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Filme

Hugh Jackman vai estrelar “A Ilha do Tesouro” de Ridley Scott

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22 de julho de 2026
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    Remake de Suspiria será estrelado por Dakota Johnson e Tilda Swinton

    8 de março de 2016 /

    Os rumores sobre o remake do clássico de terror “Suspiria” (1977), de Dario Argento, já tem mais de uma década, mas parece que agora vai. Com a confirmação que a refilmagem será conduzida por outro diretor italiano, Luca Guadagnino (“Um Sonho de Amor”), a produção começa a definir seu elenco. Segundo o site The Playlist, o cineasta vai voltar a trabalhar com sua atriz favorita, Tilda Swinton, que dirigiu em “Um Sonho de Amor” (2009) e “A Bigger Splash” (2015), e Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”). Além disso, Guadagnino revelou que a sua versão será ambientada em Berlim em 1977, com trilha de John Adams (também de “Um Sonho de Amor”) e que será um filme “fassbinderiano”, ou seja, influenciado pelo trabalho do cineasta alemão Rainer Werner Fassbinder. “O filme de Argento foi um momento muito representativo do meu crescimento porque o vi quando tinha 14 anos e ele me mudou para sempre”, disse Guadagnino. “Meu filme será sobre o conceito da maternidade e sobre a sua poderosa força. O original era talvez um filho da sua época. É muito delicado, quase infantil. Tenho muito interesse na literatura e no cinema alemão, por isso a minha versão vai se focar bastante naquele momento de 1977, quando a Alemanha estava dividida e a nova geração pedia que a anterior reconhecesse o débito do pós-guerra, contrariando os pais que negavam a própria responsabilidade”. No filme original, Jessica Harper interpretava uma estudante que entra numa academia de balé afastada na Alemanha, apenas para descobrir que o lugar era um covil de bruxas. Cultuadíssimo, “Suspiria” foi o primeiro filme da “trilogia das bruxas” de Argento, que também inclui “A Mansão do Inferno” (1980) e “O Retorno da Maldição: A Mãe das Lágrimas” (2007).

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    J.K. Simmons será o Comissário Gordon no filme da Liga da Justiça

    8 de março de 2016 /

    O filme da “Liga da Justiça” escalou o novo intérprete do Comissário Gordon no cinema. Segundo o site The Hollywood Reporter, o ator J.K. Simmons (“Whiplash – Em Busca da Perfeição”) foi o escolhido para o papel. Além de ser um ator vencedor do Oscar, Simmons já tem experiência com adaptações de quadrinhos. Ele viveu o personagem J.J. Jameson na trilogia original do “Homem-Aranha”. Detalhes sobre a trama do filme da Liga da Justiça ainda estão sendo mantidos em segredo, mas a reunião dos super-heróis deve justificar uma ameaça interplanetária, como Brainiac ou Darkseid. Por enquanto, os super-heróis confirmados para o filme da Liga da Justiça são Superman (interpretado por Henry Cavill), Batman (Ben Affleck), Mulher Maravilha (Gal Gadot), Flash (Ezra Miller), Aquaman (Jason Momoa) e Ciborgue (Ray Fisher). Dividido em duas partes, ambas dirigidas por Zack Snyder (“O Homem de Aço”), o primeiro filme da “Liga da Justiça” tem estreia marcada para 2017, enquanto o segundo só será exibido em 2019.

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    Johnny Depp virou zumbi no episódio mais recente da série The Walking Dead

    8 de março de 2016 /

    Por essa, ninguém esperava. O ator Johnny Depp (franquia “Piratas do Caribe”) fez uma “participação especial” não creditada no episódio de domingo (6/3) da série “The Walking Dead”. Ele se materializou como uma cabeça decepada de zumbi. A revelação foi feita pelo maquiador, diretor e produtor executivo da série Greg Nicotero, em entrevista à revista Entertainment Weekly. No episódio intitulado “No Tomorrow Yet”, Rick (Andrew Lincoln) tem a ideia de enganar Os Salvadores, que querem a cabeça de Gregory (Xander Berkeley), líder da colônia de Hilltop, e maquia três zumbis mortos para parecer com ele. “Uma das outras cabeças, eu não sei se vou me meter em problemas ao dizer isso, era do Johnny Depp. Esculpimos uma cabeça de manequim que usou Johnny Depp como base. Não consigo lembrar de quem era a terceira cabeça, mas estou em boa companhia”, brincou. Ou seja, não foi exatamente Johnny Depp, mas um molde inspirado em suas feições. O zumbi Depp, por sinal, acabou rejeitado, perdendo a votação para outra cabeça, que era nada menos que o próprio Nicotero.

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    Vídeo apresenta os dubladores brasileiros do novo Mogli – O Menino Lobo

    7 de março de 2016 /

    A Disney Brasil divulgou um vídeo em que apresenta os dubladores nacionais de “Mogli – O Menino Lobo”. São eles os atores Marcos Palmeira (“E Aí… Comeu?”), Dan Stulbach (programa “CQC”), Julia Lemmertz (“Meu Nome Não É Johnny”), Alinne Moraes (“O Vendedor de Passados”), Thiago Lacerda (“O Tempo e o Vento”) e Tiago Abravanel (“Amor em Sampa”). Eles darão voz aos animais falantes na versão que chegará aos cinemas brasileiros. Nos EUA, o time de dubladores é o seguinte: Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3″), Bill Murray (“O Grande Hotel Budapeste”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Idris Elba (“Thor: O Mundo Sombrio”), Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) e Giancarlo Esposito (série “Revolution”). Todos os animais do filme são criados por computação gráfica e o único ator real da produção é o jovem estreante Neel Sethi, de 10 anos de idade, que tem o papel de Mogli. A direção é de Jon Favreau (“Homem de Ferro”) e a trama adapta o clássico infantil “O Livro da Selva”, de Rudyard Kipling, sobre o menino órfão criado por lobos numa floresta da Índia, que já inspirou várias versões, inclusive a animação “Mogli – O Menino Lobo” (1967), último filme produzido por Walt Disney. A nova versão tem lançamento marcado para 14 de abril no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.

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    Animais Fantásticos e Onde Habitam ganha vídeo legendado de bastidores com cenas inéditas

    7 de março de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou a versão legendada do vídeo de bastidores de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, filme derivado da franquia “Harry Potter”, que traz comentários do diretor e do elenco sobre a trama e a produção, além de mostrar imagens inéditas. O filme vai acompanhar o protagonista Newt Scamander (Eddie Redmayne, de “A Teoria de Tudo”), um mago britânico que chega a Nova York em 1928 com uma mala repleta de criaturas mágicas. O elenco inclui Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”), entre outros. O roteiro foi escrito pela própria criadora de “Harry Potter”, marcando a estreia da escritora J.K. Rowling nesta função. Com direção de David Yates, responsável pelos quatro últimos filmes de “Harry Potter”, “Animais Fantásticos e Onde Habitam” tem previsão de estreia em 17 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Nancy Reagan (1921 – 2016)

    7 de março de 2016 /

    A ex-Primeira-Dama dos Estados Unidos, Nancy Reagan, morreu na manhã de domingo (6/3), aos 94 anos, em sua casa em Los Angeles, de insuficiência cardíaca. Nancy foi casada por 52 anos com Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos entre 1981 e 1989, falecido em 2004. Com ingredientes hollywoodianos, o casamento dos dois chegou a ser descrito como a maior história romântica da presidência americana. Nascida Nancy Davis em Nova York, em 6 de Julho de 1921, de um pai vendedor de automóveis e uma mãe atriz, ela chegou a Hollywood aos 28 anos, onde logo se destacou como atriz de cinema. Foram, ao todo, 11 filmes ao longo de 9 anos de carreira, iniciada pelo melodrama “O Ideal de uma Vida” (1949) e encerrada por “Crash Landing” (1958), que antecipou o gênero de desastre de “Aeroporto” (1970). Na maioria deles, desempenhou papéis de coadjuvante, mas também teve protagonismo, destacando-se especialmente no drama religioso “A Voz que Vão Ouvir” (1950), do mestre William A. Wellman (“Nasce uma Estrela”), em que viveu uma grávida numa trama milagrosa, na qual Deus decide se comunicar com a humanidade pelo rádio. Entre as produções de maior status em sua carreira, destacam-se ainda os melodramas “Mundos Opostos” (1949), de Mervyn LeRoy (“Quo Vadis”), e “Veneração” (1951), de Fletcher Markle (“A Incrível Jornada”). No primeiro, contracenou com alguns dos maiores talentos de Hollywood – Barbara Stanwyck, James Mason, Van Heflin, Ava Gardner e Cyd Charisse. No segundo, ajudou Ray Milland a superar a morte trágica de sua família. Nancy também participou de um par de filmes B bastante cultuados, vivendo a terapeuta de uma criança que testemunhou um crime no filme noir “O Segredo da Boneca” (1950) e a esposa-assistente de um cientista louco, que planeja preservar um cérebro vivo no terror “Experiência Diabólica” (1953). Nesse meio tempo, ela conheceu e se casou com Ronald Reagan, um ator em ascensão, divorciado da famosa atriz Jane Wyman. O casamento aconteceu em 1952 e, cinco anos depois, rendeu a única parceria cinematográfica do casal: “Demônios Submarinos” (1957), de Nathan Juran (“Os Primeiros Homens na Lua”). Na trama, ele vive o comandante de um submarino encarregado de mapear minas no oceano pacífico, durante a 2ª Guerra Mundial, e ela é a enfermeira com quem tem um relacionamento romântico. Foi seu penúltimo filme, pois Hollywood, nos anos 1950, não tinha o hábito de contratar atrizes com mais de 35 anos. Mas Nancy continuou atuando até 1962 na televisão, encerrando a carreira de atriz aos 41 anos com uma participação na série “Caravana” – embora, eventualmente, continuasse a aparecer como si mesma em séries e programas de entretenimento pelo resto de sua vida. De todo modo, ela logo começou a exercer o posto de Primeira-Dama, durante a eleição do seu marido como governador da Califórnia, em 1967. E se provou mais bem-sucedida no novo papel do que havia sido no cinema. Nancy se tornou a principal parceira política e assessora de Reagan, o que a fez entrar para a História como uma das Primeiras-Damas mais influentes dos EUA, ao lado de nomes como Eleanor Roosevelt e Hillary Clinton. No governo federal, deixou sua principal marca na campanha de combate às drogas que liderou nos anos 1980, lançando o bordão “Just say No” (Apenas diga não). Mas também se destacou em outras áreas da saúde pública, ao abordar francamente os problemas que enfrentou ao lado do marido. Em 1987, Nancy foi diagnosticada com câncer de mama e submetida a uma mastectomia, o que a inspirou a discutir abertamente o assunto para encorajar outras mulheres a realizar exames de mamografia todos os anos. Em 1994, foi a vez de Reagan receber o diagnóstico de Alzheimer, o que a transformou em ativista pela cura da doença. Seu engajamento causou, inclusive, uma saia justa política dentro do partido de seu marido. Quando o então Presidente George W. Bush travou o financiamento público de projetos que usassem células embrionárias, Nancy surpreendeu a opinião pública ao criticá-lo duramente em 2001. Michelle e Barack Obama destacaram que Nancy Reagan transformou o papel de primeira-dama durante os oito anos que passou na Casa Branca (1981-1989), antes de converter-se “na voz de milhões de famílias que sofreram a exaustiva e dolorosa realidade dol Alzheimer”. Recentemente, ela foi homenageada como personagem de cinema, aparecendo no filme “O Mordomo da Casa Branca” (2013), interpretada por Jane Fonda.

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    O Sono da Morte: Terror estrelado pelo menino de O Quarto de Jack ganha trailer legendado

    7 de março de 2016 /

    A PlayArte divulgou o trailer legendado do terror “O Sono da Morte” (Before I Wake), que destaca o ator-mirim Jacob Tremblay, revelação de “O Quarto de Jack” (2015). A prévia resume bem a trama, que volta a desenvolver a temática favorita do diretor Mike Flanagan (“O Espelho”): os conflitos de uma família com o além. Além do vídeo, foram divulgados três pôsteres internacionais da produção. Na trama, um casal que perdeu seu filho resolve adotar outro da mesma idade, mas coisas estranhas começam a acontecer assim que o menino (Tremblay) dorme em sua nova casa. Os sonhos do pequeno Cody se tornam realidade, o que, a princípio, cria situações singelas, mas se transformam radicalmente quando viram pesadelos. O elenco inclui Kate Bosworth (“Para Sempre Alice”) e Thomas Jane (série “Hung”) como os pais do menino, além de Anabeth Gish (série “Sons of Anarchy”) como a funcionária responsável pela adoção. A estreia está marcada para 8 de abril nos EUA e apenas dois meses depois, em 16 de junho, no Brasil.

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    Capitão América: Guerra Civil revela fotos de seus bastidores

    6 de março de 2016 /

    A Marvel divulgou nove fotos novas de “Capitão América: Guerra Civil”, boa parte delas revelando cenas de bastidores. O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América defender o Soldado Invernal, que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Para dar grandiosidade ao conflito, a produção junta uma galeria impressionante de super-heróis. De um lado, estão Capitão América (Chris Evans), Falcão (Anthony Mackie), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Homem-Formiga (Paul Rudd) e Sharon Carter (Emily VanCamp). De outro, Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Visão (Paul Bettany), Máquina de Combate (Don Cheadle), Pantera Negra (Chadwick Boseman, de “James Brown”) e até o Homem-Aranha (Tom Holland, de “No Coração do Mar”). Os coadjuvantes de luxo incluem o General Ross (William Hurt, retomando seu papel de “O Incrível Hulk”), Pepper Potts (Gwyneth Paltrow, retornando à Marvel após “Homem de Ferro 3”) e o agente do governo Everett Ross (Martin Freeman, de “O Hobbit”), além dos vilões Barão Zemo (Daniel Brühl, de “Rush – No Limite da Emoção”) e Ossos Cruzados (Frank Grillo, visto em “Soldado Invernal”). Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Bruce Willis vai estrelar o remake de Desejo de Matar

    6 de março de 2016 /

    O ator Bruce Willis vai reviver o mais famoso personagem de Charles Bronson no cinema. Após ser “Duro de Matar”, ele sentirá “Desejo de Matar”. Segundo o site Deadline, Willis vai estrelar o remake do clássico de ação de 1974, como Paul Kersey, o homem que busca justiça pela morte de sua esposa e filho de arma em punho. A refilmagem de “Desejo de Matar” é um projeto antigo da Paramount Pictures, que lançou o filme original. Depois de recusar ideias dos diretor Joe Carnahan (“A Perseguição”) e Gerardo Naranjo (“Miss Bala”), o estúdio finalmente fechou com a dupla israelense Aharon Keshales e Navot Papushado (“Os Lobos Maus”) para assumirem a direção da refilmagem. A intenção é que a nova versão seja mais próxima do livro de Brian Garfield no qual a franquia é baseada, do que do filme dirigido por Michael Winner, mostrando um arquiteto que tem sua vida destruída após um violento crime cometido contra sua esposa e filha. Frustrado pelos responsáveis não terem sido punidos, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos. O “Desejo de Matar” original influenciou a cultura pop, transformando-se no maior representante dos filmes de justiceiros que explodiram na época em que o cinema se tornou ultraviolento, durante os anos 1970. O personagem de Bronson reapareceu em mais quatro longas, até “Desejo de Matar V”, em 1994, mas sua influência persiste até hoje, em filmes como “Valente” (2007) e “Sentença de Morte” (2007) e nos quadrinhos de “O Justiceiro”, entre outras criações. As filmagens do remake devem acontecer no verão americano (entre junho e agosto) e, por enquanto, não há nenhum outro ator confirmado. A produção marcará o retorno de Willis ao cinema, após uma breve parada para se dedicar ao teatro (a peça “Misery” na Broadway), que o levou a recusar produções de Woody Allen e do próprio Joe Carnahan.

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    Takeshi Kitano entra na adaptação de Ghost in the Shell, estrelada por Scarlett Johansson

    6 de março de 2016 /

    O lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) entrou no elenco da adaptação americana de “Ghost in the Shell”, um dos mais famosos mangás/animes já criados, que será estrelada por Scarlett Johansson (“Os Vingadores”). Kitano, que não trabalhava em Hollywood desde a sci-fi “Johnny Mnemonic: O Cyborg do Futuro” (1995), vai interpretar Daisuke Aramaki, o chefe da Sessão 9, divisão policial da heroína ciborgue Mokoto Kusanagi, vivida por Johansson. Por sinal, o nome da personagem de Johansson pode ser alterado, uma vez que a atriz não tem traços japoneses. O elenco também inclui Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), como o terrorista virtual conhecido como The Laughing Man (o homem que ri), e o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), como o policial Batou, parceiro de Kusanagi. Considerado uma das maiores realizações dos quadrinhos japoneses, “Ghost in the Shell” (alma na concha, em tradução literal) foi criado em 1989 pelo mestre Masamune Shirow (criador também de “Appleseed”) e teve grande impacto na cultura pop, especialmente no ramo da sci-fi conhecido como cyberpunk. A história de Shirow também influenciou a animação mundial ao ser transformada em longa animado em 1995 – lançado no Brasil como “Fantasma do Futuro” – , surpreendendo a crítica com uma trama adulta de ficção científica, num período em que abundavam, no mercado americano, produções de desenhos infantis medíocres. A trama tem ritmo de thriller futurista. Passa-se em 2029 e acompanha a major Mokoto Kusanagi, cyborg comandante de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético, que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa. Seu sucesso deu origem a uma franquia animada, composta por três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. A direção da adaptação americana está a cargo de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e a produção terá supervisão de Steven Spielberg (“Lincoln”), dono do estúdio DreamWorks, que é fã assumido do material original. Infelizmente, o filme deve manter o péssimo título do VHS nacional, “O Fantasma do Futuro”, em seu lançamento no Brasil, que está marcado para 13 de abril de 2017, duas semanas após a estreia nos EUA (em 31/3/17).

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    Disney prepara nova versão da fábula O Quebra-Nozes com o diretor de Um Porto Seguro

    6 de março de 2016 /

    Após “Um Conto de Natal”, outra obra conhecidíssima de Natal vai ganhar nova adaptação cinematográfica. Segundo o site Variety, o cineasta sueco Lasse Hallström (“Um Porto Seguro”) vai dirigir uma nova versão de “O Quebra-Nozes” para a Disney. A produção vai integrar a nova leva de refilmagens de fábulas clássicas que vem ocupando o cronograma do estúdio. Inspirado no famoso balé de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, o filme contará a história de Clara, uma menina que ganha um boneco quebra-nozes do seu padrinho na noite de Natal e descobre que o boneco ganha vida durante a noite. Intitulado “The Nutcracker and the Four Realms”, o projeto ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. O balé de Tchaikovsky já rendeu muitas versões cinematográficas, inclusive da própria Disney, quando integrou um dos segmentos da animação clássica “Fantasia” (1940). O filme mais recente foi o musical “O Quebra Nozes: A História Que Ninguém Contou” (2010), com letras de Tim Rice (“O Rei Leão”) e participação da atriz Elle Fanning (a Bela Adormecida de “Malévola”). Já o mais recente filme de Lasse Hallström foi o drama culinário “A 100 Passos de um Sonho” (2015), que fez um sucesso modesto nas bilheterias mundiais, arrecadando US$ 88,8 milhões (para um orçamento de US$ 22 milhões). Atualmente, ele trabalha na pós-produção da comédia dramática “A Dog’s Purpose”, com Britt Robertson (“Tomorrowland”) e Bradley Cooper (“Sniper Americano”), que chega aos cinemas americanos em 27 de janeiro.

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    Pesquisa revela que cinema brasileiro tem pouca diversidade racial

    6 de março de 2016 /

    A falta de diversidade no cinema não é um problema exclusivo de Hollywood. A questão racial, colocada em evidência no último Oscar, foi escancarada numa nova pesquisa sobre o cinema brasileiro. E o resultado desse levantamento mostra que o panorama é muito mais grave no Brasil. Realizada pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (Geema), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), a pesquisa mostra que as maiores bilheterias da última década foram escritas, dirigidas e estreladas por homens brancos. Nenhuma mulher negra escreveu ou dirigiu qualquer longa no período. E os negros são minoria absoluta em todas as funções criativas do cinema brasileiro. Separados por gênero e raça, os dados revelam que os homens brancos dominaram 45% dos papéis mais relevantes dos filmes lançados entre 2002 e 2014 no país. Depois vêm mulheres brancas (35%), homens negros (15%) e, por último, as mulheres negras (apenas 5%). Em 2002, 2008 e 2013, simplesmente nenhum filme analisado pelos pesquisadores foi protagonizado por uma mulher negra. A discrepância é ainda mais gritante quando se avalia os diretores e roteiristas do cinema nacional: 84% dos cineastas são homens brancos, 14% mulheres brancas, 2% homens negros e nenhuma mulher negra dirigiu uma produção sequer de destaque nos 13 anos analisados pelo estudo – 2002 a 2014. Também não assinou roteiro algum. Já os homens brancos foram responsáveis por 69% dos textos. “O que saltou aos olhos é que não é só uma problema racial, mas mais ainda de gênero”, disse Márcia Rangel Cândido, coautora do estudo, em entrevista ao jornal O Globo. “Vimos nos debates que a pesquisa suscitou que o problema é sério e pouco discutido, praticamente um tabu”, completou. Para piorar, a participação de negros no cinema brasileiro pode ter sido superdimensionada pela própria pesquisa, que considerou pardos e mestiços entre os negros. Este critério permitiu, por exemplo, o diretor Fábio Barreto (“Lula, o filho do Brasil”), de pele visivelmente clara, ser considerado negro. Além disso, a lista ainda confunde nacionalidades, listando o uruguaio Enrique Fernández (“O Banheiro do Papa”). Assim, os cinco diretores negros listados, na verdade, resumem-se a três: Jeferson De (“Bróder”), Estevão Ciavatta (“Made in China”) e Joel Zito Araújo (“Filhas do Vento”). Entrevistado por O Globo, Joel Zito Araújo ainda alertou que, se é difícil conseguir financiamento como diretor negro, mais difícil ainda é ser um diretor negro interessado em filmar artistas negros. Por isso, ele não conseguiu rodar mais nenhuma ficção desde que “Filhas do Vento” (2004) venceu sete prêmios no Festival de Gramado, inclusive de Melhor Direção, Ator, Atriz e Coadjuvantes, todos negros. Mas Zito concorda que o panorama tem mudado para melhor nos últimos anos, por causa de ações afirmativas e de discursos de celebridades proeminentes, como Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”) e Taís Araújo (“Filhas do Vento”), que além de estrelarem novelas e séries têm ocupado protagonismo também no cinema. É o caso ainda de Cintia Rosa, protagonista de “O Fim e os Meios” (2014). Para a atriz, que interpretou uma jornalista negra, o fato da cor da pele ter sido irrelevante para a trama mostrou um caminho diferente, que precisa ser mais trilhado pelo cinema brasileiro. “Fui uma das poucas atrizes negras que protagonizaram um filme, além de não ter feito um papel estereotipado, como empregada ou bandida. A pele sequer era mencionada no roteiro. Portanto, considero esse trabalho um marco na minha carreira profissional”, ela disse ao jornal carioca. “E que fique de alerta para que os diretores escalem mais mulheres negras”, conclamou.

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    Zootopia registra maior bilheteria de estreia da Disney nos EUA

    6 de março de 2016 /

    A estreia da animação “Zootopia – Essa Cidade é o Bicho” superou as expectativas da Disney. O filme assumiu o 1º lugar das bilheterias americanas com a maior abertura do estúdio em todos os tempos – sem contar as produções da Pixar – , faturando US$ 73,7 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz. O recorde anterior pertencia a “Frozen – Uma Aventura Congelante”, com US$ 67,3 milhões. O filme dos animais falantes também lotou cinemas ao redor do planeta, arrecadando US$ 25 milhões na China, igualmente a maior abertura de uma animação da Disney no país. Ao todo, a produção somou US$ 232,5 milhões em todo o mundo, liderando também a bilheteria mundial no fim de semana. Além disso, “Zootopia” proporcionou uma daquelas raras ocasiões em que público e crítica compartilharam a mesma opinião. A pesquisa da CinemaScore rendeu nota A à produção, de completa satisfação entre seus espectadores, enquanto o site Rotten Tomatoes registrou 98% de aprovação entre os críticos americanos. A estreia no Brasil está marcada para 17 de março. Com menos impacto, o thriller de ação “Invasão à Londres” rendeu US$ 21,7 milhões e a segunda maior bilheteria do fim de semana. Mas o desempenho do lançamento ficou abaixo do primeiro longa, “Invasão à Casa Branca” (2013), que faturou US$ 30,4 milhões em sua estreia, há dois anos. A crítica, por sinal, fulminou o longa, com apenas 25% de aprovação. “Deadpool” caiu para o 3º lugar, após liderar as bilheterias por três fins de semana consecutivos. Mas a queda se deu com números espetaculares. A produção ultrapassou os US$ 300 milhões nos EUA. E para dar a medida exata do que isso representa, vale lembrar que em 2014 apenas três filmes superaram esta marca. No ano passado, que foi repleto de blockbusters, foram seis. O detalhe é que esses lançamentos tinham classificação etária livre ou PG-13 (impróprio para menores de 13 anos). A censura de “Deadpool” foi R nos EUA (impróprio para menores de 17 anos). A terceira estreia ampla da semana ficou em 4º lugar. Apesar de agradar a crítica (60% de aprovação), “Uma Repórter em Apuros” não encontrou muito público, faturando somente US$ 7,6 milhões, praticamente metade da abertura da comédia anterior estrelada por Tina Fey, “Irmãs” (US$ 13,9 milhões), lançada em dezembro. Completa o Top 5 o desastre “Deuses do Egito”, que já se configura como um dos maiores prejuízos do ano. Em dois fins de semana, o filme rendeu US$ 22,8 milhões nos EUA. A conta é de US$ 140 milhões apenas com o orçamento de produção – estima-se em mais US$ 40 milhões de gastos em marketing. E a crítica odiou – 13% no Rotten Tomatoes. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Zootopia Fim de semana: US$ 73,7 milhões Total EUA: US$ 73,7 milhões Total Mundo: US$ 232,5 milhões 2. Invasão a Londres Fim de semana: US$ 21,7 milhões Total EUA: US$ 21,7 milhões Total Mundo: US$ 21,7 milhões 3. Deadpool Fim de semana: US$ 16,4 milhões Total EUA: US$ 311,1 milhões Total Mundo: US$ 673,2 milhões 4. Uma Repórter em Apuros Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 7,6 milhões Total Mundo: US$ 7,6 milhões 5. 5. Deuses do Egito Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 22,8 milhões Total Mundo: US$ 72,4 milhões 6. Ressurreição Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 28,6 milhões Total Mundo: US$ 29 milhões 7. Kung Fu Panda 3 Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 133,8 milhões Total Mundo: US$ 323,8 milhões 8. O Regresso Fim de semana: US$ 3,3 milhões Total EUA: US$ 175,9 milhões Total Mundo: US$ 429,4 milhões 9. Voando Alto Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 10,8 milhões Total Mundo: US$ 10,8 milhões 10. A Bruxa Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 20,9 milhões Total Mundo: US$ 21,5 milhões

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