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Filme

“Homem-Aranha: Um Novo Dia” bate novos recordes de bilheteria

Longa com Tom Holland supera “Sem Volta para Casa” fora da América do Norte e chega a US$ 1,81 bilhão mundiais

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13 de agosto de 2026
Filme

Estreias: Dinossauros voltam a dominar os cinemas

O mundo jurássico é tema da sci-fi "O Fim da Rua" e da animação "Patrulha Canina: Uma Aventura Dino"

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13 de agosto de 2026
Filme

“Corrida dos Bichos” estreia no topo mundial da Prime Video em apenas três dias

Ficção científica brasileira liderou filmes internacionais da plataforma e chegou ao 6º lugar entre todos os títulos do streaming

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13 de agosto de 2026
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    Os Simpsons troca dublador branco de personagem negro

    22 de fevereiro de 2021 /

    Os produtores de “Os Simpsons” anunciaram uma nova mudança no elenco de dubladores originais da atração, visando diversificar seu casting de vozes. Harry Shearer, integrante de longa data da série animada da Fox, vai parar de dar voz ao Dr. Julius Hibbert, o médico da cidade, que é negro. O episódio de domingo, “DiaryQueen”, apresentou Shearer dando a voz ao personagem pela última vez. Começando com o episódio de 28 de fevereiro, “Wad Goals”, Kevin Michael Richardson assumirá o papel. Dublador prolífico, ele já trabalhou em mais de 70 episódios de “Os Simpsons” no passado, e seus créditos também incluem “Uma Família da Pesada” (Family Guy), “American Dad” e “F Is for Family”. A inclusão de Richardson segue-se à contratação de Alex Désert como nova voz de Carl Carlson (anteriormente dublado por Hank Azaria), colega de trabalho de Homer, e Jenny Yokobori como Kumiko Albertson (anteriormente dublada por Tress MacNeille), a esposa do Comic Book Guy. As mudanças refletem uma declaração dos produtores, que prometeram, em junho de 2020, que “daqui para frente, ‘Os Simpsons’ não terão mais atores brancos dando voz a personagens não brancos”. Essa declaração foi feita no momento em que a indústria da animação enfrentou críticas sobre falta de inclusão, em meio aos protestos generalizados por justiça social e racial no verão americano passado. Outras séries animadas, incluindo “Big Mouth” da Netflix e “Central Park” da Apple, também reformularam os intérpretes de personagens de etnia diversificada, que até então eram dublados apenas por atores brancos. A decisão representa uma grande mudança para “Os Simpsons”, que durante anos deu de ombros para os pedidos de que um ator do sul da Ásia assumisse o papel de Apu, dublado de forma caricata por Hank Azaria. O personagem chegou a virar tema de documentário, “The Problem with Apu”, em 2017. Azaria se sensibilizou antes dos produtores e decidiu parar, por conta própria, de dublá-lo, mas continuou a fazer as vozes de Carl e o policial Lou, que são negros, além do personagem hispânico Bumblebee Man. Shearer, por sua vez, havia interpretado o Dr. Hibbert durante todo a série – por mais de três décadas.

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    Zack Snyder revela data de estreia de seu filme de zumbis na Netflix

    21 de fevereiro de 2021 /

    O diretor Zack Snyder anunciou que seu filme de zumbis da Netflix, “Army of the Dead”, finalmente tem previsão de estreia. Em um post nas redes sociais, ele divulgou o lançamento 21 de maio e revelou que o primeiro teaser será revelado na próxima quinta (25/2). “Army of the Dead” foi filmado entre o verão e o outono de 2019 nos EUA, refilmado no verão de 2020 para substituir um ator devido à acusações de abuso sexual e até seu spin-off, um prólogo ainda sem título, encerrou sua produção ainda em 2020. O atraso no lançamento se deve, em parte, ao envolvimento de Snyder no relançamento de “Liga da Justiça”, que tomou todo o seu tempo nos últimos meses. Claro que não ajudou ter que voltar ao set para apagar Chris D’Elia (“Undateable”) do longa. Acusado de assediar sexualmente garotas menores de idade, ele teve sua participação substituída pela comediante Tig Notaro (“Star Trek: Discovery”). Desenvolvido para a Netflix, “Army of the Dead” representa um retorno às origens para Snyder, que volta ao apocalipse zumbi 17 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”. Um grupo de mercenários se reúne para realizar o maior assalto já tentado em Las Vegas. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O elenco do filme ainda inclui Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Omari Hardwick (“Power”), Hiroyuki Sanada (“Mortal Kombat”), Raul Castillo (“Atypical”), Nora Arnezeder (“Zoo”), Matthias Schweighöfer (“Viagem Sem Volta”), Ella Purnell (“Sweetbitter”), Garrett Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Ana de la Reguera (“Goliath”) e a dublê Samantha Win (“Mulher-Maravilha”). Survivors take all. #ArmyOfTheDead on @Netflix May 21.Teaser this Thursday. pic.twitter.com/sIgDoz6rmz — Zack Snyder (@ZackSnyder) February 21, 2021

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    Martha Stewart (1922 – 2021)

    21 de fevereiro de 2021 /

    A atriz e cantora Martha Stewart, conhecida por atuar ao lado de Humphrey Bogart no clássico noir “No Silêncio da Noite” (1950), morreu na quarta-feira (17/2) aos 98 anos. Ela começou sua carreira vencendo um concurso de rádio de Nova York durante o período da 2ª Guerra Mundial, que a levou a cantar com as big bands de Glenn Miller, Harry James e Claude Thornhill. Em 1944, uma apresentação no então famoso Stork Club em Manhattan chamou a atenção de um caçador de talentos, que a levou a Hollywood, onde assinou contrato com a 20th Century Fox. De forma condizente com sua “descoberta”, Stewart deu seus primeiros passos cinematográficos em musicais, fazendo sua estreia em “Sonhos de Estrela” (1945), um filme de Carmen Miranda, onde ela fez dueto vocal com ninguém menos que o célebre cantor Perry Como. A pequena, mas destacada participação lhe abriu as portas da Broadway e a levou até o West End londrino nos anos seguintes. Paralelamente, ela continuou aparecendo em musicais e comédias românticas da Fox, até ser escalada por Otto Preminger no drama “Êxtase de Amor” (1947), como a melhor amiga da personagem de Joan Crawford. O desempenho no melodrama convenceu o icônico diretor Nicholas Ray a transformá-la na vítima trágica de “No Silêncio da Noite”, cuja morte vira o elemento central daquele que é considerado um dos melhores filmes noir de todos os tempos. A atriz voltou a ser escalada num noir, “O Sentenciado” (1950), estrelado por Glenn Ford, mas os compromissos teatrais acabaram encurtando sua carreira no cinema. Após a comédia “A Felicidade Estava Por Perto” (1952), ela só foi reaparecer em “Surf Party” (1964), um dos muitos filmes de praia da época. Seu último papel nas telas foi num episódio da série “Meus 3 Filhos” no ano seguinte. Graças ao seu primeiro casamento com o comediante e cantor Joe E. Lewis, Martha Stewart também foi retratada nas telas. Mitzi Gaynor a interpretou em “Chorei por Você” (1957), sobre o ataque brutal sofrido por seu marido numa retaliação da máfia. Frank Sinatra viveu Lewis e imortalizou a música “All the Way”, vencedora do Oscar, na produção. Ela também foi casada com o ator George O’Hanlon (a voz de George Jetson nos desenhos da Hanna-Barbera) e David Shelley. Seu filho com o último marido foi o guitarrista David Shelley Jr., que apareceu no remake de “E Deus Criou a Mulher” (1988) e morreu de câncer em 2015.

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    Os Croods 2 passa de US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais

    21 de fevereiro de 2021 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve o 1º lugar das bilheterias dos EUA e Canadá, após recuperar o topo na semana passada – e isto foi dois meses após seu lançamento. A posição de destaque marca a quinta semana de liderança do filme, que está há 13 semanas em cartaz e já se encontra disponível na casa dos espectadores norte-americanos, via VOD. Graças à sua longevidade no ranking, a produção da DreamWorks Animation/Universal Pìctures ultrapassou os US$ 50 milhões de arrecadação doméstica e se encontra próximo de virar o filme de maior bilheteria da pandemia na América do Norte, recorde atualmente detido por “Tenet”, que fez US$ 57,9 milhões logo que os cinemas reabriram em agosto passado – período em que havia mais salas funcionando que agora. Entre sexta e domingo, “Os Croods 2” faturou US$ 1,7 milhão de ingressos vendidos em 1,9 mil salas dos EUA e Canadá. Mas ainda não começou a contar as bilheterias de muitos países, em que ainda não estreou. No Brasil, o lançamento está marcado apenas para 25 de março. No mundo inteiro, a Universal já contabilizou o dobro dos valores norte-americanos. O filme fez mais que US$ 100 milhões no mercado internacional, levando seu total a superar os US$ 150 milhões mundiais. Se este desempenho é festejado pelo estúdio, Hollywood inteira olha incrédula para as notícias que vem da China, onde filmes estão rendendo mais por dia que “Os Croods 2” faturaram até agora. Encabeça por blockbusters locais, como “Detective Chinatown 3”, “Hi, Mom” e “A Writer’s Odyssey”, a bilheteria chinesa somou nada menos que US$ 1,2 bilhão de arrecadação no atual feriado do Ano Novo Lunar.

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    Vídeo de bastidores mostra que Raya e o Último Dragão teve produção “caseira”

    20 de fevereiro de 2021 /

    A Disney divulgou um vídeo de bastidores de “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), que destaca como o filme foi produzido à distância por sua equipe – entre cachorros, gatos e bebês nas casas dos profissionais, por conta da pandemia do novo coronavírus. A prévia também exibe novas cenas do desenho e conta com depoimentos de Kelly Marie Tran (a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”), que dubla a Raya do título, e Awkwafina (“Jumanji: Próxima Fase”), voz do último dragão. Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e incorpora vários elementos da cultura – e das artes-marciais – do sudeste asiático. Apesar disso, a história é uma aventura fantasiosa sem laços com o folclore regional. A trama se passa em uma terra fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com dragões, mas agora que as criaturas místicas se foram estão em conflito permanente. Raya, então, parte atrás do último dragão existente, acreditando que ele pode restaurar a paz. Mas só encontra um bicho tagarela que se transforma em uma mulher. A direção é comandada por Don Hall (“Moana”) e Carlos López Estrada (“Ponto Cego”), que trabalharam juntos com os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). Além das duas estrelas citadas, o elenco de dubladores incluiu outros astros asiáticos famosos de Hollywood, como Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Sandra Oh (“Killing Eve”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”) e Benedict Wong (“Doutor Estranho”). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou seu lançamento para 12 de março, quando também será disponibilizada na Disney+ (Disney Plus). O detalhe é que não basta ser assinante para assistir ao filme em streaming. A Disney decidiu cobrar uma sobrepreço (além do preço da assinatura) para quem quiser assistir “Raya e o Último Dragão” em casa, que batizou de Premier Access.

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    Livro infantil de Lupita Nyong’o vai virar animação da Netflix

    20 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix vai produzir uma animação musical baseada no livro infantil “Sulwe”, que é escrito por ninguém menos que a atriz Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”). O livro ilustrado conta a história da personagem-título, uma menina queniana que, segundo a descrição, “nasceu com a cor da meia-noite”. Um dia, ela recebe a visita de uma estrela cadente e parte em uma aventura mágica, que aborda temas como colorismo, autoestima e a lição de que a verdadeira beleza vem do interior. “A história de ‘Sulwe’ é algo que está muito perto do meu coração”, disse Nyong’o em comunicado. “Em minha infância, eu ficava desconfortável na minha pele escura. Raramente via alguém que se parecesse comigo nas páginas de livros e revistas, ou mesmo na TV. Foi uma longa jornada para eu chegar ao amor-próprio.” Ela continua: “‘Sulwe’ é um espelho para as crianças de pele escura se verem, uma janela para aqueles que podem não estar familiarizados com o colorismo, para ter compreensão e empatia, e um convite para todos que se sentem diferentes e invisíveis para reconhecer sua beleza inata e valor. Estou feliz que o livro seja adaptado em uma animação musical, que espero inspirar crianças de todo o mundo a celebrar sua singularidade.” Lupita Nyong’o será produtora da adaptação, mas ainda não há equipe ou maiores detalhes envolvendo o projeto. Em setembro passado, a atriz leu seu livro num vídeo divulgado pela Netflix, como parte de uma série educativa, chamada “Bookmarks”, em que artistas e celebridades leem livros infantis de autores negros sobre a experiência negra. O episódio com Nyong’o pode ser visto abaixo.

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    “Dublagem” de Ratinho em Tom & Jerry gera protestos nas redes sociais

    20 de fevereiro de 2021 /

    A Warner Bros. revelou em suas redes sociais que o apresentador Ratinho, do SBT, estaria dublando o rato Jerry na versão nacional de “Tom & Jerry – O Filme”. Mas a brincadeira acabou não agradando boa parte do público potencial do filme, que reclamou da escolha no Twitter. Na semana de estreia de “Tom & Jerry”, Ratinho fez mais um de seus comentários truculentos defendendo a implantação de uma ditadura militar no Brasil, “limpar mendigos” das ruas e o fuzilamento de “corruptos”. Vários internautas passaram a cobrar a Warner sobre o fato de a empresa ter associado a imagem de um personagem infantil a alguém que defende violência, morte e rompimento da democracia no país. O crítico Pablo Villaça chegou a comentar que a decisão de convidar Ratinho para ‘dublar’ “Tom & Jerry – O Filme” não “teria sido inteligente (ou artisticamente válida) mesmo em tempos normais, já que estamos falando de um sujeito que construiu a carreira em cima da baixaria e da vulgaridade”. O estúdio não se manifestou, mas também não promoveu a participação de Ratinho com vídeo especial ou outro destaque além da citação pontual. É que um detalhe passou despercebido pela maioria que reclamou: nem Tom nem Jerry falam no filme. Como reparou o crítico Thiago Muniz: foi “só uma piada ruim da Warner”. Veja abaixo algumas das reações. Que merda ! Já não faço mais questão de ver esse filme. Ruim e ainda propagando ódio e extremismo. — Jerry Adriano (@Jerryfacha) February 11, 2021 Vocês precisam avaliar melhor o garoto propaganda de vocês. Tranquilo ser um "rato" fascista?https://t.co/qJt96fL10a — Juan Thiago Gomes 🇧🇷🏴✊🏾 (@Juantgomes) February 17, 2021 @wbpictures_br @wbpictures O dublador de #TomEJerryOFilme , condenado por trabalho escravo e sugerindo golpe de estado e fuzilamento de brasileiros. Eu não assisto essa 💩 — Coroonapuromalte – Vacina para todos já! (@coronapuromalte) February 19, 2021 Cara @wbpictures_br, não posso que dizer a decisão de convidar Ratinho para "dublar" #TomEJerryOFilme teria sido inteligente (ou artisticamente válida) mesmo em tempos normais, já que estamos falando de um sujeito que construiu a carreira em cima da baixaria e da vulgaridade. — Pablo Villaça (@pablovillaca) February 18, 2021 Assim, "apresentar" (ou ajudar a popularizar) Ratinho aos jovens espectadores mais interessados em #TomEJerryOFilme já seria lamentável. Porém, considerando que o sujeito acaba de advogar um golpe militar e a EXECUÇÃO daqueles que não o aceitarem, a coisa se torna repugnante. — Pablo Villaça (@pablovillaca) February 18, 2021 ihh rapaz, será que a @wbpictures_br compactua com as declarações do dublador de Jerry?? #TomEJerryOFilme pic.twitter.com/dvVGBnys2C — Starman ☭ (@LeoLibertino) February 18, 2021 Sério q a @wbpictures_br chamou aquele homem podre q é o Ratinho pra dublar o Jerry só por causa da piadoca do nome????? #TomEJerryOFilme pic.twitter.com/TKHhMwJ7Xp — Doug (@DouglasAll) February 18, 2021 Nada mais propício do que chamar um RATO REAL, hein @wbpictures_br !!! E olha que esse rato é vulgar, antidemocrático, facista e NOJENTO! Será que era essa a intenção para #TomEJerryOFilme ??? — BEN LIMA (@RUBENSFLIMA) February 19, 2021 É um canalha desses que a @wbpictures_br achou legal ver associado ao #TomEJerryOFilme https://t.co/CvwgQ4tXcj — Edvando Tertuliano (@edvando) February 18, 2021 @wbpictures_br @WB_Animation e @wbpictures estão patrocinando esse discurso com a divulgação de #TomEJerryOFilme — ♊Vini de Gêmeos♊ (@Vindibell) February 18, 2021 Corre aqui @wbpictures_br #TomEJerryOFilme — Juan Thiago Gomes 🇧🇷🏴✊🏾 (@Juantgomes) February 19, 2021 #TomEJerryOFilme , da @wbpictures_br já, já é lançado morto. https://t.co/eWGPEzC9II — ˗ˏˋIsso mesmo, Adrianjoˎˊ˗ (@adrian0marian0) February 18, 2021 Tremenda putaria com o Jerry. #TomEJerryOFilme fora Ratinho, que lixo. https://t.co/tzBeRuubsH — Dudu Rocha (@o_dudurocha) February 18, 2021 @wbpictures_br @WB_Animation @wbpictures vocês vão continuar pagando o @ratinhodosbt pra promover #TomEJerryOFilme ? @slpng_giants_pt ajuda aí a galera a não patrocinar golpista antidemocrático. https://t.co/jiHIx9ZNZ3 — ♊Vini de Gêmeos♊ (@Vindibell) February 18, 2021 #TomEJerryOFilme no Brasil só legendado, pena que a @WarnerMedia e a @ATT acabaram como o filme antes mesmo do lançamento no Brasil. A+E #PenaWarner — João Elízio (@JooElzio2) February 19, 2021 @wbpictures_br o #TomEJerryOFilme é coisa facista? Educa as crianças a matarem mendigos? A fuzilar quem pensa diferente? É essa a ideia? https://t.co/pWBDTAkZ00 — Alex yog 🇧🇷 (@alexandroamaro) February 18, 2021 @wbpictures_br @wbpictures O dublador de #TomEJerryOFilme , condenado por trabalho escravo e sugerindo golpe de estado e fuzilamento de brasileiros. Eu não assisto essa 💩 — Coroonapuromalte – Vacina para todos já! (@coronapuromalte) February 19, 2021 Só a galera de direita e viúvas da ditadura militar que irão assitir #TomEJerryOFilme #WarnerBros — Viceиte Iorio (@vicenteiorio) February 19, 2021 Iria levar meus filhos para ver Tom e Jerry no cinema, se a @wbpictures_br não estivesse escalado para dublagem um cara que defende golpe militar e a execução dos que não concordam com isso. #ratinhonão #TomEJerryOFilme — Lê do Aquecimento Cênico 🗣️ (@Le_Aquecimento) February 18, 2021 Mas gente, fica tranquilo. Eu vi a versão dublada de #TomEJerryOFilme e FELIZMENTE não tem a voz do Ratinho. É só uma piada ruim da Warner mesmo. 👀 — Thiago Muniz (@ThiagoMunizz) February 13, 2021 Precisamos falar dessa péssima campanha de marketing da Wraner de chamar o Ratinho para dublar o Jerry em #TomEJerryOFilme. Primeiro que o Jerry NÃO FALA no filme e segundo que… o RATINHO? Sério mesmo gente? Tiro no pé. E olha que o filme é ótimo. — Thiago Muniz (@ThiagoMunizz) February 13, 2021

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    Tom Hardy vai estrelar filme de ação do diretor de The Raid – Operação Invasão

    19 de fevereiro de 2021 /

    O ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) vai estrelar o novo filme de ação de Gareth Evans, o cineasta responsável pelo influente filme indonésio de artes marciais “The Raid – Operação Invasão” (2011). Os dois ainda compartilharão a produção do longa, intitulado “Havoc”, que Evans escreveu e dirigirá para a Netflix. Em “Havoc”, Hardy interpretará um detetive ferido que, em meio a um negócio de tráfico de drogas que deu errado, deve lutar para abrir caminho através de um submundo do crime para resgatar o filho de um político, enquanto desvenda uma profunda teia de corrupção e conspiração que enreda toda a sua cidade. As filmagens devem começar no final de junho na Europa. O trabalho mais recente de Evans é a série “Gangs of London”, que ele criou para o canal pago britânico Sky, enquanto Hardy será visto a seguir em “Venom: Tempo de Carnificina”, previsto para junho nos cinemas.

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    Charlize Theron e Kerry Washington darão aulas na Escola do Bem e do Mal

    19 de fevereiro de 2021 /

    As atrizes Charlize Theron (do filme “O Escândalo”) e Kerry Washington (da série “Scandal”) entraram no elenco do filme baseado no primeiro volume da coleção literária “A Escola do Bem e do Mal”. O best-seller infantil de Soman Chainani tem uma premissa que lembra a seleção de estudantes e a rivalidade das casas de Grifinória e Sonserina, dos livros de Harry Potter. Mas ambientada num universo similar ao de “Descendentes”, dos Disney Channel. A trama acompanha duas melhores amigas, Sophie e Agatha, que entram numa escola onde meninos e meninas comuns são treinados para serem heróis e vilões de contos de fadas. Com suas ambições de princesa, Sophie acredita que será escolhida para a Escola do Bem para se juntar às fileiras de ex-alunas como Cinderela e Branca de Neve. Enquanto isso, a aparência sombria de Agatha parece se encaixar naturalmente entre os vilões da Escola do Mal. Mas a sorte das meninas se inverte, com Sophie caindo na Escola do Mal e Agatha na Escola do Bem, o que coloca sua amizade à prova. Washington e Theron serão professoras das duas meninas, respectivamente na Escola do Bem e na Escola do Mal. Já as protagonistas mirins serão interpretadas por Sophia Anne Caruso (“Valete de Copas”), no papel de Sophie, e Sofia Wylie (“High School Musical: A Série: O Musical”) como Agatha. A adaptação está a cargo de David Magee, que escreveu “As Aventura de Pi” (2016) e a vindoura versão live-action de “A Pequena Sereia”, na Disney. A direção é do veterano Paul Feig, responsável por “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2016) e “Um Pequeno Favor” (2018), e o lançamento vai acontecer na Netflix em data ainda não revelada.

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    Atriz latina será Supergirl no cinema

    19 de fevereiro de 2021 /

    A Warner encontrou sua nova Supergirl em Sasha Calle, atriz latina de 26 anos que desde 2018 faz parte da interminável novela americana “The Young and the Restless”. Nascida em Boston, EUA, a morena de descendência colombiana não se destacou em nenhum outro trabalho televisivo e o papel marcará sua estreia no cinema. A escolha foi feita pelo diretor argentino Andy Muschietti (de “It: A Coisa”), que comandará Calle em seu primeiro filme, “The Flash”. Ele próprio fez o anúncio, falando em espanhol com a atriz e postando um vídeo no Instagram do momento em que revelou sua escolha. Como pode ser visto abaixo, ela tem uma reação emocionada: demonstra surpresa e cai no choro, acreditando que o contato fosse para novos testes para o papel. Segundo apurou o site Deadline, 425 atrizes diferentes foram testadas! E a performance de Calle impressionou tanto o diretor quanto o chefe da DC Films, Walter Hamada. Só que ela não sabia – como nenhuma candidata sabia – que o papel seria de Supergirl. Supergirl será introduzida no filme “The Flash”, que será uma continuação de “Liga da Justiça” (2017), incluindo participações de alguns personagens daquele filme, como o Batman vivido por Ben Affleck, além, claro, do Flash interpretado por Ezra Miller. O herói Ciborgue também deveria aparecer, mas após denúncias e polêmicas envolvendo seu intérprete, Ray Fisher, e a Warner, devido às refilmagens de “Liga da Justiça” por Joss Whedon, ele não vai mais fazer parte da produção. A trama lidará com o multiverso e diferentes versões dos super-heróis da DC. Michael Keaton, por sinal, também está confirmado como Batman, retomando o personagem que interpretou em “Batman” (1989) e “Batman – O Retorno” (1992). Por conta dessa narrativa, não está claro se Calle será uma Supergirl alternativa, de alguma Terra paralela do multiverso, ou se assumirá o papel definitivamente, aparecendo em outros filmes – mas esta última opção é fortalecida pela participação de Walter Hamada no processo decisório. Um filme solo de Supergirl está em desenvolvimento há anos. Mas a última notícia deste projeto é de 2018, quando a Warner contratou Oren Uziel (“O Paradoxo Cloverfield”) para escrever o roteiro. Sempre retratada como uma americana loira, Supergirl já foi vivida por Helen Slater em seu único filme de cinema, lançado em 1984. Na TV, a heroína ficou mais conhecida durante a passagem de Laura Vandervoort na série “Smallville” (entre 2007 e 2011) e ganhou status de protagonista com Melissa Benoist, absolutamente perfeita como a personagem título da série “Supergirl”, que, por coincidência ou não, vai chegar ao fim neste ano. Vale reparar que Sasha Calle tem praticamente a mesma idade que Melissa Benoist tinha quando virou Supergirl. O filme “The Flash” ainda não começou a ser filmado, mas sua estreia está marcada para novembro de 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andy Muschietti (@andy_muschietti)

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    Filmes online: Flora & Ulysses e Trolls 2 garantem Sessão da Tarde digital

    19 de fevereiro de 2021 /

    O cinema online deste fim de semana tem Sessão da Tarde digital, que destaca a nova fábula da Disney “Flora & Ulysses”, sobre um esquilo super-herói (!). A sessão é tripla, pois ainda inclui a animação da DreamWorks “Trolls 2” e a comédia brasileira “Um Tio Quase Perfeito 2”. Inédito nos cinemas, “Flora & Ulysses” adapta o best-seller de Kate DiCamillo sobre uma garota que se orgulha de ser cínica, mas que a Disney transformou em filme descaradamente anticínico sobre o mais desconhecido dos superpoderes: a esperança. Filha de pais separados, a pequena Flora é inspirada pelo trabalho do pai – um autor de quadrinhos – a ver super-heróis em toda a parte. E se espanta quando encontra um de verdade: um esquilo que ela jura ter superpoderes. Ulysses também tem um arquiinimigo de quem Flora decide protegê-lo. Para os adultos, as opções são a comédia de humor negro “Eu Me Importo”, o suspense sueco aterrador “Ponto Vermelho”, a catástrofe sul-coreana “Alerta Vermelho”, a morbidez indie de “Vou Morrer Amanhã” e uma biografia devastadora do ex-Primeiro Ministro italiano Silvio Berlusconni, “Silvio e os Outros”, assinada pelo mestre Paolo Sorrentino (“A Grande Beleza”) – sem esquecer de dois documentários interessantíssimos sobre Pierre Cardin e a banda Bee Gees. Confira abaixo a relação completa e os trailers dos 10 melhores filmes para ver em streaming e VOD nesta semana.     Flora & Ulysses | EUA | 2021 (Disney+)     Trolls 2 | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Um Tio Quase Perfeito 2 | Brasil | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, SKY Play, YouTube Filmes)     Eu Me Importo | Reino Unido | 2020 (Netflix)     Vou Morrer Amanhã | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Alerta Vermelho | Coreia do Sul | 2020 (Looke, NOW)     Ponto Vermelho | Suécia | 2021 (Netflix)     Silvio e os Outros | Itália | 2018 (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     O Império de Pierre Cardin | EUA | 2020 (Apple TV, NOW, Vivo Play)     The Bee Gees: How Can You Mend a Broken Heart | EUA | 2020 (Apple TV e Vivo Play)

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    Netflix libera “Os 7 de Chicago” de graça no YouTube

    18 de fevereiro de 2021 /

    A Netflix vai disponibilizar gratuitamente “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin, por dois dias, durante este fim de semana em seu canal oficial americano no YouTube. O filme estará disponível de sexta-feira (19/2) até domingo (21/2) para celebrar o aniversário do veredito do julgamento histórico retratado na produção. Em comunicado, o diretor e roteirista Aaron Sorkin diz que a ação foi feita para “relembrar os verdadeiros patriotas que inspiraram aquela geração a tomar as ruas”. “Quando começamos a filmar no último inverno, nós sabíamos que a história que contávamos não apenas era um capítulo importante da história americana, mas muito relevante aos eventos de hoje”, continua diretor. “Nós certamente não precisávamos tornar mais relevante os eventos, mas eles se tornaram”. A data também ganhou um vídeo comemorativo da Netflix, que faz parte de uma campanha mais ampla para chamar atenção para o filme, na expectativa de conquistar vagas entre os indicados ao Oscar 2021. “Os 7 de Chicago” é um dos filmes da plataforma que chega com grande força na temporada de premiações cinematográficas dos EUA. A trama de “Os 7 de Chicago” é baseada no julgamento de ativistas acusados de conspiração após a realização de protestos que, ao serem reprimidos violentamente pela polícia, viraram um tumulto de grandes proporções em Chicago em 1968. Os organizadores do protesto – incluindo Abbie Hoffman, Jerry Rubin e Tom Hayden – foram acusados ​​de conspiração e incitação ao tumulto e o julgamento que se seguiu foi um dos mais notórios da história dos EUA. Os líderes se tornaram o centro de um debate na sociedade americana sobre os limites do direito de protesto e do uso da força policial para conter manifestações pacíficas. O caso também atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. Vale apontar que os paralelos que podem ser feitos com protestos atuais dizem respeito apenas ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) e não ao movimento fascista que atacou a democracia americana por meio do cerco e invasão do Congresso. O novo vídeo disponibilizado pela Netflix conta com a participação dos atores. E também lembra que o filme conta com um elenco grandioso: Sacha Baron Cohen (“Alice Através do Espelho”), Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Jeremy Strong (“Succession”), Alex Sharp (“As Trapaceiras”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Danny Flaherty (“The Americans”), Noah Robbins (“Evil”) e Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) como Bobby Seale. Além deles, o elenco destaca Joseph Gordon-Levitt (“Power”), Frank Langella (“Kidding”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Kelvin Harrison Jr. (“Ondas”).

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    Premiação do cinema indie britânico consagra Rocks, Anthony Hopkins, terror e Rhiz Ahmed

    18 de fevereiro de 2021 /

    A premiação do Cinema Independente Britânico, conhecida como BIFA (abreviatura de British Independent Film Awards), consagrou o filme adolescente “Rocks” nesta quinta (18/2), em cerimônia virtual apresentada por Tom Felton (da franquia “Harry Potter”) e com participação de vários astros famosos – entre eles, Zendaya, Daniel Kaluuya, Emma Corrin e Riz Ahmed. Dirigido por Sarah Gavron, “Rocks” acompanha um grupo de garotas de rua em Londres e venceu cinco prêmios, incluindo o de Melhor Filme Independente Britânico do ano. A premiação também destacou o veterano astro Anthony Hopkins, que venceu como Melhor Ator por seu papel no drama “Meu Pai”, na primeira indicação ao BIFA de sua carreira. “Meu Pai” ainda conquistou mais dois prêmios, incluindo Melhor Roteiro. O novo cinema de terror teve boa representatividade no evento, com três vitórias para “O Que Ficou Para Trás”, incluindo Melhor Direção para Remi Weekes e Melhor Atriz para Wumni Mosaku, e “Saint Maud”, com dois troféus, incluindo Melhor Diretor Estreante para a cineasta Rose Glass. Entre as participações individuais, o destaque ficou com o ator Riz Ahmed, reconhecido em nova função. Ele venceu como Melhor Roteirista Estreante por “Mogul Mowgli” e ainda escreveu o filme premiado como Melhor Curta Britânico, “The Long Goodbye”. Veja a lista completa dos vencedores abaixo do trailer (repleto de elogios) de “Rocks”. Melhor Filme Independente Britânico “Rocks” Melhor Direção Remi Weekes, “O Que Ficou Para Trás” Melhor Roteiro Florian Zeller e Christopher Hampton, “Meu Pai” Melhor Atriz Wunmi Mosaku, “O Que Ficou Para Trás” Melhor Ator Anthony Hopkins, “Meu Pai” Melhor Atriz Coadjuvante Kosar Ali, “Rocks” Melhor Ator Coadjuvante D’angelou Osei Kissiedu, “Rocks” Melhor Diretor Estreante Rose Glass, “Saint Maud” Melhor Producer Estreante Irune Gurtubai, “Limbo” [também produzido por Angus Lamont] Melhor Roteirista Estreante Riz Ahmed, “Mogul Mowgli” [também escrito por Bassam Tariq] Novato Mais Promissor Kosar Ali, “Rocks” Melhor Documentário “The Reason I Jump” The Raindance Discovery Award (Melhor Filme de Baixo Orçamento) “Perfect 10” Melhor Curta-Metragem Britânico “The Long Goodbye” Melhor Filme Independente Internacional “Nomadland” (EUA) Melhor Elenco Lucy Pardee, “Rocks” Melhor Fotografia Ben Fordesman, “Saint Maud” Melhor Figurino Charlotte Walter, “Miss Revolução” Melhor Edição Yorgos Lamprinos, “Meu Pai” Melhores Efeitos Visuais Pedro Sabrosa e Stefano Pepin, “O Que Ficou Para Trás” Melhor Maquiagem e Penteados Jill Sweeney, “Miss Revolução” Melhor Música Paul Corley, “Mogul Mowgli” Melhor Desenho de Produção Jacqueline Abrahams, “O Que Ficou Para Trás” Melhor Som Nick Ryan, Ben Bairde Sara de Oliveira Lima, “The Reason I Jump”

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