quando ele começou a trabalhar com Loughren, no hospital Somerset Medical Center, e ela se recusou a ignorar os atos do colega. “Assistir ao filme me deu permissão para ter orgulho de mim mesma”, disse a verdadeira Loughren à revista People. “Eu apareci como mãe. Apareci como enfermeira. Apareci como amiga. A única razão pela qual Charlie parou de matar foi por causa da minha amizade com ele.” O filme fez questão de usar os nomes reais de Loughren e Cullen e dos detetives envolvidos na investigação. Porém, todas as vítimas e suas famílias tiveram as identidades reais preservadas. A roteirista Krysty Wilson-Cairns disse à Vanity Fair que mudou os nomes das vítimas para não “revitimizá-las”. “Eu não conheci as famílias das vítimas para realmente entender quem eram essas pessoas. Então, francamente, eu me sentiria um pouco suja [se usasse as suas identidades]. E a maioria das pessoas não podia dar consentimento porque estava morta. Ou às vezes as famílias não sabiam. No caso de muitas vítimas de Charlie, as famílias ainda não sabem [que os parentes foram assassinados]”, disse. Wilson-Cairns também é bastante pragmática ao dizer que “não há como fazer de um filme a verdade absoluta porque ele é composto de várias perspectivas”. “Nunca pode ser um documento verdadeiro; nunca deve ser apresentado em tribunal”, apontou. Ainda assim, ela se preocupou em tratar as situações com o máximo de verossimilhança. A cena em que os detetives precisam exumar um corpo para uma autópsia, por exemplo, aconteceu de verdade. E assim como é mostrado no filme, Loughren começou a suspeitar que Cullen poderia estar por trás das misteriosas mortes dos pacientes. Ela se tornou uma informante da polícia e auxiliou numa investigação que levou seis meses para obter provas suficientes para prender Cullen em 2003. Mesmo depois de ele ter sido preso, a enfermeira foi essencial para conseguir uma confissão dele, uma vez que as evidências não eram suficientes para condená-lo. Embora seja a verdadeira heroína da história, a identidade de Loughren só foi revelada em 2014, com a publicação do livro de Charles Graeber no qual o filme se baseia. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, Jessica Chastain contou que conheceu a verdadeira Loughren, que foi fundamental para ajudá-la a interpretar seu problema de saúde. “Perguntei a ela sobre sua condição cardíaca, porque ela precisava de um transplante de coração durante esse período. E isso para mim foi o que realmente me ajudou a interpretar a personagem e entender o que significava quando eu entrei em Afib [também conhecido como fibrilação atrial], o que significava quando meu coração começava a bater em um certo nível, o que faria para minha respiração, o que faria com a temperatura da minha pele, se eu ficasse úmida – todas essas coisas eram muito importantes.” Graças aos esforços de Loughren, o assassino está atualmente cumprindo pena de prisão perpétua – 11 consecutivas, que ainda podem aumentar. Diante de todas essas condenações, a data de liberdade condicional mais próxima para ele seria 10 de junho do ano de 2388. A enfermeira convenceu Cullen a admitir que ele cometeu 29 assassinatos, mas ele eventualmente disse aos investigadores que, na verdade, matou 40 pessoas. Porém, durante a pesquisa do seu livro, Graeber descobriu que Cullen disse aos investigadores que ele “dosava” de três a quatro pessoas por semana. Especialistas apontam que, se esse número for real e for multiplicado pelos 16 anos de carreira de Cullen, o número de mortes pode ser superior a 400, o que o torna o pior serial killer da história. O assassino, que ficou conhecido como “Anjo da Morte”, concedeu uma entrevista em 2013 ao programa investigativo “60 Minutes”. Na ocasião, ele admitiu que sabia que o que estava fazendo era errado, mas também disse que não pretendia parar, caso não fosse pego. “Achei que as pessoas não estavam mais sofrendo. Então, em certo sentido, eu pensei que estava ajudando”, disse ele, mas não explicou os motivos que o levaram a começar a matar. “Não há justificativa. A única coisa que posso dizer é que me senti sobrecarregado na época. Parecia que precisava fazer alguma coisa, e fiz. E isso não é resposta para nada.” O elenco de “O Enfermeiro da Noite” ainda conta com Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”), Noah Emmerich (“The Americans”) e Nnamdi Asomugha (“When the Street Lights Go On”). Produzido pelo cineasta Darren Aronofsky (“Mãe!”), o filme já pode ser visto na Netflix. Assista abaixo ao trailer.
Rihanna volta à música na trilha de “Pantera Negra 2”
A cantora Rihanna gravou sua primeira música inédita em seis anos e meio para a trilha sonora do filme “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. Intitulada “Lift Me Up”, a canção será lançada na próxima sexta (27/10) e será um tributo ao ator Chadwick Boseman (protagonista do primeiro “Pantera Negra”), morto em 2020. “Lift Me Up” foi escrita pela própria Rihanna em parceria com a cantora Tems, o compositor Ludwig Göransson (vencedor do Oscar pela trilha de “Pantera Negra”) e o diretor Ryan Coogler (responsável pelos dois filmes do herói). Gravada em cinco países e produzida por Göransson, a música será o primeiro lançamento de Rihanna desde 2016, quando ela lançou o single “Love on the Brain”. “Depois de conversar com Ryan e ouvir sua direção para o filme e para a música, eu queria escrever algo que retratasse um abraço caloroso para todas as pessoas que perdi na minha vida. Tentei imaginar como seria se eu pudesse cantar para eles agora e expressar o quanto sinto falta deles”, disse Tems em comunicado oficial. “Rihanna tem sido uma inspiração para mim, então ouvi-la interpretar essa música é uma grande honra.” Os rumores sobre a participação de Rihanna na trilha sonora do filme já circulam há algum tempo. E nessa quinta (26/10), a cantora postou um teaser da canção na sua conta do Instagram. Além do lançamento de “Lift Me Up”, Rihanna também se prepara para voltar aos palcos. Nos últimos anos, a cantora se dedicou ao lançamento de projetos não musicais, como sua marca de maquiagens, a Fenty Beauty, e a marca de lingeries, a Savage X Fenty, além de ter dado à luz ao seu primeiro filho em maio passado. Para marcar seu retorno, ela vai se apresentar durante o intervalo do próximo Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, marcada para o dia 12 de fevereiro. “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” conta com os retornos de Letitia Wright, Winston Duke, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por badgalriri (@badgalriri)
Animação “Festa da Salsicha” vai virar série
O filme de animação “Festa da Salsicha” (2016) será adaptado numa série de streaming. Intitulada “Sausage Party: Foodtopia”, a atração será desenvolvida para o serviço Prime Video, da Amazon, e contará com o mesmo elenco de dubladores do cinema. Dirigido por Conrad Vernon (“Shrek”) e Greg Tiernan (série animada “Thomas e seus Amigos”), o filme original revelou o destino de salsichas e outros petiscos felizes, após serem comprados num supermercado. Achando que vão para uma festa, eles descobrem a terrível verdade ao chegarem na cozinha e verem uma batata ser “despelada” viva. O trauma aumenta mais, conforme cenouras são devoradas e outros amiguinhos sofrem torturas, levando os comestíveis ao desespero. O filme foi um sucesso de crítica (obtendo 82% de aprovação no Rotten Tomatoes) e de público (rendendo mais de US$ 140 milhões nas bilheterias). Agora, os roteiristas Seth Rogen e Evan Goldberg (ambos de “A Entrevista”) desejam repetir esse sucesso no streaming. “O cinema costumava ser a forma de arte superior à televisão, e humildemente atingimos o auge do que pode ser alcançado num filme na nossa notável obra ‘Festa da Salsicha’”, disseram Rogen e Goldberg, em um comunicado oficial bem humorado. “Mas agora que o cinema está completamente morto e a TV é o eterno rei do entretenimento, decidimos continuar as aventuras épicas de nossa equipe culinária na lendária obra-prima televisiva ‘Sausage Party: Foodtopia’. Tem toda a emoção, o dobro dos trocadilhos e o triplo do sexo de comida com comida. Em outras palavras, é exatamente o que o mundo precisa agora.” Além de Rogen, que dá voz ao protagonista Frank, o elenco de dubladores da série contará com os retornos de Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Michael Cera (“A Grande Jogada”), David Krumholtz (“Numb3rs”) e Edward Norton (“Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe”), além de novas adições de Will Forte (“Muito Além do Ordinário”), Sam Richardson (“Um Lobo Entre Nós”), Natasha Rothwell (“Insecure”) e Yassir Lester (“Black Monday”). Rogen e Goldberg vão produzir a atração ao lado de Ariel Shaffir e Kyle Hunter (co-roteiristas do filme original e criadores da série “Future Man”), que também vão atuar como showrunners. Detalhes sobre a trama de “Sausage Party: Foodtopia” ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que a atração terá oito episódios, com lançamento previsto para 2024. Assista abaixo ao trailer do filme original.
Série do “Lanterna Verde” perde roteirista e terá novo herói
A série “Lanterna Verde”, em desenvolvimento desde 2019, perdeu seu roteirista e está sendo totalmente reformulada. De acordo com o site The Hollywood Reporter, Seth Grahame-Smith (“Lego Batman: O Filme”) abandonou o projeto depois de ter escrito todos os oito episódios da 1ª temporada. A saída de Grahame-Smith coincide com uma decisão da HBO Max de mudar o personagem principal da série. Anteriormente, os atores Finn Wittrock (“American Horror Story”) e Jeremy Irvine (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) foram escalados para interpretar os heróis Guy Gardner e Alan Scott (primeiro Lanterna Verde gay dos quadrinhos), respectivamente. Entretanto, agora a série vai se focar no personagem John Stewart, um dos primeiros super-heróis negros da DC. Fontes do site afirmam que Grahame-Smith optou por deixar o projeto por causa das mudanças ocorridas dentro da HBO Max. O personagem de John Stewart havia barrado por ter sido reservado para o cinema pela DC Films, fazendo os produtores priorizarem o primeiro Lanterna Verde (Scott) e uma “multidão de outros Lanternas – dos favoritos dos quadrinhos aos heróis nunca vistos antes”. Porém, com a saída de Walter Hamada da DC Films, foi tomada a decisão de recomeçar a série e construí-la em torno de John Stewart, personagem que apareceu pela primeira vez no início dos anos 1970 (inspirado no ator Sidney Poitier). Vale ressaltar que essa mudança não tem relação com a recente contratação de James Gunn e Peter Safran para comandarem as produções da DC (num papel similar aquele desenvolvido por Kevin Feige na Marvel). É que os novos chefes da DC Films só começam a desempenhar suas novas funções a partir de 1 de novembro. O produtor Marc Guggenheim (um dos roteiristas do filme do “Lanterna Verde”), que estava envolvido na série, também saiu da atração. Portanto, do time original, só quem continua envolvido no projeto é o produtor Greg Berlanti, que também escreveu o filme do “Lanterna Verde” e se tornou o mentor do Arrowverso na rede The CW. Os atores Wittrock e Irvine também teriam saído do projeto. Porém, fontes do Hollywood Reporter informam que Berlanti gostaria de trabalhar com os dois quando – e se – o projeto seguir adiante. Quando a HBO Max anunciou a produção do “Lanterna Verde” em 2019, Berlanti a descreveu como a “maior série da DC já feita”. Na ocasião, foi apontado que a série teria um orçamento estimado na faixa de US$ 120 milhões. Para se ter uma ideia, a série “A Casa do Dragão” custou menos de US$ 200 milhões. As mudanças também devem acarretar uma grande redução no orçamento, já que a HBO Max, ao passar para o comando da Warner Bros. Discovery (e do CEO David Zaslav), tem atualmente como foco principal cortar despesas. Visando uma economia estimada em US$ 3 bilhões, Zaslav já abandonou vários projetos em andamento, incluindo uma série antológica baseada nos quadrinhos “Estranhas Aventuras” (que também seria produzida por Berlanti), a série “Demimonde”, de J.J. Abrams, e o filme da “Batgirl”.
“Esposa de Aluguel” lidera ranking mundial da Netflix pela segunda semana
A comédia brasileira “Esposa de Aluguel” foi o filme de língua não inglesa mais visto da Netflix pela segunda semana seguida. O longa estrelado por Caio Castro (“Novo Mundo”) e Thati Lopes (“Diários de Intercâmbio”) somou mais 14,1 milhões de horas, ficando muito à frente do 2º lugar, o lançamento sul-coreano “Garota do Século 20”, visto durante 8 milhões de horas. Lançado em 11 de outubro, “Esposa de Aluguel” já acumula 41,4 milhões de horas de visualizações na Netflix. O sucesso internacional de “Esposa de Aluguel” reflete seu apelo de Sessão da Tarde, como uma variação moderna de “Namorada de Aluguel” (1987), que já rendeu muitas abordagens internacionais, como as fraquíssimas produções chinesa “Contract Lover” (2007) e filipina “Girlfriend for Hire” (2016). O filme traz Caio Castro como um solteirão convicto, que nunca se envolveu profundamente com nenhuma mulher além de sua mãe e das três irmãs. Mas ao saber que vai morrer, sua mãe controladora faz um último pedido: vê-lo casado. E para evitar ficar fora do testamento, o solteirão resolve contratar uma atriz (Thati Lopes) para fingir ser sua noiva. Só que ela começa a improvisar e faz tudo diferente do combinado. E para surpresa de todos, agrada em cheio a matriarca, que até entrega as chaves de um imóvel cobiçado da família para o casal. Embora a premissa seja familiar, com um final feliz sem surpresas, a trama parece incluir reviravoltas novas. Além disso, o talento de Thati Lopes para o humor já conseguiu fazer uma limonada com outra Sessão da Tarde batida, “Socorro, Virei uma Garota!”. “Esposa de Aluguel” tem roteiro de Fil Braz (“Minha Mãe é uma Peça 3”), direção de Cris D’Amato (“Pai em Dobro”) e ainda traz em seu elenco Mariana Xavier (também de “Minha Mãe é uma Peça 3”), Gabi Lopes (“A Menina que Matou os Pais”) e Danielle Winits (“Tudo Bem no Natal que Vem”). Veja o trailer abaixo.
Audiência de “Bem-Vindos à Vizinhança” mantém reinado de Ryan Murphy na Netflix
A série “Bem-Vindos à Vizinhança”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (parceiros desde “Glee”), foi a mais assistida da Netflix pela segunda semana consecutiva. A atração foi vista por um total de 148 milhões de horas, um número ainda maior do que na sua primeira semana (quando acumulou 125 milhões de horas assistidas). Estrelada por Naomi Watts (“Goodnight Mommy”) e Bobby Cannavale (“Mr. Robot”), “Bem-Vindos à Vizinhança” conta a história real de um casal que compra aquela que seria a sua casa dos sonhos e começa a receber cartas assustadoras de alguém que os vigia. Em 2º lugar ficou outra série de Ryan Murphy, “Dahmer: Um Canibal Americano”, que acumulou mais 69 milhões de horas na sua quinta semana em exibição, totalizando um impressionante número de 856 milhões de horas assistidas desde seu lançamento em 21 de setembro – a série é a segunda atração em inglês mais vista da da Netflix. Fechando o Top 5 semanal estão a minissérie “Recomeço”, com 32 milhões de horas assistidas, seguida pela 3ª temporada do reality show “Casamento às Cegas”, com 24,8 milhões de horas, e a série de terror “O Clube da Meia-Noite”, que teve 21,6 milhões de horas assistidas. Curiosamente, não foi só nas séries que Ryan Murphy marcou presença. Ele também produziu o filme “O Telefone do Sr. Harrigan”, que foi o 8º mais visto da semana, com 5,7 milhões de horas assistidas.
Bardo: Filme do diretor de “O Regresso” ganha novo trailer surreal
A Netflix divulgou novos pôster e trailer americanos de “Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”, que apresenta cenas surreais ao som de “I Am the Walrus”, hit psicodélico dos Beatles. Em clima de delírio, a prévia do novo filme do diretor Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” e “O Regresso”, vai da Cidade do México à fronteira dos EUA, retratando cenas históricas, urbanas e a imigração em massa, enquanto o protagonista alucina. O protagonista é um jornalista mexicano vivido por Daniel Giménez Cacho (de “Quem Matou Sara?”), que, durante uma crise existencial, retorna à sua cidade natal, onde precisa se reconectar com sua família, suas lembranças e sua própria identidade, travando uma luta intensa contra as próprias memórias e arrependimentos, ao mesmo tempo que tenta fazer as pazes com as transformações sociais do México. Descrita como uma “comédia nostálgica”, a produção é a primeira falada em espanhol de Iñárritu desde “Amores Brutos” (2000). Escrita pelo próprio Iñárritu em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”), também destaca em seu elenco a atriz Griselda Siciliani (também de “Quem Matou Sara?”). Apesar das imagens impactantes da prévia e um prêmio paralelo no Festival de Veneza, o filme não impressionou a crítica. Atingiu 51% de aprovação no Rotten Tomatoes após passar por dez festivais internacionais. Iñárritu sentiu e se dedicou a fazer uma nova edição do filme, mais enxuta para o lançamento em streaming, que está marcado para 16 de dezembro.
Hugh Jackson tem problemas com o filho em trailer dramático
A Sony Pictures Classics divulgou o trailer completo de “The Son”, novo drama de Florian Zeller, que venceu o Oscar por “Meu Pai” no ano passado. Após lidar com a demência na Terceira Idade em “Meu Pai”, o novo longa escrito e dirigido por Zeller explora a depressão na adolescência. A trama gira em torno de um executivo chamado Peter, que tem sua vida com a nova parceira Emma e seu bebê recém-nascido abalada pela reaparição da ex-esposa com seu filho adolescente. O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. O elenco de “The Son” destaca Hugh Jackman (“Logan”), Laura Dern (“História de um Casamento”), Vanessa Kirby (“Pieces of a Woman”), Zen McGrath (“Marcas do Passado”) e Anthony Hopkins, que venceu o Oscar por “O Pai” e retoma a parceria com o diretor francês num personagem criado especialmente para ele no filme – isto é, que não existia no roteiro teatral. Os filmes do pai e do filho formam uma trilogia escrita por Zeller para o teatro. O terceiro título se chama “The Mother”, que ainda não tem adaptação cinematográfica prevista. “The Son” teve première mundial no recente Festival de Veneza, mas não empolgou a crítica como o filme anterior. O lançamento comercial está marcado para 11 de novembro nos EUA e ainda não há previsão para o Brasil.
“Industry” é renovada para 3ª temporada
A HBO anunciou a renovação de “Industry” para sua 3ª temporada. A encomenda de novos episódios chega um mês após a conclusão do segundo ano do programa. Em comunicado, a vice-presidente sênior de programação da HBO, Kathleen McCaffrey, elogiou a produção, afirmando que ela “atingiu novos patamares na 2ª temporada, consolidando seu status de sucesso com histórias viciantes, personagens cheios de camadas, um ritmo vertiginoso e observações perspicazes sobre a dinâmica contemporânea do local de trabalho” A série, dos criadores novatos Mickey Down e Konrad Kay (“Hoff the Record”) segue um grupo de jovens profissionais que disputam empregos permanentes em um importante banco internacional, e conta com apoio de Lena Dunham (a criadora de “Girls”), que dirigiu o episódio piloto da atração. “Estamos incrivelmente orgulhosos do que Mickey e Konrad, e a equipe de Bad Wolf, junto com todo o nosso elenco e equipe, conseguiram. Não poderíamos estar mais animados para continuar nossa jornada com eles na 3ª temporada”, completou a executiva. A série recebeu críticas amplamente positivas, atingindo média de 76% e 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, respectivamente para sua 1ª e 2ª temporadas. Apesar de ter muitos personagens, a trama dá destaque para uma jovem afro-americana idealista (Myha’la Herrold, de “Modern Love”), que acredita que ao seguir carreira no setor financeiro será julgada apenas por seus méritos e capacidade de atingir bons resultados. Ela é uma das personagens de 20 e poucos anos que tentam se estabelecer nesse mercado, onde fortunas são feitas da noite para o dia, e onde as poucas vagas são disputadas por uma geração obcecada por sucesso. Sob pressão, eles disputam espaço em um dos maiores estabelecimentos financeiros de Londres, num trabalho marcado por uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego. O elenco também inclui Marisa Abela (“Cobra”), Harry Lawtey (“Carta ao Rei”), Priyanga Burford (“Avenue 5”), David Jonsson (“Deep State”), Nabhaan Rizwan (“1917”), Conor MacNeill (“A Batalha das Correntes”), Freya Mavor (“The ABC Murders”), Will Tudor (“Humans”) e Ken Leung (“Inumanos”).
Astro de “Grey’s Anatomy” entra em “Only Murders in the Building”
O ator Jesse Williams, ex-“Grey’s Anatomy”, juntou-se ao elenco do terceiro ano de “Only Murders in the Building”. O antigo intérprete do Dr. Jackson Avery interpretará um documentarista de true crime interessado no novo assassinato da série. Além dele, Paul Rudd, o Homem-Formiga da Marvel, também já havia sido anunciado como um dos integrantes dos próximos episódios. Rudd entrou na série como a estrela da Broadway Ben Glenroy e seguirá interpretando o personagem nos próximos capítulos, ainda que sua introdução também tenha parecido ser sua despedida. SPOILER! O final da 2ª temporada encerrou o mistério original e avançou no tempo para dar início a um novo “quem matou”, ao mostrar Glenroy, astro da nova peça da Broadway de Oliver Putnam (o personagem de Martin Short), caindo morto no palco assim que a cortina do espetáculo se ergue. A série foi criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (“Grace & Frankie”), tem produção de Dan Fogelman (criador de “This Is Us”) e traz Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez como três vizinhos obcecados por documentários criminais. A atração é a primeira série da carreira de Steve Martin e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.
Elite: Netflix revela volta de Omar Ayuso e elenco da 7ª temporada
A Netflix anunciou nesta terça-feira (25/10) os novos nomes que farão parte do elenco da 7ª temporada de “Elite”. O vídeo divulgado nas redes sociais também confirma o retorno de Omar Ayuso, que assim se torna o último integrante restante do elenco original. Os atores que farão parte do sétimo ano são Mirela Balic (“Código: Imperador”), Nadia Al Saaidi (“Como Mandar Tudo à Merda”), Fernando Líndez (“Skam España”), Alejandro Albarracín (“O Inocente”), o modelo Gleb Abrosimov, o brasileiro Iván Mendes (“Me Chama de Bruna”) e a bem conhecida Maribel Verdú (“E Tua Mãe Também”). O vídeo compartilhado reúne esses novos “alunos” numa cabine de fotos. Assista abaixo. O detalhe é que tudo isso é muito precoce, afinal a próxima temporada a estrear é a 6ª. Os episódios do sexto ano da produção chegam à Netflix em 18 de novembro. Já a 7ª temporada nem tem previsão de estreia. 📢ATENÇÃO, ESTUDANTES DE LAS ENCINAS. Se preparem pros novos rostinhos da 7ª temporada de Elite… e pra volta do Omar.❤️🔥❤️🔥 pic.twitter.com/7XoKgJGmZ4 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 25, 2022
Diretor de “O Diabo de Cada Dia” vai comandar série sobre Asilo Arkham
O cineasta Antonio Campos, responsável pelo filme “O Diabo de Cada Dia” (2020) e pela minissérie “A Escada”, vai comandar a série sobre o Asilo Arkham, local onde estão trancafiados os vilões insanos do universo do Batman. Segundo o site da revista Variety, Campos vai escrever os episódios, dirigi-los e servir como showruner da atração. A série tem produção de Matt Reeves, diretor de “Batman”, que também está desenvolvendo outra atração focada na ascensão do Pinguim no submundo de Gotham. Estrelada por Colin Farrell, esta atração vai se passar uma semana após os eventos mostrados no filme. Originalmente, Reeves faria uma série sobre o cotidiano do departamento de política de Gotham City, mas essa produção foi arquivada pois, segundo o diretor, a Warner deseja focar nos personagens mais populares da franquia. Falando sobre a atração do Asilo Arkham para o site Deadline, o produtor chegou a descrevê-la “como um filme de terror ou uma casa mal-assombrada que é Arkham.” A série do Asilo Arkham ainda não tem previsão de estreia. Campos também comandou episódios das séries “O Justiceiro”, “The Sinner” e “Feito em Casa”, além de ter dirigido cinco longas-metragens. Nascido em Nova York, ele é filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes (“Manhattan Connection”) e da produtora de cinema Rose Ganguzza (“Fátima: A História de um Milagre”).
Jesse Eisenberg e Claire Danes são casal em crise em trailer de minissérie
As plataformas Star+ e Hulu divulgaram os primeiros teaser e trailer de “A Nova Vida de Toby” (Fleishman Is in Trouble), minissérie estrelada por Jesse Eisenberg (“Zumbilândia: Atire Duas Vezes”) e Claire Danes (“Homeland”). A prévia mostra Eisenberg e Danes interpretando um casal que precisa reorganizar a sua vida enquanto passa pelo estressante processo de separação. A série é baseada em um livro de Taffy Brodesser-Akner, que também criou a adaptação, e o ótimo elenco ainda conta com Lizzy Caplan (“Masters of Sex”), Josh Radnor (“How I Met Your Mother”), Adam Brody (“StartUp”) e Christian Slater (“Mr. Robot”). Os episódios foram dirigidos por duas duplas de casais, Shari Springer Berman e Robert Pulcini (de “O Diário de uma Babá”), e Jonathan Dayton e Valerie Faris (“A Pequena Miss Sunshine”). “A Nova Vida de Toby” estreia em 17 de novembro em streaming.












