O Bebê de Bridget Jones: Colin Firth e Patrick Dempsey disputam Renée Zellwegger em novo trailer
A Universal Pictures divulgou uma coleção de pôsteres e o novo trailer legendado de “O Bebê de Bridget Jones”, que retoma a saga da eterna solteirona inglesa, iniciada no cinema em 2001 e que agora se torna grávida. A prévia continua mostrando Bridget dividida entre dois amores, o que rende diversas piadas em torno de quem é o pai de seu bebê – embora nenhuma particularmente original. De volta ao papel principal, Renée Zellwegger volta a ser disputada por Colin Firth e, no lugar do ausente Hugh Grant, um novo interesse romântico, vivido por Patrick Dempsey, em seu primeiro papel após sair da série “Grey’s Anatomy”. Qualquer um dos dois pode ser o pai do bebê do título, já que Bridget não sabe qual deles a engravidou. A trama não traz nenhuma referência ao terceiro livro de Helen Fielding, “Louca pelo Garoto”, lançado em 2013, e que gerou mais polêmica que elogios. Isto porque os fãs ficaram revoltadíssimos com a morte de Mark Darcy, o personagem de Firth. Afinal, no final de “Bridget Jones: No Limite da Razão”, Darcy finalmente tinha proposto casamento a Bridget, e os fãs estavam ansiosos em ler sobre suas vidas de casados. Isto tampouco aconteceu no novo filme. O terceiro “Bridget Jones” foi roteirizado pela própria Fielding e por David Nicholls (“Um Dia”). A direção, por sua vez, está a cargo de Sharon Maguire, que comandou o primeiro filme da franquia. A estreia está prevista para 16 de setembro nos EUA e duas semanas depois, em 29 de setembro, no Brasil.
Revelações mirins ilustram as primeiras fotos do novo filme do diretor de Jurassic World
A Focus Features divulgou as primeiras fotos do novo filme de Colin Trevorrow (“Jurassic World”), o drama “The Book of Henry”, que gira em torno de dois irmãos muito jovens, interpretados por Jacob Tremblay, revelação de “O Quarto de Jack” (2015), e Jaeden Lieberher, revelação de “Um Santo Vizinho” (2015). Na trama escrita por Gregg Hurwitz (série “V: Visitantes”), eles são filhos de uma mãe solteira (Naomi Watts, de “Diana”) e o mais velho da dupla (o Henry do título, vivido por Lieberher) é um pequeno gênio, que decide resgatar sua vizinha (Maddie Ziegler, a bailarina dos clipes de Sia) das mãos de um pai cruel. Os quatro intérpretes principais podem ser vistos nas imagens divulgadas, bem como o cineasta, que aparece conversando, nos bastidores, com Tremblay. O elenco ainda inclui Lee Pace (“Guardiões da Galáxia”), Dean Norris (série “Breaking Bad”) e Bobby Moynihan (“Irmãs”). A estreia está marcada para 16 de junho de 2017 nos EUA.
Alexander Skarsgård e Michael Peña são policiais corruptos em trailer de comédia
A produtora Icon divulgou o primeiro trailer da comédia policial “War on Everyone”, novo filme do inglês John Michael McDonagh, diretor de “O Guarda” (2011), um dos melhores filmes do gênero nesta década. A prévia comprova sua capacidade para criar humor de situações politicamente incorretas. Escrita pelo cineasta, a trama traz Alexander Skarsgård (série “True Blood”) e Michael Peña (“Homem-Formiga”) como dois policiais corruptos do Novo México, que incriminam e fazem chantagem com todos os bandidos que cruzem seus caminhos. Até que tentam intimidar alguém mais perigoso do que eles. O elenco também inclui Theo James (“Divergente”), Tessa Thompson (“Creed”), Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Caleb Landry Jones (“Byzantium”) e Paul Reiser (“Um Homem Entre Gigantes”). A estreia está marcada para 30 de setembro no Reino Unido e não há previsão de lançamento no Brasil.
Owen Wilson negocia ser marido de Julia Roberts em adaptação de best-seller infantil
O ator Owen Wilson (“Zoolander”) está em negociações para se juntar a Julia Roberts (“Jogo do Dinheiro”) em “Wonder”, adaptação do best-seller infantil “Extraordinário” de RJ Palacio. Os dois devem interpretar os pais de Jacob Tremblay, a jovem revelação do filme “O Quarto de Jack” (2015) e protagonista da trama. Em “Wonder”, ele vive Auggie Pullman, um menino que nasceu com uma deformidade facial e estudou em casa por toda a vida, até que, pela primeira vez, é matriculado numa escola regular a partir da 5ª série. O roteiro da adaptação foi escrito por Jack Thorne (criador da série “White Panthers”) e Steve Conrad (“A Vida Secreta de Walter Mitty”), e a direção está a cargo de Stephen Chbosky (“As Vantagens de Ser Invisível”). Lançado em 2012, o livro de RJ Palacio vendeu 2 milhões de exemplares e já se desdobrou em duas obras derivadas – “365 Dias Extraordiários” e “Auggie e Eu”.
Lançado em março, Ultra HD Blu-ray tem início quatro vezes melhor que o Blu-ray original
O novo formato de disco Ultra HD Blu-ray começou mais forte do que Blu-ray, de acordo com os números de vendas iniciais. Segundo pesquisa da revista Home Media, 228 mil Blu-ray Ultra HD discos foram vendidos desde o lançamento do formato, em março. A quantidade é quatro vezes superior à adoção inicial do Blu-ray. O substituto do DVD vendeu 57 mil discos em seus primeiros meses, em 2006. Vale considerar ainda que, até hoje, foram lançados apenas 45 títulos em Ultra HD, o que demonstra a solidez o formato, que exige uma TV de resolução 4k para ser assistido. Além do novo disco apresentar maior definição, nitidez e cores, seus aparelhos de reprodução são compatíveis com a “antiga” tecnologia Blu-ray, o que facilita sua adoção por quem já tem uma coleção de Blu-rays. As indústrias do cinema, dos eletrodomésticos e os grandes varejos comemoram a popularidade da novidade. Só não sabem esconder muito bem que os laboratórios tecnológicos já deixaram o 4k ultrapassado, com o desenvolvimento da resolução 8k. Entretanto, para não matar a galinha dos ovos de ouro, o lançamento da novíssima geração de TVs em ultramegasuperpós HD deve demorar a sair das fábricas.
Mangá clássico Lobo Solitário vai ganhar versão de Hollywood
O mangá clássico “Lobo Solitário” será adaptado numa produção hollywoodiana. A empresa SP International Pictures, do produtor Steven Paul, adquiriu os direitos do personagem e planeja começar a filmagem em 2017, informou o site Variety. “Eu sou um grande fã dessa obra há anos, e não posso nem expressar o quanto estou empolgado por ter a oportunidade de embarcar nessa viagem“, disse Steven Paul, que também está associado a outra adaptação hollywoodiana de mangá cultuado, “Ghost in the Shell”, com Scarlett Johansson (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) no papel principal. O Lobo Solitário é uma história clássica de samurai, honra e vingança. Os quadrinhos contam a história do samurai Itto Ogami, que é acusado injustamente de traição e foge com o filho recém-nascido, após a execução de sua mulher e parte de sua família. Ele passa, então, a trabalhar como assassino profissional, oferecendo seus serviços enquanto busca limpar seu nome, ao mesmo tempo em que é perseguido pela guarda imperial e por caçadores de recompensa, sempre carregando o bebê a tiracolo. O mangá de Kazuo Koike e Goseki Kojima foi lançado em 1970 e se tornou um dos mais influentes dos quadrinhos japoneses. Fez tanto sucesso que já rendeu uma franquia cinematográfica, peças de teatro e uma série de TV no Japão. Steven Paul não é o primeiro a tentar realizar uma adaptação americana da obra. Em 2011, a empresa do diretor Justin Lin (“Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio”) chegou a contratar o casal de roteiristas David e Janet Peoples (“Os 12 Macacos”) para o projeto.
Bud Spencer (1929 – 2016)
Morreu Bud Spencer, ator de diversos westerns e comédias italianas de sucesso. Ele faleceu na segunda (27/6) em Roma, aos 86 anos, de causa não revelada. Segundo seu filho, sua última palavra foi “Obrigado”. Nascido em Nápoles em 1929, Carlo Pedersoli começou a carreira de ator graças a seu porte físico. Ex-nadador profissional, chegou a disputar duas Olimpíadas, em 1952 e 1956, e se tornou requisitado para envergar uniformes e até mesmo aparecer sem camisa em filmes de época. A primeira figuração veio no clássico “Quo Vadis” (1951), como um guarda romano, fase que se estendeu até “Anibal, O Conquistador” (1959). Foi durante as filmagens de “Anibal” que Pedersoli encontrou seu futuro parceiro, Mario Girotti. Os dois mudariam de nome para estrelarem seu primeiro filme como protagonistas, “Deus Perdoa… Eu Não!”, um western spaghetti escrito e dirigido por Giuseppe Colizzi em 1967. Os pseudônimos americanizados eram regra das produções comerciais da época, visando o mercado internacional, para onde os filmes eram exportados com dublagem em inglês. Com isso, criava-se a ilusão de uma produção de Hollywood, muitas vezes incrementada com a participação de atores americanos para aumentar a credibilidade do elenco. No caso dos westerns filmados no deserto espanhol, a necessidade do “disfarce” era ainda maior, uma vez que o gênero era considerado o mais americano de todos. Pedersoli e Girotti escolheram seus nomes a partir de uma lista fornecida pelos produtores de seu primeiro western. Pedersoli escolheu virar Bud Spencer para homenagear seu ator favorito, Terence Spencer, e sua cerveja favorita, Budweiser. Girotti se tornou Terence Hill porque o nome tinha as iniciais de sua mãe. “Deus Perdoa… Eu Não!” acabou virando um sucesso inesperado e rendeu duas continuações, “Os Quatro da Ave Maria” (1968) e “A Colina dos Homens Maus” (1969), tornando os nomes de Terence Hill e Bud Spencer bastante conhecidos. Apesar de participarem de projetos independentes – Spencer, por exemplo, estrelou vários westerns como o estereótipo do fortão de diferentes gangues de pistoleiros – , a dupla acabou se tornando inseparável aos olhos do público a partir de uma nova franquia, lançada em 1970. Escrito e dirigido por Enzo Barboni, “Chamam-me Trinity” (1970) aumentou a carga de humor do western spaghetti, transformando as aventuras de Trinity (Hill) e seu parceiro Bambino (Spencer) em verdadeiros pastelões com tiroteios. O apelo cômico foi ainda mais longe na continuação, “Trinity Ainda é Meu Nome” (1971), que virou fenômeno internacional e sacramentou “Trinity” como a franquia mais bem-sucedida do cinema italiano do período. A esta altura, Hill e Spencer se tornaram os atores mais bem pagos da Itália. Mas isso trouxe um efeito colateral inevitável. Mesmo que interpretassem outros personagens, seus filmes eram lançados no exterior como “Trinity”. A situação chegou ao cúmulo de render “Que Assim Seja… Trinity” (1972) e “Trinity… Os Sete Magníficos” (1972) sem a participação de Terence Hill, o intérprete de Trinity. Já em “Dá-lhe Duro, Trinity!” (1972), a reunião da dupla aconteceu nos dias de hoje, numa aventura na selva. Marcado pelo gênero, Spencer raras vezes se arriscou fora do humor e do western. Numa dessas ocasiões, participou do giallo “Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza” (1971), do mestre Dario Argento. Mas ficou nisso seu esforço para se distanciar do tipo que consagrou em “Trinity”: o fortão engraçado, de cara feia, mas bom coração. Tampouco renegou a parceria com Hill, com quem filmou mais de uma dezena de comédias. A partir de 1974 os filmes da dupla já não precisavam mais trazer o nome de “Trinity” ou cenários do Velho Oeste para lotar os cinemas. Eles continuaram faturando alto com lançamentos como “Dois Missionários do Barulho” (1974), “A Dupla Explosiva” (1974), “Dois Tiras Fora de Ordem” (1977), “Par ou Ímpar” (1978), “Quem Encontra um Amigo, Encontra um Tesouro” (1981), “Dois Loucos com Sorte” (1983) e “Os Dois Super-Tiras em Miami” (1985). Paralelamente, Spencer também começou a intercalar sucessos individuais, como “Chamavam-lhe Bulldozer” (1978), em que viveu um treinador de futebol amador, “O Xerife e o Pequeno Extraterrestre” (1979), que teve sequência, “O Super Xerife” (1980), além de “Buddy no Velho Oeste” (1981), “Banana Joe” (1982) e “Aladdin” (1986), em que viveu o gênio da lâmpada. Em 1984, no auge do sucesso, Spencer e o parceiro chegaram a ser entrevistados por Renato Aragão no programa “Os Trapalhões”, quando o gordinho barbudo mostrou sua fluência em português, graças aos dois anos que morou no Brasil (entre 1947 e 1949), trabalhando como funcionário do consulado da Itália no Recife. Mas, ironicamente, logo em seguida a dupla caiu no ostracismo. Hill ainda viveu o herói dos quadrinhos belgas “Lucky Luke” em 1991. Contudo, as carreiras de ambos estagnaram nos anos 1990, a ponto de empurrá-los para um último reencontro sob o manto de “Tritiny”. Nove anos após “Os Dois Super-Tiras em Miami”, Hill e Spencer se despediram dos fãs com o lançamento de “A Volta de Trinity” (1994), seu retorno ao faroeste, com personagens diferentes de Trinity e Bambino, mas divulgados como se fossem os mesmos. Hill faria só mais um filme, em 1997. Spencer continuou ativo até 2009, mas sem emplacar nenhum sucesso. Apesar da fama alcançada, Bud Spencer nunca escondeu sua amargura por não ter merecido maior reconhecimento da crítica e jamais ter trabalhado com cineastas renomados. “Na Itália, eu e Terence Hill simplesmente não existimos, apesar da grande popularidade que temos hoje entre as crianças e os mais jovens”, lamentou há alguns anos.
Duas produções diferentes vão adaptar 20.000 Léguas Submarinas para o cinema
O diretor David Fincher não conseguiu convencer a Disney a investir numa superprodução baseada no clássico sci-fi “20.000 Léguas Submarinas”, que seria estrelada por Brad Pitt. Mas após seu projeto dar em água, duas produções rivais ganharam sinal verde para materializar a famosa aventura marinha de Julio Verne. O cineasta Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) já tinha revelado seus planos de adaptar o clássico de 1870, ao compartilhar no Instagram a capa do roteiro que ele escreveu com Dan Studney (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e o estreante Rick Sordelet para o estúdio 20th Century Fox. Agora, surge a notícia que o estúdio francês Wild Bunch se associou a uma empresa chinesa para lançar a sua versão, que será dirigida por Christophe Gans (da recente versão francesa de “A Bela e a Fera”). Segundo o site Deadline, a produção já garantiu distribuição na China, o que poderá afetar os planos da Fox para distribuir seu filme no segundo maior mercado do planeta. Para completar, essa versão começará a ser filmada ao mesmo tempo que a produção americana, entre setembro e outubro. A Disney, por sua vez, não desistiu completamente de filmar a criação de Julio Verne e planeja uma história de origem centrada no Capitão Nemo, que deverá ser dirigida por James Mangold (“Wolverine – Imortal”). Entretanto, este projeto não deve sair da gaveta tão cedo – se é que agora sairá. “20.000 Léguas Submarinas” acompanha a caça de um misterioso monstro marinho que vem atacando embarcações do final do século 19. Na verdade, porém, trata-se do primeiro submarino do mundo, o Náutilus, comandado pelo Capitão Nemo, muito antes da invenção se tornar realidade. O livro já foi adaptado diversas vezes para o cinema, mas até hoje a versão filmada em 1954 pela Disney, com Kirk Douglas (“Spartacus”) e James Mason (“Meninos do Brasil”), permanece insuperável.
Ansel Elgort pode estrelar filme baseado em Dungeons and Dragons
A adaptação do game “Dungeons and Dragons” virou prioridade no estúdio Warner Bros. Segundo o site Deadline, o ator Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”) já teria iniciado negociações para viver o protagonista da produção, que levará aos cinemas o universo de fantasia medieval que desde 1974 inspira a imaginação de jogadores em todo o mundo. Passado num mundo de magos, dragões e guerreiros, como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”, o filme tem roteiro de David Leslie Johnson (“Invocação do Mal 2”) e será dirigido por Rob Letterman (“Goosebumps”). O game já ganhou algumas adaptações anteriores. A mais popular foi uma série animada dos anos 1980, conhecida no Brasil como “Caverna do Dragão”, que durou três temporadas. Em 2000, a mesma Warner lançou (via New Line) a primeira adaptação cinematográfica, “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, cuja aventura mais parecia uma comédia infantil e se provou um fracasso de público e crítica.
Jamie Dornan invade a mente de uma criança em trailer de suspense
A Lionsgate divulgou o primeiro trailer do suspense “The 9th Life of Louis Drax”, novo filme do especialista em terror Alexandre Aja (“Piranhas”), estrelado por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). A prévia começa acompanhando uma família feliz, o acidente que deixa seu filho em coma e a busca por esperanças além da Medicina. Mas esses sinais típicos de drama religioso logo são substituídos por uma reviravolta sci-fi, envolvendo experiências com ondas cerebrais e um mergulho na mente da criança, com o objetivo de solucionar o mistério de sua queda e descobrir se os próprios pais teriam empurrado o menino num precipício. A trama reflete diversos lugares-comuns, já vistos em filmes como “A Cela” (2000) e “Aurora” (2012). Baseada no livro homônimo de Liz Jensen, marca o primeiro roteiro assinado pelo ator Max Minghella, que trabalhou com Aja no terror “Amaldiçoado” (2013). Os pais são interpretados por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Sarah Gadon (“Drácula: A História Nunca Contada”), o menino por Aiden Longworth (o jovem Rip Hunter de “Legends of Tomorrow”) e o neurologista que realiza a experiência por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”). O elenco ainda inclui Molly Parker (série “House of Cards”), Barbara Hershey (“Sobrenatural”) e Oliver Platt (série “Chicago Med”). A estreia está marcada para 2 de setembro nos EUA e apenas em 20 de outubro no Brasil.
Morgan: Atriz de A Bruxa é monstro de laboratório em novo trailer de sci-fi
A 20th Century Fox divulgou o segundo trailer de “Morgan”, terror científico estrelado por Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) e Ana Taylor-Joy (revelada em “A Bruxa”). A prévia explica a origem da personagem-título, uma nova forma de vida sintética criada num laboratório secreto, que, como típico monstro de “Frankestein”, rebela-se contra seus criadores. O detalhe é que Morgan tem poderes psíquicos poderosos. Na trama, Mara interpreta uma funcionária de uma grande corporação enviada para avaliar um acidente em um laboratório ultra-secreto, onde uma nova forma de vida (Ana Taylor-Joy) foi criada por cientistas. A premissa, que remonta à literatura gótica, é velha conhecida da ficção científica, tendo rendido nas últimas décadas alguns exemplares interessantes como “A Experiência” (1995) e “Splice – A Nova Espécie” (2009). O filme marca a estreia na direção de Luke Scott, filho do veterano cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”), após trabalhar como assistente em “Exôdo: Deuses e Reis” (2014), dirigido por seu pai. O elenco também inclui Toby Jones (série “Wayward Pines”), Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Paul Giamatti (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), Boyd Holbrook (série “Narcos”) e Chris Sullivan (série “The Knick”). A estreia está marcada para 2 de setembro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Independence Day estreia em 1º lugar no Brasil
Após frustrar as expectativas da 20th Century Fox nos EUA, “Independence Day: O Ressurgimento” teve desempenho mais razoável no mercado internacional. A continuação do blockbuster de 1996 abriu em 1º lugar no Brasil e em outros países estratégicos. Mas seu sucesso se deve mais à características do parque exibidor do que às qualidades da produção. Antes de aprofundar a análise da tendência, é importante olhar os números brutos. A invasão alienígena chegou ao Brasil com faturamento de R$ 9,6 milhões e público de 533,6 mil espectadores entre quinta (23/6) e domingo (26), segundo dados da empresa de monitoramento ComScore. Mas a vantagem para o 2º lugar foi pequena. O romance “Como Eu Era Antes de Você” ficou na segunda colocação com R$ 9 milhões. Entretanto, teve mais público: 601,7 mil espectadores. A diferença para a sci-fi se deve ao preço mais caro dos ingressos para sessões em 3D e Imax. Na semana passada, “Como Eu Era Antes de Você” liderou as bilheterias nacionais com R$ 11,5 milhões e levou cerca de 754 mil pessoas aos cinemas. Portanto, a vitória de “Independence Day” nesta semana deve ser vista como modesta. O longa da Fox também liderou no México, na Coreia do Sul e na Rússia, mas não passou dos US$ 100 milhões de arrecadação internacional. Somando os US$ 41,6 milhões de sua estreia nos EUA, o filme fez cerca de US$ 140 milhões em todo o mundo. Muito pouco para uma produção orçada em US$ 165 milhões. A lição do sucesso internacional de “Independence Day” e outros filmes calcados em efeitos visuais, como “Warcraft”, que fracassaram nos EUA, revela como o público de diferentes países lida com o apelo das projeções em 3D e Imax. Para o público de países em que as salas de projeção especial ainda é novidade, as batalhas de efeitos digitais surgem como um espetáculo que justifica o ingresso mais caro. Mas nos EUA, onde o público tem excesso de oferta de salas especiais, a demanda por filmes em 3D já dá sinais de esgotamento, a ponto de produções serem convertidas ao formato apenas para lançamento no exterior. Para comprovar essa tese, basta comparar os números da arrecadação de “Independence Day: O Ressurgimento” em salas Imax. Enquanto o filme rendeu apenas US$ 5 milhões nesse tipo de tela nos EUA, na China foram US$ 6,4 milhões, enquanto o total internacional atingiu US$ 15,8 milhões.
Desculpe o Transtorno: Gregório Duvivier vira o Médico e o Monstro do besteirol brasileiro em trailer
A Buena Vista International divulgou o pôster e o novo trailer de “Desculpe o Transtorno”, besteirol brasileiro estrelado por Gregório Duvivier (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”). Trata-se de mais uma variação de história clássica convertida para o humor genérico brasileiro, como na época das chanchadas. Desta vez, uma brincadeira sobre “O Médico e o Monstro”, que pelo protagonismo de Duvivier poderia ter graça se rebatizado de “O Coxinha e o Mortadela”. As roteiristas, no entanto, preferem resumir o dilema do personagem como “Raquel e Ruth no mesmo corpo”, numa referência para quem se lembra de novelas dos anos 1990. Na trama, Duviver sofre de transtorno de personalidade múltipla. Ele vai dormir como Eduardo, que trabalha de terno e gravata, tem bom padrão de vida e gosto ascético, e acorda como Duca, que o trailer só mostra se divertindo, descabelado e sem realizar nada. E assim sucessivamente, até que cada uma das personalidades se apaixona por uma mulher diferente: Dani Calabresa (“Superpai”) e Clarice Falcão (“Primeiro Dia de um Ano Qualquer”). O detalhe é que ninguém do ciclo de amizades e de trabalho do transtornado percebe o que acontece até ele confessar seu problema, confirmando a falta de inteligência que afeta as comédias brasileiras. O filme já está pronto há bastante tempo – o primeiro trailer tem mais de um ano. O roteiro é de Adriana Falcão e Tatiana Maciel, que escreveram juntas outro besteirol romântico, “Fica Comigo Esta Noite” (2006), no começo da tendência. Já a direção é de Thomas Portella, que retorna ao humor de sua estreia, “Qualquer Gato Vira-Lata” (2011), após exercitar os clichês do terror em “Isolados” (2014) e mostrar bom trabalho no policial “Operações Especiais” (2015). “Desculpe o Transtorno” chega aos cinemas em 15 de setembro.












