Bruce Dickinson vai estrear no cinema como cantor cover do ABBA
O cantor Bruce Dickinson, conhecido pela carreira à frente da banda de heavy metal Iron Maiden, vai estrear como protagonista de cinema no filme “Bjorn of the Dead”, uma comédia de terror inspirada pela banda pop ABBA. A história foi roteirizada pelo filho do vocalista de metal, Austin Dickinson. Passado no mundo das bandas cover, a trama gira em torno de uma banda tributo do ABBA, que vem fazendo shows para plateias cada vez mais vazias. Quando estão prestes a desistir, acontece o apocalipse e eles percebem que precisam se unir para salvar a humanidade e o futuro da música. Vale apontar que o título faz um trocadilho com “Shaun of the Dead” (2004), famosa comédia britânica de zumbis de Edgar Wright, lançada no Brasil como “Todo Mundo Quase Morto” – e o título dessa produção já era trocadilho com “Dawn of the Dead”, o clássico de zumbis de George A. Romero, que foi batizado de “Despertar dos Mortos” no mercado nacional. Dirigido por Elza Kephart (“Slaxx”), “Bjorn of the Dead” vai contar com outras participações especiais do mundo do rock. O produtor Andrew Prendergast (“Tubarão: Mar de Sangue”) classificou a trama como “uma história exemplar sobre os bastidores da indústria da música”.
Após repúdio, Letícia Sabatella se desculpa por fake news da guerra entre Israel e Hamas
A atriz Letícia Sabatella precisou se desculpar publicamente após repostar uma notícia falsa grave sobre a guerra entre Israel e o grupo extremista Hamas. No último domingo (5/11), ela repostou um texto com informação claramente mentirosa: “A maior parte dos civis israelenses mortos no ataque terrorista do Hamas em 7/10/23 foi abatida por soldados israelenses”. Essa foi a data em que o Hamas invadiu a fronteira sul israelense, executou moradores da região e promoveu um massacre em um festival de música eletrônica em Israel. Na segunda-feira, a Conib (Confederação Israelita do Brasil) emitiu uma nota de repúdio contra a artista: “A atriz postou mensagem questionando que o Hamas tenha sido autor das atrocidades cometidas pelo grupo terrorista no sul de Israel. Os terroristas do Hamas invadiram Israel em 7 de outubro 10 e mataram mais de 1.300 pessoas, incluindo crianças, mulheres, idosos e gestantes. Outras centenas de pessoas foram sequestradas, inclusive dezenas de crianças. Entre os mortos e sequestrados há cidadãos de mais de 20 nacionalidades, inclusive brasileiros”. A entidade completou: “O pior massacre contra o povo judeu desde o Holocausto foi gravado e divulgado pelos próprios terroristas. Mensagens como essa de Sabatella são mentiras hediondas, dolorosas e ofensivas, verdadeiros obstáculos para a paz que todos almejamos”. Pedido de desculpas Nesta quarta-feira (8/11), Letícia Sabatella veio às redes sociais se desculpar pelo compartilhamento. Em sua defesa, ela disse: “Fui enganada”. “Eu, Letícia Sabatella, venho a público para pedir desculpas pela postagem feita sobre a guerra entre Hamas e Israel. Errei gravemente ao citar dados que não condizem com a realidade em relação ao atentado terrorista praticado pelo Hamas em 7 de outubro. Fui enganada por uma informação falsa, por uma fake news, e assumo o erro de ter compartilhado e reproduzido”, iniciou seu comunicado. “Peço reiteradas desculpas à comunidade judaica brasileira e ressalto que, tanto na minha vida pessoal quanto em minhas redes sociais, busco usar minha voz como pessoa pública para falar da construção de uma sociedade mais justa, com mais informação, amor e equilíbrio”, continuou. Na sequência, Letícia afirmou que clama pela paz e fica consternada com o número de mortos no conflito: “Ao solidarizar-me com o profundo sofrimento ao qual os civis palestinos estão submetidos, preciso esclarecer que jamais banalizei as perdas de Israel. Os mortos, feridos e reféns feitos no ataque terrorista, sem precedentes, do Hamas igualmente me causam consternação”. Ela completou introduzindo outro assunto polêmico: “Esta nota visa esclarecer que divulgar falas como as de Agnès Callamard, secretária-geral da Anistia Internacional, sobre os 16 anos do bloqueio ilegal de Israel terem transformado Gaza na maior prisão ao ar livre do mundo, pedindo ação da comunidade internacional para evitar que ela se transforme em um cemitério gigante, não faz de mim uma pessoa antissemita. Esta atitude só demonstra o meu compromisso de toda vida com a defesa dos direitos universais dos seres humanos, e, no caso, o direito à vida das crianças palestinas. Pois nada pode justificar este morticínio de tantos inocentes.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leticia Sabatella 🌺🐝 (@leticia_sabatella)
Comédia de Natal de Eddie Murphy ganha primeiro trailer
A Prime Video divulgou os pôsteres e o trailer de “A Batalha de Natal” (Candy Cane Lane), comédia natalina estrelada por Eddie Murphy. No filme, o personagem de Murphy é um pai de família obcecado por uma competição de decoração de casas no Natal. Para vencer seu vizinho, ele vai atrás de uma Árvore de Natal especial numa lojinha obscura, que se revela o esconderijo de uma elfa do mal. Ao assinar a compra, ele acaba fechando, sem saber, um contrato para se tornar uma das miniaturas que decoram a Árvore. Mas não se dá por vencido e, com a ajuda da mulher e os filhos, resolve enfrentar a vilã de poderes sobrenaturais e salvar o Natal – pelo menos, o seu Natal. A produção é o segundo filme de Murphy na plataforma de streaming. Após o sucesso de “Um Príncipe em Nova York 2” em 2021, o ator fechou um contrato para estrelar três filmes da Prime Video. O projeto também marca um reencontro entre o astro e o diretor Reginald Hudlin, 30 anos após trabalharem juntos em “O Príncipe das Mulheres”, um dos maiores sucessos da carreira de Murphy. E também conta com o produtor daquele filme, Brian Grazer. O roteiro é de Kelly Younger (“Muppets Haunted Mansion: A Festa Aterrorizante”) e o elenco também destaca Tracee Ellis Ross (“Black-ish”) como a esposa de Murphy, Genneya Walton (“Eu Nunca…”), Madison Thomas (“9-1-1”) e Thaddeus J. Mixson (“Creed III”) como os filhos, e Jillian Bell (“Mistério em Paris”) como a elfa maligna – além de Nick Offerman (“Parks and Recreation”), Chris Redd (“Saturday Night Live”), Robin Thede (“A Black Lady Sketch Show”) e Ken Marino (“Party Down”). A estreia vai acontecer em 1 de dezembro.
Novo trailer de “As Marvels” revela participação de Valquíria
A Marvel divulgou novo trailer de “As Marvels”, na véspera da estreia do filme que reúne pela primeira vez um time de heroínas femininas do estúdio. A prévia busca fazer uma ligação do longa com o blockbuster “Vingadores: Ultimato”, abrindo com cenas dos heróis daquele filme. Mas sua principal novidade é a revelação da participação de Valquíria (Tessa Thompson) na trama. O filme vai mostrar o primeiro encontro entre Carol Danvers (Brie Larson, a “Capitã Marvel”), Monica Rambeau (Teyonah Parris, introduzida em “WandaVision”) e Kamala Khan (Iman Vellani, a “Ms. Marvel”), após acidentalmente trocarem de lugar ao usarem seus poderes. A confusão é criada por uma inimiga da Capitã Marvel para dificultar que a heroína impeça seus planos de destruição. Mas a vilã Dar-Benn (Zawe Ashton, de “Obsessão”) não contava que isso transformaria o trio em aliadas. “As Marvels” foi escrito por Megan McDonnell (da equipe de “WandaVision”) e dirigido por Nia DaCosta (“A Lenda de Candyman”), e também destaca a participação de Samuel L. Jackson no papel de Nick Fury. A estreia está marcada para 9 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Ghostbusters enfrentam Apocalipse de Gelo no trailer do novo filme
A Sony divulgou o primeiro trailer do novo filme de “Ghostbusters” (conhecido no Brasil também como “Os Caça-Fantasmas”). Intitulado “Ghostbusters: Apocalipse de Gelo” (Ghostbusters: Frozen Empire), a prévia começa de forma épica, com o clima de verão interrompido por uma tempestade de gelo grandiosa e de consequências fatais. Mas não se trata apenas de um fenômeno meteorológico bizarro e sim de um novo caso para os Caça-Fantasmas, tanto os clássicos quanto os novos, que se juntam para enfrentar uma ameaça capaz de gelar de medo. A produção volta às origens dos primeiros longas da década de 1980 ao ser novamente ambientada em Nova York e com os figurinos clássicos dos personagens, dando sequência aos eventos do filme anterior, com Carrie Coon (“O Estrangulador de Boston”), Finn Wolfhard (“Stranger Things”) e McKenna Grace (“O Conto de Aia”) como os herdeiros do legado do Dr. Egon Spengler (o falecido Harold Ramis), acompanhados pelo professor dos adolescentes, vivido por Paul Rudd (“Homem Formiga”). O elenco da nova continuação também voltará a contar com Ernie Hudson no papel do Caça-Fantasma original Winston Zeddmore, que agora é um benfeitor da nova geração, além de trazer participações de Bill Murray e Dan Aykroyd como Peter Venkman e Raymond Stantz, protagonistas dos primeiros filmes. Já as novidades incluem Kumail Nanjiani (“Eternos”), Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”), James Acaster (“Cinderela”) e Emily Alyn Lind (“Gossip Girl”). Diretor do filme anterior – e filho do diretor dos filmes originais – , Jason Reitman assina produção e roteiro, passando a direção para Gil Kenan, que coescreveu com ele “Ghostbusters: Mais Além”. A estreia está marcada para 28 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Trailer apresenta nova versão do clássico “Meninas Malvadas”
Nada como uma quarta, dia de vestir rosa, para a Paramount divulgar o pôster e o primeiro trailer da nova versão de “Meninas Malvadas”. Embalada pelo hit “Get Him Back!”, de Olivia Rodrigo, a prévia mostra que a premissa básica continua a mesma, mas as piadas são todas novas. Entretanto, a refilmagem da comédia clássica de 2004 deveria ser um musical. O trailer não tem nenhuma cena dançante, à exceção de um trecho desastroso da famosa apresentação natalina das Plásticas. Como a maioria ainda lembra, “Meninas Malvadas” foi uma das mais bem-sucedidas comédias teen dos anos 2000. A trama trazia Lindsay Lohan como uma aluna nova que tentava se enturmar com a turma das garotas populares liderada pela personagem de Rachel McAdams. As atrizes Lacey Chabert e Amanda Seyfried completavam o time das malvadinhas, enquanto Lizzy Caplan representava as excluídas. Mesma história, novo elenco A nova versão acompanha Angourie Rice (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) no papel de Cady, uma jovem recém-chegada numa nova high school, onde se depara com uma profusão de grupinhos distintos e o domínio das Plásticas, as meninas mais invejadas, comandadas pela cruel Regina George – agora vivida por Reneé Rapp (“A Vida Sexual das Universitárias”). A líder das populares do colégio segue paparicada por suas amigas Gretchen (Bebe Wood, de “Com Amor, Victor”) e Karen (Avantika, de “De Volta ao Baile”) mandando em tudo e em todos. Sentindo-se isolada, a novata é acolhida por Janis (Auli’i Cravalho, de “Crush”), supostamente a garota alternativa da turma, e o gay Damian (o cantor Jaquel Spivey), que a convencem a se infiltrar no grupo das Plásticas para saber todos os podres que elas escondem. Só que, em meio a sua transformação numa falsa Plástica, Cady se apaixona pelo gato da classe, Aaron Samuels (Christopher Briney, de “O Verão que Mudou Minha vida”), e logo passa a agir como uma verdadeira Plástica. Ou seja, é a mesma história que os fãs conhecem, com direito a frases decoradas. O remake é uma adaptação do musical da Broadway inspirado pelo filme original, e conta com produção de Lorne Michaels (criador do programa humorístico “Saturday Night Live”) e Tina Fey (roteirista do filme de 2002). Fey também escreveu a atualização para o cinema e volta a aparecer no elenco como uma das professoras da turma. Além dela, o ator Tim Meadows (“O Halloween de Hubie”) reprisa o papel do diretor da escola. No elenco “adulto”, a principal novidade é a participação de Jon Hamm (“Mad Men”) como professor de educação física. A direção está à cargo de Arturo Perez e Samantha Jayne (ambos da série “Quarter Life Poetry”). Originalmente desenvolvido para a plataforma de streaming Paramount+, o filme acabou mudando seu destino e agora será lançado no cinema em 11 de janeiro no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.
Game “The Legend of Zelda” vai virar filme
A popular franquia de videogames “The Legend of Zelda” ganhará uma versão cinematográfica em live-action (com atores reais). O anúncio foi feito por Shigeru Miyamoto, lendário criador e desenvolvedor de jogos da Nintendo, na conta oficial da empresa no X/Twitter. Ele contou que tinha começado a desenvolver oficialmente o projeto com o produtor Avi Arad, parceiro da Sony nos filmes do “Homem-Aranha”. “Vai levar tempo até a conclusão, mas espero que estejam ansiosos para vê-lo”, declarou Miyamoto. O projeto cinematográfico será dirigido por Wes Ball, conhecido pela trilogia “Maze Runner” e que também assina o vindouro “Planeta dos Macacos: O Reino”, e contará com roteiro de Derek Connolly, de “Jurassic World”. A produção terá envolvimento direto da Nintendo, com mais de 50% do financiamento, e distribuição a cargo da Sony. Após superar a hesitação histórica da Nintendo em adaptar suas franquias para o cinema, após o trauma pelo fracasso do “Super Mario Bros.” de 1993, a empresa alcançou um novo marco com a animação “Super Mario Bros. – O Filme” neste ano, que se tornou um sucesso estrondoso de bilheteria. Agora, as adaptações se tornaram uma prioridade. História do game “The Legend of Zelda” segue o guerreiro elfo Link em sua missão de derrotar o maléfico Ganon e salvar a princesa Zelda do reino de Hyrule. A franquia foi lançada originalmente no Japão com o nome “The Hyrule Fantasy: Zelda no Densetsu” em fevereiro de 1986. Concebido pelos designers de jogos japoneses Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka, o primeiro jogo apresentou o elfo Link, que busca coletar os oito fragmentos da Triforce da Sabedoria para resgatar a Princesa Zelda do vilão Ganon, oferecendo aos jogadores uma perspectiva de cima para baixo de um mundo aberto e masmorras, com foco na ação e aventura. A série ficou conhecida por inovar tanto em narrativa quanto em tecnologia, com o jogo “The Legend of Zelda: Breath of the Wild” de 2017 e sua sequência de 2022, “Tears of the Kingdom”, frequentemente citados entre os melhores jogos de todos os tempos. Até o momento, há mais de 20 jogos principais na série. O título mais recente, “Tears of the Kingdom”, obteve um sucesso significativo, vendendo mais de 10 milhões de cópias nos primeiros três dias após o lançamento3. O sucesso da franquia é inegável, com vendas que ultrapassam 150 milhões de unidades até setembro. O primeiro filme de “Zelda” ainda não possui data de lançamento confirmada.
“Five Nights at Freddy’s” supera Taylor Swift e Mussum nos cinemas brasileiras
A liderança das bilheterias de cinema do Brasil permaneceu com “Five Nights at Freddy’s” pelo segundo fim de semana consecutivo. O terror baseado em videogame arrecadou R$ 12,69 milhões e foi visto por 646 mil pessoas entre quinta-feira e domingo (5/11), segundo dados da consultoria Comscore. Em 2º lugar, ficou a estreia do documentário de show “Taylor Swift: The Eras Tour”, que faturou R$ 4,99 milhões e atraiu 113 mil espectadores. A animação “Trolls 3 – Juntos Novamente” fechou o pódio com renda de R$ 3,99 milhões. “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, fez mais R$ 2 milhões e ficou em 4º, à frente da estreia de “Mussum, O Filmis”, que faturou R$ 1,99 milhão e registrou público de 93 mil pessoas. Ao todo, os cinemas somaram R$ 32,71 milhões de bilheteria e 1,44 milhão de espectadores no fim de semana no Brasil.
Plano em Família | Trailer traz Mark Wahlberg como pai de família letal
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “Plano em Família” (The Family Plan), comédia de ação estrelada pelo ator Mark Wahlberg. A história é típica das reprises de Sessão da Tarde. No filme, Mark é um pai de família suburbano que tem a identidade de ex-assassino secreto descoberta por antigos inimigos. Sem revelar seu passado para a mulher e os três filhos, eles escapam numa viagem de carro para Las Vegas, evitando tiros e atentados sem que a família desconfie de nada. Até que verdade vem à tona, com o fim das “mentiras verdadeiras” (true lies) do protagonista sob o cerco de seus inimigos. O filme tem roteiro de David Coggeshall (“Órfã 2: A Origem”) e direção de Simon Cellan Jones (da série “A Diplomata”). O elenco ainda inclui Michelle Monaghan (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) como a esposa, além de Zoe Colletti (“Histórias Assustadoras para Contar no Escuro”), Van Crosby (“Splitting Up Together”), Saïd Taghmaoui (“Mulher-Maravilha”), Maggie Q (“A Professional”) e Ciarán Hinds (“Game of Thrones”). A estreia está marcada para o dia 15 de dezembro.
Lift: Roubo nas Alturas | Kevin Hart lidera time de ladrões em trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Lift: Roubo nas Alturas”, nova comédia de ação estrelada por Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”). No filme, ele vive Cyrus Whitaker, o líder de uma equipe internacional de ladrões de alto nível, que é alistado por uma agente federal, papel de Gugu Mbatha-Raw (“Loki”), para roubar US$ 500 milhões em ouro de um avião em pleno voo, a mais de 12 mil metros de altitude. O trailer mostra Hart explicando a tarefa quase impossível aos seus companheiros e avisando que eles irão para a prisão se não conseguirem. “Meio bilhão em ouro está a caminho de uma célula terrorista”, ele justifica. Mas após formularem o plano, inúmeras complicações acontecem durante a missão, fazendo com que a equipe tenha que improvisar. O elenco também inclui Vincent D’Onofrio (“Demolidor”), Úrsula Corberó (“La Casa de Papel”), Paul Anderson (“Peaky Blinders”), Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), Viveik Kalra (“A Música da Minha Vida”), Yun Jee Kim (“É Tudo Seu”), Jacob Batalon (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Jean Reno (“A Pantera Cor de Rosa”) e Sam Worthington (“Avatar”). A direção é de F. Gary Gray (“Velozes & Furiosos 8”) e a estreia está marcada para 12 de janeiro de 2024.
Bilheteria | “Five Nights at Freddy’s” mantém liderança nos EUA
O terror sem sangue “Five Nights at Freddy’s” manteve a liderança das bilheterias nos EUA pela segunda semana consecutiva, favorecido pela greve dos atores dos EUA. Inicialmente, o fim de semana seria marcado pela estreia de “Duna: Parte Dois”, mas a proibição de promoções por parte dos atores, devido à greve, fez com que este lançamento fosse adiado para 2024. A Legendary Pictures, detentora da franquia “Duna”, entende que o elenco, que inclui Zendaya e Timothée Chalamet, é crucial para promover seu lançamento. Sem rivais de peso, “Five Nights at Freddy’s” arrecadou US$ 19,4 milhões, marcando uma queda assustadora de 76% em relação à semana de estreia, graças à disponibilidade simultânea do filme na plataforma Peacock. Mesmo assim, a adaptação do videogame ultrapassou a marca de US$ 100 milhões em menos de 10 dias. No exterior, onde está disponível apenas nos cinemas, o filme fez expressivos US$ 35,6 milhões, acumulando globalmente US$ 217,1 milhões, um retorno considerável para uma produção de orçamento modesto – custou “apenas” US$ 20 milhões. Com isso, “Five Nights at Freddy’s” tornou-se o segundo título de horror de 2023 a ultrapassar a arrecadação de US$ 200 milhões, seguindo “A Freira 2”, que acumula US$ 265,9 milhões. Outros destaques da bilheteria A arrecadação de “Taylor Swift: Eras Tour” também continua a impressionar. Em 2º lugar, acumulando mais US$ 13 milhões neste fim de semana, o documentário mais visto de todos os tempos já rendeu US$ 165 milhões na América do Norte e US$ 231 milhões mundiais. Em 3º lugar, “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, arrecadou US$ 7 milhões, totalizando uma receita doméstica de US$ 52,3 milhões após três fins de semana. O drama de época, que é uma grande aposta para a temporada de premiações, soma US$ 119 milhões mundiais, mas seu custo foi de US$ 200 milhões (fora despesas de P&A – cópias e publicidade). A biografia de Priscilla Presley dirigida por Sofia Coppola, “Priscilla”, ficou com o 4º lugar ao arrecadar US$ 5,1 milhões, após expansão de seu lançamento limitado para o circuito mais amplo de cinemas em todo o país. Exibida em 1.344 cinemas, bem menos que os demais títulos em cartaz, a produção superou as expectativas da indústria e foi vista majoritariamente por um público jovem e feminino. Apesar do lançamento nos EUA, a produção do estúdio independente A24 ainda vai demorar dois meses para chegar no Brasil – em 4 de janeiro. Finalizando o Top 5 na América do Norte, a dramédia mexicana “Radical”, estrelada e produzida por Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), teve uma estreia de US$ 2,7 milhões em somente 419 cinemas. “Radical” chegou aos EUA após se consagrar como sucesso de bilheteria no México, onde virou um dos filmes mais bem-sucedidos da era pós-pandêmica, com mais de US$ 5 milhões em vendas locais de ingressos, segundo os produtores. Não há previsão de estreia no Brasil. Fracassos da semana A estreia de “O que Acontece Depois”, que marca a volta de Meg Ryan (“Sintonia do Amor”) às comédias românticas, foi um dos fracassos da semana. Sem conseguir atrair um grande público, o filme sobre o reencontro inesperado de um casal de ex-namorados num aeroporto, abriu na 9ª posição com uma receita de US$ 1,5 milhão, proveniente de 1.492 salas de cinema. A produção também não tem previsão para chegar aos cinemas brasileiros. Outro novo lançamento, o thriller psicológico “A Filha do Rei do Pântano” – que já passou pelo Brasil – , teve um desempenho ainda pior. O thriller estrelado por Daisy Ridley (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), no papel da filha de um sequestrador que foge da prisão, abriu na 12ª posição, com uma receita desanimadora de US$ 820 mil em 1.055 locais. Trailers Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | FIVE NIGHTS AT FREDDY’S – O PESADELO SEM FIM 2 | TAYLOR SWIFT: THE ERAS TOUR 3 | ASSASSINOS DA LUA DAS FLORES 4 | PRISCILLA 5 | RADICAL
Peter White, da pioneira obra gay “Os Rapazes da Banda”, morre aos 86 anos
Peter White, conhecido por sua atuação na longeva novela americana “All My Children” e por seu papel marcante em “Os Rapazes da Banda” (The Boys in the Band), tanto na versão original da peça quanto na adaptação cinematográfica, faleceu na última quarta-feira (1/11), aos 86 anos, de melanoma em sua residência em Los Angeles. Nascido em 10 de outubro de 1937, em Nova York, Peter White iniciou sua carreira em novelas – ou, como chamam os americanos, soup operas – , com um papel em “The Secret Storm”, em 1965. No entanto, foi sua atuação como Alan McCarthy, o personagem enrustido na peça de Mart Crowley, “Os Rapazes da Banda”, que o catapultou para o estrelato. A peça, que estreou off-Broadway em abril de 1968, girava em torno de um grupo de homens gays que se reuniam para uma festa de aniversário, desafiando os estereótipos e a representação de personagens gays na época. Os Rapazes da Banda “Os Rapazes da Banda” não apenas marcou um ponto de virada na carreira de White, mas também na representação de personagens gays no teatro americano. Antes disso, personagens gays eram muitas vezes enrustidos ou demonizados. No entanto, o drama trouxe à tona a vida e as lutas de amigos gays de uma maneira nunca antes vista. White estava trabalhando ao lado de Myrna Loy em uma produção itinerante de “Barefoot in the Park” quando foi oferecida a oportunidade de participar de “Os Rapazes da Banda”. Ele hesitou inicialmente devido ao risco associado, conforme recordou numa entrevista de 2008: “As coisas estavam realmente se movendo para mim; eu estava indo muito bem, e eu pensei, ‘Eu não preciso desse tipo de risco'”. Foi um conselho da atriz que o persuadiu a aceitar o papel. “Peter, se você vai ser um ator, você vai ter que correr alguns riscos na sua vida”, disse Mirna Loy, que se tornou sua mentora. “Na noite de estreia, nenhum de nós sabia o que tínhamos”, ele continuou. “Todos nós apenas pensávamos, ‘É uma peça, é algo novo, é diferente e é bom’. Era uma plateia 100% gay — e então, no dia seguinte, foi uma loucura!”. As filas davam volta no quarteirão. E o sucesso persistiu por semanas, meses, anos. “Os Garotas da Banda” teve mais de mil apresentações. A ressonância da peça foi tal que, ainda em 1970, foi adaptada para o cinema sob a direção de William Friedkin (“O Exorcista”), com White reprisando seu papel como Alan McCarthy. O longa também marcou época no cinema, como uma das primeiras produções de Hollywood a retratar personagens gays de maneira aberta e sem julgamentos, e é considerado uma das obras mais importantes da representação LGBTQIAPN+ nas telas. Na época, foi um escândalo, mas fez bem para a carreira de Friedkin, que demonstrou habilidade em lidar com material provocativo e complexo, e estabeleceu-o como um diretor disposto a correr riscos e a desafiar as convenções de Hollywood. Seus filmes seguintes foram indicados ao Oscar. Outros papéis Após “Os Rapazes da Banda”, White teve uma carreira diversificada, com participações em várias séries de TV como “The Colbys”, “Star Trek: Deep Space Nine” e “The West Wing”, e filmes como “Dave” (1993) e “Armageddon” (1998). Mas seu papel mais conhecido nos EUA foi o de Linc Tyler em “All My Children”, que ele interpretou por mais de quatro décadas. White interpretou Lincoln Tyler, filho da matriarca severa de Pine Valley, Phoebe Tyler (interpretada por Ruth Warrick), de 1974 a 1980, e retornou de forma recorrente para novas temporadas em 1981, 1984, 1986, 1995 e 2005. Foi uma colega de elenco, Kathleen Noone, que interpretou Ellen Shepherd Dalton na novela, que compartilhou a notícia de seu falecimento, destacando que White morreu de melanoma em sua casa em Los Angeles na quarta-feira.
Vem aí “Barbenheimer”, filme sobre boneca que cria bomba atômica
“Barbenheimer” é real. O termo foi cunhado para refletir o sucesso do lançamento simultâneo dos filmes “Barbie”, sobre a boneca famosa, e “Oppenheimer”, cinebiografia do cientista que criou a bomba atômica, mas agora vai virar título de um longa inédito, realizado por uma produtora de terrores baratos. A trama surreal de “Barbenheimer” vai girar em torno de uma boneca chamada Bambi J Barbenheimer, cientista que vive em Dolltopia, um mundo colorido de festas e praias. Quando ela visita o mundo real e testemunha o tratamento que crianças dão às bonecas, ela decide construir uma bomba nuclear para destruir tudo. A ideia partiu do produtor e roteirista Charles Band, que nos anos 1980 transformou sua Empire Pictures numa meca de terrores cultuados em VHS. A produtora faliu em 1988, mas Band seguiu em frente com a Full Moon, produzindo até sequências de seus clássicos originais. Questionado pela revista The Holllywood Reporter se seu novo filme seria apenas uma oportunidade de lucrar em cima do fenômeno, Band respondeu ser “100% verdade”. Mas acrescentou: “É também uma oportunidade de se divertir com a parceria dos dois filmes, combinando a energia de ‘Barbie’ e a sobriedade de ‘Oppenheimer’. Você mistura os dois e tem uma grande oportunidade de humor sombrio”. Vem aí um novo blockbuster?












