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Filme

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    Brasil fica fora do Oscar 2024, excluído em todas as categorias

    21 de dezembro de 2023 /

    O Brasil ficou mais uma vez fora da disputa do Oscar 2024. O principal candidato brasileiro era um documentário, “Retratos Fantasmas”, de Kleber Mendonça Filho, que tentava indicações em duas categorias: Melhor Filme Internacional e Melhor Documentário. Além dele, “Elis & Tom” também buscava uma nomeação dentre os documentários da competição, e “Big Bang”, de Carlos Segundo, visava lugar na disputa de Melhor Curta-metragem. Todos estão fora do páreo. A relação dos filmes pré-qualificados foi anunciada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA nesta quinta (21/12), incluindo várias categorias. O Brasil não emplaca um indicado na disputa de longa-metragem internacional há 24 anos, desde o excelente “Central do Brasil” em 1999, que também rendeu indicação a Fernanda Montenegro como Melhor Atriz. Em 2008, “O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias” chegou perto, passando pela primeira peneira, mas acabou não sendo incluído na lista final da Academia. Apesar de ter sido exibido no Festival de Cannes, “Retratos Fantasmas” foi uma escolha fraca da Academia Brasileira, já que o filme de Kleber Mendonça Filho não disputou prêmio no festival nem contava com premiações em eventos cinematográficos de peso, tornando sua exclusão mais que esperada. Entre os que seguem na disputa destacam-se justamente alguns filmes premiados em Cannes, entre eles o finlandês “Folhas de Outono”, de Aki Kaurismäki, vencedor do Prêmio do Júri, e o inglês “Zona de Interesse”, de Jonathan Glazer, que levou o Grande Prêmio do Júri. Mas, ironicamente, o filme premiado com a Palma de Ouro ficou de fora por opção de seu país. A França não inscreveu “Anatomia de Uma Queda”, de Justine Triet, que ainda concorre ao Globo de Ouro, Critics Choice e Spirit Awards na categoria. Em vez disso, optou por “O Sabor da Vida”, que rendeu ao vietnamita Anh Hung Tran o prêmio de Melhor Direção em Cannes. O longa também passou pela triagem da Academia e está na lista dos pré-selecionados. A produção espanhola da Netflix “Sociedade da Neve”, do diretor J.A. Bayona, é outra favorita assumida, principalmente após aparecer em outras categorias divulgadas pela Academia – também está nomeada a Melhor Maquiagem e Penteado, Efeitos Visuais e Trilha Sonora. Teoricamente, o Brasil ainda pode conseguir uma indicação em Animação com “Perlimps”, porque este ano o Oscar não divulgou listas de pré-qualificados da categoria. O problema é que o filme de Alê Abreu (que já disputou o Oscar com “O Menino e o Mundo”) não aparece em nenhuma lista da imprensa hollywoodiana como cotado e nem sequer tem críticas publicadas no Rotten Tomatoes. Nos fóruns americanos de discussão do Oscar, a impressão é que ninguém sabe que o filme existe. Os cinco indicados (finalistas) de cada categoria serão anunciados no dia 23 de janeiro. Já a premiação está marcada para 10 de março. Confira abaixo a lista dos filmes pré-selecionados na categoria de Melhor Filme Internacional. “Amerikatsi” (Armênia) “The Monk and the Gun” (Butão) “Bastarden” (Dinamarca) “Folhas de Outono” (Finlândia) “O Sabor da Vida” (França) “Das Lehrerzimmer” (Alemanha) “Terra de Deus” (Islândia) “Io Capitano” (Itália) “Dias Perfeitos” (Japão) “Totem” (México) “Kadib Abyad” (Marrocos) “A Sociedade da Neve” (Espanha) “As 4 filhas de Olfa” (Tunísia) “20 Days in Mariupol” (Ucrânia) “Zona de Interesse” (Inglaterra)

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    Estreias | Aquaman, Beyoncé e os Três Mosqueteiros chegam aos cinemas

    21 de dezembro de 2023 /

    O lançamento de “Aquaman 2: O Reino Perdido” ocupa a maioria dos cinemas nesta semana, numa última tentativa de fazer os títulos da DC renderem nas bilheterias, antes do reboot completo previsto para 2025. O documentário da turnê de Beyoncé e a nova aventura dos Três Mosqueteiros completam a programação comercial, com exibição em cerca de 200 cinemas. Confira abaixo os detalhes destes filmes e das estreias em circuito limitado.   AQUAMAN 2: O REINO PERDIDO   A sequência de “Aquaman” (2018), maior sucesso da DC no cinema, representa um momento decisivo no cinema de super-heróis, marcando o fim do DCEU, o universo DC criado em torno da visão de Zack Snyder. Com Jason Momoa reprisando seu papel como Aquaman, a produção se afasta do que funcionou no primeiro filme para evocar produções clássicos de “animigos”, numa mistura de ação e humor. No centro da narrativa está a aliança entre Aquaman e seu meio-irmão Orm, interpretado por Patrick Wilson, inimigos declarados no primeiro filme, que se unem contra um terceiro inimigo comum: o Manta Negra, vivido por Yahya Abdul-Mateen II. Manta busca vingança, armado com um tridente místico e uma substância tóxica ameaçadora. Para impedi-lo, os irmãos embarcam numa jornada que desafia suas habilidades e convicções, enquanto tentam proteger não só Atlantis, mas também o mundo da superfície. O enredo também aborda aspectos familiares de Aquaman, incluindo seu papel como pai. O elenco é complementado por Temuera Morrison, Dolph Lundgren, Nicole Kidman, Amber Heard e Randall Park, mantendo uma continuidade com o filme anterior. Dirigido novamente por James Wan, o filme economizou no acabamento dos efeitos visuais, ao estrear em um momento de transição para a DC, com James Gunn e Peter Safran direcionando a franquia para um novo começo. Não por acaso, foca em uma narrativa própria, evitando referências diretas às tramas anteriores do universo DC – participações de dois Batman diferentes foram filmadas e abandonadas. Mesmo assim, não consegue evitar os sinais de esgotamento da fórmula tradicional. Lançado em um contexto de saturação do gênero de super-heróis, representa realmente o fim de uma era. Menos promovido que outros lançamentos de super-heróis e com baixa expectativa de sucesso, nem parece a continuação de um blockbuster de US$ 1,1 bilhão.   OS TRÊS MOSQUETEIROS: MILADY   Sequência do sucesso “Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan”, lançado há oito meses nos cinemas, a nova adaptação do diretor francês Martin Bourboulon transforma os personagens clássicos de Alexandre Dumas numa das franquias de ação mais empolgantes de 2023. A trama continua a ação diretamente do final dramático do primeiro filme, aprofundando-se nas aventuras dos famosos heróis de capa e espada, e de seus complexos antagonistas. Vilã da história, Eva Green (“O Lar das Crianças Peculiares”) brilha no papel de Milady, uma nobre astuta cuja habilidade para seduzir, lutar e conspirar a coloca no centro da trama. Enquanto D’Artagnan (François Civil) se enreda no charme de Milady, que causa caos e testa lealdades, os mosqueteiros Athos (Vincent Cassel), Porthos (Pio Marmaï) e Aramis (Romain Duris) são enviados para combater os protestantes em La Rochelle, sob ordens do Rei Luís XIII (Louis Garrel). A trama se desenrola em um cenário de guerra e estratégia, onde as alianças são tão voláteis quanto as espadas são afiadas. Com uma cinematografia que capta de forma magistral as paisagens rurais e os cenários de batalha da França do século 17, o filme consegue mesclar com habilidade os elementos de ação, drama e comédia, equilibrando lutas de espada com momentos de humor. O resultado é uma celebração do gênero de aventura como há muito não se via, proporcionando uma experiência cinematográfica à moda antiga, só que com o ritmo alucinante das produções mais modernas.   RENAISSANCE – UM FILME DE BEYONCÉ   Exploração cinematográfica do mais recente tour de Beyoncé Knowles-Carter, que não passou pelo Brasil, o documentário combina performances ao vivo com momentos intimistas dos bastidores. A turnê mundial, realizada de maio a outubro, destacou-se por transformar grandes estádios em espetáculos deslumbrantes de música e dança. A produção é focada no álbum “Renaissance” de 2022, um tributo à cultura das discotecas e sua capacidade de levar, especialmente as comunidades marginalizadas, a um estado de libertação. O filme, dirigido pela própria Beyoncé, oferece uma visão detalhada sobre a execução desse projeto visionário, prestando homenagem ao legado da cultura underground dançante. Na tela, Beyoncé exibe um leque de facetas artísticas, transitando entre deusa radiante e ícone queer, enquanto se mantém fiel à sua autenticidade. O documentário inclui o registro de seu 42º aniversário, com Diana Ross liderando uma serenata no palco, e explora a jornada de artista em busca da excelência absoluta, mostrando sua dedicação minuciosa aos detalhes. O filme vai além de um mero registro de concertos, apresentando ensaios com dançarinos, momentos familiares com Jay-Z e seus filhos, e visitas ao bairro de infância da cantora em Houston. A produção ainda ressalta a importância de cada membro da equipe, desde motoristas a estilistas, e revela detalhes sobre o palco e as inovações tecnológicas utilizadas na turnê. O conceito proporciona uma experiência imersiva, equilibrando íntimos momentos familiares com a grandiosidade dos shows de Beyoncé. Apresentando uma mistura de entrevistas, cenas de bastidores e performances, a obra revela a complexidade e o impacto humano por trás de uma das turnês mais notáveis da música pop atual.   A MENINA SILENCIOSA   Primeiro filme irlandês indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, a produção é um drama de amadurecimento falado em gaélico irlandês, que capta a complexidade da infância e a luta por amor e aceitação. Passado na Irlanda rural dos anos 1980, o filme gira em torno de Cáit, uma menina de nove anos interpretada por Catherine Clinch. Vivendo em uma casa lotada onde é negligenciada pelos pais e irmãos, Cáit é enviada para morar com os parentes distantes de sua mãe, Eibhlín e Seán, em uma fazenda ainda mais isolada. Esta mudança de ambiente permite que a criança, antes retraída e esquecida, comece a florescer sob os cuidados atenciosos de Eibhlín, vivida por Carrie Crowley, e a aceitação gradual de Seán, interpretado por Andrew Bennett. Como indica o título, o primeiro longa de ficção do documentarista Colm Bairéad destaca-se por sua narrativa contida e sutil, onde as emoções são expressas mais por gestos e olhares do que por diálogos. Bairéad, que também é responsável pelo roteiro – adaptado da novela “Foster”, de Claire Keegan – , explora com habilidade a relação entre o silêncio e a comunicação, levando o espectador a compreender profundamente os personagens sem a necessidade de palavras explícitas. Além disso, a performance de Clinch, em seu primeiro papel no cinema, é notavelmente expressiva, transmitindo a jornada interior de Cáit com uma maturidade além de sua idade. A cinematografia, que captura a beleza do campo irlandês, complementa o retrato tocante da busca da protagonista por um lugar onde possa pertencer e ser amada, além de ilustrar como esse lugar pode afetar vidas.   PROPRIEDADE   Suspense em um contexto de tensão social, o filme brasileiro acompanha Teresa (interpretada por Malu Galli, de “Desalma”), cuja vida se transforma após um assalto traumático. Buscando tranquilidade, seu marido a leva para a fazenda da família em um carro blindado. Lá, eles enfrentam uma revolta dos trabalhadores, que reagem à perda iminente de seus empregos. A situação se agrava quando Teresa fica isolada dentro do veículo blindado, enquanto os trabalhadores se revoltam contra a decisão de transformar a fazenda em um resort. O início do filme, marcado por uma cena violenta gravada em vídeo de celular, estabelece o tom e aprofunda o trauma de Teresa. Este evento define seu caráter e suas ações subsequentes. O diretor Daniel Bandeira (“Amigos de Risco”) explora a dinâmica entre Teresa e os trabalhadores da fazenda, destacando a crescente desesperança e a espiral de violência. Os trabalhadores, embora retratados em sua maioria como um grupo enfurecido, também têm seus momentos de dor e aspirações por um futuro melhor. A produção é eficaz como um thriller de sobrevivência, criando cenas de tensão e desconforto, especialmente em torno do carro blindado, que se torna tanto um refúgio quanto uma prisão para Teresa. Entretanto, ao tentar equilibrar a narrativa com drama de classe, acaba oscilando entre os dois lados do conflito sem desenvolver completamente a complexidade moral proposta. Mesmo assim, é boa a intenção de Bandeira ao criar um filme de gênero que desafia o espectador a contemplar as nuances da luta de classes e suas implicações em uma sociedade fragmentada.

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    Bil Araújo estreará como ator em filme da Prime Video

    21 de dezembro de 2023 /

    Bil Araújo está prestes a entrar na lista dos famosos que trocaram de carreira. Em 2024, o ex-BBB antigamente conhecido como Arcrebiano fará sua estreia como ator ao lado de Humberto Martins no filme “Julieta e Romeu, Um Sonho Carioca”, da Amazon Prime Video. Em entrevista à revista Caras, Bil falou como tem sido as expectativas para a grande estreia nas telinhas: “Acho que temos que estar preparados para tudo e aproveitar esses ganchos. Por ser figura pública, nós temos que estar preparados para as oportunidades que aparecem para nós. Está sendo uma experiência muito positiva e estou ansioso para que o público possa ver o resultado”, ele declarou. O ex-BBB também contou que tem se dedicado aos estudos como ator e que precisou passar por testes para saber se estava apto antes de encarar a jornada. “Eu fui convidado através do João Ferreira que já atua e através dele conheci o Bruno Pereira, diretor do filme, mas também precisei passar por testes de atuação, passei por alguns processos antes de entrar definitivamente no elenco”, detalhou Bil. “Está sendo uma oportunidade incrível, ainda mais pelo filme ser dirigido pelo Bruno Pereira, que já esteve em produções de grandes novelas e filmes do nosso cinema nacional”, acrescentou o ex-BBB, que está se preparando para as cenas com Humberto Martins no final de janeiro. “[Ele] é uma grande referência de atuação, sou muito fã do trabalho dele e já acompanhei diversos projetos. Sem dúvidas, vai ser uma honra contracenar com ele, ainda mais nesse meu início na atuação.”   Medo de hater? Bil Araújo afirmou que está pronto para lidar com as possíveis críticas que receberá pelo novo trabalho, assim como aconteceu com outros famosos que entraram na área da atuação. “Desde quando vim ao mundo as críticas são sempre bem vindas, ela que nos deixa mais forte”, ele garantiu. “Às vezes é bom ouvir críticas porque cada dia mais nossa inteligência emocional se torna mais blindada e, trabalhando com a internet, eu já sei lidar muito bem com isso. Lógico, sempre tem aquelas comentários maldosos e sem fundamento, mas está tudo bem”, finalizou.

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    Senado aprova cota de exibição de filmes nacionais nos cinemas

    20 de dezembro de 2023 /

    O Senado aprovou na segunda-feira (18/12) uma cota que determina a exibição de filmes brasileiros nas salas de cinema num número mínimo de sessões. A lei existe no país desde 2001, quando foi criada por meio de uma medida provisória (MP), porém expirou 20 anos depois, em 2021, durante o governo Bolsonaro, que trabalhou para extingui-la. A cota de tela garante que filmes brasileiros tenham espaço nas salas de cinema. Desde a suspensão, o cinema nacional deixou de ter grandes sucessos, como “Minha Mãe É uma Peça 3” ou “Minha Vida em Marte”, sem conseguir replicar as bilheterias que existiam durante sua validade. Os produtores de “Nosso Sonho” chegaram a reclamar publicamente neste ano que seu filme estava sendo retirado de cartaz após uma semana de sucesso, sugerindo pressão de multinacionais que queriam espaço para seus filmes estrangeiros. “Mesmo se mantendo na quarta posição em sua semana de estreia, ‘Nosso Sonho’ sofreu um corte de 150 salas na segunda semana”, afirmou um comunicado dos produtores enviado à imprensa.   Estímulo ao cinema nacional O projeto foi estimulado pelo deputado federal Marcelo Calero (PSD-RJ) e aprovado na Câmara dos Deputados em outubro deste ano. No Senado, a lei foi relatada pelo senador Humberto Costa (PT-PE), que ressaltou a importância da exibição de obras nacionais para a indústria cinematográfica brasileira. “A cota de tela é um dos instrumentos pioneiros instituídos pelo Estado brasileiro com o intuito de fomentar a produção cinematográfica doméstica”, declarou Costa durante a leitura de seu relatório no Senado. Além disso, a lei prevê um número mínimo de salas, espaços e locais para a exibição pública comercial de longa-metragens nacionais. A Agência Nacional do Cinema (Ancine) e entidades representativas deverão ser consultadas para definir os critérios de exibição juntamente com o governo federal. “[A cota] é uma forma de garantir que todas as cidadãs e todos os cidadãos brasileiros tenham o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, além do apoio e incentivo à valorização e à difusão das manifestações culturais”, acrescentou Costa.] A nova cota de tela agora segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que também deve definir anualmente os números de sessões garantidas ao cinema nacional. A lei terá validade até 2033. As empresas que descumprirem a nova cota estarão sujeitas a uma multa correspondente a 5% da receita bruta média diária do complexo cinematográfico multiplicada pelo número de sessões de descumprimento. As falhas pontuais ou erros técnicos serão penalizadas apenas com uma advertência.

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    Marvel vai mudar tudo após demissão de Jonathan Majors

    20 de dezembro de 2023 /

    A Marvel mudou o nome do próximo filme dos Vingadores. Após demitir Jonathan Majors, Intérprete do vilão Kang, o Conquistador, declarado culpado em julgamento por agredir e assediar sua ex-namorada, o estúdio deixou de chamar o longa de “Avengers: The Kang dynasty” (“Vingadores: A Dinastia Kang”). Após a participação de Majors na série “Loki” e no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, ele apareceria à frente de uma invasão multiversal para lutar contra os Vingadores. Mas agora o título foi descartado e o projeto passou a ser discutido no estúdio como “Vingadores 5″ até que um novo nome seja decidido. A decisão de mudar o título indica que o estúdio não irá substituir Majors no papel de Kang. Em vez disso, a Marvel pode eliminar o personagem da da franquia. Os planos teriam sido discutidos em setembro, quando os executivos da Marvel, incluindo o presidente Kevin Feige, se reuniram para discutir “planos alternativos” para a produção. Uma das ideias, segundo apurado pela imprensa americana na época, foi a mudança do grande vilão. Especulações apontaram o Doutor Destino, antagonista do Quarteto Fantástico, como favorito do estúdio.

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    Adam Sandler vira astronauta no teaser de sua primeira sci-fi

    19 de dezembro de 2023 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “O Astronauta”, primeira sci-fi estrelada pelo comediante Adam Sandler Baseado no livro “Spaceman of Bohemia”, de Jaroslav Kalfař, a trama encontra o astronauta do título, vivido por Sandler, numa missão de pesquisa solitária até os limites do sistema solar. No momento em que percebe que o casamento que deixou para trás pode não estar esperando por ele quando retornar, o astronauta é ajudado por uma criatura misteriosa do início dos tempos, que se torna seu conselheiro matrimonial de outro mundo. O elenco também inclui Carey Mulligan (“Bela Vingança”) como a esposa e Paul Dano (“Batman”) como a voz da criatura. A direção é de Johan Renck (da premiada minissérie “Chernobyl”) e a estreia está marcada para 1 de março.

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    Kristen Stewart se apaixona por fisiculturista e enfrenta gângsteres em trailer sangrento

    19 de dezembro de 2023 /

    O estúdio indie A24 (vencedor do Oscar 2023) divulgou o pôster e o trailer de “Love Lies Bleeding”, um thriller romântico em que Kristen Stewart se apaixona por uma fisiculturista e declara guerra ao pai gângster. Na trama, a atriz vive Lou, gerente de uma academia de musculação, que se apaixona por Jackie, uma fisiculturista recém-chegada, que está passando pela cidade a caminho de Las Vegas em busca de seu sonho de competir profissionalmente. O problema é que Jackie, em busca de dinheiro, resolve trabalhar para o pai de Lou, um gângster brutal, o que leva a conflitos e confrontos sangrentos. Com Jackie agora presa na teia de sua família criminosa, a personagem de Kristen aponta: “Precisamos revidar”. “Love Lies Bleeding” é o segundo longa-metragem da cineasta inglesa Rose Glass, que estreou com o premiado terror “Saint Maud” em 2019. O elenco também destaca Katy O’Brian (“Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”) como Jackie, Ed Harris (“Westworld”) como o pai gângster, além de Dave Franco (“Dupla Jornada”), Jena Malone (“Jogos Vorazes: Em Chamas”) e Anna Baryshnikov (filha do renomado bailarino Mikhail Baryshnikov). O filme terá première no Festival de Sundance em janeiro, com o lançamento comercial marcado para 8 de março nos EUA. Ainda não há previsão para estreia no Brasil.

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    Campanha de bolsonaristas pode dar outro sucesso a Wagner Moura no cinema

    19 de dezembro de 2023 /

    A hashtag #BoicoteaWagnerMoura voltou a aparecer no X (antigo Twitter) nesta terça-feira (19/12), alimentada por pessoas identificadas como “bolsonaristas”. O alvo é o novo filme do ator, uma produção americana chamada “Guerra Civil”, que só estreia em junho de 2024. Histórico de boicotes Esta é a quarta campanha de boicote a filmes disparada por bolsonaristas. A primeira, por sinal, teve como alvo o próprio Wagner Moura. Eles se empenharam com muito afinco contra “Marighella”, filme dirigido por Wagner Moura, que acabou se tornando a maior bilheteria brasileira de 2021. Também se manifestaram contra “Medida Provisória”, dirigido por Lázaro Ramos, que virou outro sucesso de público – a quarta maior bilheteria nacional do ano passado. A terceira tentativa foi uma nova investida contra Lázaro Ramos, mirando o filme “Ó Pai, Ó”. Após a iniciativa, a comédia esgotou sessões em Salvador, na Bahia, estreou com R$ 1 milhão nas bilheterias e encerrou seu passagem pelos cinemas com a maior bilheteria do Nordeste em 2023. Ao todo, o filme fez R$ 2,2 bilhões na região, que mesmo sem computar o resto do país já representa uma das maiores arrecadações de um filme nacional neste ano. Lázaro e Wagner se tornaram alvo de bolsonaristas por terem apoiado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. Mas embora o ódio esteja concentrado apenas nos dois, milhares de outros artistas também fizeram o mesmo, declarando voto em Lula. Até o momento, as campanhas tiveram resultado inverso, ajudando a divulgar as produções com o engajamento nas redes sociais. Muitas pessoas que não tinham ouvido falar nos filmes acabaram interessadas em conhecer o motivo da discórdia. Além disso, o público declarado de esquerda também tem comprado as brigas e prestigiado os alvos. Essa audiência ainda zoa as iniciativas, afirmando que não surtem efeito porque bolsonaristas nunca veem filmes brasileiros mesmo. Novo filme polêmico Vale observar que o novo filme estrelado por Wagner Moura tem um tema especialmente incômodo para extremistas. O thriller de ação se passa num futuro próximo e distópico, em que a polarização dos EUA mergulha o país numa luta brutal pelo poder. A trama acompanha um grupo de jornalistas tentando cobrir o avanço de militares alinhados com a ideologia de ultradireita, que pretendem atacar a capital do país. Alvos de tiros e bombas, os jornalistas são vividos por Wagner Moura e Kirsten Dunst (“Melancolia”). Na trama, 19 estados se separaram da União, formando um exército de Forças Ocidentais que desafiam o governo e o poderio militar dos estados do Leste. Reflexo da divisão real criada no país durante o governo de Donald Trump, o filme tem roteiro e direção de Alex Garland, cineasta de ficções científicas premiadas como “Ex-Machina” e “Aniquilação”. O elenco também inclui Cailee Spaeny (“Priscilla”), Jesse Plemons (“Assassinos da Lua das Flores”), Nick Offerman (“The Last of Us”), Stephen McKinley Henderson (“Beau Tem Medo”), Jefferson White (“Yellowstone”) e Sonoya Mizuno (“A Casa do Dragão”). A produção é a mais cara da história da A24, estúdio responsável por filmes como “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (vencedor do Oscar 2023), “Midsommar” (2019) e “X – A Marca da Morte” (2022) e “Priscilla” (2023). A estreia está marcada para 11 de julho no Brasil, quase três meses após o lançamento nos EUA (em 26/4). A expectativa é tanta que o trailer americano do filme, ainda sem versão oficial no Brasil, já ganhou diversas alternativas legendadas por fãs no YouTube.

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    Manoel Soares luta e prende assaltante que invadiu sua casa

    19 de dezembro de 2023 /

    Manoel Soares enfrentou um invasor em sua residência na noite desta segunda-feira (18/12). Ele estava em casa com os quatro filhos e o genro quando um criminoso rendeu uma ajudante do apresentador na porta da residência e entrou anunciando um assalto. “Foi um momento de pânico, mas graças a Deus eu tive controle emocional para contornar a situação”, relatou Soares ao programa “A Tarde é Sua”. Experiente em mediações de conflitos, Manoel conversou com o assaltante para verificar se ele estava armado e tentou retirá-lo da casa. Sem ver nenhum comparsa dando cobertura, ele entrou em confronto físico, conseguindo segurar o criminoso. Ele foi auxiliado pelo genro e um dos filhos, que é lutador de jiu-jitsu, e juntos conseguiram imobilizar o invasor, enquanto chamaram a polícia. A assessoria de Manoel confirmou o incidente e ressaltou que todos passam bem, destacando a experiência do ex-Globo em lidar com a situação. A equipe ainda frisou que o ex-Globo não recomenda reagir a assalto, mas que por conta de sua experiência decidiu enfrentar o criminoso em prol dos seus parentes. Após o confronto, a Polícia Militar foi acionada e levou o bandido ao hospital, onde permanece internado sob vigilância policial. A tentativa de assalto foi registrada na 36ª Delegacia de Polícia e as autoridades continuam acompanhando o caso.

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    Jonathan Majors é condenado por agressão e demitido pela Marvel

    18 de dezembro de 2023 /

    O ator Jonathan Majors, que interpreta o vilão Kang no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), foi considerado nesta segunda (18/12) culpado de agressão e assédio da ex-namorada, Grace Jabbari. O júri composto por três homens e três mulheres chegou ao veredito após três dias de deliberação. A sentença será estabelecida pelo juiz do caso no dia 6 de fevereiro. As acusações podem acarretar pena de até um ano de prisão. No total, Majors enfrentou quatro acusações de agressão e assédio agravado, depois de ligar para o serviço de emergência em 25 de março, quando disse que encontrou sua ex-parceira, Grace Jabbari, inconsciente em seu apartamento. A polícia prendeu Majors depois de verificar ferimentos aparentes em Jabbari, incluindo uma laceração atrás da orelha e um dedo machucado e fraturado. Majors se declarou inocente de todas as acusações e sua defesa mostrou que ele não dormiu em casa, além de expor vídeos de Jabbari bebendo sozinha num clube. Um taxista que transportou os dois na noite anterior testemunhou que eles brigaram e cada um foi para um lado, e que Majors foi agredido sem revidar. As acusações contra Majors foram apresentadas pelo estado de Nova York e não pela própria Jabbari. O caso foi um julgamento criminal, e não civil, o que significa que o ônus da prova é maior para o júri, que teve de encontrar provas de culpa para além de qualquer dúvida razoável em cada acusação. Por isso, ele foi considerado inocente de duas acusações no caso, agressão intencional em terceiro grau e assédio agravado em segundo grau. A advogada do ator, Priya Chaudhry, disse que Majors “espera limpar totalmente seu nome”, o que indica que ele deve entrar com uma apelação no tribunal. Pouco depois da leitura do veredicto, o Marvel Studios retirou o ator do papel de Kang, o Conquistador, em seus próximos filmes do MCU. Ele já tinha aparecido no papel nas duas temporadas de “Loki” e no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, e seria o grande antagonista do próximo filme dos “Vingadores”. Para completar, o estúdio Searchlight Features, de propriedade da Disney, tirou de seu calendário de lançamentos do drama “Magazine Dreams”, já totalmente filmado, que traz o ator no papel principal.

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    “Rebel Moon” é destruído pela crítica na véspera da estreia: “Uma bagunça feia”

    17 de dezembro de 2023 /

    “Rebel Moon”, a mais recente produção de Zack Snyder para a Netflix, enfrenta uma avalanche de críticas negativas na véspera de sua estreia. Disponível na plataforma a partir das 0h de 22 de dezembro, o filme é protagonizado por Sofia Boutella (“A Múmia”), Charlie Hunnam (“Sons of Anarchy”), Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”) e conta com a voz de Anthony Hopkins (“Meu Pai”). Primeira parte de uma saga de pelo menos dois filmes, a trama segue a busca por ajuda de habitantes de uma lua distante, ameaçada pela guerra. Inicialmente concebido como um projeto para “Star Wars”, “Rebel Moon” foi reestruturado por Snyder para lançar uma nova franquia espacial. Muitos críticos destacaram as semelhanças com filmes originais de George Lucas. David Rooney, do The Hollywood Reporter, criticou a falta de originalidade e profundidade da obra: “Este é um empreendimento derivativo carregado com enredo suficiente para preencher um buraco negro, mas com personagens fracamente delineados para realizar o trabalho.” O crítica do site IndieWire foi ainda mais incisiva, atribuindo ao filme a nota D- e classificando-o como o pior lançamento da carreira de Snyder. O jornal britânico The Guardian ofereceu deu apenas uma estrela e chamou o filme de “uma bagunça feia, imperdoavelmente chata e metida a séria”. O Independent ecoou a definição. “É um filme povoado pelos piores impulsos do cineasta de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’: uma bagunça de imagens, algumas delas tentando chocar, congregadas em grande parte em torno da ideia do que pode parecer bom em um trailer”, classificou a resenha de Clarisse Loughrey. abril Apesar das críticas negativas, a revista Total Film do Reino Unido ofereceu uma análise mais positiva de 3/5, destacando que os fãs do estilo de Snyder poderiam encontrar valor na obra. Futuro incerto As avaliações majoritariamente negativas colocam em questão o futuro da saga na Netflix. A Parte 2 já está pronta e estreia em abril. Mas Zack Snyder não quer parar nisso. Ele tem planos para que “Rebel Moon” seja o início de uma franquia expansiva. Só que as críticas desfavoráveis e um índice de aprovação de apenas 23% no Rotten Tomatoes não são grandes chamarizes para a audiência. A Netflix, que investiu uma quantia significativa no filme, orçado em cerca de US$ 166 milhões para ambas as partes, terá que aguardar a reação do público para determinar os próximos passos.

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    Bilheteria | “Wonka” é filme mais visto nos EUA

    17 de dezembro de 2023 /

    A estreia de “Wonka”, prólogo do clássico “A Fantástica Fábrica de Chocolate” estrelado por Timothée Chalamet, superou expectativas com arrecadação de US$ 39 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Mas o desempenho foi ainda mais promissor no cenário internacional, com US$ 53,6 milhões em 77 mercados, ultrapassando clássicos familiares como “Paddington” (2014) e musicais como “O Rei do Show” (2017) e “O Retorno de Mary Poppins” (2018). Com um lançamento antecipado na semana passada em alguns países (inclusive no Brasil), o total mundial do filme já está em US$ 151,4 milhões. Este início é encorajador para um musical, um gênero que tem enfrentado dificuldades nos últimos tempos. Produzido pela Warner Bros. e com direção de Paul King, conhecido por “Paddington”, “Wonka” é a história de origem do confeiteiro mágico Willy Wonka, anteriormente interpretado por Gene Wilder e Johnny Depp em “A Fantástica Fábrica de Chocolate” de 1971 e em seu remake de 2005. O público adorou, atribuindo a “Wonka” uma nota A- no CinemaScore, pesquisa feita com a plateia na saída dos cinemas, enquanto a nota da crítica ficou em 84% no site Rotten Tomatoes. Feliz com o desempenho de “Wonka”, a Warner vai, ironicamente, colocar o sucesso do filme em risco no próximo fim de semana, com o lançamento do filme de super-herói da DC “Aquaman 2: O Reino Perdido” para disputar a venda de ingressos. O resto do Top 5 O 2º lugar nas bilheterias do fim de semana na América do Norte foi ocupado por “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, que arrecadou US$ 5,8 milhões em sua quinta semana de exibição. Com essa performance, o filme elevou seu total doméstico para US$ 145,2 milhões e, globalmente, superou os US$ 300 milhões. Isto significa que o longa orçado em US$ 100 milhões recuperou o investimento de produção e começou a zerar as despesas de cópias e publicidade (P&A). A produtora Lionsgate já deve estar pensando em como materializar uma continuação. Em 3º lugar ficou o anime japonês “O Menino e a Garça” (The Boy and the Heron), que arrecadou mais US$ 5,2 milhões para chegar num total doméstico de US$ 23,1 milhões e US$ 109,8 milhões mundiais. Outro filme japonês, “Godzilla Minus One”, ficou em 4º lugar com uma receita adicional de US$ 4,5 milhões para um total doméstico de US$ 34,2 milhões e US$ 64 milhões mundiais. A animação “Trolls 3: Juntos Novamente” completa o Top 5, com US$ 4 milhões. O desenho da DreamWorks Animation faturou US$ 88,6 milhões na América do Norte e US$ 183,1 milhões em todo o mundo o mundo.   Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana.   1 | WONKA   2 | JOGOS VORAZES: A CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES   3 | O MENINO E A GRAÇA   4 | GODZILLA MINUS ONE   5 | TROLLS 3: JUNTOS NOVAMENTE

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  • Filme

    Jason Momoa assume pessimismo sobre futuro de Aquaman

    16 de dezembro de 2023 /

    Há uma semana do novo filme de Aquaman, Jason Momoa revelou incertezas sobre o futuro do herói e da franquia. Em uma entrevista recente ao ET Online, o ator compartilhou suas dúvidas sobre continuar a interpretar o super-herói subaquático, papel que assumiu pela primeira vez em 2017 no filme “Liga da Justiça”, e depois no filme solo que arrecadou $1,15 bilhões em 2018. Ao avaliar o potencial de um terceiro filme após “Aquaman 2: O Reino Perdido”, ele disparou: “A verdade é — quero dizer, se o público amar, ainda há uma possibilidade”, disse ele ao ET. “Mas agora, estou tipo, ‘Não parece muito bom.'” Momoa mencionou como motivo para a dúvida as mudanças na liderança da DC, com James Gunn e Peter Safran desejando “começar a sua própria coisa”. Mesmo expressando seu desejo de continuar como Aquaman, ele reconheceu que “não é realmente, tipo, uma escolha”. Estas declarações surgem apesar de “Aquaman 2: O Reino Perdido” ter uma projeção de abertura de US$ 50 milhões a US$ 60 milhões na América do Norte. O filme chega quase cinco anos após o lançamento do primeiro “Aquaman”, que se tornou o filme de maior bilheteria da DC. O ator também falou que está aberto a novos papéis – há boatos fortes de que ele viverá Lobo no novo DCU. “Se houver um lugar no mundo deles para mim, adoraria fazer parte disso. Esta é a minha casa. Warner e DC são definitivamente a minha casa. Então, é tudo o que direi.”

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