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Filme

Chuck Norris morre aos 86 anos após internação no Havaí

O mestre das artes marciais construiu uma trajetória marcante no cinema de ação nas décadas de 1980 e 1990

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20 de março de 2026
Filme

Trailer de “Homem-Aranha: Um Novo Dia” quebra recorde histórico

A prévia do quarto longa estrelado por Tom Holland acumulou impressionantes 718,6 milhões de visualizações em apenas 24 horas no ar

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19 de março de 2026
Filme, Música

Netflix planeja turnê musical das Guerreiras do K-Pop

O sucesso estrondoso da animação vencedora do Oscar motivou a plataforma a negociar shows para grandes arenas ao redor do mundo

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19 de março de 2026
  • Filme

    “Argentina 1985” é o grande vencedor dos Prêmios Platino 2023

    23 de abril de 2023 /

    Os Prêmios Platino 2023, considerados o “Oscar Ibero Americano”, consagraram o filme argentino “Argentina, 1985”, dirigido por Santiago Mitre e estrelado por Ricardo Darín. Na premiação realizada na noite de sábado (22/4), o drama de época conquistou cinco prêmios, incluindo Melhor Ficção, Melhor Ator para Darín, Roteiro, Direção de Arte e o troféu de Educação e Valores. Embora tenha perdido o Oscar de Melhor Filme Internacional para o alemão “Nada de Novo no Front”, “Argentina, 1985” se destacou entre os ibero-americanos e conquistou também o Prêmio do Público, mostrando que a história do promotor Julio Strassera, encarregado do primeiro processo que a sociedade civil argentina promoveu contra os criminosos da Ditadura Militar no país, foi uma luta importante para diferentes públicos pelo mundo. Outros destaques da noite foram o ator porto-riquenho Benício Del Toro, que recebeu o Platino em homenagem à sua carreira, e o filme espanhol “As Bestas”, de Rodrigo Sorogoyen, que levou prêmios importantes como Melhor Direção, Edição de Som e Melhor Montagem, além do Platino de Melhor Ator Coadjuvante para Luis Zahera. O cinema europeu ainda teve Laia Costa premiada como Melhor Atriz em longa de ficção por “Cinco Lobitos”, de Alauda Ruiz de Azúa. Na categoria de séries, o grande vencedor foi “Notícia de Um Sequestro”, do chileno Andrés Wood, que levou os prêmios de Melhor Série do Público, Melhor Criador de Série para Wood, Melhor Atriz para a colombiana Cristina Umaña, Melhor Atriz Coadjuvante para a também colombiana Majida Issa e, é claro, o de Melhor Série de Ficção. Apesar de não ter emplacado indicados entre os finalistas deste ano, o Brasil marcou presença na premiação com o ator Alejandro Claveaux e a cantora Letrux, que representaram o país e cantaram “País Tropical”, de Jorge Benjor, em um número que contou com arranjos mais “latinizados” da canção, com direito a capoeirista e passista no palco. A premiação também evidenciou um desafio enfrentado pelo cinema latino-americano: a ampliação da carreira dos filmes em todo o continente. Eloísa López-Gómez, distribuidora brasileira e uma das votantes do país nos Prêmios Platino, destacou a necessidade de investir mais na distribuição e na divulgação das produções, tanto entre os países latinos de língua espanhola entre si, mas principalmente das produções brasileiras em um mercado tão vasto quanto o ibero-americano. Sem serem vistos, os filmes brasileiros tem poucas chances de serem premiados. “Argentina, 1985” teve distribuição mundial da Amazon Prime Video.

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    É Tudo Verdade premia documentário sobre má formação fetal

    23 de abril de 2023 /

    O festival de documentários É Tudo Verdade anunciou na noite de sábado (22/4), os vencedores de sua 28ª edição. O longa-metragem brasileiro “Incompatível com a Vida”, dirigido por Eliza Capai, e o filme “Confiança Total”, da cineasta chinesa Jialing Zhang, foram os grandes vencedores da premiação. O documentário “Incompatível com a Vida” aborda a história da cineasta, que vivenciou uma gravidez afetada pela má formação fetal, condição em que o feto morre no útero ou depois do parto. O relato de Eliza é acompanhado pelo de outras seis mulheres que passaram pela mesma situação. A intenção do filme é discutir e quebrar o tabu relacionado ao assunto. O júri avaliou que o longa brasileiro foi corajoso por “mergulhar de maneira pessoal e poética num tema delicado e urgente, trazendo à luz a realidade de muitas mulheres e a urgência da discussão sobre direitos reprodutivos no Brasil”. Além do troféu, o filme recebeu um prêmio de R$ 20 mil. Já o filme “Confiança Total” foi o vencedor na categoria melhor longa ou média-metragem internacional. O título explora a luta das pessoas contra o abuso do poder estatal. O júri destacou que o filme apresenta cenas de valor documental dramático único. O longa levou ainda um prêmio de R$ 12 mil. Entre os outros destaques do festival, o filme “Mãri Hi – A Árvore dos Sonhos”, do diretor Morzaniel Iramari, venceu na categoria de melhor curta-metragem brasileiro. Na categoria de melhor curta-metragem internacional, o vencedor foi “Ptitsa”, da cineasta Alina Maksimenko. Além disso, o festival também premiou os melhores na categoria de montagem, com o Prêmio EDT da Associação de Profissionais de Edição Audiovisual, e o Prêmio Mistika. A cerimônia contou com a presença de diversos cineastas e personalidades do mundo do cinema e da cultura em geral.

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    Charli XCX vai estrear como atriz no filme baseado em “Faces da Morte”

    22 de abril de 2023 /

    A cantora Charli XCX fará sua estreia como atriz no filme baseado em “Faces da Morte, um vídeo maldito de 1978. Ela se junta a um elenco que já inclui Barbie Ferreira (“Euphoria”), Dacre Montgomery (“Stranger Things”), Josie Totah (“Saved By the Bell”) e Aaron Holliday (“O Urso do Pó Branco”). Para quem não lembra, o filme revoltante de 1978 apresentava imagens de mortes supostamente reais, vindas de “diversas fontes”, e tinha o objetivo claro de chocar. Mas era apenas ficção, com cenas criadas pelo diretor e roteirista John Alan Schwartz, que também apareceu num dos segmentos como líder de um culto canibal, mescladas a mortes por acidentes de tráfico. As cenas eram apresentadas como “pesquisa” de um certo Dr. Francis B. Gröss, que na verdade era o ator Michael Carr, responsável pela apresentação e narração de vários curtas mórbidos que encenavam execuções, assassinatos e todo tipo de cena sanguinária. O novo “As Faces da Morte” é uma produção da Legendary Pictures, e será escrito por Isa Mazzei e dirigido por Daniel Goldhaber, dupla responsável pelo ótimo “Cam” (2018), que deve apresentar uma proposta diferente para o filme, conforme eles mesmos indicaram. “’Faces da Morte’ foi uma das primeiras fitas de vídeo virais, e temos muita sorte de poder usá-lo como um ponto de partida para essa exploração dos ciclos de violência e da maneira como eles se perpetuam online”, disseram Mazzei e Goldhaber, em comunicado. Recebido com críticas extremamente negativas, “Faces da Morte” acabou virando um fenômeno nas locadoras, graças à crença do público de que as mortes eram reais, além de um marketing que enfatizava a proibição de seu lançamento em 46 países – um exagero, embora as cenas violentas e (possível simulação de) mortes de animais tenham feito o filme ser censurado no Reino Unido, na Austrália e mais um punhado de países, e rendido processos de pais de adolescentes traumatizados. Considerado escandaloso, o filme virou tabu, ganhou popularidade e rendeu várias sequências – até “Faces da Morte VI”, sem contar “The Worst of Faces of Death” (1987) – e um documentário sobre como foi feito, “Faces of Death: Fact or Fiction?” (de 1999). Com o lançamento em Blu-ray do original, os efeitos toscos na gravação de algumas das “mortes” acabaram se tornando evidentes, mas isso só criou outro atrativo para a produção, como exemplo de terror trash. A proposta da Legendary é tentar transformar essas “fitas malditas” em uma nova franquia de terror. O novo “Faces da Morte” ainda não tem previsão de estreia.

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    Cinemas russos exibem primeira ficção filmada no espaço. Veja o trailer

    22 de abril de 2023 /

    O filme russo “The Challenge”, o primeiro longa a ser filmado no espaço, estreou na quinta-feira (20/4) nos cinemas da Rússia. O filme conta a história de uma cirurgiã, interpretada por Yulia Peresild (“O Guardião dos Mundos”), que precisa ir à ISS (Estação Espacial Internacional) para salvar um cosmonauta que foi ferido durante uma caminhada espacial. Peresild e o diretor Klim Shipenko (“Salyut-7”) passaram 12 dias na ISS para gravar as cenas do longa. A atriz e o diretor voltaram com 30 horas de gravação, das quais 50 minutos foram usadas no filme, segundo o jornal britânico The Guardian. Com isso, a Rússia sai campeã em mais uma corrida espacial. Hollywood tinha o seu próprio projeto de gravar um filme no espaço, estrelado por Tom Cruise (“Top Gun: Maverick”), em parceria com a NASA e a SpaceX, empresa de Elon Musk. Após o lançamento de “The Challenge”, o presidente russo Vladmir Putin exaltou a produção: “Nós somos os primeiros a ter filmado um longa em órbita, dentro de uma espaçonave. Mais uma vez, os primeiros”. Ainda não há previsão de estreia nos cinemas brasileiros.

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    Scarlett Johansson não pretende voltar à Marvel: “Fiz tudo o que tinha que fazer”

    21 de abril de 2023 /

    O tempo de estrelar filmes da Marvel chegou ao fim para Scarlett Johansson. Em entrevista a Gwyneth Paltrow, no “The Goop Podcast”, a atriz compartilhou que não pretende voltar ao universo cinematográfico da Marvel, onde estreou há 13 anos como Viúva Negra. “Fazer ‘Vingadores’ foi muito divertido. Eu tinha uns 26 anos. Eu era solteira e era divertido”, lembrou Johansson sobre seu segundo filme na franquia, descrevendo tudo como um “acampamento de verão para adultos”. Paltrow compartilhou do mesmo sentimento, descrevendo como “divertido estar em algo que repercutiu tão profundamente culturalmente”. A atriz foi Pepper Potts nos filmes do “Homem de Ferro” – a Viúva Negra de Scarlett Johansson foi introduzida em “Homem de Ferro 2” (2010). Questionada por Paltrow se havia encerrado sua história com a Marvel, Johansson confirmou. “O capítulo acabou. Eu meio que fiz tudo o que tinha que fazer. Além disso, voltar e interpretar um personagem repetidamente assim, ao longo de uma década, é uma experiência única”. Quando Johansson fez a mesma pergunta a Paltrow, a atriz respondeu: “Acho que sim. Quer dizer, eu não morri, então eles ainda podem me chamar”. A Viúva Negra de Johansson morreu em “Vingadores: Ultimato” (2019), mas voltou para o filme dedicado a contar a história de Natasha Romanoff, passado antes de sua morte. Apesar disso, são fortes os boatos de que a atriz participará de uma série chamada “Nomad”, que também voltará a trazer o Steve Rogers vivido por Chris Evans. Vale lembrar que, em novembro de 2021, Kevin Feige – o grande chefão da Marvel – comentou que estava trabalhando em um “projeto ultrassecreto” com Johannson, mas que não seria um novo filme da Viúva Negra. Poderia ser essa série. Confira abaixo o trailer do filme “Viúva Negra”.

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    “Creed III” é destaque no Top 10 de filmes novos pra ver em casa

    21 de abril de 2023 /

    O sucesso de cinema “Creed III” é o principal lançamento da programação digital da semana, que ainda recebe a comédia de ação “Ghosted” (pouco recomendada pela crítica), comédias brasileiras, terror e filmes premiados, incluindo dois finalistas do Oscar 2023, “Tár” e “Close”. Confira os 10 melhores filmes novos disponibilizados nas locadoras online e serviços de streaming.   | CREED III | VOD*   O terceiro filme da franquia, que começou como spin-off de “Rocky”, destaca a rivalidade e o confronto entre o personagem-título (vivido por Michael B. Jordan) e o desafiante Damien, interpretado por Jonathan Majors (“Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”). Ex-amigo que tomou caminho distinto, Damien sai da prisão acreditando que Creed viveu a vida que ele merecia e pretende reivindicar tudo para si mesmo, vencendo-o no ringue. Além de estrelar a franquia, Jordan também faz sua estreia como diretor nessa continuação, que volta a contar com as participações das atrizes Tessa Thompson e Phylicia Rashad, mas perdeu Sylvester Stallone. O ator veterano decidiu aposentar Rocky Balboa. O roteiro é de Zach Baylin (“King Richard”) e Keenan Coogler (roteirista de “Space Jam: O Novo Legado” e irmão do diretor do primeiro “Creed”, Ryan Coogler), e o resultado supera o longa anterior, saindo definitivamente da sombra de “Rocky”. Este filme e “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” apontavam um futuro grandioso para Jonathan Majors, que ruiu rapidamente quando o ator foi preso por violência doméstica no fim de março.   | TÁR | VOD*   Um dos filmes mais premiados da temporada traz Cate Blanchett (“O Beco do Pesadelo”) em papel que pode lhe rendeu indicação ao Oscar – e que muitos consideram o melhor desempenho de sua carreira. Ela vive a fictícia Lydia Tár, uma aclamada compositora que se torna a primeira maestrina feminina de uma orquestra alemã após conquistar consagração em diferentes indústrias do entretenimento – vencedora do Emmy, do Grammy, do Oscar e do Tony. Mas apesar de suas realizações, encontra-se sob pressão em Berlim, durante a produção de sua última sinfonia, o que desencadeia uma série de atitudes questionáveis. Ela acha que está acima de tudo e todos, e se mostra tão egocêntrica que não percebe como seu mundo está prestes a desabar. “Tár” é o terceiro longa do diretor Todd Field, que foi indicado ao Oscar por “Entre Quatro Paredes” (2001) e “Pecados Íntimos” (2006) e estava há 16 anos sem filmar. E vale destacar que, além da direção e da interpretação, a trilha sonora também tem papel de relevo na obra, concebida por Hildur Guðnadóttir, a compositor islandesa que venceu o Oscar 2020 de Melhor Trilha por “Coringa”.   | CLOSE | MUBI   Indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, o drama do premiado diretor belga Lukas Dhont (“Girl”) narra a intensa amizade entre dois garotos de 13 anos de idade, Leo e Remi, que é interrompida de modo súbito por Remi, quando os coleguinhas de aula começam a insinuar que os dois são gays. Lutando para entender o que aconteceu, Leo vê a amizade se transformar em ódio. Vencedor de 38 premiações internacionais, incluindo o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes e o Prêmio do Público do Festival Mix Brasil, o filme é elogiadíssimo por sua abordagem terna do tema da inocência perdida e tem 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | PETER VON KANT | VOD*   O mais recente filme do francês François Ozon é uma adaptação de “As Lágrimas Amargas de Petra von Kant”, peça de Rainer Werner Fassbinder que o próprio diretor alemão filmou em 1972. O filme original trazia Margit Carstensen no papel de uma proeminente estilista lésbica com tendências narcisistas, que se apaixona por uma aspirante a modelo. Na versão de Ozon, Peter Von Kant é um proeminente cineasta gay, vivido por Denis Menochet (que trabalhou com o diretor em “Dentro de Casa”), cujo narcisismo o leva a maltratar e humilhar o assistente pessoal (Stefan Crepon) com quem compartilha sua casa. A diva francesa Isabelle Adjani (“A Rainha Margot”) interpreta uma grande atriz que foi musa do diretor por muitos anos e o apresenta a Amir (Khalil Ben Gharbia), um belo e modesto aspirante a ator por quem Peter se apaixona e se oferece a ajudá-lo a entrar na indústria cinematográfica. Escanteado, o assistente observa tudo e vê Peter ser usado. A produção também homenageia a diva alemã Hanna Schygulla, que foi a sedutora original dos anos 1970, escalando-a como a mãe de Peter Van Kant.   PEQUENA MAMÃE | HBO MAX   O novo filme da cineasta francesa Céline Sciamma (“Retrato de uma Jovem em Chamas”) retrata o luto sob o ponto de vista infantil. Combinando drama e fantasia, a trama acompanha uma menina de 8 anos chamada Nelly, que viaja com os pais ao campo para limpar a casa de sua avó recém-falecida. No fim do dia, a mãe some e a menina conhece outra criança da sua idade, que por coincidência tem o mesmo nome da sua mãe. As duas se tornam rapidamente amigas. Mas depois de ser convidada a visitar a casa dela, Nelly se choca ao ver que o lugar é a própria casa de sua avó falecida e que sua amiga é, na verdade, sua mãe na infância. A fábula com elementos de viagem no tempo teve première no Festival de Berlim e venceu seis troféus internacionais, entre eles o Prêmio do Público do Festival de San Sebastián e o Prêmio da Crítica do Festival de Estocolmo. Além disso, encantou a crítica americana, atingindo 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | GHOSTED – SEM RESPOSTA | APPLE TV+   A comédia de ação estrelada por Chris Evans (o Capitão América da Marvel) e a cubana Ana de Armas (“Blonde”) começa como um filme romântico, em que o personagem de Chris conhece a personagem de Ana, a garota perfeita com quem acredita que vai casar. Até que de repente ela deixa de responder às suas mensagens. Recusando-se a acreditar que se trata de ghosting proposital, ele resolve surpreender a amada com uma visita surpresa na casa dela… em Londres. Mas ao chegar lá é imediatamente feito refém por criminosos fortemente armados e, quando está prestes a ser torturado, é salvo por ela, que revela ser uma superespiã da CIA e o arrasta numa aventura de espionagem internacional. O roteiro é de Paul Wernick e Rhett Reese (“Deadpool”), a direção de Dexter Fletcher (“Rocketman”) e a produção está a cargo do estúdio Skydance, que se especializou em realizar filmes para streaming após “A Guerra do Amanhã” e “Sem Remorso” na Amazon, além de “The Old Guard” na Netflix. E o detalhe: tem diversas participações surpresas, especialmente do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) relacionadas ao Capitão América. Apesar do elenco e equipe, o resultado é bem convencionalzinho e foi repelido pela crítica norte-americana, com apenas 31% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | OFERENDA AO DEMÔNIO | VOD*   O terror acompanha o filho do dono de uma funerária que volta para casa com sua esposa grávida. Mas, ao chegar lá, um mal antigo com planos sinistros está lhes esperando. Dentro de sua história bastante padrão com alguns sustos genéricos, o filme consegue se diferenciar por abordar a possessão demoníaca pela perspectiva da cultura judaica. A direção é de Oliver Park, que faz sua estreia em longas após filmar curtas de terror.   | RAQUEL 1:1 | VOD*   Revelada no drama “Mate-me Outra Vez” (2015), Valentina Herszage vive outra jovem problemática no elogiado drama com toques de terror da diretora Mariana Bastos (“Alguma Coisa Assim”). A Raquel (Valentina) do título é uma jovem que, ao chegar a uma pequena cidade do interior, vê-se atraída para a religião por novas amigas, um grupo de garotas evangélicas da igreja local, mas ao tentar se encontrar na espiritualidade, começa a fazer suas próprias interpretações, questionando as passagens misóginas da Bíblia. A trama embarca em momentos de realismo mágico, quando Raquel descobre uma caverna e começa a manifestar estigmatas, que podem ser divinas ou diabólicas. Exibido no festival texano SXSW, o filme brasileiro arrancou críticas elogiosas da imprensa americana e atingiu 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | NAS ONDAS DA FÉ | VOD*   A nova comédia de Marcelo Adnet é uma provocação aos pastores evangélicos. Ele vive Hickson, um brasileiro típico, comum, que sonha ser locutor de rádio, mas trabalha consertando computador e declamando telegramas falados para apaixonados. Quando descola um bico para consertar equipamento numa rádio, brinca no microfone e sem querer se coloca no ar. Mas em vez de receber uma bronca, consegue um emprego. Só tem um detalhe: a rádio é evangélica e ele precisará fingir que é pastor. Achando ser capaz de tirar isso de letra, ele se surpreende quando o sucesso cresce e ganha fiéis, que querem vê-lo celebrar um culto. Isso gera uma crise de ética, com a qual o dono da rádio pouco se importa. Com direção de Felipe Joffily (“Muita Calma Nessa Hora”), o elenco também inclui Otávio Müller, Letícia Lima e Débora Lamm (todos de “O Palestrante”).   | DISSONANTES | STAR+   A comédia brasileira traz Marcelo Serrado (“Crô em Família”) como um ex-roqueiro grunge frustrado, que vê os ex-colegas dos anos 1990 seguindo outros caminhos, enquanto se afunda em dívidas para não comprometer sua integridade. A chance de uma virada chega a contragosto, quando um jurado de calouros da TV, ex-músico de sua antiga banda, propõe alugar seu estúdio para a gravação de uma artista do programa musical. Thati Lopes (“Diários de Intercâmbio”) vive a cantora em início de carreira, que convence o grunge aposentado a colocar guitarra no seu pop. Mais que isso, ela quer que ele se apresente com ela na disputa ao prêmio televisivo, que pode alavancar suas carreiras. “Dissonantes” tem roteiro de Mariana Trench Bascos (criadora de “Pico da Neblina”) e Pedro Riera (“Clube da Anittinha”), direção de Pedro Amorim (“Divórcio”) e produção da Querosene Filmes.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.

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    Ator de “Lilo & Stitch” é substituído após descoberta de ofensas raciais

    21 de abril de 2023 /

    Vinculado nesta semana ao elenco da versão live-action de “Lilo & Stitch”, o ator Kahiau Machado teve que ser substituído às pressas, após publicações antigas com conteúdo ofensivo seram descobertas. No filme, ele interpretaria David Kawena, par romântico da irmã de Lilo, Nani. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a Disney descobriu publicações com ofensas raciais durante um processo de verificação. No Twitter, usuários descobriram uma playlist criada pelo ator no Spotify, que tem no título uma palavra considerada a ofensa racial mais grave na língua inglesa. Como a Disney não havia confirmado oficialmente a escalação, a companhia não se pronunciou. Agora, o ator Kaipot Dudoit (“Magnum, P.I.”) deve interpretar David. Não foram divulgados mais detalhes. “Lilo & Stitch” acompanha a amizade formada entre uma menina solitária chamada Lilo e um alienígena parecido com um cachorro chamado Stitch, que foi geneticamente modificado para ser uma força de destruição. Com assistentes sociais intrometidos e alienígenas batendo à porta, os dois se unem por um senso comum de família. O filme foi lançado em 2002 e logo se tornou um sucesso, concorrendo ao Oscar de melhor animação em 2003.

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    Atriz de “Ted Lasso” negocia papel em “Venom 3”

    21 de abril de 2023 /

    A atriz Juno Temple, que interpreta Keeley Jones em “Ted Lasso”, está próxima de fazer sua estreia no universo Marvel… da Sony. Segundo o site Deadline, a atriz está negociando para contracenar com Tom Hardy em “Venon 3”. Ainda não se sabe muito sobre o personagem que Temple irá interpretar, mas uma fonte afirma que é alguém que já existe no mundo da Marvel. Mais conhecida como roteirista, Kelly Marcel (“Cruella”) será a responsável pela direção, produção e roteiro – que será baseado em uma história escrita por Marcel e Tom Hardy. O intérprete de Venom também irá produzir o longa, junto com inclui Avi Arad (“Morbidus”), Matt Tolmach (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Amy Pascal (“Adoráveis Mulheres) e Hutch Parker (“Logan”). Indicada para o Emmy e SAG Awards pela sua participação em “Ted Lasso”, Juno Temple já participou de uma adaptação de quadrinhos, “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012). Ela também será vista em breve na 5ª temporada de “Fargo”, ainda sem previsão de estreia.

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    John Boyega pode se juntar a Daisy Ridley em novo “Star Wars”

    21 de abril de 2023 /

    O britânico John Boyega pode reprisar o seu papel como Finn em “Star Wars: New Jedi Order”, novo filme da franquia. Quem revelou a informação foi o jornalista John Rocha, apresentador do Hot Mic Podcast, que diz ter conversado com “fontes confiáveis da indústria”. No passado, Boyega afirmou não ter mais interesse em participar do mundo de “Star Wars”, inclusive criticando a franquia e a evolução da história de seu personagem nos últimos três filmes. Para o ator, Finn e outros personagens não-brancos foram deixados de lado nos longas. Segundo Rocha, o que melhorou a situação foi uma conversa entre Boyega e Kathleen Kennedy, chefe da Lucasfilm, produtora responsável por “Star Wars”. Recentemente, o ator parece ter diminuído o tom de suas críticas à franquia. Apesar de ainda não ter nada confirmado, o jornalista afirmou que John Boyega já está decidido e fechou um acordo para participar do longa. Caso Boyega retorne aos filmes de Star Wars, vai contracenar com Daisy Ridley, que interpretou Rey nos últimos três longas da saga. Daisy foi o primeiro nome confirmado na produção. “Star Wars: New Jedi Order” vai se passar 15 anos depois de “A Ascensão de Skywalker” (2019), e mostrará Rey como uma mestra Jedi. O roteiro está sendo escrito por Steven Knight (“Spencer”) e a direção será de Sharmeen Obaid-Chinoy (“Saving Face”). Ainda não há previsão de estreia.

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    Daniel Craig vai estrelar drama gay com ator de “Outer Limits”

    21 de abril de 2023 /

    O cineasta italiano Luca Guadagnino vai dirigir uma adaptação do romance “Queer”, clássico LGBTQIAP+, com Daniel Craig (“007: Cassino Royale”) no papel principal. O ator Drew Starkey (o Rafe de Outer Banks”) será o par romântico de Craig. O eterno agente 007 vai interpretar Lee, que busca amor e desejo em bares do México dos anos 1950. Além de Craig e Starkey, o elenco conta com Lesley Manville (“The Crown”), Henry Zaga (“Quem é você, Alasca?”) e Jason Schwartzman (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”). Baseada na obra do escritor William S. Burroughs – que ficou três décadas proibida – , “Queer” será o 14º filme de Guadagnino, que ganhou popularidade após o lançamento de “Um Mergulho No Passado” (2015), com Tilda Swinton, Ralph Fiennes e Dakota Johnson, e estourou com “Me Chame pelo Seu Nome” (2017), também sobre um romance gay. Antes do lançamento de “Queer”, Guadagnino tem “Challengers” pela frente, que está atualmente em pós-produção. Estrelado por Zendaya (“Euphoria”) e Josh O’Connor (“The Crown”), o filme segue tenistas que competem em um torneio e reacendem velhas rivalidades pessoais.

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    Bryan Cranston e Allison Janney vão atuar juntos em filme do diretor de “Tetris”

    21 de abril de 2023 /

    Os atores Bryan Cranston (“Breaking Bad”) e Allison Janney (“Eu, Tonya”) vão trabalhar juntos num drama chamado “Everything’s Going to Be Great”, com filmagens marcada para começar nos próximos dias em Toronto, no Canadá. Ainda não há muitos detalhes sobre a trama, mas a temática central será a família. O enredo gira em torno da família Smart, que lida com a perda e dificuldades com a própria identidade enquanto se mudam para diferentes estados e se apresentam nos teatros locais. O roteiro está a cargo de Steven Rogers, que escreveu “Eu, Tonya” (2017), e a direção é do escocês Jon S. Baird, indicado ao BAFTA e Globo de Ouro por “Stan e Ollie” (2018). Sua produção mais recente é “Tetris”, lançado em 31 de março na Apple TV+. Além de Cranston e Janney, o elenco também contará com Benjamin Evan Ainsworth (“A Maldição da Mansão Bly”) e Jack Champion (“Avatar: O Caminho da Água”). Ainda não há previsão de estreia.

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    “A Morte do Demônio” é principal estreia de cinema no feriadão

    20 de abril de 2023 /

    O feriadão vai ser um terror nos cinemas. A maior estreia da semana é “A Morte do Demônio – A Ascensão”, continuação de uma franquia iniciada nos anos 1980, que retorna com muito mais sangue e acompanhada pelas críticas mais emocionadas de toda a saga. Também em grande circuito, “Os Três Mosqueteiros – D’Artagnan” revive o gênero de capa e espada com o orçamento caprichado dos dias de hoje. Apesar da história já ter sido muito filmada, a nova adaptação é uma das melhores já feitas. O destaque do circuito limitado é “Beau tem Medo”, novo longa de Ari Aster, diretor de “Hereditário” e “Midsommar”, que desta vez não faz um terror, mas um pesadelo mesmo. Entre os demais títulos, a semana do Dia dos Povos Indígenas também recebe dois filmes brasileiros de temática indígena. Confira abaixo todos os lançamentos desta quinta (20/4).   | A MORTE DO DEMÔNIO – A ASCENSÃO |   O resgate da franquia dos anos 1980 repete a surpresa causada pela volta de “Pânico”, apresentando um dos melhores filmes de toda a saga. Visceral e sangrento, mostra a assustadora possessão demoníaca de uma mulher, que tenta matar a irmã e os próprios filhos. A trama tira em torno de duas irmãs distantes, vividas por Alyssa Sutherland (“Vikings”) e Lily Sullivan (“Mental”), que decidem reatar após longo afastamento, apenas para ter sua reunião atrapalhada por uma possessão, que coloca a vida de seus entes queridos em risco. Além de novos personagens, o filme também inova em relação à premissa original. Em vez de se passar numa cabana no meio da floresta, desta vez os ataques demoníacos acontecem num apartamento comum. Rodado na Nova Zelândia, o terrorzão é o segundo longa do diretor irlandês Lee Cronin, selecionado pessoalmente por Sam Raimi, produtor e criador da franquia, após sua estreia com o horror indie “The Hole in the Ground” – premiado em 2019 no Fant, festival de cinema fantástico de Bilbao, na Espanha. E atingiu nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | OS TRÊS MOSQUETEIROS – D’ARTAGNAN |   A aventura clássica de Alexandre Dumas ganha uma de suas melhores e mais caras versões. Bem conhecida, a história acompanha D’Artagnan, um jovem pobre e espirituoso, cujas ações bem-intencionadas o colocam no centro de uma intriga palaciana, com o futuro da França em jogo. As únicas pessoas que podem impedir as maquinações sombrias do Cardeal de Richelieu são os três mosqueteiros que o acham irritante, Athos, Porthos e Aramis. Mas tudo pode se complica quando ele se apaixona perdidamente por Constance Bonacieux, a confidente da Rainha, e se coloca na mira de outra inimiga mortal: Milady de Winter. Dirigido por Martin Bourboulon (“Eiffel”), o longa reúne um elenco bastante famoso, que inclui François Civil (“Amor à Segunda Vista”), Pio Marmaï (“O Acontecimento”), Romain Duris (“Eiffel”) e Vincent Cassel (“Ameaça Profunda”) como D’Artagnan e os Três Mosqueteiros, além de Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”), Vicky Krieps (“Corsage”), Lyna Khoudri (“A Crônica Francesa”), Eric Ruf (“O Oficial e o Espião”) e Louis Garrel (“O Festival do Amor”) como o rei Luís XIII.   | BEAU TEM MEDO |   O novo filme do cineasta Ari Aster (diretor dos terrores “Hereditário” e “Midsommar: O Mal Não Espera a Noite”) é uma odisseia neurótica de três horas estrelada por Joaquin Phoenix (“Coringa”). Longe de ser um lançamento acessível como as obras anteriores do diretor, é puro surrealismo, apesar da premissa enganosamente simples. Na trama, Beau (Phoenix) precisa viajar para o funeral de sua mãe, mas memórias da infância, encontros bizarros, invasões de mendigos, um serial killer em sua casa, um veterano traumatizado de guerra na floresta e pesadelos sobre um futuro distópico surgem em seu caminho. Tudo ao som de “Goodbye Stranger”, sucesso de 1979 da banda Supertramp. O filme se assume como um grande surto psicótico com referências freudianas e mais cenas inesperadas/inusitadas que a expectativa mais louca de qualquer espectador. O elenco também conta com Parker Posey (“Perdidos no Espaço”), Amy Ryan (“Medo da Verdade”), Nathan Lane (“Only Murders in the Building”), Michael Gandolfini (“Os Muitos Santos de Newark”) e Kylie Rogers (“Yellowstone”).   | PACIFICTION |   O suspense dramático de Albert Serra (“A História da Minha Morte”) se passa na ilha de Tahiti, na Polinésia Francesa, e segue um político calculista, mas bem educado, vivido por Benoît Magimel (“A Prima Sofia”). Capaz de circular pela elite sofisticada, mas também por locais obscuros, ele aproveita seu trânsito entre os locais para apurar um boato persistente desde o avistamento de um submarino na costa, cuja presença fantasmagórica poderia anunciar o retorno dos testes nucleares franceses. Com uma fotografia deslumbrante e bastante elogiado pela crítica (85% de aprovação no Rotten Tomatoes), o longa rendeu a Magimel o César (o Oscar francês) de Melhor Ator do ano por seu desempenho.   | NINGUÉM É DE NINGUÉM |   O diretor Wagner de Assis dá sequência à sua filmografia espírita, que inclui “Nosso Lar” (2010), “A Menina Índigo” (2016), “Kardec” (2019) e “Chico para Sempre” (2022). num filme dois-em-um, que começa como drama sobre relacionamento tóxico, ciúme doentio e obsessão, mas acaba virando história de fantasma. Baseado no bestseller de Zíbia Gasparetto, a história acompanha dois casais e os ciúmes doentios de seus parceiros, que geram uma tragédia que se estende para além da vida. O elenco destaca Carol Castro (“Maldivas”), Danton Mello (“Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz”), Rocco Pitanga (“Impuros”) e Paloma Bernardi (“O Escolhido”).   | RIO DOCE |   O drama conta a história de Tiago, um jovem trabalhador que descobre quem era do pai ausente, conhece as suas meias irmãs e começa a questionar a sua própria identidade às vésperas de completar 28 anos. Morando em Rio Doce, na periferia de Olinda, região metropolitana do Recife, ele luta para encontrar seu lugar no mundo. O longa de estreia de Fellipe Fernandes (diretor assistente de “Bacurau”) foi exibido na mostra Novos Rumos do Festival do Rio e destaca o rapper Okado do Canal (“Carro Rei”) no papel principal.   | PARA’Í |   Exibido em festivais ao redor do mundo, o filme de estreia de Vinicius Toro retrata a aculturação dos povos indígenas no Brasil a partir da história de Pará, menina guarani que encontra por acaso um milho guarani tradicional, que nunca havia visto e, encantada com a beleza de suas sementes coloridas, busca cultivá-lo. Movida por dessa fascinação, ela começa a questionar seu lugar no mundo: por que não fala guarani, por que é diferente dos colegas da escola, por que seu pai vai à igreja Cristã, por que seu povo luta por terra. O elenco principal é todo formado por atores indígenas em seus primeiros papéis no cinema.   | A TERRA NEGRA DOS KAWA |   O diretor amazonense Sergio Andrade, dos premiados “A Floresta de Jonathas” (2012) e “Antes o Tempo Não Acabava” (2016), volta a abordar os mistérios da floresta tropical, desta vez em tom de fantasia e sci-fi. A história acompanha um grupo de cientistas, que faz escavações em terrenos no interior do Amazonas em busca de terra fértil para fins agrícolas. Mas quando se aproximam do território indígena dos Kawa, notam que a terra da região tem poderes energéticos e sensoriais. Misticismo e ciência colidem numa luta entre tradição/direitos indígenas contra a cobiça capitalista. Exibido no Festival do Rio de 2018, o filme levou cinco anos para chegar ao circuito comercial. O elenco destaca Mariana Lima (“Onde Está Meu Coração”), Marat Descartes (“Trabalhar Cansa”), Felipe Rocha (“La Vingança”), Kay Sara (“Cidade Invisível”), Anderson Tikuna (“Antes o Tempo Não Acabava”) e Ermelinda Yapario (“Cidade Invisível”).

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  • Filme

    “Godzila x Kong 2” ganha título e data de estreia. Confira o teaser

    20 de abril de 2023 /

    O monsterverso vai receber mais um filme, com um encontro entre Godzilla, King Kong e um novo monstro misterioso. A Legendary Pictures divulgou o primeiro teaser do longa, que será chamado “Godzilla x Kong: The New Empire” (Godzilla x Kong: O Novo Império). Segundo o Instagram oficial da franquia, o filme vai estrear no dia 15 de março de 2024 nos EUA. O teaser, que você confere abaixo, revela um monstro de olhos brilhantes sentado em um trono. Godzilla e Kong aparecem depois – e apenas seus crânios. Segundo a sinopse do filme, o King Kong e o Godzilla terão que unir forças para derrotar este misterioso monstro. O longa ainda irá explorar mais a Ilha da Caveira e a origem dos Titãs. Este será o quinto filme do monsterverso da Legendary Pictures e Warner Bros, que já conta com dois filmes do Godzilla, um do Kong e o primeiro filme em que os dois monstros se encontram. O diretor Adam Wingard, responsável por “Godzilla x Kong”, retorna para comandar a sequência. Além disso, atores do elenco original também vão reprisar seus papéis, como Rebecca Hall (“Um dia chuvoso em Nova York”), Brian Tyree Henry (“Se a Rua Beale Falasse”) e a jovem Kaylee Hottle (“Magnum P.I”). E ainda haverá novidades como Dan Stevens (“A Bela e a Fera”), Fala Chen (“Shang-Chi”) e Rachel House (“Thor: Ragnarok”). O filme ainda não tem data para estreia no Brasil. Confira o teaser abaixo:

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