Cinquenta Tons Mais Escuros: Dakota Johnson diz que filmar sexo é entediante
A atriz Dakota Johnson não está muito satisfeita por ter que retomar a franquia “Cinquenta Tons de Cinza”. E o motivo são as longas cenas de sexo entre sua personagem, Anastasia Steele, e o Christian Grey vivido por Jamie Dorman. Ela classificou as filmagens de sexo da continuação, inspirada no livro “Cinquenta Tons Mais Escuros”, como “entediantes”, em entrevista para a revista Interview. “Nós não estamos fazendo sexo de verdade. Mas eu tenho simulado sexo durante sete horas seguidas, e eu estou farta disso. Não é confortável. É muito entediante”, disparou. Neste segundo filme da franquia, James Foley assumiu a direção no lugar de Sam Taylor-Johnson, que, durante a produção do longa inicial entrou em choque com a escritora E.L. James, autora dos livros. “Cinquenta Tons Mais Escuros” estreia em 10 de fevereiro de 2017, às vésperas Dia dos Namorados no hemisfério norte.
Comercial da Audi invade perseguição de Capitão América: Guerra Civil
Um comercial bastante criativo da Audi aproveitou a cena de perseguição do Pantera Negra ao Soldado Invernal, um dos pontos altos de “Capitão América: Guerra Civil”, para mostrar como a marca é perseguida. Os carros do filme foram providenciados pela montadora, mas a publicidade também destacou o que acontecia no interior de um veículo enquanto os heróis corriam túnel adentro. “Capitão América: Guerra Civil” vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times de opiniões opostas. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia na quinta (28/4) no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Snowden: Primeiro trailer da cinebiografia mostra Joseph Gordon-Levitt como o homem mais procurado do mundo
A Open Road Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Snowden”, cinebiografia de Edward Snowden, estrelada por Joseph Gordon-Levitt (“Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”). A prévia destaca a sutil transformação do ator, que mudou totalmente sua voz e postura, além de aparentar envelhecer diante das câmeras conforme a história evolui. O filme cobre desde o começo da carreira de Snowden como recruta do exército aos 20 anos, sua integração à CIA aos 22 e sua promoção para a divisão de informática do NSA aos 26, até o ato que o transformou no homem mais procurado do mundo aos 29, ao denunciar o maior esquema institucionalizado de espionagem já visto. Snowden copiou e divulgou para a imprensa o programa secreto americano de espionagem indiscriminada da internet e telefonia celular, que, desrespeitando o direito à privacidade, vigiou desde pessoas comuns a governos estrangeiros. O escândalo o levou a ser considerado traidor pelo governo americano, precipitando sua fuga do país e uma perigosa caçada internacional. “Snowden” tem direção de Oliver Stone (“Selvagens”), que também escreveu o roteiro em parceria com Kieran Fitzgerald (“Dívida de Honra”). O elenco inclui Shailene Woodley (“Divergente”), Zachary Quinto (“Star Trek”), Tom Wilkinson (“Selma”), Melissa Leo (“O Vencedor”), Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”), Joely Richardson (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), Timothy Olyphant (série “Justified”), Scott Eastwood (“Curvas da Vida”) e Nicolas Cage (“O Apocalipse”). A estreia está marcada para 16 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil
Scarlett Johansson vai estrelar cinebiografia de Zelda Fitzgerald
A atriz Scarlett Johansson vai viver a romancista e socialite americana Zelda Fitzgerald na cinebiografia “The Beautiful and The Damned”, informou o estúdio Millennium Films. O drama pretende contar a história do tumultuado casamento dos escritores Zelda e Scott Fitzgerald, durante os loucos anos 1920. Recheado de ciúmes e drama, a união terminou de forma trágica, mas rendeu muita inspiração para ambos. Conhecida como “a primeira melindrosa americana” (título que ganhou do marido), Zelda foi ícone da era do jazz e musa de vários romances de Scott Fitzgerald, como “Os Belos e Malditos” (1922), cujo título original em inglês é o mesmo do filme. Zelda, por sua vez, levou sua vida pessoal para o romance “Esta Valsa é Minha” (1932), um olhar semi-autobiográfico para o próprio casamento, que enfureceu Scott Fitzgerald a ponto dele acusá-la de plágio, menosprezar seu talento e revidar com o livro “Suave É a Noite” (1934). Os dois romances oferecem visões contrastantes sobre o relacionamento fracassado do casal. Posteriormente, ela foi diagnosticada com esquizofrenia e admitida em um sanatório. Veio a perecer num incêndio no hospital de Asheville, na Carolina do Norte, oito anos após a morte de Fitzgerald, deixando várias pinturas e manuscritos inacabados de seu segundo romance, jamais publicado. Sua trajetória acabou resgatada numa biografia de 1970, que deu uma nova perspectiva a seu papel de “melindrosa”. Ao retratá-la como vítima de um marido autoritário, o livro a transformou em ícone feminista. “The Beautiful and the Damned” tem roteiro de Hanna Weg (da recente animação “O Profeta”, ainda inédita no Brasil), mas ainda não definiu o resto de sua equipe técnica. Não há previsão de estreia para a produção.
Jason Clarke vai viver o senador Ted Kennedy no cinema
O ator Jason Clarke (“Planeta dos Macacos – O Confronto”) vai interpretar Ted Kennedy, o caçula dos irmãos Kennedy, no drama “Chappaquiddick”, informou o site Variety. O título da produção é o nome de uma pequena ilha do estado norte-americano de Massachusetts, onde o então jovem senador americano se envolveu em um acidente de trânsito em 1969, que culminou na morte de sua assistente, Mary Jo Kopechne, e repercutiu em sua carreira. O carro onde os dois estavam caiu na água e o político se salvou sem prestar socorro para a mulher, morta por afogamento. Apesar de ter afirmado estar em estado de choque, ele chegou a ser condenado e ficou dois meses em prisão condicional. O incidente de Chappaquiddick fez com que ele desistisse de disputar a presidência dos EUA, quando poderia se tornar o terceiro dos irmãos Kennedy a ambicionar o cargo político mais alto do pais. Apesar de diversos detalhes da tragédia nunca terem sido totalmente esclarecidos, o incidente gerou boatos suficientes para passar a impressão de que um escândalo foi abafado. Isto não impediu Kennedy de manter sua cadeira no Senado, sendo reeleito sucessivamente, até sua morte em 2009, mas reduziu suas pretensões políticas. Mesmo sendo reconhecido por sua extensa contribuição no Senado, onde propôs mais de 300 projetos de lei, integrou comissões importantes e fez discursos históricos, jamais conseguiu entrar na corrida presidencial. Em sua única tentativa, em 1980, acabou perdendo a vaga do Partido Democrata para Jimmy Carter. O roteiro de Andrew Logan e Taylor Allen foi incluído na Black List 2015, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. A produção está a cargo de Mark Ciardi (“O Fada do Dente”), que disse sobre o projeto: “Todos tem uma ideia do que aconteceu em Chappaquiddick, e o roteiro junta os eventos de uma forma interessante e emocional. Vocês verão o que o Senador Ted Kennedy teve que enfrentar”. A direção vai ficar a cargo de John Curran (“O Despertar de uma Paixão”) e ainda não há previsão de estreia.
Umberto Magnani (1941 – 2016)
Morreu o ator Umberto Magnani, que estava no ar como o padre Romão na novela “Velho Chico”. Ele sofreu um AVC hemorrágico na segunda (25/4), dia de seu aniversário de 75 anos, enquanto gravava a novela, chegou a passar por uma cirurgia e estava em coma, no Hospital Vitória, no Rio, onde faleceu nesta quarta-feira (27/4). “Ele estava em um momento lindo da carreira. Para alguns aconteceu da melhor forma possível. Ele apagou e não sentiu nada. Estava com um personagem lindo, fazendo sucesso”, disse a atriz Isadora Ferrite, com quem Magnani atuava no teatro. Magnani era um dos poucos atores que participavam das duas fases da novela das 21h. Na trama, seu personagem religioso era o grande conselheiro de Santo (Domingos Montagner). Nos próximos capítulos da história, Romão incentivaria o presidente da cooperativa a lutar pela população de Grotas de São Francisco. A assessoria de comunicação da Rede Globo informou na tarde de terça-feira que um novo padre, interpretado por Carlos Vereza, assumirá a paróquia de Grotas do São Francisco na trama. A Record, emissora na qual o ator também está no ar, com a reprise de “Chamas da Vida”, lamentou a morte em nota oficial: “Externamos nossa solidariedade à família, aos amigos e fãs de Umberto Magnani”. Nascido em 1941 em Santa Cruz do Rio Pardo, no interior paulista, Umberto Magnani começou sua extensa carreira no teatro, após ingressar na Escola de Artes Dramáticas (EAD) em 1965. Em 1968, ele trabalhou com Ruth Escobar e chegou a substituir Antonio Fagundes no Teatro de Arena, na peça “Primeira Feira Paulista de Opinião”, de Lauro César Muniz. Sua estreia em novelas aconteceu na primeira versão de “Mulheres de Areia”, exibida pela TV Tupi em 1973. No cinema, debutou em “Chão Bruto” (1977), dirigido por Dionísio Azevedo e estrelado por Regina Duarte, a quem encontraria várias vezes ao longo da carreira. Ele chegou na Globo em 1982, quando participou de um episódio do programa “Caso Verdade” e apareceu em duas novelas consecutivas, “Sétimo Sentido” (1982) e “Razão de Viver” (1983). Fez ainda pequenos papeis nas minisséries de época “Anarquistas, Graças a Deus” (1982), “Grande Sertão: Veredas” (1985) e “Memórias de um Gigolô” (1986). Mas só foi se destacar em produções da breve TV Manchete, onde coestrelou o seriado “Joana” (1984), como ex-marido da protagonista Regina Duarte, e a minissérie “Rosa dos Rumos” (1990), na qual viveu seu maior vilão televisivo. Paralelamente ao trabalho televisivo, Magnani fez filmes, como os clássicos “A Hora da Estrela” (1985), de Suzana Amaral, e “Kuarup” (1989), de Ruy Guerra, e consagrou-se no teatro, recebendo duas vezes o Troféu Mambembe, por sua atuação nas peças “Lua de Cetim” e “Às Margens do Ipiranga”, e duas o Prêmio Governador do Estado, também por “Às Margens do Ipiranga” e “Nossa Cidade”. Seu último trabalho nos palcos foi a peça “Elza e Fred”, na qual foi protagonista ao lado de Suely Franco. O espetáculo ficou em cartaz entre 2014 e 2015. Além de atuar, Magnani ocupou importantes cargos públicos. De 1977 a 1990, ele foi diretor regional da Fundação Nacional de Artes Cênicas, do Ministério da Cultura, e presidente da Comissão de Teatro da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, em 1985. O trabalho institucional acabou lhe tirando de cena, rendendo uma pausa de mais de uma década no cinema, só foi interrompida na vidada do século com “Cronicamente Inviável” (2000), “Cristina Quer Casar” (2003), “Quanto Vale ou É por Quilo?” (2005) e “Os Inquilinos” (2009). Após sair do Ministério da Cultura, ele integrou o elenco de diversas novelas da Globo escritas por Manoel Carlos, como “Felicidade” (1991), “História de Amor” (1996), “Páginas da Vida” (2006) e até a minissérie “Presença de Anita” (2001). Fez também “Alma Gêmea” (2005), de Walcyr Carrasco, e o remake de “Cabocla” (2004), de Benedito Ruy Barbosa, autor de “Velho Chico”. Nos últimos anos, vinha mostrando seu talento na Record, onde atuou nas novelas “Chamas da Vida” (2008), “Ribeirão do Tempo” (2010), “Máscaras” (2012), “Balacobaco” (2012) e a minissérie bíblica “Milagres de Jesus” (2014). Ele ainda participou de duas novelas do SBT, “Éramos Seis” (1994) e “Amigas e Rivais” (2007). Magnini tinha recém-retornado à Globo, justamente para fazer “Velho Chico”, após dez anos longe da emissora.
Em Nome da Lei leva o gênero policial à fronteira brasileira
Realizador de filmes como “Zuzu Angel” (2006) e “Salve Geral” (2009), Sergio Rezende roteirizou e dirigiu “Em Nome da Lei”, thriller policial inspirado em histórias reais, sobre o contrabando e o tráfico de drogas no Brasil, mais precisamente na fronteira com o Paraguai. Protagonista de novelas da Globo, o ator Mateus Solano ainda não se firmou no cinema, embora tenha participado, no início da carreira, do ótimo “Linha de Passe” (2008), de Walter Salles e Daniela Thomas. Mas mesmo sem tanta experiência cinematográfica, pode-se dizer que ele é a melhor parte desta produção, ao lado de Chico Diaz (“Oração do Amor Selvagem”). No filme, Solano é Vitor, um juiz que saiu de São Paulo e foi ao interior de Mato Grosso do Sul fazer justiça. Ele mudou de cidade em troca da posição de juiz titular e também para buscar um ideal. Como profissional, o personagem acredita que vai “mudar o mundo”, ou, pelo menos, as injustiças que acontecem na pequena cidade (fictícia) de Fronteiras. No fórum onde começa a trabalhar, conhece a procuradora Alice, vivida pela bela Paolla Oliveira (“Trinta”), e o policial federal Elton (Eduardo Galvão, de “Flordelis”). Os três têm a difícil missão de acabar com os desmandos do coronel Gomez (Chico Diaz), responsável pelo crime da região. Embora o enredo de “Em Nome da Lei” possa ter alguma semelhança com o momento atual do Brasil e com o juiz Sergio Moro, que lidera as investigações da Operação Lava Jato, em Curitiba, o autor do filme se inspirou no juiz federal Odilon de Oliveira, que ficou famoso por atuar no combate ao crime organizado naquela região. A cidade do juiz é Ponta Porã; a que foi filmada, é Dourados. A ideia da trama é boa – principalmente por sair do lugar-comum da favela e da pobreza, que marcam o cinema policial brasileiro – , mas falta um pouco de “caldo” nesta mistura. Há momentos em que o diretor parece não estar presente, tamanho é o descompasso entre os atores em cena. Além de interpretações que não convencem o espectador, a produção do longa deixa a desejar. Detalhes como a placa do carro e a garrafa de vinho que chega aberta na mesa do cliente, mostram uma falta de cuidado e, sobretudo, de verossimilhança. Outro problema é o excesso de didatismo nas cenas, principalmente nas que se referem ao contrabando. Cinema também serve para educar, mas sutileza é essencial quando se trata de arte.
Ave, César é homenagem dos irmãos Coen à velha Hollywood
Os irmãos Coen sempre tiveram um interesse muito grande pela História do Cinema, em especial pelos gêneros clássicos de Hollywood. Eles começaram a carreira fazendo um film noir sujo (“Gosto de Sangue”), seguiram com filmes de gângster (“Ajuste Final”), policial (“Fargo”), musical (“E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?”), western (“Bravura Indômita”), etc. Inclusive, já tinham tratado dos bastidores da indústria cinematográfica dos anos 1940, no delirante “Barton Fink” (1991). “Ave, César!” é praticamente uma síntese dessa obsessão, uma obra em esquetes que procura homenagear vários gêneros, com um registro cômico quase sempre satisfatório, sobre a Hollywood dos anos 1950, considerada a última década da Era de Ouro dos estúdios. O fio que liga as tramas é a história do produtor (Josh Brolin) que precisa manter seus astros na linha, ao mesmo tempo em que recebe uma proposta indecente para mudar de emprego. Entre os astros de seu estúdio estão o protagonista de um épico cristão (George Clooney), que é sequestrado por comunistas, uma diva desbocada de filmes de balé aquático (Scarlett Johansson), um ator de musicais com sapateado (Channing Tatum) e um caubói com pouco talento que integra o elenco de um melodrama (Alden Ehrenreich, que acaba sendo a melhor surpresa do filme). A cena em que Ehrenreich treina como deve dizer uma fala, sob comando do diretor afetado vivido por Ralph Fiennes, é uma das melhores do filme, numa homenagem ao cinema melodramático de Douglas Sirk. A trama também explora a indústria da fofoca (representada pelas jornalistas gêmeas vividas por Tilda Swinton) e a tentativa dos produtores de evitar que certas verdades vazassem para a mídia. Eram tão bem sucedidos no resguardo da intimidade dos astros da época, que pouco se sabia sobre suas verdadeiras orientações sexuais – embora houvesse burburinhos. O problema é que, por ser conduzido por esquetes, “Ave, César” tende à irregularidade e, mesmo se mostrando afiado, nem sempre seu humor resulta engraçado. A impressão é que os Coen fizeram o filme pelo prazer de recriar as cenas (caprichadas) de balé aquático e de coreografia de sapateado (com marinheiros dançando), que homenageiam de maneira explícita a Era de Ouro de Hollywood. São os momentos que enchem os olhos dos cinéfilos. Tão bem feitos que até devem entrar em futuras antologias sobre a história do Cinema.
Julieta: Novo filme de Pedro Almodóvar ganha trailer legendado
A Universal Pictures divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Julieta”, novo filme do espanhol Pedro Almodóvar, que terá sua première na competição do Festival de Cannes. A prévia equilibra a estética brega e de apelo sexual que caracteriza o cinema do diretor com uma trama melodramática, que se mantém vaga ao longo do vídeo, iniciado por um reencontro casual e encerrado com uma carta de confissão. A narrativa se desenrola ao longo de três décadas, entre 1985 e 2015, e mostra a personagem-título – interpretada por duas atrizes diferentes, Emma Suarez (“Buscando a Eimish”) e Adriana Ugarte (“Combustión”) – , lidando com o mistério que leva uma pessoa a abandonar quem ama e seguir vivendo sem que a outra nunca tivessem existido ou deixado alguma lembrança. O elenco ainda conta com Michelle Jenner (“Extraterrestre”), Rossy de Palma (“Ata-me”) e Darío Grandinetti (“Relatos Selvagens”). Apesar da divulgação do trailer oficial nacional, ainda não há previsão para o lançamento de “Julieta” nos cinemas brasileiros.
Uma Loucura de Mulher: Mariana Ximenes faz papel de boba no trailer de mais um besteirol brasileiro
Pra quem estava com saudades do besteirol brasileiro, a Imagem Filmes divulgou o pôster e o primeiro trailer de mais uma comédia boba. “Uma Loucura de Mulher” traz Marianna Ximenes (“Os Penetras”) no papel-título. A prévia começa com o tapa que dá origem à sua infâmia. Quando essa reação a uma cantada machista de um senador vai parar nos jornais, seu marido deputado é aconselhado a declará-la louca, o que a faz fugir para não ser internada, escondendo-se no antigo apartamento de seu falecido pai, onde se reconecta com um ex-namorado e passa a ser assediada pelo marido arrependido. A trama não podia ser mais pueril. Mas o vídeo ressalta que a infantilidade é escancarada, graças a cenas de pastelão antigo, com direito a uma perseguição de carros reciclada do primeiro filme da “Pantera Cor-de-Rosa”, de 53 anos atrás. Além de Ximenes, o elenco inclui outras caras conhecidas do gênero besteirol, como Bruno Garcia (“De Pernas pro Ar”), Sergio Guizé (“Vai que dá Certo”), Miá Mello (“Meu Passado Me Condena”), Guida Vianna (“Loucas pra Casar”) e também registra o último papel de Luiz Carlos Miele (“Os Penetras”), que vive o senador estapeado. Filme que marca a estreia na direção de Marcus Ligocki (coprodutor de “O Último Cine Drive-In”), “Uma Loucura de Mulher” foi escrito por Ligocki em parceria com Angélica Lopes (“Até que a Sorte nos Separe”). A estreia está marcada para 2 de junho.
Contrato Vitalício: Veja o primeiro trailer do filme do Porta dos Fundos
O canal do Porta dos Fundos no YouTube disponibilizou o primeiro trailer de “Contrato Vitalício”, que está sendo considerada a estreia do grupo humorístico nos cinemas – apesar de seus integrantes aparecerem em dezenas de filmes nos últimos anos. A prévia resume a trama com diversas piadas, nenhuma particularmente engraçada. “Contrato Vitalício” tem direção de Ian SBF (“Entre Abelhas”) e roteiro de Fabio Porchat e Gabriel Esteves (série “O Grande Gonzalez”). Inspirado na longa relação entre Ian e Porchat, o filme conta a história de um ator (Porchat) que, entusiasmado com a vitória de uma amigo diretor (Gregório Duvivier) num festival internacional de cinema, assina um contrato vitalício num guardanapo para participar de todos os seus próximos filmes. Mas o diretor some naquela mesma noite e, ao voltar dez anos depois dizendo que foi abduzido por “alienígenas do centro da Terra”, quer transformar a saga de seu sumiço num filme. A esta altura, o amigo ator já é famoso e percebe que, para honrar o contrato, será obrigado a fazer um filme que pode destruir sua carreira. O elenco reúne outros atores do grupo, como Antonio Tabet, João Vicente de Castro, Luis Lobianco, Julia Rabello e Marcos Veras. As filmagens duraram cinco semanas, com começo em janeiro, e o lançamento, em esquema relâmpago, está marcado para 30 de junho.
Malévola vai ganhar sequência com Angelina Jolie
O sucesso de “Mogli: O Menino Lobo” animou a Disney a dar sequência às adaptações de suas fábulas encantadas. O estúdio divulgou seu cronograma de lançamentos futuros do gênero, que incluem, claro, uma continuação de “Mogli” e vários projetos anteriormente anunciados. A grande novidade é a confirmação da sequência de “Malévola” (2014), que trará Angelina Jolie de volta ao papel-título. Ainda não há maiores detalhes da produção, mas a roteirista Linda Woolverton, que escreveu o primeiro filme, também vai assinar a história da continuação. Além das duas sequências, o estúdio está atualmente desenvolvendo produções de “Cruella”, sobre a vilã da animação “A Guerra dos Dálmatas” (com Emma Stone no papel principal), “Dumbo”, com direção de Tim Burton, “Tinker Bell”, com Reese Whitherspoon no papel da fada antigamente conhecida como Sininho, e “Mary Poppins”, com Emily Blunt. Há ainda outros projetos em estágio inicial, como um filme sobre a Rosa Vermelha, irmã de Branca de Neve, e uma nova versão de Peter Pan. Já filmadas, as próximas fábulas da Disney a chegar aos cinemas serão “Alice Através do Espelho”, prevista para 26 de maio, e “A Bela e a Fera”, em 30 de março de 2017.
Wolverine aparece no novo trailer legendado de X-Men: Apocalipse
A Fox divulgou um novo trailer legendado de “X-Men: Apocalipse”, que mostra, em seus segundos finais, as garras de Wolverine. A cena encerra longas especulações sobre a participação de Hugh Jackman na produção. A prévia também confirma o papel de protagonista de Mística (Jennifer Lawrence), que não só assume a liderança dos X-Men como se torna responsável por trazer uma nova geração de mutantes para o grupo. Além disso, estabelece que sua trama será a terceira do ano a apresentar super-heróis brigando entre si – no caso, os X-Men de Mística contra os Quatro Cavaleiros de Apocalipse. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse (Oscar Isaac, de “Star Wars: O Despertar da Força”), o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta quatro poderosos mutantes para acabar com a humanidade e criar um novo mundo, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística deve liderar os X-Men, com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy), para impedir o fim do mundo. “X-Men: Apocalipse” vai reunir a maior quantidade de mutantes já vistos na franquia, juntando os intérpretes introduzidos em “X-Men: Primeira Classe” (2011), Michael Fassbender (Magneto), James Mcavoy (Professor X), Jennifer Lawrence (Mística), Nicholas Hoult (Fera), Lucas Till (Destructor) e Rose Byrne (Moira MacTaggert), além de Evan Peters (Mercúrio) e Hugh Jackman (Wolverine), remanescentes da linha temporal de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), com uma nova geração formada por Sophie Turner (série “Game of Thrones”) como Jean Grey, Tye Sheridan (“Amor Bandido”) como Cíclope, Kodi Smit-McPhee (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) como Noturno, Alexandra Shipp (“Mistério de Anubis”) como Tempestade, Ben Hardy (novela britânica “EastEnders”) como Anjo/Arcanjo, Olivia Munn (“Livrai-Nos do Mal”) como Psylocke e a estreante Lana Condor como Jubileu. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.












