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    Diretor revela locações do filme solo de Aquaman

    18 de novembro de 2016 /

    A produção do filme solo de “Aquaman” já começou. O diretor James Wan (“Velozes e Furiosos 7”) está publicando fotos de sua busca por locações em seu perfil oficial no Instagram. Veja duas acima. Na legenda de uma delas, ele afirmou: “Se o elenco é metade de sua direção, então o local é metade de sua fotografia”. Na outra, comentou: “Que locação pitoresca e linda. Talvez para um filme de grandes aventuras marítimas?” O cineasta não revelou onde as fotos foram tiradas, atiçando a curiosidade dos fãs. O herói é interpretado por Jason Momoa (“Conan, o Bárbaro”), que antes de estrelar o filme solo aparecerá em “Liga da Justiça”, que tem estreia marcada para novembro de 2017. Já o longa de “Aquaman” está previsto para julho de 2018.

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    Diretor de O Grande Mestre vai estrear em Hollywood com filme sobre o assassinato do herdeiro da grife Gucci

    18 de novembro de 2016 /

    O cineasta chinês Wong Kar Wai (“O Grande Mestre”) vai estrear em Hollywood com um filme sobre o assassinato do empresário da moda Maurizio Gucci, neto do fundador da grife Gucci. A informação é do jornal inglês The Guardian. Maurizio Gucci comandou a empresa até 1993 quando vendeu sua parte nos negócios por US$ 170 milhões. Dois anos depois, ele foi morto por um assassino de aluguel contratado pela própria esposa, Patricia Reggiani. Ela confessou o crime e foi condenada como mandante do assassinato. Originalmente, o filme seria dirigido por Ridley Scott (“Perdido em Marte”) e teria Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Angelina Jolie (“Malévola”) como os protagonistas. Neste momento, Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) está cotada para viver Patricia Reggiani. O roteiro está sendo escrito pela dupla Andrea Berloff (“Straight Outta Compton”) e Charles Randolph (“A Grande Aposta”), e a produção está a cargo do estúdio americano Annapurna Pictures. Ainda sem título, o filme será o primeiro trabalho do cineasta chinês produzido por um estúdio americano, mas sua segunda obra falada em inglês. Em 2007, ele filmou Natalie Portman, Jude Law, Rachel Weiz e a cantora Norah Jones em “Um Beijo Roubado”, rodado nos EUA, mas coproduzido por estúdios de Hong Kong, da China e da França.

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    Penetras Bons de Bico pode ganhar continuação

    18 de novembro de 2016 /

    Uma das comédias mais bem-sucedidas da década passada, “Penetras Bons de Bico” (2005) pode ganhar uma sequência. Numa entrevista do programa The Today Show, a atriz Isla Fisher contou em primeira mão que um dos astros do filme original está planejando retomar a história. “Encontrei com Vince Vaughn em uma festa e ele me disse que parece que faremos uma continuação. Estou muito empolgada para saber o que acontecerá com Gloria”, ela contou aos entrevistadores na manhã de quinta-feira (17/11). Veja o vídeo abaixo. Gloria, sua personagem, é a irmã caçula/ninfeta da noiva que tem seu casamento invadido pela dupla de malandros festeiros vividos por Vaughn e Owen Wilson. Na trama, ela acaba se envolvendo com o personagem de Vaughn, com quem engata um intenso e complicado relacionamento. Sua outra irmã, por sua vez, é vivida por Rachel McAdams e se envolve com Wilson. Questionada se a produção está confirmada e sua participação garantida, ela afirmou não saber, mas lhe pareceu que a sequência está mesmo em desenvolvimento e com negociações em andamento. Dirigido por David Dobkin (“O Juiz”), “Penetras Bons de Bico” ainda incluía em seu elenco os atores Christopher Walken e Will Ferrell. A produção custou US$ 40 milhões e arrecadou mais de US$ 285 milhões nas bilheterias.

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    Lisa Masters (1963 – 2016)

    18 de novembro de 2016 /

    A modelo e atriz americana Lisa Masters, que trabalhou com Nicole Kidman em “Mulheres Perfeitas” e coadjuvou diversas séries, como “Law & Order: SVU”, “Ugly Betty” e “Gossip Girl”, foi encontrada morta em um hotel de Lima, no Peru, onde teria se suicidado. Masters, de 52 anos, foi encontrada enforcada em uma barra do guarda-roupas de seu quarto, no hotel Nuevo Mundo, no sofisticado distrito de San Isidro, na capital peruana. A morte ocorreu na terça-feira (15/11), mas só agora detalhes foram divulgados. Peritos encontraram no quarto vários frascos com soníferos, assim como dois bilhetes nos quais a atriz teria explicado as razões para seu ato. Os bilhetes estão sendo analisados pela polícia, que está interrogando os funcionários do hotel. Um dos bilhetes pede que o marido da atriz, William Brock, fosse comunicado do ocorrido. A atriz, que morava nos Estados Unidos, tinha viajado a Lima para participar do lançamento da campanha de uma marca de cosméticos e perfumes. Lisa Masters foi uma modelo bem-sucedida antes de estrear no cinema. Seu primeiro papel foi uma figuração como repórter no filme de ação “Nova York Sitiada” (1998). Mais tarde, ela foi uma das “Mulheres Perfeitas” (2004), no remake do clássico sinistro “As Esposas de Stepford” (1975). E desde então passou a coadjuvar em episódios de diversas séries. Seus trabalhos mais recentes foram em episódios das séries “Nashville” e “Unbreakable Kimmy Schmidt”. Ela também participou do suspense “A Garota do Livro”, lançado em maio.

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    Neruda: Gael Garcia Bernal tenta prender o poeta Pablo Neruda no trailer legendado

    18 de novembro de 2016 /

    A Imovision divulgou o trailer legendado de “Neruda”, novo filme de Pablo Larraín (“O Clube”), escolhido pelo Chile para tentar uma indicação ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Passado no Chile no final dos anos 1940, o vídeo mostra uma caçada policial ao poeta Pablo Neruda (interpretado por Luis Gnecco, de “A Dançarina e o Ladrão”), “o comunista mais importante do mundo”. A prévia também aponta o inusitado tom da produção, que mistura metalinguagem, suspense e comédia, inventando detalhes para divertir o público, enquanto Gael Garcia Bernal (“Zoom”) tenta prender o protagonista, alegando não ser o coadjuvante da história. “Neruda” é o segundo filme de Larraín estrelado por Gael, após o premiado “No” (2012), mas o elenco também retoma outras parcerias, como Marcelo Alonso, Alfredo Castro e Antonia Zegers, todos vistos em “Tony Manero” (2008) e “O Clube” (2015). A época abordada vai dos anos 1946 a 1948, quando Neruda se juntou ao Partido Comunista do Chile, foi eleito senador, protestou contra a prisão de mineiros em greve, foi ameaçado de prisão, fugiu e começou a escrever “Canto Geral”, seu livro de poemas mais famoso, publicado no ano de 1950. O filme teve première na Quinzena dos Realizadores, seção paralela do Festival de Cannes, e estreia em 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Animais Fantásticos e Onde Habitam: Eddie Redmayne revela como serão os próximos títulos da franquia

    18 de novembro de 2016 /

    Os próximos filmes da franquia “Animais Fantásticos e Onde Habitam” não deverão se chamar “Animais Fantásticos e Onde Habitam 2”, “3”, etc. Segundo o ator Eddie Redmayne, intérprete do protagonista Newt Scamander, os títulos serão mais elaborados. “Fiz essa pergunta a David Yates [o diretor] e David Heyman [o produtor] ontem mesmo e eles disseram que ‘Animais Fantásticos e’ será mantido, mas mudará sempre a parte final”, ele revelou, durante uma rodada de entrevistas coletivas. Sendo assim, a franquia seguirá o mesmo padrão da franquia “Harry Potter”. A roteirista J.K. Rowling anunciou que pretende transformar “Animais Fantásticos e Onde Habitam” numa franquia de cinco filmes. Ela já entregou o roteiro da segunda aventura, que levará os personagens para o Reino Unido e Paris, mostrará o jovem Dumbledore em guerra contra Grindelwald (Johnny Depp) e será novamente comandado por David Yates, que planeja filmar todos os cinco longa-metragens. A estreia do segundo filme está marcada para 2018.

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    Novo conto sci-fi da autora de Divergente vai virar filme

    18 de novembro de 2016 /

    Apesar da ambição desmedida do estúdio Lionsgate ter sabotado a adaptação da franquia “Divergente”, estendendo três livros em quatro filmes e deixando o último longa sem ser filmado, a Fox comprou os direitos de outra ficção da escritora Veronica Roth. Segundo o site Deadline, uma subdivisão do estúdio, Fox 2000, vai adaptar “Inertia”, o mais recente conto sci-fi de Roth, publicado no ano passado. Na trama, passada num futuro próximo, uma jovem chamada Claire é requisitada no leito de morte de um ex-melhor amigo, chamado Matt, após ele sofrer um acidente letal de carro. Usando uma tecnologia que permite o compartilhamento de consciências, os dois revisitam vários momentos de sua amizade e descobrem os verdadeiros motivos e sentimentos envolvidos em sua separação. Ainda não há previsão para o início da produção.

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    Paul Verhoeven passa longe do politicamente correto com Elle

    18 de novembro de 2016 /

    Desde o início de sua carreira, o holandês Paul Verhoeven provou que não havia meias palavras quando o assunto era sexo. Produzidos nos anos 1970, “Negócio É Negócio” e “Louca Paixão” foram os primeiros indícios da visão despudorada do realizador sobre o tema, atingindo o seu ápice em 1992 ao eletrizar o mundo com “Instinto Selvagem”. É essa credencial que faz de Verhoeven um nome perfeito para a direção de “Elle”, cuja premissa não facilita nem um pouco o julgamento da plateia diante do que testemunha. Adaptação do romance “Oh…”, de Philippe Djian, “Elle” abre somente com os sons de confronto sexual. Segundos depois, nos deparamos com o corpo estirado e violado de Michèle Leblanc (Isabelle Huppert, de “Amor”) em sua própria casa. Sem esboçar qualquer horror ao que acabou de atingi-la, simplesmente limpa as taças e louças que foram quebradas durante o ataque, descarta a sua roupa na lixeira e se banha reagindo somente ao sangue que se mistura com a espuma da banheira. Em um jantar, confidencia ao ex-marido Richard (Charles Berling, de “Qual É o Nome do Bebê”) e aos amigos Anna (Anne Consigny, de “Tudo Acontece em Nova York”) e Robert (Christian Berkel, de “O Agente da UNCLE”) o estupro com a mesma naturalidade que se fala com um estranho na rua sobre uma mudança climática. Diz que não comunicará o crime à polícia e segue naturalmente a sua rotina profissional como chefe de uma empresa de desenvolvimento de games. A excentricidade da personagem, confirmada em seu silêncio e em outras posturas injustificáveis (como a de destruir o para-choque de Richard antes de encontrá-lo e o de se relacionar com o marido de sua melhor amiga), sugere que Verhoeven, a partir do texto de David Birke (“Os 13 Pecados”), não está interessado em fazer um manifesto sobre a violência contra a mulher, uma abordagem que muitos visualizam mais pelo potencial comercial em tempos de empoderamento e menos por sua força discursiva. Isto porque Michèle é uma pessoa tão ou mais perigosa que o seu agressor. A partir de um background fantástico, a protagonista vai saindo da posição de mera vítima. Fatos passados e presentes modelam uma mulher nem um pouco preocupada em externar os seus julgamentos cruéis, o que a faz ganhar desafetos não somente no trabalho, como em seu núcleo familiar. Também é curioso perceber a sua incapacidade de se desvincular das ações criminosas de seu pai, autor de uma barbaridade que o fez pegar prisão perpétua. Não há dúvidas de que Michèle quer vingança, porém, há algo nesse desejo que pode desencadear nela uma maldade reprimida que quase anula o que ainda resta de nossa empatia por sua condição. Com tudo isso, Verhoeven não se vê no compromisso de fazer um filme politicamente correto. Ao contrário, pois há tanto humor ditando as interações de Michèle com os demais personagens que o resultado chega a desconcertar. Isto não impede o fascínio pelo curso da história, ainda que o terceiro ato amorteça consideravelmente toda a tensão arquitetada por uma obra então desprendida de zonas de conforto.

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    Creepy vai além do suspense de serial killer

    18 de novembro de 2016 /

    Diretor de cinema desde os 20 anos, Kiyoshi Kurosawa tem uma respeitável coleção de clássicos de terror em sua filmografia, mas desde que passou a visar também o circuito dos festivais de arte, vem lidando com um projeto atrás do outro. Recentemente em Toronto para promover “Le Secret de la Chambre Noire” (coprodução entre Bélgica, França e Japão falada em francês), já regressou para a sua terra natal para as filmagens de seu novo longa-metragem a ser lançado no próximo ano. Se às vezes o resultado parece feito à toque de caixa, como “O Sétimo Código” (exibido na edição de 2014 do Indie Festival), por outro há muito a ser avaliado e discutido, como se vê em “Creepy”. Mesmo envolto no gênero do suspense, Kurosawa faz um estudo psicológico curioso a respeito da deformidade familiar, em detrimento do que, a princípio, parece um mero mistério de assassinato em série. Takakura (Hidetoshi Nishijima, de “Dolls”) decidiu abandonar o ofício de detetive após um episódio traumático. Um ano depois, recebe o pedido de seu colega Nogami (Masahiro Higashide, de “Gonin Sâga”) para investigar o desaparecimento de uma família, que deixou como único membro e testemunha a jovem Saki (Haruna Kawaguchi, da série “GTO”). Ao identificar que o caso é mais obscuro que parece, Takakura acaba negligenciando a sua esposa Yasuko (Yûko Takeuchi, de “Ring: O Chamado”), com quem acabou de se mudar para um novo bairro. Paralelamente ao avanço das investigações, acompanhamos a rotina solitária e banal de Yasuko, que aos poucos se aproxima de Nishino (Teruyuki Kagawa, de “Samurai X: O Filme”, sensacional), vizinho instável que vive com uma filha adolescente, Mio (Ryôko Fujino, de “Solomon’s Perjury”), e a sua esposa enferma. Paulatinamente, Kurosawa descortina as aparências, por vezes sugerindo que Takakura e Yasuko estão lidando com contextos completamente isolados. E o faz com bom domínio de direção, mais preocupado com a tensão provocada a partir das interações de personagens e a exploração dos cômodos de uma propriedade do que o horror passageiro da violência gráfica. Uma pena que Kurosawa e o seu parceiro de roteiro Chihiro Ikeda não tenham sido mais cuidadosos nos elementos detetivescos da trama, inspirada em um romance de Yutaka Maekawa. Trata-se de um aspecto totalmente negligenciado em “Creepy”, comprometendo por vezes a seriedade e a evolução da história, a cada erro primário que é cometido por alguém envolvido na resolução do crime central. Um deslize que só vem a ser contornado com a intensidade dramática do ato final.

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    Sem ser memorável, Snowden consegue entreter, informar e provocar

    18 de novembro de 2016 /

    Apesar de um pouco distante da grande mídia, em comparação com seu destaque nas décadas de 1980-90, Oliver Stone segue ativo e perseguindo ainda mais um tipo de cinema militante de esquerda, numa opção ousada, já que são poucos que manifestam tamanha simpatia por medalhões da esquerda. Os documentários “Comandante” (2003), “Ao Sul da Fronteira” (2009), “Castro in Winter” (2012) e “Mi Amigo Hugo” (2014) são exemplos disso. Mas pouca gente viu esses filmes. Em “Snowden – Herói ou Traidor”, ele tenta voltar a ser relevante, deixando o bajulamento de políticos de lado para voltar a se embrenhar na boa luta contra o sistema. No novo filme, Stone denuncia a capacidade e o poder que o governo americano tem de não só vigiar cidadãos de seu próprio país, mas como também de provocar até mesmo apagões em vários outros países com apenas um clique. Stone encontrou em Edward Snowden, vivido na tela por Joseph Gordon-Levitt (“A Travessia”), um prato cheio para fomentar uma nova controvérsia, e sem poupar o Presidente Barack Obama, que não é apenas cúmplice das armações maquiavélicas do Estado, embora percebamos que isto é parte de algo maior e já instituído. Snowden, ex-empregado da NSA (Agência Nacional de Segurança), e testemunha de segredos de estado chocantes, é mostrado inicialmente em 2013, quando decide contar tudo o que sabe para um grupo de jornalistas. A divulgação cairia como uma bomba, mas o rapaz, então com menos de 30 anos, tinha consciência dos riscos que ele e sua esposa sofreriam. A estrutura narrativa é convencional, através de flashbacks que remontam ao tempo em que Snowden era um simples soldado, que acabou se afastando do exército depois de quebrar as duas pernas em um acidente simples. Neste período, foi recrutado para trabalhar em uma agência de espionagem. E é aí que sua história realmente começa. A narrativa não poupa esforços para elevar o protagonista, de delator/traidor, à categoria de herói. Mas isso não chega a ser um problema. O problema é quando o diretor lança mão de artifícios banais para forçar a situação, como a utilização de uma trilha sonora épica e cafona. A personagem da esposa de Snowden também acaba ficando relegada a segundo plano, embora a atriz Shailene Woodley mostre ser, da turma de garotas que protagonizaram filmes para adolescentes recentemente, a que menos tem problema em fazer cenas de sexo ousadas (quem viu “Pássaro Branco na Nevasca”, de Gregg Araki, sabe do que estou falando). No mais, é um filme que se beneficia bastante de seu elenco de apoio. Um luxo poder contar com Melissa Leo, Zachary Quinto, Tom Wilkinson, Joely Richardson e até Nicolas Cage, em papel bem pequeno. E embora não seja tão memorável quanto gostaria de ser, “Snowden” consegue entreter, informar e provocar. Sem falar que, para o público brasileiro, não deixa de ser interessante ver o nome do país sendo citado em um par de vezes, inclusive sobre o caso da Petrobrás.

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    Rogue One: Pôsteres japoneses destacam os personagens principais do novo Star Wars

    17 de novembro de 2016 /

    A Disney divulgou outra coleção de pôsteres de personagens de “Rogue One: Uma História de Star Wars”, desta vez para o mercado japonês. As imagens destacam a força rebelde representada por Felicity Jones (“A Teoria de Tudo”), Diego Luna (“Elysium”), Riz Ahmed (“O Abutre”), Donnie Yen (“O Grande Mestre”), Jiang Wen (“Guerreiros do Céu e da Terra”) e Forest Whitaker (“O Mordomo da Casa Branca”), além do comandante imperial vivido por Ben Mendelsohn (“O Lugar Onde Tudo Termina”) e o robô dublado por Alan Tudyk (série “Firefly”). Com roteiro de Chris Weitz (“Cinderela”) e direção de Gareth Edwards (“Godzilla”), o primeiro spin-off da franquia “Star Wars” estreia em 16 de dezembro.

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    Sam Raimi diz que ideia da sequência de O Homem nas Trevas é a melhor que já ouviu na vida

    17 de novembro de 2016 /

    O diretor e roteirista Fede Alvarez começou a trabalhar na sequência do terror “O Homem nas Trevas”. E em entrevista ao site Cinema Blend, o produtor e cineasta Sam Raimi (“A Morte do Demônio”) revelou que já leu o rascunho do roteiro da sequência e amou. “A ideia para a sequência é genial! É apenas a melhor ideia para uma sequência que eu já ouvi na vida. Não estou brincando”, ele afirmou. O segundo filme trará de volta o psicopata cego vivido por Stephen Lang (“Avatar”), mas não foi revelado se Jane Levy (“A Morte do Demônio”), que sobreviveu à chacina do primeiro filme, também voltará. A história dos três jovens que resolvem assaltar a casa de um cego, sem saber que ele era um psicopata, foi uma das maiores surpresas do ano nas bilheterias americanas. Orçado em US$ 9,9 milhões, o filme rendeu US$ 89 milhões só nos EUA, atingindo US$ 152,4 milhões em todo o mundo. Mas a estreia da continuação deve demorar, pois Fede Alvarez está em negociações avançadas para dirigir a adaptação de “A Garota na Teia de Aranha”, quarto livro da ex-trilogia “Millennium”, para a Sony.

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    King Kong é o rei dos monstros da Ilha da Caveira em novo trailer legendado repleto de ação

    17 de novembro de 2016 /

    A Warner Bros. divulgou um novo trailer legendado de “Kong: A Ilha da Caveira”, que destaca a imponência de King Kong, tão grande que faz helicópteros parecerem insetos. A prévia mostra sua fúria, mas também diversos outros monstros pré-históricos que habitam a ilha, onde um grupo militar se vê perdido. O filme se passa nos anos 1970, época do primeiro remake de “King Kong” e também da Guerra do Vietnã, que serve de pano de fundo da trama. O elenco inclui Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), John Goodman (“Argo”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para 9 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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