Jornalista agredido acusa diretora do filme de Johnny Depp de ser anti-MeToo
A diretora francesa Maïwenn (“Jeanne du Barry”) gerou controvérsias na última semana quando admitiu ter agredido o jornalista francês Edwy Plenel, que registrou uma queixa na polícia há algumas semanas. Ele veio à público nesta terça (16/5) afirmar que a diretora o agarrou pelos cabelos e cuspiu em seu rosto enquanto ele estava em um restaurante. O jornalista afirma que ficou traumatizado com o incidente e decidiu se pronunciar após a declaração da diretora. Em conversa com a revista americana Variety, Plenel revelou acreditar que Maiwenn o agrediu em protesto contra o Mediapart, jornal online em que ele é editor-chefe. Anteriormente, o veículo conduziu investigações sobre acusações de estupro e agressão sexual contra o cineasta Luc Besson (“O Quinto Elemento”). A diretora foi casada com Besson na década de 1990 e eles têm uma filha juntos. “Publicamos o que ela disse à polícia como parte da investigação sobre Besson”, disse. “Uma vez que publicamos nosso artigo, nunca recebemos nenhum tipo de protesto. Isso foi cerca de cinco anos [atrás] – isso significaria que, por todo esse tempo, Maïwenn queria se vingar. Mas se for esse o caso, por que ela não enviou um e-mail? [Nós] nunca recebemos um telefonema dela”, completou. O jornalista vê a agressão como um ato político de Maïwenn para protestar contra o trabalho investigativo do Mediapart em relação ao assédio sexual na indústria cinematográfica. Ele afirmou que a diretora tem um posicionamento contra o movimento #MeToo, que defende os direitos femininos e as vítimas de assédio sexual. Como exemplo, ele citou uma entrevista para a revista francesa Paris Match, em 2020. “É uma loucura quanta estupidez elas dizem hoje em dia! Essas mulheres não gostam de homens, isso é claro, e estão causando danos colaterais muito sérios”, disse a cineasta na ocasião contra denúncias de abuso sexual. “Quando ouço mulheres reclamando que os homens só estão interessados em suas nádegas, digo a elas: ‘Aproveite porque não vai durar!'”, acrescentou. “Eu não conheço a Maïwenn, nunca a encontrei. Eu não teria sido capaz de reconhecê-la”, continuou Plenel. “Essa agressão causou mais surpresa do que qualquer outra coisa. Ela não atacou apenas a mim individualmente, mas o símbolo que represento como fundador e diretor de um jornal, que na França esteve na vanguarda de todas as revelações do movimento #MeToo”. O jornalista ainda apontou que o Festival de Cannes selecionar seu filme “Jeanne du Barry”, estrelado por Johnny Depp, para a abertura do evento é um reflexo da posição da indústria cinematográfica francesa em relação ao movimento #MeToo. “A mitologia que é apresentada no filme, juntamente com a escolha de Johnny Depp para o elenco, seus comentários anti-#MeToo e agora essa agressão da qual ela parece se orgulhar e que faz as pessoas rirem na TV – isso diz algo”, pontua. Plenel ressalta que o apoio de Cannes ao filme de Maiwenn levanta questões mais amplas sobre a indústria cinematográfica francesa, que não parece abraçar o movimento de combate ao assédio e abuso sexual. Segundo ele, enquanto nos Estados Unidos houve progressos significativos na conscientização contra o assédio sexual em Hollywood, a indústria do entretenimento na França segue machista e parada no tempo.
Nasce Lía, primeira filha da “Rebelde” Maite Perroni
A atriz Maite Perroni (“Desejo Sombrio”) anunciou na tarde desta terça-feira (16/5) a chegada da pequena Lía, sua primeira filha, fruto do relacionamento com o produtor Andrés Tovar (“Tell Me a Story”). Nas redes sociais, a eterna “Rebelde” publicou uma foto das mãos da família para anunciar o nascimento da bebê. “Bem-vindas, noites mal dormidas, as fraldas… Junto com o nosso amor incondicional! Você é a nossa maior benção. Te amamos, Lía!”, escreveu a artista. A gravidez de Maite Perroni foi anunciada em janeiro deste ano, quando o grupo musical RBD decidiu retornar para os palcos e anunciou sua turnê mundial, que deve começar no próximo semestre. Na ocasião, a atriz e o marido exibiram pequenos recados escondidos pela casa antes de anunciar a grande novidade. “Agora somos três. Maite e Andres deixaram sua carta embaixo da árvore e seu maior desejo se tornará realidade: serão papai e mamãe. Nos sentimos profundamente gratos com Deus e com a vida por nos permitirem formar nossa família. Bebê Tovar Perroni”, afirmaram as declarações. Bienvenidas las desveladas, los pañales… junto a nuestro amor incondicional! Eres nuestra más grande bendición. Te amamos Lía! ✨ pic.twitter.com/L4Xucw5dcD — Maite Perroni B. (@maiteperroni) May 16, 2023
Cannes: Volta de Johnny Depp ao cinema enfrenta protestos e questionamentos
O 76º Festival de Cannes teve início nesta segunda-feira (16/5) e já serviu de cenário para protestos. Nas redes sociais, os apoiadores da atriz Amber Heard (“Aquaman”) manifestaram seu descontentamento com o festival, que irá exibir o novo filme estrelado por Johnny Depp, “Jeanne Du Barry”. No ano passado, Heard e Depp se enfrentaram em uma batalha judicial, da qual o ator saiu vitorioso, mas não sem expor bastidores horripilantes e violentos de seu casamento. Para completar, recentemente, em meio as controvérsias envolvendo Depp, também foi reportado uma agressão da diretora de “Jeanne Du Barry”, Maïwenn, contra um jornalista francês. O longa vem recebendo críticas negativas nas últimas semanas por dar uma nova chance à carreira de Depp como ator, já que o filme é seu primeiro trabalho em três anos. A última produção estrelada por Depp tinha sido o drama “Minamata”, lançado em 2020. O retorno do ator às telonas tem causado indignação dos apoiadores de Amber Heard. Em novembro de 2022, mais de 140 organizações e indivíduos voltados para os direitos das mulheres e a violência doméstica assinaram uma carta aberta em apoio a Amber Heard, contra difamação e assédio online contínuo. Embora Depp e Heard tenham chegado a um acordo em dezembro, com Heard pagando a ele US$ 1 milhão, que ele disse que será doado para instituições de caridade, a controvérsia persiste. Os fãs de Depp também lançaram campanhas de mídia social contra a atriz, incluindo uma petição online com mais de 4,5 milhões de assinaturas pedindo sua remoção do próximo filme “Aquaman e o Reino Perdido” (2023). Com a nova estreia de Depp em Cannes, os apoiadores de Heard estão se manifestando. A jornalista Eve Barlow postou uma mensagem com a hashtag, afirmando: “Cannes parece orgulhoso de sua história de apoio a estupradores e agressores”, e compartilhou um infográfico questionando por que o festival dá visibilidade a predadores. A pessoa por trás da conta do Twitter @LeaveHeardAlone, identificada como Rebecca, conversou com a Variety sobre os motivos de sua franqueza online em relação a Cannes. Rebecca afirmou que o caso Depp vs. Heard se tornou um veículo para a reação contra o movimento #MeToo, e que a indústria cinematográfica parece estar utilizando essa reação para retornar ao status quo. A abertura do festival com Johnny Depp é percebida como um desrespeito. Rebecca ressaltou que a campanha visa destacar a questão maior de homens acusados de abuso sendo protegidos e apoiados pela indústria cinematográfica. Em defesa da escalação do filme para abrir o festival, o diretor de Cannes, Thierry Fremaux, procurou se isentar com a desculpa de que vive em outro país – ou planeta. “Não sei sobre a imagem de Johnny Depp nos Estados Unidos”, disse ele durante uma coletiva de imprensa na segunda-feira. “Para dizer a verdade, na minha vida só tenho uma regra: é a liberdade de pensar, e a liberdade de expressão e ação dentro de um quadro legal”. Até a atriz Brie Larson (“Vingadores: Ultimato”) foi questionada sobre o caso. Neste ano, a interprete da Capitã Marvel será uma das juradas no festival pela primeira vez, onde fará parte da escolha do vencedor da Palma de Ouro. Durante uma entrevista coletiva do júri do festival, nesta terça-feira (16/5), a atriz não se prolongou ao responder se iria assistir a estreia do filme de Depp. “Você está me perguntando isso? Me desculpe, mas não entendo a correlação e por que está perguntando para mim. Você vai ver, se eu vou ver. Eu não sei como me sinto sobre isso”, disse. Como o novo longa com Depp não está competindo no festival, a atriz não é obrigada a comparecer à sessão. “Tenho o mesmo nível de preparação e cuidado de tudo, seja qual for o orçamento. Um filme é um filme. Esta é a minha primeira vez aqui. Tenho certeza que [os filmes] terão uma ampla gama de escopo, e é isso que torna este festival tão especial”, respondeu ao ser questionada se também iria assistir aos blockbusters que serão exibidos no evento. A atriz é conhecida pelos seus posicionamentos em defesa dos direitos femininos, como seu apoio ao movimento #MeToo, que defende as vítimas de agressão sexual. Um exemplo de seu posicionamento aconteceu durante a cerimônia do Oscar em 2017, quando ela não aplaudiu o ator Casey Affleck, que enfrentava acusações de assédio, quando ele ganhou o prêmio de Melhor Ator por “Manchester à Beira-Mar”. Em sua première no festival francês nesta terça-feira (16/05), “Jeanne Du Barry” contou com a presença de Johnny Deep ao lado da diretora Maïwenn no tapete vermelho, e Brie Larson foi, sim, assistir a abertura do festival junto dos demais jurados. Depp recebeu aplausos dentro do cinema ao chegar para se sentar, enquanto um membro da plateia foi ouvido gritando: “Go, Johnny!”
Trailer de “Resgate 2” traz Chris Hemsworth em cenas violentas de ação
A Netflix divulgou os pôsteres e o primeiro trailer de “Resgate 2”, que apresenta sequências violentas de ação estreladas pelo ator Chris Hemsworth (“Thor: Amor e Trovão”). A prévia começa do ponto em que terminou a história do primeiro filme, com – spoiler! – o personagem de Hemsworth morto. Só que não, como explica o vídeo. Após se recuperar, ele assume uma nova missão arriscada para resgatar uma mulher e crianças que, tudo indica, tem relação importante com seu passado – a sugestão do trailer é que a menina seria sua filha. Para isso, ele enfrenta inúmeros obstáculos e um exército de soldados fortemente armados. Quem assina o roteiro – e a explicação para o milagre – é o mesmo roteirista do primeiro filme, o cineasta Joe Russo (que codirigiu “Vingadores: Ultimato” com seu irmão Anthony Russo). Ele também produz o longa ao lado do irmão. Já a direção segue a cargo de Sam Hargrave, assistente dos Russo nos dois últimos filmes dos Vingadores, que estreou como diretor solo no “Resgate” original. Fenômeno do streaming, o primeiro filme teria sido vista por 90 milhões de assinantes em seu primeiro mês na Netflix. A sequência vai estrear em 16 de junho. Veja o trailer abaixo em duas versões: dublada em português e no idioma original (sem legendas).
Festival de Cannes começa com polêmica, volta de brasileiros e recorde de cineastas femininas
O 76º Festival de Cannes inicia nesta terça-feira (16/5), em meio a críticas e mudanças. Após uma versão simbólica em 2020 e uma mais enxuta em 2021, o festival reconquista neste ano o seu posto como a maior e mais glamourosa plataforma da indústria no planeta. Saudado por sua importância na revelação de grandes obras, que pautarão o olhar cinematográfico pelo resto do ano, o evento francês também costuma enfrentar críticas por elencar personalidades envolvidas em escândalos. Neste ano, o evento abrirá com a exibição do drama histórico “Jeanne du Barry” (fora de competição), estrelado por Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald”), que está recuperando sua imagem após ser acusado de agredir e violentar sua ex-esposa, Amber Heard. Em relação às críticas, o diretor do evento, Thierry Fremaux, afirmou não se importar com o julgamento do ator. “Não conheço a imagem de Johnny Depp nos Estados Unidos. Não sei o que é, Johnny Depp só me interessa como ator. Sou a pessoa menos indicada para falar de tudo isso, porque se há alguém que não se interessou por este mesmo julgamento midiático, sou eu”, declarou Frémaux. Esta não é a primeira vez que o evento é criticado por ignorar pautas femininas. O festival, que estendeu tapete vermelho para Woody Allen exibir “Meia-Noite em Paris” e “Café Society” (durante o auge do #MeToo), também “perdoou” o cineasta Lars von Trier (“Melancolia”), acusado pela cantora Björk de assédio sexual. Neste ano, porém, há uma pequena mudança: dentre os 19 filmes competindo pela Palma de Ouro (premiação máxima), seis deles são dirigidos por mulheres – um recorde para o festival. São eles: “Club Zero” de Jessica Hausner; “Les Filles D’Olfa” de Kaouther Ben Hania; “Anatomie D’une Chute” de Justine Triet; “La Chimera” de Alice Rohrwacher; “L’Ete Dernier” de Catherine Breillat e “Banel Et Adama” de Ramata-Toulaye Sy. O Festival de 2023 também bateu recorde de mulheres selecionadas fora da competição principal – ou seja, incluindo mostras alternativas como a Un Certain Regard e exibições especiais. São 14 títulos dirigidos por mulheres entre os 51 anunciados. Depois da ausência no ano passado, o cinema brasileiro também retorna em grande estilo em 2023. O país está sendo representado por quatro longas-metragens na programação: “A Flor do Buriti” , dirigido por João Salaviza (“Russa”) e Renée Nader Messora (“Chuva e Cantoria na Aldeia dos Mortos”), na mostra Um Certo Olhar; “Levante”, de Lillah Halla (“Menarca”), na Semana da Crítica; “Nelson Pereira dos Santos — Uma Vida de Cinema”, dirigido por Aída Marques (“Estação Aurora”) e Ivelise Ferreira (“A Música Segundo Tom Jobim”), na Cannes Classics; e “Retratos Fantasmas”, de Kleber Mendonça Filho (“Bacurau”), nas Sessões Especiais. Para completar, o cineasta cearense Karim Aïnouz (“A Vida Invisível”) dirige a produção britânica “Firebrand”, que está competindo pela Palma de Ouro. Aïnouz comentou sobre a importância da exibição de longas brasileiros no festival. “É lindo ter essa presença brasileira em Cannes este ano. É importante estarmos de volta à arena cinematográfica internacional”, disse ao jornal O Globo. “Confesso que ficaria mais feliz ainda se ‘Firebrand’ fosse inteiramente brasileiro. Mas tudo bem, a alma dele é brasileira, tem muito calor, independentemente de falar sobre a família real inglesa do século XVI”, completou. O programa apresenta ainda uma seleção de destaque do cinema internacional, incluindo renomados diretores como Wim Wenders (“Papa Francisco: Um Homem de Palavra”), Wes Anderson (“A Crônica Francesa”), Ken Loach (“Eu, Daniel Blake”), Nuri Bilge Ceylan (“A Árvore dos Frutos Selvagens”), Todd Haynes (“Carol”), Nanni Moretti (“Habemus Papam”), Pedro Almodóvar (“Mães Paralelas”), Steve McQueen (“12 Anos de Escravidão”) e Marco Bellocchio (“O Traidor”), juntamente com jovens cineastas de diferentes origens. Além disso, duas aguardadas superproduções de Hollywood estão programadas para terem sua estreia na pequena cidade da Riviera Francesa: “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”, o quinto e último capítulo da famosa franquia estrelada por Harrison Ford (“Falando a Real”), e “Assassinos da Lua das Flores”, dirigido por Martin Scorsese (“As Últimas Estrelas do Cinema”) e estrelado por Leonardo DiCaprio (“Não Olhe para Cima”). A recém-empossada presidente do festival Iris Knobloch comentou sobre o evento ao anunciar o programa. “Poderíamos falar de uma volta às origens, mas eu prefiro dizer que Cannes está de volta para o futuro. Cannes oferece uma fotografia do presente cinematográfico, e a seleção dá uma ideia do que agita o cinema neste momento. É um programa estética e geograficamente abrangente. Os filmes e o público estão de volta aos cinemas”, destacou. Confira abaixo a lista atualizada dos títulos em competição nas principais mostras do evento. Concorrentes à Palma de Ouro Club Zero – Jessica Hausner The Zone of Interest – Jonathan Glazer Fallen Leaves – Aki Kaurismaki Les Filles D’Olfa – Kaouther Ben Hania Asteroid City – Wes Anderson Anatomie d’Une Chute – Justine Triet Monster – Kore-Eda Hirokazu Il Sol dell’Avvenire – Nanni Moretti L’Été Dernier – Catherine Breillat Kuru Otlar Ustune – Nuri Bilge La Chimera – Alice Rohrwacher La Passion de Dodin Bouffant – Tran Anh Hun Rapito – Marco Bellocchio May December – Todd Haynes Jeunesse – Wang Bing The Old Oak – Ken Loach Banel e Adama – Ramata-Toulaye Sy Perfect Days – Wim Wenders Firebrand – Karim Aïnouz Filmes indicados ao prêmio Un Certain Regard Le Règne Animal – Thomas Cailley Los Delincuentes – Rodrigo Moreno How to Have Sex – Molly Manning Walker Goodbye Julia – Mohamed Kordofani Kadib Abyad – Asmae El Moudir Simple Comme Sylvain – Monia Chokri A Flor do Buriti – João Salaviza e Renée Nader Messora Los Colonos – Felipe Gálvez Augure – Baloji Tshiani The Breaking Ice – Anthony Chen Rosalie – Stéphanie Di Giusto The New Boy – Warwick Thornton If Only I Could Hibernate – Zoljargal Purevdash Hopeless – Kim Chang-hoon Terrestrial Verses – Ali Asgari e Alireza Khatami Rien à Perdre – Delphine Deloget Les Meutes – Kamal Lazraq Filmes que serão exibidos no Festival de Cannes 2023 Jeanne Du Barry – Maïwenn (abertura do festival) Indiana Jones e o Chamado do Destino – James Mangold (fora de competição) Cobweb – Kim Jee-woon (fora de competição) The Idol – Sam Levinson (fora de competição) Killers of the Flower Moon – Martin Scorsese (fora de competição) Kennedy – Anurag Kashyap (sessão da meia-noite) Omar la Fraise – Elias Belkeddar (sessão da meia-noite) Acide – Just Philippot (sessão da meia-noite) Kubi – Takeshi Kitano (Cannes Première) Bonnard, Pierre et Marthe – Martin Provost (Cannes Première) Cerrar Los Ojos – Victor Erice (Cannes Première) Le Temps d’Aimer – Katell Quillévéré (Cannes Première) Man in Black – Wang Bing (sessões especiais) Occupied City – Steve McQueen (sessões especiais) Anselm (Das Rauschen der Zeit) – Wim Wenders (sessões especiais) Retratos Fantasmas – Kleber Mendonça Filho (sessões especiais)
Rachel Brosnahan comenta papel de Lois Lane no filme de Superman: “Seria extraordinário”
A atriz Rachel Brosnahan (“Maravilhosa Sra. Maisel”) está sendo cotada para interpretar Lois Lane em “Superman: Legacy”, de James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), conforme apurou o site The Hollywood Reporter. De acordo com as fontes, Brosnahan fez uma ótima audição para viver a repórter do Planeta Diário, mas pode estar em uma faixa etária mais avançada do que Gunn espera alcançar com sua visão do Homem de Aço – que se concentrará em personagens na faixa dos 20 anos. A atriz possui 32 anos atualmente. Questionada no programa The View sobre estar na “lista restrita” para o personagem, ela tentou desconversar. “Tome cuidado com o que você lê na internet, é o meu primeiro conselho”, brincou Brosnahan. Mesmo assim, admitiu que adoraria ter a oportunidade de interpretar a icônica personagem dos quadrinhos, que já foi retratada por atrizes como Amy Adams (“O Homem de Aço”), Erica Durance (“Smallville”), Kate Bosworth (“Superman: O Retorno”), Elizabeth Tulloch (“Superman & Lois”) e Margot Kidder (“Superman: O Filme”), entre outras. “Olha, seria extraordinário. Eu cresci assistindo Lois Lane, essa jornalista incrivelmente talentosa, longe de ser uma donzela em perigo, e eu agarraria essa oportunidade se surgisse”, comentou. Outras candidatas para o papel de Lois Lane incluem Emma Mackey (“Sex Education”), que estará no filme “Barbie” de Greta Gerwig (“Lady Bird: A Hora de Voar”), Phoebe Dynevor (“Bridgerton”) e Samara Weaving (“Pânico 6”). No entanto, algumas dessas atrizes não passaram por nenhum tipo de teste e apenas estão na lista por interessarem aos produtores. A verdade é que James Gunn ainda está longe de tomar uma decisão. Enquanto isso, David Corenswet (“Pearl”) aparece entre os principais candidatos para interpretar Clark Kent. Jacob Elordi (“Euphoria”), também foi considerado, mas fontes afirmam que ele nunca apresentou seu nome para o papel. Nicholas Hoult (“The Great”) parece ser a única pessoa em consideração para o arqui-inimigo de Superman, Lex Luthor, mas isso também pode mudar, graças a possibilidade de Luthor ser retratado como um homem negro no filme. A trama será inspirada em “Superman: All Stars”, uma graphic novel de Grant Morrison que mostrou o herói dividido entre sua “herança kryptonita” e seu lado mais humano. De acordo com a primeira sinopse da Warner Bros., “Superman: Legacy” contará a história da “jornada do Superman para reconciliar sua herança kryptoniana com sua criação humana como Clark Kent de Smallville, Kansas. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, guiado pela bondade humana em um mundo que vê a bondade como antiquada”. “Superman: Legacy” será o primeiro filme do novo DC Studios, com previsão de estreia nos cinemas em julho de 2025.
Elle Fanning será namorada de Bob Dylan em cinebiografia
A atriz Elle Fanning (“The Great”) foi confirmada no filme “A Complete Unknown”, cinebiografia do cantor Bob Dylan, que trará Timothée Chalamet (“Adoráveis Mulheres”) no papel principal. . Com filmagens marcadas para agosto em Nova York, o filme produzido pela Searchlight Pictures vai contar a história do jovem Dylan (Chalamet), que abala o mundo da música em 1965, quando começa a se apresentar com uma guitarra elétrica pela primeira vez. Fanning viverá o papel de Sylvie Russo, estudante universitária e interesse amoroso de Dylan nos anos 1960. A obra será dirigida por James Mangold, indicado ao Oscar por “Ford vs Ferrari” (2019) e “Logan” (2017), que também trabalhou no roteiro de Jay Cocks (“Gangues dew Nova York”). O próprio Bob Dylan e seu empresário de longa data, Jeff Rosen, figuram entre os produtores. A cinebiografia foi confirmada em janeiro de 2020 pela Searchlight, já com Mangold e Chalamet na equipe, mas com outro título, “Going Eletric”. “A Complete Unknown” é uma das frases do refrão de “Like a Rolling Stone”, música que melhor representa a transformação de Dylan, até então um cantor folk, em roqueiro. A transição não foi tranquila para o cantor, que chegou a enfrentar vaias de seus antigos fãs por trocar o vilão por guitarras e uma banda de rock. A data de estreia ainda não foi anunciada.
Dave Bautista fará nova comédia de ação do diretor de “Dupla Jornada”
Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia Vol. 3”) vai estrelar um nova comédia de ação baseado no livro “The Killer’s Game”, de Jay Bonansinga. O anúncio foi feito pela Lionsgate, que adquiriu os direitos da obra durante o Festival de Cannes. A direção é de JJ Perry, ex-dublê que estreou como diretor no recente “Dupla Jornada” (2022), estrelado por Jamie Foxx na Netflix. A trama de “The Killer’s Game” segue Joe Flood, um assassino veterano que, após ser diagnosticado com uma doença terminal, autoriza um contrato de morte sobre si mesmo para evitar a dor inevitável. No entanto, ele logo descobre que o diagnóstico foi um erro e agora precisa se proteger de seus antigos colegas assassinos. O roteiro é de Rand Ravich (“Enigma do Espaço”) e Simon Kinberg (“X-Men: Fênix Negra”), com reescritas recentes realizadas por James Coyne. A produção será feita por Andrew Lazar, da Mad Chance, e Steve Richards, da Endurance Media. Além disso, Dave Bautista e Scott Lambert (“Tár”) atuarão como produtores executivos pela Dogbone Entertainment. “Procuramos por todos os lados e finalmente encontramos o Joe Flood perfeito em Dave Bautista, que equilibra ação envolvente e um timing cômico incrível melhor do que qualquer outra pessoa” declarou Lazar.”E com JJ Perry no comando, sabemos que este filme oferecerá ação completamente original e única que o público global deseja”. A escalação do elenco restante está em andamento e as filmagens devem começar em julho deste ano. O longa ainda não tem previsão de lançamento.
Chris Pine e Olivia Wilde vão voltar a trabalhar juntos após “Não se Preocupe, Querida”
Os atores Chris Pine (“Mulher-Maravilha 1984”) e Olivia Wilde (“Tron o Legado”) fecharam uma nova parceria após o longa “Não se Preocupe, Querida” (2022). Eles entraram no elenco de “Ad Lucem”, nova áudio série da QCode, que seguirá um modelo de podcast. Criada pela atriz Troian Bellisario (“Pretty Little Liars”), e Josh Close (“Fargo”), a série é um suspense sociopolítico ambientado em Nova York. O elenco também conta com Fiona Shaw (“Andor”), Clancy Brown (“John Wick 4”), Patrick Adams (“Suits”) e a própria Bellisario. A trama gira em torno da Ad Lucem OI, uma empresa revolucionária de tecnologia e sua mais recente inovação que impressiona o mundo: uma Assistente de Realidade Aumentada Corpórea, conhecida como CARA (sigla em inglês para Corporeal Augmented Reality Assistant). Essa tecnologia vai além de um simples dispositivo de escuta, sendo um operador ao vivo que fornece respostas orgânicas individuais, procurando atender e facilitar a vida dos usuários de uma forma que apenas o ser humano consegue fazer. No entanto, logo é revelado que a determinação da Ad Lucem OI em “preservar uma rede de conexão humana” pode ter consequências não intencionais. Chris Pine, Olivia Wilde, Troian Bellisario e Josh Close também assinam como produtores da áudio série. “Eu me diverti muito trabalhando com a QCode e ao lado de talentos incríveis como Olivia e Fiona nesta série instigante”, disse Pine. “O podcast é extremamente relevante para as transformações tecnológicas que estão ocorrendo em nossas vidas e questiona seu impacto na conexão humana real. Estou empolgado em compartilhar esta série envolvente com o público em todos os lugares”, completou. “À medida que vivemos cada vez mais nossas vidas online, ‘Ad Lucem’ aborda nossas crescentes preocupações em relação à tecnologia e sua capacidade de nos desconectar emocional, mental e espiritualmente. Isso está nos prejudicando mais do que ajudando? Quem somos nós online? E como nos adaptamos à IA como seres humanos? Com personagens tridimensionais e conflituosos em um ambiente operístico e divertido, acreditamos que este podcast será uma jornada extremamente provocativa e divertida para os ouvintes”, acrescentaram Bellisario e Close. Recentemente, a QCode obteve sucesso com audio séries como “Blackout” (2019) com Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), “The Left, Right Game” (2017) com Tessa Thompson (“Creed”) e “Soft Voice” (2021) com Naomi Scott (“Aladdin”). “Ad Lucem OI” tem estreia programada para o final de agosto deste ano.
“Velozes e Furiosos 10” ganha último trailer antes da estreia
A Universal Pictures divulgou um último trailer de “Velozes e Furiosos 10”, na reta final da divulgação do filme mais ambicioso da franquia. A prévia faz uma recapitulação dos filmes anteriores para introduzir o novo antagonista, diretamente relacionado aos eventos de “Velozes e Furiosos 5”, que se passou no Rio. O vilão vivido por Jason Momoa (o Aquaman) é filho do chefão Hernan Reyes (Joaquim de Almeida) e foi um dos criminosos que enfrentou o time de Toretto (Vin Diesel) na ponte Rio-Niterói. Em sua vingança, não faltam cenas de corrida e destruição de carros de todos os tipos, com os mais diferentes artefatos e de formas sempre criativas. Mas desta vez o que chama mais atenção é a quantidade de astros em cena. “Velozes e Furiosos 10” reúne uma constelação. Até John Cena e Jason Statham retomam seus papéis – com direito à parceria entre Statham e seu ex-falecido inimigo Sung Kang, insinuada na cena pós-créditos do filme anterior. O elenco destaca, claro, os protagonistas da trilogia inicial: Vin Diesel, Jordana Brewster, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Ludacris e Sung Kang. Além de aquisições mais recentes, como Nathalie Emmanuel, Scott Eastwood, Helen Mirren, a vilã favorita Charlize Theron e os citados Cena e Statham. A estes ainda se somam os “novatos” Momoa, Brie Larson (“Capitã Marvel”), Alan Ritchson (“Reacher”), Rita Moreno (das duas versões de “Amor, Sublime Amor”) e Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”), sem esquecer do famoso “secreto” da cena pós-créditos. O elenco galáctico e as cenas de ação insanas explicam porque o filme tem um dos maiores orçamentos de todos os tempos, especulado em US$ 340 milhões. Quem dirige esses vingadores do cinema de ação é o francês Louis Leterrier (“Truque de Mestre”), que assumiu o comando do longa após o começo da produção, inicialmente prevista para ser dirigida por Justin Lin (“Velozes e Furiosos 9”). A estreia acontece nesta quinta (18/5) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
“Guardiões da Galáxia Vol. 3” continua dominando as bilheterias brasileiras
“Guardiões da Galáxia Vol. 3” segue liderando as bilheterias do país, mantendo-se como o filme mais assistido nos cinemas brasileiros pela segunda semana consecutiva. De acordo com dados divulgados pela ComScore, o novo lançamento da Marvel arrecadou impressionantes R$ 18,7 milhões em sua segunda semana em cartaz, atraindo aproximadamente 830 mil espectadores. Dirigido por James Gunn, o terceiro longa da franquia já acumulou meio bilhão em bilheterias mundiais, totalizando US$ 528,8 milhões. Com os filmes da Marvel atingindo bilheterias cada vez menores, o desempenho do filme está sendo comemorado pelo estúdio. O lançamento mais recente da Marvel foi “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” em fevereiro, que marcou US$ 475,8 milhões em bilheteria global. Em apenas duas semanas em cartaz, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” superou esse valor. No Brasil, a segunda posição no ranking de bilheteria foi novamente ocupada por “Super Mario Bros – O Filme”, que registrou uma arrecadação de R$ 3,8 milhões e 184 mil espectadores no fim de semana. Em seguida, o terror “A Morte do Demônio: A Ascensão” aparece em terceiro lugar, com uma bilheteria de R$ 855 mil e público de 40 mil pessoas. Já entre os estreantes da semana, “O Amor Mandou Mensagem”, “O Nascimento do Mal”, “Do Jeito Que Elas Querem – O Próximo Capítulo” e “Mafia Mamma – De Repente Criminosa” ocupam as posições seguintes. Ao todo, os dez filmes mais populares nos cinemas brasileiros entre os dias 11 e 14 de maio conseguiram acumular uma receita de R$ 26 milhões, contando com um público estimado em 1,1 milhão de pessoas. Apesar o sucesso dos longas entre o público, os números representam uma queda significativa de 44% em relação à semana anterior, que atingiu a marca de R$ 42 milhões em bilheteria. Confira o TOP 10 nas bilheterias brasileiras: 1 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 | 2 | SUPER MARIO BROS – O FILME | 3 | A MORTE DO DEMÔNIO – A ASCENSÃO | 4 | O AMOR MANDOU MENSAGEM | 5 | O NASCIMENTO DO MAL | 6 | DO JEITO QUE ELAS QUEREM – O PRÓXIMO CAPÍTULO | 7 | MAFIA MAMMA – DE REPENTE CRIMINOSA (R$ 272 mil) | 8 | DEIXADOS PARA TRÁS: O INÍCIO DO FIM (R$ 171 mil) | 9 | AIR: A HISTÓRIA POR TRÁS DO LOGO (R$ 138 mil) | 10 | DUNGEONS & DRAGONS – HONRA ENTRE REBEL (R$ 115 mil) |
Ben Affleck tem pior estreia da carreira com novo filme de ação
A estreia do novo filme estrelado por Ben Affleck (“Liga da Justiça”) foi o maior fracasso desse fim de semana nos EUA. O thriller “Hypnotic” não passou do 6º lugar com arrecadação de US$ 2,4 milhões. O fraco desempenho marcou a pior estreia ampla da carreira de Affleck, superando “Fantasmas” (US$ 3,1 milhões em 1998) e “Contato de Risco” (US$ 3,8 milhões em 2003). Considerado uma bomba com apenas 38% de aprovação da crítica, o longa tem direção de Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”) e também traz a brasileira Alice Braga (“O Esquadrão Suicida”) em seu elenco. Na trama, o detetive policial Daniel Rourke (Affleck) procura por sua filha desaparecida (Hala Finley, de “Pequenos Grandes Heróis”). Ele logo descobre que ela está associada a uma série de roubos contínuos conduzidos por um homem misterioso (William Fichtner, de “Fúria Sobre Rodas”) com poderes hipnóticos. Com a ajuda da médium Diana Cruz (Braga), ele parte atrás do vilão, que é capaz de forçar qualquer pessoa a fazer o que ele quer, além de fazer suas vítimas verem e sentirem coisas que não são reais. Mas as muitas reviravoltas e cenas inesperadas não foram capazes de convencer a crítica, que considerou “Hypnotic” uma espécie de primo pobre de “A Origem”, de Christopher Nolan. O filme só vai chegar aos cinemas brasileiros em setembro – se não sair direto em streaming despois dessa performance. Confira o trailer americano abaixo.
“Guardiões da Galáxia Vol. 3” surpreende e quebra recorde em seu segundo fim de semana
“Guardiões da Galáxia Vol. 3” bateu um recorde inesperado em seu segundo fim de semana de exibição, ao registrar a menor queda de público entre todas as sequências do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) até hoje no mercado norte-americano. A despedida de James Gunn da Marvel faturou US$ 60,5 milhões nos EUA e Canadá, o que representa uma queda de apenas 49% em relação à estreia. Com isso, o filme ultrapassou a marca de US$ 200 milhões nas bilheterias domésticas e encerrou o domingo (14/5) com um total acumulado de US$ 213,2 milhões. No exterior, “Guardiões 3” arrecadou mais US$ 91,9 milhões em 52 mercados, elevando sua bilheteria estrangeira para US$ 315,6 milhões – incluindo impressionantes US$ 58,4 milhões da China. Somando tudo, o filme fez meio bilhão em 11 dias: US$ 528,8 milhões globalmente. Os filmes da Marvel têm sofrido quedas maiores do que o habitual recentemente, por isso o desempenho “Guardiões 3” é visto como inesperado e uma grande exceção. Vale lembrar que “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” caiu quase 70% em fevereiro passado. Detalhe: com apenas dois fins de semanas em cartaz, “Guardiões 3” já ultrapassou a bilheteria global completa de “Homem-Formiga 3”, que foi de US$ 475,8 milhões. Antes de “Guardiões 3”, apenas três filmes do MCU, de um total de mais de 30 títulos, tiveram queda menor de 50% em seus segundos finais de semana – e nenhum deles foi continuação. A lista é encabeçada por “Pantera Negra” (45%) e inclui “Thor” (47%) e “Doutor Estranho” (49%). Os dois filmes anteriores dos Guardiões caíram 55% cada. Outro blockbuster que tem impressionado nas bilheterias garantiu o 2º lugar no mercado norte-americano. “Super Mario Bros. – O Filme” arrecadou mais US$ 13 milhões em seu sexto fim de semana, chegando a um total doméstico de US$ 536 milhões e US$ 1,21 bilhão globalmente. Com esse desempenho, “Super Mario Bros.” quebrou um novo recorde, superando “Minions” (2015) para se tornar o maior faturamento de animação da Universal em todos os tempos. Na briga com a Disney, virou a quarta maior bilheteria de animação de todos os tempos. Estreante da semana, a comédia feminina da terceira idade “Do Jeito que Elas Querem – O Próximo Capítulo” ficou em 3º lugar, com US$ 6,5 milhões, bem abaixo da abertura de US$ 13,6 milhões do primeiro “Do Jeito que Elas Querem” em 2018. A produção estrelada por Jane Fonda, Diane Keaton, Candice Bergen e Mary Steenburgen esperava faturar mais, devido a seu lançamento no fim de semana do Dia das Mães. Mas não agradou ao público (classificação B no CinemaScore) e a crítica (45% de aprovação no Rotten Tomatoes). O 4º lugar ficou com “A Morte do Demônio – A Ascensão” com US$ 3,7 milhões. O terror já totaliza US$ 60,2 milhões na América do Norte e US$ 131,8 milhões globalmente, valores elevados para o gênero e para qualquer filme proibido para menores (classificação “R” nos EUA). A comédia “Are You There God? It’s Me, Margaret” fecha o Top 5 com US$ 2,5 milhões, totalizando US$ 16,5 milhões em seu terceiro final de semana em cartaz. A produção da Lionsgate conquistou algumas das críticas mais elogiosas do ano, atingindo 99% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore, mas ainda não tem previsão de estreia no Brasil. Com isso, a segunda estreia da semana, o thriller “Hypnotic”, não passou do 6º lugar. Dirigido por Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”) e estrelado por Ben Affleck (“Liga da Justiça”), o filme de ação e ficção científica fracassou com US$ 2,4 milhões e marcou a pior estreia ampla da carreira de Affleck, superando “Fantasmas” (US$ 3,1 milhões em 1998) e “Contato de Risco” (US$ 3,8 milhões em 2003). Considerado uma bomba, com apenas 38% de aprovação da crítica, o longa só vai chegar aos cinemas brasileiros em setembro – se não sair direto em streaming despois dessa performance. Mais importante para Affleck é que seu outro filme, “Air – A História por Trás do Logo”, no qual ele atua e dirige, já arrecadou US$ 86 milhões, resultado muito promissor para a estreia da Amazon no cinema. Veja abaixo os trailers dos cinco filmes mais vistos nos cinemas dos EUA e Canadá neste fim de semana. 1 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 | 2 | SUPER MARIO BROS – O FILME | 3 | DO JEITO QUE ELAS QUEREM – O PRÓXIMO CAPÍTULO | 4 | A MORTE DO DEMÔNIO – A ASCENSÃO | 5 | ARE YOU THERE GOD? IT’S ME, MARGARET |












