Gay Talese renega próprio livro, que seria filmado pelo diretor de 007 Contra Spectre
O projeto da adaptação do vindouro livro “The Voyeur’s Motel”, que seria o próximo filme de Sam Mendes (“007 Contra Spectre”), sofreu um grande revés público. O próprio autor da obra, o famoso escritor Gay Talese, repudiou o que escreveu, dizendo-se enganado pelo homem que ele transformou em protagonista de sua história, cujos relatos foram tidos como verdadeiros. Em comunicado, Talese afirmou, de forma dramática, que não ajudará a promover seu livro. “Eu não deveria ter acreditado no que ele me contou”, escreveu. “Como posso promovê-lo, quando sua credibilidade está no esgoto?” “The Voyeur’s Motel” conta a suposta história real de Gerald Foos, homem que decidiu comprar e gerenciar um motel no Colorado em 1966 para satisfazer seu voyeurismo, assistindo a seus hóspedes fazerem sexo e descrevendo os atos num diário mantido até 1995. Só que ele acabou vendo bem mais que isso – como, por exemplo, um assassinato, que suas próprias ações precipitaram. Talese entrou em contato com Foos ainda em 1980, mas ele só aceitou permitir a publicação de sua história sem censura em 2013, quando vendeu o motel. O primeiro trecho do livro causou furor ao ser publicado em abril, como história verídica, na revista The New Yorker, levando Steven Spielberg a adquirir os direitos de adaptação para o cinema. Spielberg pretendia produzir o filme pela DreamWorks, e negociou com Sam Mendes para assumir a direção. Mas logo o jornal The Washington Post começou a encontrar furos na história, revelando que pelo menos parte do relato de Foos tinha sido inventado. Diante do questionamento de sua fonte, Talese resolveu renegar a obra. Apesar da controvérsia, o lançamento de “The Voyeur’s Motel” está mantido. O livro chega às lojas americanas na próxima terça, dia 12 de julho.
Romance entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West vai virar filme
O romance entre as escritoras Virginia Woolf e Vita Sackville-West vai virar filme, informou o site Deadline. As duas se relacionaram ao longo dos anos 1920, quando eram casadas, e do affair resultou uma obra-prima literária, “Orlando”, escrito por Woolf em 1928 e inspirado em Vita, sobre um poeta que viveu por muitos séculos, mudando de sexo conforme as décadas passavam. O roteiro foi escrito pela veterana atriz Eileen Atkins (“Magia ao Luar”) e a direção está a cargo da cineasta Chanya Button, cujo elogiado filme de estreia “Burn Burn Burn” (2015) foi indicado ao BIFA, principal prêmio do cinema indie britânico.
Lançamento de Chatô pode evitar que Guilherme Fontes pague multa milionária
O TCU (Tribunal de Contas da União) aceitou rever um recurso de Guilherme Fontes referente à prestação de contas do incentivo fiscal do filme “Chatô, o Rei do Brasil” (2015). Com a revisão, o ator e diretor pode se isentar de ter que devolver um total de R$ 66,2 milhões ao Fundo Nacional da Cultura, valor corrigido e acrescido de juros. O recurso reavalia a decisão do TCU que condenava o ator por não ter o filme, que foi rodado nos anos de 1990 e só ficou pronto em 2014. Agora que “Chatô” entrou e saiu de cartaz e está na programação do Netflix, os ministros consideraram que a produção foi concluída, o que pode ser considerada prova de reconsideração. “Chatô”, que demorou quase 20 anos para estrear, custou mais de R$ 8 milhões, valor bem acima das grandes produções da época – “O Auto da Compadecida” (2000), por exemplo, não passou de R$ 3,5 milhões. No entanto, Fontes garante que o valor do trabalho ficou abaixo do que qualquer outro do mercado, já que, além do filme, o projeto compreendia também uma minissérie e um documentário, que ele pretende lançar em breve. O filme foi baseado no livro de mesmo nome do escritor Fernando Morais e conta a história de Assis Chateaubriand, jornalista e empresário que nos anos 1920 fundou os Diários Associados, grupo de mídia que engloba jornais, emissoras de rádio e de TV. Fontes disse que estava muito feliz e emocionado pela reviravolta no caso. “A justiça está sendo feita com quem acreditou em mim e com a minha família”, ele comentou, em entrevista ao UOL. “Fui acusado pelo Ministério da Cultura da época e os jornais abraçaram a ideia. Destruíram um projeto lindíssimo de cinema. E isso prova que eu estava certo”, falou. “O mais legal de tudo é as pessoas terem gostado do filme. Isso é impagável. Saber que as minhas contas estariam boas no final não foi surpresa. Saber que o filme ficaria bom não foi surpresa. Surpresa foi tudo mundo ter achado isso”.
Noel Neill (1920 – 2016)
Noel Neill, a primeira atriz a interpretar Lois Lane no cinema, morreu no domingo (3/7) aos 95 anos em Tucson, nos EUA, de causas não reveladas. Ela ficou famosa ao viver o interesse romântico de Superman nos seriados de aventura dos anos 1940, mas antes disso fez muitas figurações e chegou a integrar o elenco de uma série de “high school” musicais do estúdio Monogram, vivendo a estudante Betty Rogers em seis filmes, entre 1946 e 1948. Neill estrelou “Super-Homem” em 1948, ao lado de Kirk Alyn, o primeiro Superman do cinema. Produzido pela Columbia Pictures, o seriado mostrava o super-herói enfrentando a Mulher-Aranha, uma vilã que nunca existiu nos quadrinhos da DC Comics. Apesar de ter sido lançado quando o formato dos seriados entrava em decadência, a produção fez bastante sucesso e ganhou sequência, “O Homem Atômico Contra o Super-Homem” (1950), voltando a reunir o elenco original e destacando o vilão Lex Luthor, o “Homem Atômico” do título, interpretado por Lyle Talbot. Paralelamente, ela participou de alguns westerns de baixo orçamento, vivendo a donzela em perigo em produções como “As Aventuras de Frank e Jesse James” (1948), “Contrabando de Armas” (1949) e “Pistolas nos Prados” (1951). Mas após o último seriado do Superman, as oportunidades de trabalho no cinema voltaram a se resumir a figurações. Ela até apareceu no clássico “Os Homens Preferem as Louras” (1953), antes de voltar ao papel de sua vida. A identificação com Lois Lane foi tanta que Neill foi contratada para retomar a personagem na TV, na série “As Aventuras do Super-Homem”, como substituta da intérprete original, Phyllis Coates, que saiu da produção em 1953. Entrando na 2ª temporada, ela flertou com o herói vivido por George Reeves até o sexto ano, em 1958, quando a série saiu do ar. Mas nem o fim da série fez os fãs a esquecerem. Neill foi homenageada duas vezes pelos produtores dos filmes de Superman, aparecendo brevemente como Ella Lane, a mãe de Lois, no primeiro longa-metragem do herói, “Superman: O Filme” (1978), e como uma milionária enganada por Luthor em “Superman: O Retorno” (2006). Em 2010, a cidade de Metropolis, no Illinois, inaugurou uma estátua de Lois Lane, modelada em sua fisionomia.
Procurando Dory é um dos grandes filmes da Pixar
Assim como já fez com “Toy Story” (1995), “Monstros S.A.” (2001) e “Carros” (2006), o estúdio Pixar revisita agora os personagens de “Procurando Nemo” (2003), um dos seus maiores sucessos. Entretanto, “Procurando Dory” se diferencia mais do original que as continuações anteriores, não apenas por se concentrar na coadjuvante do primeiro filme, mas por algumas ousadias, como a inclusão de aspectos mais sombrios e temas humanistas. De fato, se não tivesse “Procurando Nemo” como predecessor, “Procurando Dory” estaria sendo louvado como um dos grandes filmes originais do estúdio. A nova animação é uma história de superação, destacando uma personagem com problema mental, que consegue não apenas atingir o seu objetivo, como se tornar um exemplo de obstinação e até de heroísmo. Mas chegar lá não é nada fácil. O filme começa com um pequeno prólogo, apresentando a pequena Dory ainda morando com os pais, antes de se perder, ficar adulta e conhecer Marlin, o perturbado pai do desaparecido Nemo, e ajudá-lo em sua jornada em busca do filho. Difícil não se solidarizar com a personagem, que sofre de perda de memória recente e por isso acaba não conseguindo muitos amigos. A trama encontra os personagens um ano após os eventos de “Procurando Nemo”, com Dory morando com Marlin e Nemo, e de vez em quando tem sonhos com sua família, flashes que podem servir de pistas para ela reencontrar seus pais. De certa forma, a busca da heroína pela família encontra paralelos no filme anterior do estúdio, “O Bom Dinossauro” (2015), embora aposte menos nas lágrimas e mais no desespero e na ansiedade de seus personagens. Ganham destaque alguns coadjuvantes novos que ajudam Dory na jornada, como o polvo com medo de espaços abertos Hank, a tubarão baleia míope Destiny e o inseguro beluga Bailey. Como se vê, a maioria dos personagens sofre de transtornos físicos, psicológicos ou mentais e essa é uma das belezas do filme: mostrar como podem ser capazes de enfrentar suas próprias limitações. Para completar, a Pixar ainda presenteia seus espectadores com um curta de abertura muito bonito, que ecoa o mesmo tema. Em “Piper – Descobrindo o Mundo”, de Alan Barillaro, um filhote de passarinho enfrenta um breve trauma – uma onda gigante que o arrasta e faz com que ele fique inseguro para sair e se alimentar junto com sua mãe e seus irmãos na praia – e o modo como ele consegue aprender a enfrentar esse problema.
Abbas Kiarostami (1940 – 2016)
Morreu o cineasta iraniano Abbas Kiarostami, vencedor da Palma de Ouro em Cannes por “Gosto de Cereja” (1997). Ele faleceu aos 76 anos em Paris, onde tratava um câncer, informou nesta segunda-feira (4/7) a agência de notícias oficial do Irã, ISNA. O diretor já tinha passado por uma série de cirurgias e estava em Paris para completar o tratamento. Kiarostami era considerado um dos mais influentes diretores de seu país. Nascido em Teerã, em 22 de junho de 1940, fez faculdade de belas-artes e começou seu envolvimento com o cinema em 1969, quando foi nomeado diretor do departamento de cinema do Instituto para o Desenvolvimento Intelectual de Jovens e Adultos do Irã (Kanoon, na sigla original). Nesse período no Kanoon, no qual se manteve mesmo após a revolução islâmica, o cineasta se tornou uma das figuras mais proeminentes da new wave iraniana – equivalente à nouvelle vague francesa – , dirigindo diversos filmes de ficção e documentários a partir de meados dos anos 1970. Ele passou a chamar atenção internacional com “Onde Fica a Casa do Meu Amigo?” (1987), que lhe rendeu o Leopardo de Bronze em Locarno. O filme abriu uma trilogia, constituída ainda por “E a Vida Continua” (1992) e “Através das Oliveiras” (1994), que lidavam com os problemas da infância. Ambos foram premiados na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, evento que o tornou conhecido no país e que o homenageou com uma retrospectiva em 2004. A Palma de Ouro por “Gosto de Cereja” o consagrou definitivamente como autor, ao contar a história surreal de um homem em busca de alguém para enterrá-lo depois que ele se matar. Seu filme seguinte, “O Vento Nos Levará” (1999), foi premiado no Festival de Veneza. E a fama conquistada lhe permitiu avançar em projetos diversificados, indo filmar no exterior, pela primeira vez, para o documentário “ABC África”, um olhar contundente sobre a expansão da AIDS em Uganda. Também enquadrou a condição feminina, tema pouco explorado no cinema iraniano, no drama “Dez” (2002), centrada numa jovem mãe divorciada. Kiarostami também se tornou conhecido por incentivar outros cineastas de seu país. Ele escreveu os roteiros de “O Balão Branco” (1995) e “Ouro Carmim” (2003), que projetaram a carreira de seu ex-assistente Jafar Panahi com prêmios em Cannes – respectivamente, Melhor Filme de Estreia e Melhor Filme da Mostra Um Certo Olhar – , além de “Willow and Wind” (2000), dirigido por Mohammad-Ali Talebi, “Desert Station” (2002), de Alireza Raisian, “Men at Work” (2006), de Mani Haghighi, e “Meeting Leila” (2011), de Adel Yaraghi. Ele também realizou um filme que registrava apenas as expressões do público sentado no cinema, diante de uma projeção que ninguém mais vê. “Shirin” (2008) representou a materialização de sua ideia de que todo filme é uma obra inacabada, que só se completa com a ajuda do olhar do público. “Enquanto cineasta, eu conto com a intervenção criativa do público, caso contrário, filme e espectador desaparecerão juntos. No próximo século de cinema, o respeito ao espectador enquanto elemento inteligente e construtivo é inevitável. Para alcançá-lo, é preciso talvez se distanciar da ideia segundo a qual o cineasta é o mestre absoluto. É preciso que o cineasta também seja espectador de seu filme”, afirmou Kiarostami, na ocasião. Nos últimos anos, vinha filmando no exterior, num exílio autoimposto, em decorrência do recrudescimento político que, entre outras coisas, levou à prisão seu amigo Jafar Panahi, proibido pelo governo de dirigir por duas décadas. Seus últimos longas foram “Tickets” (2005), rodado num trem rumo à Roma na companhia de outros dois mestres, o britânico Ken Loach e o italiano Ermanno Olmi, “Cópia Fiel” (2010) na região da Toscana, com a estrela francesa Juliette Binoche, e “Um Alguém Apaixonado” (2012) feito no Japão. Sua morte emocionou outro amigo, Ashgar Farhadi, cineasta premiado com o Oscar por “A Separação” (2011), que comendou a perda para o jornal britânico The Guardian: “Kiarostami não foi só um cineasta, foi um místico moderno, tanto no seu cinema como na sua vida privada. Ele abriu caminho a outros e influenciou inúmeras pessoas. O mundo inteiro, não apenas o mundo do cinema, perdeu um grande homem.”
Veja 20 fotos novas de Star Trek: Sem Froteiras
A Paramount Pictures divulgou 20 novas fotos oficiais de “Star Trek: Sem Fronteiras”, que destacam a maioria dos protagonistas: Chris Pine (como Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldana (Uhura), Simon Pegg (Scotty), John Cho (Sulu) e o recém-falecido Anton Yelchin (Chekov), além da nova integrante do elenco Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), que vive a alienígena Jaylah, e o diretor Justin Lin (“Velozes & Furiosos 6”). Ficou de fora apenas o antagonista principal, Krall, interpretado por Idris Elba (“Beasts of No Nation”) e visto na primeira leva de imagens. “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA e apenas em 1 de setembro no Brasil.
Ghost Team: Trailer mostra Caça-Fantasmas indie
O que aconteceria se “Os Caça-Fantasmas” (1984) fossem refilmados com mulheres? Uma forte reação negativa dos fãs dos filmes originais. Ok, mas e se fizessem uma versão indie rebatizada de “Ghost Team”? O trailer e o pôster dessa hipótese podem ser conferidos abaixo, com piadas ainda menos engraçadas que as mostradas no odiado trailer das “Caça-Fantasmas” da Sony. Escrito e dirigido por Oliver Irving (“Uma Vida sem Regras”), “Ghost Team” gira em torno de um balconista que decide juntar os amigos fracassados num grupo de caça-fantasmas para filmar uma casa supostamente assombrada e “fazer alguma coisa” com suas vidas. O time é formado por Jon Heder (“Napoleon Dinamite”), David Krumholtz (série “Numb3rs”), Justin Long (“Amor à Distância”), Melonie Diaz (“Trocando os Pés”), Paul W. Downs (série “Broad City”) e Amy Sedaris (“Garota Infernal”). Claro que não parece nenhum pouco com “Os Caça-Fantasmas”. Na verdade, a ideia dos caça-fantasmas amadores lembra mais criações de episódios de séries como “Supernatural” e “Haven”. De todo modo, a estreia está marcada para 12 de agosto nos EUA e não há previsão de lançamento no Brasil.
Isis Valverde aparece loira nos bastidores da cinebiografia de Wilson Simonal
A atriz Isis Valverde postou no Instagram uma foto dos bastidores de seu novo filme, uma cinebiografia do cantor Wilson Simonal. A imagem em preto e branco também mostra Fabrício Boliveira, que viverá Simonal na película. Os dois já tinham trabalhado juntos em “Faroeste Caboclo” (2013), e voltam a fazer par romântico. Isis escreveu na legenda da foto que “Cinema é amor”. Isis vai interpretar Teresa Pugliese, a mulher de Simonal. Loira no filme, ela também postou uma foto na mesa de maquiagem da produção, durante a transformação para o papel, além de um curto vídeo com Boliveira. Intitulado “Simonal”, o longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). Ainda não há previsão para a estreia. Um vídeo publicado por isisvalverde (@isisvalverde) em Jun 27, 2016 às 7:15 PDT
Tinha que Ser Ele?: Trailer de comédia traz James Franco como genro de Bryan Cranston
A Fox divulgou o trailer legendado de “Tinha que Ser Ele?” (Why Him?), comédia estrelada por James Franco (“A Entrevista”) e Bryan Cranston (série “Breaking Bad”). A prévia mostra como o personagem de Cranston passa a odiar o de Franco, ao descobrir que ele está namorando sua filha (Zoey Deutch, de “Tirando o Atraso”). Milionário, desbocado e excêntrico, o papel de Franco é um pesadelo ambulante para qualquer pai. Mas, na trama, o rapaz está determinado a conquistar o sogrão e, sem mudar seu estilo de vida, conseguir sua benção para o casamento. Dirigido por John Hamburg (“Eu Te Amo, Cara”), “Tinha que Ser Ele?” também traz Megan Mullally (série “Will & Grace”) como a esposa de Cranston e conta com uma participação especial do youtuber brasileiro PC Siqueira. A estreia está marcada para o dia 22 de dezembro no Brasil, três dias antes do lançamento nos EUA.
Assassin’s Creed: Novo trailer leva Michael Fassbender para a Espanha medieval
A 20th Century Fox divulgou um novo trailer internacional de “Assassin’s Creed”. A prévia revela imagens belíssimas da Espanha medieval, influência de “Matrix” e como as tramas paralelas, estreladas por Michael Fassbender (“Macbeth: Ambição e Guerra”) no passado e no futuro, entrelaçam-se. Baseado no popular videogame da Ubisoft, o filme acompanha um assassino condenado à pena de morte, que, após sua suposta execução, é levada para um local secreto em que se vê forçado a reviver as memórias de um ancestral da Idade Média com objetivos obscuros. O elenco ainda inclui Marion Cotillard (também de “Macbeth”), Ariane Labed (“The Lobster”), Jeremy Irons (“Trem Noturno para Lisboa”), Brendan Gleeson (“O Guarda”) e Michael Kenneth Williams (série “Boardwalk Empire”). O filme marca o reencontro de Fassbender e Cotillard com o diretor Justin Kurzel, após a recente colaboração dos três em “Macbeth: Ambição e Guerra”. Atualmente em pós-produção, “Assassin’s Creed” tem sua estreia marcada para 21 de dezembro nos EUA e 5 de janeiro no Brasil.
Animais Fantásticos e Onde Habitam: J.K. Rowling já começou a escrever a sequência
A Warner está mesmo apostando no sucesso de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, spin-off da franquia “Harry Potter”. O diretor David Yates, responsável pelo filme, revelou que a escritora J.K. Rowling já está escrevendo a sequência, prevendo o sinal verde do estúdio. “Terminamos o primeiro filme e Rowling já começou a escrever o segundo e tendo ideias para o terceiro”, contou o diretor, em entrevista ao site Cinema Blend. O filme marca a estreia de Rowling, criadora do universo mágico de “Harry Potter”, como roteirista de cinema. A história gira em torno de Newt Scamander, um mago britânico de Hogwarts que chega a Nova York em 1928 com uma mala repleta de criaturas mágicas. O elenco inclui Eddie Redmayne (“A Garota Dinamarquesa”), Katherine Waterston (“Vício Inerente”), Dan Fogler (série “Secrets and Lies”), Alison Sudol (série “Dig”) e Colin Farrell (série “True Detective”), entre outros. “Animais Fantásticos e Onde Habitam” foi concebido pela Warner como trilogia. Mas as continuações dependem da aceitação do primeiro longa. Se tudo der certo, o primeiro longa chega aos cinemas brasileiros em 17 de novembro e as continuações em 2018 e 2020.
Procurando Dory mantém liderança e vira segunda maior bilheteria de 2016 nos EUA
A animação “Procurando Dory” se manteve em 1º lugar pela terceira semana consecutiva na América do Norte. O filme da Disney/Pixar somou mais US$ 41,9 milhões para atingir US$ 372,2 milhões no mercado doméstico. Com isso, já se tornou a segunda maior bilheteria do ano nos EUA, atrás apenas de “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 405,4 milhões), da própria Disney. No mundo inteiro, o filme soma US$ 538,2 milhões. O sucesso de “Dory” representou má notícia para os três lançamentos do fim de semana. Embora não tenha superado a animação, “A Lenda de Tarzan” foi quem chegou mais perto. O filme rendeu US$ 38,1 milhões, ocupando o 2º lugar e superando expectativas negativas do próprio estúdio. Entretanto, seu orçamento de US$ 180 milhões impede maiores comemorações. A nova versão da história do Homem-Macaco vai precisar de grande retorno internacional para se pagar. A estreia no Brasil está marcada apenas para 21 de julho. O terceiro filme da franquia “Uma Noite de Crime”, que, sem maiores explicações, recebeu o lamentável título de “12 Horas Para Sobreviver – O Ano da Eleição” no Brasil, fez US$ 30,8 milhões em 3º lugar. O resultado foi melhor que a estreia do longa anterior, “Uma Noite de Crime: Anarquia” em 2014, o que deve render encomenda de quarto filme. O lançamento nacional está agendado só para setembro. Por fim, “O Bom Gigante Amigo”, volta de Steven Spielberg à fantasia juvenil, amargou um inequívoco fracasso. Com apenas US$ 19,5 milhões, o longa orçado em US$ 140 milhões é o segundo fiasco da Disney em 2016, após “Alice Através do Espelho”. Apesar de bem avaliado pela crítica (71% de aprovação no Rotten Tomatoes), a produção deve amargar um dos maiores prejuízos do ano, que nem a distribuição internacional deve compensar – chega no Brasil em 28 de julho. Felizmente, o estúdio tem os lançamentos da Marvel, Pixar e LucasFilm para compensar. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Procurando Dory Fim de semana: US$ 41,9 milhões Total EUA: US$ 372,2 milhões Total Mundo: US$ 538,2 milhões 2. A Lenda de Tarzan Fim de semana: US$ 38,1 milhões Total EUA: US$ 38,1 milhões Total Mundo: US$ 56,9 milhões 3. 12 Horas Para Sobreviver – O Ano da Eleição Fim de semana: US$ 30,8 milhões Total EUA: US$ 30,8 milhões Total Mundo: US$ 31 milhões 4. O Bom Amigo Gigante Fim de semana: US$ 19,5 milhões Total EUA: US$ 19,5 milhões Total Mundo: US$ 23,4 milhões 5. Independence Day: O Ressurgimento Fim de semana: US$ 16,5 milhões Total EUA: US$ 72,6 milhões Total Mundo: US$ 249,7 milhões 6. Um Espião e Meio Fim de semana: US$ 12,3 milhões Total EUA: US$ 91,7 milhões Total Mundo: US$ 122 milhões 7. Águas Rasas Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 35,2 milhões Total Mundo: US$ 35,2 milhões 8. Free State of Jones Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 15,1 milhões Total Mundo: US$ 15,1 milhões 9. Invocação do Mal 2 Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 95,2 milhões Total Mundo: US$ 274 milhões 10. Truque de Mestre: O 2º Ato Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 58,6 milhões Total Mundo: US$ 214,2 milhões












