Atriz de A Pele que Habito será vilã no filme da Mulher Maravilha
A atriz espanhola Elena Anaya, que protagonizou “A Pele que Habito” (2011), de Pedro Almodóvar, viverá uma vilã no filme da Mulher Maravilha. Seu papel estava sendo guardada em segredo pela produção, mas apesar de ser antagônico é pequeno, como ela mesma revelou. “É um papel bem pequeno, uma colaboração, mas a personagem é bem importante na trama. Serei… um grande pesadelo para o casal”, disse ao site espanhol SensaCine, referindo-se a Mulher Maravilha (Gal Gadot) e Steve Trevor (Chris Pine). Com roteiro de dois autores da DC Comics, Allan Heinberg e Geoff Johns, e direção de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), o filme também traz em seu elenco Robin Wright (série “House of Cards”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Lisa Loven Kongsli (“Força Maior”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Ewen Bremner (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”). “Mulher-Maravilha” estreia em 1 de junho de 2017 no Brasil.
Blogueiro Hugo Gloss vai dublar animação Trolls
O blogueiro Hugo Gloss, que na verdade se chama Bruno Rocha, vai dublar um dos personagens da animação “Trolls”. Será a primeira dublagem de sua carreira, mostrando uma tendência cada vez maior dos estúdios de investir nas caras novas da internet – ainda que, no caso, o trabalho seja sem cara – como alternativa às celebridades televisivas. Obviamente, há uma diferença de cachê. Recentemente, a trupe do Porta dos Fundos foi contratada para adaptar e dublar a animação “Festa da Salsicha”, e os youtubers nacionais vão se juntar num filme para mostrar seu humor – aguardando veredito. “Trolls” tem estreia programada para 29 de outubro, e Hugo ou Bruno (a ver como ele assinará o trabalho) irá dublar o personagem originalmente dublado por Kunal Nayyar (da série “Big Bang Theory”). Saiba mais sobre o filme e veja o trailer de “Trolls” aqui.
John Travolta desaba em choro ao filmar cena que o lembrou de seu filho morto
John Travolta e sua esposa Kelly Preston estão trabalhando juntos nas filmagens de “The Life and Death of John Gotti”, cinebiografia do mafioso John Gotti e, segundo a revista National Enquirer, desabaram em lágrimas reais numa cena que lembrou a morte de seu filho. Uma testemunha contou à publicação que uma das cenas do filme detalha a morte do filho de 12 anos de John Gotti, Frank, que foi acidentalmente atropelado e morto pelo carro de um vizinho. E isso teria aberto a ferida do casal, que perdeu seu próprio filho, Jett, em 2009, quando ele tinha 16 anos. “Todos começaram a chorar. Eles estavam muito sensibilizados. John estava inconsolável. Kelly conseguiu filmar sua cena, mas se desfez depois”, disse a fonte, acrescentando que as filmagens tiveram que ser interrompidas para o ator se recompor. Dirigido pelo ator Kevin Connolly (série “Entourage”), o filme ainda não tem previsão de estreia.
Velozes e Furiosos 8: Helen Mirren recebeu US$ 2 milhões para fazer figuração no filme
A atriz britânica Helen Mirren (“A Dama Dourada”) lucrou mais com sua figuração em “Velozes e Furiosos 8” do que em muitos longas em que foi protagonista. Segundo a revista Star, Mirren recebeu US$ 2 milhões (R$ 6,5 milhões) para trabalhar por apenas cinco dias no filme de ação. “Nada mau para uma breve aparição”, ironizou a publicação, que citou uma fonte da Universal Pictures como informante. A revista também trouxe uma declaração da fonte, afirmando que o papel era ainda menor e totalmente “descartável”, mas “foi reforçado significativamente quando Helen aceitou fazê-lo”. “Há uma boa chance de que ela possa voltar para um papel ainda maior em “Velozes e Furiosos 9″ – mas ela está brincando que só vai fazê-lo se eles a deixarem filmar atrás do volante também”, completou o informante. O filme teve cenas rodadas na Islândia e em Cuba, e vai voltar a incluir o elenco do filme anterior – provavelmente até o falecido Paul Walker. Além disso, contará com Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Kristofer Hivju (série “Game of Thrones”), Scott Eastwood (“Uma Longa Jornada”) e, claro, Helen Mirren. Dirigido por F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”), “Velozes e Furiosos 8” chega aos cinemas em abril de 2017.
Presidente da Warner admite que estúdio precisa melhorar seus filmes de super-heróis
O presidente e CEO da Time Warner, Jeff Bewkes, admitiu que o estúdio Warner Bros. precisa melhorar a qualidade de seus filmes de super-heróis, baseados nos quadrinhos da DC Comics. “Existe espaço para melhorias. Os personagens da DC Comics tem um pouco mais de leveza do que talvez mostramos nos filmes, por isso estamos pensando como consertar isso”, ele disse, em entrevista para a revista Variety. Entretanto, ele ressaltou que os dois filmes lançados nesse ano foram bem sucedidos financeiramente, alcançando o objetivo estratégico de reapresentar os personagens clássicos da DC para o público de uma nova geração. “Nosso objetivo principal era revigorar esses personagens para novos fãs. A reinicialização do Batman com Ben Affleck (no papel) foi um grande sucesso”, ele acredita. Há controvérsias, claro, já que “Batman vs. Superman” e “Esquadrão Suicida” não acompanharam o desempenho de outros filmes de super-heróis lançados este ano, como “Deadpool” e “Capitão América: Guerra Civil”. Além disso, receberam as críticas mais negativas dedicadas ao gênero em 2016. A autocrítica de Bewkes não tranquiliza os fãs, especialmente porque ele faz sua avaliação de forma autocomplacente. “Estamos no caminho certo”, resume.
Power Rangers: Novos pôsteres confirmam que os heróis usarão Zords no filme
A Paris Filmes divulgou os novos cartazes nacionais de “Power Rangers – O Filme”. As imagens destacam individualmente cada um dos Rangers ao lado de seus Zords, os robôs biomecânicos gigantes que eles usam para combater monstros colossais. Imagina-se que o filme também terá um Megazord, resultado da combinação dos cinco robôs. A versão de cinema da série dos anos 1990 é estrelada por Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, além de Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon e Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a vilã Rita Repulsa. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Moana: Versão dublada do novo trailer tem trilha de comercial do McDonald’s
A Disney divulgou o trailer dublado de “Moana: Um Mar de Aventuras”, que explica melhor a aventura da personagem-título, a primeira princesa polinésia do estúdio. A prévia mostra sua jornada para encontrar o semideus Maui, com quem se alia para cruzar o Oceano Pacífico numa jangada, enfrentar criaturas terríveis – mas fofas – e realizar feitos heroicos. O detalhe intrigante é que, além das vozes brasileiras, a música que acompanha o vídeo também é diferente do trailer americano. Enquanto a trilha divulgada por lá era mais, digamos, original, a versão disponibilizada no Brasil revisita um velho hit de boy band, “Glad You Came”, cantado pela banda The Wanted, que tocou até enjoar como a trilha de “lambada” do comercial do McDonald’s feito para a Copa do Mundo de 2014. Nos EUA, Maui e Moana são dublados, respectivamente, pelo astro Dwayne Johnson (da franquia “Velozes & Furiuosos”), que pela primeira vez tem a chance de homenagear sua descendência polinésia no cinema, e a estreante Auli’i Cravalho, de 15 anos de idade, selecionada após diversos testes com jovens havaianas. Já as vozes nacionais não foram divulgadas. O filme tem direção de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados está Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor 3: Ragnarok”. Para completar, Lin-Manuel Miranda, responsável pelo fenômeno da Broadway “Hamilton” (vencedor de 11 Tonys neste domingo), escreveu algumas das canções da trilha sonora. “Moana” tem previsão de estreia para 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos EUA em 23 de novembro.
Curtis Hanson (1945 – 2016)
Morreu o diretor Curtis Hanson, um dos diretores mais interessantes do cinema americano dos últimos anos, embora só tenha sido reconhecido pela Academia com um Oscar, pelo roteiro do brilhante “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997). Ele faleceu na noite de terça-feira (20/9) em sua casa, em Hollywood, aos 71 anos. Autoridades policiais informaram que paramédicos foram chamados até sua residência e ele já estava morto quando chegaram. Aparentemente, a causa da morte do diretor, que há anos sofria com Alzheimer, foi um ataque do coração. Hanson nasceu em Reno, Nevada, mas cresceu em Los Angeles. Apaixonado pela sétima arte desde muito jovem, abandonou o colegial para trabalhar como fotógrafo freelance e, posteriormente, editor de uma revista de cinema. A experiência lhe permitiu estrear como roteirista aos 25 anos, assinando a adaptação de um conto clássico de H.P. Lovecraft no terror barato “O Altar do Diabo” (1970), produzido pelo rei dos filmes B Roger Corman, que acabou cultuado por reunir a ex-surfista e boa moça Sandra Dee com o hippie Dean Stockwell. Corman estimulou Hanson a passar para trás das câmeras, e ele estreou como diretor dois anos depois com outro terror, desta vez uma obra original que ele próprio imaginou. “Sweet Kill” (1972) era a história de um desajustado que descobre ser, na verdade, um psicopata, ao matar acidentalmente uma jovem e gostar. O ex-ídolo juvenil Tab Hunter tinha o papel principal. Ele ainda rodou o trash assumido “Os Pequenos Dragões” (1979), sobre karatê kids que tentam salvar uma jovem sequestrada por uma mãe e seus dois filhos maníacos, antes de subir de degrau e trabalhar com um dos pioneiros do cinema indie americano, o cineasta Samuel Fuller. Hanson escreveu o clássico thriller “Cão Branco” (1982), dirigido por Fuller, sobre uma atriz que resgata um cachorro sem saber que ele foi treinado para ser violento e atacar negros. Comentadíssima, a obra lhe rendeu os primeiros elogios de sua carreira. A boa receptividade a “Cão Branco” abriu-lhe as portas dos grandes estúdios. A Disney lhe encomendou o roteiro de um filme na mesma linha, “Os Lobos Nunca Choram” (1983), em que um pesquisador, enviado pelo governo para verificar a ameaça dos lobos no norte do país, descobre que eles são benéficos para a região. E a MGM lhe entregou a direção de “Porky 3” (1983), que, apesar do título nacional, não tinha relação alguma com a famosa franquia canadense de comédias sexuais passadas nos anos 1950 – “Porky’s 3” (com o detalhe da grafia correta) foi lançado dois anos depois! Mas é fácil entender porque a distribuidora quis passar essa falsa impressão. A trama acontecia no começo dos anos 1960 em torno de quatro adolescentes americanos, entre eles um certo Tom Cruise, que viajam até Tijuana, no México, querendo cair na farra, num pacto para perder a virgindade. Hanson não escreveu “Porky 3”, mas histórias de apelo adolescente se tornaram frequentes em sua filmografia. Tanto que seu trabalho seguinte foi um telefilme teen, “The Children of Times Square” (1986), uma espécie de “Oliver Twist” contemporâneo, sobre jovens sem-teto nas ruas de Nova York. Ele completou sua transição para o cinema comercial especializando-se em suspenses, numa sequência de lançamentos do gênero que fez a crítica compará-lo a Alfred Hitchcock. “Uma Janela Suspeita” (1987), inclusive, devia sua premissa a “Janela Indiscreta” (1954), mostrando um crime testemunhado a distância, por um casal que não deveria estar junto naquele momento. A testemunha era interpretada por ninguém menos que a fabulosa atriz francesa Isabelle Huppert. “Sob a Sombra do Mal” (1990) também tinha premissa hitchockiana, evocando “Pacto Sinistro” (1951), mas ganhou notoriedade pelo timing, lançado logo após o vazamento de sex tapes de seu protagonista, o ator Rob Lowe. Ele aparecia no filme num raro papel de vilão, ironicamente chantageando o futuro astro de “The Blacklist”, James Spader, por conta de gravações sexuais. Foi o melhor papel da carreira de Lowe e o empurrão definitivo para Hanson se tornar conhecido. Seu filme seguinte estabeleceu sua fama como mestre do suspense, num crescendo assustador. “A Mão Que Balança o Berço” (1992) fez bastante sucesso ao explorar um tema que marcaria a década: a mulher simpática, que abusa da confiança de suas vítimas. Poucas psicopatas foram tão temidos quanto a babá vivida por Rebecca De Mornay, que em pouco tempo se viu acompanhada por Jennifer Jason Lee em “Mulher Solteira Procura…” (1992) e Glenn Close em “Atração Fatal” (1987), na lista das mulheres que transformaram intimidade em ameaça. O quarto thriller consecutivo, “O Rio Selvagem” (1994), trouxe Meryl Streep como uma mãe que leva sua família para navegar nas corredeiras de um rio, apenas para ver todos sequestrados por Kevin Bacon, armado. Mas foi o quinto suspense que o transformou definitivamente num cineasta classe A. Obra-prima, “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997) inspirava-se na estética do cinema noir para contar uma história de corrupção policial e brutalidade, repleta de reviravoltas, tensão e estilo, passada entre a prostituição de luxo, disputas mafiosas e os bastidores de Hollywood nos anos 1950. O filme resgatou a carreira de Kim Basinger, sex symbol da década anterior, como uma garota de programa que passou por plástica para ficar parecida com uma estrela de cinema, e ajudou a popularizar seu par de protagonistas, recém-chegados do cinema australiano, Russell Crowe e Guy Pearce, como policiais que precisam superar seu ódio mútuo para não acabar como Kevin Spacey, que mesmo saindo cedo da trama, também já demonstrava o talento que outros cineastas viriam a explorar. Hanson venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo filme, baseado no livro homônimo de James Ellroy, e Basinger o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Mas “Los Angeles: Cidade Proibida” foi indicado a mais sete prêmios da Academia, inclusive Direção e Melhor Filme do ano, e só não venceu tudo porque havia um “Titanic” em seu caminho. A boa fase seguiu com o drama “Garotos Incríveis” (2000), reconhecido pela ótima atuação de Michael Douglas e por render um Oscar ao cantor Bob Dylan, de Melhor Música Original. E rendeu outro espetáculo cinematográfico contra todas as apostas, quando Hanson decidiu dirigir Eminem no filme “8 Mile – Rua das Ilusões” (2002). Baseada na vida real do rapper, a produção conquistou elogios rasgados e um Oscar (de Melhor Canção) para Eminem, que teve sua carreira impulsionada. Seus filmes finais não foram tão brilhantes. Ele tropeçou ao tentar fazer sua primeira comédia romântica, ainda por cima de temática feminina, “Em Seu Lugar” (2005), que mesmo assim teve bons momentos com Cameron Diaz e Toni Colette. Mas a insistência em emplacar um romance fez de “Bem-Vindo ao Jogo” (2007), em que Eric Bana se dividia entre o poker e Drew Barrymore, o pior desempenho de sua carreira. O telefilme “Grande Demais Para Quebrar” (2011), sobre a depressão financeira de 2008, rebateu a maré baixa com nada menos que 11 indicações ao Emmy. Infelizmente, as ondas foram altas demais em “Tudo por um Sonho” (2012), sua volta ao cinema. Ele não conseguiu completar o filme, que tinha Gerard Butler como surfista, após sofrer um colapso no set. Michael Apted foi chamado às pressas para finalizar o longa e Hanson nunca mais voltou a filmar. O Alzheimer tomou conta e, embora o estúdio não comentasse qual doença tinha levado o diretor ao hospital, aquele foi o fim da sua carreira.
Jumanji: Dwayne Johnson, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan se juntam na primeira foto
O astro Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”) divulgou em seu Instagram a primeira foto de “Jumanji”, continuação da aventura clássica homônima, estrelada por Robin Williams em 1995. A imagem reúne elenco central, formado pelo próprio Johnson, Jack Black (“Goosebumps”), Kevin Hart (“Policial em Apuros”) e Karen Gillan (da série “Doctor Who” e de “Guardiões da Galáxia”) no meio de uma floresta – possivelmente, a floresta mágica do jogo que dá título à produção. “Trabalhando pesado e me divertindo no primeiro dia de gravação na floresta com essa talentosa e louca turma. Jack é brilhante, Karen é durona, Kevin é hilário e cheiroso. É extremamente difícil manter uma cara séria nessas cenas. Muito divertido. Estamos fazendo um bom trabalho. Tem mais por vir”, ele escreveu na legenda da foto. No longa, The Rock vai interpretar o Dr. Smolder Bravestone, Kevin será Moose Finbar, Karen interpretará Ruby Roundhouse e Jack dará vida ao professor Shelly Oberon. Não há muitas outras informações sobre a produção, além do fato de Nick Jonas (série “Scream Queens”) também fazer parte do elenco. Com direção de Jake Kasdan (“Sex Tape: Perdido na Nuvem”), o filme tem estreia marcada para 27 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Escritora de A Garota no Trem concorda que Emily Blunt é bonita demais para estrelar a adaptação
A escritora do best-seller “A Garota no Trem”, Paula Hawkins concordou com os críticos que afirmam que a atriz britânica Emily Blunt é muito bonita para viver a personagem principal na adaptação de seu livro para o cinema. Blunt vai interpretar Rachel, que é descrita no livro como uma alcoólatra acima do peso. Sua aparência dificilmente poderia ser comparada com a média das estrelas de Hollywood. Por conta disso, sua escalação para o papel não foi bem recebida pelos fãs do livro. “Todos estão reclamando como Emily é bonita para interpretar a Rachel”, disse Hawkins no Festival do Livro de Chiswick. “Mas a parte mais importante da personagem é sua aversão por si mesma. E a equipe também fez de tudo para que Emily parecesse feia, mas você sabe…”, declarou a autora, dando de ombros, ainda que elogiasse o desempenho da atriz no longa. “Sempre achei que ela fosse uma atriz de comédia, lembro dela em “O Diabo Veste Prada”, mas acho que ela fez um ótimo trabalho neste filme”, disse Hawkins. Como se sabe, Hollywood não se preocupa muito com a aparência dos personagens na hora de escalar elencos para suas adaptações. Seja com astros brancos em papéis de asiáticos, seja com atores negros vivendo personagens originalmente brancos. E os fãs das obras originais já estão ficando de saco cheio. Será que não é para eles que os filmes são feitos? A estreia de “A Garota no Trem” acontece em 27 de outubro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Festa da Salsicha: Porta dos Fundos vai adaptar e dublar a versão brasileira da animação
A animação para adultos “Festa da Salsicha” chegará ao Brasil com dublagem da trupe do canal Porta dos Fundos. A parceria firmada pela Sony Pictures visa garantir que o tom sacana e sarcástico das piadas originais se mantenha, com um temperinho brasileiro. Além da dublagem, o time de comediantes será responsável pela tradução, adaptando o roteiro para incluir um pouco de malícia nacional. “Tudo continua bastante politicamente incorreto. Do mesmo jeitinho que chamou a atenção originalmente. Ou seja, nada de chamar ‘bunda’ de ‘traseiro’”, disse Antonio Tabet, em comunicado. Além de Tabet, estão no elenco de vozes Gregorio Duvivier, Fábio Porchat, Thati Lopes, Rafael Portugal, Luis Lobianco, Karina Ramil, Gabriel Totoro e João Vicente de Castro, marcando a estreia dos quatro últimos como dubladores. “Festa da Salsicha” foi uma das melhores surpresas da Sony nas bilheterias dos EUA. Orçado em apenas US$ 15 milhões, o filme arrecadou mais de US$ 95 milhões somente nos EUA. Mas demorou para o estúdio tomar coragem e investir nele. O projeto levou oito anos para sair do papel devido ao conteúdo controverso. O filme revela o destino de salsichas e outros petiscos felizes, após serem comprados num supermercado. Achando que vão para uma festa, eles descobrem a terrível verdade ao chegarem na cozinha e verem uma batata ser “despelada” viva. O trauma aumenta mais, conforme cenouras são devoradas e outros amiguinhos sofrem tortura. É puro terror entre os comestíveis, que entram em completo desespero. Tudo isso sem perder de vista as piadas de duplo sentido, com salsichas querendo penetrar em pãezinhos fresquinhos. A premissa só poderia vir das mentes perturbadas da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, os mesmos degenerados por trás de “É o Fim” (2013) e “A Entrevista” (2014), que assinam roteiro e produção. O elenco de dubladores originais, por sua vez, reuniu toda a trupe de amigos famosos de Rogen, inclusive o próprio. A maioria deles também participou de “É o Fim”, como James Franco, Jonah Hill, Paul Rudd, Michael Cera, David Krumholtz, Danny McBride e Craig Robinson. Outros chegaram especialmente para a “Festa”, como Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), Bill Hader (“Descompensada”), Salma Hayek (“Gente Grande”) e Edward Norton (“Birdman”). Dirigido por Conrad Vernon (“Shrek”) e Greg Tiernan (série animada “Thomas e seus Amigos”), o filme chega aos cinemas brasileiros em 6 de outubro, quase dois meses depois do lançamento nos EUA.
Astro de Cinquenta Tons de Cinza será um fora-da-lei no novo filme de Robin Hood
O ator Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) está em negociações para estrelar o novo filme baseado na lenda de Robin Hood, segundo o site da revista Variety. A produção será uma história de origem e se concentrará nas primeiras aventuras do fora-da-lei. Intitulado “Robin Hood: Origins”, o filme vai mostrar o herói retornando das Cruzadas e formando seu bando de foras-da-lei para enfrentar a corrupção que tomou conta do reino, na ausência do Rei Ricardo Coração-de-Leão. O papel de Robin Hood será vivido por Taron Egerton (“Kingsman: Serviço Secreto”) e Dornan viverá o fora-da-lei Will Scarlett. Em algumas versões, Scarlett é apresentado como irmão de Robin Hood. Outros integrantes já confirmados do bando alegre da Floresta de Sherwood são Jamie Foxx (“Annie”) como João Pequeno e Eve Hewson (série “The Knick”, filha de Bono Vox, da banda U2) como Lady Marian. O filme tem roteiro de Joby Harold, também responsável pela história de origem do Rei Artur, “Knights of the Roundtable: King Arthur”, que teve seu lançamento adiado indefinidamente. A direção está a cargo de Otto Bathurst (série “Peaky Blinders”), que fará sua estreia no cinema. “Robin Hood: Origins” ainda inclui entre seus produtores o astro Leonardo DiCaprio (“O Regresso”), e até o momento não tem previsão de estreia. A última versão cinematográfica de Robin Hood, estrelada por Russell Crowe em 2010, também era, supostamente, uma história de origem. Assim como a anterior, “Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões”, com Kevin Costner em 1991. Curiosamente, a produção mais antiga rendeu mais, US$ 390 milhões, contra US$ 321 milhões da nova versão dirigida por Ridley Scott.
Jurassic World 2 será um dos filmes mais caros já feitos
Steven Spielberg previu em 2013 uma possível implosão de Hollywood, causada pelo excesso de filmes de grande orçamento. E agora ele faz sua parte, como produtor, para cumprir a profecia. Em entrevista para o jornal El Pais, o diretor J.A Bayona (“O Impossível”) revelou o custo previsto para a produção de “Jurassic World 2”: “apenas” US$ 260 milhões. Há uma regra não declarada em Hollywood que, quando um filme faz muito sucesso, sua sequência seja mais cara. “Jurassic World” (2015) custou US$ 150 milhões e rendeu US$ 1,6 bilhão mundialmente. Se a informação do diretor for verídica, “Jurassic World 2” será um dos filmes mais caros já feitos e terá que render em torno de US$ 1 bilhão para se pagar. “Batman vs. Superman”, que custou US$ 10 milhões a menos, parou na marca dos US$ 873 milhões. Apesar do orçamento escandaloso, “Jurassic World” nem chega nem perto do valor gasto pela Disney para bancar o filme mais caro já produzido em Hollywood: “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” detém o recorde, tendo custado US$ 378,5 milhões para chegar aos cinemas. A expectativa é que Chris Pratt e Bryce Howard Dallas retornem para “Jurassic World 2”, cuja sinopse está sendo mantida em sigilo. As filmagens devem começar assim que Bayona encerrar a divulgação de seu novo filme, “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”, que estreia em 13 de outubro no Brasil, mas apenas em dezembro nos EUA. “Jurassic World 2” tem estreia marcada para junho de 2018.












