PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Filme

Xolo Maridueña retorna como Besouro Azul em “Homem do Amanhã”

Ator de “Cobra Kai” participará da sequência de “Superman”, que já está sendo filmada

Leia mais
15 de julho de 2026
Filme

Jacob Elordi encara o pós-apocalipse no trailer de “Ponto sem Retorno”

Thriller marca volta do diretor Ridley Scott à sci-fi e estreia em agosto nos cinemas

Leia mais
14 de julho de 2026
Filme

Robert De Niro caça assassino de crianças no trailer de “O Homem que Sussurra”

Suspense da Netflix acompanha escritor que procura o filho sequestrado com a ajuda do pai policial aposentado

Leia mais
14 de julho de 2026
  • Filme

    Cineastas de La La Land, Moonlight e A Chegada vão disputar prêmio do Sindicato dos Diretores

    13 de janeiro de 2017 /

    O Sindicato dos Diretores dos EUA (DGA) divulgou os indicados a seu prêmio anual. E, por coincidência, todos os cinco cineastas selecionados são estreantes no DGA Awards. Eles nunca tinham sido indicados antes. A lista, divulgada na quinta-feira (12/1), inclui Damien Chazelle (por “La La Land”), Garth Davis (“Lion”), Barry Jenkins (“Moonlight”), Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) e Dennis Villeneuve (“A Chegada”). A surpresa fica por conta da ausência de Mel Gibson, muito elogiado por “Até o Último Homem”. Já Martin Scorsese não conseguiu emplacar indicações a nenhum troféu neste ano, com seu épico católico “Silêncio”. E, como de praxe, nenhuma mulher disputa a categoria principal. A premiação dos diretores é um dos principais termômetros para o Oscar da categoria, já que o sindicato reúne boa parte dos votantes da Academia. Mas já houve um caso marcante em tempos recentes de descompasso entre o DGA e a Academia. Ben Affleck venceu o DGA Awards por “Argo” em 2013, mas nem sequer recebeu indicação ao Oscar de Melhor Diretor naquele ano. Vale lembrar que, mesmo assim, ele acabou levando um Oscar para casa, como produtor de “Argo”, que a Academia considerou o Melhor Filme de 2013. Os cinco indicados debutam no DGA, mas apenas um é realmente estreante: Garth Davis. E ele também concorre ao prêmio de Melhor Diretor Estreante do ano, junto de Kelly Fremon Craig (“Quase 18”), Tim Miller (“Deadpool”), Nate Parker (“O Nascimento de uma Nação”) e Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). Kelly Fremon Craig é a única mulher da lista. O DGA Awards também premia categoria televisivas, e o episódio da “Batalha dos Bastardos”, de “Game of Thrones”, dirigido por Miguel Sapochnik é o favorito na disputa de Melhor Direção em Série de Drama. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Os vencedores serão anunciados em 4 de fevereiro. Indicados ao DGA Awards 2017 CINEMA Melhor Direção Damien Chazelle (“La La Land”) Garth Davis (“Lion”) Barry Jenkins (“Moonlight”) Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Dennis Villeneuve (“A Chegada”) Melhor Estreia na Direção Garth Davis (“Lion”) Kelly Fremon Craig (“Quase 18”) Tim Miller (“Deadpool”) Nate Parker (“O Nascimento de uma Nação”) Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”) Melhor Direção de Documentário Otto Bell (“The Eagle Huntress”) Ezra Edelman (“O.J.: Made In America”) Josh Kriegman e Elyse Steinberg (“Weiner”) Raoul Peck (“I Am Not Your Negro”) Roger Ross Williams (“Life, Animated”) TELEVISÃO Melhor Direção em Série de Drama The Duffer Brothers (“Stranger Things”) Ryan Murphy (“The People V. O.J. Simpson: American Crime Story”) Jonathan Nolan (“Westworld”) Miguel Sapochnik (“Game Of Thrones”) John Singleton (“The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”) Melhor Direção de Série de Comédia Alec Berg (“Silicon Valley”) Donald Glover (“Atlanta”) Mike Judge (“Silicon Valley”) Becky Martin (“Veep”) Dale Stern (“Veep”) Melhor Direção de Telefilme ou Minissérie Raymond De Felitta (“Madoff”) Thomas Kail e Alex Rudzinski (“Grease Live!”) Kenny Leon e Alex Rudzinski (“Hairspray Live!”) Jay Roach (“Até o Fim”) Steven Zaillian (“The Night Of”) Melhor Direção de Programa de Variedades Paul G. Casey (“Real Time With Bill Maher”) Nora Gerard (“CBS Sunday Morning”) Jim Hoskinson (“The Late Show With Stephen Colbert”) Don Roy King (“Saturday Night Live”) Paul Pennolino (“Full Frontal With Samantha Bee”) Melhor Direção de Especial de Variedades Jerry Foley (“Tony Bennett Celebrates 90 – The Best Is Yet To Come”) Tim Mancinelli (“The Late Late Show With James Corden – The Late Late Show Carpool Karaoke Primetime Special”) Linda Mendoza (“Smithsonian Salutes Ray Charles: In Performance At The White House”) Paul Myers (“Full Frontal With Samantha Bee – A Very Special Full Frontal Special”) Glenn Weiss (“The 70th Annual Tony Awards”) Melhor Direção de Reality Show Ken Fuchs (“Shark Tank”) John Gonzalez (“Live PD”) Brian Smith (“Strong”) Rupert Thompson (“American Grit”) Bertram Van Munster (“The Amazing Race”) Melhor Direção de Programa Infantil Liz Allen (“The Kicks”) Alethea Jones (“Gortimer Gibbon’s Life On Normal Street”) Michael Lembeck (“A Nutcracker Christmas”) Tina Mabry (“An American Girl Story”) John Schultz (“Uma Aventura de Babás”)

    Leia mais
  • Filme

    Trailer de iBoy traz adolescente com poderes de celular (!) e Maisie Williams em perigo

    12 de janeiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer de “iBoy”, que parece uma espécie de versão juvenil e masculina de “Lucy”, o filme da super Scarlett Johanson. Ainda sem legendas, a prévia mostra como um rapaz, que sobrevive a uma tentativa de assassinato, sai da cirurgia cerebral com poderes de celular (sério). Por coincidência, tudo é precipitado pela garota em perigo que ele gosta, chamada justamente de Lucy. Produção inglesa, o filme adapta o livro homônimo, escrito por Kevin Brooks, sobre um adolescente londrino, que, ao ser assaltado por uma gangue de rua, acaba com fragmentos de um celular em seu cérebro. Ele descobre que ganhou a capacidade de acessar dispositivos eletrônicos e assim adquirir segredos digitais – e, possivelmente, usá-los para conseguir sua vingança. Bill Milner, que já foi mutante no cinema, como o jovem Magneto de “X-Men: Primeira Classe” (2012), vive o iBoy do título, enquanto Maisie Williams, intérprete de Arya na série “Game of Thrones”, é seu crush Lucy. O elenco ainda inclui Miranda Richardson (a Rita Skeeter da franquia “Harry Potter”) e Rory Kinnear (o monstro de Frankenstein na série “Penny Dreadful”). A adaptação foi escrita por Joe Barton (roteirista da série “Humans”) e dirigida por Adam Randall (“Level Up”) para um lançamento em 27 de janeiro.

    Leia mais
  • Filme

    A Criada reúne surpresas, reviravoltas e tensão sexual num filme arrebatador

    12 de janeiro de 2017 /

    Cineasta com uma assinatura visual já consolidada e reconhecida, Park Chan-wook é também um mestre na arte de manipular o público, direcionando-o por vezes a territórios que os despistam quanto a grande história que está se costurando. Se em sua estreia em inglês, “Segredos de Sangue” (2013), as influências hitchcockianas renderam um belo e perturbador registro sobre o surgimento da psicopatia, com “A Criada” Chan-wook regressa à Coreia do Sul levando de sua estadia ocidental um romance da britânica Sarah Waters para fazer o seu “Azul é a Cor Mais Quente” (2013). Claro que a associação com o filme de Abdellatif Kechiche, que também disputou a Palma de Ouro em Cannes, ressoa somente na voltagem erótica. Já levado para a tevê em formato de minissérie com Elaine Cassidy, Sally Hawkins e Imelda Staunton no elenco, o texto original de “Fingersmith” é revirado por Chan-wook, cercando de perversão a premissa falsamente folhetinesca de uma jovem, Sook-hee (a promissora estreante Kim Tae-ri), persuadida pelo Conde Fujiwara (Ha Jung-woo, de “O Caçador”) a ser a criada de Lady Hideko (Kim Min-hee, de “Certo Agora, Errado Antes”), com quem pretende se casar e herdar toda a sua fortuna. Ao preparar o terreno para Fujiwara agir, Sook-hee se vê simpatizando com Lady Hideko, principalmente ao investigar o poder que o tio Kouzuki (Cho Jin-woong, de “Um Dia Difícil”) exerce sobre a sua vida. Mesmo de origens distintas e exercendo papéis sociais opostos, uma atração mútua se manifesta a partir de pequenas ações físicas que desencadeiam o desejo sexual de ambas. Como o tenso auxílio que Sook-hee presta ao readequar um dente de Lady Hideko que a incomoda enquanto chupa um pirulito – mais sugestivo, impossível! Como bem provou em sua trilogia da Vingança (“Mr. Vingança”, “Oldboy” e “Lady Vingança”), Park Chan-wook se diverte trabalhando com aparências, fazendo que o espectador descarte todo um raciocínio construído após uma boa demanda de tempo. Não é diferente em “A Criada”, tirando da manga uma surpresa narrativa, na metade da projeção, que fará tudo recomeçar praticamente do zero. Ou melhor: ofertará o privilégio de perseguir um novo ponto de vista, que dará um sentido muito mais amplo para todo o contexto. De todos os cineastas contemporâneos atraídos por narrativas não lineares, o sul-coreano é o que melhor as domina, usando o flashback não como uma ferramenta para mastigar os dados que devem preencher as lacunas sobre os históricos de personagens, mas para mostrar como o passado destes é essencial para redimensioná-los. Isso se aplica principalmente à Lady Hideko, ocultando um meio de vida tão doentio que o melhor a fazer é deixar o espaço para a imaginação. Acima de todo esse jogo entre criaturas dissimuladas, é incrível como “A Criada” ainda assim consegue ser tão verdadeiro no amor atípico que encena. Encontrar o fator humano em um freak show é um desafio, porque nenhuma violência é mais intensa e explícita do que o choque entre dois corpos que se desejam. Sem ninguém esperar, Park Chan-wook entrega o romance mais arrebatador dos últimos tempos.

    Leia mais
  • Filme

    Assassin’s Creed quer ser Avatar, mas é só outra adaptação fraca de videogame

    12 de janeiro de 2017 /

    Baseado no popular game que acompanha as aventuras de membros de uma secular irmandade de assassinos, “Assassin’s Creed” traz para o cinema a tediosa experiência de se assistir outra pessoa jogar videogame. A impressão que dá é que todo mundo na tela está se divertindo – do ator (e aqui produtor) Michael Fassbender com suas lutas coreografadas, até o diretor Justin Kurzel (que dirigiu Fassbender antes em “Macbeth”) com seus movimentos de câmera rebuscados e cenários grandiosos pra brincar – enquanto quem está sentado na poltrona só pode torcer para acabar logo, para poder fazer outra coisa. Não que seja tudo um desastre. O filme é visualmente deslumbrante e o elenco é excelente – tem ainda Marion Cotillard (também de “Macbeth”), Jeremy Irons (“Batman vs. Superman”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Charlotte Rampling (“45 Anos”) e Ariane Labed (“Alpes”). Mas há um problema básico na concepção, que tenta equilibrar duas linhas temporais de forma paralela por toda a história. Por um lado, acompanhamos no presente um prisioneiro (Fassbender) que tem uma espécie de memória genética despertada graças a equipamentos de extrema tecnologia. Por outro, acompanhamos esta mesma memória na figura de um antepassado dele (Aguilar, vivido pelo mesmo Fassbender, membro do credo de assassinos do título, em luta contra a Inquisição pela proteção de um objeto misterioso) na Espanha de 1492. E aí começam os problemas de uma produção que parece querer ser “Avatar”, sem os ingredientes certos pra isso. Como o assassino do presente não é capaz de interferir ou modificar o passado, não há nenhum tipo de identificação ou torcida por Aguilar, já que sua participação é apenas flashback de fatos já estabelecidos. Imagine “Matrix” com o Neo podendo apenas assistir ao que ocorre no mundo virtual, sem chance de agir por conta própria. Ao mesmo tempo, a montagem que insiste, a todo instante, cortar do passado para o presente, reforçando o espelhamento dos movimentos do assassino, quebra constantemente o clima da história vista, já que qualquer ação é interrompida em uma época para mostrar outra. As cenas de ação, inclusive, são por vezes confusas, com a câmera próxima demais, em contraste com os belos planos gerais que sempre abrem cada nova memória. A Espanha de 1492 é um cenário qualquer que nunca é realmente explorado, não há um real estranhamento do personagem do presente em estar em um lugar tão diferente, com características tão peculiares. Há um ou outro momento divertido, visual bacana (que é mérito do jogo), mas tudo engolido por uma trama confusa habitada por pessoas confusas para as quais não ligamos. Partindo de ideias no mínimo duvidosas – como a criminalidade ser algo hereditário – “Assassin’s Creed” pode até agradar aos fãs do jogo já familiarizados com sua complexa mitologia, mas ainda não é dessa vez que uma adaptação de game funciona como cinema puro e simples.

    Leia mais
  • Filme

    Fábula sombria de O Lagosta explora a desumanização da sociedade

    12 de janeiro de 2017 /

    Não é de estranhar que um longa tão pouco comercial como “O Lagosta”, ainda que extremamente fascinante, pule seu lançamento nos cinemas para estrear direto em vídeo e streaming. Mistura de fábula sombria e sci-fi distópica, o primeiro filme falado em inglês do grego Yorgos Lanthimos (“Alpes”) aprofunda a visão de uma sociedade desumana, bizarra e distorcida que o cineasta já tinha explorado em “Dente Canino” (2009). A trama se passa num mundo cruel, que obriga as pessoas a formar pares e pune, de forma surreal, aquelas que não conseguem. Em outras palavras, os que não se encaixam nos padrões da sociedade. Na trama, Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) vive um homem recém-separado da esposa, que, por ter se tornado novamente solteiro, é obrigado a encontrar uma nova parceira em 45 dias. Para isso, é levado a um hotel de campo, onde outras pessoas na mesma situação precisam formar pares entre si. Mas as regras são muito rígidas. Não se pode fingir ou tentar casamentos de conveniência, embora alguns busquem essa saída. Ao falharem, os incapazes de encontrar um parceiro são punidos de forma fantástica. Como faz a feiticeira Circe, em “A Odisseia”. Logo ao chegar ao hotel, o personagem de Farrell é perguntado em qual animal gostaria de ser transformado, caso não consiga achar uma parceira. E é daí que vem o título da produção. Ele opta por virar uma lagosta, pois elas vivem até os cem anos e tem sangue azul. O tom surreal aos poucos se torna melancólico, conforme o protagonista, acompanhado por um cachorro, que na verdade é seu irmão transformado, vai conhecendo outras pessoas solitárias em sua mesma situação. Entre elas, está a personagem de Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”), com quem ele chega a imaginar uma chance de permanecer humano. Mas há também outra mulher importante na trama. A rebelde encarnada por Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”) lidera um movimento contra o sistema, formando uma sociedade ilegal na floresta em torno do hotel, que prega a recusa completa às regras. Ou seja, o total desapego ao amor e ao romance. O filme pondera o destino do protagonista entre estes dois extremos, que tendem a produzir o mesmo resultado: a solidão. À deriva em sua situação desesperadora, Colin Farrell conquistou uma indicação ao Globo de Ouro pelo papel.

    Leia mais
  • Filme

    Assassin’s Creed tenta compensar fiasco nos EUA com maior estreia da semana no Brasil

    12 de janeiro de 2017 /

    Um dos piores filmes de ação de 2016 chega aos cinemas brasileiros nesta quinta (12/1) com grande fanfarra, dominando o circuito com lançamento em 815 salas, incluindo 556 em 3D e as 12 salas IMAX do país, em versões dubladas e legendadas. Seguindo a sina das adaptações de videogames, “Assassin’s Creed” foi também um grande fracasso de bilheteria nos EUA, o que explica a necessidade de compensar o fiasco com o mercado internacional. A segunda maior estreia da semana é uma cinebiografia de Youtuber brasileiro (já?). Em 600 salas, o filme de Christian Figueiredo segue um caminho bastante diverso do debut de Kéfera Buchmann. Enquanto “É Fada” (outro dos piores de 2016) optou pela fantasia infantilóide, “Eu Fico Loko” transforma a vida do youtuber numa comédia teen dos anos 1990 – quando ainda não havia muita diversidade na TV. Christian só aparece como “adulto”, enquanto sua versão adolescente, vivendo desventuras no colégio, é interpretada por Filipe Bragança (da novela “Chiquititas”), que também estreia no cinema. O terceiro longa mais bem distribuído não é, oficialmente, uma estreia. Trata-se do que o circuito brasileiro equivocadamente chama de pré-estreia – longe de ser uma avant-première, é realmente uma estreia aberta a todo o público, com venda de ingressos, que será ampliada na semana seguinte. Rufar de tambores para o título: é “La La Land”. O musical que quebrou o recorde de prêmios da história do Globo de Ouro chega em 170 salas antes de entrar “oficialmente” em cartaz na próxima quinta (19/1). Favorito disparado ao Oscar 2017, o filme ganhou um subtítulo no Brasil, que não faz a menor diferença e ninguém precisa decorar. Escrito e dirigido por Damian Chezelle (“Whiplash”), gira em torno de uma atriz aspirante (Emma Stone) que se apaixona por um pianista de bar (Ryan Gosling). Ambos atravessam um momento de adversidades pessoais e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados que homenageiam a era de ouro dos musicais de Hollywood. O circuito limitado reserva outra obra-prima cinematográfica para os cinéfilos. Oposto completo dos mais bem-distribuídos, “A Criada” é sublime e para poucos – 26 salas. O novo filme de Park Chan-wook (“Oldboy”) é uma adaptação do romance lésbico “Na Ponta dos Dedos” da escritora galesa Sarah Waters, mesma autora do livro que inspirou a minissérie britânica “Toque de Veludo” (Tipping the Velvet, 2002) e o filme “Afinidade” (Affinity, 2008), todos de temática lésbica e passados na Inglaterra vitoriana. Park manteve o enredo, mas avançou algumas décadas, mudou a locação e alterou a etnia das personagens. Passada na Coreia nos anos 1930, durante o período de domínio colonial japonês, a trama acompanha Sook-Hee, uma espécie de “Oliver Twist” lésbica, garota órfã de bom coração que mora num cortiço com ladrões e vigaristas, e que se vê envolvida num elaborado golpe do baú planejado por um vigarista profissional. O trapaceiro consegue empregar a jovem órfã como criada na casa de uma família japonesa rica, esperando que ela convença Lady Hideko, herdeira de uma fortuna, a casar-se com ele. Seu plano, porém, não conta com o sentimento que surge entre as duas mulheres. Não por acaso, o título de duplo sentido do romance original alude tanto aos dedos leves dos larápios quanto ao prazer sexual pelo toque de dedos. O aniversário duplo de David Bowie – faria 70 anos se não tivesse morrido há um ano – nesta semana inspira o relançamento da sci-fi clássica “O Homem que Caiu na Terra” (1976), em que o cantor vive um alienígena, fundador recluso de uma empresa tecnológica, cujas invenções visam tornar possível a construção de uma nave que o leve de volta a seu planeta natal. O diretor Nicolas Roeg selecionou Bowie após o cantor ter incorporado um alienígena no palco: Ziggy Stardust, de cabelo incandescente. Mas o visual de Thomas Jerome Newton, o personagem do filme, também foi marcante. Pálido, magro e andrógino, acabou acompanhando Bowie por um bom tempo, durante a fase mais criativa de sua carreira. Não por acaso, imagens do filme ilustraram as capas de dois de seus álbuns da época: “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). A conexão com seus discos foi uma forma de compensar o fato de “O Homem que Caiu na Terra” não trazer nenhum música do cantor, devido a questões contratuais. Por curiosidade, a trilha foi composta por John Phillips, da banda The Mamas & the Papas, Mick Taylor, guitarrista dos Rolling Stones, e Stomu Yamashta, percussionista do supergrupo progressista Go (que incluía Steve Winwood, Al Di Meola, Klaus Schulze e Michael Shrieve). E nunca foi lançada em disco. Bowie ainda voltou a fazer referência ao filme em um de seus últimos clipes, “The Stars (Are Out Tonight)”, de 2013. A produção também foi lembrada em seu clipe póstumo, lançado neste domingo (8/1), “No Plan”. O circuito também recebe, sem muito alarde, uma comédia de humor negro do francês Bruno Dumont, “Mistério na Costa Chanel”, que volta a reuni-lo com Juliette Binoche após “Camille Claudel 1915” (2013). Curiosamente, a trama se passa na mesma época do longa anterior, girando em torno do desaparecimento de vários turistas na Costa Channel no verão de 1910. A investigação conduz à uma pequena comunidade de pescadores e à mansão de uma família burguesa, que convivem periodicamente durante uma semana de férias, mas desta vez com consequências românticas e tragicômicas. O filme e a atriz estrante Raph foram premiados no Festival de Sevilla. Completam a programação o documentário português “Volta à Terra”, sobre uma comunidade isolada nas montanhas, e o tunisiano “Assim que Abro Meus Olhos”, sobre os meses que antecederam a Primavera Árabe, que rendeu diversos prêmios internacionais à diretora Leyla Bouzid. Estreiam em meia dúzia de salas. Clique nos títulos dos filmes para ver os trailers de cada lançamento.

    Leia mais
  • Filme

    Anna Kendrick negocia viver a filha de Papai Noel em comédia da Disney

    12 de janeiro de 2017 /

    A atriz Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) está negociando estrelar uma comédia de Natal da Disney. De acordo com o site da revista Variety, o filme, provisoriamente intitulado “Nicole”, trará Kendrick como a filha do Papai Noel, que se vê obrigada a assumir os “negócios” do papai… Noel. Na trama, a personagem terá que se virar para manter a boa reputação da família após a inesperada aposentadoria do pai e a recusa do irmão em voar e entregar os presentes na véspera de Natal. A direção e roteiro são de Marc Lawrence. E como todos os quatro filmes anteriores do diretor (“Amor à Segunda Vista”, “Letra e Música”, “Cadê os Morgans” e “Virando a Página”) foram estrelados por Hugh Grant, é possível imaginar quem ele tem em mente para viver o Papai Noel.

    Leia mais
  • Filme

    Barraco virtual entre Danielle Winits e jornalista vai parar na polícia

    11 de janeiro de 2017 /

    A briga entre a atriz Danielle Winits e o jornalista Leo Dias desceu mais um degrau nesta semana, saindo dos tuítes barraqueiros para chegar na delegacia. Atriz foi à 14ª DP, delegacia policial do Leblon, no Rio, nesta quarta (11/1) para denunciar as declarações que o jornalista tem feito e que vêm denegrindo sua imagem, buscando iniciar um processo por calúnia e difamação. No Instagram, ela acrescentou que a ofensa pessoal teve caráter machista e misógino, “principalmente num país rendido e assombrado por tantos homens desprovidos do essencial: do respeito para com tantas de nós, mulheres que lhes trazem no ventre os presenteando com não menos do que a vida”. A denúncia também é uma resposta à iniciativa de Leo Dias, que no começo da semana resolveu prestar queixa contra a ameaça de violência física que sofreu do namorado da atriz, o também ator André Gonçalves. A confusão envolvendo Danielle Winits e Leo Dias começou logo no início do ano, no dia 3 de janeiro, quando Leo Dias publicou em sua coluna no jornal carioca O Dia que a atriz alegou estar grávida para conseguir atendimento prioritário num voo para Nova York, onde pretendia passar o réveillon, evitando a longa fila formada no terminal do Aeroporto do Galeão. Danielle não gostou da fofoca e rebateu nas redes sociais, chamando Leo Dias de “pseudojornalista”. E aí o nível baixou nas tamancas, com Dias ligando o ventilador. “Quero ver a Danielle me desmentir que traiu o Amaury com o personal dela”, ele afirmou, falando do ex da atriz. “Vocês foram jantar na pizzaria Braz, na Barra da Tijuca (no Rio). Ele tinha acabado de chegar de um período nos Estados Unidos. O garçom, educado, perguntou se você queria o mesmo vinho da semana passada que estava em falta. Amaury olhou para você e perguntou: ‘Ué, você não bebe vinho, com quem você esteve aqui?’. Ao invés de falar para o Amaury que levou seu amante personal trainer, você foi fazer um escândalo com o coitado do garçom, lembra Danielle???”, escreveu Dias. “O garçom foi humilhado, você queria que o demitissem por expor a sua vida secreta. Isso eu não contei, Danielle. Porque eu achava que as suas mentirinhas públicas eram inofensivas. Coitado do Amaury. O único que te aturou, não por muito tempo. Você me chama de pseudojornalista? Qual foi seu grande papel na TV? Mostrando seu corpo? Que há muito tempo não é mais o mesmo. Danielle, se enxergue. Você é uma farsa. Ninguém te atura por muito tempo. Nem seus amigos (e conhecidos muitos exs), nem os que foram pra cama com você (que não foram poucos, talvez dezenas), mas não ficou nenhum. Olhe pro espelho antes de falar de mim”, ele continuou. E foi nesse toada até envolver os filhos da artista na história. “Danielle Winits não é e nunca foi uma pessoa do bem. Só lamento pelos filhos. Noah pelo menos tem pai. Guy merecia uma família melhor”, continuou. O jorro só foi interrompido quando André Gonçalves entrou na discussão, postando um vídeo nas redes sociais, em que chamou Dias de cheirador e ameaçou quebrar-lhe os dentes. “Olá, Leo Dias. Deixa eu te falar uma parada, já que você não respeita ninguém. Já que você mente e inventa um monte de mentira… É o seguinte: não tem processo, eu vou quebrar seus dentes, meu filho! Seu cheirador de cocaína, filho da p… Vou quebrar seus dentes! Não tem Justiça, eu vou quebrar você, seu filho da p… Por causa da tua mentira, sacou?”. A polícia foi acionada por Leo Dias e, por causa desse vídeo, o ator poderá pegar uma pena de até três meses de prisão e ainda ter que pagar uma indenização ao jornalista. Isto se for condenado. Mas Leo Dias também será investigado por conta do processo aberto por Danielle. A atriz postou a capa da denúncia em seu Instagram. Veja abaixo. " O que você permite é o que vai continuar " … E é com essa frase que COMEÇEI meu dia de hoje , ou melhor , que RECOMEÇEI a minha história enquanto mulher no mundo , e principalmente num país rendido e assombrado por tantos homens desprovidos do essencial : do respeito para com tantas de nós , mulheres que lhes trazem no ventre os presenteando com não menos do que a vida . NÃO MAIS permitirei abusos contra a MINHA MULHER ! NÃO MAIS deixarei impunes a minha volta homens criminosos de qualquer natureza seja ela VERBAL ou de qualquer outra . Sexistas , machistas , golpistas , mentirosos , ardilosos , psicopatas de qualquer vertente , mitônomos , isentos de caráter , imundos de essência . Vermes solitários abusivos , espalhados e ancorados em nossa sociedade com o objetivo único e EXCLUSIVO de serem vendedores baratos de um esteriótipo criado por eles mesmos e por suas mentes enfermas para tantas de nós . Para esses doentes de alma que adoecem tantas de nós , sejamos nós ainda meninas ou mulheres independentes , mães , trabalhadoras , leoas , donas de nossas histórias , lutas e glórias , faço a partir de HOJE da minha vida uma batalha sem armas . Não necessito delas . Sou forte de vida . Sou imensa de amor e cercada dele . Não sou apenas a Danielle Winits . Sou DANIELLE WINITSKOWSKI DE AZEVEDO . Filha da Nadja e órfã do meu EXEMPLO DE HOMEM e de pai Ronaldo . Mãe do Noah e do Guy , brasileira , atriz , casada , vacinada , independente e feliz . Sigo em marcha vertical meu caminho como mulher , como um vetor que rasga as sujas máscaras covardes masculinas , e as joga no chão clamando por uma limpeza URGENTE ! Sigo caminhando também com muita honra há mais de 20 anos como soldada do meu ofício que tanto amo e respeito , o qual me faz porta voz da minha classe artística SIM , e guiada pela crença que ainda tenho na palavra JUSTIÇA . Que ela se faça para mulheres difamadas , caluniadas , insultadas , abusadas verbalmente e / ou fisicamente e discriminadas de TODOS os cantos do mundo . RECOMECEM HOJE como EU e denunciem SEM MAIS pranto . Mulheres unidas e munidas de si mesmas em uma só voz , como em um só canto . Com todo meu amor , Danielle Winitskowski de Azevedo . Uma foto publicada por Danielle Winits (@lawinits) em Jan 11, 2017 às 2:34 PST

    Leia mais
  • Filme

    Woody Harrelson é confirmado no filme sobre a juventude de Han Solo

    11 de janeiro de 2017 /

    A LucasFilm confirmou que Woody Harrelson (“Truque de Mestre”) fará parte do spin-off de Han Solo. Os diretores Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”), responsáveis pelo filme, deram as boas-vindas ao ator em comunicado. “Nós não poderíamos estar mais animados para trabalhar com um artista com tanta profundidade e alcance quanto Woody. Sua habilidade de encontrar tanto humor e tristeza, geralmente no mesmo papel, é algo único”, afirmaram os diretores. “Ele também é muito bom no jogo de ping-pong!” O comunicado não informa que papel ele irá interpretar, mas, na semana passada, informações davam conta de que o ator estava negociando viver o mentor do protagonista. Harrelson se junta a Alden Ehrenreich (“Ave César”), que viverá o personagem imortalizado por Harrison Ford, além de Donald Glover (série “Atlanta”) e Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). Assim como “Rogue One: Uma História Star Wars”, o filme vai se passar antes dos eventos mostrados no clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). As filmagens devem começar já neste mês de janeiro para um lançamento em 25 de maio de 2018.

    Leia mais
  • Filme

    Sienna Miller revela que encarou maratona de “sexo técnico” com Ben Affleck nas filmagens de A Lei da Noite

    11 de janeiro de 2017 /

    A atriz Sienna Miller (“Sniper Americano”) revelou que teve uma maratona de sexo com Ben Affleck (“Batman vs. Superman”) durante a produção de “A Lei da Noite”, filme de gângster que o próprio Affleck dirigiu. No longa, eles formam um casal e têm diversas cenas de sexo. Em entrevista ao E! Online, a atriz contou que passou nove horas filmando essas cenas, até que não aguentou mais e pediu arrego. “Ben e eu somos como irmão e irmã, graças a Deus, então não houve estranhezas. E ele é muito profissional – eu não sou, mas ele é”, ela começou dizendo. Mas logo tratou de revelar a canseira que foi realizar as cenas. “Havia uma montagem no roteiro dizendo que nós fazíamos sexo em todos os lugares: no carro, no bar… eu fiquei, tipo, Isso é um dia inteiro apenas de cenas de amor! Ok, como nós fazemos isso? Obviamente, quando se passou nove horas, eu não aguentei mais, pois comecei a rir de Ben, até lágrimas escorrerem em meu rosto. Quer dizer, Ben é apenas profissional. É isso o que ele é.” Ela explicou que, em determinado momento, Ben instruiu o diretor de fotografia, Robert Richardson, a manter a câmera rolando para que pudessem gravar a mesma cena de sexo várias vezes sem cortar. “Isso aconteceu três vezes e na terceira vez eu finalmente disse: ‘Você está brincando? Eu não sei o que você está tentando dizer para as pessoas, Ben, sobre suas proezas sexuais – suas habilidades…'”, ela brincou. Sem conseguir parar de rir de Ben, Sienna revelou até que não conseguiu manter o rosto sério nas cenas. “Há diversas tomadas daquela cena em que eu tive que sair da sala, porque eu tinha lágrimas escorrendo pela minha cara”. Além de dirigir e estrelar, Affleck assina o roteiro da produção, que adapta o livro homônimo de Dennis Lehane, autor das obras que inspiraram “Sobre Meninos e Lobos” (2003), “Ilha do Medo” (2010) e “Medo da Verdade” (2007), primeiro longa dirigido por Affleck. O elenco também inclui Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), Elle Fanning (“Malévola”), Scott Eastwood (“Esquadrão Suicida”), Chris Cooper (“O Espetacular Homem-Aranha 2”), Max Casella (série “Vinyl”), Brendan Gleeson (“O Guarda”), Anthony Michael Hall (série “Murder in the First”), Chris Messina (série “The Mindy Project”) e Titus Welliver (série “Bosch”). A produção é do ator Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”) e a estreia está marcada para 23 de fevereiro no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Larissa Manoela é destaque das primeiras oficiais do filme Meus 15 Anos

    11 de janeiro de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou as primeiras fotos oficiais de “Meus 15 Anos”, que destacam a atriz Larissa Manoela, estrelinha de “Carrossel” e de “Cúmplices de um Resgate”, do SBT. Na trama, ela interpreta Bia, a primeira nerdzinha de sua carreira, que lidava muito bem com a falta de popularidade até que ganha uma festa de debutantes e percebe que tudo pode mudar. O filme é uma adaptação do romance juvenil homônimo de Luiza Trigo e tem direção de Caroline Fioratti (da série “Unidade Básica”). O elenco também inclui Rafael Infante (“Desculpe o Transtorno”) e os jovens atores Daniel Botelho, Bruno Peixoto, Victor Meyniel, Clara Caldas, Bruna Tatar e Pyong Lee, entre outros. Atualmente em produção, o filme tem previsão de estreia para 29 de junho. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las.

    Leia mais
  • Filme

    Marcelo Adnet canta o novo trailer de Os Penetras 2 ao estilo de Anitta

    11 de janeiro de 2017 /

    O canal dos Penetras no YouTube divulgou um novo trailer do besteirol “Os Penetras 2 – Quem Dá Mais?”. A novidade fica por conta da trilha, uma paródia de “Bang”, de Anitta, em que Marcelo Adnet canta o que o espectador pode esperar do filme, com direito aos palavrões básicos que marcam o chamado humor nacional. A continuação traz de volta os protagonistas do primeiro longa, Marcelo Adnet e Eduardo Sterblitch, além de Stepan Nercessian, a russa Elena Sopova e Mariana Ximenes. Entre as novidades do elenco, incluem-se Danton Mello, em seu sexto besteirol consecutivo, e uma porção de youtubers, porque agora todos os besteiróis brasileiros têm que ter youtubers. A direção é novamente de Andrucha Waddington, que já foi mais conhecido por seus dramas premiados em festivais internacionais. A estreia vai penetrar nos cinemas em 19 de janeiro.

    Leia mais
  • Filme

    Rainer Cadete publica foto com seu visual de promotor no filme da Lava-Jato

    11 de janeiro de 2017 /

    O ator Rainer Cadete divulgou no Instagram sua primeira imagem caracterizado como o promotor Deltan Dellagnol para o filme “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, baseado na operação Lava-Jato. Compare acima com o verdadeiro Deltan. Não está claro se o filme manterá o nome real do integrante da força tarefa, já que o juiz Sérgio Moro terá seu nome alterado. Na foto, Rainer aparece de cabelos raspados e terno e gravata, um visual bastante diferente de seu personagem da novela “Verdades Secretas”, que o popularizou entre o público. Este é o segundo papel do ator de 29 anos no cinema. Antes, ele apareceu na comédia cult “Cine Holliúdy”, de 2012. Com estreia prevista para maio, o filme ainda traz no elenco Marcelo Serrado (“Divã a 2”) como o equivalente ao juiz Sérgio Moro, Antonio Calloni (minissérie “Dois Irmãos”) como delegado da PF e Flavia Alessandra (novela “Êta Mundo Bom!”) no papel de uma delegada. O roteiro foi escrito por Gustavo Lipsztein e Thomas Stavros (ambos da série de “1 Contra Todos”), e a direção está a cargo de Marcelo Antunez — de blockbusters como “Qualquer Gato Vira-Lata 2” e “Até que a Sorte nos Separe 3″, entre outros besteiróis. Com um orçamento de R$ 13,5 milhões, bancado por recursos de empresas privadas, de acordo com os produtores, o filme deve chegar aos cinemas em maio de 2017 e abrir uma trilogia sobre o tema. Além do filme, a operação Lava-Jato também vai virar série, atualmente em desenvolvimento pelo cineasta José Padilha (“Tropa de Elite”, série “Narcos”) para a Netflix.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie