Ash vs. Evil Dead: Fotos do elenco destacam participações de Lee Majors e Ted Raimi
O canal pago americano Starz divulgou o pôster e as fotos promocionais do elenco da 2ª temporada de “Ash vs Evil Dead”. Além do quarteto principal, vivido por Bruce Campbell, Ray Santiago, Dana DeLorenzo e Lucy Lawless, as imagens apresentam algumas novidades, como o veterano Lee Majors (“O Homem de Seis Milhões de Dólares”), que viverá o pai de Ash, e Ted Raimi, irmão do cineasta Sam Raimi (que criou a franquia de terror “Evil Dead”), como amigo de infância do protagonista. Ted já tinha aparecido nos filmes “A Morte do Demônio” (1981) e “Uma Noite Alucinante” (1987), mas como monstro. Será a primeira vez que usará sua aparência real na franquia iniciada nos filmes dos anos 1980. A 2ª temporada estreia em 2 de outubro nos Estados Unidos.
Extraordinário: Sonia Braga será mãe de Julia Roberts em adaptação de best-seller
A atriz Sonia Braga (“Aquarius”) entrou para o elenco do drama “Extraordinário”. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, ela viverá a mãe da personagem de Julia Roberts (“Álbum de Família”) e avó do protagonista Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”). O filme é uma adaptação do livro homônimo de R.J. Palacio, que passou 32 semanas entre os mais vendidos da lista do jornal The New York Times, e gira em torno de um menino de dez anos chamado Auggie Pullman (Tremblay), que estudava em casa por conta de uma deformidade facial, até começar a 5ª série e finalmente ir para escola. Lá, ele vai lutar para mostrar aos seus colegas de classe que, apesar das aparências, é apenas um garoto comum. A história deve explorar a temática do bullying por diversos pontos de vista. Roberts faz o papel de Isabel, mãe do garoto, enquanto Owen Wilson (“Meia-Noite em Paris”) vive Nate, o pai. As filmagens de “Extraordinário” já começaram em Vancouver, no Canadá, com direção de Stephen Chbosky (“As Vantagens de Ser Invisível”) e o lançamento é aguardado para 11 de maio de 2017 no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
Diretor de Aquarius ataca crítico escolhido para integrar comissão que escolherá candidato brasileiro ao Oscar 2017
O diretor Kleber Mendonça Filho publicou uma carta aberta no jornal Folha de S. Paulo e no Facebook nesta sexta (19/8) para, com a justificativa de defender seu filme “Aquarius” como candidato brasileiro ao Oscar 2017, atacar um crítico de cinema. O problema estaria no fato de Marcos Petrucelli, que discorda publicamente de suas posições políticas, ter sido convidado a participar da comissão do Ministério da Cultura que definirá o filme escolhido para representar o Brasil na busca de uma vaga na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Mesmo dizendo que “tecnicamente” o jornalista “seria um nome adequado” para compôr a comissão, Mendonça ataca o posicionamento “estridente” de Petrucelli contra seu “protesto democrático” no Festival de Cannes. Ele se refere, obviamente, ao fato de ter levantado, junto a integrantes de sua equipe, placas em inglês e francês que afirmavam que “Um golpe ocorreu no Brasil”, “O Brasil não é mais uma democracia” e “O mundo não pode aceitar esse governo ilegítimo”, enquanto estava no tapete vermelho do festival francês. Segundo o cineasta, o comportamento do jornalista “faz da sua participação nesta comissão algo constrangedor”, dizendo que a questão se tornava ainda mais “séria”, porque “alguns desses ataques sugerem publicamente mentiras sobre a equipe de mais de 30 profissionais de ‘Aquarius’ ter ido a Cannes ‘de férias'”, com suas estadias “pagas pelo dinheiro público”. “É triste ter que corrigir com fatos, puros e simples, o tipo de mentira destrutiva que um comunicador tem espalhado de forma tão irresponsável. E essa pessoa está numa comissão que deveria defender os interesses do país, para julgar um filme que ele mesmo vem caluniando da forma mais torpe imaginável”, ele completa. A polêmica merece algumas considerações. Na verdade, Petrucelli escreveu no Facebook: “Vergonha é o mínimo que se pode dizer sobre a equipe e o elenco de ‘Aquarius’, filme que está em Cannes esse ano. Ao passar pelo tapete vermelho, os brasileiros protestaram contra o impeachment com cartazes que diziam ‘O Brasil não é mais uma democracia’. Ah não? Qual regime é esse, então, que permitiu ao diretor do filme levar 30 pessoas da equipe para tirar férias na Riviera Francesa? Nem blockbuster de Hollywood comparece a Cannes com tantas pessoas”. A comparação do contraste entre os protestos pela falta de democracia e a existência de liberdade para a equipe do filme ir à Cannes em peso, tratada ironicamente como “férias na Riviera Francesa”, ultrajou Filho, que ignorou a pergunta “Que regime é esse” e transformou o verbo “permitir” (antônimo de proibir, como numa ditadura) em “financiar”, para justificar um ataque num jornal de grande circulação e repercussão nacional. Além disso, a publicação da Carta Aberta à Comissão Brasileira do Oscar, que detalha frases nunca ditas ou escritas por Petrucelli, conquistou apoio de vários outros cineastas e repercutiu com a complacência do silêncio da Abraccine (a suposta Associação dos Críticos de Cinema do Brasil). Vale observar que, embora o crítico não tenha escrito nem mesmo em seu Facebook pessoal que a viagem para o Festival de Cannes foi paga pelo governo, o filme “Aquarius” recebeu, sim, verba da Ancine para participar do evento, dentro do Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais e de Projetos de Obras Audiovisuais Brasileiras em Laboratórios e Workshops Internacionais, que prevê pagamento de passagens, hospedagem, transportes, alimentação e “despesas afins” para diretor, produtor e ator/atriz. Levando em conta que o cineasta gostaria de corrigir o que chama de calúnia, seria interessante, em nome da transparência, que os valores destas despesas financiadas fossem tornados públicos, evitando assim “mentiras destrutivas” com a apresentação de “fatos, puros e simples”, para encerrar de vez a mera retórica inflamada – e inflamatória. Também seria interessante, em nome do “processo democrático”, respeitar a opinião de quem lhe contesta. Não é a primeira vez que o diretor bate boca publicamente com quem discordou de sua photo-op em Cannes. Mas, assim como Kleber Mendonça Filho teve o direito democrático de realizar seu protesto de gala, as vozes contrárias têm o mesmo direito de se manifestarem. Qualquer outra atitude não passa de autoritarismo com disfarce politicamente correto. Leia a carta de Kleber Mendonça Filho na edição da Folha e também no Facebook oficial do filme “Aquarius”.
Refilmagem de Ben-Hur não é novo clássico, mas rende suspiros épicos
Deveria existir um manifesto que mantivesse as maiores obras cinematográficas intocáveis. A ideia de revisitar um épico como “Ben-Hur” soa tão profana quanto flertar com outros clássicos como “…E o Vento Levou” e “Lawrence da Arábia”. São obras que sobrevivem à passagem do tempo e que encantam ao serem (re)vistas hoje por olhos fascinados. Claro, antes do clássico de William Wyler houve um épico do cinema mudo. E, antes deste, um curta. Portanto, o “Ben-Hur” dirigido pelo cazaque Timur Bekmambetov (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) não é o primeiro remake e, como todas refilmagens, sustenta ser apenas a mais nova versão do livro original, de Lew Wallace, originalmente publicado em 1880. Mas se o filme de 1959 é um clássico que venceu 11 Oscars, o que chega agora aos cinemas tem um potencial enorme de cair no esquecimento assim que encerrar a sua carreira comercial, já que o imaginário popular nunca lhe permitiria uma comparação favorável. Mesmo assim, não seria correto ignorar que há virtudes no novo trabalho. A fragilidade do relacionamento entre os irmãos Judah Ben-Hur (Jack Huston) e Messala Severus (Toby Kebbell), por exemplo, é mais evidente. Na nova versão, Messala tem um complexo de inferioridade por ser o filho adotivo de uma família de judeus. Na busca por sua própria identidade, Messala se converte em um oficial do exército romano, que vem protagonizando uma guerra contra os judeus para dominar Jerusalém. Assim como o Ben-Hur personificado por Charlton Heston, o jovem herói de Jack Huston é acusado de traição em uma tentativa mal-sucedida da comunidade judaica em atentar contra a vida do governador romano. Sem julgamento, Ben-Hur e a sua família são imediatamente penalizados – somente a sua esposa Esther (Nazanin Boniadi) consegue fugir antes que todos sejam rendidos. Paralelamente, Jesus (Rodrigo Santoro) vai se tornando uma presença secundária mais recorrente, com uma trajetória que irá fazê-lo cruzar com o destino de Ben-Hur em algumas ocasiões decisivas. Quem acompanhou o trabalho de Timur Bekmambetov até aqui, sabe que o realizador não é afeito a sutilezas no desejo de promover uma experiência visual bem particular. Por isso mesmo, o ritmo alucinado é concentrado somente quando a ação se manifesta com intensidade, mas sempre com um cuidado para não corromper a seriedade de uma narrativa de cunho religioso. A contenção funciona. Não há como negar a humanidade que Rodrigo Santoro traz para a figura mais influente da cultura ocidental, bem como a sede de vingança expressa por Jack Huston, que após um período de cinco anos como escravo se renova ao ganhar a simpatia de Ilderim (Morgan Freeman, excelente), um homem rico que pretende desmoralizar o império romano ao inscrever Ben-Hur em uma disputa no coliseu. Se esses esforços podem ser insuficientes, o filme consegue se sustentar como espetáculo. Impressionam a longa sequência em que o protagonista se vê entre outros escravos remando em batalhas navais, mas principalmente a recriação da icônica corrida de bigas, ponto alto de todas as versões anteriores. São nessas cenas que esse “Ben-Hur” consegue compreender o que caracteriza um bom épico. Nem que seja por alguns suspiros.
Esperando Acordada encontra graça e leveza numa tragédia fortuita
Um susto produz uma queda. Homem desconhecido, não deu nem para ver o rosto. E se ele tiver morrido? É preciso socorrê-lo. Mas a garota atrapalhada, vestida de morte para animar festas infantis, se perdeu e já está muito atrasada. Um telefonema para a polícia resolve isso. É só usar o celular e se mandar… E agora? Fazer de conta de que nada aconteceu? Impossível. A culpa não deixaria. Será que ele morreu? É preciso saber. Parece que está em coma. Ufa! Ainda há reparação possível. É preciso descobrir quem ele é, como vive, onde mora. Entrar na sua vida, cuidar das suas necessidades. E até de seu filho. Quem sabe, amá-lo. A trama de “Esperando Acordada” explora as circunstâncias fortuitas da vida que podem mudar tudo de uma hora para outra. E as adaptações e acomodações que temos de fazer para dar conta da nova situação. A insatisfação, a infelicidade, a mediocridade são componentes rotineiros da vida das pessoas. Se algo extraordinário acontece, o sentido dessas vidas pode até se iluminar, descobrir algo onde quase não havia nada. O filme da cineasta francesa Marie Belhomme traz essa história curiosa e transformadora, apresentando um caso de amor e dedicação, ancorado na expiação da culpa e no fascínio pela vida do outro. Como estreia em longas da diretora, é um bom começo. Isabelle Carré (“Românticos Anônimos”) faz a jovem Perrine, com todas as nuances que o personagem pede, e carrega o filme. Apesar de haver no elenco ninguém menos do que Carmen Maura (“Volver”), que sempre será lembrada pelos incríveis papéis que fez nos filmes de Pedro Almodóvar. Aqui, ela parece um tanto deslocada, numa função coadjuvante, sem maior brilho. Philippe Rebbot (“Os Cavaleiros Brancos”) e Nina Meurisse (“Além do Arco-Íris”) completam o elenco com eficiência. “Esperando Acordada” não é nenhuma grande obra do cinema, mas é uma graça de filme.
Alexander Skarsgard, Keira Knightley e Jason Clarke viverão drama entre as ruínas pós-guerra da Alemanha
O drama “The Aftermath”, produzido pela Fox Searchlight vai reunir um grande elenco. Segundo o site da revista Variety, Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Keira Knightley (“Mesmo Se Nada Der Certo”) e Jason Clarke (“Planeta dos Macacos – O Confronto”) serão os protagonistas do projeto, que relata a reconstrução da Alemanha após a 2ª Guerra Mundial. Baseado no romance escrito por Rhidian Brook, “The Aftermath” acompanha uma mulher, que viaja com seu filho à Alemanha em 1946 para encontrar o marido, um coronel britânico, ocupado com a reconstrução da cidade de Hamburgo. Ao chegar na nova casa, ela acaba descobrindo que precisará dividir o novo lar com os antigos donos, um viúvo alemão e sua problemática filha, porque seu marido decidiu não desalojá-los. Lá fora, crianças reduzidas a feras, cadáveres ainda não recolhidos da guerra e escombros compõem o que restou da cidade. “The Aftermath” tem produção do cineasta Ridley Scott, por meio de sua produtora Scott Free, que atualmente negocia a direção com James Kent (“Juventudes Roubadas”). O filme ainda não tem data prevista de estreia.
Boato escala Zendaya como Mary Jane no novo filme do Homem-Aranha
E essa agora? Segundo o infame fofoqueiro geek Umberto Gonzales, agora no site The Wrap, o papel da estrela teen Zendaya no filme “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” seria simplesmente o de Mary Jane Watson. O boateiro profissional afirma ter obtido essa informação através de duas fontes próximas à produção, apesar de a personagem da atriz ter sido identificada no elenco como Michelle, uma colega de escola de Peter Parker. Mas não há nenhuma Michelle nos quadrinhos do Homem-Aranha e o nome estaria sendo usado apenas para despistar os curiosos e manter o sigilo sobre a história do filme. Caso a informação se confirme, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” será a mais nova produção vítima do bizarro preconceito contra personagens ruivos dos quadrinhos, fenômeno que já irrita os fãs de séries da DC Comics. Nos últimos tempos, personagens como Wally West, Jimmy Olsen, Iris West e a vindoura Miss Marte ganharam atores negros como intérpretes. Para complicar a história, ainda há o caso dos recentes filmes de “O Espetacular Homem-Aranha”, que estabeleceram Gwen Stacy como o grande amor de Peter Parker, num contexto em que ainda não existia Mary Jane, seguindo mais de perto a trama dos quadrinhos originais. Vale lembrar que “O Espetacular Homem-Aranha 2” tem apenas dois anos e ainda está muito fresco na memória do público. Mary Jane, por sua vez, foi vista anteriormente na trilogia de Sam Raimi da década de 2000. Na época, a atriz Kirsten Dunst, que é loira natural, apareceu ruiva para preservar o famoso visual da personagem nos quadrinhos. Nem a Marvel Studios nem a Sony Pictures confirmaram essa informação, e não há outros detalhes, como o tamanho do papel de Zendaya em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, para servir de confirmação ou contestação do boato. No mês passado, a escalação da atriz Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) também despertou boatos. Por ser a única loira do elenco, os fãs apostavam que ela poderia viver a nova Gwen Stacy. Por enquanto, os únicos papeis 100% confirmados são de personagens já apresentados em filmes anteriores do estúdio: Tom Holland como Peter Parker/Homem-Aranha, Robert Downey Jr. no papel de Tony Stark/Homem de Ferro e Marisa Tomei como a Tia May, todos vistos em “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), o novo “Homem-Aranha” tem estreia prevista para 6 de julho de 2017 no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA.
Will Ferrell e John C. Reilly farão comédia como Sherlock Holmes e Watson
Will Ferrell vai viver Sherlock Holmes numa comédia que voltará a reuni-lo com John C. Reilly e o diretor Etan Cohen. Segundo o site Deadline, o projeto estava sendo desenvolvido há algum tempo, até chegar na configuração atual e ganhar o sinal verde da Sony Pictures. Intitulado “Sherlock and Watson”, o filme se passará na Inglaterra vitoriana e terá Reilly como o Dr. John Watson, o fiel assistente de Holmes. Será a terceira comédia da dupla, que inaugurou a parceria há dez anos com “Ricky Bobby – A Toda Velocidade” (2006) e obteve grande sucesso com “Quase Irmãos” (2008). O roteiro foi escrito por Cohen, que dirigiu Ferrell na recente – e medíocre – comedia “O Durão” (2015). Sherlock Holmes já rendeu diversas comédias anteriormente, mas poucas marcaram época. Entre as melhores, estão “A Vida Íntima de Sherlock Holmes” (1970), do mestre Billy Wilder, “O Irmão mais Esperto de Sherlock Holmes” (1975), de Gene Wilder, e “Sherlock & Eu” (1988), com Michael Caine. Prestes a completar 130 anos, Sherlock Holmes continua popular até hoje, podendo ser visto atualmente em duas séries, a britânica “Sherlock” e a americana “Elementary”, e ainda deve ganhar um terceiro filme estrelado por Robert Downey Jr., cujo projeto está em desenvolvimento.
Jared Leto entra na continuação da sci-fi clássica Blade Runner
O ator Jared Leto (“Esquadrão suicida”) se juntou ao elenco da continuação do clássico sci-fi “Blade Runner, o Caçador de Andróides” (1982). O anúncio de sua participação não dá detalhes sobre o personagem que ele irá viver. Leto completa um elenco que já conta com o retorno de Harrison Ford, que viveu o protagonista do original, e ainda destaca Ryan Gosling (“A Grande Aposta”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), a cubana Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”). O roteiro foi escrito por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Lanterna Verde”) e deve se passar décadas após o enredo do longa dirigido por Ridley Scott, adaptado de um conto do escritor Philip K. Dick. A direção está a cargo de Denis Villeneuve (“Sicário”), que deve começar a filmagem em setembro, visando uma estreia em 6 de outubro de 2017 nos Estados Unidos.
Diretor questiona participação de Ciborgue no filme do Flash: “Quem disse?”
O cineasta Rick Famuyiwa, responsável pela direção do longa “The Flash”, usou seu Twitter para questionar uma informação da revista Variety a respeito da aparição do Ciborgue, interpretado por Ray Fisher, no filme solo do supervelocista dos quadrinhos. Ele linkou a reportagem e acrescentou apenas duas palavras sobre a publicação: “Quem disse?”, questionando as fontes e a validade da notícia. O mais curioso nessa disputa de informações é que a própria produtora do longa, Deborah Snyder, tinha dado a entender, anteriormente, que o Ciborgue estaria sim em “The Flash”. Mas pode ser, também, que ele estivesse se referindo ao relacionamento dos dois personagens no longa da Liga da Justiça. Além de Ezra Miller como Flash, o elenco de “The Flash” só tem oficialmente confirmada a participação de Kiersey Clemons como Iris West, interesse amoroso do herói. A atriz trabalhou com o diretor Rick Famuyiwa em seu filme anterior, “Um Deslize Perigoso” (Dope, 2015). As filmagens de “The Flash” devem começar em janeiro, em Londres, para um lançamento em 3 de março de 2018.
Jogo clássico de tabuleiro Detetive vai virar filme
O estúdio 20th Century Fox está desenvolvendo uma adaptação cinematográfica do jogo de tabuleiro “Clue”, conhecido no Brasil como “Detetive”. No jogo, os participantes precisam descobrir o assassino, a arma do crime e o aposento em que ocorreu o assassinato, analisando os suspeitos, que incluem seis personagens: o Coronel Mostarda, Dona Branca, Sr. Marinho, Dona Violeta, Srta. Rosa e Professor Black. Vale lembrar que “Detetive” já foi levado anteriormente aos cinemas, numa comédia de 1985, que no Brasil recebeu o título “Os 7 Suspeitos”, provavelmente batizado por alguém que nunca viu o tabuleiro do jogo. A Universal Pictures chegou a desenvolver outra versão cinematográfica em 2008, antes de desistir de filmar novos brinquedos da Hasbro, além das continuações de “Transformers” e “G.I. Joe”. Na ocasião, o roteiro estava sendo escrito por Burk Sharpless e Matt Sazama (a dupla de “Deuses do Egito” e “O Último Caçador de Bruxas”) e seria dirigido por Gore Verbinski (“Piratas do Caribe”). Ainda não há nomes associados ao novo projeto da Fox.
John Turturro pode estar filmando spin-off de O Grande Lebowski
Não são apenas as produções de filmes de super-heróis que geram rumores. Segundo o site Birth.Movies.Death, fontes próximas às filmagens da comédia “Going Places”, de John Turturro, afirmam que o longa, divulgado como um remake de “Corações Loucos” (Les Valseuses, 1974), de Bertrand Blier, é na verdade um spin-off de “O Grande Lebowski” (1998), filme mais cultuado dos irmãos Coen, centrado no personagem de Jesus Quintana. De qualquer modo, os irmãos Coen não parecem envolvidos no projeto, que, diz o site, juntaria o personagem de Tuturro em “O Big Lebowski” com Bobby Cannavale (série “Vinyl”) na história derivada de Blier – que o célebre crítico Roger Ebert chamou de “o filme mais misógino que consigo lembrar”. Os dois viveriam criminosos abobalhados que se envolvem com uma mulher sexualmente insatisfeita. O principal papel feminino será vivido pela francesa Audrey Tautou (“Coco Depois de Chanel”), mas Susan Sarandon (“A Intrometida”) também está no elenco, como uma mulher recém-saída da prisão, que se une ao bando. Turturro já fala há anos sobre seu interesse em um spin-off sobre Jesus Quintana, um jogador de boliche machista, egocêntrico e pervertido. O personagem aparecia entre as excêntricas figuras do filme, que conta a história de um hippie desocupado (Jeff Bridges) que é confundido com um milionário (o recém-falecido David Huddleston). As filmagens de “Going Places” já estão acontecendo em Nova York, o que significa que em breve o boato será confirmado ou desmentido.
Natalie Portman diz que não voltará mais aos filmes da Marvel
A atriz Natalie Portman revelou que não deve mais voltar ao Universo Marvel. Intérprete de Jane Foster em dois filmes da franquia “Thor”, a vencedora do Oscar por “Cisne Negro” declarou que não possui mais vínculo contratual com o estúdio para retornar ao universo dos super-heróis. “Até onde sei, finalizei minha parte. Quer dizer, talvez me chamem para ‘Vingadores 7’ ou algo assim algum dia, sei lá, mas no momento não tenho mais qualquer compromisso. Foi ótimo, sou muito grata por ter feito os filmes”, declarou, em entrevista ao Wall Street Journal. A última participação de Natalie Portman em filmes da Marvel aconteceu em “Thor: O Mundo Sombrio” (2013). Na véspera das filmagens, a intérprete de Jane Foster ficou indignada com a demissão da diretora Patty Jenkins e pensou em abandonar o projeto. O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, já havia informado de que a atriz não estaria presente em “Thor: Ragnarok” por diversos motivos, incluindo fatores relacionados ao que será visto na história. Tanto que o filme introduzirá um novo interesse romântico para Thor (Chris Hemsworth), a heroína Valquíria (Tessa Thompson).












