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    Esquadrão Suicida: Novo trailer é o melhor dos filmes de quadrinhos de 2016

    20 de janeiro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou o novo trailer legendado de “Esquadrão Suicida”. Ao som de “Bohemian Rhapsody”, do Queen, a prévia esclarece a premissa, mostrando os vilões encarcerados e a explicação para sua reunião num time. Mas a forma como as cenas são apresentadas, com imagens intensas, interpretação alucinada e frases ácidas, supera as expectativas. Trata-se do melhor trailer de filmes de quadrinhos de 2016. E uma coisa já deixa claro: Margot Robbie (“Golpe Duplo”), como Arlequina, será tão icônica quanto a Mulher Gato de Michelle Pfeiffer. Além de Robbie, o elenco inclui Will Smith (também de “Golpe Duplo”) como o Pistoleiro, Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”) como Coringa, Cara Delenvigne (“Cidades de Papel”) como Magia, Jai Courteney (“Divergente”) como Capitão Bumerangue, Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Pompeia”) como o Crocodilo, Joel Kinnaman (“RoboCop”) como Rick Flagg, Adam Beach (“A Conquista da Honra”) como Amarra, Jay Hernandez (“O Albergue”) como El Diablo, a estreante Karen Fukuhara como Katana e Viola Davis (série “How to Get Away with Murder”), que, na pele de Amanda Waller, é a responsável por convencer os vilões a participarem de uma missão suicida em troca da redução de suas penas. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Tudo parece natural em Boi Neon, filme de sensibilidade extraordinária

    20 de janeiro de 2016 /

    Apesar de ser um aspecto da cultura popular, que coexiste com shows de bandas de forró, a vaquejada não é muito bem vista por quem vê crueldade na brincadeira de laçar o boi e fazê-lo ir ao chão. De fato é, mas também não se pode negar sua existência, nem perceber o quanto se trata de um tipo de negócio que movimenta uma quantidade significativa de pessoas, principalmente nas cidades do interior do Nordeste. “Boi Neon”, o novo longa-metragem de Gabriel Mascaro, não só trata do assunto, como tem a ousadia de mostrar a vida das pessoas que atuam em seus bastidores, personagens que não passariam de figurantes na lógica de qualquer outro filme convencional, uma vez que o cinema costuma privilegiar quem fica sob os holofotes ou tem uma história de vida mais ligada a uma trajetória de sucesso. Mascaro inverte também a lógica de gênero, evitando mostrar um vaqueiro com os estereótipos mais comuns. Iremar, interpretado por Juliano Cazarré (“Serra Pelada”), trabalha nos currais, sendo responsável por limpar o rabo do boi e prepará-lo para os peões do espetáculo. No entanto, ele sonha em trabalhar com confecção, especialmente feminina. Até tem uma máquina de costuma bem simples e monta seus manequins a partir do que encontra no lixão. E convive com uma mulher que também foge ao estereótipo feminino, Galega, a mãe solteira vivida por Maeve Jinkings (“O Som ao Redor”), que dirige o caminhão da trupe. Como já havia mostrado em seu trabalho anterior, “Ventos de Agosto” (2014), Mascaro demonstra uma obsessão pelos corpos, seja do homem ou da mulher (e, no caso de “Boi Neon” também dos animais), e muito da força do filme vem do modo como ele visualiza esses corpos. Algumas cenas, porém, podem até ser consideradas fortes, levando em consideração como o cinema brasileiro vem se domesticando desde a década de 1990, com a chamada retomada. De fato, o cineasta pernambucano inclui em seu filme imagens explícitas de sexo (com direito a membro em ereção) e não hesita em mostrar uma cena com um cavalo que certamente vai dar o que falar durante e depois das sessões, até por ser também engraçada. Mas apesar de se destacar dentro da estrutura narrativa, essas cenas não são feitas com um intuito sensacionalista, mas para mostrar os corpos como algo natural, ainda que momentos íntimos, como o sexo, o banho e a depilação, sejam considerados de natureza privada. Além da naturalidade com o trato do corpo, também pode causar estranheza ao grande público a estrutura pouco convencional da narrativa, que foge ao tradicional formato “introdução-desenvolvimento-conclusão”, embora esses elementos estejam presentes, mas de uma maneira mais moderna, por assim dizer. Mascaro privilegia o recorte de determinados momentos das vidas de seus personagens, e lhes dá profundidade. A força de cada cena e diálogo do filme, desde as simples conversas de Iremar com a garotinha que não tem contato com o pai, com os outros vaqueiros colegas ou com Galega, é captada com um senso de realismo impressionante, como já se podia notar em “Ventos de Agosto”, e próprio de um diretor que começou com documentários. Não por acaso, as cenas das vaquejadas se destacam como apropriações de eventos reais. Mas a experiência documental também pode ser traçada em sua opção por focar os bastidores e os personagens menos evidentes das vaquejadas. É fácil entender porque “Boi Neon” fez tanto sucesso no circuito dos festivais internacionais – foi premiado nos festivais de Veneza, Toronto, Rio, Nantes, Hamburgo e Adelaide, entre outros. Difícil é não ficar encantado com a sensibilidade do filme e a forma extraordinária com que capta a vida de pessoas tão simples.

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    Ettore Scola (1931 – 2016)

    20 de janeiro de 2016 /

    Morreu o cineasta Ettore Scola, um dos principais nomes do cinema italiano. Ele faleceu na terça-feira (19/1), aos 84 anos de idade. O diretor estava internado em um hospital de Roma desde o último domingo (17), em coma no departamento cardiológico da instituição, de acordo com informações da agência de notícias ANSA. Nascido em 1931 na pequena comuna italiana de Trevico, na província de Avellino, Scola se dedicou ao cinema após estudar Direito e atuar como jornalista, ocasião em que conviveu com o futuro colega de profissão Federico Fellini. A amizade com Fellini, por sinal, marcou sua carreira. Além de dirigir o colega, que participou como ator de “Nós Que Nos Amávamos Tanto” (1974), Fellini foi o tema do último filme de sua carreira, o documentário “Que Estranho Chamar-se Federico”, de 2013. Scola começou no cinema como roteirista de comédias ligeiras, como “O Solteirão” (1955), “Um Conde à Italiana” (1957), “Totó na Lua” (1958), “Caprichos de Mulher” (1958), “Aquele Que Sabe Viver” (1962) e outras similares, e continuou no gênero ao passar para trás das câmeras, estreando como cineasta em 1964 com a comédia “Fala-se de Mulheres”, seguida por “Por um Milhão de Dólares” (1964), o início de sua longa colaboração com Victorio Gassman, que o acompanharia em diversos filmes. Sem abrir mão do humor, sua filmografia foi enveredando pela crítica social, destilando comentários ácidos sobre o país e a humanidade em geral. A mudança de tom começou por “Ciúme à Italiana” (1970), que também marcou sua primeira parceria com Marcello Mastroianni. A trama girava em torno de um triângulo amoroso, formado ainda pela bela Monica Vitti e Giancarlo Giannini, mas era mera desculpa para a sátira social e experimentalismo formal do diretor, que fazia os personagens defenderem seus pontos de vista falando diretamente para o público. Ele voltou a trabalhar com Mastroianni em “Rocco Papaleo” (1971), focando as dificuldades encontradas por imigrantes no exterior – o filme se passa nos EUA. Mas o ponto de virada se deu com “Nós Que Nos Amávamos Tanto” (1974), um balanço de geração que havia sonhado com um mundo melhor nos anos 1960 e agora via-se obrigada a fazer um balanço de seus fracassos. Mas a consagração definitiva veio com “Feios, Sujos e Malvados” (1978), pelo qual recebeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes. Povoado por personagens extremos, o filme acompanhava os integrantes de uma família miserável e desregrada, que passavam o tempo planejando como transar ou matar uns aos outros. Considerado uma obra-prima, “Feios, Sujos e Malvados” é também um dos retratos mais impiedosos da raça humana. Ele realizou muitos outros filmes excepcionais, como “Um Dia Muito Especial” (1977), em que Marcello Mastroianni e Sophia Loren parecem ser os únicos a não se entusiasmar com a visita de Hitler à Itália em 1938, “O Terraço” (1980), que, ao abordar o direito à felicidade, lhe deu o prêmio de Melhor Roteiro em Cannes, “Casanova e a Revolução”, com Mastroianni vivendo um Casanova envelhecido, e o fenomenal “O Baile” (1983), em que a música e a dança contam a história, sem diálogos, de 50 anos da humanidade. Após a indicação de “O Baile” ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Scolla dirigiu seu segundo filme parcialmente falado em inglês, “Macaroni” (1985), em que Jack Lemmon (“Quanto Mais Quente Melhor”) se juntou a Mastroianni numa viagem à Itália. Ele ainda dirigiu Mastroianni em “Splendor” (1989), uma homenagem ao cinema, e “Che Ora È?” (1989), em que pai e filho tentam acertar suas diferenças. Outra de suas musas foi a atriz francesa Fanny Ardant, que o diretor comandou nos clássicos “A Família” (1987) e “O Jantar” (1998). Scolla também dirigiu um grande elenco francês em “A Viagem do Capitão Tornado” (1990), sua homenagem ao teatro, que acompanhava uma companhia itinerante da Idade Média, que incluía Emmanuelle Béart, Jean-François Perrier e Ornella Muti. Mestre do cinema, Scolla não diferenciava entre humor e drama para realizar seus retratos vibrantes, mas bastante cruéis, da experiência humana. Conforme avançou na idade, também aumentaram suas preocupações com a falência dos valores da sociedade – a crise do cinema em “Splendor” (1988), a crise política em “Mario, Maria e Mário” (1993), a crise social em “A História de um Jovem Homem Pobre” (1995) e a crise moral em “Concorrência Desleal” (2001), entre outras obras, cada vez mais dramáticas e desencantadas. Sua morte foi lamentada por Matteo Renzi, primeiro-ministro italiano, para quem a perda do diretor “deixa um enorme vazio na cultura italiana”.

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    Tirando o Atraso: Robert De Niro e Zac Efron são ridicularizados na divulgação do filme

    20 de janeiro de 2016 /

    O estúdio Lionsgate divulgou quatro cenas sem graça da comédia “Tirando o Atraso” e dois novos pôsteres que ridicularizam seus protagonistas, os atores Robert De Niro e Zac Efron. Incluímos também os pôsteres anteriores, para os mercados francês e americano, para equilibrar a divulgação com a dose de sexismo que faltou nas cenas, mas que extrapolam os limites no trailer. No filme, De Niro é o avô viúvo e safado de Efron, que convence o neto a conduzi-lo numa viagem de luto, logo após o funeral de sua mulher. A jornada acaba se desviando quando a dupla conhece garotas na estrada e o vovô decide aproveitar o “spring break” com muito sexo, drogas e música pop ruim. O elenco ainda inclui Julianne Hough (“Rock of Ages”), Audrey Plaza (série “Parks and Recreation”), Zoey Deutch (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Dermot Mulroney (“Álbum de Família”) e Adam Pally (série “The Mindy Project”). Com direção de Dan Mazer (“Dou-lhes um Ano”), o filme estreia na quinta (21/1) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Esquadrão Suicida: Pôster reúne o time de supervilões dos quadrinhos

    19 de janeiro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou um novo pôster, que junta os integrantes de “Esquadrão Suicida”, filme sobre os supervilões dos quadrinhos da DC Comics. O cartaz saiu logo após uma coleção de grafismos dedicada aos personagens, que também pode ser conferida abaixo. As imagens destacam a Arlequina vivida por Margot Robbie (“Golpe Duplo”), Will Smith (“Golpe Duplo”) como o Pistoleiro, Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”) como Coringa, Cara Delenvigne (“Cidades de Papel”) como Magia, Jai Courteney (“Divergente”) como Capitão Bumerangue, Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Pompeia”) como o Crocodilo, Joel Kinnaman (“RoboCop”) como Rick Flagg, Adam Beach (“A Conquista da Honra”) como Amarra, Jay Hernandez (“O Albergue”) como El Diablo, a estreante Karen Fukuhara como Katana e Viola Davis (série “How to Get Away with Murder”), que, na pele de Amanda Waller, é a responsável por convencer os vilões a participarem de uma missão suicida em troca da redução de suas penas. Escrito e dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), “Esquadrão Suicida” estreia em 4 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    George Clooney se junta aos críticos da falta de artistas negros no Oscar 2016

    19 de janeiro de 2016 /

    O ator George Clooney resolveu se juntar aos críticos da falta de profissionais negros entre os indicados ao Oscar 2016, juntando-se a reclamações de Spike Lee, Jada Pinkett Smith e até da própria presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Cheryl Boone Isaacs. Em comunicado, o ator afirmou que a Academia, como entidade, precisa melhorar no futuro. Ele lembrou que, graças aos discursos de estrelas como Jennifer Lawrence e Patricia Arquette, agora se presta atenção na indústria às desigualdades entre aos salários recebidos por homens e mulheres, e por isso dá razão às reclamações dos artistas negros. “Os artistas negros têm um ponto de reivindicação justo quando alegam que a indústria não está os representando de forma adequada. Acredito que isso é absolutamente certo”, disse o ator, acrescentando que filmes como “Creed: Nascido para Lutar” e “Straight Outta Compton: A História do N.W.A.” poderiam ter sido indicados ao prêmio de Melhor Filme. A Academia listou apenas oito filmes na disputa dos melhores do ano, quando as regras permitem até dez indicações. Ele também avaliou que Will Smith e Idris Alba poderiam estar entre os concorrentes às estatuetas de melhor ator por suas atuações em “Um Homem Entre Gigantes” e “Beasts of No Nation”, respectivamente. E destacou que a ausência de Ava Duvernay (“Selma”) entre os indicados a Melhor Direção no Oscar do ano passado “foi ridícula”. “Há 10 anos, a Academia fazia um trabalho melhor. Havia mais afro-americanos indicados. Mas o problema não é quem são os indicados, mas quantas opções há disponíveis no cinema para as minorias, particularmente em filmes de qualidade”, questionou o ator, que já tem dois Oscars no currículo. Após se dizer “decepcionada” com a falta de diversidade nos indicados ao Oscar pelo segundo ano consecutivo, a presidente da Academia agora está prometendo “grandes mudanças” para as próximas edições da premiação.

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    Angry Birds estrelam comercial de rede de cinema com crítica aos serviços de streaming

    19 de janeiro de 2016 /

    A rede americana de cinemas AMC divulgou um comercial em que os personagens da vindoura animação “Angry Birds” demonstram a diferença entre assistir um filme no cinema e num serviço de streaming. O esquentadinho Red resolve ver um filme em casa, mas tudo dá errado, desde a pipoca de microondas até a dificuldade de conectar o serviço. É a deixa para mudar rapidamente de ideia e encontrar seus amigos no cinema. Por sinal, é uma beleza o cinema da imaginação animada, em que não há filas de estacionamento, de atendimento e sempre há um bom lugar para se sentar entre um público muito bem comportado. Já o filme “Angry Birds”, com direção dos estreantes Clay Kaytis (animador de “Frozen”) e Fergal Reilly (artista de storyboards de “Hotel Transilvânia”), chega aos cinemas de verdade em 12 de maio, no Brasil.

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    Marseille: Série política estrelada por Gérard Depardieu ganha primeiro teaser

    19 de janeiro de 2016 /

    O site Netflix divulgou a primeira foto e o teaser de “Marseille”, série francesa estrelada pelo veterano ator Gérard Depardieu (“Bem-Vindo a Nova York”). Com belas imagens, a prévia acompanha uma flâmula com as cores da bandeira da França decolar voo, até afundar nas águas do Mediterrâneo. Já a foto (acima) mostra uma discussão entre os protagonistas. A série é centrada num político que é prefeito há 25 anos, vivido por Depardieu. Mas com a chegada das eleições, ele enfrentará o homem que escolheu para ser seu sucessor (Benoît Magimel, de “De Cabeça Erguida”). Desenvolvida pelo roteirista Dan Franck (“A Separação”), a 1ª temporada da atração terá oito episódios, sendo que os dois primeiros serão dirigidos pelo cineasta Florent-Emilio Siri (“My Way – O Mito Além da Música”). “Marseille” está sendo produzida pela divisão francesa do site de streaming Netflix, o que fez seu projeto ser comparado a uma versão francesa de “House of Cards”. A estreia acontece em 5 de maio.

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    Elle: Isabelle Huppert é vítima de ataque sexual em trailer que marca a volta de Paul Verhoeven ao suspense

    19 de janeiro de 2016 /

    A SBS Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Elle”, filme que marca a volta do cineasta holandês Paul Verhoeven ao gênero do thriller sexual, que ele explorou famosamente em “Instinto Selvagem” (1992). “Elle” é uma produção francesa, estrelada por Isabelle Huppert (“Amor”) e baseada no romance homônimo de Philippe Djian, autor já adaptado em “Betty Blue” (1986) e “O Amor É um Crime Perfeito” (2013). Com roteiro de David Birke (“Prisioneira do Medo”), o filme se desenrola em torno de um ataque brutal que a protagonista sofre, em sua própria casa, por um invasor mascarado, as sequelas traumáticas que isso deixa e o plano traçado para descobrir a identidade do agressor. A estreia está marcada para 21 de setembro na França e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Vizinhos 2: Chloe Moretz inferniza família de Seth Rogen no primeiro trailer legendado

    19 de janeiro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Vizinhos 2”, continuação da comédia de 2014. A prévia revela quem são os novos vizinhos da família de Seth Rogen: uma fraternidade feminina liderada por Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”), ainda mais festeira e selvagem que a república de Zac Efron no filme anterior. Para enfrentar o novo problema, a solução de Rogen e sua mulher, vivida por Rose Byrne, é trazer de volta Efron como especialista em táticas para aterrorizar a vizinhança. O filme foi novamente dirigido por Nicholas Stoller e escrito pela dupla Andrew Jay Cohen e Brendan O’Brien, desta vez com ajuda de Rogen. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Linda Perry se desculpa por criticar indicação de Lady Gaga ao Oscar 2016

    19 de janeiro de 2016 /

    A compositora Linda Perry lamentou ter usado o Twitter para reclamar da indicação de Lady Gaga ao Oscar de Melhor Canção Original pela faixa “Til It Happens to You”, trilha do documentário “The Hunting Ground”. A controvérsia começou quando a ex-vocalista da banda 4 Non Blondes usou o Twitter para parabenizar a compositora Diane Warren pela indicação, afirmando que Gaga não deveria ser considerada compositora por ter alterado apenas uma frase da letra original. Ela acabou corrigida pela própria Warren. “Minhas sinceras desculpas. Eu cometi um erro ao comentar”, disse Perry, ao voltar ao Twitter na terça (19/11). “Eu não estava na sala quando #TIHTY estava sendo composta”, resumiu. “Mais importante, eu gostaria que o foco continuasse na grande importância da música e na mensagem do filme”. O tema de “The Hunting Ground” são as vítimas de violência sexual nas universidades americanas. Os fãs de Gaga consideraram o ataque de Linda Perry a despeito, por sua música “Hands of love”, do filme “Freeheld”, não ter conseguido indicação ao Oscar 2016. A melhor canção, porém, não foi indicada: “See You Again”, cantada pelo rapper Whiz Khalifa para a trilha de “Velozes & Furiosos 7”. A música foi premiada no Critics Choice Awards 2016 da categoria, mas o Oscar jamais indicou um rap para sua premiação. Já Diane Warren está em sua oitava indicação.

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    Miley Cyrus teria se mudado para a casa de Liam Hemsworth

    19 de janeiro de 2016 /

    A cantora Miley Cyrus e o ator Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”) teriam reatado. Mais que isso. Segundo o site TMZ, os dois estariam vivendo juntos. O casal, que chegou a noivar, antes de terminar o relacionamento em 2013, foi visto junto novamente nas festas do Réveillon. Desde então, o clima parece ter esquentado, levando Miley a se mudar para a casa de Liam, em Malibu, no último fim de semana. O site diz ter como prova o fato de Miley, que ama cachorros, ter levado quatro cães para a casa do ator, além de diversas caixas, transportadas num caminhão de mudanças. Fotos flagraram o caminhão. Além disso, nesta semana Miley postou uma foto mostrando que voltou a usar o anel de noivado. Aparentemente, os dois estão dispostos a fazer o relacionamento dar certo, mesmo depois de uma longa separação. O romance do casal foi coisa de cinema. Literalmente. Eles se conheceram durante as filmagens do drama romântico “A Última Música”, em 2010, e engataram um namoro de três anos, finalizado quando Miley passou a usar a sensualidade como sua principal característica artística.

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    A Bruxa: Paranoia contamina o novo trailer do terror premiado

    19 de janeiro de 2016 /

    O estúdio A24 divulgou um novo trailer do terror “A Bruxa”, que rendeu o prêmio de Melhor Diretor para Robert Eggers no Festival de Sundance do ano passado. A prévia investe no clima de paranoia, tensão e angústia da trama, passada numa fazenda do século 17 na Nova Inglaterra, onde vive um casal temente a Deus e seus cinco filhos. Aos poucos, sinais de terror começam a amedrontar a família, como o leite da vaca que se transforma em sangue e a perda da colheira, levando o pai a tomar atitudes extremas para se livrar do mal. O elenco é formado por Anya Taylor-Joy (série “Atlantis”), Ralph Ineson (“Guardiões da Galáxia”), Kate Dickie (série “Game of Thrones”), Julian Richings (série “Supernatural”) e Ellie Grainger (série “The Village”). Primeiro longa escrito e dirigido por Robert Eggers, “A Bruxa” estreia em 3 de março no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA (em 19/2).

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