Clipe animado traz parceria de Gorillaz com Elton John
A banda animada Gorillaz lançou um novo clipe, que conta com participação do cantor Elton John. Dirigido por Jamie Hewlett, o desenhista que criou o visual dos Gorillaz, o vídeo “The Pink Phantom” transforma o famoso músico num personagem de desenho animado. A música, que ainda traz versos do rapper 6lack, faz parte do álbum “Song Machine: Season One – Strange Timez”, dedicado a parcerias do Gorillaz com outros artistas. A lista de convidados é bastante eclética, incluindo St. Vincent, Beck, Schoolboy Q, Peter Hook (ex-New Order) e Robert Smith (da banda The Cure). A colaboração entre Robert Smith e Damon Albarn (do Blur e também líder do Gorillaz), por sinal, também virou clipe no mês passado. O lançamento do álbum com todas as parcerias está marcado para 23 de outubro.
Billie EIlish lança clipe sombrio do tema de 007 – Sem Tempo Para Morrer
A cantora Billie EIlish divulgou nesta quinta (1/10) o clipe sombrio de “No Time to Die”, música-tema do filme “007 – Sem Tempo Para Morrer”. A canção se diferencia de outras gravações dos longas de James Bond por ser incrivelmente romântica. Aos 18 anos, Billie é também a mais jovem cantora e compositora de um tema de 007 na história da franquia. Ela canta sobre um relacionamento trágico, com traições e corações partidos, enquanto o vídeo enfatiza os olhares trocados entre o casal protagonista do filme – muito mais que as inevitáveis cenas de ação. O tom melancólico reflete o que os trailers adiantaram sobre a trama de “007 – Sem Tempo Para Morrer”, que envolve um segredo de Madeleine Swann (Léa Seydoux), a paixão do agente secreto James Bond (Daniel Craig), relacionado ao vilão da vez, o deformado Safin (Rami Malek). O último filme de James Bond estrelado por Daniel Craig tem direção de Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”) e estreia prevista para 19 novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA, após adiamento devido à pandemia de coronavírus.
A Voz Suprema do Blues: Veja as fotos do último filme de Chadwick Boseman
A Netflix divulgou as primeiras cinco fotos de “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto em agosto de câncer de cólon aos 43 anos. O filme, que chegou a ser finalizado antes do falecimento do ator, aborda tensões raciais e a história do blues. Passado na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. A estreia está marcada para 18 de dezembro nos EUA.
Machine Gun Kelly e Megan Fox se beijam em novo clipe de rock
O roqueiro e ator Machine Gun Kelly (“The Dirt”) lançou um novo clipe em que aparece ao lado da nova e famosa namorada, a atriz Megan Fox (“Tartarugas Ninja”). O vídeo de “Drunk Face” tem até uma cena em que os dois se beijam. Ela também aparece pintando as unhas do cantor, frequentando bastidores de show e andando de jato particular com ele. Antes dessa exposição pública de afeto, Megan Fox tinha estrelado o clipe de “Bloody Valentine”, que foi lançado quando o relacionamento ainda era um rumor – e na mesma semana em que atriz encerrou seu casamento de dez anos com o também ator Brian Austin Green (de “Barrados no Baile”). O novo casal teria se formado durante a filmagem de um longa, intitulado “Midnight in the Switchgrass”, que marca a estreia na direção do produtor Randall Emmett (de “O Irlandês”). O filme ainda está inédito, mas o romance segue dando frutos.
Vin Diesel lança carreira musical
O que começou como brincadeira continua não sendo levado à sério, mas Vin Diesel realmente virou cantor com o lançamento de seu primeiro single, “Feel Like I Do”. Quem acompanha a carreira do ator deve lembrar que ele tem o costume de postar vídeos cantando em suas redes sociais. Em 2013, por exemplo, postou um vídeo cantarolando “Stay”, hit de Rihanna, para homenagear a companheira Paloma Jimenez. Mas o passatempo começou a ser levado a sério em 2015, quando fez uma participação vocal no mega-hit “See You Again”, de Wiz Khalifa, faixa de “Velozes e Furiosos 7”, num tributo ao colega Paul Walker durante participação no VMA, da MTV. Entretanto, foi o DJ norueguês Kygo quem decidiu gravar a voz grave e rouca do fortão do cinema, até então mais celebrada por dizer “I’m Groot” nos filmes dos “Guardiões da Galáxia”. Em 2017, Kygo registrou a primeira brincadeira séria de Diesel no microfone, lançando uma versão alternativa de “It Ain’t Me” que juntava o ator e Selena Gomez. O resultado não foi um desastre e deixou Diesel mais a vontade para tentar cantar sozinho, o que aconteceu agora num lançamento da gravadora de Kygo. A faixa foi revelada pela primeira vez durante uma participação do ator no programa da cantora Kelly Clarkson. Assim como as músicas do DJ norueguês, o estilo é uma balada pop eletrônica, com sintetizadores e vocal com afinação alterada. A decisão de gravar e lançar a música foi culpa da pandemia. Sem poder filmar, Diesel foi atrás de Kygo para tirar do armário sua paixão enrustida pela carreira musical. “Em um ano em que normalmente estaria no set de um filme, tive outra saída criativa, outra maneira de compartilhar meu coração com vocês”, ele explicou no “Kelly Clarkson Show”. Veja abaixo.
Zendaya vai viver a cantora Ronnie Spector no cinema
A cantora Zendaya está em negociações avançadas para viver a cantora Ronnie Spector, líder do grupo vocal feminino Ronettes, em uma cinebiografia produzida pelos estúdios A24 e New Regency. A própria Spector escolheu pessoalmente a atriz vencedora do Emmy por “Euphoria” para retratá-la. As duas também vão compartilhar a produção do filme, junto com Marc Platt, que atualmente está produzindo as adaptações para o cinema de “A Pequena Sereia” e “Wicked”. O filme será baseado na autobiografia “Be My Baby”, que Spector escreveu com Vince Waldron, e as negociações com Zendaya acontecem antes mesmo do roteiro começar a ser escrito. Segundo o site da revista Variety, também há negociações paralelas com a vencedora do Pulitzer, Jackie Sibblies Drury, para assinar a adaptação. Refletindo a autobiografia, o filme dará ênfase ao início da carreira da cantora, particularmente à formação do grupo Ronettes, o sucesso comercial com o hit “Be My Baby” e o envolvimento com o produtor Phil Spector, com quem Ronnie acabou se casando. Mas também deverá mostrar o divórcio e a batalha da cantora para recuperar os direitos de suas músicas. Zendaya será visto a seguir na superprodução sci-fi “Duna”, com Timothée Chalamet, e “Malcom & Marie”, drama indie que ela filmou ao lado de John David Washington durante a quarentena – e que foi recentemente vendido para a Netflix por US$ 30 milhões. Relembre abaixo dois grandes hits das Ronettes, com Ronnie ao centro.
Filme inspirado pela vida de Céline Dion ganha primeiro trailer
A Gaumont divulgou o pôster e o trailer de “Aline”, um drama musical francês inspirado pela vida da cantora Céline Dion. O filme tem roteiro, direção e é estrelado pela estrela francesa Valerie Lemercier (“50 São os Novos 30”). Ela interpreta a Aline do título, uma cantora fictícia que tem uma vida bastante parecida com a de Céline Dion. A trama acompanha a artista desde a infância no Canadá, na região do Quebec durante a década de 1960, passa por sua transformação em cantora nos anos 1980 e segue até seu estrelado, enfatizando seu romance e seu casamento com o empresário bem mais velho que a descobriu. Na vida real, Céline se casou com o homem que a descobriu e apostou tudo no seu sucesso, René Angélil, falecido em 2016. A estreia está marcada para 18 de novembro na França.
Billie Eilish vai ganhar documentário na Apple TV+. Veja o teaser
A cantora Billie Eilish vai ganhar um documentário. Intitulado “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” (O mundo está meio borrado), a produção ganhou seu primeiro teaser, que revela que será lançada em fevereiro de 2021 pela plataforma Apple TV+. Não há muitos detalhes sobre o projeto, que terá direção de R.J. Cutler, responsável pelo filme “Se Eu Ficar” (2014) e vencedor do Emmy pelo reality “American High” (2000). O documentário acontece durante a melhor fase da carreira de Billie Eilish, que venceu múltiplos prêmios no Grammy 2020, se apresentou no Oscar e gravou o tema do novo filme de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer”.
Veja o clipe de Travis Scott lançado em IMAX com o filme Tenet
O rapper Travis Scott disponibilizou no YouTube o clipe de “Franchise”, que foi lançado nos cinemas IMAX antes das sessões de “Tenet” nos EUA. A conexão se deve ao fato de Scott ter contribuído com uma música inédita (“The Plan”) para o filme de Christopher Nolan. Dirigido pelo próprio rapper em parceria com White Trash Tyler, após o último assinar um documentário sobre Scott para a Netflix (“Travis Scott: Voando Alto”), o vídeo também tem participações de Young Thug e da sumida M.I.A. A narrativa abraça o rap ostentação e explora o endosso a um produto fictício, enquanto a letra bate recorde de citações a marcas como Nike, Sprite, Kawasaki, Google, Kodak, etc. Scott ainda cita textualmente diretores e filmes, e grava cenas que remetem à “Humble.”, de Kendrick Lamarr, e ao terror “Midsommar” (a roupa literalmente florida de M.I.A.). Ao final, “Franchise” tanto pode ser visto como uma crítica à transformação dos clipes em comerciais publicitários de marcas aleatórias quanto seu oposto, uma apologia ao business acima de tudo, levada adiante pelo rapper que virou McLanche Feliz (The Travis Scott Meal). “Bangers in the system, it’s that”. Confira abaixo e tire suas conclusões.
Zayn lança clipe após virar papai
O cantor Zayn Malik lançou o clipe de “Better”, música romântica sobre a superação de um coração partido. Com tema e falseto de música sertaneja, batida de hip-hop e refrão de R&B, a gravação segue a tendência do pop genérico atual, que além de não diferenciar muito os estilos de seus intérpretes também confunde os gêneros, trazendo um pouco de tudo ao mesmo tempo para agradar o maior número de fãs possível. O vídeo dirigido por Ryan Hope, que fez muitos comerciais da Prada, remete a ensaio de moda, com o cantor britânico mostrando as tatuagens e o abdômen definido, enquanto veste um terno de grife com cara de quem se leva a sério. Revelado na sexta (25/9), dois dias após o nascimento da primeira filha do artista com a modelo Gigi Hadid, o clipe de “Better” também é o primeiro trabalho do ex-One Direction em 2020, e faz parte do repertório de seu vindouro terceiro álbum-solo. O disco anterior, “Icarus Falls” foi lançado em 2017 com nada menos que 27 faixas, mais duas músicas bônus, e foi um estrondoso fracasso comercial.
Jennifer Lopez e Maluma vivem romance criminal em dois clipes
Jennifer Lopez lançou dois clipes com participação de Maluma, em que os dois esbanjam sensualidade como um casal. Mas o romance não termina bem. O primeiro, “Pa Ti”, é pura ostentação, com mansão, carrões e negócios bilionários. Só que a casa cai no segundo, “Lonely”, quando o FBI acorda o casal e leva J-Lo para a prisão. Os negócios, aparentemente, eram ilícitos. E para piorar Maluna, de 26 anos, tinha uma paixão de mentirinha pela cantora com o dobro de sua idade, revelando-se um agente infiltrado para levantar seus crimes. A historinha serve para mostrar a química da dupla, que será vista a seguir vivendo um casal na comédia “Marry Me”, estreia de Maluma como ator de cinema. No longa, dirigido por Kat Coiro (“Disque Amiga para Matar”), o romance também não dá certo. Já os clipes cantados em espanhol e inglês, repletos de “product placements” (propaganda escancarada de produtos), foram dirigidos por Jessy Terrero, parceiro frequente de Maluma – que inclusive registrou dois duetos do cantor colombiano com Anitta.
Juliette Gréco (1927 – 2020)
A cantora e atriz francesa Juliette Gréco, musa do existencialismo, morreu nesta quarta feira (23/9) aos 93 anos, em sua casa em Ramatuelle, na França. Ela foi símbolo de resistência, mas também ícone da moda, uma artista que simbolizou o “radical chique” da boemia parisiense. Foi grande amiga do casal formado pelo filósofo Jean-Paul Sartre e a escritora feminista Simone de Beauvoir, e também amante da lenda do jazz Miles Davis e do poderoso produtor de Hollywood Darryl F. Zanuck. Sua rebelião começou na adolescência e lhe rendeu prisão, com apenas 16 anos, pela Gestapo, a polícia nazista, durante a ocupação alemã da França. Ela tomou o lugar da mãe e da irmã mais velha na Resistência Francesa, após as duas serem enviadas a um campo de concentração, e lutou pela libertação de seu país. Presa, só foi poupada dos campos de concentração e da deportação para a Alemanha por causa de sua idade. Mas suas experiências de guerra selaram uma aliança vitalícia com as causas da esquerda política. Após a guerra, ela virou cantora e passou a se apresentar nos chamados cafés existencialistas da época. Seus shows e presença marcante na noite parisiense foram imortalizados por alguns dos fotógrafos mais famosos de todos os tempos, como Robert Doisneau e Henri Cartier-Bresson, que transformaram seu look entristecido, sempre de roupas pretas, em modelo para a juventude beatnik. Ela também foi uma das primeiras mulheres a usar camisetas no dia-a-dia, numa época em que o visual era identificado como masculino. Juntava-se a isso um voz sombria, que a tornava a intérprete perfeita das canções de “fossa” compostas por Jacques Prévert (“Je Suis Comme Je Suis”, “Les Feuiles Mortes”), Jacques Brel (“Ça va la Diable”), Leo Ferré (“La Rue”) e, nos anos 1960, Serge Gainsbourg (“La Javanaise”). Mas até Jean-Paul Sartre e o escritor Albert Camus escreveram letras para ela cantar. Em 1952, ela veio pela primeira vez ao Brasil, apresentando-se no Rio de Janeiro, numa turnê que deveria durar 15 dias. Mas ela se apaixonou pelo país e não queria mais ir embora. Ficou meses e chegou a considerar o casamento com um amante brasileiro. Sua carreira, porém, só decolou para valer dois depois, quando foi convidada a se apresentar na sala de concertos Olympia de Paris – então o templo da música popular francesa. Paralelamente, Gréco também se lançou como atriz, convidada pelos amigos cineastas e intelectuais para pequenos papéis, como em “Orfeu” (1950), de Jean Cocteau, e “Estranhas Coisas de Paris” (1956), de Jean Renoir, entre muitos outros filmes. Até que a indústria cinematográfica francesa passou a vê-la como protagonista, escalando-a como estrela de filmes como “Quando Leres Esta Carta” (1953) e “Rapto de Mulheres” (1956). Logo, ela começou a ser cortejada por Hollywood. Ou, mais especificamente, cortejada por Darryl F. Zanuck, o chefão da 20th Century Fox, que a importou para o filme “E Agora Brilha o Sol” (1957), de Henry King, superprodução com um dos elencos mais grandiosos da época – Tyrone Power, Ava Gardner, Errol Flynn, Mel Ferrer, etc. Juliette Gréco acabou promovida a protagonista de Hollywood em seu filme seguinte, “Raízes do Céu” (1958). Ela aparecia seminua no pôster, envolta numa toalha e com Errol Flynn, o grande machão do cinema americano, prostrado a seus pés. Zanuck apostava em consagrá-la, mas o filme enfrentou um grande problema de bastidores. Rodado na África equatorial, ficou mais conhecido pelas bebedeiras de Errol Flynn, pelo surto de malária que afligiu o elenco e pela ausências do diretor John Huston, que preferia caçar a seguir cronograma de filmagens. Foi um desastre e a produção teve que ser finalizada num estúdio em Paris, com a maioria dos atores febris. Para completar, Zanuck ainda decidiu realizar sua montagem em Londres, para ficar próximo de Gréco, enquanto ela fazia sua estreia no cinema britânico, no thriller “Redemoinho de Paixões” (1959). O próprio Zanuck escreveu o filme seguinte de sua musa, a adaptação de “Tragédia num Espelho” (1960), em que ela foi dirigida por Richard Fleischer e contracenou com Orson Welles. Fleischer também a comandou em “A Grande Cartada” (1961), mas sua carreira hollywoodiana não foi o sucesso esperado. Contratada como atriz, ninguém esperava que ela cantasse em seus filmes, e isso pode ter lhe frustrado. Não por acaso, o maior clássico de cinema de sua carreira foi uma produção em que interpretou a si mesma, cantando em inglês a música-título de “Bom Dia, Tristeza”, numa pequena cena do famoso filme estrelado por Jean Seberg em 1958. Ela acabou voltando para a França, onde estrelou mais alguns filmes. Mas foi uma minissérie francesa que lhe deu seu maior reconhecimento como atriz: “Belphegor – O Fantasma do Louvre”, um mistério sobrenatural de 1965 sobre um fantasma que assombrava o museu do Louvre. Gréco ainda atuou na superprodução “A Noite dos Generais” (1968), um suspense passado durante a 2ª Guerra Mundial e estrelado por Peter O’Toole e Omar Sharif, e na comédia “Le Far-West” (1973), escrita, dirigida e protagonizada por seu colega cantor Jacques Brel, antes de se afastar do cinema por um quarto de século. Sua carreira nas telas só foi retomada em 2001 por conta de uma homenagem, ao ser convidada a figurar rapidamente numa nova versão de sua célebre minissérie, lançada no cinema com o título de “O Fantasma do Louvre” e com Sophie Marceau em seu papel original. Depois disso, ela ainda estrelou um último filme, o alemão “Jedermanns Fest”, ao lado de Klaus Maria Brandauer no ano seguinte. No período em que se afastou das telas, a artista priorizou a música. Em 1981 foi praticamente expulsa do Chile, então sob a ditadura de Augusto Pinochet, por cantar canções censuradas pelo regime militar. Apesar de muitos amantes conhecidos, entre homens e até mulheres famosas, ela também foi uma esposa dedicada. Casou-se três vezes: brevemente em 1953 com o ator Philippe Lemaire, com quem teve uma filha (Laurence-Marie, falecida em 2016), depois, com o famoso ator Michel Piccoli entre 1966 e 1977 e, por fim, vivia desde 1988 com o pianista e compositor Gérard Jouannest, que co-escreveu algumas das melhores canções de Jacques Brel, incluindo “Ne Me Quitte Pas”. Ela seguiu cantando até os 89 anos, quando sua carreira foi encerrada por um derrame. A causa da morte não foi divulgada.
Sepultura lança clipe ambientalista contra devastação da Amazônia
A banda Sepultura voltou às suas raízes (ou “roots bloody roots”) com o lançamento do clipe de “Guardians of the Earth”, música que integra o novo álbum “Quadra”, lançado em fevereiro passado. O vídeo dirigido por Raul Machado (que trabalhou com Anitta) a partir de imagens cedidas por ONGs, retoma a célebre temática amazônica do álbum “Roots” (1996), último disco da formação clássica, ao juntar uma letra de temática ambientalista com imagens da devastação da floresta, queimadas e povos indígenas. Mas o som é completamente diferente, resultado da mudança de integrantes, mais progressivo que tribal. “Quadra” é o 15º álbum do Sepultura, que na formação atual conta com Derrick Green nos vocais, Andreas Kisser na guitarra, Paulo Jr. no baixo e Eloy Casagrande na bateria e percussão.












