Viola Davis será guerreira amazona no novo filme da diretora de The Old Guard
A diretora Gina Prince-Bythewood já definiu seu próximo projeto após lançar a adaptação de quadrinhos “The Old Guard” na Netflix com críticas positivas (82% de aprovação no Rotten Tomatoes). Ela vai dirigir Viola Davis no drama de ação “The Woman King” para o estúdio TriStar, da Sony. Inspirado em fatos reais, o filme vai contar a história de Nanisca (Davis), uma guerreira africana do século 18. Nanisca era general de uma unidade militar feminina, cujas guerreiras chegaram a ser chamadas de Amazonas pelos colonizadores. Durante dois séculos, elas defenderam o Reino de Daomé, uma das nações africanas mais poderosas da era moderna, contra os colonizadores franceses e as tribos vizinhas que tentavam invadir o país, escravizar seu povo e destruir tudo o que representavam. As Agojie de Daomé são a inspiração das guerreiras Dora Milaje, vistas nos quadrinhos e filmes do “Pantera Negra”. Outra curiosidade de Daomé é o que o país foi o primeiro a reconhecer a independência do Brasil, em 1822, enviando representantes diplomáticos à corte imperial de Dom Pedro I. Infelizmente, o reino africano acabou conquistado pelos franceses no começo dos anos 1900, passando meio século como colônia, antes de retomar sua independência e virar a atual República de Benim. “The Woman King” vai se concentrar na relação de Nanisca e sua filha Nawi, que também foi uma guerreira amazona. A atriz Lupita Nyong’o (de “Pantera Negra”) negocia o papel de Nawi. Ainda não há previsão para as filmagens ou data de estreia da produção.
Novo livro de Stephen King vai virar três filmes diferentes
O novo livro de Stephen King não vai render apenas um filme, como previamente antecipado. Na verdade, serão três. Antologia com quatro contos do escritor, “If It Bleeds” terá três de suas histórias transformadas em filmes de produtores e cineastas diferentes. Cada um dos contos foi negociado separadamente. A adaptação mais adiantada é “Mr. Harrigan’s Phone”, que já tinha sido anunciada. O filme será uma coprodução de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”) e da Blumhouse (produtora de “O Homem Invisível” e “Corra!”), com roteiro e direção de John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”) para a Netflix. Os cineastas Darren Aronofsky (“Mãe”) e Ben Stiller (“Zoolander”) vão adaptar outros dois contos, “The Life of Chuck” e “Rat”, respectivamente. Segundo apurou o site Deadline, “Rat” será dirigido e estrelado por Stiller, enquanto Aronofsky deve apenas produzir “The Life of Chuck”. Com isso, o único conto de “If It Bleeds” ainda sem adaptação encaminhada é “Let It Bleed”. Mas isso não significa que não vá aparecer nas telas. Na verdade, ele deve ser adaptado na TV, já que Holly, protagonista da história, também aparece em “The Outsider”, cujos direitos foram adquiridos pela Warner para a produção da série homônima da HBO. Na atração televisiva, a personagem é interpretada por Cynthia Erivo (“Harriet”). Não há nenhuma previsão para o lançamento das adaptações. Stephen King gravou um vídeo lendo o começo de um dos contos para divulgar a publicação, que foi lançada em abril passado nos EUA. Veja abaixo.
Astro de Riverdale vai estrelar produção de Michael Bay sobre a pandemia
A empresa produtora de Michael Bay conseguiu reverter o veto do SAG-AFTRA, sindicato dos atores dos EUA, às filmagens de “Songbird”. O trabalho foi autorizado após se adequar às regras de filmagens sob a pandemia de covid-19, e a equipe aproveitou para anunciar os nomes de seus protagonistas. Os atores K.J. Apa (o Archie de “Riverdale”) e Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”) foram definidos como os personagens principais da produção de Michael Bay, que trata, justamente, da pandemia. Eles vão se juntar a Demi Moore (“Margin Call”), Craig Robinson (“Ghosted”) e Peter Stormare (“Deuses Americanos”), previamente anunciados. Com direção de Adam Mason, um especialista em terrores baratos, que co-escreveu o roteiro com Simon Boyes – os dois já trabalharam juntos em sete filmes, desde a estreia de ambos em “Jogos Sangrentos” (2006) – , o filme se passa em 2022 e pretende mostrar um futuro em que houve agravamento do quadro da pandemia, mantendo o mundo sob severas condições de isolamento. A sinopse divulgada nesta segunda (13/7) centra-se no casal Nico (Apa), um jovem com uma rara imunidade à pandemia e que trabalha como entregador, e a jovem artista Sara (Carson), que começam um relacionamento amoroso apesar dela estar presa em casa de quarentena. Nico precisará enfrentar todos os obstáculos para ficar com a garota que ele ama e ainda lutar contra a família poderosa da jovem, liderada pela matriarca (Demi Moore) que fará de tudo para proteger sua família e manter seu estilo de vida. A produção cita filmes como “Atividade Paranormal” e “Cloverfield” como influências para criar “um clima de paranoia” na sua trama. Mas os dois filmes citados são mais conhecidos por usar cenas captadas por câmeras amadoras, manipuladas pelos próprios atores. São exemplos da estética “found footage”, cuja narrativa é construída a partir de vídeos “encontrados” (após os fatos), que apresentam as imagens da trama. A equipe acertou detalhes da pré-produção através de videoconferências, tecnologia que também foi usada no processo de escalação e preparação dos atores. “Songbird” ainda não tem previsão de estreia.
Disney+ vai lançar série derivada de Star Wars: A Guerra dos Clones
A plataforma Disney+ (Disney Plus) anunciou nesta segunda (13/7) a produção de mais uma série derivada do universo de “Star Wars”. Trata-se de uma nova atração animada, que deve estrear em 2021. Intitulada “Star Wars: The Bad Batch”, a série é um spin-off de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars), que foi resgatada no ano passado para uma temporada final na Disney+ (Disney Plus) – após ser tirada do ar do Cartoon Network pela própria Disney. A nova atração vai seguir clones “defeituosos”, que foram introduzidos originalmente na trama da Guerra dos Clones e formaram a Força Clone 99. A “bad batch” se diferencia dos outros clones por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles uma habilidade excepcional. Após o fim da Guerra dos Clones, eles se tornam mercenários em busca de um novo propósito. O produtor-roteirista Dave Filoni, responsável por “Star Wars: A Guerra dos Clones”, também é o showrunner da nova série, que foi desenvolvida pela roteirista Jennifer Corbett (“Star Wars Resistance”) e conta com Brad Rau (“Star Wars Rebels”) como diretor principal. “Dar aos fãs o capítulo final de ‘Star Wars: The Clone Wars’ na Disney+ (Disney Plus) foi uma honra, e ficamos muito felizes com a resposta global ao desfecho dessa série histórica”, disse Agnes Chu, vice-presidente sênior de conteúdo da Disney +. “Mas se a ‘Guerra dos Clones’ chegou à sua conclusão, nossa parceria com os inovadores contadores de histórias e artistas da Lucasfilm Animation está apenas começando. Estamos entusiasmados para dar vida à nova visão de Dave Filoni para as próximas aventuras do Bad Batch”. Junto com o anúncio, a Disney divulgou o logotipo da nova produção. Veja abaixo.
Keanu Reeves vai ao futuro no trailer legendado de Bill & Ted: Encare a Música
A Imagem Filmes divulgou a versão legendada do trailer de “Bill & Ted: Encare a Música” (Bill & Ted: Face the Music), em que Keanu Reeves retoma um dos personagens mais populares de sua filmografia. A prévia mostra o Ted de Keanu e o Bill vivido por Alex Winter lidando com o fato de não terem realizado aquilo que estavam destinados a fazer. Trinta anos depois, eles ainda não criaram a música que deveria salvar a humanidade. Pior que isso: a carreira dos roqueiros está em franca decadência. Então, os agora pais de adolescentes têm uma ideia brilhante: embarcar em sua cabine-telefônica-do-tempo para descobrir, de uma vez por todas, qual é a música que eles terão criado no futuro. Para quem não lembra do longa original, “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989), Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo (a máquina do tempo é uma cabine telefônica!), pois, por mais incrível que possa parecer, o destino da humanidade um dia dependerá da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, “Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo” (1991), além de série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. Mas chegou finalmente a hora da aventura final, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), a continuação tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. O elenco ainda destaca Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (“Ready or Not”) como as filhas dos personagens. A estreia segue marcada para 28 de agosto nos EUA, apesar da pandemia de coronavírus, mas no Brasil já se tornou um lançamento para “breve”, como assinala o trailer.
Lucifer ameaça virar Supernatural no trailer da 5ª temporada
A Netflix divulgou o trailer legendado da muito postergada 5ª temporada de “Lucifer”. E, após tanta espera, a prévia mostra que a série volta com um enredo de “Supernatural”. Após o final dramático da 4ª temporada, em que Lucifer é enviado de volta ao inferno, o vídeo mostra que o protagonista reaparece ligeiramente diferente nos novos episódios. Num grande spoiler, é revelado que, na verdade, o ator Tom Ellis assumiu novo papel. Na trama, o “irmão gêmeo” de Lucifer resolveu tomar seu lugar na Terra, fingindo ser o diabo. E este falso Lucifer é ninguém menos que Michael, também conhecido como Dean Winchester, ops, como o arcanjo Miguel no Brasil. Com isso, quem esperava ver detalhes da nova estadia de Lucifer no inferno recebe mais um lembrete de que a série não tem nada a ver com os quadrinhos da Vertigo/DC em que supostamente se baseia. Como spoiler pouco é bobagem, o trailer ainda mostra a volta do verdadeiro Lucifer e a luta dos gêmeos, dobrando a quantidade de Tom Ellis nas telas. A estreia está marcada para 21 de agosto, mas o vídeo não informa quantos episódios serão disponibilizados. Originalmente, a 5ª temporada teria 10 episódios, como a anterior, mas a Netflix decidiu estender o total para 16, visando permitir aos produtores encerrar a trama de forma apropriada. A partir daí, a ideia era dividir a temporada ao meio, com o lançamento dos primeiros 8 capítulos em maio. Mas nada disso aconteceu. Nem os primeiros capítulos foram lançados em maio nem “Lúcifer” vai acabar no final da temporada. A série já foi renovada para mais um ano, que novamente está sendo anunciado como seu final.
Kelly Preston (1962 – 2020)
A atriz Kelly Preston, conhecida por papéis em várias comédias de sucesso dos anos 1980 e 1990, morreu no domingo (12/7) de complicações de um câncer da mama, informou seu marido, o também ator John Travolta. “Ela travou uma luta corajosa com o amor e o apoio de muitos. Minha família e eu estaremos para sempre gratos aos médicos e enfermeiras do MD Anderson Cancer Center, a todos os centros médicos que ajudaram, bem como aos seus muitos amigos e entes queridos que estiveram ao seu lado”, escreveu Travolta, no Instagram. O ator lembrou que Preston lutava contra o câncer fazia dois anos. Além disso, escreveu que passará um tempo sem dar notícias ou fazer aparições, para que possa ficar ao lado dos filhos do casal Ella, de 20 anos, e Benjamim, de 9. Em janeiro de 2009, Travolta e a mulher perderam o filho Jett, de 16 anos, que era autista e foi vítima da síndrome de Kawasaki. Nativa do Havaí, Kelly Palzis (seu nome real) chegou a ser cotada para estrelar “A Lagoa Azul”, mas teve receio das cenas de nudez antes de atingir a maioridade. Acabou começando a carreira no mesmo ano em que aquele filme entrou em cartaz, com uma pequena participação na série “Havaí 5-0”, em 1980. Ela só assumiu o nome de Kelly Preston ao ser escalada no elenco fixo da série “For Love and Honor”, passada numa base militar e cancelada três meses após a estreia em 1983. Foi também neste ponto que ela trocou a TV por sua trajetória bem-sucedida no cinema. A transição se deu naquele mesmo ano, com pequenas participações na sci-fi barata “Metalstorm” e no terror “Christine, o Carro Assassino”, adaptação de Stephen King do diretor John Carpenter. Os papéis de destaque começaram em 1985, com as comédias picantes adolescentes “A Primeira Transa de Jonathan” e “Admiradora Secreta”, após se sentir adulta o suficiente para as temidas cenas de nudez. Depois disso, ela integrou o elenco da sci-fi infantil “SpaceCamp: Aventura no Espaço” (1986), em que contracenou com Kevin Gage. Os dois se casaram durante as filmagens. Ainda fez o suspense “Nenhum Passo em Falso” (1986), de John Frankenheimer, e a comédia cult “As Amazonas na Lua” (1987), de Joe Dante, antes de virar protagonista, o que aconteceu com o terror romântico “Feitiço Diabólico” (1988), no qual viveu uma bruxa. No mesmo ano, Preston interpretou seu papel mais lembrado, como par romântico de Arnold Schwarzenegger na comédia blockbuster “Irmãos Gêmeos”. Ela já tinha se divorciado de Gage quando se envolveu com John Travolta na comédia “Os Espertinhos” (1989). O casamento aconteceu dois anos depois e superou várias turbulências, desde a perda de um filho até denúncias da suposta homossexualidade do marido. Com Travolta, Preston entrou na igreja da Cientologia, uma seita que acredita em discos voadores e que também é seguida por Tom Cruise. A proximidade religiosa a ajudou a ser escalada em outro sucesso, “Jerry Maguire – A Grande Virada”, estrelado por Cruise em 1996, após sua carreira entrar em declínio. Mas inevitavelmente a levou à “A Reconquista” (2000). Estrelado e produzido por Travolta, o longa adapta um romance sci-fi de L. Ron Hubbard, o criador da Cientologia, e é considerado um dos piores filmes de todos os tempos. Ao longo da carreira, ela estrelou mais de 50 filmes, incluindo “Ruth em Questão” (1996), de Alexander Payne, “A Lente do Amor” (1997), de Griffin Dunne, “Por Amor” (1999), de Sam Raimi, “Voando Alto” (2003), do brasileiro Bruno Barreto, “Sentença de Morte” (2007), de James Wan, etc. A atriz desempenhou até o papel de mãe de Miley Cyrus em “A Última Música” (2010). Preston também teve participações recorrentes nas séries “Medium” (em 2008) e “CSI: Cyber” (em 2016), e seu último filme exibido foi “Gotti: O Chefe da Máfia” (2018), em que interpretou a esposa do personagem-título, vivido por Travolta. Durante as filmagens de “Gotti”, ela foi diagnosticada com câncer, mas, apesar da se sentir debilitada pela doença, esforçou-se para estrelar um longa final, a comédia “Off the Rails”, que ainda não tem previsão de estreia.
Produtores de American Horror Story e O Homem Invisível vão adaptar novo livro de Stephen King
Os produtores Ryan Murphy (“American Horror Story”) e Jason Blum (“O Homem Invisível”) se juntaram para produzir um novo filme de terror baseado em livro de Stephen King para a Netflix. Eles vão tirar do papel “Mr. Harrigan’s Phone”, um dos quatro contos que integram o mais recente livro do escritor, “If It Bleeds”, publicado em abril passado nos EUA. O conto acompanha um garoto que faz amizade com um velho bilionário que vive em sua cidade pequena. Eles passam a conversar a partir do primeiro iPhone do homem. Mas quando o homem morre, o garoto descobre que ainda é capaz de se comunicar com seu amigo falecido deixando mensagens de voz no iPhone que foi enterrado com ele. A produção da obra faz parte de um acordo geral de Murphy com a Netflix, que já rendeu duas séries, “The Politician” e “Hollywood”, e tem vários outros projetos em desenvolvimento. A adaptação está a cargo do cineasta John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”), que além de assinar o roteiro também fará a direção do filme. O filme mais recente do diretor, “Estrada Sem Lei”, foi lançado pela Netflix no ano passado. Ainda sem previsão de estreia, “Mr. Harrigan’s Phone” será o quarto longa baseado em obras do escritor filmado para a plataforma, após “Jogo Perigoso”, “1922” e “Campo do Medo”. Já a Blumhouse, produtora de Jason Blum, além deste filme tem outra adaptação de livro de Stephen King encaminhada junto à Universal: “Chamas da Vingança” (Firestarter), que já foi filmado em 1984 com a ainda menina Drew Barrymore no papel principal.
Apple vai produzir adaptação de quadrinhos estrelada por Jake Gyllenhaal
A Apple vai financiar a adaptação de “Snow Blind”, história em quadrinhos da editora BOOM! Studios, que será protagonizada por Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). A gigante de informática superou propostas de outras plataformas e estúdios para obter exclusividade sobre o filme, que será lançado em sua plataforma Apple TV+ quando estiver finalizado. A aquisição é a mais recente iniciativa da Apple para consolidar sua plataforma como endereço de filmes exclusivos. Na sexta, a Apple TV+ lançou a superprodução de guerra “Greyhound”, com Tom Hanks no papel principal. E o estúdio também vai produzir “Emancipation“, estrelado por Will Smith, e “Killers of the Flower Moon“, de Martin Scorsese, que trará Leonardo DiCaprio e Robert De Niro como protagonistas. “Snow Blind”, baseada na graphic novel homônima de Ollie Masters e Tyler Jenkins, acompanha um garoto que descobre que sua família está no programa de proteção a testemunhas. O adolescente Teddy, que mora em um subúrbio pacato do Alasca, vê sua vida virar de cabeça para baixo quando ele inocentemente publica uma foto de seu pai online e torna sua família alvo de vingança de criminosos. Conforme a verdade vem à tona, o jovem passa a questionar se as razões de seu pai para entrar no programa foram tão inocentes quanto ele diz. A produção é descrita como uma mistura de “Os Suspeitos” (2013), que o próprio Gyllenhaal estrelou, e o drama clássico “O Peso de um Passado” (1988), em que River Phoenix interpretou o filho de fugitivos. As filmagens marcarão a estreia do diretor sueco Gustav Möller em Hollywood, após se lançar com o impactante “Culpa”, vencedor do Prêmio do Público na Mostra de São Paulo de 2018. O roteiro está a cargo de Patrick Ness, escritor dos livros em que se baseiam os filmes “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” (A Monster Calls) e o vindouro “Chaos Walking”. Além de viver o pai de Teddy, Gyllenhaal será um dos produtores do longa, que ainda não tem previsão de estreia. Veja abaixo a capa da graphic novel original.
Diretor de Toy Story 4 fará filme infantil com monstros clássicos da Universal
A Universal contratou Josh Cooley, diretor de “Toy Story 4”, vencedor do Oscar 2020 de Melhor Animação, para escrever e dirigir um projeto infantil com os monstros clássicos do estúdio. Intitulado “Little Monsters”, o filme será inspirado em designs de Crash McCreery, que trabalhou nas artes conceituais de filmes como “Rango”, “Jurrassic World” e “Kong: Ilha da Caveira”. McCreery atuará também como produtor executivo. “Little Monsters” não será uma animação em stop-motion como “A Festa do Monstro Maluco” (1967), que a Universal realizou com dublagem de Boris Karloff, nem uma animação convencional como “Hotel Transilvânia”, do estúdio rival Sony. A produção pretende ser um híbrido de live-action (atores reais) e CGI (animação computadorizada) e é descrita pelo site The Hollywood Reporter como uma carta de amor à Hollywood clássica, com uma história multigeracional sobre os monstros da Universal. A data de estreia não foi anunciada.
Charlize Theron diz que continuação de Atômica deve ser lançada pela Netflix
A atriz Charlize Theron informou que “Atômica 2”, sequência do filme de ação da Universal que ela estrelou em 2017, deve ser lançada na Netflix. “Nós levamos ‘Atômica 2’ para a Netflix e Scott Stuber [diretor da divisão de filmes da plataforma] ficou bastante interessado. Nós conversamos com ele e estamos no processo de escrever o roteiro agora”, contou a atriz, em entrevista para a revista Total Film. Ela disse que a continuação vai aprofundar a história da espião Lorraine Broughton. “Aquela personagem foi construída de uma forma em que pouco foi revelado sobre ela. Então eu sinto que o projeto tem bastante potencial. O parâmetro está bem alto, mas nós estamos bastante animados com isso”. Embora tenha mencionado o desenvolvimento do projeto anteriormente, é a primeira vez que Theron aponta a negociação com a Netflix. Ela acaba de estrelar seu primeiro filme para o serviço de streaming: “The Old Guard”, adaptação de quadrinhos que estreou na sexta-feira (10/7) na plataforma. “Atômica” também é uma adaptação da quadrinhos – da graphic novel “The Coldest Day”, de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart, que não tem sequência. Mas o filme termina com um gancho para novas aventuras, graças a mudanças do roteirista Kurt Johnstad (“300”), que foi responsável, entre outras coisas, por mudar o sexo da personagem vivida por Sofia Boutella (“A Múmia”) no longa, dando origem a cenas lésbicas de alta voltagem. No filme original, Charlize vive a “loira atômica” do título durante a época da Guerra Fria, nos anos 1980. Sua personagem é uma espiã britânica enviada para Berlim Ocidental numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. Caso o filme ganhe sequência, será o segundo trabalho do diretor David Leitch a virar franquia. O primeiro foi “De Volta ao Jogo”, em que Keanu Reeves deu vida ao matador John Wick. Leitch não deve retornar para a direção de “Atômica 2”, e não há confirmação se o roteirista do primeiro filme também está envolvido na sequência. Não há maiores informações sobre o projeto.
Vivica A. Fox lança campanha para Tarantino escalar Zendaya em Kill Bill: Volume 3
A atriz Vivica A. Fox lançou uma campanha para Quentin Tarantino realizar o Volume 3 da franquia “Kill Bill”. Para convencer o cineasta a cumprir a promessa antiga de criar uma continuação para sua saga de vingança de 2003, ela já até escalou a protagonista: Zendaya. Fox interpretou Vernita Green, que foi brutalmente assassinada pela Noiva, vivida por Uma Thurman, na cena de abertura de “Kill Bill: Volume 1″. Há alguns anos, Tarantino disse que imaginou “Kill Bill: Volume 3” como uma jornada da filha de Green para vingar a morte de sua mãe. “A estrela será Nikki, filha de Vernita Green [Fox]”, disse Tarantino à Entertainment Weekly em uma entrevista em 2004 . “Eu já tenho toda a mitologia: Sofie Fatale [Julie Dreyfus] receberá todo o dinheiro de Bill. Ela criará Nikki, que irá atrás da Noiva. Nikki merece sua vingança tanto quanto a Noiva mereceu a dela”. A trama de vingança foi, inclusive, estabelecida no Volume 1, quando a Noiva teve uma interação direta com Nikki depois de assassinar sua mãe. “Não era minha intenção fazer isso na sua frente. Por isso, me desculpe”, diz a Noiva para Nikki. “Mas você pode acreditar na minha palavra, sua mãe merecia. Quando você crescer, se ainda sentir revolta, estarei esperando”. Veja a cena abaixo. Embora a menina Nikki tenha sido interpretado anteriormente por Ambrosia Kelley, Fox disse que Zendaya seria uma ótima decisão de elenco para interpretar a versão adulta da personagem. “Então eu pensei: Zendaya! Quão quente isso seria? E isso provavelmente conseguiria luz verde para esse projeto”, disse Fox à NME. “Ela e Uma são muito altas, as duas lutando seria matador, e eu a amo.” Fox espera que a ideia de escalar Zendaya seja o empurrãozinho que falta para Tarantino começar a escrever o Volume 3. “Espero iniciar a campanha ‘Tarantino, escale Zendaya!’ E que isso desperte seu interesse em acelerar o projeto”, conclui Fox.
A Fuga das Galinhas 2: Atriz substituída na sequência acusa produtores de preconceito etário
Uma das principais vozes do sucesso infantil “A Fuga das Galinhas”, lançado em 2000 e até hoje a maior bilheteria de animação em stop-motion de todos os tempos, acusou os produtores de “preconceito etário” por retirá-la da sequência. Recém-anunciada, a sequência será disponibilizada pela Netflix, mas sua produção permanece a cargo do estúdio Aardman, especializado em animações com massinhas e responsável pelo filme original. Ao ser substituída, a atriz inglesa Julia Sawalha, que dublou Ginger em 2000, publicou uma carta aberta nas redes sociais usando a hashtag #ageism (preconceito etário) e revelando ter ficado “devastada e triste” ao ser informada por seu agente de que não faria parte da continuação. “A razão que eles deram é que minha voz agora parece ‘muito velha’ e eles querem uma atriz mais nova para repetir o papel”, disse a atriz de 51 anos, que tinha 30 na época do primeiro filme. “Normalmente, nessas circunstâncias, uma atriz teria a chance de fazer um teste de voz para determinar a adequação de seu tom, mas eu não tive essa oportunidade”. Sawalha contou que teve a iniciativa de gravar seu próprio teste de voz em casa, e afirma que um membro da equipe de produção concordou que não soava mais velha. “No entanto, eles declararam ‘Vamos querer refazer a voz de Ginger'”, observou ela, apontando que sua demissão ocorreu antes de ser anunciado que o segundo personagem principal do filme, Rocky, dublado no original por Mel Gibson, também seria reformulado, por causa da mesma desculpa: sua voz “parece velha”. A substituição de Mel Gibson, claro, tem outros motivos, como escândalos de violência doméstica e manifestações racistas, que não combinam com uma produção infantil do século 21. Neste caso, a desculpa soa como uma justificativa polida para a substituição. Mas a intérprete de Ginger não se conforma de ser incluída nesta reformulação. “Eu me esforcei ao máximo para provar à produção que minha voz está quase igual à do filme original”, acrescentou. “Se eles usarem alguns dos membros originais do elenco… vamos ser francos, sinto que fui injustamente demitida”. “Dizer que estou arrasada e furiosa seria um eufemismo”, continuou Sawalha. “Sinto-me totalmente impotente, algo nisso não parece verdadeiro. Confio nos meus instintos e eles estão acenando bandeiras vermelhas. Estou triste por ter perdido a chance de trabalhar com Nick Park e Peter Lord com quem aprendi tanto. Nós três criamos Ginger”. O primeiro longa foi assinado pelos lendários inovadores do stop-motion da Aardman, Nick Park (“Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais”) e Peter Lord (“Piratas Pirados!”), que agora serão apenas produtores. Desta vez, a direção é de Sam Fell (“ParaNorman”), que estreia na Aardman. A sequência de “A Fuga das Galinhas” vai mostrar a ilha livre de humanos, onde as galinhas agora vivem, e apresentar Molly, filha de Ginger e Rocky. Quando uma nova ameaça surge, Ginger é forçada a colocar as galinhas de volta em ação. A produção deve começar apenas em 2021 e não há previsão para sua estreia. Além de Ginger, Julia Sawalha é conhecida por ter vivido Safron, a filha de Edina (Jennifer Saunders) na série de sucesso “Absolutely Fabulous” (1992–2012). Ela não atua desde o lançamento do filme derivado desta atração, em 2016. Chicken Run 2 announcement! I have officially been plucked, stuffed & roasted. If you are interested, do read what I have to say about it.#ageism @actforchangehqhttps://t.co/MqUCOLWuPZ — Julia Sawalha (@JuliaSawalha1) July 9, 2020











