BBB 23: Mãe de Bruna manda recado inesperado à mãe de Gabriel
Bárbara Grigoriadis, mãe da atriz Bruna Griphao, demonstrou apoio solidário à mãe de Gabriel Fop. Em entrevista ao jornal Extra, a empresária se recusou a tripudiar o relacionamento tóxico dos confinados no “BBB 23”. “Isso poderia ter acontecido com a família de qualquer um. A mãe do rapaz deve estar muito triste também”, ponderou Bárbara. “Eu não conheço a família do Gabriel, nunca nos falamos. Não queria também falar agora, dar continuidade a essa história. Também não estou aqui para jogar pedra.” Em seguida, a empresária afirmou que não vai condenar o comportamento de Bruna, mas espera que a filha consiga se fortalecer no jogo. “Que atire a primeira pedra quem nunca passou por esses problemas. Eles só não passaram em rede nacional e puderam esconder por baixo do tapete. Eu quero é que minha filha levante, mostre a força dela e entenda o quanto ela é inteligente e batalhadora”, afirmou. Bárbara Grigoriadis, inclusive, acrescentou que está confortável vendo o apoio que a atriz está recebendo. “São pessoas muito pé no chão, inteligentes, não à toa são admiradas. Fico feliz de elas valorizarem a Bruna. Queria que minha filha visse”, disse. A mãe da atriz ainda confirmou que, infelizmente, esse não foi o primeiro relacionamento abusivo da filha e que esse assunto já foi conversado entre elas: “Nós já tínhamos conversado sobre essas relações. Bruna falou de uma forma dolorida, como se tivesse culpa por ter aceitado esse tipo de relação. Ela se culpa porque sente que deveria ter cortado na primeira brincadeira, até pela pessoa que é”. Anteriormente, o pai da atriz, Paulo “Kakau” Orphao, afirmou que Bruna estaria insistindo em “normalizar o que não é normal”. Ele também declarou que a filha e Gabriel precisam de ajuda.
Ator de “Wandinha” segue perfil que defende nazismo e armamento
Os fãs de “Wandinha” descobriram que o ator Percy Hynes White, que interpreta Xavier Thorpe, segue um perfil no Instagram que defende supremacismo branco, nazismo e armamento populacional. Segundo um vídeo que circula entre os internautas, White aparece curtindo diversos posts polêmicos do perfil “dieamerican” (traduzido como “Morra, americano”). Nos últimos dias, Percy Hynes White foi acusado de assédio sexual de menores nas redes sociais. De acordo com as vítimas, o ator mantinha conversas íntimas e pressionava as garotas para conseguir “nudes”. Ele também teria sido conivente com um caso de estupro no porão da própria casa. Até o momento, a Netflix não se pronunciou sobre a permanência do ator, que interpreta Xavier Thorpe, na 2ª temporada de “Wandinha”. Veja as curtidas do ator. #Wednesday star Percy Hynes White’s Instagram likes reveals that he is allegedly a fan of a Nazi, White Supremacist pro-gun Instagram page with the user name “D*eamerican”. He follows the page as well. pic.twitter.com/RKFC9UGYvJ — Pop Faction (@PopFactions) January 23, 2023
A Fazenda: Ex-participante é preso suspeito de espancar filho de 5 anos
José Lucas Dias Barreto, ex-participante de “A Fazenda de Verão” (2012), foi preso pelos agentes da 72ª DP de São Gonçalo após ser acusado de ter espancado o filho de apenas 5 anos. O caso aconteceu no bairro de Nova Cidade, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Segundo o Ministério Público, a criança teve o ombro fraturado e seu comportamento no hospital chamou a atenção dos médicos. Além disso, o menor tinha hematomas, marcas de cigarros, lesões e escoriações pelo corpo, como na boca e no nariz. Os enfermeiros relatam que Barreto havia dito ao garoto “Você vai me pegar”, seguido de um gesto de enforcamento com as mãos. Em outro momento, ele ameaçou a criança dizendo “Você não tem mais mamãe para te mimar e você não contou nada para mim”. Em depoimento à polícia, Barreto negou a acusação de agressão e disse que a fratura teria sido resultado de uma brincadeira de luta entre os dois. O MP pediu a prisão com base nas lesões e no comportamento de ambos. No reality show, José Lucas Dias Barreto fez uma participação conturbada e acabou sendo expulso devido ao comportamento agressivo com os confinados. Na ocasião, o ex-peão chegou a ameaçar um dos colegas com um machado.
Michelle Yeoh faz história e Oscar quebra recorde de representatividade asiática
As indicações para o Oscar 2023, divulgadas nessa terça-feira (24/1), apresentaram um feito histórico para artistas asiáticos e descentes. Impulsionado pelas 11 indicações recebidas pelo filme americano “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, o Oscar 2023 marcou a maior representatividade asiática de todos os tempos. A atriz Michelle Yeoh, nascida na Malásia, se tornou a primeira indicada asiática ao prêmio de Melhor Atriz pelo seu trabalho na produção indie. Além dela, o vietnamita Ke Huy Quan e a americana-asiática Stephanie Hsu concorrem a Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Atriz Coadjuvante – categoria que também conta com a tailandesa Hong Chau (por “A Baleia”). Vale destacar que a categoria de Melhor Atriz Coadjuvante já premiou duas atrizes asiáticas antes: a japonesa Miyoshi Umeki (por “Sayonara”) e a sul-coreana Yuh-jung (“Minari: Em Busca da Felicidade”). Já o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante só foi vencido uma vez por um asiático: o cambojano Haing S. Ngor (por “Os Gritos do Silêncio”). Além dos atores, o americano de ascendência asiática Daniel Kwan, co-diretor de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” com Daniel Schneinert, concorre a Melhor Direção, Melhor Roteiro Original e Melhor Filme. Historicamente, a categoria de direção conta com quatro vencedores asiáticos: o taiwanês Ang Lee (duas vezes, por “O Segredo de Brokeback Mountain” e “As Aventuras de Pi”), o sul-coreano Bong-Joon Ho (“Parasita”) e a chinesa-americana Chloe Zhao (“Nomadland”). O produtor de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, Jonathan Wang, que é taiwanês-americano, também foi reconhecido entre os indicados da categoria de Melhor Filme. Mas a lista ainda tem mais artistas asiáticos ou descendentes, com destaque para diretora canadense Domee Shi (da animação “Red: Crescer é uma Fera”), a figurinista Shirley Kurata (“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”), a maquiadora Judy Chin (“A Baleia”), o roteirista Kazuo Ishiguro (“Living”), além de dois dos membros da banda Son Lux, compositores de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, Rafiq Bhatia e Ian Chang, o produtor Aman Mann e o documentarista indianos Shaunak Sen (“All That Breathes”), os produtores indianos Guneet Monga e Kartiki Gonsalves (“The Elephant Whisperers”), o cantor japonês Mitski (co-autor da música “This Is a Life”) e os músicos indianos M.M. Keeravaani e letra de Chandrabose (autores da canção “Naatu Naatu”). Até então, a edição do Oscar com mais representantes asiáticos tinha sido a de 2020, que contou com seis indicações para “Parasita” e seis para “Minari: Em Busca da Felicidade”, totalizando 12 nomeações.
Argentina chega a sua 8ª indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional
O filme “Argentina, 1985”, de Santiago Mitre, emplacou nomeação na lista dos cinco finalistas de Melhor Filme Internacional do Oscar 2023. Com a indicação do filme premiado no Globo de Ouro 2023, a Argentina chega favorita à sua oitava disputa nessa categoria. O número também dá à Argentina o dobro exato de indicações conquistadas pelo Brasil na história da premiação. Mais que isso: a Argentina já levou para casa dois Oscars na categoria, que até recentemente era denominada de Melhor Filme em Língua Estrangeira, com “A História Oficial” em 1986 e com “O Segredo dos Seus Olhos” em 2010. O Brasil nunca venceu essa disputa. Os finalistas do Brasil foram “O Pagador de Promessas” (1962), “O Quatrilho (1995), “O que É Isso, Companheiro?” (1997) e “Central do Brasil” (1998). Já os argentinos se fizeram representar por “A Trégua” (1974), “Camila” (1984), “A História Oficial” (1985), “Tango” (1998), “O Filho da Noiva” (2001), “O Segredo dos Seus Olhos” (2009), “Relatos Selvagens” (2014) e agora “Argentina, 1985” (2022). Vale apontar que o ator Ricardo Darín estrela todos os quatro últimos indicados argentinos. A trama de “Argentina, 1985” é inspirada na luta real dos promotores Julio Strassera e Luis Moreno Ocampo, que ousaram investigar e processar a ditadura militar do país no ano de 1985. Sem se deixar intimidar pela influência dos militares, que continuava poderosa na nova democracia a ponto de amedrontar os profissionais do Ministério Público, os dois reuniram uma equipe jurídica de jovens, que, sem ter carreira para perder, viraram heróis improváveis na luta contra a impunidade. Sob constante ameaça a si mesmos e suas famílias, eles enfrentaram tudo até trazer justiça às vítimas da junta militar – ao contrário do que aconteceu no Brasil, onde não houve punições de assassinos e torturadores estatais. O elenco repleto de estrelas destaca Ricardo Darín e Peter Lanzani (“O Clã”) como Strassera e Ocampo. O filme de Santiago Mitre vai enfrentar na disputa pelo Oscar o alemão “Nada de Novo no Front”, o belga “Close”, o polonês “EO” e o irlandês “A Menina Silenciosa”. Dos títulos em competição, “Argentina, 1985” pode ser visto na Amazon Prime Video e “Nada de Novo no Front” na Netflix. Os demais ainda são inéditos no Brasil. A cerimônia do Oscar 2023 está marcada para 12 de março no Dolby Theater em Los Angeles, EUA.
Oscar 2023 minimiza cinema de arte em concessão aos maiores blockbusters dos últimos anos
Após anos dedicados ao cinema independente e artístico, o Oscar deu uma guinada significativa nesta terça (24/1), buscando equilibrar o espaço de valorização do cinema de arte com a consagração das grandes bilheterias. Cheia de blockbusters, a lista contem até ironia, já que um dos indicados como obra de festival é dirigido por Steven Spielberg, o cineasta responsável pelo conceito moderno de blockbusters no mercado dos EUA. “Os Fabelmans” venceu o Festival de Toronto, na única vez que o diretor de “Tubarão” e “E.T. – O Extraterrestre” disputou um evento internacional. Seus concorrentes incluem os dois filmes de maior bilheteria do mundo entre 2022 e 2023, “Avatar: O Caminho da Água” (mais de US$ 2 bilhões) e “Top Gun: Maverick” (US$ 1,4 bilhão). Embora não esteja na lista de Melhor Filme, outra das maiores bilheterias do período, “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” (US$ 840 milhões), também foi lembrada em cinco categorias de prestígio. Entre os candidatos a Melhor Filme, “Elvis” (US$ 287 milhões) é outro com grande apelo comercial. E até o longa com maior quantidade de indicações, “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (US$ 104 milhões), nomeado 11 vezes, é o título de maior bilheteria da história do estúdio indie A24. Ao todo, os 10 indicados a Melhor Filme arrecadaram US$ 1,574 bilhão em bilheteria doméstica (EUA e Canadá), superando os US$ 1,519 bilhão da classe de 2010 (que incluiu nada menos que o primeiro “Avatar”), de acordo com a contabilização da Comscore. Essas obras devem atrair o público de volta à transmissão do Oscar. Desde a vitória de “Moonlight” em 2017, a rede ABC (da Disney), que transmite a premiação para os EUA e o mundo, vive reclamado da falta de apelo popular dos filmes que concorrem ao prêmio, fator que seria responsável por baixas audiências. Até um filme sul-coreano (“Parasita”) andou vencendo a estatueta da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Quando “Titanic”, de James Cameron, ganhou o Oscar de Melhor Filme em 1998, mais de 55,3 milhões americanos sintonizaram a transmissãor. Já a vitória do indie “Nomadland” em 2021 estabeleceu o recorde negativo do evento, vista ao vivo por 9,85 milhões de telespectadores nos Estados Unidos. Por conta desse abismo entre o gosto do público e os filmes do Oscar, a Academia chegou até a cogitar, brevemente, a inclusão de uma categoria de Filme Popular na competição, mas abandonou as discussões após o tema se provar controverso entre seus membros. No ano passado, uma tentativa para contemplar o público pelo Twitter foi rapidamente dominada por bots e minions de Zack Snyder. Neste ano, porém, os filmes mais vistos estão na disputa. A expectativa, enfim, é de aumento de interesse e crescimento de audiência na transmissão. Claro, vale sempre lembrar que os favoritos da crítica são outros e podem estragar a festa preparada para agradar ao público. Há três produções europeias na lista, incluindo o vencedor do último Festival de Cannes, “Triângulo da Tristeza”, do sueco Ruben Östlund. E não dá para esconder que o amplo favoritismo está com a comédia irlandesa “Os Banshees de Inisherin”, de Martin McDonagh, consagrada com dois troféus no Festival de Veneza – enquanto o drama alemão de guerra “Nada de Novo no Front” apenas ocupa a vaga de representante solitário da Netflix na disputa pelo prêmio maior da Academia. Para completar, dois dramas independentes americanos parecem preencher cota: “Tár”, de Todd Field, e “Entre Mulheres”, de Sarah Polley – embora “Os Fabelmans”, de Spielberg, também jure pertencer a essa estirpe. O azarão absoluto da disputa é claramente “Entre Mulheres”, que apesar do desempenho elogiado de suas atrizes não emplacou uma delas sequer nas categorias de intepretação. Desprestigiada pela Academia, até Sarah Polley foi ignorada nas vagas de Melhor Direção. Isto é impressionante: no ano de “Mulher Rei”, injustamente ignorado, “Entre Mulheres”, “Till”, “Corsage” e “Aftersun”, nenhuma cineasta feminina foi lembrada para o prêmio de Melhor Direção. Claro que há talento envolvido na direção de “Top Gun: Maverick” e na equipe de efeitos de “Avatar: O Caminho da Água”, mas não há como negar que a seleção da Academia torna o Oscar 2023 um dos mais masculinos dos últimos anos. Um Oscar que parece privilegiar obras masculinas que deram muito dinheiro para a indústria cinematográfica. De fato, se apenas um filme da lista pudesse servir de exemplo para descrever a seleção dos indicados em 2023, seria claramente “Triângulo da Tristeza”. Ainda inédito no Brasil, o longa é uma sátira aos super-ricos. Milionários brancos abastados, que confundem dinheiro com classe.
Confira os clipes das 5 canções indicadas ao Oscar 2023
A categoria de Melhor Canção Original do Oscar 2023 apresenta uma mistura de gêneros e estilos. Por um lado, há grandes estrelas internacionalmente conhecidas como Lady Gaga e Rihanna, indicadas por “Hold My Hand” (composta para o filme “Top Gun: Maverick”) e “Lift Me Up” (de “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”), respectivamente. Mas também conseguiram indicações a canção “Naatu Naatu”, composta pelo indiano M.M. Keeravaani para o divertido filme “RRR”, e Son Lux, cuja música “This is a Life” é quase tão estranha como o filme para o qual foi composta: “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Por fim, a indicação da cantora pop Sofia Carson e sua música, “Applause”, vem como uma surpresa, já que o filme embalado por “Tell It Like a Woman” não recebeu nenhuma outra nomeação. A cerimônia do Oscar vai acontecer em 12 de março no Dolby Theatre, em Los Angeles, EUA, com apresentação de Jimmy Kimmel. Confira abaixo os clipes das cinco canções que disputam o Oscar. | Lady Gaga – “Hold My Hand” (de “Top Gun: Maverick”) | | Rihanna – “Lift Me Up” (de “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”) | | M.M. Keeravaani – “Naatu Naatu” (de “RRR”) | | Son Lux – “This is a Life” (de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”) | | Sofia Carson – “Applause” (de “Tell it Like a Woman”) |
John Williams se torna pessoa mais velha a disputar o Oscar com 90 anos
Aos 90 anos de idade, o compositor John Williams se tornou a pessoa mais velha indicada ao Oscar. Ele também recebeu a impressionante 53ª indicação de sua carreira nesta terça (24/1), pela trilha sonora de “Os Fabelmans”, reforçando o sucesso de sua longa parceria com o cineasta Steven Spielberg. Williams superou Christopher Plummer, que tinha 88 anos quando foi indicado como Melhor Ator Coadjuvante por “Todo o Dinheiro do Mundo” em 2018. A primeira indicação de Williams foi em 1968, com “O Vale das Bonecas”. Desde então, ele venceu cinco vezes, começando por “Um Violinista no Telhado” na cerimônia de 1972. O compositor também tem um Oscar pela famosa trilha de “Guerra nas Estrelas”, conquistado em 1978. Mas não há dúvidas que sua parceria com Spielberg rendeu suas obras mais celebradas, além de três das cinco vitórias de Williams na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood – os Oscars por “Tubarão” em 1976, “E.T.: O Extraterrestre” em 1983 e “A Lista de Schindler” em 1994. “Estou muito grato à Academia por seu gentil reconhecimento e imensamente grato a Steven Spielberg por me oferecer a oportunidade de compor a trilha sonora para este filme muito especial e pessoal”, disse Williams em um comunicado sobre a nova indicação. O veterano compositor também é a pessoa viva com mais indicações ao Oscar, e só perde na contabilidade geral para Walt Disney, que recebeu 59 nomeações (e teve 22 vitórias) no total. Atualmente, Williams está trabalhando na trilha de “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”, que estreia em 29 de junho no Brasil.
Steven Spielberg se iguala a Martin Scorsese com nove indicações ao Oscar
O cineasta Steven Spielberg fez história no Oscar. Ao ser indicado ao prêmio de Melhor Direção no Oscar 2023 por seu filme autobiográfico “Os Fabelmans”, Spielberg se tornou o terceiro cineasta a ser nomeado em nove ocasiões diferentes. As outras indicações do diretor foram por “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1978), “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981), “E.T. o Extraterrestre” (1982), “A Lista de Schindler” (1993), “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), “Munique” (2005), “Lincoln” (2012) e “West Side Story” (2021). Ele venceu apenas duas vezes, por “A Lista de Schindler” e “O Resgate do Soldado Ryan”. Com isso, Spielberg (que também é o único cineasta a concorrer a prêmios em seis décadas diferentes) se igualou ao colega Martin Scorsese (“O Irlandês”), que também tem nove indicações a Melhor Direção. Ainda assim, ambos estão atrás de William Wyler (“Ben Hur”), que concorreu a incríveis 12 estatuetas e venceu três. Spielberg, entretanto, também possui 12 indicações a Melhor Filme, como produtor, e este ano ainda obteve a primeira indicação da carreira ao Oscar de Melhor Roteiro Original. “Os Fabelmans” é uma dramatização das memórias de infância e adolescência do diretor, que se inspirou em sua própria vida para contar uma história de amor pela família e pelo próprio cinema. Além da indicações para Melhor Diretor, a obra também concorre a Melhor Filme, Melhor Atriz (para Michelle Williams), Melhor Ator Coadjuvante (para Judd Hirsch), Melhor Roteiro, Melhor Design de Produção e Melhor Trilha Sonora.
Angela Bassett vira primeira atriz indicada ao Oscar pela Marvel
Angela Bassett fez história nesta terça (24/1) ao se tornar a primeira atriz ou ator a conseguir uma indicação ao Oscar por seu papel em um filme da Marvel. Ela disputa a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante por “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, ela admitiu que não contava com essa conquista histórica. “Eu certamente não pensei nisso no primeiro dia de filmagem – comecei a ouvir a possiblidade disso há apenas algumas semanas atrás”, disse Bassett sobre o potencial de estabelecer um novo padrão para os atores da Marvel. “Outros mencionaram essa realidade, mas certamente não fui eu. Sou grata pelo papel e pela oportunidade de trabalhar com artistas incríveis, equipe incrível e artesãos dos bastidores.” “Nós passamos por tanta coisa – tanto quanto você pode passar na vida juntos, com a morte de nosso rei”, acrescentou, em referência a Chadwick Boseman, intérprete do Pantera Negra que morreu antes das filmagens. “Isso realmente serviu para nos unir ainda mais.” A indicação de Bassett é apenas uma das cinco recebidas por “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, que também foi reconhecido nas categorias de Figurino, Maquiagem e Penteado, Música e Efeitos Visuais. Ainda assim, o filme não repetiu a façanha de seu antecessor de 2018. “Pantera Negra” se tornou o primeiro lançamento do Marvel Studios a receber uma indicação de Melhor Filme, entre suas sete indicações. Além disso, levou para casa três Oscars: Trilha Sonora, Figurino e Design de Produção. A grande rival da Marvel, a DC, teve maiores conquistas, graças ao personagem Coringa, que rendeu Oscars para Heath Ledger, por “Cavaleiro das Trevas” (2008), e Joaquin Phoenix, por “Coringa” (2019). Por sinal, o filme mais recente de Todd Phillips somou 11 indicações ao Oscar, mais do que qualquer outra adaptação de quadrinhos.
Com mais indicações, “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” é favorito ao Oscar?
A revelação dos indicados ao Oscar 2022 destacou uma grande vantagem para “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, filme com maior número de nomeações, citado em 11 categorias. Mas será que isso faz diferença? Nos últimos dez anos, em apenas duas ocasiões – em 2014, com “Birdman”, e 2017, com “A Forma da Água” – o longa com maior número de nomeações conquistou o Oscar de Melhor Filme. O Oscar do ano passado é emblemático para encerrar de vez a comparação entre quantidade de indicações e favoritismo. Em 2022, “Ataque dos Cães” recebeu 12 indicações, mas só conquistou uma estatueta – Melhor Direção para Jane Campion. Vale observar que a comédia sci-fi do pequeno estúdio A24 já soma 259 vitórias em premiações nos EUA e esse número pode aumentar muito, porque encontra-se indicado a outra centena de prêmios. Mas também é importante diferenciar do que se trata essa avalanche de troféus. “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” não participou de nenhum festival internacional de renome, nem mesmo de Toronto, no Canadá. E suas vitórias são quase todas premiações da crítica – que não vota no Oscar – , incluindo associações regionais de críticos, dois Globos de Ouro e cinco Critics Choice.
“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” lidera indicações ao Oscar
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA anunciou nessa terça-feira (24/1) os indicados à 95ª cerimônia do Oscar. E a sci-fi indie “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” foi a grande campeã de nomeações, sendo mencionada em 11 categorias, incluindo Melhor Filme. O filme do estúdio A24 também foi nomeado na categoria de Melhor Direção, Melhor Roteiro (ambos para Daniel Kwan & Daniel Scheinert), Melhor Atriz (para Michelle Yeoh), Melhor Ator Coadjuvante (para Ke Huy Quan, grande favorito da premiação) e duas vezes em Melhor Atriz Coadjuvante (para Jamie Lee Curtis e Stephanie Hsu). A produção alemã “Nada de Novo no Front” e a comédia irlandesa “Os Banshees de Inisherin”, também se destacaram com nove indicações, seguidas pela cinebiografia “Elvis”, com oito, e o drama autobiográfico “Os Fabelmans”, de Steven Spielberg, mencionado em sete categorias. Além destes, a disputa pelo prêmio de Melhor Filme ainda conta com “Avatar: O Caminho da Água”, “Tár”, “Top Gun: Maverick”, “Triângulo da Tristeza” e “Entre Mulheres”. Nas categorias de atuação, Austin Butler (“Elvis”), Colin Farrell (“Os Banshees de Inisherin”), Brendan Fraser (“A Baleia”), Paul Mescal (“Aftersun”) e Bill Nighy (“Living”) disputam o prêmio de Melhor Ator. E Cate Blanchett (“Tár”), Ana de Armas (“Blonde”), Andrea Riseborough (“To Leslie”) e Michelle Williams (“Os Fabelmans”) concorrem ao lado de Michelle Yeoh pelo troféu de Melhor Atriz. A cerimônia do Oscar vai acontecer em 12 de março no Dolby Theatre, em Los Angeles, EUA, com apresentação de Jimmy Kimmel. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Melhor Filme “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Os Banshees de Inisherin” “Elvis” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” “Tár” “Top Gun: Maverick” “Triângulo da Tristeza” “Entre Mulheres” Melhor Direção Martin McDonagh, por “Os Banshees de Inisherin” Daniel Kwan & Daniel Scheinert, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Steven Spielberg, por “Os Fabelmans” Todd Field, por “Tár” Rubem Östlund, por “Triângulo da Tristeza” Melhor Atriz Cate Blanchett, por “Tár” Ana de Armas, por “Blonde” Andrea Riseborough, por “To Leslie” Michelle Williams, por “Os Fabelmans” Michelle Yeoh, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Austin Butler, por “Elvis” Colin Farrell, por “Os Banshees de Inisherin” Brendan Fraser, por “A Baleia” Paul Mescal, por “Aftersun” Bill Nighy, por “Living” Melhor Atriz Coadjuvante Angela Bassett, por “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” Hong Chau, por “A Baleia” Kerry Condon, por “Os Banshees of Inisherin” Jamie Lee Curtis, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Stephanie Hsu, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Coadjuvante Brendan Gleeson, por “Os Banshees de Inishering” Brian Tyree Henry, em “Passagem” Judd Hirsch, em “Os Fabelmans” Berry Keoghan, por “Os Banshees de Inisherin” Ke Huy Quan, por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Roteiro Adaptado “Nada de Novo no Front” “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” “Living” “Top Gun: Maverick” “Entre Mulheres” Melhor Roteiro Original “Os Banshees de Inisherin” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” “Tár” “Triângulo da Tristeza” Melhor Fotografia “Nada de Novo no Front” “Bardo: Falsa Crônica de Algumas Verdades” “Elvis” “Império da Luz” “Tár” Melhor Edição “Os Banshees de Inisherin” “Elvis” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Tár” “Top Gun: Maverick” Melhor Design de Produção “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Babilônia” “Elvis” “Os Fabelmans” Melhor Figurino “Babilônia” “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” “Elvis” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Sra. Harris Vai a Paris” Maquiagem e Penteado “Nada de Novo no Front” “Batman” “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” “Elvis” “A Baleia” Efeitos Visuais “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Batman” “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” “Top Gun: Maverick” Melhor Som “Nada de Novo no Front” “Avatar: O Caminho da Água” “Batman” “Elvis” “Top Gun: Maverick” Melhor Trilha Sonora “Nada de Novo no Front” “Babilônia” “Os Banshees de Inisherin” “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” “Os Fabelmans” Canção Original Sofia Carson – “Applause” (de “Tell it Like a Woman”) Lady Gaga – “Hold My Hand” (de “Top Gun: Maverick”) Rihanna – “Lift Me Up” (de “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre”) M.M. Keeravaani – “Naatu Naatu” (de “RRR”) Son Lux – “This is a Life” (de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”) Melhor Filme Internacional “Nada de Novo no Front” (Alemanha) “Argentina, 1985” (Argentina) “Close” (Bélgica) “EO” (Polônia) “The Quiet Girl” (Irlanda) Melhor Animação “Pinóquio de Guillermo Del Toro” “Marcel the Shell with Shoes On” “Gato de Botas 2: O Último Pedido” “A Fera do Mar” “Red – Crescer é uma Fera” Melhor Documentário “All That Breathes” “All The Beauty and the Bloodshed” “Fire of Love” “A House Made of Splinters” “Navalny” Melhor Curta-Metragem “An Irish Goodbye” “Ivalu” “Le Pupille” “Night Ride” “The Red Suitcase” Melhor Curta de Animação “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” “The Flying Sailor” “Ice Merchants” “My Year of Dicks” “An Ostrich Told Me the World is Fake and I Think I Believe It” Melhor Documentário de Curta-Metragem “The Elephant Whisperers” “Haulout” “How do You Measure a Year?” “The Martha Mitchell Effect” “Stranger at the Gate”
Com 3 horas, Jogo da Discórdia do “BBB 23” vira Prova de Resistência
O Jogo da Discórdia da noite de segunda (24/1) no “BBB 23” durou cerca de 3 horas. Começou durante o programa ao vivo na Globo e terminou após as 2h da manhã na Globoplay. Foi tão longo que a TV aberta não exibiu nem metade das discussões. A transmissão foi interrompida e um resumo será exibido na edição desta terça, antes da primeira eliminação. Tadeu Schmidt acompanhou os brothers durante toda a dinâmica, fazendo intervenções até depois da transição para ao vivo da Globoplay. Hablaram tanto, que o apresentador brincou, numa postagem em seu Instagram, que estava preparado para continuar até o amanhecer. O público repercutiu a longa duração nas redes sociais, comparando a Discórdia numa Prova de Resistência. Por volta das 2h30, Tadeu compartilhou um stories contando que estava finalmente deixando os Estúdios Globo. E brincou: “Saindo aqui do estúdio… Imagina a vontade que eu tô de fazer xixi!” Ao final dos confrontos, o placar da Discórdia ficou assim: Quem mais recebeu bombas: Gabriel (10), Marília (8), Nicácio (7) e MC Guimê (6) Quem não foi citado no “juntos na final”: Gabriel Santana e Marília Quem mais foi votado no “juntos na final”: Key Alves e Sarah Aline Conforme anunciado no início da dinâmica, por serem as que mais receberam as plaquinhas positivas, Key e Sarah ganharam 300 estalecas cada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tadeu Schmidt (@tadeuschmidt) Mds jogo da discórdia nesse começo de bbb parece uma prova de resistência — Thata♏💖 (@Nevesthata17) January 24, 2023 Jogo da Discórdia ou Prova de Resistência? meu deus, não acaba nunca? #BBB23 — ﹫Fael! #BBB23 (@Raphael2K23) January 24, 2023












