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Filme

Brenda Fricker, vencedora do Oscar por “Meu Pé Esquerdo”, morre aos 81 anos

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17 de julho de 2026
Filme

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Filme

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16 de julho de 2026
  • Filme

    Jackie: Natalie Portman é Jackie Kennedy no pôster da cinebiografia

    7 de outubro de 2016 /

    A Fox Searchlight divulgou o primeiro pôster de “Jackie”, que traz a atriz Natalie Portman (“Thor”) no papel-título, como a ex-primeira dama dos EUA Jacqueline Kennedy. A produção marca a estreia do cineasta chileno Pablo Larrain (“No” e “O Clube”) em Hollywood, e acompanha Jackie durante os dias que se seguiram ao assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963. Além da atriz, o elenco também conta com Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Billy Crudup (“Spotlight”), John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), John Carroll Lynch (série “American Horror Story”), Max Casella (série “Vinyl”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Caspar Phillipson (“Garoto Formiga”); O roteiro é de Noah Oppenheim (“Maze Runner”) e a produção executiva está a cargo do cineasta Darren Aronofsky, que dirigiu Portman em “Cisne Negro” (2010), o filme que rendeu à atriz seu festejado Oscar. Premiado nos festivais de Veneza e Toronto, “Jackie” estreia em 2 de dezembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Veja a primeira foto de Shia LaBeouf como o tenista John McEnroe em filme sobre jogo histórico

    7 de outubro de 2016 /

    A Nordisk Film divulgou a primeira foto oficial de “Borg/McEnroe”, drama esportivo de época que traz o ator Shia LaBeouf (“Ninfomaníaca”) vivendo o lendário tenista John McEnroe. O filme aborda uma das rivalidades mais famosas do esporte, entre McEnroe e o tenista sueco Bjorn Borg. Intitulado “Borg/McEnroe”, centra-se na disputa entre os dois na final do torneio de Wimbledon de 1980, considerada uma das melhores partidas de tênis de todos os tempos. A diferença de personalidade entre os rivais ajudou a transformar o jogo num drama humano. O tenista sueco, então com 24 anos, era um cabeludo calmo e centrado, enquanto McEnroe, à época com 21 anos, era visto como o bad boy do tênis, sempre prestes a explodir, jogar sua raquete longe e gritar com os árbitros. O ator sueco Sverrir Gudnason (“O Círculo”) fará o papel de Borg e vale a pena comparar a imagem dos atores com os verdadeiros tenistas, reunidas acima. As semelhanças são impressionantes. O elenco também traz Stellan Skarsgard (“Ninfomaníaca”) no papel do treinador de Borg, Lennart Bergelin. A direção está a cargo do dinamarquês Janus Metz Pedersen (documentário “Armadillo”), que estreou nos EUA dirigindo um episódio da série “True Detective” no ano passado. O longa-metragem está sendo filmado na Suécia e deve estrear na Europa no segundo semestre de 2017.

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  • Resident Evil: The Final Chapter
    Filme

    Resident Evil 6: Mais destruição, explosões e Guns N’Roses no novo trailer do capítulo final

    7 de outubro de 2016 /

    É o apocalipse e Milla Jovovich quer matar todo mundo que sobrou no novo trailer de “Resident Evil 6: O Capítulo Final”. Divulgado pela Sony, ainda sem legendas, o vídeo faz uma recapitulação da franquia, mostra muita destruição e revela a volta à Racoon City, onde tudo iniciou. Com um remix de Guns N’Roses tocando entre as explosões, a trama se encaminha para o combate derradeiro entre Alice, a personagem de Milla, e o vilão Dr. Alexander Isaacs (Iain Glen, de “Game of Thrones”), visto pela última vez em “Resident Evil 3: A Extinção” (2007). O elenco ainda inclui outra sobrevivente da franquia, Ali Larter (vista pela última vez em “Resident Evil 4: Recomeço”), que irá se juntar à australiana Ruby Rose (série “Orange Is the New Black”), o irlandês Eoin Macken (série “The Night Shift”), o cubano William Levy (“O Clube das Mães Solteiras”) e o modelo e apresentador de TV japonês Rola (sério). Novamente dirigido por Paul W.S. Anderson, o último “Resident Evil” tem previsão de estreia para janeiro de 2017.

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  • Filme

    A Chegada: Amy Adams e Jeremy Renner ilustram novos pôsteres da sci-fi

    7 de outubro de 2016 /

    A Sony Pictures dois novos pôsteres de “A Chegada” (Arrival), sci-fi dirigida por Dennis Villeneuve (“Sicario”), que abriu o Festival do Rio. Os cartazes destacam os personagens de Amy Adams (“Batman vs. Superman”) e Jeremy Renner (“Capitão América: Guerra Civil”) em trajes de astronautas. Na trama, a atriz vive uma especialista em linguística convocado pelo governo americano para tentar estabelecer comunicação com uma nave que pousou nos EUA, durante a chegada de uma dúzia de veículos espaciais na Terra, buscando entender a intenção dos visitantes. O filme é baseado no conto “Story of Your Life” de Ted Chiang, laureado com os prêmios Hugo e Nebula (as mais importantes premiações da ficção científica), numa adaptação escrita por Eric Heisserer (“Quando as Luzes se Apagam”) e que também inclui Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”) em seu elenco. A estreia comercial está marcada para 11 de novembro nos EUA e apenas três meses depois, em 9 de fevereiro, no Brasil.

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  • Filme

    Anjos da Noite: Vampiros e lobisomens voltam a se enfrentar em pôsteres e novo trailer legendado

    7 de outubro de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou quatro pôsteres de personagens e o segundo trailer (legendado e dublado) do quinto filme da franquia “Anjos da Noite”. Intitulado “Anjos da Noite: Guerras de Sangue”, o longa volta a colocar Kate Beckinsale na roupa de couro apertada da vampira Selene, numa trama que retoma a premissa básica do conflito entre facções de vampiros e lobisomens. Só que, desta vez, todos querem o sangue híbrido da heroína para usar como vantagem na guerra. A saga vampiresca começou com o filme “Anjos da Noite” em 2003, e contou ainda com “Anjos da Noite: A Evolução” (2006), “Anjos da Noite: A Rebelião” (2009) e “Anjos da Noite: O Despertar” (2012). A continuação chega aos cinemas após hiato de quatro anos e também traz de volta Theo James e Charles Dance, cujos personagens foram introduzidos no filme anterior. Já a filha de Selene, mencionada na trama, parece ter uma nova intérprete. Outras novidades são Tobias Menzies (série “Game of Thrones”) como novo líder dos lobisomens, Laura Pulver (série “Da Vinci’s Demons”), James Faulkner (também de “Da Vinci’s Demons”), Bradley James (série “The Omen”) e Trent Garrett (série “Make It or Break It”). O roteiro é de Cory Goodman (“Padre”) e a direção de Anna Foerster (série “Outlander”), que estreia no cinema. O lançamento está marcado para janeiro.

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  • Filme

    Power Rangers: Novos pôsteres destacam cada um dos heróis uniformizados

    7 de outubro de 2016 /

    A Lionsgate divulgou os novos cartazes de “Power Rangers – O Filme”. As imagens destacam individualmente cada um dos Rangers em seus uniformes. A versão de cinema da série dos anos 1990 é estrelada por Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, além de Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a vilã Rita Repulsa e Bill Hader (“Descompensada”) como o intérprete do robô Alpha 5. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    William Friedkin dará aula de cinema durante a Mostra de São Paulo

    7 de outubro de 2016 /

    O veterano cineasta americano William Friedkin, de 81 anos, vem ao Brasil para participar da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Além de ser homenageado com uma retrospectivas de seus clássicos, ele vai ministrar uma aula de cinema durante a mostra. A aula acontecerá no dia 22 de outubro, no Cinearte, antes da exibição de um de seus filmes. A retrospectiva programada para a mostra incluirá “Operação França” (1971), “O Exorcista” (1973), “O Comboio do Medo” (1977), “Parceiros da Noite” (1980), “Viver e Morrer em Los Angeles” (1985), “Possuídos” (2006) e “Killer Joe – Matador de Aluguel” (2011). Todos excelentes. A 40ª edição da Mostra de São Paulo acontece entre 20 de outubro a 2 de novembro.

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  • Filme

    Suspense intenso de No Fim do Túnel comprova a boa fase do cinema argentino

    7 de outubro de 2016 /

    O cinema argentino, já há algum tempo, mostra força e boa comunicação com o público brasileiro. Tem uma produção diversificada, que vai do cinema de gênero a filmes-cabeça, com maiores pretensões artísticas e que visam a estimular a reflexão. Tem também comédias para consumo fácil. Geralmente com tramas bem urdidas, reveladoras da qualidade dos roteiros, talvez o ponto forte do cinema dos hermanos. “No Fim do Túnel” é um desses exemplos do bom cinema de gênero. É um thriller que mantém o público em tensão permanente, nas suas duas horas de projeção. Mas não joga areia nos olhos de seus espectadores. Mantém um clima de suspense constante, em função do que vai ou do que pode acontecer, mesmo nos instantes de calmaria aparente. É um filme empolgante naquilo a que se propõe. Os elementos que compõem a narrativa não chegam a ser originais. Um quarto numa casa é alugado, enquanto um grupo de bandidos constrói um túnel para realizar um grande roubo no banco, passando por baixo da casa sem despertar suspeitas. O morador e dono da casa é um cadeirante com uma vida solitária, mas com talento especial para lidar com elementos tecnológicos, como aparelhos de som e equipamentos de escuta e gravação. Condição necessária para que ele possa intervir no plano dos bandidos. Sua condição de vida, porém, também é mexida pela personagem que aluga o tal quarto: uma mulher jovem, que trabalha como stripper, e sua filhinha, que aparentemente não consegue mais falar. Os destinos que se cruzarão não serão apenas o do herói-cadeirante e o dos bandidos, mas o dele e o delas. A trama se sofistica e produz um interesse extra. A condição de herói-cadeirante que tem Joaquín (Leonardo Sbaraglia) mostra a ideia de que uma deficiência física não é capaz de limitar a ação inteligente, brilhante, de um personagem como ele. E produz sequências de tirar o fôlego, visualmente requintadas, ao longo da trama. Como é possível enfrentar as situações, movendo-se numa cadeira de rodas, até entrando, andando e saindo de um túnel em construção, por exemplo? Com malfeitores ao lado e lutando contra o tempo. Ufa! Leonardo Sbaraglia, bastante conhecido por seu papel em “Relatos Selvagens”, está também em “O Silêncio do Céu”, em cartaz nos cinemas. A cada filme, ele reafirma seu grande talento como ator. Nesse, exigindo uma perícia em cenas com cadeira de rodas e sem poder movimentar as pernas, o que é notável. Outro grande ator argentino, o veterano Federico Luppi (ainda em cartaz em “A Passageira”), está em “No Fim do Túnel”, num papel menor, como um policial que atua no mundo do crime (outra questão interessante de ser mostrada). É sempre bom vê-lo em cena. Mas os demais integrantes também dão conta de seus papeis: Clara Lago (“Fim dos Tempos”), como a stripper Berta, que convive com Joaquín na casa, Pablo Echarri (“Papéis ao Vento”), vivendo o ladrão Galereto, que comanda a turma no túnel, e até a menina que faz Betty, Uma Salduende, com seu comportamento estranho e limitado em cena. O jovem diretor Rodrigo Grande (“Historias Breves 2”), que é também roteirista, assina um excelente trabalho, envolvente, tenso, instigante, e com uma trama recheada de elementos que acrescentam coisas importantes à história central e a tornam muito mais interessante, sem perder o foco.

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    Tô Ryca! recicla história conhecida em busca do grande público

    7 de outubro de 2016 /

    Há filmes que funcionam mais como um estudo antropológico do que para serem apreciados por suas qualidades. É mais ou menos o caso de “Tô Ryca!”, de Pedro Antonio, que se assume popularesco mais do que popular, que pretende dar voz a uma parcela pobre da sociedade que vai ao cinema e vai gostar de se ver na tela, nem que seja nos pequenos dramas de não ter crédito para colocar no celular ou de só poder ligar para alguém da mesma operadora. Dá para ficar pensando como esse tipo de situação será visto daqui a dez anos. Herdeiro das comédias que tratam de pessoas pobres em contraste com pessoas ricas ou mais sofisticadas, “Tô Ryca!” remete às chanchadas dos anos 1950. Mas ultimamente essa obsessão pelo dinheiro aparece cada vez mais presente, em filmes como “Até que a Sorte nos Separe” (2012), “Vai que Cola” (2015) e “Um Suburbano Sortudo” (2016). Diz muito sobre a nossa sociedade. Ou nosso cinema. Refletindo como as pessoas parecem mais interessadas em futilidades que conteúdo. Na trama extremamente simples, que funciona mais como um jogo, Selminha (Samantha Schmütz) é uma moça humilde que trabalha como frentista e vive reclamando da pobreza com sua melhor amiga Luane (Katiuscia Canoro). Até o dia em que ela recebe uma proposta de herança de um velho familiar. Ela teria que gastar R$ 30 milhões em um intervalo de um mês sem dizer a ninguém sobre isso e sem adquirir nenhum bem. A tarefa se mostra mais difícil do que ela imagina, como bem sabe quem já assistiu “Chuva de Milhões” (1985), que é basicamente a mesma história – inclusive no numerário e na parte política. “Tô Ryca!” quase consegue atingir um certo grau de decência graças à presença de Marcelo Adnet, que interpreta o político da linha conservadora desta “versão”, um “homem de bem”. Como Adnet é muito inteligente na criação dos mais variados tipos, ele se mostra muito à vontade no papel. É pequena a sua participação, mas é marcante, especialmente no terço final. É possível dar boas gargalhadas na cena do debate para prefeito do Rio de Janeiro entre ele e Selminha, a tal moça que tem a possibilidade de ficar milionária. O filme não é tão feio quanto aparenta, com seu elenco do programa “Zorra Total”, nem é uma tortura como muitos possam imaginar. É um filme que tem agradado ao grande público, que sai da sessão feliz. Além do mais, é uma das últimas vezes em que se poderá ver Marília Pêra no cinema. Ainda que por pouquíssimos minutos.

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    Meu Amigo, o Dragão é um E.T. para a nova geração

    7 de outubro de 2016 /

    A Disney segue na onda dos remakes de sucessos do estúdio. Mas diferente de “Cinderela”, “Malévola” e “Mogli, O Menino Lobo”, “Meu Amigo, o Dragão” não veio exatamente de uma animação. O filme de 1977, dirigido por Don Chaffey, foi feito com atores de carne e osso e somente a criatura era personagem de desenho animado. Além disso, a versão de 2016, dirigida por David Lowery (“Amor Fora da Lei”), dispensa a nostalgia, já que é fácil se desapegar do original, que pode ter agradado a criançada da época, mas não virou um clássico. A nova leitura é até um pouco mais adulta perto daquilo. Apesar da produção ser assumidamente infantil – e da Disney –, Lowery aposta em músicas pop carregadas de dor de cotovelo, que entrariam muito bem nos ápices dramáticos de séries como “Grey’s Anatomy”, e privilegia momentos silenciosos de pura contemplação, que podem deixar alguns adultos e adolescentes um pouco entediados. Mas não tira o foco das crianças, que são muito mais inteligentes que a geração do filme original. O nível de concentração da garotada de hoje em dia é surpreendente e Lowery usa isso muito bem, alternando sequências reflexivas com o eterno sonho infantil de ter um “amigãozão” para toda hora, que, no caso, não tem nada de imaginário. Sobre o contexto por trás da reflexão, deve entrar na cabeça das crianças de alguma forma o que Lowery e a Disney querem dizer: o dragão de Pete (o ótimo menino Oakes Fegley) é uma metáfora para o período de luto, um rito de passagem entre a perda e sua aceitação para, enfim, seguir em frente. Não é spoiler, porque o dragão existe no filme. Mas atenção ao seu significado. O amigão de Pete funciona da mesma forma que o “E.T.”, de Steven Spielberg, representava a passagem da infância para a vida adulta – o protagonista interpretado por Henry Thomas, no clássico de 1982, havia sido abandonado pelo pai e termina a aventura como uma pessoa completamente diferente e muito mais madura -, só que adaptada para o luto. Talvez este seja o problema de “Meu Amigo, o Dragão”: lembrar outros filmes similares (não por ser remake) sem adicionar nenhuma novidade marcante. Mas não é, longe disso, uma perda de tempo. Se não dá novo fôlego à fórmula, tampouco a desgasta, apenas comprova pela enésima vez a eficiência de seu apelo junto ao público. É um, digamos, herdeiro digno da tradição de “E.T.”, “Onde Vivem os Monstros” e outros similares. O filme é bom, simpático, pode entreter, emocionar e pregar os tradicionais valores familiares da Disney, graças especialmente ao diretor, que sabe contar sua história com paciência e habilidade para envolver os espectadores. No elenco, além do pequeno Oakes Fegley, vale ainda destacar o veterano Robert Redford, mais leve e se divertindo na tela como há muito tempo não se vê. Mas quem rouba a cena é mesmo o dragão verde. Muito mais por curiosa caracterização, como um animal de estimação criado por efeitos visuais. Sim, ele é um dragão, mas poderia ser um cachorro gigante, porque simplesmente age como o melhor amigo do homem. Ou, no caso, da criança.

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    Regina Casé revela que fará outro filme com a diretora de Que Horas Ela Volta?

    7 de outubro de 2016 /

    A atriz Regina Casé revelou que vai voltar aos cinemas. A novidade foi anunciada durante o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Ao agradecer seu prêmio de Melhor Atriz por “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert, ela contou: “Há duas semanas a Anna me ligou e falou que tinha um outro filme pra gente fazer”. Regina não deu mais detalhes sobre o projeto. Após “Que Horas Ela Volta?”, a diretora Anna Muylaert já lançou “Mãe Só Há Uma” e trabalhou num documentário sobre o Impeachment de Dilma Rousseff, que ainda não tem previsão de lançamento.

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    Star Wars: Conheça as atrizes que disputam o principal papel feminino no filme de Han Solo

    7 de outubro de 2016 /

    A Disney começou a fazer testes de elenco para definir a protagonista feminina de seu próximo spin-off da franquia “Star Wars”, o longa focado na juventude de Han Solo. Segundo o site da revista Variety, a disputa está acirrada entre as atrizes Zoë Kravitz (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Naomi Scott (do vindouro “Power Rangers”) e Tessa Thompson (“Creed: Nascido para Lutar”). As três se encontraram com os diretores Phil Lord e Chris Miller em Londres nos últimos dias e uma delas irá contracenar com Alden Ehrenreich, intérprete de Han Solo na aventura. Os diretores também avaliaram jovens talentos para o papel de Lando Calrissian, que, segundo rumores, estaria perto de ser definido com a contratação Donald Glover – os testes teriam apenas consolidado a decisão. A previsão de início das filmagens do spin-off é janeiro, por isso o elenco deve ser anunciado em breve. Escrito por Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despetar da Força”) e seu filho Jon (“A Primeira Vez”), o filme de Han Solo estreia em maio de 2018.

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    Diretor de Hairspray vai filmar continuação de Encantada

    7 de outubro de 2016 /

    A Disney está negociando com o diretor de “Hairspray” para comandar a sequência de “Encantada”. Não, não é John Waters, o que seria no mínimo bizarro, mas provavelmente muito divertido. O estúdio está prestes a fechar com Adam Shankman, que dirigiu o remake musical de “Hairspray” em 2007. Grande sucesso de 2007, “Encantada” trazia Amy Adams no papel de Giselle, uma princesa de desenho animado, que está prometida a um lindo príncipe (James Marsden), quando é empurrada por uma bruxa malvada para um poço negro e profundo, que a leva a um mundo horrível e repleto de perigos, chamado Nova York. Lá, ela ganha formas reais e sofre para se adaptar, mas acaba descobrindo como viver feliz para sempre ao encontrar um advogado (vivido por Patrick Dempsey). A sequência vai se chamar “Disenchanted” em inglês, que significa literalmente Desencantada. Em desenvolvimento desde 2010, a história deve encontrar Giselle muitos anos depois do primeiro filme, questionando sua felicidade e agindo de forma a alterar a vida de todos, no mundo de fantasia e no mundo real. Amy Adams ainda não foi confirmada, mas a Disney deve negociar com a atriz para a sequência, que deve começar a ser filmada em 2017.

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