Julian Sands é declarado morto após 5 meses desaparecido
O ator britânico Julian Sands foi declarado morto aos 65 anos, após cinco meses desaparecido. A informação foi confirmada pelo Departamento de Polícia do Condado de San Bernardino nesta terça-feira (21/6), após encontrarem restos mortais na região montanhosa de Mount Baldy, no sul da Califórnia, onde o ator foi visto pela última vez. “A causa da morte ainda está sob investigação, aguardando mais resultados de testes”, disseram as autoridades. Desde janeiro, foram conduzidas diversas operações de busca com helicópteros e drones, que precisaram ser interrompidas devido a condições climáticas de risco na região, mas que foram recentemente retomadas em junho. Sands é conhecido por seu trabalho em filmes de horror com tramas bizarras como “Gótico” (1986), “Aracnofobia” (1990) e “Encaixotando Helena” (1993). Ao longo da carreira, ele também fez diversas participações em séries televisivas, como “Dexter” e “Smallville”, além de interpretar o terrorista Vladimir Bierko em “24 Horas”. Apesar da fama no gênero de terror, o ator ficou inicialmente conhecido por interpretar George Emerson no romance “Uma Janela para o Amor” (1985), que ele estrelou ao lado da atriz Helena Bonham Carter. O longa de James Ivory é considerado um dos melhores romances de todos os tempos. Em paralelo a sua carreira artística, o ator era bastante envolvido em atividades ao ar livre que envolviam trilhas e caminhadas. Ele se tornou experiente em andar pelas montanhas e confessou em entrevistas que era uma de suas grandes paixões. Na atuação, ele se considerava um artista de “espírito livre”, aberto a papéis diversificados em gêneros completamente diferentes. Início da carreira marcado em romance Nascido na cidade de Otley, no Reino Unido, Julian Richard Morley Sands começou a carreira como ator no ano de 1982 em um episódio da série “Play for Today”, produzida pela emissora britânica BBC. O início da sua trajetória ficou marcado por pequenos papéis na televisão britânica e em longa-metragens, como “Uma Aventura em Oxford” (1984) e “Os Gritos do Silêncio” (1984). Seu primeiro papel de destaque veio no romance “Uma Janela para o Amor” (1985), onde ele encantou o público como arrojado George Emerson. Baseada na obra de E.M. Forster, a história narra o romance de George e a aristocrática Lucy, interpretada por Helena Bonham Carter, que precisam lutar para ficarem juntos, devido às diferenças sociais. Considerado um dos grandes romances do cinema, o filme foi responsável por alavancar a carreira do ator. A produção dirigida por James Ivory recebeu 7 indicações ao Oscar, incluindo a categoria de Melhor Filme. Ela levou as estatuetas de Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino. Um fato curioso é que a obra quase não saiu do papel. Em entrevista ao Decider em 2019, Sands revelou que o filme quase foi descartado quando um produtor tentou cancelar a produção apenas dois dias antes das filmagens começarem. “Eles disseram, ‘Não podemos fazer isso, ninguém nunca vai ver'”, contou. “E acho que eles disseram: ‘Vamos cancelar a menos que você ofereça o papel de George Emerson a John Travolta!'”. Giro na carreira pelo terror psicológico Logo em seguida, Sands caminhou por um caminho bastante alternativo: o terror psicológico “Gótico” (1986), do diretor Ken Russell. Na trama, que recria de forma fantasiosa a noite em que a história de Frankenstein foi concebida, ele interpretou o poeta romântico Percy Bysshe Shelley. “Eu não queria me tornar um ator de Hollywood. Eu estava procurando por algo exótico, coisas que me tirassem de mim. Acho que me achei um pouco chato”, revelou ao The Guardian em 2018 sobre as escolhas que se seguiram. Nos anos seguintes, o ator mergulhou em produções sombrias. Ele esteve no suspense sobrenatural “Marcas de uma Paixão” (1987), ao lado de Ellen Barkin e Jodie Foster, e “Manika – A Menina Que Nasceu Duas Vezes” (1989), cuja trama era baseada em uma história real de reencarnação. Dirigido pelo francês François Villiers, o filme foi premiado no Festival de Cannes. Seguindo com papéis cada vez mais excêntricos, o ator interpretou um poderoso feiticeiro medieval ressuscitado nos dias atuais em “Warlock” (1989), horror apocalíptico dirigido por Steve Miner, que ganhou sequência em 1993. Ele seguiu trilhando esse caminho no suspense “Aracnofobia” (1990) e em “Mistérios e Paixões” (1991), ambas narrativas perturbadoras envolvendo insetos e eventos bizarros. Já em “Encaixotando Helena” (1993), o ator interpreta um cirurgião obcecado por uma mulher a níveis absurdos. Após ela sofrer um acidente de carro, ele amputa das pernas da personagem e a mantém em cativeiro em sua casa, realizando várias cirurgias para mantê-la perto dele. O filme aborda temas como obsessão, controle e desejo, explorando a relação perturbadora entre os dois personagens principais. Dirigido por Jennifer Chambers Lynch, filha de David Lynch, o longa R-Rated gerou controvérsias e foi um fiasco nas bilheterias. Seu orçamento foi de US$ 4 milhões, enquanto arrecadou apenas US$ 1,79 milhão. Apesar do fracasso, Sands confessava que se interessava mais em interpretar personagens em filmes com essa pegada. “Considero uma grande sorte ter tido a oportunidade de trabalhar com independentes tão bizarros e abrangentes”, disse à BBC Radio 2 em 2011. Naquela época, o ator apareceu em longas como “Assassinato no Tennessee” (1989), “Noites com Sol” (1990), “Cattiva” (1991), “Vingança em Nome do Amor” (1991), “Vampiro – Paixão Imortal” (1992) e produções menores do circuito alternativo. Aparições na televisão e gêneros diferentes No final dos anos 1990, ele fez três dramas com o diretor Mike Figgis, o premiado “Despedida em Las Vegas” (1995), “Por Uma Noite Apenas” (1997) e “A Perda da Inocência” (1998), mas logo voltou ao terror com “Um Vulto na Escuridão” (1998), uma releitura italiana de “O Fantasma da Ópera” dirigida pelo mestre do gênero Dario Argento. Diversificando sua filmografia, ele entrou nos anos 2000 filmando com Mel Gibson o suspense “O Hotel de Um Milhão de Dólares” (2000), do alemão Win Wenders, foi o rei Luís XIV no drama histórico “Vatel, um Banquete para o Rei” (2000), do inglês Roland Joffé, e o vilão da fantasia “O Medalhão” (2003), estrelada por Jackie Chan. Nessa época, Sands começou a se destacar também em séries televisivas, geralmente como vilão. Ele viveu Vladimir Bierko, principal antagonista da 5ª e melhor temporada da série “24 Horas”, lançada em 2005. O personagem era um terrorista russo líder de um grupo radical que planeja realizar ataques terroristas nos Estados Unidos, incluindo o lançamento de gás letal em Los Angeles. Na mesma época, também fez sua aparição no universo dos super-heróis como Jor-El, o pai biológico do Superman interpretado por Tom Welling em “Smallville”. “Fiquei muito honrado em interpretar Jor-El, porque ele só havia sido interpretado antes, eu acho, por Marlon Brando”, disse à BBC Radio 2 em 2011. “Gostei de ‘Smallville’. Achei muito comovente. Quero dizer, é uma história familiar sobre pessoas crescendo”. Ele ainda esteve em “Dexter”, “Gotham”, “The Blacklist”, “Medici: Mestres de Florença”, “Elementary” e “Into the Dark”, enquanto seguiu trabalhando no cinema, inclusive em filmes populares como “Treze Homens e um Novo Segredo” (2007), “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011) e “Último Samurai” (2012). Seus últimos trabalhos incluem o impactante drama tcheco de guerra “O Pássaro Pintado” (2019), premiado no Festival de Veneza, os terrores “A Casa Mal-Assombrada” (2021) e “The Ghosts of Monday” (2022), e o longa germano-marroquino “Sêneca – Sobre a Criação dos Terremotos”, lançado no 73º Festival de Berlim em fevereiro deste ano, um mês após seu desaparecimento nas montanhas da Califórnia.
Billions: Volta de Damian Lewis é destaque no trailer da última temporada
O canal pago americano Showtime divulgou o trailer da 7ª temporada de “Billions”, que vai encerrar a série. A prévia destaca o retorno de Damian Lewis (“Homeland”) ao papel do bilionário Bobby Axelrod. O ator tinha saído da série durante a 5ª temporada, em 2021, e volta no momento que seu antigo rival, Mike Prince (Corey Stoll), declara-se candidato à presidência dos EUA. Resgatado das férias por seus funcionários mais leais, ele chega cheio de planos, enquanto outro velho inimigo, o promotor Chuck Rhoades (Paul Giamatti), decide ir a fundo na investigação dos crimes dos bilionários. Segundo a sinopse oficial, na temporada final as alianças serão viradas de cabeça para baixo. Feridas antigas serão usadas como armas. Lealdades serão testadas. A traição vai atingir proporções épicas. Inimigos se tornarão amigos cautelosos. Fim? A série foi criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”). E embora esteja chegando ao fim, o universo da atração ainda continuará em produções derivadas no canal Showtime. Recentemente, a emissora anunciou que duas produções já começaram a ser desenvolvidas, com os títulos provisórios de “Millions” e “Trillions”. Nos Estados Unidos, a 7ª temporada estreia 11 de agosto pelo Paramount+ e 13 de agosto pela Showtime. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix, que ainda não divulgou previsão de lançamento.
Futurama: Trailer apresenta novos episódio após 10 anos de hiato
A plataforma americana de streaming Hulu divulgou o pôster e o trailer da tão esperada 11ª temporada de “Futurama”. Após uma década fora do ar, Fry, Leela, Bender e o restante da equipe retornam em novas aventuras animadas. Desde seu lançamento original em 1999, a série passou por vários intervalos e trocas de canais, tendo sua última exibição inédita em 2013. Inicialmente, a série foi exibida pela rede Fox por quatro temporadas. Em seguida, passou para o canal Comedy Central, que a transmitiu até sua 7ª temporada. Depois de uma década, a produção é agora retomada pela Hulu. A nova temporada abordará o desenrolar da épica história de amor entre Fry e Leela, os segredos ocultos na caixa de areia de Nibbler, a história misteriosa do malévolo Papai Noel robô e o paradeiro dos girinos de Kif e Amy. Mas as tramas também refletirão o mundo atual, mostrando os personagens diante de uma nova pandemia, explorando o futuro das vacinas, bitcoin, cultura do cancelamento e TV por streaming – além de fazer referências à filmes e séries sci-fi recentes, como “Duna” e “Westworld”. “Futurama” foi criada por Matt Groening (“Os Simpsons”) e desenvolvida em parceria com David X. Cohen (“Futurama”). A equipe ainda retorna com os produtores originais Ken Keeler e Claudia Katz, além de todos os dubladores, incluindo Billy West, Katey Sagal, Tress MacNeille, Maurice LaMarche, Lauren Tom, Phil LaMarr, David Herman e John DiMaggio, que continuarão a dar voz aos personagens centrais. A estreia da nova temporada está marcada para o dia 24 de julho nos EUA. Os episódios inéditos devem chegar no Brasil pela plataforma Star+, que já disponibilizou as temporadas anteriores.
O Urso: Estreia da 2ª temporada bate recorde de audiência nos EUA
A plataforma americana Hulu revelou que a estreia da 2ª temporada de “O Urso” bateu recorde de audiência no streaming. A série é uma co-produção da Hulu com o canal americano FX, ambos da Disney, que surpreendeu ao conquistar o público e a crítica. Os novos episódios foram lançados nos Estados Unidos na última quinta-feira (22/6) e consagraram a maior estreia de uma série da FX na Hulu. Embora a empresa não divulgue os números de audiência, a Hulu afirmou que a 2ª temporada teve um aumento de 70% no total de horas transmitidas em comparação ao primeiro ano. A estimativa foi calculada ao longo dos quatro primeiros dias de lançamento dos 10 episódios inéditos. Vale mencionar que a 1ª temporada foi a mais assistida de uma série de comédia na história da FX, segundo a Hulu. Sucesso entre o público, a nova temporada registrou uma aprovação de 100% no Rotten Tomatoes, site agregador de críticas. Ainda no início deste ano, a série foi premiada como Melhor Série Estreante no Spirit Awards (o Oscar independente) e também competiu no Globo de Ouro. 2ª temporada chega em agosto no Brasil Criada por Christopher Storer (produtor-diretor de “Ramy”), a atração acompanha um premiado chef jovem de cozinha (Jeremy Allen White, de “Shameless”), que troca a cena gastronômica de Nova York pela lanchonete decadente da família em Chicago, após herdar o negócio com a morte repentina e chocante de seu irmão. A mudança é radical e completa. Superqualificado para o lugar, ele precisa superar o luto e vencer as resistências dos funcionários para fazer mudanças, já que quase todos seus esforços para melhorar o local geram protestos e transformam a cozinha num inferno, com panelas gigantes fervendo sem parar, canos explodindo e luzes queimando nos piores momentos. O elenco também inclui Ebon Moss-Bachrach (“O Justiceiro”), Ayo Edebiri (“Dickinson”), Lionel Boyce (“Hap and Leonard”), Liza Colón-Zayas (“Em Terapia”), Edwin Lee Gibson (“Fargo”), Corey Hendrix (“The Chi”) e Abby Elliott (“Doze É Demais”). No Brasil, a série é disponibilizada pela Star+ e os novos episódios serão lançados no dia 22 de agosto.
“Resgate 2” e “Black Mirror” lideram audiência da Netflix
“Resgate 2” se provou um novo sucesso de peso de Chris Hemsworth na Netflix. O longa de ação tem conquistado números expressivos de visualizações desde a sua estreia no dia 16 de junho. Em sua segunda semana de exibição, o filme registrou 42,2 milhões de visualizações, chegando a um total de 85 milhões de visualizações em dez dias, desde seu lançamento. É importante ressaltar que a Netflix modificou sua métrica de audiência recentemente, optando pelo novo cálculo de “visualizações”. Agora, a plataforma divide as horas visualizadas pelo número de horas existentes em cada atração, de modo a conseguir um número de “visualizações” que aproxime mais os resultados de filmes e séries. O sucesso de “Resgate 2” também incentivou o público a descobrir ou rever o filme anterior, que voltou para a lista no 2º lugar com 13,8 milhões de visualizações. Com isso, “Resgate” se tornou a primeira franquia a ocupar os dois primeiros lugares do ranking da Netflix por duas semanas consecutivas. Em 3º lugar, o documentário sobre abuso infantil “Take Care of Maya” atingiu 9,2 milhões de visualizações, enquanto a nova comédia romântica “A Descoberta Perfeita” chegou em 4º lugar com 7 milhões. A 5ª posição foi ocupada pela animação “Patrulha Canina: O Filme” (2021), com 6,3 milhões de views, como o único título não original da Netflix no Top 5. A lista de filmes não falados em inglês também destacou uma produção original da Netflix em 1º lugar. O romance espanhol “Através da Minha Janela: Além-Mar” rendeu 14,5 milhões de visualizações em sua estreia no streaming. O grande retorno de Black Mirror No universo das séries, a aguardada 6ª temporada de “Black Mirror” foi o grande destaque no streaming. A atração de ficção científica estreou seus novos episódios no dia 15 de junho, após quatro anos de hiato. Com a grande expectativa do público, a temporada inédita atingiu 11,6 milhões de visualizações e ainda levou a 1ª temporada da série de volta ao ranking com 2,3 milhões de visualizações no 9º lugar. A estreia da série antológica acabou empurrando a 4ª e última temporada de “Eu Nunca…” para o 2º lugar, com 5 milhões de visualizações. Em seguida, o 3º lugar foi ocupado pela 2ª temporada da série documental “Nosso Planeta”, que marcou 4 milhões de visualizações. Já as últimas posições do Top 5 das séries em inglês tiveram novas produções de Arnold Schwarzenegger. Em 4º lugar, o documentário “Arnold”, registrou 2,5 milhões de visualizações, enquanto o 5º lugar ficou com a comédia de ação “FUBAR”, com 2,1 milhõe. Confira abaixo os trailers das séries em inglês mais vistas da Netflix na semana. 1 | BLACK MIRROR 6 | NETFLIX 2 | EU NUNCA… 4 | NETFLIX 3 | NOSSO PLANETA 2 | NETFLIX 4 | FUBAR | NETFLIX 5 | ARNOLD | NETFLIX
História das crianças que sobreviveram 40 dias perdidas na Amazônia vai virar filme
A Candle Media’s Exile Content Studios anunciou o desenvolvimento de um filme baseado na trágica história real ocorrida recentemente na Amazônia, sobre as quatro crianças colombianas que sobreviveram a um acidente de avião e passaram 40 dias desaparecidas na floresta antes de serem resgatadas. A experiência traumática aconteceu em maio deste ano e causou espanto no mundo inteiro, principalmente por uma das crianças sobreviventes ainda ser um bebê. O resgate envolveu uma busca por mais de 1.600 quilômetros da floresta amazônica. As crianças da comunidade indígena Uitoto, Lesly (13 anos), Soleiny (9 anos), Tien Noriel (4 anos) e Cristin (1 ano) foram encontradas vivas após 40 dias do acidente. A produção será uma parceria do jornalista colombiano Daniel Coronell e o diretor Gaz Alazraki (“O Pai da Noiva”). “Estou emocionado em contar a história de como essas crianças conseguiram sobreviver graças à sua relação única com a natureza, incutida desde o nascimento. Como pais, tenho certeza de que todos ficaremos maravilhados com a resiliência, capacidade e inteligência das crianças”, disse Alazraki ao Deadline. O roteiro será baseado no livro de Coronell, que ainda terá o título divulgado e será publicado pela editora Random House. Na obra, ele colaborou com os jornalistas investigativos Ignacio Gómez e Carlos Cárdenas para trazer um retrato da história. “Vamos mergulhar nas profundezas desta história cativante, destacando as dificuldades pelas quais essas crianças passaram e sua determinação para sobreviver. Esperamos cativar o público em todo o mundo com sua história extraordinária”, revelou Coronnel. Caso chamou atenção em todo o mudno O avião em que as crianças viajavam caiu no último dia 1º de maio. Inicialmente, o voo faria um trajeto entre Caquetá e San José del Guaviare, uma das principais cidades da Amazônia colombiana. Ele levava as quatro crianças e três adultos, incluindo a mãe. Logo depois da decolagem, o piloto informou haver falhas na aeronave, que desapareceu dos radares em seguida. Com o início das operações de buscas, os adultos foram encontrados sem vida, enquanto as crianças continuaram desaparecidas por 40 dias. Antes de serem salvas, as equipes encontraram fraldas, tesoura, mamadeira, um maracujá mordido e pegadas de crianças a cinco quilômetros da cena do acidente. Elas foram encontradas com vida no dia 9 de junho, mesmo tendo enfrentado condições extremamente perigosas como onças, cobras e mosquitos, além da escassez de alimentos e recursos. Os desafios da história real devem ser detalhados e retratados no filme, que ainda não ganhou título ou previsão de lançamento.
Hit “Love, Love” de Melody e Naldo Benny é retirado do Spotify
O hit “Love, Love“, fruto da colaboração entre Melody e Naldo Benny (com participação de Matheus Alves), foi removida do Spotify nesta terça-feira (27/6). Antes de sua remoção, a música havia alcançado a 29ª posição do Top 50 brasileiro na plataforma e já contabilizava mais de 4 milhões de visualizações. Agora, ela aparece como indisponível no tocador e foi excluída do chart. O sumiço aconteceu logo após Melody usar suas redes sociais para comemorar o sucesso. Ela compartilhou a conquista do single, que havia alcançado a 29ª posição no Top 50 Brasil da plataforma musical. Com a frase “Quando você sente que venceu”, Melody não escondeu a satisfação com o desempenho da música, que inclusive estava acima de “Funk Rave”, o novo single de Anitta. Acusações de plágio “Love, Love” contém elementos de “Kiss, Kiss“, um hit de 2007 do cantor norte-americano Chris Brown, que é creditado na versão brasileira. De acordo com as informações, Brown teria concedido permissão para o uso da canção por Melody e Naldo. No entanto, desde seu lançamento, a canção tem sido acusada de plagiar a música “Tu Vai Me Ver no Paredão” de MC Thammy, que também se inspirou em “Kiss, Kiss”. Segundo Naldo, não há plágio e a versão foi autorizada. Ele se manifestou por meio de um áudio, enviado à IstoÉ Gente. “A minha equipe e a da Melody está levantando o motivo da música ter saído do ar. Não teve plágio, tivemos liberação para ela ser lançada, não sabemos o que causou isso. Estamos pedindo para que o Spotify volte com a música na plataforma”, ele explicou. Enquanto isso, a música segue disponível em outras plataformas, como o Youtube. Veja o clipe oficial abaixo.
Cauã Reymond vira dor de cabeça após confusões em “Terra e Paixão”
Cauã Reymond parece ter incorporado a grosseria de Caio, seu personagem em “Terra e Paixão”. Segundo rumores, o ator tem sido motivo de dores de cabeça nos bastidores do folhetim. As informações são da colunista Fabia Oliveira, do Metrópoles. A equipe da Globo parece cansada dos atrasos constantes de Reymond, bem como ter que aturar as reclamações do protagonista. Além disso, o ator ainda teria sido motivo de bate-boca com um dos diretores da trama há duas semanas. Conforme relatos, Reymond ficou incomodado de ter que repetir uma cena de discussão a pedido do diretor Felipe Herzog, que faz parte da equipe artística de Luis Henrique Rios. A briga com a direção teria chamado a atenção de todos. A confusão teria acontecido durante uma gravação externa no Rio de Janeiro, em um local que representa o bar de Cândida (Susana Vieira). O ator questionou Herzog sobre a repetição da cena e reclamou que era “sacanagem” ter tantas reproduções. Fontes indicam que o artista “não é uma pessoa fácil de trabalhar” devido às inúmeras queixas. Eles ainda destacam que os atrasos do galã afetam todo o cronograma de gravações de “Terra e Paixão”. Procurado, o representante de Cauã Reymond afirmou que ele não vai se pronunciar.
Artista e ativista Tanah Corrêa, pai de Alexandre Borges, morre aos 82 anos
O ator e diretor Santos Athanazildo Corrêa Neto, conhecido como Tanah Corrêa, faleceu na madrugada desta terça-feira (27/6) aos 82 anos. A notícia foi confirmada pela Santa Casa de Santos, onde o artista estava internado deste o último sábado (24/6), sem revelar a causa da morte. Corrêa era pai do também ator Alexandre Borges. Conhecido pelos seus trabalhos na dramaturgia brasileira, o artista se envolveu em projetos no teatro, televisão e cinema ao longo da carreira. Ele fez participações em algumas produções da Rede Globo, como “O Rei do Gado” (1996), “Anjo Mau” (1997) e a série “Os Trapalhões”. No cinema, ele integrou o elenco de filmes como “O Invasor” (2001) e “Segurança Nacional” (2010). Com seu envolvimento no teatro amador e profissional durante a carreira, Corrêa também assumiu o cargo de direção em espetáculos. Apesar disso, seu grande destaque foi na sua atuação política pela cultura na cidade de Santos, onde passou a maior parte da vida. Diante do seu falecimento, o prefeito de Santos, Rogério Santos, decretou luto oficial de três dias. “Tanah Corrêa, um santista de coração, dedicou a vida à expressão maior daquilo que representa a arte. Ele deixa um vasto legado de realizações e uma história de devoção a seus princípios. Um santista de alma marcante, que tem seu nome registrado na rica história da arte da Cidade e do Brasil”, disse o prefeito em comunicado. O artista era casado com Orleyd Faya e teve dez filhos, André, Geórgia, Kenia, Natasha, Ludmila, Geovana, Janaína, Natália, Fernanda e Alexandre Borges. Atuação política pela cultura Nascido em Bauru (SP), Tanah se mudou para Santos ainda jovem para estudar na Fundação Lusíadas, atualmente Unilus, onde se formou em Licenciatura Plena em Educação Artística – Artes Cênicas. Embora não tenha nascido na cidade litorânea, ele recebeu o título de cidadão santista da Câmara Municipal no ano de 2005. Em paralelo ao trabalho como artista, ele tinha uma forte atuação política e realizou um papel importante na gestão cultural de Santos. Entre os anos de 1984 e 1985, ele foi assessor municipal de cultura da cidade. Logo em seguida, Corrêa se tornou o primeiro secretário de Cultura até 1988. Ele ainda exerceu a presidência da Comissão de Restauração Cênica e Inauguração do Teatro Coliseu entre 2004 e 2005. Já em 2020, Tanah Corrêa concorreu como candidato a prefeito de Santos pelo partido Cidadania, apresentando propostas voltadas para o incentivo à arte. Apesar de ter conquistado apenas 0,33% dos votos, sua candidatura demostrou novamente o seu compromisso com o desenvolvimento cultural da cidade. Incentivos no mundo artístico Seu legado também inclui participações em importantes organizações, como membro na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CINC), do Ministério da Cultura, secretário-geral da Confederação Nacional de Teatro Amador (Confenata) e diretor-presidente da Sociedade Brasileira de Autores (SBAT). Em São Paulo, ele foi o fundador do Teatro Plínio Marcos e do Cine-Arte Lilian Lemertz – ambos já encerraram suas atividades. Além de participar de produções, Corrêa também ministrou cursos na área das artes cênicas. Como reconhecimento pela sua contribuição à Cultura brasileira, o artista foi homenageado pela escola de samba X-9 em 2011. O enredo titulado “Xisnoviano, macuqueiro, arteiro, teatreiro” saudou seu legado artístico. Vale mencionar que a X-9 foi campeã do Carnaval de Santos naquele ano.
Warner define intérprete do novo Superman do cinema
Após meses de audições e testes presenciais, a Warner Bros e a DC Studios finalmente definiram seus novos Clark Kent e Lois Lane. David Corenswet foi escalado para interpretar o Superman e Rachel Brosnahan interpretará Lois Lane em “Superman: Legacy”, dirigido por James Gunn. Os nomes de Corenswet e Brosnahan sempre estiveram entre os favoritos dos estúdios, conforme diversos relatos da imprensa. Os testes finais, que duraram dois dias, foram realizados na presença dos co-presidentes da DC, Peter Safran e Gunn, com os atores completamente caracterizados para os papéis – isto é, Corenswet usou o traje completo de Superman. O processo de seleção Para Corenswet, o filme representa o seu primeiro papel principal em um grande estúdio, tendo aparecido anteriormente em projetos como o terror “Pearl” e as séries “The Politician” e “We Own This City”. Desde o início, o nome do ator de 29 anos esteve entre os mais cotados para o papel e, após a audição final, rendeu-lhe o o maior contrato de sua carreira. Rachel Brosnahan, por sua vez, encerrou recentemente a série “A Maravilhosa Sra. Maisel”, que lhe rendeu vários prêmios, incluindo um Emmy. Ela também sempre esteve no topo da lista de atrizes para interpretar Lois Lane, tendo tido o que muitos descreveram como a melhor audição do processo. Entretanto, com 32 anos, também era a atriz mais velha do grupo testado, o que demonstra como seu talento se sobressaiu em relação às demais. Antes de definir os protagonistas, James Gunn compartilhou nas redes sociais que tinha ficado impressionado com os atores que testaram para os papéis. “Estou impressionado com alguns desses atores, estão entre os melhores que já vi ou com quem já trabalhei”, ele escreveu na Bluesky, acrescentando que consideraria os atores não escalados para papéis em futuras produções do universo compartilhado da DC. O processo de seleção para “Superman: Legacy” envolveu diversos atores, com Safran e Gunn fazendo uma pesquisa minuciosa para encontrar os novos protagonistas da franquia. Segundo informações da imprensa americana, os atores Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) e Tom Brittney (“Greyhound”), e as atrizes Emma Mackey (“Sex Education”) e Phoebe Dynevor (“Bridgeton”) ficaram entre os finalistas. Com os dois papéis agora definidos, Gunn começará a busca para preencher os papeis do arqui-inimigo do Superman, Lex Luthor, e de outros personagens secundários, como o amigo de Kent, Jimmy Olsen. Recomeço da DC no cinema “Superman: Legacy” representa uma grande virada para a DC no cinema. O projeto é parte de uma nova fase que pretende resgatar os filmes da DC dos fracassos recentes de bilheteria, relançando os heróis com novos elencos e histórias. A produção também será a primeira realizada totalmente sob a gestão de Gunn e Safran. Na nova versão dos produtores, Superman terá mais jovem que visto anteriormente – especialmente em comparação a Henry Cavill, seu último interprete nas telonas. Os personagens devem estar no início da vida adulta, em seus 20 e poucos anos. A história do filme vai acompanhar o super-herói enquanto tenta conciliar sua herança krypitoniana com sua vida humana como Clark Kent. O filme do novo Superman tem estreia prevista para 10 de julho de 2025 no Brasil – um dia antes do lançamento nos EUA.
Shakira detalha descoberta da traição de Piqué: “Meu pai estava na UTI”
Shakira falou à revista People sobre as infidelidades de Gerard Piqué. Na entrevista publicada na segunda-feira (26/6), a cantora detalhou como descobriu as traições de seu ex-marido. Na entrevista, a artista contou ter passado por dificuldades com a saúde do pai, William Mebarak Chadid, depois que as notícias foram reveladas pela imprensa. Ele teria sofrido um acidente enquanto a cantora tentava superar as traições. “Ele [William] foi à Barcelona para me consolar depois que fui consumida pela tristeza por causa da minha separação. Enquanto ele estava na primeira comunhão de Milan [um dos filhos de Shakira], ele ficou gravemente ferido em um acidente. Tudo aconteceu ao mesmo tempo. Minha casa estava caindo aos pedaços. Eu estava descobrindo pela imprensa que havia sido traída enquanto meu pai estava na UTI”, ela lamentou. Shakira confessou que teve medo de não superar a má fase por conta do acidente sofrido por William: “O homem que mais amei na vida, meu pai, estava me deixando quando eu mais precisava dele. Não podia falar com ele ou falar com meu melhor amigo sobre os conselhos de que tanto precisava.” Em seguida, Shakira destacou a importância da relação do pai com a mãe, Nidia Ripoll Torrado. A cantora ainda torce para que o casamento dos pais seja um exemplo para os netos, Milan e Sasha. “Meu pai é o maior exemplo de resiliência, e minha mãe está ao seu lado dia e noite. Ambos têm sido um reflexo daquele sonho que não se tornou realidade para mim. Mas espero que sejam modelos para meus filhos de amor, de paciência nos relacionamentos, de devoção absoluta e entusiasmo pela vida”, alfinetou a artista. Agora, a colombiana acrescentou que pretende se dedicar aos filhos, que estariam enfrentando muitos “ataques da vida” desde a sua separação com o atleta. “Sonho em ver que meus filhos vão superar todos os ataques da vida, que a dor que enfrentaram injustamente só os tornará mais compassivos e empáticos, mais fortes e mais nobres”, afirmou. “Que eles possam ser completamente felizes e que um dia possam desfrutar de uma família com a qual não poderíamos oferecer-lhes e que possam se tornar homens livres, mas bons. Felizes, mas cuidadosos com os outros. Que cuidem de suas futuras famílias com coragem e honestidade. Que tenham valores e um propósito de vida que transcenda a si mesmos.” “Agora isso é um desafio. Meu tempo livre, que é pouco, tive que dedicar este ano a lutar para manter meus filhos, meus pais, minha nova vida fora da Espanha. Fornecer um novo lar para meus filhos [em Miami]. Procuro trabalhar ou fazer algo divertido quando os filhos estão na escola ou quando estão com o pai, o resto do tempo estou com eles e para eles, e trabalho para oferecer a eles uma estrutura que lhes dê estabilidade. Aos poucos estou conseguindo, reconstruindo o ninho”, completou Shakira. Páginas viradas Ainda em entrevista à People, Shakira admitiu estar “muito animada” para virar as páginas e compartilhas suas novas músicas. A cantora revelou que as próximas composições abordam a “narrativa que se desenvolveu junto com os eventos” de sua vida. “[As músicas] contam as diferentes fases pelas quais passei: espirituais, mentais, e até físicas. Já passei por negação, raiva, dor, aceitação, tristeza, esperança, decepção, esperança de novo, ilusão. Tantas emoções e sentimentos que às vezes pareciam ser encontrados, parecia que não poderiam coexistir ao mesmo tempo dentro de mim, que só consegui desvendar através das minhas canções, me entender um pouco melhor, não me explicar, não para me justificar, apenas para me entender, me entender e me aceitar”, refletiu. Nas paradas de sucesso Recentemente, Shakira fez diversos hits musicais desde a separação com Gerard Piqué. Dentre eles, a artista lançou “Music Sessions #53” em parceria com o DJ Bizarrap, que se tornou um verdadeiro sucesso. A cantora reconheceu que a parceria inédita teria ajudado a superar às dificuldades: “A música salvou minha vida e me deu asas para voar. Permitiu-me ser eu mesma, me salvou nos momentos mais difíceis. Se conectou com quem eu realmente sou, quando senti que estava me perdendo. Quando não me reconhecia, a música era meu espelho”
Alok anuncia show gratuito para 1 milhão de pessoas no Rio de Janeiro
Alok anunciou que vai realizar um mega show aberto ao público no Rio de Janeiro. A apresentação acontecerá em comemoração aos 100 anos do hotel de luxo Copacabana Palace. Durante uma entrevista coletiva nesta terça-feira (27/6), o DJ comparou o evento com o Réveillon de Copacabana e ainda prometeu que este será “o maior show do século” da capital carioca, com estimativa de reunir 1 milhão de pessoas. O show gratuito está marcado para o dia 26 de agosto nas areias da praia de Copacabana. Vale mencionar que a data também celebra o aniversário de 32 anos de Alok. “Com certeza, vai ser o aniversário mais especial da minha vida”, disse. Ele ainda revelou que o repertório musical do show terá um aspecto autoral, combinando suas próprias músicas com outros grandes sucessos. Com o propósito de celebrar a cultura carioca, a apresentação ainda terá a participação de escolas de samba. Na ocasião, membros das 12 escolas de samba da Primeira Divisão, como Imperatriz Leopoldinense e Unidos da Tijuca, vão subir ao palco com o DJ. Diante da magnitude do evento, a Prefeitura e o Governo do Rio de Janeiro estão apoiando a organização privada junto as autoridades locais. Segundo Alok, o evento também tem o objetivo de levar a arte e a cultura de forma acessível ao público carioca, além de incentivar a economia da cidade. Show de lasers e palco inédito A apresentação será marcada por inovação e tecnologia que enriquecem a experiência no show eletrônico de Alok. O palco terá um formato de pirâmide inédito com visão de 360º revestido em LEDs de alta definição – e os famosos lasers do DJ não ficarão de fora. O projeto da estrutura é organizado por Abel Gomes, cenógrafo e VP de Criação da agência SRCOM. “Pensei em um palco que pudesse emanar energia para a cidade. Historicamente, o formato geométrico das pirâmides é visto como um portal que se conecta com seu vértice e com a energia cósmica do universo, e distribui essa força a todos ao seu redor, criando uma Egrégora, um alinhamento energético coletivo que propaga pensamentos e sentimentos para o mundo”, revelou Gomes.
Michael Jackson pode virar réu por abuso sexual após nova acusação
Michael Jackson pode voltar a ser réu por abuso sexual após receber novas acusações. O artista teria molestado o coreógrafo Wade Robson durante a infância. As informações são do TMZ. Segundo o site, o abuso sexual teria ocorrido nas dependências do Rancho Neverland, quando Robson tinha entre 7 e 14 anos. Em outro processo, a vítima testemunhou que nunca havia sido abusado por Jackson. Robson tenta processar MJJ Productions Ins., a corporação que pertencia ao cantor. Na primeira instância, o tribunal acatou os argumentos dos advogados da empresa, que alegam não ter controle sobre os atos de Jackson. No entanto, o Tribunal de Apelação deferiu a decisão e decidiu enviar o suposto caso de assédio sexual de volta a julgamento. Acusações de Michael Jackson Michael Jackson foi julgado por molestar outro menino em 2005, quando o coreógrafo testemunhou ter dormido na cama do cantor. Na época, Robson afirmou que nada havia acontecido. Em 2013, Robson deu uma nova versão dos fatos à imprensa. Ele ainda abriu um processo contra a empresa de Jackson sob alegação de que havia sofrido “manipulação completa e lavagem cerebral” no testemunho anterior. A corporação do artista ainda virou ré em outra ação semelhante, movida por James Safechuck. O caso também terá seu dia no Tribunal de Apelação.












