Blake Lively posta fotos da gravidez em protesto contra assédio de paparazzi
A atriz Blake Lively (“Um Pequeno Favor”) publicou no diversas fotos em que aparece com sua barriga de gravidez num protesto contra o assédio dos paparazzi. Segundo a atriz, depois que a gravidez avançada foi revelada em um evento na quinta-feira (15/9), vários fotógrafos acamparam do lado de fora de sua casa para tirar uma foto exclusiva de sua silhueta. E para acabar com isso, ela postou logo 10 imagens no Instagram, esperando que sua família possa ter um pouco de paz e privacidade. “Aqui estão fotos minhas grávidas na vida real para que os 11 caras esperando do lado de fora da minha casa para me verem me deixem em paz. Você estão assustando a mim e os meus filhos”, escreveu a artista na legenda da publicação. Ela ainda destacou a importância de campanhas de conscientização contra a publicação de fotos de crianças que sejam filhos de artistas, para evitar que paparazzi as traumatizem. “Obrigado a todos por todo o amor e respeito e por continuarem deixando de seguir contas e publicações que compartilham fotos de crianças. Vocês têm todo o poder contra eles. E obrigado à mídia que tem uma “Política de Proibição de Crianças”. Todos vocês fazem toda a diferença. Muito amor. Beijos, B”, finalizou ela. Blake Lively e o marido Ryan Reynolds (o Deadpool) atravessam a quarta gravidez, após serem pais de três meninas: James (de 7 anos) Inez (5) e Betty (2). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Blake Lively (@blakelively)
Anúncio de novo “Karatê Kid” surpreende produtores de “Cobra Kai”
O anúncio de que a Sony planeja lançar um novo filme da franquia “Karatê Kid” pegou os produtores de “Cobra Kai” de surpresa. Enquanto a Sony afirma que o novo longa continuará a história da franquia original, atualmente explorada na série da Netflix, Jon Hurwitz, um dos criadores e produtor de “Cobra Kai”, revelou que não sabe nada do projeto. Em um post publicado no Twitter, Hurwitz afirmou que o novo “Karatê Kid” não deve se focar nos personagens de “Cobra Kai”, mas ele não descarta comandar um filme da série no futuro. “Os [outros produtores] e eu adoraríamos fazer filmes de ‘Karatê Kid’ e ‘Cobra Kai’ e esperamos fazer isso algum dia. Mas este filme não é nosso ou focado no elenco de ‘Cobra Kai’. Não sei muito sobre a produção, mas desejo o melhor a eles”, escreveu o produtor. Ao contrário do reboot de 2010, a Sony anunciou o novo filme como “o retorno da franquia original de ‘Karatê Kid'” e marcou seu lançamento para 7 de junho de 2024. Especulações na internet sugeriam que o filme poderia promover o encontro entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Julie Pierce (Hilary Swank), finalmente juntando os protagonistas de “Karatê Kid: A Hora da Verdade” (1984) e “Karatê Kid 4: A Nova Aventura” (1994). Mas a declaração de Hurwitz diminuiu este potencial. Enquanto não surgem mais detalhes sobre a produção, “Cobra Kai” segue contando a história oficial de “Karatê Kid”. A 5ª temporada foi lançada em 9 de setembro e atualmente lidera o ranking de séries mais vistas da Netflix. The guys and I would love to make Karate Kid and Cobra Kai movies and hope to someday. But this one isn't from us or focused on the Cobra Kai cast. Don't know much about it, but wish it well. #KarateKid #CobraKai https://t.co/pd2aYYAF0A — Jon Hurwitz (@jonhurwitz) September 17, 2022
Woody Allen anuncia aposentadoria do cinema
Woody Allen anunciou que vai se aposentar do cinema após o lançamento de seu próximo filme, intitulado em inglês “Wasp 22″. O cineasta de 86 anos deve começar a produção de seu último longa nas próximas semanas em Paris e disse a um jornal espanhol que planeja que este seja seu último. “Minha ideia, em princípio, não é fazer mais filmes e focar na escrita”, disse em entrevista ao La Vanguardia, acrescentando que trabalha num romance. Esta não é a primeira vez que Allen revela planos de se afastar da indústria cinematográfica. Em uma conversa com Alec Baldwin transmitida ao vivo no Instagram em junho, Allen disse que planejava dirigir “pelo menos mais um filme”, afirmando que “a emoção se foi” por causa do declínio da experiência cinematográfica. Em sua longa carreira, Allen recebeu um recorde de 16 indicações ao Oscar de Melhor Roteiro. Ele ganhou quatro Oscars, incluindo um de Melhor Diretor por “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977). Nos últimos anos, ele teve a carreira prejudicada pelo resgate de alegações feitas por sua ex-parceira Mia Farrow de que molestou sua filha adotiva Dylan. Allen sempre negou as acusações, foi investigado nos anos 1990 e continuou a trabalhar e ser premiado. Mas após o movimento #MeToo, Dylan e seu irmão Ronan Farrow assumiram a frente de uma campanha bem-sucedida de cancelamento, que fez Allen perder contratos de distribuição de seus filmes e até editoriais, com seu livro de memórias tendo que trocar de editora pela pressão contra a publicação. Seus filmes mais recentes tiveram pouca ou nenhuma exibição na América do Norte, e vários atores americanos com quem ele trabalhou no passado renegaram o diretor. “Wasp 22” terá um elenco todo francês. Será o segundo filme do cineasta rodado em Paris. Ele venceu o Oscar de Melhor Roteiro com o primeiro, “Meia-Noite em Paris”, que há dez anos contou com Marion Cotillard e Léa Seydoux, mas deixou os papéis principais com artistas americanos.
Deborah Secco se declara bissexual: “Já namorei mulheres”
A atriz Deborah Secco se declarou bissexual em entrevista publicada neste domingo (18/9) no jornal carioca Extra. Atualmente casada com Hugo Moura, ela contou que, no passado, foi seduzida por mulheres interessantes e até chegou a ter relacionamentos com algumas. “Quando elas são muito incríveis e interessantes, me seduzem também (risos). Mulheres, geralmente, são fod*! Eu sou livre, gosto de pessoas. Tenho uma inclinação maior a me interessar por homens, mas já namorei algumas mulheres”, revelou a atriz. Adapta à terapia, Deborah diz ter aprendido a lidar com seu passado “com muita tranquilidade”. Por conta disso, chegou a admitir ter vivido uma “fase piranha” antes de se casar, envolvendo-se até com homens casados. “Se tem uma coisa que não sou na vida é hipócrita. O que fiz está feito. Assim a gente caminha, errando e acertando. É preciso se olhar com mais leveza. Quando uma pessoa pública expõe seus erros, isso a humaniza, tira a necessidade de se mostrar sempre perfeita para o outro. Há quem diga: ‘Tudo bem, mas não precisa ficar falando’. Sou muito transparente com o que vivi”, disse Deborah. “São 35 anos de carreira”, continuou. “Sinto que as pessoas confiam em mim. O que eu tenho de mais valioso hoje em dia é a imagem que construí de ser alguém de verdade”, completou a atriz. Confirmada na 2ª e possivelmente 3ª temporada de “Rensga Hits!”, Deborah também participa atualmente de uma série de aventura em Portugal, chamada “Codex 632”, é sócia de quatro empresas dos ramos de moda e beleza e produziu um programa infantil, “Mundo Iupi”, que será exibido na plataforma infantil de streaming Giga Gloob em 2023.
Orlando Bloom entra no filme do game “Gran Turismo”
O ator Orlando Bloom (da trilogia “O Senhor dos Anéis” e da série “Carnival Row”) entrou no elenco do filme “Gran Turismo”, baseado no jogo de corridas do PlayStation. Ele vai se juntar a David Harbour (“Stranger Things”) e Archie Madekwe (“See”) na produção, que não será uma adaptação literal do game, mas uma trama baseada numa história real, sobre um jogador adolescente de “Gran Turismo” cujas habilidades no jogo o fizeram vencer uma série de competições da Nissan e se tornar um verdadeiro piloto profissional. O noivo de Katy Perry interpretará um executivo do marketing que vê potencial no jovem piloto – interpretado por Madekwe. Já o papel de Harbour será o de um piloto aposentado que ensinará ao jovem sobre as pistas. As filmagens devem começar já na próxima semana na Europa para um lançamento nos cinemas em agosto de 2023. Orlando Bloom será visto a seguir na comédia “Wizards!”, de David Michôd (“O Rei”), e na 2ª temporada de “Carnival Row”, ambas já filmadas, mas ainda sem previsão de estreia.
Estreia de “A Mulher Rei” lidera bilheterias nos EUA
A aventura épica “A Mulher Rei” estreou em 1º lugar nos EUA e Canadá neste fim de semana. Impulsionado por críticas elogiosas, que atingiram 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme estrelado por Viola Davis arrecadou US$ 19 milhões em 3.765 cinemas, superando expectativas do mercado e da própria Sony, que projetavam uma abertura entre US$ 12 milhões e US$ 18 milhões. Além de agradar aos críticos, o filme também foi muito bem recebido pelo público, que lhe classificou com um raríssimo A+, a nota mais alta do CinemaScore (pesquisa realizada na saída dos cinemas dos EUA). O lançamento enfrentou duas novas estreias, a comédia de mistério “Veja Como Eles Correm”, estrelado por Sam Rockwell e Saoirse Ronan, e o terror “Pearl”, prólogo de “X – A Marca da Morte”, ambos distribuídos em circuito menor. Ficaram, respectivamente, em 3º e 4º lugares, e também conquistaram críticas positivas. Em 2º lugar, ficou o campeão da semana passada, o terror “Barbarian”, com US$ 6,3 milhões e um desempenho sólido para uma produção de baixo orçamento. Até agora, o filme soma sólidos US$ 20,9 milhões nas bilheterias domésticas. A lista de novidades também destaca o documentário “Moonage Daydream”, dedicado a David Bowie, que impressionou a entrar no Top 10 mesmo sendo exibido em apenas 170 telas Imax. Apesar do bom desempenho de filmes modestos, nenhum deles demonstrou fôlego de blockbuster. E esta tendência vai se manter por mais um mês na América do Norte, até o lançamento de “Adão Negro” em 21 de outubro. Vale apontar ainda que “Barbarian”, “Veja Como Eles Correm” e “Pearl” nem sequer tem previsão de estreia no Brasil. Já “A Mulher Rei” estreia na próxima quinta (21/9) nos cinemas nacionais – que já exibem “Moonage Daydream”.
“Os Fabelmans”, de Spielberg, vence Festival de Toronto
O filme semi-autobiográfico de Steven Spielberg, “Os Fabelmans”, levou o prêmio principal do Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF, na sigla em inglês). De forma diferente de outros festivais, o vencedor do festival canadense é escolhido pelo público, em votação após as sessões. E o drama de Spielberg era favorito por ter sido o filme mais aplaudido do evento. Foi também a primeira vez que o cineasta incluiu uma obra num festival. “Esse filme é tão pessoal que eu queria mostrá-lo para pessoas que amam cinema. Elas deveriam vê-lo primeiro”, Spielberg explicou durante a sessão de perguntas e respostas após a première. E o público correspondeu com a consagração da produção. Em manifestação após o anúncio de sua vitória, ele voltou a ressaltar como o filme representa seu trabalho mais autoral. “Este é o filme mais pessoal que já fiz, e a recepção calorosa de todos em Toronto tornou minha primeira visita ao TIFF tão íntima e pessoal para mim e toda a minha família Fabelman”, disse o diretor em comunicado após o anúncio de sua vitória. “Os Fabelmans” é uma dramatização das memórias de infância e adolescência do diretor, que se inspirou em sua vida para contar uma história de amor pela família e pelo próprio cinema. Narrado pelos olhos de uma criança – e posteriormente adolescente – , a trama mostra o impacto dos filmes na imaginação do pequeno ‘Fabelman’ e o incentivo de sua mãe e tio favorito para que virasse um cineasta. Também há cenas sobre as amizades e o preconceito que o jovem sofreu por ser judeu, além de uma fotografia linda de época. Spielberg co-escreveu o roteiro com Tony Kushner, com quem já trabalhou em “Munique”, “Lincoln” e no remake de “Amor, Sublime Amor”, e o elenco destaca Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Paul Dano (“Batman”) como os pais do protagonista. Além de “Os Fabelmans”, o público de Toronto premiou a comédia “Weird: The Al Yankovic Story”, de Eric Appel, falsa cinebiografia que traz Daniel Radcliffe como o comediante “Weird” Al Yankovic, como melhor filme da Midnight Madness, prestigiada sessão da meia-noite onde passam filmes mais extremos ou inusitados. Para completar, “Black Ice”, de Hubert Davis, sobre racismo no hockey, foi eleito o melhor documentário, e “Riceboy Sleeps”, de Anthony Shim, sobre as dificuldades de adaptação de uma família sul-coreana ao Canadá, venceu o prêmio da sessão Plataforma – a única mostra com júri no festival. O vencedor do Prêmio do Público em Toronto costuma largar como favorito ao Oscar de Melhor Filme. “Green Book” e “Nomadland” venceram as edições de 2018 e 2020 antes de conquistarem o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Aplaudidíssimo, premiado e com impressionantes 98% de aprovação no Rotten Tomatoes após a première em Toronto, “Os Fabelmans” só vai estrear no Brasil em 9 de fevereiro, três meses após o lançamento comercial nos EUA. Veja abaixo o belo trailer da produção.
Alexandre Borges e Larissa Góes entram na 3ª temporada de “Cine Holliúdy”
O ator Alexandre Borges entrou no elenco da 3ª temporada de “Cine Holliúdy”. De acordo com a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, ele viverá o Capiroto e aparecerá em cenas com Francis (Edmilson Filho). Além dele, Larissa Góes também está confirmada na atração. Ela será o novo par de Francisgleydisson (Edimilson Filho), depois que Francisca (Luisa Arraes) for embora de Pitombas. A nova personagem é uma cantora e bailarina de forró cearense que abrirá mão da carreira por amor. Larissa Góes viverá o terceiro par consecutivo de Francis, que a cada temporada tem sofrido por um amor diferente. Ele também se envolveu com a divertida Marylin, interpretada por Letícia Colin, na 1ª temporada. Até aqui, todas deixaram o “cinemista” ao sair da cidadezinha de Pitombas, onde a trama transcorre. O elenco já está gravando a 3ª leva de episódios, que ainda não tem previsão de estreia. Disponível desde o final de agosto completa em streaming, a 2ª temporada ainda está sendo exibida semanalmente na TV Globo.
Artistas lançam o “Hino ao Inominável”, música feita com as piores frases de Bolsonaro
Os atores Wagner Moura, Bruno Gagliasso, o Professor Pasquale e vários cantores e músicos lançaram o “Hino ao Inominável”, uma música que relembra diversas frases e atitudes polêmicas do presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro. O hino, que é na verdade um manifesto musical de 13 minutos, ganhou um clipe publicado no YouTube neste sábado (17/9). A letra, escrita por Carlos Rennó, resgata frases horripilantes, desde a negação de que houve ditadura no Brasil, a preferência por ter um filho morto a um filho homossexual, falas racistas, a favor do assassinato de “bandidos”, ataques à imprensa e a recusa de dados científicos sobre a pandemia e o desmatamento na Amazônia. “Ao som raivoso de uma voz inconfiável que diz e mente, e se desmente e se desdiz”, como ressalta o trecho cantado por Wagner Moura. “Os versos citam literalmente ou se baseiam em declarações dadas pelo ‘inominável’ e encontradas na internet e em jornais”, descreveu Rennó. A música foi composta por Chico Brown e Pedro Luís e seus múltiplos intérpretes incluem André Abujamra, Arrigo Barnabé, Bruno Gagliasso, Caio Prado, Cida Moreira, Chico Brown, Chico César, Chico Chico, Dexter, Dora Morelenbaum, Héloa, Hodari, Jorge Du Peixe, José Miguel Wisnik, Leci Brandão, Lenine, Luana Carvalho, Marina Íris, Marina Lima, Monica Salmaso, Paulinho Moska, Pedro Luís, Péricles Cavalcanti, Preta Ferreira, Professor Pasquale, Ricardo Aleixo, Thaline Karajá, Vitor da Trindade, Wagner Moura e Zélia Duncan. Numa das passagens mais polêmicas, os cantores Caio Prado e Marina Íris relembram quando Bolsonaro disse que as pessoas negras de um quilombo pesavam “sete arrobas” e não serviam para procriar: “Como se fôssemos, nós negros, animais. E ainda insiste que não é racista e que racismo não existe no país”, acrescentam. No Youtube, a descrição do vídeo diz: “Feito pra lembrar, pra sempre, esses anos sob a gestão do mais tosco dos toscos, o mais perverso dos perversos, o mais baixo dos baixos, o pior dos piores mandatários da nossa história. E pra contribuir, no presente, pra não reeleição do inominável”.
IBGE revela que quase metade dos lares brasileiros tem Smart TVs
Um estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apresentado na sexta (16/9) revelou que quase metade dos lares brasileiros já assiste suas séries e programas favoritos na tela grande de uma Smart TV. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada no quarto trimestre de 2021, 44,4% dos domicílios do país estão usando televisores para se conectar à internet e assistir streaming, superando pela primeira vez os computadores, que caíram de 45,2% para 42,2%. Ambos, porém, perdem para os celulares, preferência em 99,5% dos lares. Os números não são excludentes, uma vez que quem acessa pelo celular, também pode acessar pela TV ou o computador. Ao assumir a vice-liderança entre os dispositivos que os brasileiros mais usam para acessar a internet, as TVs registraram um crescimento de 12,1% em relação ao levantamento anterior, realizado em 2019, e deram um salto gigantesco em relação à primeira pesquisa do tópico – representavam 11,7% dos acessos à internet em 2016. Além disso, os domicílios com internet somaram 90% na nova pesquisa, 6% a mais do que em 2019. Ou seja, apenas 10% dos lares brasileiros não tem acesso à internet. Ainda assim, a maior parte desse acesso se deve à telefonia. Outra revelação do estudo foi que, de 2019 para 2021, o número de lares com TV no Brasil subiu de 68,4 milhões para 69,6 milhões e 91% desses aparelhos recebem os sinais de TV digital aberta, que fez sua estreia no Brasil há 15 anos. Ainda segundo a pesquisa, 96,2% das moradias urbanas e 90,8% das rurais tem televisor no país. O aumento de acesso à internet na TV já estaria impactando outras tecnologias. O número de domicílios com antena parabólica caiu de aproximadamente 27% para cerca de 22,6%, totalizando 15,7 milhões de lares – 56,1% concentrados em área rural. Mas onde há maior impacto é na queda no número de assinaturas de TV paga. De 2019 a 2021, o percentual de domicílios brasileiros com TV por assinatura caiu de 30,3% para 27,8%. Para 43,5% dos entrevistados que não tem acesso à TV paga, o serviço é caro, outros 45,6% não têm interesse, e 8,7% substituíram os pacotes de televisão por serviços de streaming. O estudo é abrangente, mas mais antigo que o realizado pela empresa Nielsen, em parceria com a MetaX, que revelou há duas semanas um número maior de lares com Smart TVs: 61% dos domicílios brasileiros. A diferença pode ser atestada pelo crescimento das vendas dos aparelhos em períodos promocionais, como Black Friday e Natal, que não teriam sido aferidos na pesquisa do IBGE. Além disso, a Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) apontou uma expectativa de crescimento ainda maior para televisores mais modernos neste segundo semestre, especialmente entre os modelos de 50 a 65 polegadas, para a Copa do Mundo.
Heroína israelense gera polêmica em “Capitão América 4”
O anúncio de que “Capitão América: Nova Ordem Mundial” marcará a estreia de Sabra, heroína israelense da Marvel, está causando polêmica entre palestinos e israelenses. A personagem, que será interpretada pela israelense Shira Haas (“Nada Ortodoxa”), tem um passado complicado nos quadrinhos, que muitos preferiam não ver nas telas. Um dos protestos que chamou atenção aconteceu nos próprios EUA. O Institute for Middle East Understanding, uma organização pró-palestina sediada na Califórnia, criticou a inclusão da heroína no filme por ela “glorificar o exército e a polícia israelenses”. Mas até um cartunista israelense, Uri Fink, fez um alerta para a atriz que vai interpretá-la em uma entrevista desta semana ao site Ynet. “Eu não prevejo que sua atuação na Marvel seja positiva em dias de vigília como esses”, disse ele. “Aqueles que trabalham na Marvel hoje são todos progressistas. Não tenho nada contra eles, mas não teremos a descrição mais precisa do conflito Israel-Palestina.” E acrescentou: “Sugiro que Shira leia cuidadosamente [o roteiro], para que a personagem não seja retratada de uma maneira muito problemática”. Até o produtor israelense Avi Arad, cofundador e ex-chefe da Marvel Studios, disse em 2012 que jamais esperaria ver Sabra num filme do estúdio. Diante da repercussão da escalação, anunciada durante a D23 Expo, na semana passada, o Marvel Studios emitiu um comunicado, afirmando que Sabra será reinventada para o filme, visando evitar suas maiores controvérsias. “Enquanto nossos personagens e histórias são inspirados nos quadrinhos, eles são sempre reimaginados para a tela e o público de hoje, e os cineastas estão adotando uma nova abordagem com a personagem Sabra, que foi introduzida nos quadrinhos há mais de 40 anos”, diz a nota oficial do estúdio. Sabra apareceu pela primeira vez no começo dos 1980 nos quadrinhos de “O Incrível Hulk”. Criada por Bill Mantlo e Sal Buscema, ela é uma mutante com superforça e supervelocidade, que trabalha com o Mossad (serviço secreto israelense), e sua introdução levou para as publicações da Marvel o conflito israelense-palestino. Na história de 1981 que a introduziu, Sabra não demonstra nenhum sentimento pela morte de um menino palestino. Nos quadrinhos, o Hulk acaba por engano em Tel Aviv, onde faz amizade com o menino que é morto num ataque de terroristas – identificados como árabes. Sabra – nome real Ruth Bat-Seraph – testemunha o ataque e assume que Hulk está em conluio com os terroristas, iniciando uma briga sem ligar para o menino, até que o Hulk lhe ensina sobre valores humanos. Para complicar, os inimigos da personagem costumavam representar os estereótipos árabes mais ofensivos. O próprio nome da heroína é motivo de controvérsia. Sabra pode significar simplesmente uma pessoa nascida em Israel. Mas também foi o nome de um campo de refugiados no Líbano, onde uma milícia da extrema direita massacrou centenas de palestinos nos anos 1980, enquanto as tropas israelenses que guardavam o local fingiram não ver. Um inquérito israelense descobriu que Ariel Sharon, na qualidade de ministro da Defesa, tinha “responsabilidade pessoal” por não tomar medidas para evitar o massacre. O Marvel Studios já demonstrou saber lidar com personagens controversos antes. Um dos maiores exemplos aconteceu no filme “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. Nos quadrinhos, o pai vilão de Shang-Chi era um estereótipo racista chamado Fu Manchu, mas o personagem foi trocado no filme por Xu Wenwu, o Mandarim, que graças ao desempenho de Tony Leung foi amplamente celebrado como um dos melhores dinâmicos vilões do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Shira Haas vai estrelar “Capitão América: Nova Ordem Mundial” ao lado de Anthony Mackie como o herói do título. Uma curiosidade da produção é que ela não será a única personagem dos quadrinhos do Hulk a aparecer na trama. O vilão será ninguém menos que o Líder, principal antagonista do Hulk no começo de suas publicações, que voltará a ser vivido por Tim Blake Nelson (“Watchmen”), 14 anos aparecer na origem cinematográfica do personagem no filme “O Incrível Hulk”. Vale observar que, embora Sabra seja a primeira heroína israelense do Marvel Studios, o MCU já tem um herói judeu: Cavaleiro da Lua, que estreou em março na Disney+. O quarto filme do “Capitão América” vai estrear em 2 de maio de 2024 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Galã de “365 Dias” participa de filme brasileiro. Veja o trailer
O galã italiano Michele Morrone, conhecido por estrelar a trilogia “365 Dias”, da Netflix, está num filme brasileiro. Ele integra o elenco de “Duetto”, ao lado de Marieta Severo, Luisa Arraes, Gabriel Leone, Maeve Jinkings e Rodrigo Lombardi. Confira o pôster e o trailer abaixo. O longa se passa na Itália, no ano de 1965, e Michele dá vida a um famoso e controverso cantor italiano, Marcello Bianchini, que acaba conhecendo Cora (Luisa Arraes), uma adolescente brasileira que viaja à Itália com a avó (Severo), após perder o pai tragicamente. “Duetto” teve cenas gravadas no Brasil e na Itália. Para a produção, Luisa Arraes, Gabriel Leone e Maeve Jinkings precisaram ter aulas de italiano. Já Marieta dispensou, por ter vivido na Itália durante o exílio dela e de seu ex-marido, o cantor Chico Buarque, no final dos anos 1960. Com direção de Vicente Amorim (“A Princesa da Yakusa”, “Santo”), o filme chega aos cinemas em 29 de setembro.
Prisão de José Dumont choca artistas da Globo: “Tão perto da gente”
A prisão de José Dumont na quinta (15/9) por posse de pornografia infantil e suspeita de pedofilia chocou seus colegas de trabalho. Vários artistas da Globo foram às redes sociais manifestar surpresa e recriminar o comportamento do ator. Alice Wegmann, que atuou com Dumont na minissérie “Onde Nascem Os Fortes”, foi uma das primeiras e a mais eloquente a expressar o impacto causado pela notícia. “Um sonho perdido, uma desilusão. Não posso deixar de me posicionar, trabalhei com o Zé, que foi um ótimo ator no set de ‘Onde Nascem os Fortes’. Mas ler o que lemos ontem e hoje deixa qualquer um fora do eixo, desapontada e preocupada com o fato de que atos tão terríveis sejam praticados por gente tão perto da gente”, ela escreveu no Instagram. A atriz aproveitou para defender a educação sexual nas escolas, como forma de prevenir as crianças contra predadores, e pediu solidariedade às vítimas. “Que essas crianças e famílias sejam acolhidas e possam ter tratamento e acompanhamento. A educação sexual nas escolas é de extrema importância porque ajuda a evitar esse tipo de coisa, crianças e adolescentes encontram uma rede para denunciar esses crimes com mais facilidade”, apontou a atriz. Nos comentários da publicação, outros atores se mostraram surpresos e abalados com o caso. Lúcia Veríssimo, que trabalhou com Alice na série do Globoplay “Rensga Hits!” e contracenou com Dumont em várias ocasiões, disse estar absolutamente chocada. “Jamais passou pela minha cabeça, em nenhum momento, que ele pudesse praticar esses atos”, escreveu. “Isso é que na verdade o mais me chocou de toda essa história. O fato de que realmente podemos conviver com as maiores patologias ao nosso lado sem nos darmos conta.” A atriz Alexandra Richter também se disse em choque com o caso. “Sim, Alice, muito chocante e revoltante”, concordou Malu Galli. “Que absurdo”, comentou Tatá Werneck. “Horrível”, descreveu Pathy de Jesus. “Um baque. Que horror! Que triste. Sem palavras”, acrescentou Bárbara Reis. “Muito triste tudo, mana”, disse o ator Ernani Moraes, sentimento refletido também por Myrian Rios (“Tristeza”), Lucy Alves (“Muito triste”) e Carol Castro, que postou emojis com cara de choro e soltou: “Ai, ai”. Daphne Bozaski, que interpretou a filha de Dumont em “Nos Tempos do Imperador”, último trabalho do ator exibido na Globo, compartilhou uma publicação defendendo a educação sexual na infância. “Precisamos estar abertos e conversar com nossas crianças sobre educação sexual. Eu, mãe de um menino, preciso dizer para ele o limite, preciso ensinar que o corpo do outro deve ser respeitado, preciso ensiná-lo a se respeitar também”, ela escreveu nos stories do Instagram. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alice Wegmann (@alicewegmann)












