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Filme

Marina Ruy Barbosa viverá primeira esposa de Roberto Carlos no cinema

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Filme, Série

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Filme

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10 de maio de 2026
  • Filme

    Elisabeth Moss vai estrelar novo filme da produtora de terror de O Homem Invisível

    15 de agosto de 2020 /

    Elisabeth Moss vai voltar a trabalhar com a produtora de filmes de terror Blumhouse após o sucesso de “O Homem Invisível”. Ela fechou contrato para protagonizar e produzir “Mrs. March”. Inspirado no livro de mesmo nome, “Mrs. March” é uma história de suspense e gira em torno da dona de casa de um bairro nobre de Manhattan, que começa a suspeitar que a antipática protagonista do mais recente romance de seu marido é inspirada nela. A obra original foi escrita por Virginia Feito, mas só vai chegar às livrarias em 2021. A própria autora vai assinar o roteiro da adaptação. Em comunicado, Elisabeth Moss se disse ansiosa para interpretar a personagem-título. “Li o livro de Virginia numa sentada e fiquei tão envolvida que sabia que tinha que interpretar a Srta. March. Como personagem, ela é fascinante, complexa, profundamente humana e mal posso esperar para cravar os dentes nela.” Sem diretor até o momento, “Mrs. March” ainda não tem previsão de filmagem, mas vai ter que disputar lugar na agendada lotada da atriz. Além de estrelar “The Handmaid’s Tale”, Elisabeth Moss recentemente fechou contrato para fazer mais três séries: “Candy”, sem canal definido, “Black Match” para a plataforma Hulu e “Shining Girls” para a Apple TV+.

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  • Filme

    Ator de Mulan vai dirigir continuação de 47 Ronins

    15 de agosto de 2020 /

    A fantasia de samurais e efeitos visuais “47 Ronins”, estrelada por Keanu Reeves em 2014, vai ganhar uma sequência. A Universal contratou Ron Yuan para dirigir o novo longa. Ele é mais conhecido como ator, dublê e coordenador de dublês. Inclusive, viverá o Sargento Qiant no live-action de “Mulan”, que estreia em setembro em streaming nos EUA. Como diretor, seu trabalho mais recente foi “Step Up China” (2019), novo capítulo da franquia musical “Ela Dança, Eu Danço”, que revelou Channing Tatum em 2006. Ao contrário do primeiro longa, situado no Japão feudal, a continuação de “47 Ronins” será uma sci-fi futurista, passada 300 anos no futuro, e terá uma estética cyberpunk. Outra diferença é que o filme não será lançado no cinema. A continuação será exibida pela Netflix. “Estou muito animado de trabalhar com a Universal e com a equipe de produtores nesse filme que mistura gêneros de artes marciais, ação, terror e cyberpunk”, afirmou Yuan. “Será uma viagem divertida, intensa e cheia de emoção para o público do mundo todo”. Dirigido por Carl Rinsch, o filme original não foi exatamente um sucesso. Destruído pela crítica, com apenas 16% de aprovação, “47 Ronins” arrecadou apenas US$ 151,7 milhões em todo o mundo, menos que seu orçamento de US$ 175 milhões.

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  • Filme

    Produtor divulga novas fotos das filmagens de Avatar 2

    15 de agosto de 2020 /

    O produtor Jon Landau divulgou em seu Instagram novas fotos dos bastidores das filmagens de “Avatar 2”. Uma delas traz o diretor James Cameron sentado no meio do cenário, outra mostra uma construção no set cenográfico e há também dois veículos multifuncionais submersíveis que fazem parte do filme. A equipe da produção desembarcou no dia 30 de maio na Nova Zelândia e passou por uma quarentena de 14 dias antes de retomar as filmagens do longa. A produção ficou três meses suspensa devido à da pandemia de coronavírus. Ainda com fronteiras fechadas para grande parte das pessoas, a viagem da equipe à Nova Zelândia foi liberada pelo “significativo valor econômico” das filmagens para o país. Por tratar-se de uma grande produção, com locação em diversos estúdios, “Avatar” recebe subsídios do governo local. Além disso, a Nova Zelândia estabeleceu uma série de instruções de higiene e segurança para permitir a realização de produções audiovisuais no período da pandemia. “Avatar 2” foi a primeira obra estrangeira a seguir estas normas. “Avatar 2” tem lançamento marcado para dezembro de 2022, com sua sequência prevista para dezembro de 2024. Outros dois filmes também foram programados, mas eles só deverão ser filmados após o resultado das bilheterias da continuação. Ver essa foto no Instagram WIDE SHOT: Our High Camp Bio Lab set on stages in New Zealand. SECOND SHOT: Jim studying the set before filming. A salute to the Kiwi crew for their attention to the artistry of their crafts. Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 12 de Ago, 2020 às 9:26 PDT Ver essa foto no Instagram The Crabsuit… a human driven multifunction submersible. One of the many new RDA vehicles that will be seen in the Avatar sequels. I want one! Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 4 de Ago, 2020 às 12:21 PDT

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  • Etc,  Filme

    Linda Manz (1961 – 2020)

    15 de agosto de 2020 /

    A atriz Linda Manz, que na adolescência estrelou os clássicos “Cinzas no Paraíso” (Days of Heaven) e “Anos de Rebeldia” (Out of the Blue), morreu na sexta-feira (14/8), aos 58 anos, após lutar contra um câncer de pulmão e pneumonia. “Linda era uma esposa amorosa, uma mãe carinhosa, uma avó maravilhosa e uma grande amiga que era amada por muitos”, escreveu seu filho nas redes sociais. Ela conseguiu seu primeiro papel aos 15 anos em “Cinzas no Paraíso” (1978), como a adolescente que viaja com seu irmão mais velho (ninguém menos que Richard Gere) e a namorada dele (Brooke Adams) em busca de trabalho itinerante, pulando clandestinamente em trens de carga durante a Grande Depressão dos anos 1930. Considerado um dos grandes clássicos dos anos 1970, o drama de Terrence Malick era narrado por Manz, e sua voz é considerada uma parte fundamental do estilo poético do filme. Manz continuou a carreira com filmes cultuados, como “A Gangue da Pesada” (1979), de Philip Kaufman, “Flores e Espinhos” (1979), de Stephen Verona, e “Anos de Rebeldia” (1980), de Dennis Hooper. O terceiro longa de Hooper, filmado após os icônicos “Easy Rider – Sem Destino” (1969) e “O Último Filme” (1971), chegou a ser selecionado para a competição do Festival de Cannes. Nele, Manz deu vida a uma adolescente fã de Elvis Presley e punk rock em conflito com o pai ex-presidiário, vivido pelo próprio diretor, num trabalho impressionante. Mas ela largou o cinema logo em seguida, após a comédia “Longshot” (1981), em que fez par romântico com o cantor galã Leif Garrett, que foi acompanhada por um pequeno papel na produção alemã “Mir Reicht’s – Ich Steig Aus” (1983). Só foi voltar às telas em 1997, ao ser persuadida pelo diretor Harmony Korine a interpretar a mãe amorosa de Solomon (Jacob Reynolds), um dos adolescentes marginalizados de “Vida sem Destino”, drama não convencional ambientado em uma pequena cidade de Ohio atingida por um tornado – e outro cult em sua filmografia. “Eu sempre a admirei”, disse Korine em uma entrevista para a Index Magazine na época. “Havia uma sensação sobre ela que eu gostava – não era nem mesmo sua atuação. Era como me senti ao conhecer Buster Keaton. Havia uma espécie de poesia nela, um brilho. Os dois queimaram a tela.” Uma de suas co-estrelas de “Vidas sem Destino”, Chloë Sevigny, chamou Manz de sua atriz favorita e chegou a defender a restauração e o relançamento da pequena mas impressionante filmografia da atriz. Além dela, Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”) expressou admiração por seus dons únicos como atriz adolescente. “O mundo em geral nem sempre faz sentido para mim, mas existem portos seguros”, disse Lyonne em 2013 para a revista Interview. “Linda Manz em ‘Anos de Rebeldia’ é um deles.” O último papel da carreira de Manz foi lançado no mesmo ano de “Vidas sem Destino”, e consistiu de uma pequeno aparição como colega de quarto da personagem de Deborah Kara Unger no thriller de mistério “Vidas em Jogo” (1997), de David Fincher, estrelado por Michael Douglas e Sean Penn. Manz era casada com operador de câmera Bobby Guthrie, com quem teve dois filhos.

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  • Filme

    Diretora de A Despedida pode fazer remake de Pais e Filhos, de Hirokazu Kore-eda

    15 de agosto de 2020 /

    A Variety publicou que a diretora Lulu Wang, consagrada com “A Despedida”, vai filmar um adaptação de “Pais e Filhos”, longa japonês de Hirokazu Kore-eda que venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes de 2013. Mas após a publicação, Wang foi ao Twitter demonstrar frustração pelo vazamento da informação. “É irritante, porque acontece fora de contexto e sem qualquer perspectiva relevante”, ela desabafou, avisando que quem quiser saber o que ela pretende filmar tem apenas que ligar pra ela. Ela ainda acrescentou que não acredita em remakes. Os direitos do remake estavam com Steven Spielberg, que premiou “Pais e Filhos” quando foi presidente do júri de Cannes, mas o projeto nunca avançou além da fase de autorização da refilmagem. Segundo a Variety, a produção não teria relação com Spielberg e estaria sendo tocada pela Focus Features, com o roteiro assinado pela dramaturga Sarah Ruhl (do vindouro “The Glorias”). Vale observar que o IMDb lista Ruhl como roteirista num projeto sem título de Lulu Wang. O filme anterior de Wang foi um dos grandes destaques da temporada de prêmios de 2020. Entre outros, “A Despedida” venceu o troféu de Melhor Filme Indie do ano no Film Independent Spirit Awards, além de ter rendido um Globo de Ouro para sua estrela, Awkwafina. Wang também deve escrever, dirigir e produzir a série “The Expatriates” com Nicole Kidman na Amazon. P.S. I don’t believe in “remakes”. I’ll leave it at that for now. — Lulu Wang (@thumbelulu) August 12, 2020

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    Filmes: Queen & Slim é um dos 10 destaques digitais do fim de semana

    15 de agosto de 2020 /

    A Netflix tem uma nova superprodução, que reúne grandes estrelas e efeitos visuais caros, mas é um thriller indie que se destaca na programação digital do fim de semana. “Queen & Slim” é a dica desta sexta (14/8). Confira abaixo mais detalhes deste e de outro destaques digitais da programação, que reúne os 10 melhores títulos recém-disponibilizados no país – lembrando que a curadoria não inclui títulos clássicos (são muitos) e produções trash que, em outros tempos, sairiam diretamente em vídeo. Queen & Slim | EUA | 2019 O thriller mostra o que acontece quando um casal de namorados (Daniel Kaluuya, indicado ao Oscar por “Corra!” e Jodie Turner-Smith) é parado por uma pequena infração de trânsito e a situação sai de controle devido ao racismo do policial. O incidente é capturado em vídeo e se torna viral e, enquanto foge da polícia, o casal se torna um símbolo para os negros em todo o país. Refletindo as denuncias de racismo contra a polícia dos EUA, a produção em clima de “Thelma e Louise” marca a estreia no cinema da diretora Melina Matsoukas, após uma carreira de clipes premiados (de Rihanna e Beyoncé), e conta com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível em Apple TV, Google Play, Now, Vivo Play, Sky Play e YouTube Filmes. Power | EUA | 2020 Estrelado por Jamie Foxx (“Django Livre”), Joseph Gordon-Levitt (“500 Dias com Ela”) e Rodrigo Santoro (“Westworld”), o filme combina super-heróis/supervilões e thriller de ação policial, ao girar em torno do tráfico de uma nova droga sintética, altamente viciante, que dá superpoderes a seus usuários. Foxx vive um pai de família que sofreu uma grande perda e decide rastrear a linha de suprimentos da droga até encontrar o responsável pelo tráfico, papel de Santoro, enquanto Gordon-Levitt interpreta um policial cujo trabalho é tirar a droga das ruas. A direção é de Henry Joost e Nev Schulman, responsáveis pela série “Catfish” e por vários filmes da franquia “Atividade Paranormal”. Disponível na Netflix. Creepy | Japão | 2016 O novo suspense de Kiyoshi Kurosawa faz um estudo psicológico sobre deformidade em meio a um mistério de assassinatos em série. A trama gira em torno de um detetive que decide se aposentar após um caso traumático. Um ano depois, recebe o pedido de um colega para investigar o desaparecimento de uma família, que deixou como único membro e testemunha uma jovem garota. Mas o mistério se torna cada vez mais obscuro, a ponto do detetive negligenciar sua esposa, com quem se mudou para a casa ao lado de um vizinho sinistro. Muitas reviravoltas e choques se sucedem, numa trama premiada em festivais de cinema fantástico e com 90% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. Disponível em Vivo Play e Looke. Western | Alemanha | 2017 O nacionalismo e o ódio contra estrangeiros alimenta o drama exibido em Cannes e premiado no circuito dos festivais. Escrito e dirigido por Valeska Grisebach, que foi consultora de roteiro do sucesso “Toni Erdmann” (2016), o filme acompanha, com abordagem semidocumental, um grupo de trabalhadores alemães, contratados para obras numa região rural da Bulgária. Sem entender a língua e vivendo choque cultural constante, eles se indispõem com os moradores locais, expondo preconceitos e a mentalidade hooligan das classes baixas. Tem impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível em Apple TV e Looke. Um Elefante Sentado Quieto | China | 2018 Premiado no Festival de Berlim de 2018, o primeiro e único longa do diretor Hu Bo tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, apesar de suas quase quatro horas de duração. É longo. E lento. E sem sorrisos. Uma jornada deprimente pelas margens da vida na China moderna, seguindo múltiplos personagens em uma cidade industrial, todos vítimas do egoísmo de outras pessoas. O tom sombrio reflete o estado de espírito do próprio diretor, que se matou após terminar o longa, aos 29 anos de idade. “Um Elefante Sentado Quieto” é seu epitáfio. Disponível em Apple TV, Google Play, Now, Sky Play e YouTube Filmes. Tesnota | Rússia | 2018 Vencedor do prêmio da crítica no Festival de Cannes de 2018, este drama russo usa locações reais, elenco amador e câmera na mão – com muitos closes – para extrair o máximo de realismo possível de sua história de rapto, religião, choque cultural e diferenças geracionais. Com inclusão de cenas de tortura reais – registradas durante o aprisionamento de soldados russos por forças chechenas durante o massacre do Daguestão, em 1999 – , a estreia de Kantemir Balagov, então com 26 anos, é violenta, incômoda e muitas vezes revoltante. Mas encantou a crítica (87% no Rotten Tomatoes) e lançou a carreira de um dos cineastas jovens mais promissores da Rússia neste século. Disponível em Apple TV, Looke, Google Play, Vivo Play e YouTube Filmes. A Tenente de Cargil | Índia | 2020 A história da primeira mulher aviadora da Índia a voar numa zona de combate, durante a guerra de Cargil em 1999, tem sua dose de patriotismo, mas também é subversiva, ao considerar que a Índia mantém uma estrutura patriarcal e extremamente machista até os dias de hoje. Além de ser um drama feminista edificante, o filme de estreia de Sharan Sharma tem cenas aéreas belamente fotografadas para agradar aos fãs de “Top Gun”. Disponível na Netflix. O Príncipe Nigeriano | EUA, Nigéria | 2018 O título se refere ao golpe do “príncipe da Nigéria”, conhecido também como “Fraude nigeriana”, que consiste no envio de um e-mail em nome de um príncipe da Nigéria ou outro país da África, dizendo que você foi sido escolhido para receber uma herança, mas para isso precisa responder a mensagem com seus dados. O filme parte dessa premissa para contar a história fictícia de um adolescente americano, obrigado pela mãe a ir para a Nigéria, e que passa a ajudar o primo a dar golpes pela internet. Muito elogiado pela crítica, o filme é uma produção indie que acabou comprada pela Netflix e chega ao streaming dois anos após sua première no Festival de Tribeca. Disponível na Netflix. Boys State | EUA | 2019 O documentário vencedor do Festival de Sundance – e com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes – acompanha um grupo de jovens do Texas que participam de um “acampamento político” — uma tradição local onde os jovens organizam-se em partidos e governos para simular a administração real de um Estado. A partir dessa premissa, os diretores Amanda McBaine e Jesse Moss analisam os desdobramentos das ações do grupo e lançam nova luz sobre as divisões políticas que já influenciam as novas gerações. Disponível na Apple TV+. Lorna Washington: Sobrevivendo a Supostas Perdas | Brasil | 2020 Ícone do transformismo na cena gay carioca, Lorna Washington fez história em boates que marcaram época no Rio de Janeiro. O documentário mostra este lado glamouroso, com o estilo irreverente e as performances que a popularizaram, mas também as lutas que a tornaram reconhecida como militante, contra o preconceito sexual e pela conscientização sobre HIV. Disponível em Now e Vivo Play.

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  • Filme

    Zack Snyder vai refilmar Army of the Dead para trocar ator envolvido em polêmica

    14 de agosto de 2020 /

    O novo filme de zumbis do diretor Zack Snyder (“Liga da Justiça”) vai passar por refilmagens para substituir um intérprete de seu elenco. “Army of the Dead” tinha encerrado as filmagens no ano passado e já estava em pós-produção avançada, mas agora o diretor voltará ao set para trocar Chris D’Elia (“Undateable”). Acusado de assediar sexualmente garotas menores de idade, ele terá sua participação substituída pela comediante Tig Notaro. A substituição contará com uma combinação de técnicas, desde refilmagens de cenas opostas a um parceiro de atuação até o uso de efeitos especiais para inserir Notaro digitalmente no lugar de D’Elia. As alegações de assédio surgiram em junho e as negações do ator aparentemente não convenceram. Ele foi dispensado por sua agência e os planos para um programa de humor foram descartados pela Netflix. Sua substituta, por sua vez, é uma comediante assumidamente lésbica, que enfrentou um câncer em público, estrelou sua própria atração na Amazon, “One Mississippi” (2015-2017), e ainda participa da série “Star Trek: Discovery”. O resto do elenco do filme destaca Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Wolverine: Imortal”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”) e a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”). Desenvolvido para a Netflix, “Army of the Dead” representa um retorno às origens para Zack Snyder, que volta ao apocalipse zumbi 15 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”, já que se passa em Las Vegas e acompanha um homem que reúne um grupo de mercenários para realizar o maior assalto já tentado. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O projeto estava acumulando poeira desde 2007 na Warner, onde deveria ter sido dirigido por Snyder logo após “300” (2006). Sem esquecê-lo, o diretor conseguiu convencer a Netflix a bancar sua produção, orçada, segundo o site The Hollywood Reporter, em respeitáveis US$ 90 milhões – orçamento de filme de super-heróis e não de zumbis. A história é do próprio Snyder, mas foi roteirizada por Joby Harold, do infame “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017). Além de dirigir, Snyder também assina a produção com sua esposa, Deborah Snyder.

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  • Filme

    Academia Brasileira de Cinema ganha aval para indicar candidato nacional ao Oscar

    13 de agosto de 2020 /

    A Academia Brasileira de Cinema (ABC) foi reconhecida oficialmente como única responsável por escolher o filme que representará o Brasil na busca de uma vaga na disputa de Melhor Filme Internacional no Oscar. A instituição brasileira recebeu aval da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA (AMPAS, na sigla em inglês) e já iniciou o processo seletivo, que neste ano terá mudança de critério, abrangendo lançamentos de streaming, devido à pandemia de covid-19. Até 2016, a escolha era uma atribuição da Secretaria do Audiovisual, vinculada ao Ministério da Cultura. A Academia Brasileira tinha direito apenas a duas vagas fixas dentre os membros da comissão. Isto mudou após a escolha polêmica daquele ano. “Pequeno Segredo” foi selecionado em detrimento do premiado “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho. À época, o cineasta chegou a afirmar que seu longa havia sofrido uma “retaliação política” do governo Temer, devido a protestos da equipe contra o “golpe” no Festival de Cannes. No ano seguinte, após um acordo com o então ministro da Cultura do governo Temer, Sérgio Sá Leitão, a Academia passou a ser responsável pela formação da comissão, mas ainda sob supervisão da Secretaria do Audiovisual. Graças ao aval da Academia americana, este vínculo agora deixa de ser necessário. “É um espaço que foi ocupado pelos governos, mas não havia qualquer determinação de que deveria ser assim”, disse Jorge Peregrino, presidente da entidade, ao jornal O Globo. “Natural que a Academia ganhe esse papel de protagonismo, assim como o de entidades similares ao redor do mundo”. A comissão responsável pela escolha foi formada com Afonso Beato (diretor de fotografia), Clelia Bessa (produtora), Lais Bodanzky (produtora e diretora), Leonardo Monteiro de Barros (produtor), Lula Carvalho (diretor de fotografia), Renata Magalhães (produtora), Rodrigo Teixeira (produtor), Roberto Berliner (produtor e diretor) e Viviane Ferreira (diretora e roteirista). Dos nove integrantes, quatro também são membros da AMPAS – Afonso Beato, Lais Bodanzky, Lula Carvalho e Rodrigo Teixeira. Eles vão selecionar longas lançados entre 1º de outubro de 2019 e 31 de dezembro de 2020, data ampliada devido à covid-19. Até o ano passado, o limite de lançamento era 31 de outubro do ano anterior à cerimônia do Oscar. A cerimônia do Oscar em 2021 está marcada para o dia 25 de abril.

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    Sharon Osbourne diz que cinebiografia de Ozzy será “proibida para menores”

    13 de agosto de 2020 /

    Sharon Osbourne, a esposa e empresária de Ozzy, prometeu que a cinebiografia de seu marido será completamente diferente de “Bohemian Rhapsody” (2018), sobre a vida e a obra de Freddie Mercury, cantor do Queen. Produtora do longa, Sharon disse que está trabalhando em um filme para adultos, proibido para menores. “Não é como nenhuma outra história”, afirmou sobre a trama do filme, em entrevista para a revista Rolling Stone. “Não é apenas ‘rock’n’roll, loucuras e agora sou vovô!’. É muito mais do que isso”. Questionada sobre possíveis paralelos com “Bohemian Rhapsody”, ela rechaçou as comparações. “Aquele foi um filme para gerações mais novas. É limpo demais… Apresentou toda uma geração para músicas que eles nunca tinham ouvido. Foi fenomenal nesse aspecto, mas não acho um bom filme. É um filme correto, feito para canais de TV cristãos”. “O nosso filme será muito mais realista”, continuou. “Não queremos nada limpo, coisas brilhando nem nada disso. Não estamos fazendo para as crianças. Será um filme adulto, proibido para menores. Espero que seja uma história com a qual todos possam se relacionar. Você não precisa ser fã da música, será uma história de um sobrevivente”. Sharon está falando desse filme há dois anos, mas a produção só recentemente contratou um roteirista, cujo nome não foi revelado. A contratação foi anunciada na mesma entrevista, mas pelo filho do cantor, Jack Osbourne. “Nós temos um roteirista”, ele afirmou, revelando que “falamos para abordar de 1979 a 1996”. O período significa que a era de ouro do Black Sabbath será ignorada ou abordada apenas superficialmente para privilegiar a carreira solo do cantor e, claro, seu relacionamento com Sharon, com quem ele se casou neste período – mais especificamente, em 1982.

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  • Filme

    Intérprete de Ciborgue diz que produtor de Liga da Justiça ameaçou sua carreira

    13 de agosto de 2020 /

    O ator Ray Fisher voltou a fazer acusações contra a equipe de “Liga da Justiça” nas redes sociais. Desta vez, ele acusou o produtor Geoff Johns de ameaçar acabar com sua carreira caso insistisse em levar adiante as queixas contra o cineasta Joss Whedon durante as refilmagens. O intérprete de Ciborgue denunciou Joss Whedon no início de julho. “O tratamento de Joss Whedon com o elenco e com a equipe de ‘Liga da Justiça’ foi grosseiro, abusivo, nada profissional e completamente inaceitável”, ele escreveu no Twitter, acrescentando que o diretor foi “incentivado, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg”, os produtores do filme. Agora, ele deu mais detalhes, dizendo ter sido chamado para uma reunião no escritório do roteirista e produtor Geoff Johns. No local, ele ouviu ameaças por conta de seu empenho em expor os problemas que alega ter visto na produção de “Liga da Justiça”, como o comportamento abusivo do diretor substituto. Whedon comandou apenas a fase de refilmagens, após o afastamento de Zack Snyder da produção. Fisher escreveu: “Durante as filmagens de ‘Liga da Justiça’ em Los Angeles, Geoff Johns me chamou até o escritório dele para minimizar e censurar minhas tentativas (e as do meu agente) em levar minhas queixas até as pessoas certas na cadeia de comando. Ele fez uma ameça velada à minha carreira. Esse comportamento não pode continuar”. Nenhuma das acusações de Fisher ganhou resposta de Whedon e Johns até o momento. Diante do silêncio, ele chegou a desafiar Whedon a processá-lo se fosse mentira. Já Jon Berg acusou Fisher de estar pelo menos exagerando. O produtor disse que as alegações se devem a seu descontentamento em ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos. Geoff Johns é o único dos três ainda envolvido ativamente com produções da DC Comics. Neste ano, Johns lançou a série “Stargirl”, que ele criou, escreveu e produziu, baseada em seus próprios quadrinhos para a editora. Ele também é roteirista de “Mulher-Maravilha 1984”. Berg, por sua vez, tenta tirar do papel vários projetos, mas seu último crédito como produtor de filmes da DC foi em “Aquaman” (2018). E embora não esteja mais atrelado a filmes da DC, Whedon continua trabalhando para a Warner. A HBO vai lançar sua próxima série, “The Nevers”, em 2021. Ver essa foto no Instagram Accountability>Entertainment Uma publicação compartilhada por Ray Fisher (@ray8fisher) em 12 de Ago, 2020 às 1:58 PDT

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    Star Wars vai ganhar especial de Natal da Lego na Disney+

    13 de agosto de 2020 /

    A Disney anunciou a produção de um novo especial de fim de ano de “Star Wars”, que desta vez será uma animação com bonecos da Lego. O lançamento, que teve sua primeira foto revelada (acima), estreará em novembro na plataforma Disney+ (Disney Plus), o serviço de streaming da empresa. O especial contará com Rey e outros personagens da trilogia mais recente de “Star Wars”, e terá como tema o Dia da Vida, um feriado importante na galáxia muito, muito distante. O Dia da Vida foi introduzido no primeiro especial de Natal de “Star Wars”, cujo viés cômico causou estranheza e foi repudiado pelos fãs da época – em 1978, um ano após o lançamento do filme originalmente conhecido como “Guerra nas Estrelas”. No novo especial, a heroína Rey será “lançada em uma aventura através de momentos adorados da histórica cinemática de ‘Star Wars’ ao longo de várias épocas”, segundo o comunicado da Disney. A trama vai se passar após os eventos de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, quando Rey deixa seus amigos para se preparar para o Dia da Vida. Ao viajar com BB-8 para obter um conhecimento mais profundo da Força, ela chega num misterioso templo Jedi e acaba lançada no passado, onde entra em contato com Luke Skywalker, Darth Vader, Yoda, Obi-Wan Kenobi e outros heróis e vilões icônicos de todos nove filmes da saga Skywalker. Claramente inspirada na premissa do “Fantasma do Natal Passado” criada por Charles Dickens em seu clássico “Um Conto de Natal”, a animação tem como maior atrativo o encontro de Rey com a versão jovem de Luke Skywalker. Todos os atores dos filmes, como Daisey Ridley (Rey) e Mark Hamill (Luke), vão dublar seus personagens. A atração vai estrear no dia 17 de novembro no Disney+ (Disney Plus), serviço de streaming que também tem previsão para chegar ao Brasil em novembro.

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    O Diabo de Cada Dia: Suspense com Tom Holland e Robert Pattinson ganha trailer tenso

    13 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer original de “O Diabo de Cada Dia” (The Devil All the Time, no original), novo filme que vai juntar Tom Holland (o Homem-Aranha) e Robert Pattinson (o Batman). Os dois já trabalharam juntos em “Z: A Cidade Perdida” (2016). A prévia é extremamente tensa e envolve vários personagens, numa trama repleta de pecado, mortes e vingança. O elenco estelar da produção também destaca Sebastian Stan (o Soldado Invernal), Mia Wasikowska (a Alice no País das Maravilhas), Bill Skarsgard (o Pennywise), Jason Clarke (o John Connor de “Exterminador do Futuro: Gênesis”), Eliza Scanlen (a Amma de “Objetos Cortantes”) e Riley Keough (a Capable de “Mad Max: Estrada da Fúria”). Para completar o time de astros, o produtor é Jake Gyllenhaal (o Mysterio). Já a direção está a cargo do semi-brasileiro Antonio Campos. Nascido e criado em Nova York, Campos nunca viveu no Brasil, mas o nome denuncia sua origem. Ele é filho do jornalista Lucas Mendes (do programa “Manhattan Connection”) e da produtora indie americana Rose Ganguzza (“Margin Call”, “Versos de um Crime”), e vem se destacando com filmes bem avaliados no circuito de festivais desde sua estreia, “Buy It Now” (2005), premiada no Festival de Cannes. Ele também dirigiu “Depois da Escola” (2008), “Simon Assassino” (2012) e “Christine” (2016), sempre gerando comentários positivos, além de ter assinado os primeiros episódios das duas temporadas da série “The Sinner”. “O Diabo de Cada Dia” é a adaptação do livro de Donald Ray Pollock, que foi lançado no Brasil pela DarkSide Books com o título “O Mal Nosso de Cada Dia”. A trama é um suspense que envolve diversos habitantes de uma cidadezinha americana, a fictícia Knockemstiff, em Ohio. Holland vive o personagem central, Arvin Russell, descrito como um garoto problemático que deve lidar com as demais pessoas sinistras da região para tentar salvar quem ele mais ama. Pattinson vive o segundo personagem mais importante, um pastor com crise de fé, chamado Preston Teagardin. Os dois vão entrar em rota de colisão. A estreia está marcada para 16 de setembro em streaming.

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    Acidente de moto paralisa filmagens de Missão: Impossível 7 na Inglaterra

    13 de agosto de 2020 /

    As filmagens de “Missão: Impossível 7” foram paralisadas novamente, poucos dias após a retomada da produção em meio à pandemia do coronavírus. O motivo desta vez não tem a ver com covid-19, mas com um acidente de moto, que aconteceu na noite de terça (11/8) em Oxfordshire, na Inglaterra, durante a encenação de uma sequência de ação. Segundo a imprensa britânica, a cena envolvia um salto de moto numa rampa. Na aterrissagem, o dublê deveria cair em um acolchoado preparado pela equipe, enquanto a moto cairia em outro local. Mas o salto foi mal calculado e a moto acabou caindo junto com o dublê no acolchoado. O veículo, danificado pela queda, explodiu, iniciando um incêndio. O tabloide britânico The Sun diz que não houve feridos, mas que o incêndio se espalhou e gerou tanta fumaça que até mesmo um aeroporto próximo ao set precisou ser fechado. O departamento de bombeiros de Oxfordshire enviou rapidamente cinco carros de bombeiros ao local do acidente, além de ambulâncias para checar a saúde do dublê e membros da equipe envolvidos na cena, mas não houve necessidade de remoção hospitalar. A imprensa local ainda relata que o set de “Missão: Impossível” fechou temporariamente enquanto os produtores, o astro Trom Cruise e o diretor Christopher McQuarrie tentam descobrir exatamente o que deu errado. O jornal The Sun foi além e detalhou que Tom Cruise ficou “especialmente frustrado” com o acidente, porque ele não quer novos atrasos na produção para manter a estreia marcada em novembro de 2022. Após as filmagens na Inglaterra, a produção vai rodar cenas em outros países europeus, onde novos problemas podem “frustrar” Cruise. Nos bastidores, a equipe do filme trava uma batalha com uma comunidade da Polônia, onde uma cena de ação prevê a explosão de parte de uma ponte centenária no vilarejo de Pilchowice. O governo do país aprovou a requisição, porque a ponte está abandonada e não seria importante do ponto de vista histórico ou cultural, além de acreditar que aparecer no longa pode ser bom para o turismo, mas a comunidade da região não concorda.

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