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Reality

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  • Série

    Netflix cancela séries “Hierarquia” e “Imperfeitos”

    9 de novembro de 2022 /

    A Netflix cancelou as séries “Hierarquia” (Partner Track) e “Imperfeitos” (The Imperfects) depois de apenas uma temporada. O cancelamento se deve ao fato de as séries não terem atingido grandes números de audiência. Enquanto “Imperfeitos” chegou a ficar no 3º lugar entre as séries mais assistidas da Netflix na sua semana de estreia, “Hierarquia” não passou da 4ª posição. Nenhuma das duas ficou mais do que três semanas no Top 10 semanal do serviço de streaming. Criada por Georgia Lee (roteirista de “The Expanse”) com base no livro de Helen Wan, “Hierarquia” acompanhava Ingrid Yun (Arden Cho, de “Teen Wolf”), uma advogada asiática jovem e idealista que tentava conseguir uma promoção num escritório de advocacia de Nova York dominado por homens brancos, ao mesmo tempo que travava uma batalha pessoal para não abandonar suas próprias convicções. A Netflix tinha grandes expectativas para “Hierarquia”, um drama romântico estrelado por uma protagonista asiática-americana. A 1ª e agora única temporada da série terminou com um grande cliffhanger, o que indicava a confiança dos realizadores na renovação. Não só isso, mas a equipe de roteiristas já estava trabalhando em ideias para uma possível 2ª temporada, antes mesmo da estreia da atração. Outro ponto que alimentava a esperança de renovação era o fato de a série ter um orçamento modesto, já que as decisões de renovação da Netflix são baseadas numa equação de custo versus audiência. No final das contas, nada disso foi suficiente. Já “Imperfeitos” foi criada por Shelley Eriksen e Dennis Heaton (criadores de “A Ordem”), e girava em torno de três jovens que se transformavam em monstros após passarem por uma terapia experimental. Com ajuda de uma cientista que também possuía seus próprios segredos, o trio decide caçar o responsável por sua transformação e forçá-lo a torná-los humanos novamente. A série era estrelada por Rhianna Jagpal (“Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre”), Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”), Morgan Taylor Campbell (“Zoey e a Sua Fantástica Playlist”) e Italia Ricci (“Designated Survivor”). Apesar do cancelamento, Arden Cho e Iñaki Godoy vão continuar trabalhando na Netflix, ambas em adaptações de animes. Cho vai estrelar a série em live-action de “Avatar: The Last Airbender” e Godoy a adaptação de “One Piece”. Assista abaixo aos trailers das duas séries canceladas.

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  • Reality,  TV

    Liziane Gutierrez descreve briga de Vini e Hadballa: “Cena de terror”

    9 de novembro de 2022 /

    A ex-Fazenda 13 Liziane Gutierrez se disse chocada com a violência nas gravações do “Celeiro da Justiça”, que serviu de palco para uma briga sangrenta entre o ex-Fazenda 14 Vini Buttel e o ex-BBB 20 Hadson Nery, conhecido como Hadballa. Testemunha das agressões, ela falou sobre a pancadaria em seu Instagram. “Cheguei aqui agora, tô tremendo. Eu tô em choque demais. O negócio foi assim, do meu lado, 2 centímetros, um monte de gente ensanguentada, eu tô me tremendo. Já tomei água com açúcar, bizarro”, contou ela nos Stories. Após se acalmar, ela voltou a postar, desabafando. “Tudo é biscoito pra vocês. Vai lá então ser a única mulher metida numa briga com um bando de marmanjo. Graças a deus a Record contornou a situação na hora. Parecia que eu tava em uma cena de terror, do meu lado. Estava lá a 2 cm dos dois”, disse. Em seguida, contou sua versão sobre a briga. “Gente, a briga toda começou entre Lucas [Santos, também ex-Fazenda 14] e Hadballa, depois o Vini acabou se metendo. Não vou me meter na briga deles, graças a Deus não sobrou pra mim. O que eu não achei legal foi o pai do Lucas querer se meter na briga, não para apartar, mas sim para querer bater mais no Hadballa. Isso eu não achei legal, não estou defendendo o Had, só acho que foi uma questão de covardia mesmo”. Vídeos da briga estão circulando pelas redes sociais e, segundo informações preliminares, tudo teria começado quando Lucas se desentendeu com Hadson, que foi convidado para o podcast comandado por Lucas Maciel para “julgar” os peões. Na tentativa de acalmar a treta, Vini teria sido atingido por Hadballa e revidado com um soco, que abriu o supercílio do ex-BBB. Num dos vídeos que estão ciruclando é possível ver que os dois trocaram diversas agressões e demoraram a ser separados pela equipe da emissora. Nem mesmo Eliza Fagundes, mulher de Hadson, conseguiu apartar a confusão rapidamente. Em outras gravações é possível ver que elementos do cenário foram quebrados durante a briga, e o estúdio ficou com marcas de sangue. Também é possível ouvir alguém dizendo para chamar a polícia. A polícia foi realmente acionada. Os dois brigões foram levados para ambulatórios diferentes e seguiram para a delegacia a fim de prestar depoimentos. Hadson preencheu boletim de ocorrência e garantiu que está tomando medidas legais contra o ex-peão. Esta foi a segunda confusão da semana envolvendo um eliminado do chamado Grupo A de “A Fazenda 14”, atualmente em exibição na Record TV. O Grupo B do reality costuma chamar os rivais de opressores e violentos. No domingo (6/11), Tiago Ramos, que foi expulso de “A Fazenda 14” por violência, foi gravado trocando agressões com vendedores no litoral paulista. Testemunhas presentes no local afirmaram que ele levou dois socos no rosto e um vídeo mostrou ele agredindo um homem pelas costas.

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  • Reality,  TV

    Gravação na Record TV termina com Vini Buttel e Hadballa na polícia por agressão

    9 de novembro de 2022 /

    As gravações desta quarta (9/11) do programa “Celeiro da Justiça”, da Record TV, terminou em pancadaria entre o ex-Fazenda Vini Buttel e o ex-BBB Hadson Nery, conhecido como Hadballa. Também participavam da atração os ex-Fazenda Lucas Santos e Liziane Gutierrez. Vídeos da briga estão circulando pelas redes sociais e, segundo informações preliminares, tudo teria começado quando Lucas se desentendeu com Hadson, que foi convidado para o podcast comandado por Lucas Maciel para “julgar” os peões. Na tentativa de acalmar a treta, Vini teria sido atingido por Hadballa e revidado com um soco, que abriu o supercílio do ex-BBB. Num dos vídeos que estão ciruclando é possível ver que os dois trocaram diversas agressões e demoraram a ser separados pela equipe da emissora. Nem mesmo Eliza Fagundes, mulher de Hadson, conseguiu apartar a confusão rapidamente. Em outras gravações é possível ver que elementos do cenário foram quebrados durante a briga, e o estúdio ficou com marcas de sangue. Também é possível ouvir alguém dizendo para chamar a polícia. A polícia foi realmente acionada. Os dois brigões foram levados para ambulatórios diferentes e seguiram para a delegacia a fim de prestar depoimentos. Hadson preencheu boletim de ocorrência e garantiu que está tomando medidas legais contra o ex-peão. Esta foi a segunda confusão da semana envolvendo um eliminado do chamado Grupo A de “A Fazenda 14”, atualmente em exibição na Record TV. O Grupo B do reality costuma chamar os rivais de opressores e violentos. No domingo (6/11), Tiago Ramos, que foi expulso de “A Fazenda 14” por violência, foi gravado trocando agressões com vendedores no litoral paulista. Testemunhas presentes no local afirmaram que ele levou dois socos no rosto e um vídeo mostrou ele agredindo um homem pelas costas. 🚨VEJA: Hadballa após a briga com Vini Buttel. pic.twitter.com/y0dmwzbJTC — CHOQUEI (@choquei) November 9, 2022 Vini saiu quebrado tbm eim pic.twitter.com/bIzgo3LxIK — Blessed 🙏 (@BestJhowOli) November 9, 2022

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  • Música,  TV

    Rolando Boldrin, ator e criador do “Som Brasil”, morre aos 86 anos

    9 de novembro de 2022 /

    O ator, cantor e apresentador Rolando Boldrin morreu nesta quarta-feira (9/11) aos 86 anos, em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein havia dois meses, mas a causa da morte não foi informada. Com mais de 60 anos de carreira na TV, Rolando Boldrin foi galã de novelas e se tornou profundamente identificado com a divulgação da música regional brasileira nos programas “Som Brasil”, que criou na Globo, e “Sr. Brasil”, que ele apresentava há 17 anos na TV Cultura. “Ele tirou o Brasil da gaveta e fez coro com os artistas mais representativos de todas as regiões do país. Em seu programa, o cenário privilegiava os artesãos brasileiros e era circundado por imagens dos artistas que fizeram a nossa história, escrita, falada e cantada, e que já viajaram, muitos deles ‘fora do combinado’, conforme costumava dizer Rolando”, disse a TV Cultura em nota oficial. Como ator, ele também fez História na TV brasileira. Boldrin protagonizou a primeiríssima novela da Record TV, “A Muralha”, produção de época lançada em 1954 quando ainda não existia videotape e toda a programação televisiva era exibida ao vivo. Participou ainda de vários programas clássicos da Tupi, incluindo diversos teleteatros ao vivo, como “TV Teatro”, “TV de Vanguarda” e “Grande Teatro Tupi”, além de novelas históricas, como a primeira protagonizada por Gloria Menezes, “Há Sempre o Amanhã” (1960), e o fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964). Ao voltar à Record na virada da década, fez nova passagem marcante por novelas, entre elas “As Pupilas do Senhor Reitor” (1970) e “Os Deuses Estão Mortos” (1971), antes de ressurgir na Tupi na icônica “Mulheres de Areia” (1973). Ele permaneceu na Tupi até o final dos anos 1970, participando de “O Profeta” (1977) e “Roda de Fogo” (1978) antes de migrar para a rede Bandeirantes em 1979, onde fez mais quatro novelas, com destaque para “Os Imigrantes” (1981), maior sucesso da teledramaturgia da emissora, assinada por Benedito Ruy Barbosa (autor também de “Pantanal”), que teve mais de 450 capítulos de duração. Boldrin se despediu das novelas com a maratona da Band. Em 1981, ele foi para a Globo, onde virou apresentador. O próprio ator criou o programa “Som Brasil”, que tinha como objetivo divulgar a música regional brasileira, até então pouco reconhecida. Exibida nas manhãs de domingo, a produção se tornou um enorme sucesso, ficando no ar até 2013. Mas Boldrin bateu de frente com a emissora e, insatisfeito com o horário de exibição, deixou a apresentação em 1984, sendo substituído pelo ator Lima Duarte. Ele adaptou o projeto e o relançou com outro nome, “Empório Brasileiro” na Band, e depois como “Empório Brasil” no SBT. Em 2005, fechou com a TV Cultura para continuar seu projeto no programa “Sr. Brasil”, que era exibido até hoje. Apesar de ter largado as novelas, ele permaneceu ligado à atuação, trabalhando em filmes como “Doramundo” (1978) e “O Tronco” (1999), ambos de João Batista de Andrade, “Ele, o Boto” (1987), de Walter Lima Jr., e o recente “O Filme da Minha Vida” (2017), de Selton Mello. Segundo a nota da Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, Boldrin dizia que continuava a ser fundamentalmente um ator. “Esse tem sido meu trabalho a vida inteira; radioator, ator de novela, de teatro, de cinema, um ator que canta, declama poesias e conta histórias”, descrevia-se.

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  • Música

    15 clipes clássicos para celebrar Gal Costa

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Gosta, falecida na manhã desta quarta (9/11), marcou a história da música brasileira, atravessando da Tropicália da década de 1960 ao pop/rock dos anos 1980 e 1990, com um repertório repleto de clássicos dos mais diferentes gêneros musicas, incluindo bossa nova, samba, chorinho e frevo. Várias de suas canções foram registradas em clipes antes mesmo do surgimento dos vídeos musicais, graças a apresentações na TV. Suas passagens pelo programa “Fantástico”, por exemplo, eram verdadeiramente clipes como conhecemos hoje. Mas ela também participou da própria história da TV, cantando em três edições do Festival Internacional da Canção, da TV Record, e teve vários momentos da carreira registrados em documentários, como “Bahia Por Exemplo” (1971) e “Os Doces Bárbaros” (1977). Veja abaixo 15 desses momentos icônicos, garimpados no YouTube, para celebrar o talento da artista cujo nome é Gal.

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  • Filme,  Música

    Filme com Sophie Charlotte vai contar vida de Gal Costa

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Costa, falecida na manhã desta quarta-feira (9/11), aos 77 anos, vai ter a vida retratada num filme que já está em desenvolvimento. “Meu nome é Gal” tem direção de Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), e traz a atriz Sophie Charlotte (“Passaporte para a Liberdade”) no papel da artista. A trama retrata apenas uma pequena parte da trajetória da cantora, quando, aos 20 anos, decide se mudar para o Rio de Janeiro, onde encontra seus amigos da Bahia, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Dedé Gadelha. Em entrevista ao jornal o Globo, a codiretora Dandara Ferreira disse que “a maior tristeza é a de não ter podido mostrar o filme a ela”. “Ela, Wilma (Petrillo, empresária de Gal) e eu trabalhamos muito nisso, era um sonho. Ela dizia que queria que, depois do documentário, tivesse um filme de ficção, até brincava com o filme da Elis (Regina)”, contou a cineasta. O roteiro é assinado por Lô Politi. E o elenco tem Rodrigo Lelis (Caetano Veloso), Dan Ferreira (Gilberto Gil), Camila Márdila (Dedé Gadelha), George Sauma (Waly Salomão), Luis Lobianco (o empresário Guilherme Araújo) e a própria Dandara Ferreira (Maria Bethânia), entre outros. Com produção é da Paris Entretenimento em coprodução da Globo Filmes e da Dramática Filmes, o longa tem previsão de lançamento para o dia 9 de março de 2023.

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  • Música

    Lula e Alckmin homenageiam Gal Costa nas redes sociais

    9 de novembro de 2022 /

    O presidente e o vice eleitos do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, usaram as redes sociais para homenagear a cantora Gal Costa, que morreu na manhã desta quarta (9/11) aos 77 anos. “Gal Costa foi das maiores cantoras do mundo, das nossas principais artistas a levar o nome e os sons do Brasil para todo o planeta. Seu talento, técnica e ousadia enriqueceu e renovou nossa cultura, embalou e marcou a vida de milhões de brasileiros”, escreveu Lula no Twitter. “O país, que Gal Costa cantava para mostrar sua cara, hoje perde uma de suas grandes vozes. Mas o legado, a obra, a lembrança e as canções serão eternas como seu nome Gal”, continuou o presidente, citando a música “Brasil”. “Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e milhões de admiradores”, completou. Geraldo Alckmin também lamentou a morte de Gal Costa, ressaltando que ela “fará imensa falta”. Ele lembrou que a cantora havia pedido “que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio.” “Gal Costa fará imensa falta. Ao Brasil e a todos nós. Deu origem à tropicália e marcou a cultura brasileira. Gal nos deixou, ainda neste ano, uma recomendação: que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio. Honraremos seu pedido. Meus sentimentos à família, amigos e seus fãs”, postou o vice-presidente. Em um de seus últimos shows, Gal Costa fez o “L” e pediu para que a população: “Vamos votar com sabedoria e com inteligência, sem ódio e com amor”. Outros políticos ecoaram a tristeza da nação com a morte da estrela, como o senador Randolfe Rodrigues, os deputados federais Alexandre Frota, Jandira Feghali e Maria do Rosário, entre outros, destacaram o talento e a contribuição da cantora para a música brasileira, e afirmaram que ela é “eterna”. Até o momento, Jair Bolsonaro mantém silêncio sobre a morte da cantora. O país, que Gal Costa cantava para mostrar sua cara, hoje perde uma de suas grandes vozes. Mas o legado, a obra, a lembrança e as canções serão eternas como seu nome Gal. Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e milhões de admiradores — Lula (@LulaOficial) November 9, 2022 Gal Costa fará imensa falta. Ao Brasil e a todos nós. Deu origem à tropicália e marcou a cultura brasileira. Gal nos deixou, ainda neste ano, uma recomendação: que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio. Honraremos seu pedido. Meus sentimentos à família, amigos e seus fãs — Geraldo Alckmin 🇧🇷 (@geraldoalckmin) November 9, 2022

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  • Música

    Cantora Gal Costa morre aos 77 anos

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Costa, um dos principais nomes da música brasileira, morreu nesta quarta (9/11), em São Paulo, aos 77 anos. A causa da morte ainda é desconhecida, mas ela estava reclusa após passar por uma cirurgia de retirada de um nódulo na fossa nasal direita em setembro. Desde então, ela cancelou vários shows, inclusive sua participação no festival Primavera Sound, que aconteceu em São Paulo no último final de semana. Dona de uma carreira que se estendeu por 57 anos, Gal Costa lançou clássicos da MPB como “Baby”, “Meu Nome É Gal”, “Chuva de Prata”, “Meu Bem, Meu Mal”, “Pérola Negra”, “Barato Total” e muitos muitos outros. Maria da Graça Costa Penna Burgos nasceu em 26 de setembro de 1945 em Salvador. Desde pequena, foi incentivada pela mãe a seguir a carreira na música. A mãe precisou criá-la sozinha, visto que seu pai morreu quando ela ainda era adolescente. Durante a juventude, Gal Costa trabalhou como balconista de uma loja de discos em Salvador, onde teve o seu primeiro contato com a música brasileira. Ela contava que foi nessa loja que descobriu a música de João Gilberto. Nessa época, Gal Costa costumava cantar e tocar violão em festas. No início dos anos 1960, foi apresentada a Caetano Veloso, com quem criou um forte vínculo pessoal e artístico. Sua estreia na música profissional foi justamente ao lado de Caetano Veloso, quando, em 1967, eles lançaram o álbum compartilhado “Domingo”. Em seguida, ela se aproximou de Maria Bethânia e Gilberto Gil, e os quatro formaram o grupo Doces Bárbaros. Ao longo dos anos 1960 e 1970, Gal Costa apresentou uma mistura de estilos musicais e fez parcerias com músicos como Jorge Ben Jor em “Que Pena (Ela já não gosta mais de mim)” e novamente com Caetano Veloso em “Cinema Olympia”. Ela também foi apresentada à Jovem Guarda e à Tropicália com a canção “Meu Nome é Gal”, composta por Roberto Carlos e Erasmo Carlos. No início da década de 1970, Gal foi responsável por um dos espetáculos de maior repercussão da história da MPB, o “Fa-Tal”, dirigido pelo poeta Waly Salomão, que também virou um álbum ao vivo cultuado. Em 1971, ela ajudou a revelar o compositor Luiz Melodia com “Pérola Negra”, mesmo ano em que lançou a famosa canção “Vapor Barato”, feita em parceria com Jards Macalé e Waly Salomão. Sua carreira se expandiu nessa época para a TV, auxiliada por sucessos como “Modinha para Gabriela”, tocada na abertura da novela da Globo “Gabriela”, inspirada na obra de Jorge Amado. Uma curiosidade é que, além de cantar a música de abertura, Gal quase estrelou a novela. “O Daniel Filho me convidou, na época, para fazer o papel da Gabriela”, contou ela, numa entrevista publicada no livro “Teletema”, de Guilherme Bryan e Vincent Villari. “Não aceitei por medo, porque achava que não era atriz. Aí me chamaram para cantar. E acabei me tornando a voz dos personagens do Jorge Amado”, lembrou ela. “Em todas as trilhas que fizeram a partir de então para novelas ou filmes sobre os personagens de Jorge Amado, eu estive. A novela era maravilhosa e a música de abertura também”, completou. Seu álbum “Água Viva”, de 1978, era composto por hits como “Folhetim”, de Chico Buarque, e “Paula e Bebeto”, de Milton Nascimento e Caetano. Na década de 1980, ela se divertiu ao “chocar a sociedade” posando nua para a revista Status, quando estava prestes a completar 40 anos. Outras parcerias de sucesso foram com Chico Buarque, em “A História de Lily Braun” e “Futuros Amantes”, com Djavan em “Azul” e “Nuvem Negra”, com Moraes Moreira em “Festa do Interior”, e com Cazuza em “Brasil”, que foi usada na abertura da novela “Vale Tudo” em 1988. As “polêmicas” continuaram com os seus shows da turnê de “O Sorriso do Gato de Alice”, de 1994 – baseado no disco homônimo produzido pelo americano Arto Lindsay. Durante a música “Brasil”, abria a blusa e cantava com os seios à mostra, o que sempre chocava os fãs mais conservadores e moralistas. Ela ganhou os prêmios Sharp e APCA do ano com esse trabalho. Mais recentemente, Gal Costa lançou o álbum “Recanto” (2012), fez uma homenagem a Lupicínio Rodrigues, que ela considerava uma das suas grandes influências, lançou “Estratosférica” (2016) e chegou até a fazer parceria com Marília Mendonça, em “Cuidando de Longe” (2018). Ao todo, ela lançou mais de 40 álbuns ao longo da sua carreira, incluindo discos de estúdio e ao vivo. Além da sua carreira nos palcos, Gal Costa também fez algumas aparições na TV e no cinema, aparecendo, por exemplo, na novela “Dancin’ Days” (1979) para cantar a música “Folhetim”, de Chico Buarque. Porém, seu maior papel como atriz foi no filme “O Mandarim” (1995), dirigido por Júlio Bressane, que contava a história da música popular brasileira no século 20. Gal Costa interpretou Carmen Miranda no filme. Suas canções também fizeram parte da trilha sonora da novela “Água Viva” (1980), da minissérie “Anos Rebeldes” (1992), das novelas “Velho Chico” (2016) e “Os Dias Eram Assim” (2017), e do filme “Bacurau” (2019). Discreta em sua vida pessoal, Gal nunca foi casada, mas manteve relacionamentos estáveis, entre outros com o violonista Marco Pereira, a cantora Marina Lima e a atriz Lúcia Veríssimo. A notícia da sua morte foi recebida com tristeza por diversos artistas, celebridades e até o presidente eleito Lula, que manifestaram sua admiração pela cantora nas redes sociais. Confira abaixo algumas dessas manifestações. Nossa irmãzinha se foi… Gal, a quem chamava de Gaúcha. Fica a saudade pra mim, pra todos que eram próximos e pra tanta gente na extensão deste Brasil que se encantava com seu canto. Agora o canto dela fica conosco pro resto das nossas vidas, pra o tempo todo da nossa história. pic.twitter.com/TVigEg3shB — Gilberto Gil (@gilbertogil) November 9, 2022 Perdemos hoje uma das maiores vozes da música popular brasileira. Uma parte imensurável da nossa cultura que nunca será esquecida. Gal Costa eterna. 🖤 — Juliette (@juliette) November 9, 2022 Gal Costa foi das maiores cantoras do mundo, das nossas principais artistas a levar o nome e os sons do Brasil para todo o planeta. Seu talento, técnica e ousadia enriqueceu e renovou nossa cultura, embalou e marcou a vida de milhões de brasileiros. 📸 @ricardostuckert pic.twitter.com/4jU2SBcHuq — Lula (@LulaOficial) November 9, 2022 Gal Costa, gênia magistral perfeita da música brasileira. Sentiremos pra sempre sua falta, mas na arte você se fez imortal. 🖤pic.twitter.com/6Kk2mUHwAp — Felipe Neto 🦉 (@felipeneto) November 9, 2022 Eu te amo e vou te amar pra sempre, @GalCosta. As saudades serão eternas. pic.twitter.com/2cKPPmyp2Y — Milton Bituca Nascimento (@MiltonBituca) November 9, 2022 Gal costa foi um presente q a existência nos deu. Tô arrasado, mas em algum lugar no meio d toda tristeza, também sinto um calorzinho no peito d gratidão. Q alegria poder ter tido a oportunidade de ouvi-la, vê-la e ter trabalhado com ela. Eterna mestra, mais eterna ainda agora😭 — emicida (@emicida) November 9, 2022

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  • Série

    Novos protagonistas falam das polêmicas de “The Crown”: “Incomodando muita gente”

    9 de novembro de 2022 /

    Os atores Dominic West e Elizabeth Debicki, intérpretes do príncipe Charles e da princesa Diana na 5ª temporada da série “The Crown”, sabem o tamanho do desafio que tem pela frente. Não apenas por assumir papéis que renderam vários prêmios para seus antecessores, Josh O’Connor e Emma Corrin. Mas também pelas polêmicas envolvendo a produção da Netflix. Ambos aceitaram falar sobre as controvérsias ao jornal The New York Times. E foram direto ao ponto. “A série parece estar incomodando muita gente”, resumiu West. “Se alguém acredita que não sentimos uma tremenda responsabilidade, essa pessoa estaria errada”, completou Debicki. Lançada nesta quarta (9/11) em streaming, a 5ª temporada de “The Crown” se passa na década de 1990, quando o então Príncipe Charles teve um caso extraconjugal com Camilla Parker-Bowles, que levou ao fim eu casamento com a Princesa Diana. O fato de a série retratar esse momento em específico, que ainda divide opiniões no Reino Unido, tem rendido muitas críticas de personalidades britânicas que afirmam que a Netflix estaria fazendo um “desserviço” ao público, passando a ideia de que a atração é um retrato genuíno da família real. Afinal, a série faz muitas suposições e inventa diálogos para contar uma história com reflexos na realidade, mas que é pura ficção. “Você está sempre muito consciente de que todos têm uma opinião forte sobre o que aconteceu, e as pessoas sabem de que lado elas estão. É um campo minado, até certo ponto”, disse West, quando questionado a respeito da responsabilidade de representar uma história conhecida do público. Debicki, por sua vez, enxerga o desafio como algo positivo. Segundo ela, isso representa “um exercício realmente interessante porque as pessoas trazem sua memória viva para essa história. Eu nunca tinha feito parte de qualquer coisa parecida”. Um dos motivos de “The Crown” estar sendo tão criticada é por causa da recente morte da Rainha Elizabeth II. Talvez em respeito à memória da rainha, parte do público britânico não quer vê-la representada de maneira negativa na atração. Quando questionado sobre a impacto da morte da rainha na série, West disse: “me lembro de sentir o quanto aquela morte tinha sido incrível, que efeito incrível ela teve, e que figura mundial maravilhosa e única a rainha foi. Mas outra coisa interessante foi que boa parte da 5ª temporada girava em torno do debate se Charles um dia se tornaria rei.” O ator ainda afirmou que, “na década de 1990, muita gente dizia que ‘não acho que ele seja o cara certo’. Mas a hora chegou, e foi incrível como todos o aceitaram rápida e instantaneamente como o novo rei — e sem questionar. Parece que boa parte daquele período tumultuado que tínhamos representado para Charles, de se ele viria ou não a cumprir seu destino, teve uma resposta naqueles poucos dias”. “Sempre me surpreende a rapidez com que a história se move, a rapidez que as mudanças acontecem”, afirmou Debicki. “Isso choca um pouco. Ficamos todos muito tristes e fizemos uma pausa nas gravações. E em seguida aquela linda fila começou a se formar, composta por todas aquelas pessoas com idades, modos de vida e capacidades tão diferentes, todas passando diante do caixão. Foi muito triste para mim.” Falando sobre a sua proximidade com o papel da Princesa Diana, Elizabeth Debicki disse que “minha primeira lembrança desse período, como acho que a de muitas pessoas da minha idade, foi testemunhar as reações dos meus pais ao funeral dela. É uma lembrança muito clara para mim.” West foi ainda mais longe, dizendo que “eu observo a família real desde que os dois se casaram. Eu era obcecado por Diana. Ainda sou. Eu devia ter dez ou 11 anos. Eu me lembro de planejar com dois amigos sobre tentarmos acampar do lado de fora do palácio para tentar vê-la – é triste me lembrar disso agora.” Entre as pessoas que criticaram a série, destacam-se o ex-primeiro-ministro britânico John Major, interpretado por Jonny Lee Miller na série. Ele acusou “The Crown” de apresentar a “mentira prejudicial e maliciosa” de que Charles planejou usurpar o trono. Outro ex-primeiro ministro britânico, Tony Blair, apontou que muitas cenas em que aparecem na temporada nunca aconteceram na vida real, assim como falas de impacto da trama nunca foram ditas por ele. Um exemplo seria uma suposta reunião em que o Príncipe Charles buscaria pavimentar o caminho para se casar com sua amante Camilla. Enfurecido, ele chamou a produção de “um lixo completo e absoluto”. Acabou ecoando a atriz Judi Dench (“Belfast”), que escreveu uma carta ao jornal The Times, de Londres, chamando “The Crown” de “sensacionalismo bruto” e afirmando que a atração deveria trazer um aviso de “ficção” no início de cada episódio. A Netflix atendeu parcialmente o pedido, incluindo o aviso de “dramatização fictícia” abaixo da descrição do trailer da 5ª temporada. “As pessoas dizem ‘por que precisamos mexer de novo com essas coisas?’. Na época, não havia perspectiva. O divórcio e até mesmo a morte de Diana – precisamos de 25 anos ou qualquer que tenha sido o tempo que passou a fim de processar”, explicou West. “E é interessante o que pensamos agora, e a maneira pela qual podemos ser muito mais equilibrados em nossa visão desse assunto. É o benefício de ver a situação em retrospecto”. Ele acrescentou que “Charles é um personagem bastante controverso, na forma como ele é retratado”. Mas que tem experiência própria com o agora Rei para admirá-lo. “Eu estive envolvido na [instituição de caridade] Prince’s Trust e realmente admiro o trabalho que ele faz com essa organização. Não queria de forma alguma comprometer isso. Mas estou cada vez mais convencido de que a série não põe esse trabalho em risco e tampouco põe em risco qualquer coisa relacionada com a família real”, concluiu. Assista abaixo ao trailer da nova temporada.

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  • Série

    Piloto de série de Aaron Carter será concluído como homenagem ao cantor

    9 de novembro de 2022 /

    O piloto de uma série que seria estrelada por Aaron Carter, morto no último sábado (5/11), terá sua produção concluída por seus produtores como homenagem. Intitulado “Group”, o projeto acompanharia uma versão fictícia do cantor e tinha como tema a saúde mental. Ele teria gravado várias cenas antes de falecer. Escrito e dirigido por Brian Farmer (“Sky Harbor”), o piloto estava sendo realizado de forma independente, para buscar interessados no mercado. “Aaron estava muito empolgado com a série e por ajudar a aumentar a conscientização sobre saúde mental, um tópico pelo qual ele era muito apaixonado”, afirmou Farmer em comunicado. “Ele disse que fazer parte disso lhe deu algo positivo para trabalhar, e sempre valorizarei isso”. De acordo com o cineasta, toda a equipe envolvida no piloto pretende participar da conclusão do projeto, incluindo o elenco formado por Samm Levine (“Bastardos Inglórios”), Olive Chiacchia (“Shooting Jeremy”), Ari Stidham (“Scorpion”), Ashley Brinkman (“Malibu Horror Story”), Kevin Clayette (“Neighbours”), Abdoulaye NGom (“My Name Is Earl”), Anne Judson-Yager (“Minority Report”) e Mike Starr (“Bons Companheiros”). Aaron Carter falava abertamente sobre seus problemas com saúde mental, tendo sido diagnosticado com diversos distúrbios, incluindo esquizofrenia e ansiedade. Ele foi encontrado morto na manhã de sábado (5/11) em sua casa em Lancaster, na Califórnia. De acordo com fontes ouvidas pelo TMZ, o corpo do artista foi achado na banheira da residência. As autoridades receberam uma ligação de emergência por volta das 11h (horário local) e enviaram agentes até à casa, onde já encontraram o cantor falecido. Não há, por ora, nenhuma evidência de crime, mas a causa da morte ainda não foi oficializada pela investigação. Apesar de ter começado a carreira nos anos 1990, ele tinha apenas 34 anos.

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  • Série

    Disney+ estuda lançar série de Indiana Jones

    8 de novembro de 2022 /

    A Disney+ estaria estudando uma forma de adaptar a franquia cinematográfica de Indiana Jones numa série de streaming. De acordo com a Variety, a Lucasfilm tem feito reuniões com roteiristas para explorar ideias. Até o momento, no entanto, não há nenhum nome atrelado ao projeto e nenhuma premissa vislumbrada para a produção. Vale lembrar que Indiana Jones já teve uma série nos anos 1990, “O Jovem Indiana Jones” (1992–1993), que foi estrelada por Sean Patrick Flanery e contou com participação de Harrison Ford num episódio. Ford, que interpreta Indy desde 1981, já anunciou que não voltará a viver o arqueólogo aventureiro após o quinto longa da franquia, já filmado e que será lançado em 2023. Lembre abaixo a série “O Jovem Indiana Jones”.

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  • Filme

    Keanu Reeves negocia participar de spin-off feminino de “John Wick”

    8 de novembro de 2022 /

    Keanu Reeves entrou em negociações para reprisar seu papel como o assassino John Wick no spin-off “Ballerina”, atualmente em produção pelo estúdio Lionsgate. Além dele, o ator Ian McShane já fechou acordo para participar do derivado como Winston, o gerente do hotel The Continental, introduzido no filme original de 2014. A premissa do longa parte de um elemento visto apenas de relance em “John Wick 3: Parabellum” (2019). Quando o personagem de Keanu Reeves visita A Diretora (Anjelica Huston), a cena revela garotas sendo treinadas em artes marciais e balé. Uma dessas assassinas letais vai ancorar a trama de “Ballerina” – o que lembra as Viúvas Negras da Marvel e vários animes. A trama vai acompanhar uma jovem assassina (Ana De Armas, de “Blonde”) que busca vingança contra as pessoas que mataram sua família – do mesmo modo como Wick agiu contra aqueles que o atacaram em três filmes lançados entre 2014 e 2019. O roteiro foi escrito por Shay Hatten (“John Wick 3”) e Emerald Fennell (“Bela Vingança”), e a direção está a cargo de Len Wiseman (“Anjos da Noite”). Reeves aparecerá em seguida em “John Wick: Capítulo 4”, que tem lançamento marcado para março de 2023 nos cinemas, e também vai estrelar uma sequência de “Constantine” (2005) na Warner Bros.

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  • Filme

    Jason Momoa diz que seu “projeto dos sonhos” da DC vai sair do papel

    8 de novembro de 2022 /

    Jason Momoa revelou que está bastante animado com os novos encarregados das produções da DC Comics. Com as mudanças na Warner Bros. Discovery, que trouxeram o cineasta James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) para comandar o recém-criado DC Studios, o intérprete de Aquaman adiantou que seu “projeto dos sonhos” finalmente sairá do papel. “Estou muito animado com Peter Safran e o Sr. Gunn agora no comando da DC”, disse o ator em entrevista ao programa Entertainment Tonight. “Há muitas coisas legais que estão por vir e um dos meus projetos dos sonhos será realizado sob a vigilância deles, então fique atento”, continuou sem dar mais detalhes sobre o eventual projeto. Momoa já terminou de filmar a aguardada sequência de “Aquaman”, “Aquaman e o Reino Perdido”, que estreia nos cinemas no Natal de 2023. Então, ele pode estar se referindo a “Aquaman 3” ou outro projeto ao estilo de “Liga da Justiça”. A gestão de Gunn e Safran no DC Studios começou há uma semana, e eles supervisionarão não apenas os filmes, mas também os projetos televisivos com personagens da DC. Following news that #HenryCavill will be returning as #Superman, @thisiscarlosb chats with #Aquaman himself, #JasonMomoa, who teases that his "dream" DC project is currently in the works: "Stay tuned"👀 https://t.co/v7ySfrMbOZ pic.twitter.com/I9TnnmW4LO — ET Canada (@ETCanada) November 7, 2022

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