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Filme

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Filme

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Filme

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16 de julho de 2026
  • Filme

    Tom Hardy vai viver Al Capone em filme do diretor de Quarteto Fantástico

    31 de outubro de 2016 /

    O ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) vai viver o famoso gângster Al Capone em “Fonzo”, filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após “Quarteto Fantástico” (2015). Segundo o site Deadline, o roteiro também é de autoria de Trank. O título é uma referência a outro apelido de Capone, cujo nome real era Alphonse Gabriel Capone. A trama vai encontrá-lo no fim da vida, aos 47 anos, já preso há uma década e sofrendo sintomas de demência, quando lembranças de sua origem violenta e brutal sobrepõem-se à sua situação atual. Hardy já tentou viver Al Capone antes, em “Cicero”, filme que nunca chegou a ser produzido. Recentemente, ele também deu vida aos irmãos Kray, célebres gângsteres britânicos dos anos 1960, no filme “Lendas do Crime” (2015). “Fonzo” ainda não tem previsão de estreia

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  • Etc,  Filme

    Cidade dos Mortos: Veja um curta de zumbis passado em São Paulo

    31 de outubro de 2016 /

    O curta “Cidade dos Mortos” é uma boa surpresa na produção de terror nacional. Não há muita história, mas, considerando seus 5 minutos de duração, o clima e a boa fotografia compensam com bastante tensão, acompanhando um rápido passeio da protagonista (Fernanda Gonçalves) entre a segurança de seu carro e o indefectível corredor escuro, onde um zumbi mastiga sua mais recente vítima. Disponibilizado há uma semana no YouTube, o vídeo da matadora de zumbis (possivelmente concebida após um menáge à trois entre Buffy, Daryl e Dean Winchester) já tem mais de 25 mil visualizações. Em seu canal oficial, ele é descrito como a abertura de um projeto maior. “Trata-se dos primeiros 5 minutos de um longa metragem de zumbis ambientado na cidade de São Paulo”, diz o texto. A direção é de Uirá O.W., enquanto roteiro, fotografia e produção são de Rodrigo Prata. Os dois ainda dividem a edição.  

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  • Filme

    Doutor Estranho estreia em 33 países com US$ 86 milhões de bilheteria mundial

    31 de outubro de 2016 /

    O novo filme de super-heróis da Marvel, “Doutor Estranho”, estreou em 33 países no fim de semana e arrecadou US$ 86 milhões. Em comparação com outras estreias da Marvel nos mesmos mercados, o longa estrelado por Benedict Cumberbatch teve rendimento 49% superior a “Homem-Formiga”, 37% acima de “Guardiões da Galáxia” e 23% melhor que “Capitão América: O Soldado Invernal”. A Coreia do Sul registrou o melhor desempenho, com US$ 18,1 milhões. O valor é tão elevado para o mercado sul-coreano, que o primeiro fim de semana de “Doutor Estranho” já superou o total de “Guardiões da Galáxia”, “Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Esquadrão Suicida” no país. O 2º lugar ficou com o Reino Unido, onde o filme estreou com US$ 11,1 milhões. No Brasil, “Doutor Estranho” estreia na quarta-feira (2/11), dois dias antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Bilheterias: Inferno tem a pior estreia da franquia iniciada por O Código Da Vinci nos EUA

    30 de outubro de 2016 /

    A estreia de “Inferno”, que no Brasil foi batizado de “Inferno – O Filme”, nem precisou do título nacional idiota para passar ridículo nos EUA. Terceiro filme (mas o único “O Filme”) da franquia iniciada por “O Código Da Vinci” (2006) e “Anjos & Demônios” (2009), seu lançamento apenas confirmou as previsões apocalíticas do mercado. Com uma arrecadação pífia de US$ 15 milhões, mal conseguiu abrir em 2º lugar. E nem incomodou a liderança nas bilheterias da comédia “Boo! A Madea Halloween”, enésima produção em que Tyler Perry se veste de mulher para viver Madea – a Dona Hermínia americana. Em duas semanas no 1º lugar, o Halloween de Madea já rendeu US$ 52 milhões, mas, como os filmes anteriores, não deve ser lançado no Brasil – nem em outros países de parque exibidor relevante. “Inferno”, por outro lado, esquentou sua abertura com o mercado internacional, onde faturou mais de US$ 100 milhões. É uma compensação relativa por ter sido a pior abertura das adaptações de Dan Brown. Vale lembrar que “O Código da Vinci” foi um blockbuster, que abriu com US$ 77 milhões apenas nos EUA, enquanto “Anjos & Demônios” deu para o gasto, com uma estreia doméstica de US$ 46,2 milhões. Para piorar, o filme é o quarto fracasso seguido do diretor Ron Howard, que não emplaca uma boa bilheteria desde, justamente, “Anjos & Demônios” (2009). A crítica jogou a pá de cal na esperança da Sony de se segurar por algum tempo no Top 10 ao avaliar o lançamento como podre – apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os demais filmes em cartaz também confirmaram tendência de queda, apontando que suas pretensões giram em torno de recuperar seus investimentos. Com possibilidade de conseguir empatar os custos, “Jack Reacher – Sem Retorno” fechou o Top 3 com meros US$ 9,5 milhões em seu segundo fim de semana em exibição. Mas, em todo o mundo, já soma US$ 93,8 milhões. Com orçamento de US$ 60 milhões, precisaria ao menos dobrar o total já obtido para entrar no amarelo. Mais barato, “O Contador” custou US$ 44 milhões, mas vem faturamento bem menos, atingindo US$ 72 milhões em todo o mundo. Com orçamento equivalente e mais bem sucedida, “A Garota no Trem” chegou a US$ 122,4 milhões. Entretanto, nesta semana caiu fora do Top 5. De forma relevante, o maior sucesso de toda essa leva é o filme pouco incensado que fecha o Top 5. “Ouija: Origem do Mal” já faturou US$ 43,7 milhões. Pode parecer pouco, mas foi filmado por somente US$ 9 milhões. Enquanto os filmes caros da lista fazem as contas para sair do vermelho, o terror barato só contabiliza lucros. E, por mais irônico que possa parecer, até elogios da crítica. “Ouija” tem 82% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Aproveite e leia a crítica. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Boo! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 16,6 milhões Total EUA: US$ 52 milhões Total Mundo: US$ 52 milhões 2. Inferno – O Filme Fim de semana: US$ 15 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 147,7 milhões 3. Jack Reacher: Sem Retorno Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 39,6 milhões Total Mundo: US$ 93,8 milhões 4. O Contador Fim de semana: US$ 8,4 milhões Total EUA: US$ 61,2 milhões Total Mundo: US$ 72,1 milhões 5. Ouija: Origem do Mal Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 24,6 milhões Total Mundo: US$ 43,7 milhões 6. A Garota no Trem Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 65,9 milhões Total Mundo: US$ 122,4 milhões 7. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 79,8 milhões Total Mundo: US$ 232,5 milhões 8. Vizinhos Nada Secretos Fim de semana: US$ 3,3 milhões Total EUA: US$ 10,7 milhões Total Mundo: US$ 14 milhões 9. Cegonhas: A História Que Não Te Contaram Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 68,2 milhões Total Mundo: US$ 153,5 milhões 10. Ae Dil Hai Mushkil Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 2,1 milhões Total Mundo: US$ 2,1 milhões

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    A Nona Vida de Louis Drax apela ao subconsciente para disfarçar seu déjà vu

    30 de outubro de 2016 /

    Seguindo a linha de filmes sobre o subconsciente, como o incrível “O Labirinto do Fauno” (2006) e o irregular “Sucker Punch – Mundo Surreal” (2011), “A Nona Vida de Louis Drax” volta a abordar o tema das diferentes facetas assumidas pelo trauma. E, por mais que não seja nada inovador, a mistura de gêneros (suspense, fantasia, etc) da proposta consegue manter a atenção do espectador ao longo das reviravoltas da trama, sem nunca fazer delas o centro da sua narrativa. Escrito pelo ator Max Minghella (“A Rede Social”) com base no livro homônimo de Liz Jensen, o roteiro é estruturado em flashbacks e acompanha a história de Louis Drax (o menino Aiden Longworth, incrível), um garoto “propenso a acidentes” que está em coma depois de ter caído de um penhasco. Enquanto a polícia procura pelo pai (Aaron Paul, da série “Breaking Bad”) do menino, suspeito de ter causado o “acidente”, sua mãe (Sarah Gadon, de “Drácula: A História Nunca Contada”) fica ao seu lado no hospital, esperando que ele apresente algum sinal de recuperação. Lá, ela acaba se aproximando do Dr. Pascal (Jamie Dornan, de “Cinquenta Tons de Cinza”), médico encarregado do tratamento e dono de algumas teorias controversas a respeito de pacientes em coma. O Dr. Pascal acredita que pacientes na condição de Louis Drax vivenciam tudo o que acontece ao seu redor, e precisam de um incentivo para sair dessa situação. Essa teoria é corroborada pela narrativa do filme, que coloca o garoto numa realidade alternativa, ou um limbo, com um bizarro monstro marinho. As semelhanças com o já mencionado “O Labirinto do Fauno” são gritantes, mas a grande sacada de Minghella é entender a previsibilidade da trama. O roteirista estreante aborda cada nova informação como um adendo e não como peças de um quebra-cabeças intricado – como é o caso da própria identidade do monstro, revelada sem grande alarde. Não se trata, portanto, de um mistério a ser desvendado, mas sim de entender os motivos que levaram aquilo a acontecer. Igualmente acertada é a concepção visual do diretor Alexandre Aja (“Piranha”), que investe num clima onírico, cheio de nuvens e fumaça (quase como se o mundo real e o mundo dos sonhos fossem iguais), e numa ambientação sombria em determinados momentos – vale lembrar que o cineasta tem experiência com terror, algo visível nas cenas em que o monstro aparece. Mas o mesmo não pode ser dito dos momentos dramáticos. Aja pesa a mão no melodrama, tornando difícil que se acredite nas relações daqueles personagens – apenas a relação do garoto com o pai funciona. Além disso, é preciso comprar a crença do Dr. Pascal a respeito dos pacientes em coma, uma vez que o filme depende dessa ideia. Em determinado instante, há até uma experiência de transferência de pensamentos, que leva a trama para o terreno da ficção científica, colocando em cheque os seus elementos mais dramáticos. Sem a qualidade narrativa da obra de Guillermo del Toro ou os exageros visuais de Zack Snyder (o diretor de “Sucker Punch”), “A Nona Vida de Louis Drax” busca o seu espaço com uma abordagem um pouco diferenciada, que visa disfarçar o fato de não abordar nada que já não tenha sido visto antes – um déjà vu.

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    Doce Veneno é um filme de outra época, mais divertida e libertária

    30 de outubro de 2016 /

    “Doce Veneno” evoca a época das pornochanchadas brasileiras ou, equivalente, a era de ouro do cinema erótico italiano. Mas também na França das décadas de 1970 e 1980 se produzia filmes mais apelativos, ainda que o cinema do país sempre parecesse tratar a sexualidade com mais naturalidade e menos malícia do que nós e os italianos. A comédia de Jean-François Richet (“Herança de Sangue”) é, na verdade, remake de um desses filmes, que busca fazer graça, mexer um pouco com a libido e também encher os olhos do espectador com a beleza e o viço de sua estrela, a ninfeta que dá em cima do melhor amigo do próprio pai. Para se ter ideia, o cartaz do filme original, traduzido como “Um Momento de Loucura” em 1977, era uma ilustração sacana de Georges Wolinski, o mestre do cartum erótico francês, assassinado no massacre da revista Charlie Hebdo, vítima da repressão e do mau humor contemporâneo. Na trama, dois amigos, Laurent (Vincent Cassel, de “Jason Bourne”) e Antoine (François Cluzet, de “Intocáveis”), levam suas jovens filhas para passar uns dias na praia para se divertirem. Laurent é divorciado e Antoine está passando por uma crise no casamento. O filme já começa com os quatro dentro do carro e a caminho da casa que servirá de local para muitas confusões e intrigas. Mas tudo é visto de maneira bem leve, embora às vezes o diretor pese um pouco a mão, e em ocasiões Cluzet esteja visivelmente exagerado no registro cômico, especialmente quando descobre que um sujeito bem mais velho andou mexendo com sua filha. A cena fica, claramente, parecendo mesmo de um filme de outra década. Curiosamente, a mesma premissa serviu de inspiração para um filme americano bem parecido, “Feitiço do Rio” (1984), que contou com Michael Caine como protagonista e trouxe Demi Moore de topless nas praias cariocas. “Doce Veneno” é um pouco menos apelativo, embora seja generoso em pelo menos uma cena de nudez da lolita estreante, Lola Le Lann. De fato, a cena que os dois protagonistas ficam pela primeira vez juntos, uma cena na praia, é uma das melhores do filme. Mas enquanto a lolita insiste que a vida é pra ser vivida agora, ou algo do tipo, Laurent morre de preocupação, pois estaria se envolvendo com uma menor de idade (17 anos e meio), bem mais nova do que ele e, pior, filha de seu grande amigo. Mas quem espera que o filme prossiga com esse tom de provocação sensual pode até ficar um pouco decepcionado, já que há um interesse maior no modo como essa relação, que nasceu em noite de lua cheia, abalará as estruturas das relações entre amigos e pais e filhas dentro daquele ambiente. Ainda que não se trate de um grande filme, é agradável de ver. E o anacronismo não incomoda. Ao contrário: acaba funcionando a seu favor, por mais que muitos considerem o resultado uma simples bobagem. Enquanto mais bobagens como essa aparecerem nas comédias contemporâneas, mais claro ficará que o cinema de décadas passadas era bem mais divertido e libertário. É como se a culpa que sente o personagem de Cassel tivesse sido incorporada por todas as novas gerações em relação ao prazer.

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    Ouija – Origem do Mal é muito melhor que o primeiro filme

    30 de outubro de 2016 /

    Quem diria que a continuação de um grande filme como “Invocação do Mal” (2013) resultaria em um filme tão aquém do que se espera de James Wan, e que a continuação de uma obra tão insignificante quanto “Ouija – O Jogo dos Espíritos” (2014) fosse resultar em um trabalho interessante? “Ouija – Origem do Mal” (2016) não é exatamente uma continuação, mas um prólogo, e não é necessário ver o filme anterior para entender qualquer coisa. Felizmente. Trata-se de uma história independente, que tem um parentesco muito maior com outra obra do mesmo diretor, “O Espelho” (2013), um dos mais inventivos filmes de horror desta década. Mike Flanagan, o diretor, é desses nomes que merecem atenção neste atual cenário de poucas novidades no gênero – pelo menos em comparação com a safra de mestres surgidas nas décadas de 1970 e 1980. Flanagan não traz apenas ideias novas, como faz tudo com uma elegância de tirar o chapéu. Pode até ter derrapado um pouco na conclusão do novo filme, mas ainda assim é difícil negar as qualidades da produção. A começar pelos créditos iniciais, que trazem o logo antigo da Universal, como nos anos 1960, época em que se passa a trama, e depois com o título escrito em letras grandes, como se estivéssemos vendo um filme sessentista. A reconstituição de época é apurada, com um trabalho de direção de arte e fotografia que ajuda a tornar narrativa ainda mais atraente, por mais que o enredo possa parecer, em alguns momentos, requentado ou um tanto previsível. Mas na verdade só parece. Embora haja algumas apropriações de cenas do primeiro filme, como a inevitável brincadeira de olhar pela lente do indicador do tabuleiro ouija e ver alguma coisa que provocará medo na plateia, há muitas surpresas ao longo da metragem. Flanagan sabe lidar muito bem com a expectativa, principalmente nos 2/3 iniciais do filme, que são perfeitos em sua condução narrativa e recursos de câmera que funcionam a favor da trama, como a profundidade de campo – na cena em que a garotinha vai buscar, a pedido de um espírito misterioso, uma bolsa cheia de dinheiro para sua mãe. O jogo com o medo do espectador é feito com muita eficiência, mesmo quando o filme sai do território das sutilezas para mostrar a entidade maligna ou uma expressão assustadora no rosto da garotinha de forma mais gráfica. Mas é no modo como a garota consegue ser sinistra apenas sorrindo, que vemos o quanto este prólogo está longe da vulgaridade dos filmes do gênero. E isso é muito bom de constatar. Na trama, uma família trambiqueira, formada por uma mãe (Elizabeth Reaser, da “Saga Crepúsculo”) e duas filhas (a adolescente Annalise Basso, de “O Espelho”, e a menina Lulu Wilson, da série “The Millers”), que vive de aplicar golpes em clientes fingindo se comunicar com os mortos. Através de combinações prévias com as filhas, ela consegue enganar até mesmo as pessoas mais céticas. Mas, como é de se esperar, brincar com os espíritos – que começam a perturbar a família através do tabuleiro ouija – se provará muito perigoso. Talvez um dos problemas de “Ouija – Origem do Mal” seja a explicação da trama, que acaba sendo convencional. O que importa mesmo é a habilidade de Flanagan em extrair momentos de medo e suspense, não somente com sustos, mas por meio da construção dos personagens, fazendo com o que o público se interesse por eles. Junte-se isso à atmosfera de medo e o tratamento visual sofisticado e o resultado é um pequeno grande filme, muito melhor que o anunciado.

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    Festa da Salsicha serve bobagem com molho de ousadia

    30 de outubro de 2016 /

    Após incentivar ataque de hackers e quase iniciar uma guerra com “A Entrevista” (2014), a Sony ainda assim decidiu investir em um novo trabalho de Seth Rogen, uma animação completamente diferente de tudo já visto no cinema. Apesar de animações adultas, como “Mary & Max” (2009) e “Anomalisa” (2015), virem se destacando em meio aos lançamentos de Hollywood, ainda não é comum a união do humor besteirol e animação, tornando possível, até mesmo, contar nos dedos os últimos filmes com esse tom, como: “South Park: Maior, Melhor e Sem Cortes” (1999) e “Team America” (2004). Em “Festa da Salsicha”, as mentes de Rogen, seu parceiro de sempre Evan Goldberg e de novos agregados apresentam ao público à rotina de alguns produtos de supermercado e como eles se relacionam uns com os outros, além de expressar claramente a devoção pelos humanos, considerados até mesmo como “Deuses”. O enredo ganha força quando a salsicha Frank e a bisnaga Brenda vão atrás de explicações sobre como funciona o tal paraíso, e o que acontece quando os humanos levam os alimentos para casa, embarcando em uma aventura pelos diversos corredores do supermercado, que funcionam como metáforas da sociedade contemporânea. Como esperado, o longa segue o mesmo ritmo dos filmes roteirizados por Seth Rogen e Evan Goldberg, como “A Entrevista” “É o Fim” (2013), “Superbad” (2008) e “Segurando as Pontas” (2007). Entretanto, quem pensa que “Festa da Salsicha” é apenas de um monte de bobagem em 3D está (parcialmente) engado. Afinal, entre as inúmeras piadas de duplo sentido, o filme aborda temas polêmicos e ainda faz uma reflexão muito parecida com as filosofias de Platão. Nem os grandes estúdios de animação, como Disney, Pixar e DreamWorks, são poupados pelas piadas do filme, que consegue fazer referências a cenas importantes de animações e transformá-las em algo longe de fazer algum sentido. É importante ressaltar que os momentos mais marcantes de “Ratatouille” (2007), “Toy Story” (1995) e até mesmo “As Viagens de Gulliver” (2010) nunca mais serão vistos da mesma forma. Seria injusto escrever sobre “Festa da Salsicha” e não comentar sobre a equipe de dublagem. Todo alimento do filme recebe um tratamento especial e único em relação a sua voz – cada uma delas compostas por personalidades como James Franco, Paul Rudd, Jonah Hill, Kristen Wiig, Michael Cera e Edward Norton. No Brasil, a equipe do Porta dos Fundos ficou responsável pela direção de dublagem de grande parte dos personagens e não deixou nenhum palavrão censurado. Contudo, mesmo perdendo um pouco de força na metade do filme, e apresentando um visual de animação relativamente simples, “Festa da Salsicha” é capaz de divertir em proporções absurdas, podendo ser aclamado por sua coragem e inovação. É de extrema importância lembrar que o filme tem a exclusiva função de ser uma sátira. Piadas e comentários de humor negro são constantes nos diálogos, cabendo a cada espectador relevar e rir com as mesmas, ou se irritar entendendo tudo como uma grande ofensa.

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    Millie Bobby Brown faz fotos de visual punk para a Interview, na primeira capa de sua carreira

    29 de outubro de 2016 /

    A atriz Millie Bobby Brown, estrela da série “Stranger Things”, estampou a primeira capa de revista de sua carreira. Com apenas 12 anos, sua interpretação da personagem Onze (Eleven) lhe rendeu destaque na icônica Interview. Como é de praxe na publicação, ela também posou para um ensaio fotográfico, clicada por Mikael Jansson, em que encarnou um visual punk rock que combinou com seu cabelo curto, exigência do papel, além de refletir a época em que a série se passa: os anos 1980. Confira todas as imagens acima. Para completar, Millie também foi “entrevistada” para a publicação por outro fenômeno mirim, a dançarina – e sua amiga – Maddie Ziegler, de 14 anos, revelação dos clipes de Sia que também está dando seus primeiros passos como atriz.

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    Taylor Kitsch e Michael Shannon vão estrelar minissérie sobre massacre verídico de seita religiosa

    29 de outubro de 2016 /

    O canal Spike TV anunciou a produção de “Waco”, minissérie sobre a tragédia que aconteceu em 1993 na cidade do Texas que lhe dá título, quando agentes do FBI e a polícia local mantiveram um cerco a membros de uma seita religiosa por 51 dias, encerrado com uma invasão que culminou na morte de mais de 70 pessoas A minissérie está sendo desenvolvida pelos irmãos John Erick Dowdle e Drew Dowdle (que escreveram “Quarentena”, “Assim na Terra Como no Inferno” e “Horas de Desespero”, todos dirigidos por John Erick), baseados nos livros “A Place Called Waco”, de David Thibodeau, um dos sobreviventes, e “Stalling For Time: My Life as an FBI Hostage Negotiator”, de Gary Noesner, agente do FBI encarregado das negociações, durante o cerco. A produção será estrelada por Taylor Kitsch (“John Carter”), que viverá o líder da seita, David Koresh, e Michael Shannon (“O Homem de Aço”), intérprete de Noesner. Comandada por David Koresh, a seita Branch Davidians vivia em um rancho no interior do Texas. Acreditando que o grupo estava armazenando armas, o governo autorizou uma busca no local. Segundo divulgado pela imprensa na época, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início ao cerco. Quatro agentes e seis membros da seita morreram durante o período em que o local ficou cercado. A situação levou os agentes do FBI a invadirem o local, mas a ação provocou um incêndio, no qual morreram a maioria dos integrantes da seita, incluindo Koresh. As filmagens terão início no primeiro semestre de 2017, com direção de John Erick Dowdle. “Waco” é a segunda produção em desenvolvimento sobre uma tragédia real relacionada a uma seita religiosa. O criador de “Breaking Bad” Vince Gilligan está trabalhando em “Raven”, que contará a história do líder religioso Jim Jones, fundador e líder do culto Templo dos Povos, que levou mais de 900 de seus integrantes ao suicídio coletivo na Guiana em 1978.

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    Diretor de Guardiões da Galáxia filmou as quatro próximas participações de Stan Lee nos filmes da Marvel

    29 de outubro de 2016 /

    As figurações de Stan Lee viraram uma espécie de marca registrada dos filmes da Marvel, assim como as breves aparições de Alfred Hitchock nos longas do diretor. Mas o veterano quadrinhista já tem mais de 90 anos e, recentemente, disse que precisa “desacelerar” um pouco. Por conta disso, a Marvel decidiu filmar todas as próximas quatro participações dele de uma só vez. E o diretor de “Guardiões da Galáxia”, James Gunn, foi quem comandou as filmagens, registrando todas as quatro cenas em apenas um dia. A revelação foi feita por Scott Derrickson, diretor de “Doutor Estranho”, durante entrevista para a revista Entertainment Weekly. “É algo complicado para um homem de 93 anos ir para o set de um filme e passar o dia filmando”, explicou o diretor. “James filmou quatro participações com o Stan em um dia. E ficava me mandando mensagens com os frames, perguntando: ‘Assim está certo? Isso está bom?’.” A informação de que Stan Lee tinha antecipado suas participações nos próximos quatro filmes da Marvel já tinha sido compartilhada anteriormente por Kevin Feige, presidente do Marvel Studios. As produções em que Stan Lee vai aparecer a seguir são “Doutor Estranho” (estreia em 2 de novembro), “Guardiões da Galáxia Vol. 2” (4 de maio), o novo “Homem-Aranha” (6 de julho) e “Thor: Ragnarok” (26 de outubro de 2017).

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    Anjos da Noite: Kate Beckinsale surge matadora em novo pôster da continuação da franquia

    29 de outubro de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou um novo pôster do quinto filme da franquia “Anjos da Noite”, intitulado “Anjos da Noite: Guerras de Sangue”. A arte destaca Kate Beckinsale de armas em punho, deslizando na roupa de couro apertada da vampira Selene. Além da estrela do pôster, o filme também trará de volta Theo James e Charles Dance, introduzidos no filme anterior, e novos sangue-sugas vividos por Laura Pulver (série “Da Vinci’s Demons”), James Faulkner (também de “Da Vinci’s Demons”) e Bradley James (série “The Omen”), além de Tobias Menzies (série “Game of Thrones”) como novo líder dos lobisomens. A trama retoma a premissa básica do conflito entre facções de vampiros e lobisomens. Só que, desta vez, todos querem o sangue híbrido da heroína para usar como vantagem na guerra. A saga vampiresca começou com o filme “Anjos da Noite” em 2003, e contou ainda com “Anjos da Noite: A Evolução” (2006), “Anjos da Noite: A Rebelião” (2009) e “Anjos da Noite: O Despertar” (2012). A continuação chega aos cinemas após hiato de quatro anos, com roteiro de Cory Goodman (“Padre”) e direção de Anna Foerster (série “Outlander”), que estreia no cinema. O lançamento está marcado para janeiro.

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    Papai Noel às Avessas 2 ganha comerciais não recomendados para criancinhas

    29 de outubro de 2016 /

    A Broad Green Pictures divulgou três novos comerciais de “Bad Santa 2”, continuação da cultuada comédia “Papai Noel às Avessas” (2003), com muitas referências impróprias, mas censuradas para passar na TV. As prévias voltam a mostrar o ator Billy Bob Thornton (série “Fargo”) como um Papai Noel de ressaca e mau humor, novamente acompanhado por Tony Cox (“Oz: Mágico e Poderoso”) e Brett Kelly (“Contos do Dia das Bruxas”), respectivamente seu “elfo” auxiliar e a criança que acreditava no Natal. Mesmo crescido, o personagem de Kelly continua infantilizado, além de gordo o suficiente para já querer virar Papai Noel. De resto, Thornton está mais racista e misógino, o que, apesar de tudo, representa o “humor” de seu personagem. Lançado em 2003, “Papai Noel às Avessas” acompanhava um homem boca-suja que usava a roupa do “bom velhinho” para aplicar golpes em lojas de departamento. A sequência vai envolver nova tentativa de roubo, desta vez num evento beneficentes na véspera de Natal. O roteiro foi escrito por Doug Ellin (criador da série “Entourage”) e Shauna Cross (“Se Eu Ficar”). A direção é de Mark Waters (“Meninas Malvadas”, “Academia de Vampiros”) e as novidades do elenco incluem Kathy Bates (série “American Horror Story”), Christina Hendricks (série “Mad Men”) e Ryan Hansen (série “Veronica Mars”). A estreia está marcada para 9 de dezembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.

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