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Filme

Guia da Pipoca: “A Odisseia” é o marco cultural da semana no cinema

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    Thiago Lacerda ganha indenização de mais de R$ 300 mil por uso indevido de imagem

    10 de dezembro de 2016 /

    O ator Thiago Lacerda ganhou na Justiça o direito à uma indenização de mais de R$ 300 mil da Bunny’s Get Way Comércio de Roupas Ltda, empresa de Uberlândia, em Minas Gerais. Segundo o colunista Leo Dias, do jornal O Dia, a empresa foi processada por uso indevido de imagem em uma campanha publicitária. De acordo com a ação, a loja utilizou uma foto do ator sem autorização em um anúncio e o publicou em um veículo de grande circulação no município. Atualmente, o valor corrigido é de R$ 329.395,59. Cobrada, a empresa não quitou a dívida com o ator. Assim, o advogado de Thiago requereu a desconsideração da personalidade jurídica para os sócios responderem com seus bens. A juíza Marisa Simões Mattos Passos, da 1ª Vara Cível do Rio, acatou o pedido do advogado e mandou incluir os sócios, já que não havia nenhum valor nas contas bancárias da empresa, na penhora realizada anteriormente.

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    O Filho Eterno evita a pieguice ao tratar de deficiência com uma narrativa dura e humanizadora

    10 de dezembro de 2016 /

    Tarefa complicada adaptar uma obra sobre um pai que não aceita a condição do filho, que tem Síndrome de Down, e não resvalar na pieguice, no dramalhão. O mérito está em toda a equipe envolvida, passando pelo roteiro adaptado de Leonardo Levis (“Canção da Volta”), pela produção sempre competente de Rodrigo Teixeira, que só este ano se mostrou atuante em quatro produções importantes, pela direção contida – mas sem perder o interesse na emoção – de Paulo Machline (“Trinta”), nos dois protagonistas, vividos por Marcos Veras (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) e Débora Falabella (minissérie “Nada Será Como Antes”), e também no trabalho comovente do garoto Pedro Vinícius, que empresta seu coração gigante para o último ato do filme, sem parecer se esforçar muito para isso. “O Filho Eterno” também tem recria fielmente as décadas de 1980 e 1990, já que a história se passa no intervalo entre duas Copas, a de 1982, quando a seleção brasileira de Zico e cia. perdeu naquele histórico 3×2 para a Itália e deixou um gosto amargo no país inteiro, e termina em 1994, com a conquista do título de tetracampeão, com a seleção de Romário e a memorável disputa por pênaltis. Percebemos não apenas o bom trabalho de direção de arte na reconstrução de época, mas também o próprio espírito desse período, exemplificado no próprio modo mais duro e até desumano como as coisas eram ditas. Naquela época, era natural chamar um garoto com Síndrome de Down de mongol, ou dizer coisas que não deveriam ser ditas para os próprios amigos, como se pode ver em um diálogo entre o personagem de Veras e um amigo, em uma festa regada a vinho em sua casa. Esse jeito duro de mostrar as coisas também se traduz na condução narrativa do filme, que evita, na maior parte do tempo, o caminho fácil da emoção. Afinal, trata-se de uma história de negação do próprio filho, que para o pai é um grande problema, um grande desgosto. Marcos Veras, em seu primeiro trabalho dramático para o cinema, confere verdade a seu personagem, embora sua performance seja apenas correta. Como ele é o condutor da narrativa, também não é fácil para o espectador acompanhar, ainda que com certo distanciamento, o modo como ele encara a situação, seja fugindo para a bebida ou para outras mulheres, seja tratando o filho de forma agressiva e impaciente, seja até mesmo ficando feliz ao saber que crianças com Down podem morrer cedo. O mais interessante é que o filme não transforma esse personagem em um monstro ou um sujeito odiável, mas apenas num ser humano. Apenas num homem que demora a enxergar o presente que lhe foi dado de maneira amorosa. Até ele chegar nesta conclusão, o amor aparece na figura da mãe, vivida por Débora Falabella. E é dela o grande momento do filme. Desses de fazer muito espectador chorar. Trata-se de um monólogo em que ela conta sobre um dia na vida dela com o filho. Percebemos que a emoção está ali de verdade, não apenas uma técnica de interpretação. É o tipo de cena que já eleva o filme a um outro patamar. Baseado na história real de Cristóvão Tezza, que desabafou em forma de romance sobre esse difícil processo de aceitação da condição do próprio filho, “O Filho Eterno” também já teve uma adaptação para os palcos na forma de monólogo. E, nas versões anteriores, a personagem da mãe aparecia ainda menos. Na adaptação cinematográfica, ela não só está mais presente, como também representa o amor incondicional, ajudando a tornar mais palatável as cenas duras de negação do diferente. Foi uma escolha muito feliz dos realizadores (roteirista e diretor), e por causa disso o filme ganhou uma força maior. Outro acerto foi a escalação do ótimo garoto que interpreta o Fabrício pré-adolescente, um amor de menino, que empresta sensibilidade e espontaneidade à obra.

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    A Economia do Amor subtrai e divide uma vida a dois numa obra-prima dolorosa

    10 de dezembro de 2016 /

    O título americano de “A Economia do Amor” (2016) é “After Love” (depois do amor). Não se refere ao amor significando sexo como em algumas canções românticas de Roberto Carlos, mas ao fim do amor, quando a mulher, depois de algum tempo, passa a não gostar mais do marido, a ficar irritada com qualquer coisa que ele faça. Algo se perdeu, por algum motivo aparentemente desconhecido, num relacionamento de muitos anos. O filme, porém, não mostra os motivos e eles não são tão importantes. O cineasta belga Joachim Lafosse tem um interesse especial na temática de famílias partidas em sua obra. Foi assim em “Propriedade Privada” (2006) e também em “Perder a Razão” (2012). E “A Economia do Amor”, curiosamente, ainda é estrelado por Bérénice Bejo, que já protagonizara um importante filme sobre a questão do divórcio, “O Passado” (2013), do cineasta iraniano Arghar Fahadi. O filme se passa quase que inteiramente e claustrofobicamente dentro de uma casa de apenas um piso e poderia muito bem ser confundido com uma adaptação teatral, mas não o é. Há um cuidadoso e dinâmico trabalho de câmera e de encenação no interior daquele espaço. Desde o começo, em uma cena na cozinha, esse uso criativo da câmera torna o espectador cúmplice dos momentos dolorosos, tensos e de ressentimento por que passa o casal vivido por Bejo e Cédric Kahn (“Os Anarquistas”), respectivamente Marie e Boris Como diz o título, a maior dificuldade da atual situação é de natureza financeira, embora se perceba que a resistência do marido, de querer evitar sair de vez da relação, esteja também no fato de ainda amar a esposa e de não querer se afastar das duas filhas ainda crianças. Alquebrados física, financeira e emocionalmente, eles vivem na mesma casa por não terem dinheiro para morar em casas diferentes. Boris afirma que não sairá do espaço a não ser que receba o que acredita ser seu de direito: os 50% do valor casa, já que, segundo ele, foi graças à reforma feita por ele, agora um arquiteto desempregado, que a casa se valorizou. Ele também afirma ter trazido amor para a casa. E de fato presenciamos momentos extremamente amorosos dele com as crianças. No começo do filme, elas preferem estar com ele que com a mãe, enquanto em outros momentos é o contrário. O rosto insatisfeito de Marie e a presença pouco bem-vinda de Boris refletem no atrito que constantemente surge, principalmente quando ele tenta, em vão, uma reaproximação. Uma das cenas mais memoráveis do incômodo gerado pela convivência forçada acontece quando Marie está jantando com um grupo de amigos e Boris chega, criando uma situação constrangedora. Este é um dos poucos momentos em que podemos ouvir da própria Marie um desabafo sobre sua perda do amor por Boris. Mas a melhor e mais tocante cena ainda estaria por vir. Boris havia passado um tempo com as crianças e, quando ele chega, Marie está particularmente mais afável. É quando podemos nos dar ao luxo de ver o lindo sorriso de Bérénice Bejo, que ainda a torna mais bela. A cena em questão, e certamente uma das mais arrebatadoras cenas do ano, é a da dança da família ao som de “Bella”, de Maître Gims. É um momento de catarse, que mistura amor, tristeza e até um pouco de alegria, e que ajuda a quebrar um pouco a tensão, mas que também potencializa a amargura. Lafosse, porém, não cai na armadilha de oferecer uma conclusão convencional, seja feliz ou extremamente trágica, embora situações não faltem para que isso aconteça. O corte seco ao final se assemelha à vida, aos momentos em que é preciso desapegar, antes que mais alguém saia machucado. Mas, mesmo depois de tantos sufocantes momentos por que passamos ao longo da projeção, o sentimento que permanece é de tristeza. E, claro, também de alegria pela obra-prima que acabamos de presenciar.

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    Ryan Renolds decidiu convencer Hugh Jackman a fazer um filme de Deadpool e Wolverine

    10 de dezembro de 2016 /

    Hugh Jackman já disse que pretende se aposentar do papel de Wolverine depois de “Logan”, o terceiro filme solo do herói, mas Ryan Reynolds não se dá por vencido. Ele avisou que prepara uma campanha para fazer o amigo mudar de ideia. “Quero Deadpool e Wolverine em um filme juntos”, o ator confirmou numa entrevista à revista Entertainment Weekly . “O que nós vamos ter que fazer é convencer Hugh. No mínimo, vou ver o que posso fazer para juntar meus amigos de internet e trazê-los a bordo para ajudar nessa nova causa mais adiante.” Reynolds lembrou que foi o entusiasmo dos fãs que ajudou a tornar “Deadpool” uma realidade e, posteriormente, um enorme sucesso. Se “Logan” também se provar um sucesso, e se os fãs realmente se engajarem numa campanha, talvez Jackman possa realmente ser convencido a voltar. “Hugh Jackman é um dos melhores seres humanos que conheço”, Reynolds adiciona. “Parte da razão porque eu quero fazer um filme de Deadpool/Wolverine não é só porque acho que os dois incendiarão as telas, mas porque eu realmente amo o cara.” Vale lembrar que Deadpool foi introduzido pela primeira vez no filme “X-Men Origens: Wolverine” (2009), interpretado por Reynolds, mas completamente descaracterizado. A versão desse longa foi tão odiada que quase matou o projeto de um lançamento solo de Deadpool. Felizmente, Reynolds não desistiu. O ator agora colocou outra obsessão em sua lista de Natal. E Jackman sabe que, depois de “X-Men Origens”, está devendo um bom filme de Wolverine com Deadpool.

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    Trailer americano do filme do Homem-Aranha tem o dobro de cenas inéditas

    10 de dezembro de 2016 /

    A versão americana do trailer de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem praticamente o dobro de cenas da prévia divulgada no Brasil – e em todo o mercado internacional. A maioria das sequências inéditas se concentra no cotidiano estudantil de Peter Parker (Tom Holland), praticamente ignorado no outro vídeo, com destaque para sua amizade com o personagem vivido pelo estreante Jacob Batalon. Uma das cenas, inclusive, revela que o amigo nerd descobre a identidade secreta do herói. Também aparecem as musas da trama, Laura Harrier (série “One Life to Live”), Zendaya (série “Agente K.C.”) e muito brevemente Angourie Rice (“Dois Caras Legais”). É importante observar que nenhum desses atores se parece com os papéis que supostamente interpretam. Mas alguns são bastante parecidos com outros personagens dos quadrinhos. Afinal, será que a morena Betty Brant virou loira e passou a se vestir como Gwen Stacy? E Ned Leeds virou asiático, gordo e assumiu, além da aparência, a personalidade de Ganke Lee? Fica a dúvida se a Marvel estaria fazendo uma pegadinha ou se esses “detalhes” são mesmo erros de adaptação, escalação de elenco ou descrições dos personagens. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para 6 de julho no Brasil. Confira também o trailer brasileiro aqui.

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    Troféu do cinema ibero-americano premia Aquarius e Boi Neon

    9 de dezembro de 2016 /

    A 3ª edição do Prêmio Fênix Ibero-Americano de Cinema consagrou o filme chileno “Neruda”, de Pablo Larraín, e destacou duas produções brasileiras, “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, e “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro. Os filmes brasileiros levaram dois troféus cada: Melhor Direção e Atriz (Sônia Braga) para “Aquarius”, e Melhor Roteiro (Mascaro) e Fotografia (Diego García) para “Boi Neon”. “Neruda”, por sua vez, ficou com quatro prêmios. Além de Melhor Filme, conquistou os troféus de Montagem, Direção de Arte e Figurino. Para completar, o thriller de época argentino “O Clã” também levou dois prêmios, com destaque para o de Melhor Ator conquistado para o veterano Guillermo Francella. Entre os documentários, “Tempestade” não deixou chances para os concorrentes, vencendo os três troféus disponíveis na categoria. O Prêmio Fênix Ibero-Americano de Cinema é uma das duas premiações recentes que buscam ser consideradas o “Oscar ibero-americano”. A outra é o Prêmio Platino. Curiosamente, ambos foram criados no mesmo ano, com suas primeiras edições realizadas em 2014. No ano passado, o Fênix elegeu outro filme de Pablo Larraín, “O Clube”, como melhor do ano, enquanto o Platino preferiu o colombiano “O Abraço da Serpente”, de Ciro Guerra. Vencedores do prêmio Fênix do Cinema Ibero-Americano 2016 Melhor Filme “Neruda” Melhor Diretor Kleber Mendonça Filho, por “Aquarius” Melhor Atriz Sônia Braga, por “Aquarius” Melhor Ator Guillermo Francella, por “O Clã” Melhor Roteiro Gabriel Mascaro, por “Boi Neon” Melhor Direção de Fotografia Diego García, por “Boi Neon” Melhor Montagem Hervé Schneid, por “Neruda” Melhor Direção de Arte Estefania Larrain, por “Neruda” Melhor Figurino Muriel Parra, “Neruda” Melhor Som Vicente D’Elia e Leandro de Loredo, por “O Clã” Melhor Trabalho de Exibição “Os 33” Melhor Trilha Sonora Original Leonardo Heiblum e Jacobo Lieberman, por “Tempestade” Melhor Documentário “Tempestade” Melhor Direção de Fotografia de Documentário Ernesto Pardo, por “Tempestade” Prêmio pela Carreira Alejandro Jodorowsky

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    Catherine Zeta-Jones homenageia Kirk Douglas com vídeo de momentos felizes em seu aniversário de 100 anos

    9 de dezembro de 2016 /

    Catherine Zeta-Jones prestou uma bela homenagem a seu sogro, o ator Kirk Douglas, por ocasião de seu 100º aniversário, comemorado na sexta-feira (9/12). A atriz postou um vídeo em sua conta no Instagram, que reúne imagens de filmes clássicos, fotos de álbum de família e gravações recentes do ator em momentos descontraídos, bancando o vovô. “Feliz aniversário Kirk!”, ela desejou na legenda do post. Veja abaixo. As redes sociais também desejaram feliz aniversário para o ator, em mensagens compartilhadas no Twitter por celebridades como o cantor do Kiss Gene Simmons, o jornalista Larry King e atores como Billy Crystal, Josh Gad, Marlee Matlin e Alec Baldwin. Além do vídeo, Catherine Zeta-Jones também ajudou seu marido Michael Douglas a organizar uma festa de aniversário para 200 convidados em Hollywood. Happy Birthday Kirk! Um vídeo publicado por Catherine Zeta-Jones (@catherinezetajones) em Dez 9, 2016 às 7:55 PST

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    Acusações de racismo e agressão de Azealia Banks contra Russell Crowe são desmentidas pela polícia

    9 de dezembro de 2016 /

    A acusação de Azealia Banks contra Russell Crowe deu em nada. A rapper prestou queixa na polícia e usou o Facebook para acusar o ator de agressão e racismo em outubro passado. Ela apagou todos os posts, mas a investigação continuou até quarta (7/12), quando a polícia de Los Angeles concluiu não haver evidência alguma das alegações. Não só isso: após ouvir as testemunhas, a promotoria declarou que todas as ações de Crowe foram justificadas. O barraco aconteceu na noite de 15 de outubro, quando Crowe reuniu cerca de 10 convidados em seu quarto de hotel para um jantar. Um dos convidados, o rapper e ator RZA, levou Azealia como acompanhante. E, segundo relatos de testemunhas, ela mal chegou e começou a reclamar e rir da seleção musical do anfitrião, por ser de “gente branca”. Depois que o ator e outro convidado foram chamados de “homens brancos chatos”, outra convidada saiu em defesa deles. Foi o suficiente para Azealia estourar, ameaçando quebrar um copo e fazer os presentes sangrarem “como num filme de Tarantino”. Foi a deixa para Crowe segurá-la por trás e levá-la para fora do quarto, e chamar a segurança para retirá-la do hotel. Fontes do site TMZ dizem que a rapper esperou por um pedido de desculpas de Crowe antes de registrar a queixa. Mas o ator acreditava não ter feito nada de errado. Desde que a história veio à tona, a conta do ator no Instagram virou um verdadeiro campo de batalha entre defensores de Crowe e Azealia. Muitos comentários o chamaram de racista, agressor de mulheres e compartilharam links para a notícia sobre a briga. Outros foram mais agressivos, desejando que ele “apodreça na cadeia” ou seja “atropelado por um ônibus”. Alguns fãs de Crowe, porém, apontaram que a própria Azealia é quem tem fama de racista. Ela até teve o Twitter suspenso depois de proferir ofensas racistas contra Zayn Malik. Além disso, também disparou impropérios homofóbicos contra um comissário de bordo, durante um voo. Crowe, claro, tampouco é pacifista. Em 2005, ele foi acusado de agressão por supostamente ter arremessado um telefone na cara de um funcionário de hotel. Veja abaixo o post do Facebook que Azealia apagou e que contém uma acusação grave de violência física e racismo contra Crowe. Segundo a polícia apurou, era tudo mentira. O ator ainda não decidiu se vai processar a rapper por calúnia e difamação.

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    Hugh Jackman vai estrelar adaptação de best-seller sobre índio adolescente

    9 de dezembro de 2016 /

    O ator Hugh Jackman (“Wolverine – Imortal”) vai estrelar a adaptação do best-seller “Diário Absolutamente Verdadeiro de um Indio de Meio-Expediente”, de Sherman Alexie (roteirista de “Sinais de Fumaça”). Segundo o site The Hollywood Reporter, além de atuar, o astro também será produtor do filme. O livro acompanha a vida de Arnold Spirit Junior, garoto que vive em uma reserva indígena extremamente carente e que sofre de hidrocefalia, fazendo com que sua cabeça seja maior do que o normal. Ele também tem outros problemas de saúde, que o fazem ser ridicularizado em sua tribo. Cansado de sofrer, ele resolve se matricular em uma escola majoritariamente de brancos, onde o único outro índio é um mascote do time estudantil, e descobre que precisará enfrentar desafios cada vez mais difíceis. O papel de Jackman não trama ainda não foi revelado, mas seu personagem será um coadjuvante. O longa não tem data para chegar aos cinemas.

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    Paul Verhoeven vai presidir o júri do Festival de Berlim de 2017

    9 de dezembro de 2016 /

    O cineasta holandês Paul Verhoeven, que voltou a causar sensação com um dos filmes mais falados do ano, “Elle”, foi escolhido para presidir o júri do Festival de Berlim. “Com Paul Verhoeven como presidente do juri, temos um cineasta que trabalhou com diversos gêneros na Europa e em Hollywood. Sua audácia criativa, multifacetada e sua disposição para experimentar refletem-se no espectro de suas obras “, disse Dieter Kosslick, diretor da Berlinale, em comunicado. Verhoeven foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1974 por seu thriller erótico “Turkish Delight”. Em Hollywood, ele dirigiu três sci-fi que se tornaram cultuadas: “RoboCop” (1987), “O Vingador do Futuro” (1990) e “Tropas Estelares” (1997), além do escandaloso thriller sexual “Instinto Selvagem” (1992), que transformou Sharon Stone em sex symbol. Afastado de Hollywood durante todo o século 21, ele voltou a filmar na Europa, e antes da consagração de “Elle” fez o excelente filme de guerra holandês “A Espiã” (2006), que cutucou feridas do país e ainda ajudou a projetar internacionalmente a atriz Carice van Houten, atualmente na série “Game of Thrones”. Como presidente de júri, ele terá a chance de mostrar a George Miller, responsável pelo júri que ignorou “Elle” no Festival de Cannes deste ano, como se pode premiar os melhores filmes de um festival e não os piores. A próxima edição do Festival de Berlim está marcada para acontecer de 9 a 19 de fevereiro.

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    Kirk Douglas completa 100 anos de vida

    9 de dezembro de 2016 /

    Issur Danielovitch está completando 100 anos nesta sexta (9/12). Mas o leitor deve conhecê-lo melhor por seu nome artístico, Kirk Douglas. Filho de um imigrante judeu analfabeto, ele se tornou uma lenda de Hollywood desde que estreou em seu primeiro filme, apropriadamente intitulado “O Tempo Não Apaga”, nada menos que há sete décadas atrás. Famoso pelo rosto endurecido, caracterizado por uma covinha profunda no queixo, Kirk Douglas estrelou filmes de todos os gêneros e para alguns dos maiores diretores de todos os tempos, de Billy Wilder a Stanley Kubrick, geralmente interpretando o que ele chamava de filho-da-mãe. Mas também encarnou mocinhos e foi um herói da história real de Hollywood, ao encerrar a vergonhosa Lista Negra dos estúdios, resquício persecutório da era macarthista, ao peitar conservadores para dar créditos de roteirista ao proibido Dalton Trumbo em “Spartacus” (1960), um de seus filmes mais famosos, que ele estrelou e produziu. Esta história está contada no filme “Trumbo”, lançado no Brasil em janeiro passado. Outros filmes de destaque em sua extensa filmografia incluem “O Invencível” (1949), “Êxito Fugaz” (1950), “A Montanha dos 7 Abutres” (1951), “Assim Estava Escrito” (1952), “20.000 Léguas Submarinas” (1954), “Ulysses” (1954), “Homem sem Rumo” (1955), “Sede de Viver” (1956), “Sem Lei e Sem Alma” (1957), “Glória Feita de Sangue” (1957), “Duelo de Titãs” (1959), “O Discípulo do Diabo” (1959), “O Nono Mandamento” (1960), “O Último Por-do-Sol” (1961), “Cidade Sem Compaixão” (1961), “Sete Dias de Maio” (1964), “A Primeira Vitória” (1965), “Os Heróis de Telemark” (1965), “Gigantes em Luta” (1967), “Movidos pelo Ódio” (1969), “Ninho de Cobras” (1970), “O Farol do Fim do Mundo” (1971), “Como Agarrar um Espião” (1971), “A Fúria” (1978), “Cactus Jack, o Vilão” (1979), “Nimitz – De Volta ao Inferno” (1980), “Herança de um Valente” (1982), “Os Últimos Durões” (1986) e “Acontece Nas Melhores Famílias” (2003). Ele credita a sua longevidade à esposa, Anne, que também é bastante idosa. Ela tem 97 anos e os dois estão juntos há 63 anos. A comemoração do centenário está sendo preparada por seu filho, o também ator Michael Douglas, e a nora, a atriz Catherine Zeta Jones, numa festa para 200 convidados em Los Angeles.

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    Novo trailer legendado de Assassin’s Creed revela trama fiel ao videogame

    9 de dezembro de 2016 /

    A Fox divulgou um novo trailer legendado de “Assassin’s Creed”, que mostra como a adaptação segue fielmente a trama do game. Ao contrário das anteriores, a prévia finalmente destaca o personagem de Jeremy Irons (“Batman vs. Superman”), líder de uma ordem secreta, os Templários, que planeja dominar o mundo por meio de um artefato perdido, chamado de Maçã do Éden e guardado há séculos por uma linhagem de assassinos. Um dos últimos sobreviventes desta árvore genealógica é um assassino condenado à morte, vivido por Michael Fassbender (“X-Men: Apocalipse”), que se vê forçado por Marion Cotillard (“Dois Dias, uma Noite”) a experimentar a vida de seu ancestral medieval e descobrir onde o artefato foi escondido. Assim como no videogame da Ubisoft, a premissa é simples desculpa para a recriação, em escala épica, da Idade Média, onde acontece a verdadeira ação da trama, com muitas cenas de lutas e saltos mortais que são verdadeiros mergulhos no vazio. De fato, a única diferença significativa parece ficar por conta de detalhes do protagonista, que no game tem outro nome e trabalha num bar. A adaptação foi escrita por Adam Cooper e Bill Collage (dupla de “A Série Divergente: Convergente”) e Michael Lesslie, que trabalhou com o diretor Justin Kurzel em “Macbeth: Ambição e Guerra” (2015) – por sinal, também estrelado por Fassbender e Cotillard. O elenco ainda inclui Ariane Labed (“The Lobster”), Charlotte Rampling (“45 Anos”), Brendan Gleeson (“O Guarda”) e Michael Kenneth Williams (série “Boardwalk Empire”). “Assassin’s Creed” estreia em 12 de janeiro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.

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    A guerra chegou ao Planeta dos Macacos no primeiro trailer legendado do novo filme

    9 de dezembro de 2016 /

    A Fox divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Planeta dos Macacos: A Guerra”. A prévia destaca o clima inamistoso e os conflitos violentos entre os macacos inteligentes – e armados com metralhadoras – de Caesar (novamente vivido por Andy Serkis) e o exército humano liderado pelo personagem de Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”). A direção está a cargo de Matt Reeves, que assinou o filme anterior, “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), e a estreia acontece em 13 de julho no Brasil.

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