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  • Série

    Trailer de “Star Trek: Strange New Worlds” inclui versão live-action de “Lower Decks”

    24 de maio de 2023 /

    A Paramount+ divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Strange New Worlds”, que destaca cenas de ação, aventuras espaciais e curiosidades, como o primeiro encontro entre as versões jovens do Capitão Kirk e Uhura, o relacionamento romântico entre Spock e a enfermeira Chapel, e o crossover mais inusitado da franquia, com a série animada “Star Trek: Lower Decks”. A prévia mostra as versões live-action dos personagens da animação a bordo da Enterprise, interpretadas por seus dubladores originais, Tawny Newsome (“Space Force”) e Jack Quaid (“The Boys”). Renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, a produção acompanha as aventuras do Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn) a bordo da nave Enterprise. Esta é a primeira série protagonizada pelos personagens, que tiveram grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Mas eles deveriam ter protagonizado “Star Trek” desde o começo. O trio integrava o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Até que, em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Um detalhe curioso é que a série também introduz versões mais jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966), da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966) e do próprio Capitão Kirk (eternizado por William Shatner nos anos 1960), interpretados respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”), Jess Bush (“Playing for Keeps”) e Paul Wesley (“The Vampire Diaries”). Ainda há Babs Olusanmokun (“Black Mirror”) no papel do Dr. M’Benga, oficial médico que apareceu em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, e uma novidade curiosa: Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”) como uma descendente do famoso vilão Khan entre as personagens inéditas da produção. A série foi desenvolvida por Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). A estreia dos novos episódio está marcada para 15 de junho.

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  • Série

    Roda do Tempo: 2ª temporada ganha imagens e data de estreia

    24 de maio de 2023 /

    A Amazon Prime Video divulgou as primeiras imagens e a data de lançamento da 2ª temporada de “Roda do Tempo”, série de fantasia estrelada por Rosamund Pike (“Garota Exemplar”). A 1ª temporada, com oito episódios, estreou em 2021 com muitas batalhas, monstros e diversos efeitos visuais. Adaptação de uma saga best-seller de Robert Jordan, “A Roda do Tempo” segue a feiticeira Moiraine (Pike), integrante de uma poderosa organização mágica conhecida como Aes Sedai, que parte numa aventura com cinco jovens escolhidos, testando profecias que podem salvar ou destruir a humanidad, incluindo um humilde fazendeiro, Rand al’Thor (Josha Stradowski, de “Instinto”), que descobre que é o Dragão Renascido – uma figura perigosa da história destinada a salvar o mundo… ou destrui-lo. O elenco também conta com Álvaro Morte (“La Casa de Papel”), Sophie Okonedo (“Flack”), Michael McElhatton (“Game of Thrones”), Zoë Robins (“Power Rangers Ninja Steel”), Barney Harris (“Clique”), Madeleine Madden (“Tidelands”), Kae Alexander (“Krypton”) e muitos outros. A 2ª temporada estreia em 1 de setembro. #TheWheelOfTime Season 2 arrives September 1. pic.twitter.com/ENs6ef6SQC — Prime Video (@PrimeVideo) May 24, 2023

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  • Série

    Amazon encomenda adaptação de quadrinhos com astro de “Havaí Cinco-0”

    24 de maio de 2023 /

    A Amazon Prime Video encomendou a produção da série “Butterfly”, adaptação dos quadrinhos de mesmo nome criados por Arash Amel, que será estrelada por Daniel Dae Kim (“Lost”, “Havaí Cinco-0”). O thriller de seis episódios é um suspense que explora as dinâmicas familiares no mundo da espionagem. O enredo gira em torno de David Jung, um ex-agente da inteligência dos Estados Unidos que mora na Coreia do Sul e vê sua vida virar de cabeça para baixo quando as consequências de uma decisão de seu passado voltam para assombrá-lo, e ele se vê perseguido por uma jovem agente sociopata e letal designada para matá-lo. O produtor-roteirista Ken Woodruff (“O Mentalista”, “Gotham”) será o showrunner e é creditado como co-criador da série junto com o novato Steph Cha. “Butterfly” contará ainda com produção executiva de Daniel Dae Kim e do autor dos quadrinhos, Arash Amel, que tem carreira em Hollywood como roteirista de filmes como “Grace de Mônano” (2014) e “Uma Guerra Pessoal” (2018), e como produtor de “Zona de Combate” (2021) na Netflix. O projeto de “Butterfly”, começou a ser desenvolvido em fevereiro na Amazon, através de um acordo de prioridade com o serviço de streaming. A rápida encomenda ocorreu em meio a supostas pressões para Nick Pepper, diretor do setor de séries da Amazon nos Estados Unidos, entregar resultados em meio a um período oneroso de expansão. O executivo também tem acelerado o processo de produção do projeto de Nic Pizzolatto (“True Detective”), que inicialmente era uma ideia original, mas foi transformado em uma reinvenção televisiva do clássico cinematográfico “Sete Homens e um Destino” (2016). A imprensa americana ainda afirma que a Amazon também está formalizando pedidos de série para outros projetos, que devem ser anunciados nas próximas semanas.

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  • Série

    Paramount+ renova “A Família Stallone” para 2ª temporada

    24 de maio de 2023 /

    “A Família Stallone” foi renovada para a 2ª temporada pela Paramount+. O reality mostra os bastidores do convívio entre o astro Sylvester Stallone (o Rocky) e seus familiares, mostrando sua rotina como um simples pai de família. A renovação foi anunciada apenas uma semana após a estreia da série, no dia 17 de maio, quando bateu recordes de audiência no streaming, tornando-se a estreia mais bem-sucedida de um reality na Paramount+ – de acordo com a própria plataforma. Apesar disso, a empresa não informou números. O programa segue a linha de outros realities que mostram a rotina de celebridades no ambiente familiar. Com oito episódios, a série mostra o cotidiano de Stallone, sua esposa Jennifer Flavin Stallone e suas filhas, Sophia, Sistine e Scarlet. A 1ª temporada abordou o quase divórcio de Sylvester e Jennifer, que são casados desde 1997, e mostrou as filhas lidando com os dramas de seus respectivos relacionamentos amorosos. A produção apresenta Jennifer Flavin Stallone como uma “empreendedora astuta e co-proprietária da marca de bem-estar Serious Skin Care”. Já a primogênita Sophia declara que não tem interesse em seguir os passos de seu pai, embora coapresente um podcast, intitulado “Unwaxed”, ao lado de Sistine. Sistine Stallone é uma atriz e modelo e está atualmente em fase de desenvolvimento de seu primeiro longa-metragem. E a filha mais jovem, Scarlet, está se mudando para seu próprio apartamento na faculdade. Desde criança, ela tem se dedicado a trilhar os mesmos passos de seu pai e se tornar uma atriz, e agora está atuando ao lado de Stallone em “Tulsa King”. “A Família Stallone” é produzida pelos estúdios de entretenimento da MTV, com Benjamin Hurvitz (“The Little Couple”) e Nadim Amiry (“Brew Dogs”) como produtores executivos. Os episódios são disponibilizados todas as quartas na Paramount+ e ainda não há previsão de estreia para a 2ª temporada.

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  • Etc

    Bill Lee, pai e compositor dos filmes de Spike Lee, morre aos 94 anos

    24 de maio de 2023 /

    O compositor e baixista de jazz Bill Lee, pai de Spike Lee, faleceu nesta quarta (24/5) em Nova York, aos 94 anos. Bill compôs as trilhas sonoras dos filmes do diretor antes de uma briga entre eles encerrar a parceria profissional. O vencedor do Oscar confirmou a informação em seu Instagram, compartilhando um link para o obituário dele no jornal americano New York Times. Bill Lee gravou participações em mais de 250 álbuns e trabalhou com astros como Bob Dylan, Aretha Franklin, Duke Ellington, Simon & Garfunkel e Harry Belafonte. Entre as trilhas que ele fez para o filho, incluem-se “Ela Quer Tudo” (1986) e o sucesso “Faça a Coisa Certa” (1989). Mas logo após “Mais e Melhores Blues” (1990), o desentendimento entre pai e filho interrompeu a relação profissional. Em 1992, Spike Lee revelou à revista Esquire que eles “não podiam mais colaborar juntos” e mencionou ter dificuldades em se entender com a segunda esposa do pai, Maria. A primeira esposa, Jacquelyn (a mãe de Spike), faleceu em 1976. Meses antes, Bill foi preso por posse de heroína e solicitou um empréstimo ao filho, mas Spike recusou. Por conta disso, Bill afirmou que não possuía mais nenhum vínculo com seu filho. “Não nos falamos há dois anos”, disse. O músico ainda comentou que se sentia grato por ter sido preso. “Isso me despertou. Entorpecentes não faziam parte da minha vida até que eu completasse 40 anos”, revelou. “As pessoas lembram de você pelo trabalho que você realiza”, acrescentou. Segundo Spike Lee, seu filme “Uma Família de Pernas pro Ar” (1994) era “muito, muito, muito vagamente baseado” em sua infância ao lado de seu pai. Seus irmãos Cinqué e Joie, que trabalharam juntos na série “Ela quer Tudo” (2017) contribuíram com o roteiro daquele filme, estrelado por Alfre Woodard (“Annabelle”) e Delroy Lindo (“O Núcleo: Missão ao Centro da Terra”) como pais de cinco filhos no Brooklyn, Nova York, em 1973. Quando o pai perde seu emprego, suas vidas se tornam complicadas. Em 2009, Spike e Bill se encontraram publicamente em uma exibição comemorativa de 20 anos do filme “Faça a Coisa Certa” no New York City’s Directors Guild of America Theater, na cidade de Nova York, onde chegaram a posar juntos no tapete vermelho. Eles se reuniram novamente para um evento de comemoração do 25º aniversário do filme, realizado no Teatro Harvey da Academia de Música do Brooklyn em 2014. Spike Lee publicou uma homenagem ao pai no Instagram, ao lado de uma foto dos anos 1960, em que ele aparece ao lado de Bob Dylan. “Meu pai, Bill Lee, tocou baixo na música clássica de Bob Dylan, ‘It’s All Over Now, Baby Blue’, em seu álbum ‘Bringing It All Home’. Esta manhã, 24 de maio, meu pai fez sua transição. Hoje também é a data de nascimento de Bob Dylan. Hoje também é a data de nascimento de Jackson Lewis Lee, que é meu filho e de Tonya Lewis Lee, irmão de Satchel Lee e neto do papai. Também devo dar amor à nossa irmã Tina Turner, que nos deixou hoje em 24 de maio de 2023. Meu Deus. Que dia. A família Lee agradece a todos por suas sinceras condolências”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee)

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  • Filme

    Kristen Stewart e Elle Fanning vão estrelar novo filme de Karim Aïnouz

    24 de maio de 2023 /

    Kristen Stewart (“Spencer”), Elle Fanning (“The Great”) e Josh O’Connor (“The Crown”) foram anunciados como protagonistas de “Rosebushpruning”, o próximo longa do diretor brasileiro Karim Aïnouz (“A Vida Invisível”). A trama será uma releitura do drama psicológico clássico “De Punhos Cerrados” (1965), do diretor italiano Marco Bellochio. A nova versão será escrita pelo roteirista grego Efthimis Filippou (“Piedade”). Aïnouz anunciou o longa durante o Festival de Cannes, explicando a importância do filme original. Ele apontou que a obra de Bellochio teve um grande impacto no cinema italiano e na narrativa da época. “Estou animado por colaborar com Efthimis Filippou para revisitar este trabalho icônico para criar uma parábola contemporânea sobre a morte da família patriarcal tradicional – que espero que seja tocante e provocativa em medidas iguais”, declarou. “Rosebushpruning” é descrito como uma sátira sombria que aborda valores familiares e sociais. A trama gira em torno de um jovem que sofre de epilepsia e planeja os assassinatos de sua família disfuncional. Combinando elementos psicológicos e crítica social, o filme será a segunda obra em inglês do cineasta brasileiro. Ainouz está em Cannes para acompanhar a première de “Firebrand”, seu primeiro filme falado em inglês e com um elenco internacional, encabeçado por Alicia Vikander (“Tomb Raider: A Origem”) e Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”). Em 2019, o diretor brasileiro foi vencedor da mostra Um Certo Olhar, em Cannes, pelo filme “A Vida Invisível”. As filmagens de “Rosebushpruning” estão programadas para o próximo ano. Até o momento, Stewart, Fanning e O’Connor são os únicos nomes confirmados no elenco.

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  • Filme

    Margot Robbie encerra sigilo e revela história de “Barbie”

    24 de maio de 2023 /

    O aguardado filme live-action de “Barbie”, dirigido por Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”), tem gerado altas expetativas entre o público. Embora esteja perto de chegar aos cinemas, sua história vinha sendo mantida em sigilo para aumentar ainda mais a curiosidade dos espectadores. Até que a interprete da boneca, Margot Robbie, decidiu contar tudo numa entrevista para a revista Vogue, publicada nesta quarta (24/5). Segundo a atriz, a trajetória da personagem no filme é sobre entender sua própria moralidade, o que a faz fugir para a realidade do mundo humano. “Você sabe como você tem uma voz em sua cabeça o tempo todo?” diz Robbie, mencionando o superego, também chamado de consciência. “Essa mulher, ela não tem aquela voz na cabeça”. Na entrevista, Robbie contou que Barbie deixa sua bela vila porque começa a se perguntar sobre sua própria mortalidade. Depois de apresentar suas dúvidas e preocupações para as amigas, ela começa a se comportar menos como boneca, o que faz com que todos ao seu redor a olhem como se ela não fosse normal. Então, ela decide se aventurar fora do mundo Barbie, presumivelmente para obter respostas. Mas Ken (Ryan Gosling) entra furtivamente em seu carro para acompanhá-la. Durante suas aventuras no mundo humano, Barbie terá que aprender como as pessoas realmente morrem, e como o estilo de vida a que ela estava acostumada em sua casa habitada por bonecas não é nada parecido com as coisas pelas quais as pessoas comuns passam todos os dias. Ela ainda cruza com um alto executivo de uma empresa de brinquedos, interpretado por Will Ferrell. Atuando também como produtora do longa, Robbie explicou o processo de criar camadas para a personagem, incluindo sua sexualidade. “Ela é uma boneca de plástico. Ela não tem órgãos. Se ela não tem órgãos, ela não tem órgãos reprodutivos. Se ela não tivesse órgãos reprodutivos, ela sentiria desejo sexual? Não, acho que ela não conseguiria”, refletiu. “Ela é sexualizada. Mas ela nunca deve ser sexy. As pessoas podem projetar sexo nela”, explica a atriz. “Sim, ela pode usar saia curta, mas porque é divertido e rosa. Não porque ela queria que você veja a bunda dela”. O longa deve se aprofundar nesses e outros debates sobre a personagem. E Robbie diz que, por mais que quisesse honrar o legado da boneca da Mattel, foi preciso reconhecer que há muitas pessoas que criticam o estereótipo que ela carrega. “Eles odeiam ativamente a Barbie. E tem um problema sério com a Barbie. Precisávamos encontrar uma maneira de reconhecer isso”, revelou. Em outra entrevista recente, a atriz confessou ter duvidado que o filme realmente saísse do papel. “A primeira vez que li o roteiro de ‘Barbie’, minha reação foi dizer: ‘nossa, isso é tão bom, pena que nunca vai acontecer, porque os produtores de Hollywood nunca vão nos deixar fazer um filme assim, mas eles deixaram!”. O grandioso elenco do filme também inclui Ryan Gosling (“Blade Runner 2049”), Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”), Helen Mirren (“A Rainha”), Simu Liu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), Alexandra Shipp (“X-Men: Fênix Negra”), Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”), Emma Mackey (“Sex Education”), Michael Cera (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”), Hari Nef (“País da Violência”), Nicola Coughlan (“Bridgerton”), Emerald Fennell (“The Crown”), Issa Rae (“Insecure”), Ncuti Gatwa (“Sex Education”), Ritu Arya (“The Umbrella Academy”) e até a cantora Dua Lipa. A estreia está marcada para 20 de julho nos cinemas brasileiros, um dia antes de seu lançamento nos EUA. Confira abaixo o trailer da atração.

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  • Série

    Heartstopper: Netflix revela primeiras imagens da 2ª temporada

    24 de maio de 2023 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada de “Heartstopper”, baseada nas graphic novels homônimas de Alice Oseman. A 2ª temporada será baseada no terceiro livro e foca no amadurecimento do relacionamento entre Nick e Charlie, interpretados respectivamente por Kit Connor e Joe Locke. Na trama, os estudantes da série estão próximos da formatura, viajam para Paris e percebem que têm muito a conciliar nessa nova fase da vida, do amor e da amizade. O enredo também se aprofundará o transtorno alimentar de Charlie e mostrará como ele lida com o bullying e a homofobia. Além disso, outros personagens vão ter destaque. Entre eles, Imogen, interpretada por Rhea Norwood (“Consent”), que passará a cuidar mais de si mesma e a impor-se mais diante dos meninos. Elle, vivida por Yasmin Finney (“Mars”), se mostrará mais confiante, rodeando-se de pessoas que a colocam para cima. David Nelson (Jack Barton, de “Chronic”), o irmão homofóbico de Nick, também aparecerá nesta temporada. A temporada apresenta ainda novos personagens, como a Sahar e o Professor Farouk, que serão interpretados, respectivamente, pela estreante Leila Khan e por Nima Taleghani (“Femme”), sem esquecer um aluno novo chamado James McEwan, vivido pelo estreante Bradley Riches. “Prosseguir com a narrativa de Nick, Charlie e o restante da turma de ‘Heartstopper’ na 2ª temporada tem sido um privilégio absoluto”, afirmou o produtor executivo Patrick Walkers (“A Serpente de Essex”). “Alice Oseman e eu tivemos a oportunidade de testemunhar a evolução das performances dos atores em todos os aspectos, e esta temporada é tão emocionante devido ao trabalho incrível deles. Prepare-se!”, concluiu. Escrita e criada por Oseman, com direção de Euros Lynn (“Armadilha Mortal”), a série retorna no dia 3 de agosto e sua 3ª temporada já está confirmada. CONTANDO OS DIAS PRA PARIS!!!!! A 2ª temporada de Heartstopper estreia dia 3 de agosto. 🍂 pic.twitter.com/XKoONlUqAX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 24, 2023

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  • Etc

    Usuários da Netflix cancelam assinaturas e denunciam novas cobranças ao Procon

    24 de maio de 2023 /

    Os usuários ficaram furiosos com a decisão da Netflix, que passou a cobrar taxas extras pelo compartilhamento de senhas. Nas redes sociais, os assinantes publicaram reclamações e até ameaçaram deletar seus perfis. No Twitter, a hashtag “Cancelei” entrou para os assuntos mais comentados nesta quarta-feira (24/5). Dentre as postagens, os internautas afirmam ter acionado o Código do Consumidor e registrado reclamações no Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon). “A Netflix anunciou ontem que vai cobrar um adicional de R$ 12,90 por mês de usuários que compartilham suas senhas da plataforma com outras pessoas fora de sua residência. Mas a cobrança não pode ser feita porque é abusiva. Por isso, registrei uma reclamação no Procon Recife”, afirmou um usuário. Na mesma postagem, o internauta compartilhou a reclamação aberta no Procon, na qual disse que a cobrança “desconsidera o Código Civil brasileiro (art. 70 e art. 71) e o Código de Defesa do Consumidor (art. 51)”. Ele ainda ressaltou que a taxa é “manifestamente excessiva, conforme o art. 39 do Código de Defesa do Consumidor)”. Além da hashtag, o termo “R$ 12,90” disparou na rede social após reclamações sobre a taxa considerada abusiva. Os internautas apontaram que a nova cobrança pode ser denunciada por “venda casada”, quando a compra de um produto ou serviço é condicionada pela aquisição de outro. “Cancelei o plano da Netflix que tive desde 2016. Eu só assinava por conta da minha família (que mora a cerca de 100 km de distância). Meus sobrinhos adoram ver desenhos, mas fica impossível pagar isso. O Brasil é o segundo país com maior número de assinantes e espero que percam tudo”, afirmou um perfil. Por conta da repercussão, o Procon-SP notificou a empresa para prestar esclarecimentos aos assinantes. Segundo o órgão, a Netflix precisa explicar se está adotando um novo critério de cobrança e como funcionará este eventual sistema. A notificação também pretende analisar eventuais infrações. Em nota, o Procon-SP pediu que os usuários notificados pela Netflix registrem queixas formais no site, caso entendam que a cobrança seja irregular e indevida. “Somente com a comprovação das mudanças e a formalização das reclamações será possível avaliar se a nova forma de cobrança pelo acesso ou a tecnologia utilizada para controle têm amparo legal no Código de Defesa do Consumidor”, explicou Rodrigo Tritapepe, diretor de Atendimento e Orientação do Procon-SP. A Netflix anunciou ontem que vai cobrar um adicional de R$ 12,90 por mês de usuários que compartilham suas senhas da plataforma com outras pessoas fora de sua residência. Mas a cobrança não pode ser feita pq é abusivia. Por isso, registrei uma reclamação no Procon Recife. pic.twitter.com/049YNeIDpW — Marcelo Aprígio (@marceloaprigio_) May 24, 2023 Já que a @NetflixBrasil quer lucrar ainda mais em uma venda pela qual já lucra mais do que devia, quero entender o que de fato estamos comprando com essa cobrança SURREAL de R$12,90 por perfil. Acionando o @proconspoficial pra entender o por quê de esta conta sair tão CARA. pic.twitter.com/uOy6x6sYrv — DIAMANTE (@diamantedetona) May 23, 2023 Netflix cobrando taxa extra de R$12,90 por compartilhamento de senha Eu automaticamente: pic.twitter.com/ZeCmqkvl1G — Alber Junior (@AlbeJuniior) May 24, 2023 Vou pagar R$12,90 adicional sim kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk IPTV NA VEIA 🥰😍❤️ https://t.co/mSiddyyJn5 pic.twitter.com/Cmu5wqpL5P — Papos (@paposfut) May 24, 2023 Vou pagar R$12,90 adicional sim kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk IPTV NA VEIA 🥰😍❤️ https://t.co/mSiddyyJn5 pic.twitter.com/Cmu5wqpL5P — Papos (@paposfut) May 24, 2023 Sobre essa treta da Netflix cobrar R$12,90, tao achando q aqui e mangue é? pic.twitter.com/7tMsXZnSB8 — enzinhoshow (@enzocrescido) May 24, 2023 Pedi divórcio. Cancelei. Não pago 12,90 se já pago 40 por mês. https://t.co/pRNVNzfhFk — Fabiana Murray (@fabianamurray) May 24, 2023 cancelei o plano da @netflix que tive desde 2016, eu só assinava por conta da minha família (que mora cerca de 100km de distância) meus sobrinhos adoram ver desenhos mas fica impossível pagar isso, o brasil é o segundo país com maior número de assinantes e espero que percam tudo pic.twitter.com/pDBMxL6w5z — gi (@tricalleri) May 24, 2023 Eu cancelei pq além de ser a mais cara é a que eu menos vejo, praticamente nunca, e tô junto com a galera em todo tipo de luta que for contra essa capitalismo idiota que vivemos. https://t.co/23ptaqtAuj — Aquele que estala as pessoa 🤬🌚🚩🏳️‍🌈 (@V1niciusNunes) May 24, 2023 Sou assinante da @NetflixBrasil a mais de 10 anos. Nunca cancelei minha assinatura desde lá, mas hoje após o anúncio das medidas novas estou cancelando e incentivo todo mundo a fazer o mesmo após essa cobrança extra 12,90 @Netflix_BR pic.twitter.com/wjn5JBT75T — Argeu (@argeualcantara) May 23, 2023 cancelei a netflix e ela jurou que vai ter próxima vez kkkkkkkkk pic.twitter.com/BjRBvQOohz — . (@xpogueslife) May 24, 2023

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    Mick Jagger, Viola Davis e mais artistas homenageiam Tina Turner: “Vida longa à rainha”

    24 de maio de 2023 /

    Nesta quarta-feira (24/5), o mundo da música recebeu com tristeza a notícia da morte de Tina Turner, a icônica Rainha do Rock’n’Roll. A cantora faleceu pacificamente em sua casa na Suíça, aos 83 anos, e fãs e artistas que a admiravam não demoraram a prestar seus tributos à cantora. Amplamente reconhecida por suas contribuições para o rock, a influência de Tina se estende por gerações e pelo mundo. Até a cantora brasileira Aline Wirley se manifestou. “Uma das maiores inspirações da minha vida”, escreveu a ex-BBB em reação à notícia da morte. A atriz Angela Bassett (“Wakanda Para Sempre”), que chegou a ser indicada ao Oscar ao interpretar a cantora na cinebiografia “Tina – A Verdadeira História de Tina Turner” (1993), ressaltou a coragem da artista em compartilhar sua história dolorosa, de abusos do ex-marido, e sua determinação em abrir espaço no cenário do rock não apenas para si mesma, mas também para outras artistas como ela. “Tenho a honra de ter conhecido Tina Turner. Sinto-me honrada por ter ajudado a mostrá-la ao mundo. Então, hoje, enquanto lamentamos a perda dessa voz e presença icônicas, ela nos deu mais do que poderíamos ter pedido. Ela nos deu todo o seu ser. E Tina Turner é um presente que sempre será ‘simplesmente a melhor’. Anjos, cantem para o teu descanso… Rainha”, escreveu no Instagram. Bassett ainda revelou as palavras finais que Tina lhe disse: “Você nunca me imitou. Em vez disso, você mergulhou fundo em sua própria alma, encontrou sua Tina interior e a mostrou ao mundo”. A cantora Diana Ross, compartilhou uma foto ao lado de Tina e expressou sua frustração com a notícia. No breve comentário, ela enviou condolências à família e aos entes queridos da cantora. Já a atriz Viola Davis (“A Mulher Rei”) descreveu Tina como “brilhante” e “um sobrevivente”, lembrando-a como o primeiro símbolo de excelência e liberdade sexual. “Iconica. Linda. Brilhante. Uma sobrevivente. Nosso primeiro símbolo de excelência e liberdade incontrolável da sexualidade!! Você foi minha infância. Oh, cara!!! Deus está recebendo um anjo hoje!!! Descanse bem, Rainha Tina Turner. Vamos nos banhar em seu legado!!!”, escreveu em uma publicação no Instagram com uma foto da cantora. No Twitter, o cantor Mick Jagger publicou algumas imagens da cantora e agradeceu ao apoio da amiga. “Estou tão triste com a morte da minha maravilhosa amiga Tina Turner. Ela era realmente uma artista e cantora extremamente talentosa. Ela era inspiradora, calorosa, engraçada e generosa. Ela me ajudou muito quando eu era jovem e nunca vou esquecê-la”, disse. Celebrando a força de Tina, o ator Forest Whitaker (“Godfather of Harlem”) pediu para as pessoas refletirem sobre a resiliência da cantora, para encontrar grandeza mesmo nos momentos mais sombrios. “Tina Turner era um ícone, a quem amamos por sua voz, dança e espírito”, escreveu no Twitter. “Obrigado por compartilhar seus dons conosco, Tina. Você é simplesmente a melhor”. A cantora Gloria Gaynor reconheceu o papel revolucionário de Tina para outras mulheres na música. “Estou muito, muito triste ao saber da morte de Tina Turner, a lenda icônica que abriu o caminho para tantas mulheres no rock, negras e brancas. Ela fez com grande dignidade e sucesso o que poucos teriam ousado fazer em seu tempo e nesse gênero de música”, homenageou no Twitter. Já o jogador Magic Johnson compartilhou uma foto ao lado de Turner e Elizabeth Taylor, descrevendo-a como uma de suas artistas favoritas de todos os tempos. “Descanse em paz para uma das minhas artistas favoritas de todos os tempos, a lendária rainha do rock’n’roll Tina Turner. Eu a vi muitas e muitas vezes e, sem dúvida, ela deu um dos melhores shows ao vivo que eu já vi. Ela sempre deu a você o valor do seu dinheiro”, escreveu. A cantora Ciara também agradeceu a Turner pela inspiração que ela trouxe a todos. “Descanse no paraíso Tina Turner”, escreveu no Twitter. E a atriz Rita Wilson (“O Pior Vizinho do Mundo”) enfatizou que sua arte permanece viva. “Essa mulher elevou tudo. Talento. Alegria. Graça. Classe. Que lenda em todos os sentidos”, colocou na legenda de uma publicação no Instagram. “Sua música continua viva. Suas lições continuam vivas. Seu exemplo continua vivo. Orações ao seu marido e família. Que Deus abençoe, Tina. Que sua memória seja eterna”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Angela Bassett (@im.angelabassett) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por VIOLA DAVIS (@violadavis) I’m so saddened by the passing of my wonderful friend Tina Turner.She was truly an enormously talented performer and singer. She was inspiring, warm, funny and generous. She helped me so much when I was young and I will never forget her. pic.twitter.com/TkG5VrdxXO — Mick Jagger (@MickJagger) May 24, 2023 Tina Turner was an icon, whom we loved for her voice, her dancing, and her spirit. As we honor her, let’s also reflect on her resilience, and think about all the greatness that can follow our darkest days. Thank you for sharing your gifts with us, Tina. You’re simply the best. pic.twitter.com/CZyaItp4Cb — Forest Whitaker (@ForestWhitaker) May 24, 2023 Shocked. Saddened. Sending condolences to Tina Turner’s family and loved ones. pic.twitter.com/FGlQfjxaGh — Ms. Ross (@DianaRoss) May 24, 2023 I am so, so very sad to hear of the passing of @TinaTurner, the iconic legend who paved the way for so many women in rock music, black and white. She did with great dignity & success what very few would even have dared to do in her time and in that genre of music 🕊 #TinaTurner pic.twitter.com/HrcJj7PltI — Gloria Gaynor (@gloriagaynor) May 24, 2023 Rest in peace to one of my favorite artists of all time, the legendary queen of rock n’ roll Tina Turner. I’ve seen her many many times and hands down, she gave one of the best live shows I’ve ever seen. She always gave you your moneys worth. pic.twitter.com/VqlTjy1LUR — Earvin Magic Johnson (@MagicJohnson) May 24, 2023 Heaven has gained an angel. Rest in Paradise Tina Turner.Thank you for the inspiration you gave us all. pic.twitter.com/JMxa9kBsmF — Ciara (@ciara) May 24, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rita Wilson (@ritawilson)

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  • Filme,  Música

    Wes Anderson elogia Seu Jorge e revela: “Eu vou nos shows dele”

    24 de maio de 2023 /

    Durante o Festival de Cannes, o consagrado diretor Wes Anderson rasgou elogios para o ator e cantor brasileiro Seu Jorge, que participa de seu novo filme “Asteroid City”. Embora o brasileiro não tenha comparecido ao evento, Anderson não deixou de destacar sua aparição no longa e exaltou seu talento carismático. Amigos fora das telas, os dois já tinham trabalhado juntos no longa “A Vida Marinha com Steve Zissou” (2004). Com o lançamento de “Asteroid City” no festival, o diretor comentou sobre a participação de Seu Jorge durante a entrevista coletiva do filme. “Ele é alguém que eu amo. Eu o vi em ‘Cidade de Deus’ antes de a gente filmar ‘A Vida Marinha com Steve Zissou’. A gente o contatou e ele disse que aceitaria trabalhar no filme e veio para a Itália. Ele é uma pessoa extremamente carismática, simpática”, declarou. Na época em que atuou em “A Vida Marinha com Steve Zissou”, Seu Jorge ainda criou versões acústicas em português para hits de David Bowie. Mas em vez de apenas traduzir as letras, o cantor criou novas interpretações. “Eu não sabia que ele tinha reinventado as músicas do Bowie. E isso foi totalmente algo que partiu dele. Ele nem sabia a maioria das canções e fez as versões dele. […] Durante o processo, eu entendi que ele estava fazendo novas versões porque realmente achei que ele estava só traduzindo. E ele não estava”, contou, elogiando o resultado. O diretor revelou que sua admiração por Seu Jorge fez com que os dois mantivessem uma relação de amizade. “A gente mantém contato. Eu vou aos shows dele. Fui no show em Nova York, em Paris. Eu o convidei para ‘Asteroid City’ e ele estava com tempo para fazer esta participação”, comentou. “O bônus para nós foi o fato de que toda noite ele pegava o violão para cantar para a gente, depois do jantar. Isso foi incrível”. Após estrear nas telonas em “Cidade de Deus” (2002), Seu Jorge marcou presença frequente em filmes nacionais e internacionais. Recentemente, ele esteve no longa “Abe” (2019), onde contracenou com o ator Noah Schnapp (“Stranger Things”), e nos aclamados “Marighella” e “Medida Provisória”. O enredo de “Asteroid City” se passa em uma pequena cidade no sudoeste dos Estados Unidos conhecida por abrigar uma cratera de meteoro e um observatório astronômico. A trama se desenrola durante a preparação para uma convenção de astrônomos juvenis, em 1955, quando a cidade é invadida por extraterrestres, resultando em uma série de histórias interligadas que caracterizam o estilo complexo e criativo de Wes Anderson. Com uma estética cartunesca e uma paleta de cores marcantes, “Asteroid City” possui um tom característico dos filmes de Anderson. Mas após a primeira exibição no Festival de Cannes, o longa recebeu críticas mistas. O elenco ainda conta com Scarlett Johansson (“Viúva Negra”), Tom Hanks (“O Pior Vizinho do Mundo”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Jeffrey Wright (“Batman”), Tilda Swinton (“Era Uma Vez um Gênio”), Bryan Cranston (“Breaking Bad”), Edward Norton (“Glass Onion: Um Mistério Knives Out”), Adrien Brody (“Blonde”), Jeff Goldblum (“Jurassic World Domínio”), Tony Revolori (“Servant”), Liev Schreiber (“Ray Donovan”), Hope Davis (“Your Honor”), Rupert Friend (“Obi-Wan Kenobi”), Maya Hawke (“Stranger Things”), Steve Carell (“Space Force”), Matt Dillon (“Capone”), Hong Chau (“A Baleia”), Willem Dafoe (“O Homem do Norte”), Margot Robbie (“Era Uma Vez em Hollywood”) e Jake Ryan (“Savage”). A estreia comercial está marcada para 16 de junho nos EUA e apenas em 10 de agosto no Brasil. Veja o trailer abaixo.

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  • Etc

    Kenneth Anger, pai do cinema queer, dos clipes e literatura de fofoca, morre aos 96 anos

    24 de maio de 2023 /

    O cineasta Kenneth Anger, um dos pioneiros do cinema de vanguarda e diretor do cultuado e influente “Scorpio Rising” (1963), morreu aos 96 anos. A notícia foi confirmada em uma nota no site da galeria de arte Spruth Magers, administrada pelas negociantes de arte alemãs Monika Sprüth e Philomene Magers. A causa e a data da morte não foram divulgadas. No texto, Monika e Philomene homenagearam o profissional. “Kenneth foi um pioneiro. Sua genialidade cinematográfica e influência perdurarão e continuarão a transformar todos aqueles que se deparam com seus filmes, palavras e visão”, afirmaram. Elas ainda mencionaram que Anger “considerava a projeção cinematográfica um ritual psicossocial capaz de liberar energias físicas e emocionais”. Para a galeria Spruth Magers, o trabalho de Kenneth Anger “moldou a estética das subculturas dos anos 1960 e 1970, o léxico visual da pop, dos videoclipes e da iconografia queer”. Nascido em Santa Mônica em 1927, Anger produziu mais de 30 curtas-metragens entre 1927 e 2013, e fez o primeiro deles aos dez anos de idade. Um dos primeiros cineastas americanos abertamente gays, ele ficou conhecido por explorar temas eróticos e homossexualidade várias décadas antes do sexo gay ser descriminalizado nos Estados Unidos. Anger ganhou reconhecimento por “Fireworks” (1947), considerado o primeiro filme gay dos EUA. Filmado em sua terra natal Beverly Hills enquanto seus pais estavam ausentes em um final de semana, a obra foi um escândalo e o levou aos tribunais acusado de obscenidade. Mais tarde, o cineasta se mudou para a França e teve uma imersão no cenário avant-garde, que inspirou seus trabalhos “Eaux d’Artifice” (1953) e “Rabbit’s Moon” (1950). Depois de voltar para os Estados Unidos em 1953, ele produziu os filmes “Inauguration of the Pleasure Dome” (1954) e principalmente “Scorpio Rising” (1963), estrelado por Bruce Byron (“O Retorno da Múmia”). O filme mais conhecido de Anger era uma visão fetichista de uma gangue de motociclistas do Brooklyn, filmada sem diálogos e entrecortada por colagens – de quadrinhos a filmes – , tudo ao som de uma trilha sonora de sucessos pop, que tocava sem parar – hits de Elvis Presley, Ricky Nelson e Ray Charles, entre outros. Seu impacto hipnótico provou que música e imagem podem ser combinados para criar algo diferente do cinema comercial. E, por conta disso, “Scorpio Rising” tornou-se amplamente considerado como o início da era dos videoclipes. Além disso, a influência de seu uso pioneiro de trilha pop pode ser sentida em filmografias tão diferentes quanto as de Martin Scorsese, Quentin Tarantino e David Lynch – por sinal, o hit de Bobby Vinton que batiza o filme “Veludo Azul” de Lynch fazia parte da seleção musical de “Scorpio Rising”. Pai dos clipes, do cinema queer e, em seus últimos anos, aclamado também como pai da cultura do remix, as inovações de Anger, que hoje fazem parte do mainstream, causaram choque e revoltaram os conservadores de sua época. Mas chocar sempre foi seu objetivo, o que o tornou uma figura conhecida e controversa do movimento contracultural dos anos 1960. Anger era um satanista assumido, que organizava rituais com celebridades – e fez até um filme em homenagem ao diabo, “Lucifer Rising” (1972). Mas também foi uma figura pop, íntimo de outras personalidades contraculturais da época, incluindo Mick Jagger e Keith Richards dos Rolling Stones, Jimmy Page do Led Zeppelin e a cantora Marianne Faithfull, que por sinal atuou em “Lucifer Rising”. Para completar, ele também inaugurou a literatura de fofocas ao lançar em 1959 o clássico “Hollywood Babylon”, no qual desvendou supostos escândalos envolvendo estrelas de Hollywood, desde Marilyn Monroe (“Os Homens Preferem as Louras”) até Judy Garland (“Nasce uma Estrela”) e Charlie Chaplin (“Tempos Modernos”). A obra enfrentou processos, sofreu descrédito e chegou a ser proibida logo após sua publicação. Mas ele lançou uma continuação do livro em 1984, após anunciar sua aposentadoria como cineasta. Kenneth voltou ao meio cinematográfico em 2000 e permaneceu dirigindo curtas-metragens até 2013. Anger afirmou em uma entrevista de 2010 ao The Guardian que havia concluído a redação de uma terceira parte do livro, porém estava adiando sua publicação devido ao receio de possíveis repercussões. “A principal razão pela qual não o publiquei foi por ter uma seção inteira sobre Tom Cruise e os cientologistas”, disse ele. “Não sou simpático aos cientologistas”. Em 2019, o podcast “You Must Remember This”, apresentado por Karina Longworth (do “The Rotten Tomatoes Show”), examinou as narrativas retratadas em “Hollywood Babylon” e pesquisou em outras fontes para obter relatos mais precisos. E muito do que tinha sido desacreditado acabou se provando verdadeiro. Veja abaixo as versões integrais de “Fireworks”, “Scorpio Rising” e “Lucifer Rising”.

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  • Música

    Tina Turner, Rainha do Rock’n’Roll dos EUA, morre aos 83 anos

    24 de maio de 2023 /

    A cantora Tina Turner, conhecida como a “Rainha do Rock’n’Roll” dos EUA, faleceu pacificamente aos 83 anos nesta quarta-feira (24) em sua casa perto de Zurique, na Suíça. A morte “após uma longa doença” foi confirmada pela sua assessoria, que não especificou o problema de saúde que a cantora enfrentava. Reconhecida como uma das vozes mais possantes do rock e a cantora de performance mais energética, Turner gravou inúmeros sucessos ao longo das décadas, como “Proud Mary”, “Private Dancer”, “What’s Love Got to Do With It”, “We Don’t Need Another Hero” e “The Best”. Nascida com o nome de batismo Anna Mae Bullock na comunidade agrícola de Nutbush, Tennessee (local que ela comemoraria na canção de 1973 “Nutbush City Limits”), Tina Turner começou sua carreira musical ao lado do futuro marido Ike Turner. Creditado como criador do rock’n’roll em 1952, Turner já era um guitarrista respeitado quando se impressionou com a jovem, que se juntou a seu grupo musical, Kings of Rhythm, após deixar o curso de enfermagem em que estudava em 1958. Sem muita experiência na música além de participar do coral na igreja, ela virou “Little Ann” e se entregou ao mundo artístico – engravidando do saxofonista da banda aos 19 anos. Em 1960, depois que o vocalista principal da banda, Art Lassiter, não apareceu para uma sessão de gravação, “Little Ann” foi convocada para assumir a voz principal em uma nova canção escrita por Turner, “A Fool in Love”. A fita chegou até Juggy Murray, presidente do selo independente de R&B Sue Records, que se impressionou e sugeriu que a banda mudasse de nome para enfatizar a cantora. O pedido coincidiu com o nascimento do segundo filho da artista, desta vez com Ike. E foi desse modo que “Little Ann” virou Tina Turner, à frente do The Ike & Tina Turner Revue, dois anos antes de se casar oficialmente com o guitarrista. “A Fool in Love” alcançou o 2º lugar na parada de R&B e o 27º lugar na lista de singles pop. Mas a banda ficou trocando de gravadora e teve dificuldades de emplacar outro hit nos anos 1960. Apesar disso, as performances ao vivo de alta voltagem da vocalista começaram a chamar a atenção. Após um show, os Turners foram abordados pelo produtor Phil Spector, criador do “wall of sound” das girl groups da época, que ofereceu US$ 20 mil para Ike deixá-lo lançar uma música solo de Tina. Gravada em março de 1966 com acompanhamento orquestral, “River Deep, Mountain High” foi a apoteose do lendário “wall of sound” do produtor. A música, porém, não se provou o sucesso imaginado e Tina voltou a gravar com a banda de Ike, que passou a interpretar covers, como “I’ve Been Loving You Too Long”, de Otis Redding – que alcançou a 23ª posição nas paradas em 1969. No mesmo ano, Ike & Tina Turner Revue abriram a turnê dos Rolling Stones nos Estados Unidos – e a performance sensual de Tina tornou-se um destaque de “Gimme Shelter”, documentário dos diretores Albert e David Maysles de 1970 sobre a fatídica jornada de shows da banda inglesa no período. Em 1971, os Turners alcançaram seu maior sucesso pop com o single “Proud Mary”, gravação do segundo single de 1969 do Creedence Clearwater Revival. Mas depois de anos sendo vítima de abuso por Ike, Tina decidiu que era hora de encerrar a parceria e o casamento. A decisão foi tomada após o impacto de sua participação no filme “Tommy” e o lançamento de seu disco solo “Acid Queen” (1975), que capitalizou sua aparição no cinema, mas as frequentes agressões do ex-marido só foram expostas uma década depois, em sua biografia “Eu, Tina: A História da Minha Vida”, publicada em 1986. O livro foi adaptado para os cinemas no filme “Tina – A Verdadeira História de Tina Turner”, lançado em 1993. Na obra, Tina descreveu como uma surra brutal, infligida a caminho de um hotel em Dallas em julho de 1976, a fez sair de casa e pedir o divórcio. O fim do casamento foi finalizado em 1978, com Tina assumindo uma série de dívidas relacionadas aos negócios da banda e do marido. Entretanto, sua carreira solo não aconteceu como ela planejou. Demorou quase uma década para a cantora voltar à proeminência no mundo da música. E isso só aconteceu após intervenção de David Bowie, que lhe conseguiu um contrato de curto prazo com a Capitol Records. Após quase uma década na margem da indústria musical, Tina ressurgiu nos anos 1980 com o álbum “Private Dancer” (1984), lançado pela Capitol Records. O disco incluía hits como a faixa-título e “What’s Love Got to Do With It”, que alcançou o topo das paradas e rendeu a Tina quatro prêmios Grammy. Para completar, Bowie participou da turnê de lançamento do disco, cantando “Tonight” num dueto com a cantora. O sucesso se intensificou com o lançamento de seu álbum seguinte, “Break Every Rule”, que levou a artista a uma turnê mundial de 14 meses. Um dos lugares que recebeu a apresentação de Tina foi o Brasil. Em um show transmitido mundialmente, a cantora performou para 184 mil pessoas no Estádio Maracanã, na cidade do Rio. Com seu carisma magnético, a cantora também explorou outras faces artísticas. Já contando com uma experiência como atriz no currículo, devido ao seu papel como a Rainha Ácida em “Tommy” (1975), Tina apareceu em seu blockbster em 1985: “Mad Max – Além da Cúpula do Trovão” ao lado de Mel Gibson. Ela também gravou “We Don’t Need Another Hero” para a trilha sonora do filme, que alcançou o 2º lugar na parada pop. Uma década depois, Tina ainda gravou a música-tema do filme “007 contra GoldenEye”, composta por Bono e The Edge, do U2. Ela continuou gravando e fazendo shows – e a gravação de um show de 1988, que acompanhou o lançamento do hit “The Best”, foi reconhecida com um Grammy como melhor performance vocal de rock feminino – até sua aposentadoria em 2009, com a turnê “Tina!: 50th Anniversary Tour”. Mesmo sem tocar ao vivo, ela registrou um último disco em 2012, “Beyond”, um álbum colaborativo de música e canto budista e cristão, pelo selo independente New Earth. Em 2013, Tina renunciou à cidadania americana e passou a residir na Suíça, onde se casou com o executivo de música alemão Irwin Bach, seu companheiro de 27 anos. Ao longo de sua carreira, a artista lançou nove álbuns solo de estúdio e recebeu oito prêmios Grammy. Ela deixa um legado duradouro na música, com seu talento inigualável e voz poderosa.

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