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Filme

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8 de junho de 2026
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    Curta sobre origem de Olaf ganha trailer divertido

    19 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou o pôster e o trailer divertido de um novo curta derivado da animação “Frozen”. Intitulado, em inglês, “Once Upon A Snowman” (era uma vez um boneco de neve), o desenho explora a origem do amado boneco de neve Olaf. O curta vai mostrar o que aconteceu com Olaf depois que Elsa o criou e antes de Anna e Kristoff o encontrarem na floresta, seguindo os primeiros passos do personagem enquanto ele ganha vida e busca sua identidade nas montanhas nevadas fora de Arendelle. Josh Gad, que dublou Olaf em “Frozen” (2013) e “Frozen 2” (2019), volta a atuar como a voz original do personagem na nova animação. Já a direção ficou a cargo de Trent Correy, supervisor de animação de Olaf em “Frozen 2”, e do veterano animador Dan Abraham, que trabalhou na sequência musical de Olaf (“When I Am Older”) em “Frozen 2”. O lançamento vai acontecer com exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus) na sexta-feira (23/10). Já os fãs brasileiros terão que esperar a estreia do serviço de streaming da Disney, que só vai chegar ao país em 17 de novembro.

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    Druk – Mais uma Rodada: Drama de Thomas Vinterberg vence o Festival de Londres

    18 de outubro de 2020 /

    A organização do Festival de Londres anunciou os vencedores de seus prêmios neste domingo (18/10), eleitos por meio do voto popular. O drama dinamarquês “Druk – Mais uma Rodada” (Another Round), de Thomas Vinterberg, levou para casa o prêmio principal da competição. O filme marca um reencontro entre o cineasta e o ator Mads Mikkelsen, após o também premiado “A Caça” (2012). A trama gira em torno de Martin, interpretado por Mikkelsen, um tutor, marido e pai que já foi brilhante, mas se tornou apenas uma sombra de si mesmo após embarcar numa jornada alcoólica para testar uma teoria. “Obrigado ao público do Festival de Cinema de Londres por trazer este prêmio para nós. Estamos muito orgulhosos de receber isso do público britânico, é uma grande honra. Mas ficamos tristes por não podermos estar aí pessoalmente”, disse o diretor, por meio de videoconferência, sobre seu prêmio. Exibido no Festival de Toronto, o drama de Vinterberg também foi premiado no Festival de San Sebastian. O público também elegeu “The Painter and the Thief” como Melhor Documentário. O longa de Benjamin Ree detalha o vínculo incomum entre um pintor tcheco e o norueguês que roubou duas de suas obras. Já o júri do evento deu o prêmio Star of Tomorrow para a diretora estreante Cathy Brady por seu trabalho em “Wildfire”. “’Wildfire’ é uma história convincente, contada com habilidade e diferente de tudo que tínhamos visto no cinema britânico antes. Cathy tece uma história íntima e emocionalmente rica de duas irmãs elegantemente enquadradas em um cenário mais amplo e politicamente carregado, ela diz muito sem dizer muito”, disse a atriz Michaela Coel ao anunciar o prêmio para o filme. “Ótimos filmes fazem você pensar e tirá-lo da sua zona de conforto, da melhor maneira que ‘Widlfire’ é deliciosamente desconfortável!”. Veja abaixo os trailers de “Another Round”, “The Painter and the Thief” e uma cena de “Wildfire”.

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    Possessor: Terror do filho de David Cronenberg vence Festival de Sitges

    18 de outubro de 2020 /

    O filme “Possessor” foi o grande vencedor do Festival de Sitges, mais tradicional evento europeu dedicado ao cinema fantástico. Além de conquistar o troféu de Melhor Filme, “Possessor” também rendeu o troféu de Melhor Direção para Brandon Cronenberg, na noite deste domingo (18/10) na Espanha. Foi a segunda vez que o filho de David Cronenberg venceu o prêmio de Direção em Sitges. Ele também conquistou a honraria em sua estreia, “Antiviral”, de 2012. “Possessor” é apenas o seu segundo longa. O filme teve sua première mundial em janeiro passado, no Festival de Sundance, atingindo 92% de aprovação na média da crítica registrada no site Rotten Tomatoes. A produção é um terror tecnológico, em que Andrea Riseborough (“O Grito”) vive uma mulher que entra na cabeça das pessoas – literalmente. Sua personagem é uma agente de uma corporação que usa a tecnologia de implantes cerebrais para habitar o corpo de outras pessoas, levando-as a cometer assassinatos em benefício da empresa. Embora tenha um dom especial para esse trabalho, a experiência é traumática e ela acaba permitindo que seu mais recente drone (Christopher Abbott, de “Ao Cair da Noite”) lute para retomar o controle, com consequências violentas. Com dois longas, a filmografia de Brandon agora reflete o começo da carreira de seu pai, lembrando a época em que David Cronenberg era premiado por tramas de alterações biológicas. O elenco também destaca Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Sean Bean (“Game of Thrones”) e Tuppence Middleton (“Sense 8”). Veja abaixo o trailer da produção, que estreou no início do mês no circuito dos cines drive-in dos EUA.

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    Lily James some após fotos de beijo em ator casado de The Affair

    18 de outubro de 2020 /

    O surgimento de fotos em clima romântico entre Lily James (a “Cinderela”) e Dominic West (o Noah, de “The Affair”), flagrados num beijo na semana passada, durante uma viagem de dois dias a Roma, abalou o casamento do ator e fez a atriz desaparecer, em plena campanha de divulgação de seu novo filme. Os dois teriam ficado íntimos durante a produção de “The Pursuit of Love”, uma nova minissérie de época da BBC, em que West interpreta o pai de James. A diferença de 20 anos de idade e o fato de West ser casado não impediu a aproximação e, em meio ao flagra dos paparazzi, a imprensa apurou que o casal dividiu uma suíte no elegante Hotel De La Ville na capital italiana. Assim que as fotos vieram à tona, West fez uma aparição fotográfica bizarra com sua esposa – e mãe de quatro de seus filhos – , a aristocrata Catherine FitzGerald. O casal se beijou para as câmeras e entregou aos fotógrafos um bilhete que dizia “Nosso casamento é forte e ainda estamos muito juntos”. West é mais lembrado pela série “The Affair”, em que seu personagem viveu um relacionamento extraconjugal que acabou com seu casamento. Enquanto isso, Lily James sumiu. Ela está cancelando suas participações na divulgação de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, que deveria fazer ao lado de Armie Hammer. Segundo o site Page Six, ela tinha uma entrevista marcada para a segunda-feira (19/10) no programa “Today”, da rede americana NBC, para promover a produção da Netflix, mas a aparição foi cancelada. A atriz britânica de 31 anos, que tem o papel principal na adaptação do famoso romance de Daphne du Maurier (já filmado por Alfred Hitchcock), deveria continuar sua semana de promoção na quinta-feira, no “Tonight Show” de Jimmy Fallon, mas ainda não se sabe se ela vai participar do programa. WORLD EXCLUSIVE: Married star of The Affair, Dominic West, pictured passionately kissing Lily James in Rome https://t.co/cZLOuXGTOs pic.twitter.com/cwpCC4kC0e — Daily Mail Celebrity (@DailyMailCeleb) October 12, 2020

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    Novo filme de ação de Liam Neeson lidera bilheterias em crise nos EUA

    18 de outubro de 2020 /

    O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), liderou as bilheterias da América do Norte neste fim de semana, ao arrecadar US$ 3,7 milhões. O valor é US$ 100 mil maior que a estreia de “Guerra com o Vovô”, o “sucesso” da semana passada que se tornou o pior campeão de bilheteria norte-americano desde 1988. Com os cinemas ainda fechados em Los Angeles, Nova York e São Francisco, e a pandemia de coronavírus ainda longe do fim, o desempenho dos lançamentos continua pífio nos EUA. Não é à toa que os grandes estúdios estão desistindo de lançar seus blockbusters potenciais, passando seus principais títulos para 2021. De fato, já circulam rumores sobre nova leva de adiamentos, que cancelariam o vindouro Natal cinematográfico. Em entrevista nesta semana, a diretora Patty Jenkins afirmou ter dúvidas sobre a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” em dezembro. O desempenho de “Tenet”, que a Warner considerou ser capaz de trazer o público de volta aos cinemas, acabou tendo efeito inverso do esperado, conduzindo a um grande apagão de estreias. Ironicamente, porém, a paranoia dos estúdios tem sido benéfica para o filme do diretor Christopher Nolan. Única produção orçada em mais de US$ 200 milhões em cartaz nos cinemas dos EUA, “Tenet” avança a conta-gotas, mas firme, graças à falta de concorrentes, e atingiu neste fim de semana a bilheteria doméstica de US$ 50,6 milhões. É muito pouco para seu custo de produção, mas ajudou o valor mundial da arrecadação a chegar a US$ 333 milhões. O efeito conta-gotas pode até servir de estímulo para a retomada de estreias de produções de orçamento modesto. Um dos primeiros títulos a chegar aos cinemas norte-americanos durante a pandemia, “Fúria Incontrolável” (Unhinged), estrelado por Russell Crowe, atingiu US$ 20 milhões na América do Norte neste domingo (18/10), após 10 semanas em cartaz. Em todo o mundo, o filme está com US$ 39 milhões. “Fúria Incontrolável” fez pouco menos que a superprodução “Os Novos Mutantes”, última herança da Fox distribuída pela Disney. A adaptação dos quadrinhos da Marvel rendeu US$ 22,7 milhões em sete semanas na América do Norte e US$ 43,7 milhões mundiais. Os cinemas americanos ainda receberam duas estreias neste fim de semana, “Amor e Monstros” (Love and Monsters) e “The Kid Detective”, mas os estúdios se entusiasmaram menos que a crítica com seus lançamentos, colocando-os em poucas telas para apostar numa distribuição simultânea em PVOD (VOD com preço de ingresso de cinema). Elogiadíssimos e com grande apelo comercial, os dois filmes tiveram que se contentar em fechar o Top 10, respectivamente com US$ 255 mil e US$ 135 mil, enquanto reprises de sucessos infantis dos anos 1990 (“Abracadabra” e “O Estranho Mundo de Jack”) ocuparam a maioria das salas disponíveis. Esta comparação de desempenhos e estratégias acaba passando a pior mensagem possível sobre o setor, que enfrenta uma crise capaz de mudar hábitos de forma permanente.

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    Atuação de Bolsonaro na pandemia vai virar filme do diretor de Carcereiros

    18 de outubro de 2020 /

    A crise política, econômica e de saúde causada pela pandemia de coronavírus no Brasil vai render dramatização cinematográfica, além dos documentários atualmente em andamento. A coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo informou que os direitos de adaptação do livro “Guerra à Saúde — Como o Palácio do Planalto Transformou o Ministério da Saúde em Inimigo Público Número 1 no Meio da Maior Pandemia do Século XXI”, escrito por Ugo Braga, foram adquiridos pelo cineasta Luís Eduardo Belmonte para sua transformação em filme. Cineasta premiado e especializado em tramas criminais, Belmonte é o diretor de “Se Nada Mais Der Certo” (2008), “O Gorila” (2012), “Alemão” (2014), da série “Carcereiros” (2017-2018) e de “Carcereiros – O Filme” (2019), entre outros títulos. Ainda não foi definido quem interpretará Henrique Mandetta e muito menos Jair Bolsonaro, que são personagens centrais do livro.

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    Trailer apresenta drama de boxe clandestino com Charlie Hunnam e Jack O’Connell

    18 de outubro de 2020 /

    A Paramount divulgou três fotos, o pôster e o trailer de “Jungleland”, um drama de boxe estrelado por Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”) e Jack O’Connell (“Invencível”). Os dois vivem irmãos trabalhadores numa cidade industrial falida, que veem uma chance de ganhar dinheiro com o talento do mais novo (O’Connell) em lutas clandestinas. Mas os planos não saem como esperado e eles se veem forçados a trabalhar para um criminoso, interpretado por Jonathon Majors (estrela de “Lovecraft Country”). Co-estrelado por Jessica Barden (“The End of the F***ing World”), “Jungleland” é escrito e dirigido por Max Winkler (“Flower”), filho do lendário ator Henry Winkler. Exibido no Festival de Toronto, o filme tem estreia comercial marcada para 6 de novembro em circuito limitado e quatro dias depois em VOD nos EUA. Por enquanto, não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Paul Bettany é gay enrustido em trailer de comédia da Amazon

    17 de outubro de 2020 /

    A Amazon divulgou o pôster e o trailer de “Uncle Frank”, comédia dramática estrelada por Paul Bettany (o Visão de “Vingadores: Guerra Infinita”) e Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”). Passada nos anos 1970, a trama traz Bettany como o Tio Frank do título, um professor universitário gay, que apesar de morar com seu “colega de quarto”, ainda está no armário. A situação é descoberta por sua sobrinha adolescente (Lillis), que o considera a melhor pessoa de sua família. Ao lhe fazer uma visita surpresa, ela primeiro se choca ao saber a verdade, mas aos poucos começa a aceitar e entender porque ele é tão maltratado pelo pai. Quando o pai de Frank morre inesperadamente, ele faz a jovem jurar que manterá o segredo, enquanto os dois viajam para o funeral no sul dos EUA, acompanhados pelo insistente “colega de quarto” (Peter Macdissi, de “A Sete Palmos”) que quer conhecer a família do parceiro. O elenco ainda destaca Stephen Root (“Barry”) e Margo Martindale (“The Americans”) como os pais de Frank, enquanto outros membros da família são interpretados por Steve Zahn (“Crush à Altura”), Judy Greer (“Homem-Formiga”) e Lois Smith (“True Blood”). Escrito e dirigido por Allan Ball, o criador das séries “A Sete Palmos” (Six Feet Under) e “True Blood”, “Uncle Frank” teve première no Festival de Sundance, foi premiado no Festival de Deauville, na França, e tem 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 25 de novembro, véspera do Dia de Ação de Graças nos EUA, exclusivamente para os assinantes do Amazon Prime Video.

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    Estrela de Jessica Jones vai virar bruxa em terror infantil da Netflix

    17 de outubro de 2020 /

    A Netflix está desenvolvendo uma adaptação do livro infantil de terror “Nightbooks”, de JA White, e o projeto já definiu seu elenco principal. A atriz Krysten Ritter, que viveu Jessica Jones na série homônima da Marvel, será a bruxa Natacha, que rapta um menino chamado Alex em seu apartamento em Nova York. Lá, ele encontra outra prisioneira, Yasmin, que que lhe ensina como sobreviver: contar uma história assustadora todas as noites para entreter a bruxa. Fã de terror, Alex não tem dificuldade para envolver sua raptora, que se diverte com suas histórias sem final feliz, enquanto ele percebe que uma hora ficará sem novas histórias para contar. As crianças Winslow Fegley (“Aventuras de Timmy Failure”) e Lidya Jewett (“Good Girls”) vivem, respectivamente, Alex e Yasmin nesta versão assustadora da história das “Mil e Uma Noites”. O roteiro é escrito por Mikki Daughtry e Tobias Iaconis (“A Maldição da Chorona”) e a direção está a cargo de David Yarovesky, o cineasta de “Brightburn” – a versão assustadora da origem de Superman. Completa a equipe outro cineasta ligado ao terror, Sam Raimi (de “Evil Dead”), que produz as filmagens por meio de sua produtora Ghost House Pictures. O filme ainda não tem previsão de estreia.

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    O Mensageiro do Último Dia: Terror com astro de A Barraca do Beijo ganha trailer legendado

    17 de outubro de 2020 /

    A 20th Century Studios divulgou o pôster internacional e o trailer legendado do terror “O Mensageiro do Último Dia” (The Empty Man), filme de terror que inclui Joel Courtney (o Lee Flynn de “A Barraca do Beijo”) em seu elenco. O filme é baseado nos quadrinhos homônimos de Cullen Bunn, publicados pelo Boom! Studios. A trama acompanha um ex-policial atormentado pelo passado (James Badge Dale, de “Homem de Ferro 3”), que investiga o desaparecimento de um grupo de adolescentes em sua cidadezinha e se depara com uma lenda urbana aterrorizante. Courtney é um dos jovens que invocam a criatura sobrenatural do título e o elenco também conta com Marin Ireland (“The Umbrella Academy”), Samantha Logan (“13 Reasons Why”), Robert Aramayo (“Game of Thrones”), Sasha Frolova (“Adoráveis Mulheres”), Owen Teague (“It: A Coisa”), Evan Jonigkeit (“Sweetbitter”), Jessica Matten (“Frontier”) e Stephen Root (“Perry Mason”). Roteiro e direção são de David Prior, documentarista especializado em vídeos de bastidores de filmes (featurettes), que faz sua estreia em longa-metragem. A estreia está marcada para a próxima sexta (23/10) nos EUA e no feriadão de 15 de novembro no Brasil.

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    A Voz Suprema do Blues: Último filme de Chadwick Boseman ganha pôsteres de personagens

    17 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “A Voz Suprema do Blues” (Ma Rainey’s Black Bottom), que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto em agosto de câncer de cólon aos 43 anos. Finalizado antes do falecimento do ator, o filme se passa em 1927, na cidade americana de Chicago, e aborda tensões raciais e a história do blues. A trama gira em torno de uma disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Os demais integrantes do elenco destacados nos pôsteres abaixo são Taylour Paige (“Zola”), Dusan Brown (“Jamall & Gerald”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”), Glynn Turman (“How to Get Away with Murder”) e Michael Potts (“True Detective”). A estreia está marcada para 18 de dezembro nos EUA.

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    Casal Thaila Ayala e Renato Góes faz primeiro filme juntos

    17 de outubro de 2020 /

    Casados há um ano, Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) e Renato Góes (“Legalize Já: Amizade Nunca Morre”) estão começando seu primeiro trabalho juntos. Eles são os protagonistas do filme “Inverno”, um suspense que a própria atriz co-escreveu com Paulo Fontenelle (“Intruso”), diretor da produção, e que já começou a ser rodado na residência do casal, no Rio de Janeiro. Renato Góes resumiu a trama para o jornal O Globo: “Casal em quarentena, Bia e Rodrigo recebem Ana (Bárbara Reis, de “Os Dias Eram Assim”), uma amiga de faculdade, por uns dias. O que poderia ser um escape para distrair e aliviar o desgaste e a pressão do isolamento começa a se tornar um pesadelo quando o nome de um deles aparece numa lista de mortos pela Covid-19 na capa do principal jornal da cidade”. Segundo Góes, a intimidade com Thaila “ajuda muito”: “Facilita e encurta o caminho das coisas. Exercitarmos a cumplicidade, elemento fundamental nessa jornada. Nos comunicamos com o olhar. Foi bonito perceber em cena que estamos conectados”. O longa é uma coprodução da Ventre Studio com a Cachoeira Filmes e ainda não tem previsão de estreia.

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    Rhonda Fleming (1923 – 2020)

    17 de outubro de 2020 /

    A atriz Rhonda Fleming, uma das ruivas mais famosas da era de ouro de Hollywood, morreu na quarta-feira (14/10) em Santa Monica, na Califórnia, aos 97 anos. O cabelo cor de fogo e os olhos verdes-esmeraldas a tornaram bastante popular nos primórdios do cinema colorido, o que acabou lhe valendo o apelido de rainha do Technicolor e uma filmografia cheia de clássicos, incluindo obras assinadas pelos mestres Alfred Hitchcock, Jacques Tourneur, Robert Siodmak, Fritz Lang e John Sturges. Nascida Marilyn Louis em Los Angeles, ela estudou na Beverly Hills High e foi descoberta aos 16 anos pelo famoso agente Henry Wilson (que também descobriu Rock Hudson, Tab Hunter e Natalie Wood) a caminho da escola. Foi ele quem mudou seu nome para Rhonda Fleming e conseguiu seu primeiro contrato, com o famoso produtor David O. Selznick. Seu primeiro papel importante foi como uma ninfomaníaca no suspense “Quando Fala o Coração” (Spellbound, 1945), de Hitchcock, e ela disse que era tão ingênua que teve que procurar a palavra no dicionário quando foi escalada. Em seguida, foi parar em uma mansão assustadora no terror sombrio “Silêncio nas Trevas” (The Spiral Staircase, 1946), de Siodmak, e virou femme fatale no noir “Fuga do Passado” (Out of the Past, 1947), de Tourneur. Mas foi uma aventura de baixa qualidade, “A Ilha da Maldição” (Adventure Island, 1947), que a transformou em estrela. Tudo o que precisou foi ser filmada em cores. Até o cenário exuberante de uma ilha do Pacífico virou pano de fundo para a beleza de Fleming. Ela se destacou ainda mais na comédia musical “Na Corte do Rei Artur” (A Connecticut Yankee in King Arthur’s Court, 1948) como interesse romântico de Bing Crosby, mostrando que também sabia cantar. E Bob Hope, grande amigo de Crosby, impressionou-se tanto ao visitar as filmagens que fez questão de escalá-la em seu próximo trabalho, como seu par em “O Gostosão” (The Great Lover, 1949). Em 1951, Rhonda Fleming tinha se tornado tão cobiçada que estrelou nada menos que cinco filmes, incluindo o noir “Golpe do Destino” (Cry Danger, 1951) e o western “A Revolta dos Apaches” (The Last Outpost, 1951), em que inaugurou sua mais duradoura parceria nas telas com Ronald Reagan. Ela foi par do futuro presidente dos EUA em mais três filmes: “Hong Kong” (1952), “O Carrasco dos Trópicos” (Tropic Zone, 1953) e “A Audácia é a Minha Lei” (Tennessee’s Partner, 1955). Rhonda acabou se especializando em filmes de aventura, vivendo Cleópatra em “A Serpente do Nilo” (Serpent of the Nile, 1953), coestrelando “As Aventuras de Buffalo Bill” (Pony Express, 1953) com Charlton Heston e protagonizando alguns dos primeiros lançamentos 3D de Hollywood, como “Rastros do Inferno” (1953) e “O Tesouro Perdido do Amazonas” (1954). Mas adorava mesmo era se transformar em mulher fatal em clássicos do cinema noir, como “O Poder do Ódio” (Slightly Scarlet, 1956), adaptação de James M. Cain, e “No Silêncio de uma Cidade” (While the City Sleeps, 1956), do mestre Fritz Lang. “Eu adorei interpretar esses papéis”, disse Fleming ao historiador de cinema Rhett Bartlett em uma entrevista de 2012. “Elas eram garotas malvadas, e eu era uma menina tão doce e simpática!” Bastante ocupada até o final dos anos 1950, sua filmografia ainda destaca um dos westerns mais famosos de todos os tempos, “Sem Lei e Sem Alma” (Gunfight at the O.K. Corral, 1957), de John Sturges, ao lado de Burt Lancaster (no papel de Wyatt Earp) e Kirk Douglas (Doc Holliday). Seu último trabalho como protagonista foi na produção italiana “A Revolta dos Escravos” (1960), lançado no mesmo ano em que ela ganhou sua estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Apesar de seguir atuando por mais 20 anos, os papéis seguintes foram pequenas participações em séries e filmes, de “O Otário” (1964), de Jerry Lewis, até “A Bomba Que Desnuda” (1980), longa derivado da série de comédia “Agente 86”. Além do cinema, Fleming participou de montagens teatrais da Broadway e fez shows musicais em Las Vegas e no Hollywood Bowl. Ao se afastar das telas e dos palcos, passou a se dedicar à filantropia, tornando-se uma destacada apoiadora de várias causas importantes, da luta contra o câncer à falta de moradia e o abuso infantil. Essa fase de sua vida começou após seu quinto casamento, com o magnata da rede de cinemas Ted Mann (dono do famoso Chinese Theatre ). Eles viram juntos de 1978 até a morte de Mann, em janeiro de 2001, e representaram um força benéfica no sul da Califórnia. Ela e Mann fundaram a Rhonda Fleming Mann Clinic for Comprehensive Care no centro médico da UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles) em 1991, oferecendo atendimento ginecológico e obstétrico a mulheres, e um centro de apoio para mulheres com câncer três anos depois. O casal também criou a bolsa Rhonda Fleming Mann Research Fellowship, para incentivar a pesquisa de câncer. Seus outros maridos incluem o ator Lang Jeffries, com quem contracenou em “A Revolta dos Escravos”, o produtor Hall Bartlett, e o médico Thomas Lane, com quem teve seu único filho, o ator Kent Lane (“As Incertezas de um Jovem”).

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