Katy Perry lança novos clipes animados com temática LGBTQIA+
A cantora Katy Perry lançou mais dois clipes animados no fim de semana, após um par inicial na quinta (27/8). Dirigido pelo ilustrador inglês Sykosan, “Cry About It Later” tem estética de anime e transforma a cantora numa bruxinha estilizada, que é parcialmente inspirada em Samantha, da série “A Feiticeira”, e na versão animada de “Sabrina”, dos anos 1970. Já “Tucked” remete aos quadrinhos românticos dos anos 1950, muitos deles criados pelo lendário Jack Kirby, e que viraram sinônimos de pop art quando copiados com a assinatura de Roy Lichtenstein. A direção desse vídeo é da dupla Hoku Uchiyama e Adam Bolt, que também concebeu o acompanhamento visual de “Harleys in Hawaii”, lançado na quinta passada. Ambos mostram a protagonista trocando de parceiros. No primeiro, ela resolve beijar de príncipes a vampiros para curar um coração partido. No segundo, encarna uma dona de casa entediada, casada com um brócoli, que se torna infiel ao encontrar um homem com forma de bombom gostoso. A coincidência também se estende aos finais de temática LGBTQIA+ – seja no felizes-para-sempre lésbico da “Sabrina” Perry (ela beijou uma garota e gostou), seja na descoberta de um prazer inesperado da “Dotty” Perry bela, recatada e do lar, ao se tornar voyeur de sexo gay. As duas faixas fazem parte do álbum “Smile”, lançado na sexta (28/8) nas lojas digitais.
Spike Lee atualiza clipe clássico de Michael Jackson com cenas de protestos raciais
Spike Lee homenageou Michael Jackson, no dia em que o astro pop completaria 62 anos, com uma nova versão do clipe de “They Don’t Care About Us”, um dos vídeos mais icônicos da carreira do cantor. O novo trabalho acompanha um remix da música, que enfatiza a percussão do grupo Olodum, e é uma paulada. O cineasta intercalou as imagens que ele próprio gravou originalmente na Favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, e no Pelourinho, em Salvador, com cenas de outro clipe alternativo, passado numa prisão cenográfica. E atualizou o contexto ao acrescentar registros dos protestos raciais do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) em todo o mundo – do Brasil ao Japão. A nova edição deixa bastante evidente a relevância social da canção. Quando Michael canta que “eles não se importam conosco”, a tela apresenta negros presos ou sofrendo violência da polícia, refletindo os protestos descadeados após a morte do americano George Floyd e que continuam com a perpetuação de ataques mortais contra mulheres e homens negros desarmados. A revolta se expressa no gestual do próprio cantor, que faz cara feia e aponta dedos para a polícia militar brasileira, figurante da gravação. “Grandes canções de protesto não envelhecem, ficam obsoletas ou irrelevantes porque a luta ainda continua. É por isso que ‘They Don’t Care About Us’ é um hino durante a caótica pandemia mundial que nós todos estamos vivendo. Para celebrar o dia do nascimento de Michael Jackson, nós fizemos essa versão do clipe para continuar lutando por igualdade para todos. Fiquem seguros”, disse Spike Lee, em comunicado, sobre a nova versão.
BLACKPINK volta a “quebrar” a internet em clipe de parceria com Selena Gomez
O grupo feminino de k-pop BLACKPINK lançou o clipe de sua parceria internacional com a americana Selena Gomez. A produção de “Ice Cream” traz as estrelas sensualizando o tema do sorvetão, entre brinquedos e a estética pop colorida (puxada para o rosa) que os fãs já se acostumaram a esperar dos vídeos das sul-coreanas. Curiosamente, a música foi composta por outra estrela do pop cor-de-rosa mundial, Ariana Grande. E, para variar, o vídeo está “quebrando a internet”. Em 20 horas, foi visto 70 milhões de vezes e agora só perde para o lançamento anterior do grupo, “How You Like That”, que em junho se tornou o clipe mais visto no YouTube em 24 horas com 82 milhões de visualizações – o recorde durou até a semana passada, quando o BTS estourou tudo com “Dynamite”, visto quase 100 milhões de vezes em seu dia de estreia.
Christina Aguilera canta nova versão de Reflection em clipe da trilha de Mulan
Christina Aguilera lançou o clipe da nova versão de “Reflection”, que faz parte da trilha sonora do filme de “Mulan”. A faixa é uma regravação da música do longa animado original da Disney, que projetou a carreira da então iniciante cantora em 1998, ao receber indicação ao Oscar. E é o que se chama de “balada épica”, quase toda cantada no volume 11. “O filme ‘Mulan’ e a música ‘Reflection’ coincidiram com o meu primeiro contrato com gravadora. É sensacional voltar a um filme tão incrível, cheio de poder e significado, e esse significado sustenta o teste do tempo: permanecer fiel a si mesmo, ser quem você é e ensinar como ser destemido”, disse Aguilera em comunicado. Além dessa faixa, ela gravou uma música inédita para a adaptação live action, “Loyal Brave True”, que também ganhou clipe (veja aqui). As duas músicas estarão no disco trilha sonora, que será lançado em 4 de setembro, mesma data da estreia do filme na plataforma Disney+ (Disney Plus) nos EUA. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia nacional de “Mulan” permanece uma incógnita.
Anitta se assume poderosa, empresária, f*** e milionária em clipe de Papatinho
O rapper Papatinho lançou o clipe de “Tá com o Papato”, que tem participação de Dfideliz, BIN e Anitta. E embora a cantora só se manifeste no último e menor trecho da canção, ela rouba a cena no clipe, rebolando e empinando, e também com o que manifesta na gravação. Num biquíni da grife francesa Louis Vuitton, Anitta mantém a pegada de ostentação dos rappers marrentos e manda recado de poderosa: “Call me Anitta diva, worldwide, bitch!” E engata: “Poderosa, empresária. Eu sou f***, milionária”. A auto-estima vira alta estima na gravação feita na Europa, bem longe da favela – e do cenário de pandemia descontrolada nacional – , onde ela deixa claro: “Aqui de cima ‘cês não vão tocar em mim”. As cenas descontraídas à beira da piscina, com os malvadinhos segurando armas de esguicho d’água, também oferecem um contraponto bem-vindo à letra, que beira apologia ao crime, apesar das referências armadas servirem como metáfora sexual (o revólver como símbolo fálico assumido). A direção ficou a cargo de Daniel Levenhagem, que trabalhou com Anitta em “Sien Medo”, mas o segredo da bela fotografia está na assinatura do famoso cinegrafista Lula Carvalho (“Tropa de Elite”) e do fotógrafo Danilo Arenas.
Katy Perry lança segundo clipe do dia após dar a luz
Katy Perry se entusiasmou com a maternidade e lançou não apenas um, mas dois clipes animados nesta quinta (27/8). Após liberar a animação computadorizada de “Never Really Over” pela manhã, ela disponibilizou o clipe de “Harleys in Hawaii”, inspirado em animações clássicas em preto e branco. O vídeo tem o estilo dos antigos desenhos de “Betty Boop” e “Popeye” e acompanha as personagens enquanto andam de motocicleta (Harley) e dançam Hula (in Hawaii). O resgate do visual retrô dos cartoons dos anos 1940 anda em voga, e recentemente Dua Lipa também embarcou na nostalgia de “Betty Boop” (no clipe de “Hallucinate”). Assim como “Never Really Over”, “Harleys in Hawaii” também já tinha um vídeo, lançado no ano passado. A direção da versão animada é da dupla Hoku Uchiyama e Adam Bolt, que vem da publicidade. A divulgação prepara o lançamento de “Smile”, álbum gravado por Perry durante a pandemia, que chegará nas plataformas digitais nesta sexta (28/9). Ao mesmo tempo, a cantora também comemora o começo de uma nova etapa em sua vida, como mamãe de Daisy Dove Bloom, sua filha com o ator Orlando Bloom, cujo nascimento foi anunciado pelas redes sociais da UNICEF nas primeiras horas do dia. Saiba mais aqui.
Katy Perry lança novo clipe poucas horas após virar mamãe
Katy Perry lançou um novo clipe poucas horas depois do nascimento de sua primeira filha. Desta vez, é uma animação computadorizada dirigida pelo colombiano Rafatoon (Rafael Pérez). Trata-se do segundo vídeo de “Never Really Over”, canção lançada em 2019 e que já tinha rendido um clipe no ano passado. A nova versão é um desenho que registra cenas do ponto de vista de uma mulher solitária presa numa rotina, entre acordar, escovar os dentes, comer e lavar os pratos. Estas ações se repetem consecutivamente em imagens coloridas e hipnóticas – quase psicodélicas – até que o looping é interrompido por um despertar com pratos limpos e café da manhã na mesa, que remete ao fim da solidão, mas também ao novo disco da cantora, já que os ovos e bacons preparados para seu despertar formam um sorriso. A imagem é um lembrete do lançamento de “Smile”, álbum gravado por Perry durante a pandemia e a gestação, e que chegará nas plataformas digitais na sexta (28/9). Ao mesmo tempo, a cantora também comemora o começo de uma nova etapa em sua vida, como mamãe de Daisy Dove Bloom, sua filha com o ator Orlando Bloom, cujo nascimento foi anunciado pelas redes sociais da UNICEF nesta quinta-feira. Saiba mais aqui.
Nova série de biografias musicais vai contar história de Naomi e Wynonna Judd
A Fox está desenvolvendo uma série de biografias musicais com o título provisório de “Icon”. A ideia é abordar uma lenda da música popular americana por ano e a 1ª temporada trará a história da única dupla musical de mãe e filha dos EUA, Naomi e Wynonna Judd, que fizeram sucesso nos anos 1980 e 90. Juntas, elas dominaram a cena country, ganhando inúmeros prêmios e vendendo mais de 20 milhões de álbuns. Nenhum roteirista ainda está vinculado ao projeto, que está sendo desenvolvido pelo Jackal Group e a Sandbox Entertainment em parceria com a Fox Entertainment. Naomi e Wynonna Judd também serão produtoras da 1ª temporada. A Sandbox Entertainment representa estrelas da música country como as Judd, Faith Hill, Little Big Town, Kacey Musgraves e outros. Já The Jackal Group é a produtora de Gail Berman (de “A Família Addams”). Berman e Jason Owen, CEO da Sandbox, também estão desenvolvendo outra série musical na Fox, ainda sem título, que será uma espécie de “Empire” da country music.
Família de Chris Cornell não aprova filme sobre últimos dias do cantor
A família do cantor Chris Cornell (1964-2017) não aprovou o filme em produção sobre os últimos dias de vida do artista. Atualmente em pré-produção, o longa “Black Days” está selecionando atores e atrizes para compor seu elenco. Em comunicado, representantes da família de Cornell informaram que a obra “não foi sancionada ou aprovada” por eles. “Não fomos contactados por ninguém”, afirma o texto. A realização de “Black Days” está a cargo das produtoras Road Rage Filmes LLC e Amerifilmes LLC, pertencentes ao ator e músico Johnny Holiday – que interpretou o cantor Carl Perkins em “Johnny & June”, cinebiografia de Johnny Cash. Os representantes da produção não se pronunciaram publicamente sobre o comunicado divulgado pela família de Cornell. Vocalista de bandas como Soundgarden e Audioslave, o artista foi encontrado sem vida em um quarto de hotel de Detroit em maio de 2017, aos 52 anos, vítima de suicídio.
Filha de Beyoncé rouba a cena em novo clipe de Black Is King
Beyoncé divulgou um novo clipe extraído de seu álbum visual “Black Is King”, aclamado pela crítica internacional. Trata-se do acompanhamento da música “Brown Skin Girl”, parceria de Beyoncé com o cantor nigeriano WizKid e o rapper Saint Jhn, que conta com participação de Blue Ivy Carter, a filha da artista. A menina, por sinal, é identificada como coautora da música e acaba roubando a cena na gravação. A música celebra os tons da pele negra e o clipe não esquece sequer de incluir uma modelo albina. Entre as participações especiais, aparecem também a mãe de Beyoncé, Tina Knowles, a atriz Lupita Nyong’o, a modelo Naomi Campbell e a cantora Kelly Rowland, ex-Destiny’s Child. A cantora assina a direção artística de todo o projeto “Black Is King”, apesar de listar diversos diretores com quem trabalhou para completar o filme/álbum visual. Entretanto, ela não identifica quem fez o quê e em qual segmento (clipe) musical. Lançado em julho nos EUA, “Black Is King” é inspirado na experiência de Beyoncé com a nova versão de “O Rei Leão” e permanece inédito no Brasil, porque se trata de um lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), ainda não disponível no país. Este detalhe, porém, não impediu que a produção fosse muito comentada por aqui – rendendo até polêmica.
Novo clipe do BTS quebra recorde de visualizações do YouTube
O novo vídeo da boy band sul-coreana BTS estabeleceu um novo recorde de visualizações em 24 horas no YouTube. Lançado na sexta (21/8), o clipe de “Dynamite” foi visto 101,1 milhões de vezes em seu primeiro dia no YouTube, superando com folga o antigo campeão – por sinal, outro fenômeno do K-pop, o grupo feminino Blackpink e seu clipe de “How You Like That”. O clipe animado e dançante, em que os muitos cantores da banda se alternam com closes de caretas, óculos escuros, cabelos coloridos e brincos, também registra a primeira música cantada inteiramente em inglês do BTS. Os mais novinhos podem perceber influência de Justin Timberlake na canção. Ele também começou numa boy band nos anos 1990. Mas na verdade o funk contagiante é um legado da boy band original, os Jackson Five do menino Michael Jackson. O vídeo alcançou outros recordes, como a estreia mais assistida da história do YouTube, com mais de 3 milhões de espectadores sintonizados simultaneamente no momento em que entrou ao vivo, além de ter liderado o ranking do YouTube em todo o mundo apenas 12 horas após seu lançamento, segundo confirmou o próprio portal do Google à imprensa. Vale considerar também que o BTS já tinha determinado recordes anteriores de visualizações em 24 horas várias vezes – mais recentemente com o lançamento de “Boy With Luv” com Halsey em abril de 2019 (74,6 milhões de visualizações em 24 horas). Por sinal, o vídeo de “Dynamite” foi dirigido por Yong Seok Choi da produtora Lumpens, que também dirigiu “Boy With Luv”. O BTS vai interpretar “Dynamite” pela primeira vez ao vivo no MTV Video Music Awards de 2020, que vai acontecer no domingo que vem, 30 de agosto, nos EUA.
Manu Gavassi estrela e dirige clipe divertido com Gloria Groove e o ex, Chay Suede
Manu Gavassi lançou o clipe de sua nova música, “Deve Ser Horrível Dormir Sem Mim”, que ela também escreveu e dirigiu. Trata-se praticamente de um curta-metragem, com boa historinha, vários diálogos, muitos personagens, astros convidados e – o principal – bastante divertido. Até a propaganda descarada do TikTok e a prevenção ao coronavírus são bem inseridos no contexto, que, por sinal, poderia servir de premissa para uma série. #Ficaadica. No clipe, a multitalentosa Manu aparece loira como sua alter-ego cineasta, Malu Gabatti, responsável pela gravação do vídeo, sempre acompanhada por Gloria Groove, parceira musical da gravação. Enquanto lida com os bastidores da produção, Malu descobre que Manu desapareceu e será preciso improvisar, com ela mesma assumindo o papel principal. Não falta metalinguagem, com farpas disparadas de Malu para Manu e a participação do ex da cantora, o astro Chay Suede (o Erasmo de “Minha Fama de Mau”), como “boy gato” da produção. É especialmente curioso como “Malu” lembra o tempo inteiro para a assanhada Gloria Groove que ele é casado. E a isso se soma um detalhe: sua esposa, Gloria Neiva, aparece em cena como auxiliar de produção da gravação – tirando a camisa do maridão. O bom relacionamento entre os ex e a atual é muito moderno. Por essas e outras, a ex-BBB consegue entreter até quem não a considera uma grande cantora. Já a música em si combina pop com reggaeton, mas consegue se diferenciar dos muitos similares genéricos pela letra convencida e, sim, pela interpretação de Manu, que traz tons de Kid Abelha/Pato Fu ao sonzinho “da moda”. Tem cara de virar o maior sucesso da carreira de Manu. Em poucas horas, o clipe já foi visto por quase 1 milhão de pessoas. Ela comemorou o resultado no Instagram: “A sensação que eu tive em realizar esse curta/clipe foi a mesma de quando eu mandava convite pros meus pais assistirem a apresentação de teatro que eu fazia com a minha irmã na sala de casa quando tinha 7 anos. E por isso, 20 anos depois, se a sensação é a mesma, acho que acabei no caminho certo nessa vida”.
Shows Clássicos: 30 performances de Kraftwerk, Devo, Duran Duran, A-ha, New Order, Depeche Mode, etc
A mostra de shows clássicos da Pipoca Moderna chega a sua 9ª seleção com 30 apresentações da era do syhthpop e do movimento new romantic. A curadoria abre com os precursores da música eletrônica, Kraftwerk, num especial da TV alemã de 1982, e avança pelos pioneiros da new wave que promoveram o convívio das guitarras de rock com sintetizadores das marcas Korg, Roland e Yamaha. Alguns foram esquecidos, como a banda americana Xex, outros lotam shows até hoje, como o New Order. Mas em 1981, um ano após a morte de Ian Curtis, New Order ainda cabia num porão em Nova York, como no registro abaixo. Sete anos depois, o som eletrônico já tinha se popularizado a ponto do Depeche Mode lotar o estádio Rose Bowl. Este show foi documentado pelo mestre D.A. Pennebaker, o cineasta que inventou o “lyric video” em 1965 com “Subterranean Homesick Blues”, de Bob Dylan. Vale reparar que a lista abaixo inclui algumas playlists do YouTube, porque certos shows foram disponibilizados em duas partes ou espalhados em vídeos individuais. Além disso, há duas “antologias” de performances televisivas. Para mergulhar ainda mais na história do pop/rock, também estão disponíveis abaixo os atalhos para as mostras anteriores, que cobrem diferentes gerações musicais. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) > Shows dos 1980 – Parte 2 (reggae, ska, new wave, pós-punk) > Shows dos 1980 – Parte 3 (punk comercial e os revials mod, rockabilly, folk & blues) > Shows dos 1980 – Parte 4 (rock gótico e neopsicodélico) Kraftwerk | 1981 Devo | 1982 Xex | 1981 Gary Numan | 1984 Soft Cell | 1982 New Order | 1981 The Sound | 1982 Orchestral Manoeuvres in the Dark | 1981 Visage | 1981 Ultravox | 1982 Human League | 1982 Depeche Mode | 1988 Erasure | 1988 Yazoo | 1982 Pet Shop Boys | 1989 Eurythmics | 1987 Tears for Fears | 1983 Talk Talk | 1986 The Art of Noise | 1986 Flock of Seagulls | 1982 Spandau Ballet | 1983 Duran Duran | 1982 a-Ha | 1989 Simple Minds | 1984 Japan | 1982 Thompsons Twins | 1984 Propaganda | 1985 Berlin | 1983 Missing Persons | 1983 Wall of Voodoo | 1983












