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Filme

Justiça dos EUA suspende fusão de Paramount e Warner

Ação de 12 Estados aponta risco à concorrência no negócio avaliado em US$ 110 bilhões

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20 de julho de 2026
Filme

Filme brasileiro “London” é selecionado para o Festival de Veneza

Drama de Victor Di Marco e Márcio Picoli disputará a Semana da Crítica com outros seis longas

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20 de julho de 2026
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Trailer de “Vingadores: Doutor Destino” reúne heróis contra novo vilão

Prévia destaca o retorno de Robert Downey Jr. e o encontro dos Vingadores com X-Men, Quarteto Fantástico e Thunderbolts

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20 de julho de 2026
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    Bella Thorne beija outra menina e gosta, assumindo-se bissexual

    24 de agosto de 2016 /

    A atriz Bella Thorne, que se destacou ao lado de Zendaya na série “No Ritmo” (2010-2013) do Disney Channel, viveu no começo desta semana a letra de uma música de Katy Perry. Ela beijou uma menina e gostou. A confissão aconteceu após a publicação de fotos e um vídeo no Snapchat em que ela aparece toda feliz, beijando uma garota. Perguntada à queima-roupa no Twitter se era bissexual, ela não teve dúvida em responder com um “Sim” categórico. A partir daí, Bella recebeu milhares de mensagens positivas por ter se assumido tão abertamente. “É tão bacana quando um artista se assume e ajuda seus fãs a se aceitarem. Você arrasou!”, escreveu um fã. “Bella, você é maravilhosa! Obrigada por se assumir, isso é muito importante para várias pessoas que você influencia”, elogiou outro. “Fiquei até emocionado. É assim mesmo que as coisas são: naturais! Nada de criar problema ou fazer da sexualidade um monstro. Temos que nos libertar, respeitar e desse jeito seremos felizes!”, acrescentou mais um. Pega de surpresa pela onda de solidariedade, ela agradeceu aos fãs. “Aww! Obrigado por todas as mensagens de aceitação de vocês. Eu amo vocês! #orgulho”, escreveu. A atriz também deu um retuíte numa mensagem, que dizia: “Às vezes você precisa deixar a vida te virar de cabeça para baixo, para que você possa aprender a viver do lado certo”. Bella Thorne terminou neste mês seu namoro de mais de um ano com o ator Gregg Sulkin, que também era do elenco do canal da Disney, tendo participado da série “Os Feiticeiros de Waverly Place”. E os fãs descobriram que a menina que ela aparece beijando é sua xará Bella Pendergast, que, curiosamente, é ex-namorada de seu irmão. Ela será vista a seguir estrelando uma nova série do canal pago Freeform, “Famous in Love”, baseada no romance homônimo de Rebecca Serle e desenvolvida por I. Marlene King (criadora de “Pretty Little Liars”).

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    Diretor tira Boi Neon da disputa da vaga brasileira ao Oscar 2017

    24 de agosto de 2016 /

    O cineasta pernambucano Gabriel Mascaro anunciou que retirou seu filme “Boi Neon” da disputa pela indicação do Brasil à categoria de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2017. A decisão foi feita em protesto pela parcialidade – ou “imparcialidade questionável” – com que o processo seletivo estaria sendo conduzido. Seu comunicado é sucinto. “Decidimos tornar pública a nossa decisão de não submeter o filme ‘Boi Neon’ à comissão brasileira que indica o representante nacional ao Oscar 2017. É lamentável que o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, endosse na comissão de seleção um membro que se comportou de forma irresponsável e pouco profissional ao fazer declarações, sem apresentação de provas, contra a equipe do filme ‘Aquarius’, após o seu protesto no tapete vermelho de Cannes. ‘Aquarius’ foi o único filme latino-americano na competição oficial de Cannes, tendo sido aclamado pela crítica internacional. Diante da gravidade da situação e contrários à criação de precedentes desta ordem, registramos nosso desconforto em participar de um processo seletivo de imparcialidade questionável”. Mascaro tomou a decisão depois que o diretor de “Aquarius”, Kleber Mendonça Filho atacou o crítico citado, convidado pelo Ministério Público para participar da comissão de seleção. Já o filme “Aquarius”, claro, é a produção que motivou a photo-op em Cannes para denunciar que “O Brasil não é mais uma Democracia”, devido ao “golpe” conhecido como processo de Impeachment de Dilma Rousseff. Com prêmios nos festivais de Veneza, Toronto e muitos outros, “Boi Neon” foi também o grande vencedor do último Festival do Rio. Era o único filme brasileiro que fazia sombra a “Aquarius” no exterior. Sua desistência, teoricamente, estende o tapete vermelho para “Aquarius” conquistar a vaga, além de tirar a oportunidade dos intérpretes, técnicos e profissionais variados do filme, que não poderão incluir no currículo uma provável representação do país no Oscar. Claro que a revolta terceirizada, de um segundo diretor em relação a uma situação que supostamente atinge apenas um terceiro, não deixa de criar uma saia justa para o próprio terceiro. Afinal, como fica agora Filho, que vê seu principal rival à indicação sair da disputa, numa demonstração de solidariedade a seu discurso de perseguido político? Filho vai usar essa vantagem para garantir a classificação de “Aquarius” ou tomará a atitude ética de, para dar sentido às consequências de sua retórica e em nome do “fair play”, anunciar também sua desistência? Sempre é válido lembrar que não houve nenhuma revolta ou manifestação sobre “imparcialidade questionável” quando, há apenas seis anos, “Lula, o Filho do Brasil” foi selecionado pelo Ministério da Cultura do governo de Luis Inácio Lula da Silva como candidato do Brasil à mesma vaga. Não foi ético em 2010. E agora veremos o que é considerada uma atitude ética em 2016.

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    Chamados: Samara retorna em dois trailers legendados da continuação de O Chamado

    24 de agosto de 2016 /

    A Paramount divulgou um pôster nacional e dois trailers (em versões dublada e legendada) do terror “Chamados”, que retoma a assustadora franquia “O Chamado”. As prévias mostram a volta de Samara, que não precisa mais de fita VHS para assombrar suas vítimas, tornando sua maldição digital e viral. Mais poderosa que antes, ela é capaz até de derrubar aviões. O filme é o terceiro da franquia, retomada após 11 anos e no rastro da volta do monstro original no Japão. O primeiro “O Chamado” (2002) era remake de “Ringu” (1998), o terror japonês que lançou a mania das mulheres fantasmas de cabelo na cara, por sua vez adaptado do livro homônimo de Kôji Suzuki, o “Stephen King japonês”. O original também teve três continuações, mas sua assombração, chamada originalmente de Sadako, foi ressuscitada a partir de “Sadako 3D” (2012) – lançado direto em DVD no Brasil como “A Invocação 3D” – , onde a jovem do fundo do poço descobriu a internet. Por sinal, Sadako já voltou em mais dois filmes – o mais recente promoveu seu encontro com Kayako, a mulher de cabelo na cara da franquia “O Grito”. A nova vítima da franquia é a italiana Matilda Anna Ingrid Lutz (“Somewhere Beautiful”), que cai na tentação de ver um estranho vídeo online e acaba recebendo a ameaçadora ligação telefônica que inicia a contagem regressiva: “Sete dias”. O elenco também inclui Alex Roe (“A 5ª Onda”), Zach Roerig (série “The Vampire Diaries”), Johnny Galecki (série “The Big Bang Theory”), Aimee Teergarden (série “Friday Night Lights”), Lizzie Brocheré (série “The Strain”), Laura Wiggins (série “The Tomorrow People”) e Andrea Powell (série “Outcast”). O roteiro passou por versões de Jacob Aaron Estes (“Quase um Segredo”), Akiva Goldsman (“A 5ª Onda”) e David Loucka (“A Última Casa da Rua”). A direção é do espanhol F. Javier Gutiérrez (“Tres Días”) e tem estreia marcada para 10 de novembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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    Doutor Estranho: Benedict Cumberbatch manifesta efeitos visuais em 15 fotos

    24 de agosto de 2016 /

    A Marvel divulgou 15 fotos de “Doutor Estranho”, que destacam o ator Benedict Cumberbatch (“O Jogo da Imitação”) no papel-titulo e os efeitos visuais da produção. O filme introduz o primeiro super-herói místico da Marvel, mostrando a transformação de Stephen Strange. Inicialmente um médico arrogante, após sofrer um acidente e perder sua habilidade como cirurgião ele busca a cura no Himalaia, onde é acolhido por uma mestre (Tilda Swinton, de “O Grande Hotel Budapeste”) das artes místicas e inicia sua jornada de redenção para se tornar o maior mago do universo Marvel. Com roteiro de C. Robert Cargill (“A Entidade”) e Thomas Dean Donnelly (do remake de “Conan, o Bárbaro”) e direção de Scott Derrickson (“A Entidade”, “Livrai-Nos do Mal”), “Doutor Estranho” tem sua estreia marcada para o dia 3 de novembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Chris Hemsworth e Tom Hiddleston levam o martelo de Thor a hospital infantil na Austrália

    24 de agosto de 2016 /

    Os atores Chris Hemsworth e Tom Hiddleston aproveitaram uma pausa nas filmagens de “Thor: Ragnarok” para visitar as crianças no Hospital Infantil Lady Cilento, na Austrália. Munidos com o martelo de Thor, a dupla brincou e se divertiu com as crianças, e suas aparições foram saudadas no Instagram oficial do hospital. Chris Hemsworth também comentou a visita em sua conta no Instagram. “Conhecendo os super-heróis de verdade no Hospital Infantil Lady Cilento. Uma grande gratidão para essas crianças corajosas, que são uma inspiração para nós”, ele escreveu. As fotos da visita foram compartilhadas nas redes sociais e podem ser conferidas acima.

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    Meg: Atrizes de Resident Evil vão enfrentar tubarão pré-histórico

    23 de agosto de 2016 /

    A atriz chinesa Li Bingbing, que interpretou Ada Wong em “Resident Evil 5: Retribuição”, e a australiana Ruby Rose, que estrela o vindouro “Resident Evil 6: O Capítulo Final”, se juntaram a Jason Statham (“Velozes e Furiosos 7”) no elenco de “Meg”, informou o site The Hollywood Reporter. Meg é uma estrela literária, que tem sua própria franquia, iniciada em 1997 por Steve Alten e que já dura sete livros. Na maioria dos livros, o protagonista é Jonas Taylor (papel de Statham), um paleobiologista que estuda a espécie de tubarão Megalodon, um dos maiores predadores conhecidos da pré-história. A produção da Warner Bros. vai mudar a localização da primeira aparição de Meg, que nos livros surgiu na costa da Califórnia. Desta vez, ela vai aparecer na China, uma alteração que visou fechar uma parceria financeira (com a Gravity Pictures). Isto também ajuda a contextualizar a participação de Li Bingbing. Além dos atores citados, o elenco também já confirmou Rainn Wilson (série “The Office”), Masi Oka (série “Heroes”) e Jessica McNamee (“Para Sempre”). A adaptação tem roteiro de James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”) e será dirigida por Jon Turteltaub (“A Lenda do Tesouro Perdido”), com estreia marcada para março de 2018.

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    Veja uma cena cortada e dois vídeos do Blu-ray de Capitão América: Guerra Civil

    23 de agosto de 2016 /

    A Marvel divulgou uma cena inédita e dois vídeos de bastidores exclusivos do Blu-ray de “Capitão América: Guerra Civil”. A cena é sem gracinha, mostrando Zemo (Daniel Brühl) encontrando o Doutor Broussard (ninguém menos que o codiretor Joe Russo), enquanto o material de bastidor se foca nas trajetórias do Soldado Invernal (Sebastian Stan) e do Visão (Paul Bettany). Neste último caso, com destaque também para os efeitos visuais. Maior bilheteria do ano, “Capitão América: Guerra Civil” arrecadou mais de US$ 1,15 bilhão em todo o mundo, e chega em 14 de setembro ao mercado nacional de home video.

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    Fracasso de Ben-Hur dará prejuízo de pelo menos US$ 100 milhões

    23 de agosto de 2016 /

    O péssimo desempenho de “Ben-Hur”, que abriu em 5º lugar nos EUA no fim de semana, pode dar um prejuízo de no mínimo US$ 100 milhões para os estúdios MGM e Paramount. A conta foi feita pela revista Variety, que acredita que o longa-metragem não vá passar dos US$ 30 milhões de arrecadação total no mercado doméstico, um fracasso de proporções épicas. A presença de Rodrigo Santoro como Jesus Cristo e o monopólio do lançamento nos cinemas fez com que a atração tivesse resultado um pouco melhor no Brasil, onde estreou em 2º lugar, mas a arrecadação mundial tem sido, no geral, até pior que o fracasso americano. Ao todo, “Ben-Hur” faturou apenas US$ 22 milhões em todo o mundo, desde seu lançamento na quinta (18/8). Nos EUA, a conta está em vexatórios US$ 12 milhões. Detalhe: o filme custou US$ 100 milhões só para ser produzido – e as despesas de marketing e divulgação adicionam mais pânico na equação. Claro que o fracasso de um remake não é nenhuma novidade para Hollywood. Nem tampouco causa estranheza os estúdios continuarem insistindo em fracassar com a mesma fórmula sem parar para refletir. Há poucos anos, Steven Spielberg fez uma previsão sombria, apontando que o atual modelo de negócios – poucos lançamentos e todos caríssimos – arrastaria os grandes estúdios de cinema para falência, e os resultados do último verão americano pareceram um grande ensaio para essa visão apocalíptica.

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    Thor: Anthony Hopkins aparece maltrapilho em novas fotos das filmagens

    23 de agosto de 2016 /

    O site Coming Soon publicou as fotos dos paparazzi que estão acompanhando as filmagens de “Thor: Ragnarok” nas ruas de Brisbane, na Austrália. As imagens destacam o visual grunge do ator Chris Hemsworth e a elegância de Tom Hiddleston, rodando cenas como Thor e Loki em “trajes civis”, sob a direção de Taika Waititi. Mas quem rouba as atenções é o veterano Anthony Hopkins. De forma inesperada, o intérprete de Odin aparece como um sem-teto maltrapilho, mostrando a língua para os curiosos. O elenco do filme também conta com Mark Ruffalo como o Hulk, a volta de Idris Elba como Heimdall e as estreias de Tessa Thompson (“Creed”) como a heroína Valquíria, Cate Blanchett (“Carol”) como Hela, a Deusa da Morte, Karl Urban (“Star Trek”) como Skurge (que os fãs de quadrinhos conhecem melhor pelo nome de guerra Executor) e Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 27 de julho de 2017.

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    Jennifer Lawrence é a atriz mais bem paga de Hollywood pelo segundo ano consecutivo

    23 de agosto de 2016 /

    Jennifer Lawrence bisou sua condição de atriz mais bem paga de Hollywood, no levantamento de 2016 da revista Forbes. Líder do ranking do ano passado, ela viu sua fortuna encolher 11%, mas o último “Jogos Vorazes”, “X-Men: Apocalipse” e “Joy: O Nome do Sucesso” mantiveram sua conta bancária recheada, com US$ 46 milhões desde o verão americano de 2015. Ela também não deve ter dificuldades para vencer o tricampeonato. Apesar de não contar com novos “Jogos Vorazes” e “X-Men”, a atriz irá receber o maior salário de sua carreira pela vindoura sci-fi “Passageiros”: US$ 20 milhões, um quarto do orçamento total da produção da Sony Pictures, que estreia em 5 de janeiro. Em 2º lugar entre as ricas de Hollywood está a protagonista do polêmico “Caça-Fantasmas”, Melissa McCarthy, que somou US$ 33 milhões com seus filmes em 2016 – uma alta de 43,5% em relação ao ano passado. A medalha de bronze ficou com uma antiga campeã, Scarlett Johansson, que somou US$ 25 milhões mesmo tendo trabalhado pouco, devido à gravidez – graças a “Capitão América: Guerra Civil” e “Mogli, o Menino Lobo”. O Top 5 se completa com um empate entre a superestimada Jennifer Aniston, que não emplacou nenhum sucesso no período, e a chinesa Fan Bingbing, ambas com US$ 21 milhões. Completam o Top 10: Charlize Theron com US$ 16,5 milhões, Amy Adams com US$ 13,5 milhões, Julia Roberts com US$ 12 milhões, Mila Kunis com US$ 11 milhões e estrela de Bollywood Deepika Padukone com US$ 10 milhões.

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    Pesquisa da BBC elege Cidade dos Sonhos como Melhor Filme do Século

    23 de agosto de 2016 /

    O filme “Cidade dos Sonhos” (2001), de David Lynch, foi eleito o Melhor Filme do Século 21, numa eleição realizada pela rede britânica BBC. A vitória – bastante polêmica, por sinal – foi resultado da votação de 177 críticos de cinema de 36 países. A lista dos 100 melhores filmes – que são 101, como sempre neste tipo de lista – inclui um longa brasileiro: “Cidade de Deus” (2002), de Fernando Meirelles e Katia Lund, na 38ª posição. A eleição traz o romance “Amor à Flor da Pele”, de Wong Kar-wai, em 2º lugar. Lançado em 2000, o longa é tecnicamente uma produção do século 20. Mas quem liga para estes detalhes numa seleção tão incongruente, que ainda tem “Sangue Negro” (2007), dirigido por Paul Thomas Anderson, em 3º, a animação “A Viagem de Chihiro” (2001), de Hayao Miyazaki, em 4º, e “Boyhood – Da Infância à Juventude” (2014), de Richard Linklater, fechando o Top 5. Confira abaixo a lista completa, que inclui alguns blockbuster, uma minissérie (sério!) e filmes malhados pela crítica na época de seus lançamentos. 1. Cidade dos Sonhos (David Lynch, 2001) 2. Amor À Flor Da Pele (Wong Kar-wai, 2000) 3. Sangue Negro (Paul Thomas Anderson, 2007) 4. A Viagem de Chihiro (Hayao Miyazaki, 2001) 5. Boyhood (Richard Linklater, 2014) 6. Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (Michel Gondry, 2004) 7. A Árvore da Vida (Terrence Malick, 2011) 8. Yi Yi (Edward Yang, 2000) 9. A Separação (Asghar Farhadi, 2011) 10. Onde os Fracos Não Têm Vez (Joel and Ethan Coen, 2007) 11. Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum (Joel and Ethan Coen, 2013) 12. Zodíaco (David Fincher, 2007) 13. Filhos da Esperança (Alfonso Cuarón, 2006) 14. O Ato de Matar (Joshua Oppenheimer, 2012) 15. 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias (Cristian Mungiu, 2007) 16. Holy Motors (Leos Carax, 2012) 17. O Labirinto do Fauno (Guillermo Del Toro, 2006) 18. A Fita Branca (Michael Haneke, 2009) 19. Mad Max: Estrada da Fúria (George Miller, 2015) 20. Synecdoche, New York (Charlie Kaufman, 2008) 21. O Grande Hotel Budapeste (Wes Anderson, 2014) 22. Encontros e Desencontros (Sofia Coppola, 2003) 23. Caché (Michael Haneke, 2005) 24. O Mestre (Paul Thomas Anderson, 2012) 25. Amnésia (Christopher Nolan, 2000) 26. A Última Noite (Spike Lee, 2002) 27. A Rede Social (David Fincher, 2010) 28. Fale com Ela (Pedro Almodóvar, 2002) 29. Wall-E (Andrew Stanton, 2008) 30. Oldboy (Park Chan-wook, 2003) 31. Margaret (Kenneth Lonergan, 2011) 32. A Vida dos Outros (Florian Henckel von Donnersmarck, 2006) 33. Batman: O Cavaleiro das Trevas (Christopher Nolan, 2008) 34. O Filho de Saul (Laszlo Nemes, 2015) 35. O Tigre e o Dragão (Ang Lee, 2000) 36. Timbuktu (Abderrahmane Sissako, 2014) 37. Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas (Apichatpong Weerasethakul, 2010) 38. Cidade de Deus (Fernando Meirelles e Kátia Lund, 2002) 39. O Novo Mundo (Terrence Malick, 2005) 40. O Segredo de Brokeback Mountain (Ang Lee, 2005) 41. Divertida Mente (Pete Docter, 2015) 42. Amor (Michael Haneke, 2012) 43. Melancolia (Lars von Trier, 2011) 44. 12 Anos de Escravidão (Steve McQueen, 2013) 45. Azul É a Cor Mais Quente (Abdellatif Kechiche, 2013) 46. Cópia Fiel (Abbas Kiarostami, 2010) 47. Leviathan (Andrey Zvyagintsev, 2014) 48. Brooklyn (John Crowley, 2015) 49. Adeus à Linguagem (Jean-Luc Godard, 2014) 50. Nie Yinniang (Hou Hsiao-hsien, 2015) 51. A Origem (Christopher Nolan, 2010) 52. Mal dos Trópicos (Apichatpong Weerasethakul, 2004) 53. Moulin Rouge (Baz Luhrmann, 2001) 54. Era uma Vez na Anatólia (Nuri Bilge Ceylan, 2011) 55. Ida (Pawel Pawlikowski, 2013) 56. A Harmonia Werckmeister (Bela Tarr e Ágnes Hranitzky, 2000) 57. A Hora Mais Escura (Kathryn Bigelow, 2012) 58. Moolaadé (Ousmane Sembène, 2004) 59. Marcas da Violência (David Cronenberg, 2005) 60. Síndromes e um Século (Apichatpong Weerasethakul, 2006) 61. Sob a Pele (Jonathan Glazer, 2013) 62. Bastardos Inglórios (Quentin Tarantino, 2009) 63. O Cavalo de Turin (Bela Tarr e Ágnes Hranitzky, 2011) 64. A Grande Beleza (Paolo Sorrentino, 2013) 65. Aquário (Andrea Arnold, 2009) 66. Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera (Kim Ki-duk, 2003) 67. Guerra ao Terror (Kathryn Bigelow, 2008) 68. Os Excêntricos Tenenbaums (Wes Anderson, 2001) 69. Carol (Todd Haynes, 2015) 70. Histórias que Contamos (Sarah Polley, 2012) 71. Tabu (Miguel Gomes, 2012) 72. Amantes Eternos (Jim Jarmusch, 2013) 73. Antes do Pôr do Sol (Richard Linklater, 2004) 74. Spring Breakers: Garotas Perigosas (Harmony Korine, 2012) 75. Vício Inerente (Paul Thomas Anderson, 2014) 76. Dogville (Lars von Trier, 2003) 77. O Escafandro e a Borboleta (Julian Schnabel, 2007) 78. O Lobo de Wall Street (Martin Scorsese, 2013) 79. Quase Famosos (Cameron Crowe, 2000) 80. The Return (Andrey Zvyagintsev, 2003) 81. Shame (Steve McQueen, 2011) 82. Um Homem Sério (Joel and Ethan Coen, 2009) 83. A.I. – Inteligência Artificial (Steven Spielberg, 2001) 84. Ela (Spike Jonze, 2013) 85. O Profeta (Jacques Audiard, 2009) 86. Longe do Paraíso (Todd Haynes, 2002) 87. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (Jean-Pierre Jeunet, 2001) 88. Spotlight: Segredos Revelados (Tom McCarthy, 2015) 89. A Mulher sem Cabeça (Lucrecia Martel, 2008) 90. O Pianista (Roman Polanski, 2002) 91. O Segredo dos Seus Olhos (Juan Jose Campanella, 2009) 92. O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford (Andrew Dominik, 2007) 93. Ratatouille (Brad Bird, 2007) 94. Deixa Ela Entrar (Tomas Alfredson, 2008) 95. Moonrise Kingdom (Wes Anderson, 2012) 96. Procurando Nemo (Andrew Stanton, 2003) 97. Minha Terra África (Claire Denis, 2009) 98. Dez (Abbas Kiarostami, 2002) 99. The Gleaners and I (Agnès Varda, 2000) 100. Carlos (Olivier Assayas, 2010) 100. Réquiem para um Sonho (Darren Aronofsky, 2000) 100. Toni Erdmann (Maren Ade, 2016)

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    Aquarius: Filme ganha censura 18 anos e diretor volta a atacar o governo

    23 de agosto de 2016 /

    O diretor Kleber Mendonça Filho, que adotou o discurso de vítima de perseguição política desde que retornou ao Brasil, após se manifestar com cartazes contra “o golpe” na première de “Aquarius” no Festival de Cannes, voltou a atacar o governo ao reclamar da classificação etária recebida por seu filme. “Aquarius” recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos, pelo Ministério da Justiça, devido a “cenas de sexo explícito” e “drogas”. No Facebook, o cineasta ironizou a decisão. “Alguém no governo fortalecendo o marketing desse filme. Incrível”, escreveu Filho, dando a entender que a obra sofre perseguição federal. Na semana passada, o diretor atacou um crítico selecionado para integrar a comissão do Ministério da Cultura que definirá o candidato brasileiro ao Oscar 2016 de Melhor Filme Estrangeiro, porque o jornalista tem visão política contrária a sua. Além do comentário de Filho, a página oficial do filme também registrou “surpresa” com a decisão “controvertida” da classificação etária. “Surpresos com a Censura ’18 anos’ dada a ‘Aquarius’ pelo Ministério da Justiça. É incrível ver que ‘Aquarius’ está se tornando o filme mais controvertido do ano, aparentemente por celebrar a vida de maneira generosa, por ter um ponto de vista social e político e ainda trazer como personagem principal essa coisa assustadora para muita gente que é uma mulher forte, que não leva desaforo para casa. Com essa censura ’18 anos’, ‘Aquarius’ torna-se, estranhamente, ainda mais forte!”, diz o texto. É bom ressaltar, para quem “não sabe”, que o filme não tem super-heróis, não é um besteirol com atores da Globo nem um romance adolescente. Seu tema é “social”, seus personagens centrais tem mais de, digamos, 30 anos. Mas a ironia destilada na rede social dá a entender que a censura elevada possa prejudicar o “sucesso” de seu lançamento. Quem lembrar dos grandes sucessos recentes do país será capaz de perceber que dramas não se encontram entre os maiores vendedores de ingressos. “Aquarius”, ainda por cima, tem distribuição da pequena e alternativa Vitrine Filmes. Fica difícil imaginar um blockbuster desse jeito. Entretanto, é para filmes como o de Kleber Mendonça Filho que existem e devem ser usadas as leis de incentivo fiscal. Para possibilitar que obras de qualidade, em gêneros pouco populares, sejam produzidos no país, sem depender das bilheterias. Senão, a produção nacional se resumiria a comédias da Globo Filmes e longas religiosos. Kleber Mendonça Filho reclama de tudo o que tem direito, mas também usufrui de tudo a que tem direito, em termos de apoio público – desde o incentivo para filmar “Aquarius”, até a verba usada em sua viagem para a França, em que aproveitou para se manifestar politicamente. Claro que verba pública não deveria jamais patrocinar atos políticos, mas isso é uma discussão mais ampla, que envolve costumes dos partidários do aparelhamento do Estado. “Aquarius” vai abrir a 44ª edição do Festival de Gramado na sexta (26/8) e terá estreia comercial no dia 1 de setembro.

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    Bruxa de Blair: Fotos e teaser dão sequência ao terror do falso documentário

    23 de agosto de 2016 /

    A Lionsgate divulgou quatro fotos e um novo teaser da continuação de “A Bruxa de Blair” (1999), que resume a trama e apresenta um link para uma “experiência em 360 graus” (um site com um vídeo de realidade virtual, que na verdade lembra um antiquado game de estilo “adventure”). A prévia é mais interessante, pela narração de Callie Hernandez (“Los Feliz, 90027”) resumir a trama. Ela se apresenta como uma documentarista interessada em acompanhar o personagem de James Allen McCune (série “Shameless”), cuja irmã (a personagem de Heather Donahue no primeiro filme) sumiu na floresta da lenda da Bruxa de Blair. Eles embarcam na mesma jornada em busca de pistas sobre o desaparecimento da jovem, acompanhados de Valorie Curry (série “The Following”) e Wes Robinson (“Até a Morte”). Intitulada simplesmente “Bruxa de Blair”, sem o artigo feminino, a sequência foi filmada em sigilo e teve seu trailer exibido de surpresa na recente San Diego Comic-Con. A prévia sugere um filme bastante tenso e assustador, remetendo à trama original ao se passar na mesma floresta, em busca dos lugares onde os documentaristas amadores dos anos 1990 foram vistos pela última vez. O filme “amador” de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez causou frisson por ser apresentado como registro realista dos últimos dias de três jovens perdidos em uma floresta onde, segundo uma lenda, habitava uma diabólica bruxa. O sucesso da produção marcou época, e embora não tenha sido o primeiro longa de vídeos encontrados – a honra cabe a “Canibal Holocausto” (1980) – , inspirou uma febre de filmes com câmeras amadoras e imagens tremidas. A tecnologia evoluiu muito desde então, e o trailer da sequência mostra que, por mais que os integrantes do elenco corram com câmeras nas mãos, as imagens não perdem o foco ou a iluminação. Por conta disso, os sustos incluem efeitos visuais e sugerem grande profissionalismo para transmitir o pavor, mas sem perder de vista a estética do falso documentário, abandonada na primeira sequência oficial, “Bruxa de Blair 2 – O Livro das Sombras”, de 2000. Com direção de Adam Wingard (“Você É o Próximo”), um dos melhores cineastas da nova geração do terror, o longa estreia em 15 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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