Diego Luna será o novo Scarface do cinema
O ator mexicano Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vai ser o protagonista da nova versão de “Scarface”, que está sendo desenvolvida pelo estúdio Universal, informou a revista Variety. O projeto da refilmagem considerava um protagonista negro ou mexicano. O estúdio pode ter optado pelo segundo após a eleição de Donald Trump, pois a ideia é atualizar a trama para os dias de hoje. A Universal planeja essa nova versão de “Scarface” há algum tempo, e precisou de quatro revisões de roteiro para finalmente decidir ir em frente. O roteiro original foi escrito por David Ayer (“Esquadrão Suicida”), revisado por Paul Attanasio (“Donnie Brasco”) e ganhou uma terceira versão de Jonathan Herman (indicado ao Oscar 2016 pelo roteiro de “Straight Outta Compton”), antes da chegada de Terence Winter (“O Lobo de Wall Street”) para dar os toques finais na história. Entretanto, a produção ainda está sem diretor definido. De acordo com a revista Variety, o cineasta Antoine Fuqua, originalmente escalado para dirigir o remake, não está mais no projeto. Ele vai se concentrar na continuação de “O Protetor” (2014), que será filmada ao mesmo tempo. Inspirada na ascensão de Al Capone, a história já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de ambas as versões centra-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto na versão dos anos 1980 era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência.
A Bela e a Fera ganha novo trailer legendado ao som da nova versão da música-tema
A Disney divulgou um novo pôster e trailer legendado de “A Bela e a Fera”. A prévia resume quase toda a história, mostrando os diversos pontos de virada da trama: quando a Bela conhece a Fera, descobre a maldição e começa a superar o medo para se aproximar. Falou só o final feliz do desenho animado clássico. Até a música é a mesma, em nova versão quase igual – mudaram as vozes, agora de Ariana Grande e John Legend. Além de Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como efeito digital, também há bastante espaço para Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) mostrar a vaidade do vilão Gastão. O resto do elenco inclui Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”), Audra McDonald (série “Private Practice”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). Com direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”), “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Samara apavora clientes de loja de TVs durante pegadinha americana de O Chamado 3
As pagadinhas de terror de Sílvio Santos fizeram escola. A Paramount divulgou um vídeo que registra a coleção de sustos dos clientes de uma loja de eletrodomésticos, que são surpreendidos por Samara, enquanto veem cenas do vídeo amaldiçoado de “O Chamado 3” numa parede repleta de TVs de última geração. Gritinhos, correrias e histeria generalizada também servem para demonstrar como a garota de cabelo escorrido sobre a cara segue assustando até hoje, 12 anos depois de seu último filme. E não é à toa. O primeiro “O Chamado” (2002) é um dos filmes de terror mais apavorantes dos últimos anos. E o pessoal caprichou na maquiagem, deixando a atriz da pegadinha igualzinha à Samara dos filmes. O monstro original, na verdade, é japonês e se chama Sadako – a franquia começou como remake de “Ringu” (1998), que no Japão rendeu duas trilogias, sendo a mais recente iniciada por “Sadako 3D” (2012). Foi ela quem originou a febre dos filmes de mulheres fantasmas japonesas, que eletrizou fãs de terror nos primeiros anos do século. Após voltar do além no Japão, ela retorna agora também em Hollywood. A estreia de “O Chamado 3” está marcada para quinta (2/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Caretas de Winona Ryder no SAG Awards inspiram memes nos EUA
“Stranger Things” foi uma atrações premiadas pelo SAG Awards 2017, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA, em cerimônia realizada na noite de domingo (29/1). Acostumados a ver as crianças da série roubarem as atenções com seu comportamento espontâneo, os telespectadores do evento, transmitido ao vivo no Brasil pelo canal pago TBS, tiveram uma surpresa quando os intérpretes subiram no palco para receber o troféu de Melhor Elenco de Série de Drama. Quem acabou roubando a cena foi Winona Ryder. Mais precisamente, suas caretas. Enquanto David Harbour (que interpreta o xerife Jim) foi encarregado de fazer um discurso, que continha alto tom político contra as primeiras medidas do presidente Donald Trump, Winona Ryder realizou uma coreografia de reações inesperadas, do choque à alegria, da confusão à convicção total, que acabaram virando memes. Em seu discurso, o ator pregou a união, pediu mais empatia e compreensão na sociedade, e disse que grandes atuações podem mudar o mundo. “Vamos abrigar os estranhos e esquecidos, aqueles que não têm casa. Vamos ultrapassar as mentiras. Vamos caçar monstros. E quando estivermos perdidos no meio da hipocrisia e da violência casual de certos indivíduos e instituições, vamos, como Jim Hopper, dar um soco na cara de algumas pessoa”, declarou Harbour que foi respondido por muitas palmas, e acompanhado, em cada pontuação, pelas caretas da colega de elenco. Winona chegou até mesmo a erguer o punho para desferir os socos metafóricos aludidos no discurso, dando um cruzado certeiro contra um vilão imaginário de topete penteado sobre a testa. Confira abaixo as inúmeras reações da atriz flagradas pelos memes e os divertidos comentários (em inglês). Teve quem achasse que ver as expressões faciais de Winona foi melhor que assistir “La La Land”. E outra que sugeriu que ela acompanhasse com suas expressões os próximos discursos de Trump. Stranger Things mesmo. After a week like this we all needed emotional Winona Ryder. #SAGAwards #StrangerThings pic.twitter.com/PpFuBcwSbQ — Travon Free (@Travon) January 30, 2017 Which Winona Ryder are you today? #mondaymotivation pic.twitter.com/ttXdnROsdE — Matthew A. Cherry (@MatthewACherry) January 30, 2017 When you hear what Reince Priebus said about the Holocaust pic.twitter.com/OYEvRBlpaH — Zackary Drucker (@zackarydrucker) January 30, 2017 winona ryder's face during that speech was better than most of la la land — Hunter Harris (@hunteryharris) January 30, 2017 My year so far in a series of stills of Winona Ryder's face. pic.twitter.com/OiyOYAwia3 — kelsey gamble (@kelseygambles) January 30, 2017 Winona Ryder's reactions deserve their own award. #SAGAwards pic.twitter.com/JYj2xRJ0eM — Madeline Hill (@mad_hill) January 30, 2017 Next time Trump gives a speech, make Winona Ryder stand next to him and translate for all of us through her facial expressions. — emily nussbaum (@emilynussbaum) January 30, 2017
Cinema brasileiro bateu recorde de ingressos vendidos em 2016
A Ancine (Agência Nacional de Cinema) divulgou seu relatório anual com os números do cinema brasileiro em 2016. A apuração revela que houve crescimento no público dos filmes nacionais. A fatia do mercado ocupada por filmes feitos no país atingiu 16,5% do total contra 13% do ano anterior. Isto equivale a 30,4 milhões de ingressos vendidos. O número é recorde. Segundo a Ancine, trata-se do melhor resultado deste século. Na verdade, é o melhor desempenho do cinema nacional desde 1984. O resultado foi impulsionado por “Os Dez Mandamentos – O Filme”, que vendeu 11,3 milhão de ingressos e acabou na 1ª posição entre os mais assistidos do ano, superando inclusive todos os lançamentos internacionais. Em 2º lugar, ficou o fenômeno “Minha Mãe É uma Peça 2”. Ao todo, o filme já vendeu 8,1 milhões de ingressos e somou R$ 109 milhões de arrecadação. Mas as contas da Ancine se encerram em 31 de dezembro, contabilizando apenas os primeiros 10 dias em que o longa foi exibido, após estrear em 22 de dezembro. Neste período, a comédia estrelada por Paulo Gustavo foi vista por 4 milhões de espectadores, o que já foi mais que suficiente para deixar bem para trás o 3º lugar, “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina”, com 2,5 milhões de espectadores. As comédias de estilo besteirol dominaram as bilheterias. Mas o cinema brasileiro também bateu recorde de filmes lançados comercialmente. Foram 134 estreias. Desde total, 29 foram dirigidos por mulheres, num aumento de 5,6% em relação a 2015. Duas diretoras, inclusive, comandaram blockbusters, como Cris D’Amato e Julia Rezende, responsáveis pelos besteiróis “É Fada!” e “Um Namorado Para Minha Mulher”, respectivamente. Ainda segundo o relatório, o Brasil chegou ao fim do ano com 3.168 salas de exibição. Ainda não é recorde. Em 1975, o país tinha 3.276 salas. Mas o jeitinho brasileiro dá um jeito de dobrar o tamanho do circuito, projetando mais de um filme por sala simultaneamente, em sessões intercaladas. Se, por um lado, a iniciativa poderia ter impacto positivo, ao permitir que mais filmes entrem em cartaz simultaneamente, por outro lado inclui o imponderável nas análises do mercado. Afinal, um circuito elástico, em que sempre cabe mais um filme na mesma sala, não tem tamanho determinado. Portanto, é inviável contabilizá-lo com base no número de salas, como se faz nos mercados mais desenvolvidos.
Campanha contra Quatro Vidas de um Cachorro não impede sucesso do filme nos EUA
A Universal avaliou ter tomado a decisão correta ao manter a estreia de “Quatro Vidas de um Cachorro” na data prevista, após um vídeo editado, supostamente mostrando maus tratos a um dos cachorros do filme, ter sido publicado pelo site TMZ. As imagens vieram à tona poucos dias antes da estreia prevista para a produção, e chocaram até integrantes do elenco e da equipe técnica. O estúdio reagiu cancelando a pré-estreia e as entrevistas de divulgação, enquanto realizou uma investigação interna. Tão logo observou outras imagens registradas no mesmo dia de filmagem, a postura adotada foi de rechaçar o vídeo, em comunicado oficial e em entrevistas, afirmando que as imagens teriam sido montadas de forma sensacionalista e não refletiriam o que de fato aconteceu. Em suma, o cachorro não sofreu maus tratos. Os desmentidos não desarmaram a determinação da ONG Peta de protestar contra o longa, organizando um boicote, com direito a piquetes nas portas de alguns cinemas. Outras ONGs, inclusive no Brasil, teriam se aliado ao protesto. Embora o filme tenha aberto apenas em 6º lugar no Brasil, a polêmica parece não ter afetado seu desempenho nos EUA. Pesquisas do mercado norte-americano revelaram que “Quatro Vidas de um Cachorro” foi visto por famílias inteiras, que não se deixaram influenciar pelo vídeo. A história do cão que reencarna arrecadou US$ 18,4 milhões em seu final de semana de estreia nos EUA, ocupando o 2º lugar nas bilheterias. E isto estaria dentro das expectativas do estúdio. “Estreou na posição ideal, se é que não superou as expectativas”, disse Nick Carpou, chefe de distribuição regional da Universal, para a agência Reuters. “O fato de o filme ter dado tão certo tem relação direta com a ressonância de sua mensagem. A polêmica cercando os protestos gerados por um vídeo altamente editado é difícil de ignorar. Entretanto, a bilheteria mostra que o filme está acima disso”. O executivo observou que mesmo em complexos de salas onde houve manifestações, como o Arclight de Los Angeles, o longa se saiu bem. O resultado acompanhou o montante gerado pelas estreias de outros lançamentos focados no público amante de animais, como “Resgate Abaixo de Zero” (US$ 20,1 milhões) e “Winter, O Golfinho” (US$ 19,1 milhões), sendo que nenhum desses teve que enfrentar campanha negativa por maus tratos. “Quatro Vidas de um Cachorro” custou US$ 22 milhões para ser produzido e não deve dar prejuízo.
Sony teve prejuízo de quase US$ 1 bilhão em 2016
O estúdio que achou que lançar uma versão feminina de “Caça-Fantasmas” era uma boa ideia, que fazer um remake “politicamente correto” de “Sete Homens e um Destino” lotaria os cinemas, que o mundo estava louco por uma nova distopia adolescente, como “A 5ª Onda”, e que continuar a franquia “O Código Da Vinci” com “Inferno” era sucesso garantido, teve prejuízo de quase US$ 1 bilhão no último trimestre fiscal de 2016. A Sony informou oficialmente nesta segunda-feira (30/1) ter fechado o ano passado com prejuízo de US$ 976 milhões em seu segmento de filmes. Mas, como executivos nunca erram, a companhia culpa a concorrência da Netflix e de outros serviços de streaming online pelo fiasco. As plataformas teriam prejudicado a demanda por DVDs de filmes. Um porta-voz da empresa disse à Bloomberg que o declínio no mercado de DVD e Blu-ray foi mais rápido do que a Sony esperava. Agora, a companhia está apostando cada vez mais no seu negócio de viodegames, que gerou uma renda duas vezes maior do que a divisão de filmes no último ano fiscal. A desculpa oficial só não explica porque a Sony não participou, no mesmo período, do sucesso dos demais estúdios, quando os cinemas bateram recorde de arrecadação e a Disney atingiu a maior bilheteria de um estúdio em todos os tempos. O fato é que o mercado já foi informado que Michael Lynton, o executivo-chefe da unidade de cinema e televisão da Sony Entertainment, vai renunciar ao cargo em fevereiro. Ele deve ir trabalhar no Snapchat, como recompensa pelos bons serviços. Graças aos resultados de Lynton, várias empresas de mídia e tecnologia, interessadas em comprar a divisão que ele comanda, buscaram retomar conversas. Mas a companhia não estaria à venda.
Evan Rachel Wood está noiva do músico com quem montou uma banda new wave
Um representante de Evan Rachel Wood confirmou que a atriz está noiva do músico Zach Villa. O casal foi visto na cerimônia do SAG Awards com alianças de prata nos dedos. Os dois se conheceram em 2015, quando estrelaram um espetáculo musical inspirado em John Hughes. Pouco depois, resolveram montar uma banda juntos, Rebel and a Basketcase, cujo nome faz referência aos tipos de Judd Nelson e Ally Sheedy no filme “Clube dos Cinco” (1985), o maior clássico de Hughes. A banda lançou um single, “Oh, Yeah”, e prepara seu primeiro álbum, com influência da new wave dos anos 1980. Veja o clipe abaixo. Wood foi casada anteriormente com Jamie Bell, com quem teve um filho, hoje com três anos de idade. O casal se divorciou em 2014, após dois anos juntos. Bell, por sinal, também está noivo e prestes a se casar com a atriz Kate Mara, que ele conheceu durante as filmagens de “Quarteto Fantástico” (2014).
Filme de Han Solo inicia produção com referência à cena clássica de Guerra nas Estrelas
Christopher Miller, que é co-diretor da próxima “História Star Wars”, centrada no jovem Han Solo, publicou em seu Instagram uma foto que marca o início das filmagens. A imagem compartilha foi a da claquete do primeiro dia de trabalho. Mas a legenda aproveita para fazer referência a uma cena clássica de “Guerra nas Estrelas” (1977). Veja abaixo. O texto diz, em inglês, “Han First Shot”. Em linguagem cinematográfica, isto quer dizer “primeira tomada de Han”. Mas também significa, literalmente, “primeiro tiro de Han”, num trocadilho com a maior polêmica digital da franquia – conhecida como “Han Shot First”, em inglês. No filme antigamente conhecido como “Guerra nas Estrelas”, Han Solo dava um tiro no caçador de recompensas Greedo, durante uma conversa na famosa cena da cantina de Mos Eisley. Mas no relançamento rebatizado em 1997 como “Star Wars: Uma Nova Esperança”, o confronto foi retocado digitalmente para que Greedo atirasse primeiro, dando a Han Solo o “direito” de defesa – segundo a lógica do Velho Oeste, que até hoje é preservada na cultura americana. Embora o resultado seja o mesmo nas duas versões – Geedo morre – , George Lucas quis mudar o detalhe de quem atira primeiro para que as crianças não vissem Han Solo como um assassino. Han virou assim um, digamos, assassino justificado. Outra curiosidade é que o logo da claquete identifica a produção com o título “Star Wars: Red Cup”. Trata-se de um nome provisório, já que a LucasFilm ainda não definiu o título oficial do filme. Ao mesmo tempo, a claquete confirma o nome de Bradford Young (“A Chegada”) como diretor de fotografia. Assim como “Rogue One: Uma História Star Wars”, o filme vai se passar antes dos eventos mostrados no clássico “Guerra nas Estrelas” (1977). O elenco destaca Alden Ehrenreich (“Ave César”), que viverá o personagem imortalizado por Harrison Ford, além de Donald Glover (série “Atlanta”), Emilia Clarke (série “Game of Thrones”) e Woody Harrelson (“Truque de Mestre”). O roteiro é de Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) e seu filho Jon, e a direção está a cargo da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”), com lançamento marcado para maio de 2018. Han First Shot Uma foto publicada por Chris Miller (@chrizmillr) em Jan 30, 2017 às 8:10 PST
Minha Mãe É uma Peça 2 supera R$ 100 milhões de bilheteria
O sucesso da comédia brasileira “Minha Mãe É Uma Peça 2” continua impressionante. No fim de semana, o filme conquistou uma façanha raríssima no cinema nacional, ao ultrapassar a arrecadação total de R$ 100 milhões. Ao todo, 8,1 milhões de ingressos já foram vendidos para o público assistir Paulo Gustavo vestido de mulher, somando R$ 109 milhões para a produção. A marca faz de “Minha Mãe É Uma Peça 2” o quarto filme brasileiro mais assistido de todos os tempos – ou, ao menos, desde 1970, quando o mercado passou a contabilizar seus números. Só perde para “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “Tropa de Elite 2” (2010) e “Os Dez Mandamentos” (2016). Há seis semanas em cartaz, o filme permanece entre os mais assistidos do Brasil, ocupando atualmente a 3ª colocação do ranking das maiores bilheterias da semana. Os planos para a continuação já estão sendo discutidos e Paulo Gustavo mencionou a possibilidade de filmar “Minha Mãe É Uma Peça 3” em Nova York. Entretanto, ele não dá prazo para o início da produção, dizendo que tem “outros projetos”. “‘Minha Mãe é uma Peça em Nova York’, se tiver, vai demorar muito ainda. Eu tenho outros projetos, estou escrevendo um novo filme para o ano que vem, que eu ainda no posso contar, porque ainda não tem nada registrado, nem nome, nem nada, então fica difícil falar agora. Mas eu vou fazer, se Deus quiser. A trilogia, fica chiquérrimo, né. Agora, vai demorar um pouquinho. Vamos ver, tem que construir uma história muito engraçada. Para ter o 3, não dá para ser qualquer coisa, tem que ser melhor que o primeiro e o segundo”, afirmou o ator.
Resident Evil 6 estreia em 1º lugar no Brasil
“Resident Evil 6: O Capítulo Final” estreou no topo das bilheterias no Brasil, ao contrário dos EUA, onde seu desempenho não rendeu mais que o 4º lugar. O filme que deve encerrar a franquia de videogames no cinema teve cerca de 400 mil ingressos vendidos e arrecadou R$ 6,9 milhões em seu primeiro fim de semana no país, segundo dados divulgados pela ComScore, empresa que monitora o mercado brasileiro. Com isso, após duas semanas em 1º lugar, a animação “Moana – Um Mar de Aventuras” caiu para a segunda posição. Seu sucesso já lhe garantiu R$ 61 milhões e 4,3 milhões de ingressos vendidos. Mas impressionante mesmo é o sucesso da comédia brasileira “Minha Mãe É Uma Peça 2”. Há seis semanas em cartaz, o filme continua entre os mais assistidos, ocupando a 3ª colocação. No fim de semana, ainda conquistou uma façanha raríssima no cinema nacional, ao ultrapassar a arrecadação de R$ 100 milhões. Ao todo, 8,1 milhões de ingressos já foram vendidos para o público assistir Paulo Gustavo vestido de mulher, somando R$ 109 milhões para a produção. A marca faz de “Minha Mãe é Uma Peça 2” o quarto filme brasileiro mais assistido de todos os tempos – ou, ao menos, desde 1970, quando o mercado passou a contabilizar seus números. Só perde para “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), “Tropa de Elite 2” (2010) e “Os Dez Mandamentos” (2016). Recordista em indicações ao Oscar 2017, o musical “La La Land” ficou em 4º lugar para demonstrar que, com boa distribuição, até filmes bons podem fazer sucesso. Acessibilidade impede ou cria sucessos. “xXx: Reativado” fecha o Top 5. E as cinco posições seguintes incluem outros quatro lançamentos do fim de semana: “Quatro Vidas de um Cachorro” (6º), “A Bailarina” (7º), “Beleza Oculta” (8º) e “Até o Último Homem” (10º). BILHETERIAS: TOP 10 Brasil 1. Resident Evil 6: O Capítulo Final Fim de semana: R$ 6,9 milhões Total: R$ 7 milhões 2. Moana – Um Mar de Aventuras Fim de semana: R$ 4,9 milhões Total: R$ 61 milhões 3. Minha Mãe É uma Peça 2 Fim de semana: R$ 4,8 milhões Total: R$ 109 milhões 4. La La Land Fim de semana: R$ 3,8 milhões Total: R$ 13,1 milhões 5. xXx: Reativado Fim de semana: R$ 3,4 milhões Total: R$ 14,8 milhões 6. Quatro Vidas de um Cachorro Fim de semana: R$ 2,6 milhões Total: R$ 2,6 milhões 7. “A Bailarina” Fim de semana: R$ 2,4 milhões Total: R$ 2,8 milhões 8. “Beleza Oculta” Fim de semana: R$ 2,2 milhões Total: R$ 2,2 milhões 9. Assassin’s Creed Fim de semana: R$ 2,1 milhões Total: R$ 30,8 milhões 10. Até o Último Homem Fim de semana: R$ 1,1 milhão Total: R$ 1,1 milhão
Ator de The Big Bang Theory é amaldiçoado após assistir o vídeo de O Chamado 3
A Paramount divulgou uma cena de “O Chamado 3”, que mostra o ator Johnny Galecki (“The Big Bang Theory”) assistindo ao vídeo amaldiçoado e recebendo a fatídica ligação de Samara. “Sete dias…” A continuação retoma a maldição de Samara após 12 anos e no rastro do ressurgimento de Sadako, o monstro original, no Japão – a franquia começou como remake de “Ringu” (1998), que no Japão rendeu duas trilogias, sendo a mais recente iniciada por “Sadako 3D” (2012). A principal vítima de “O Chamado 3” é a italiana Matilda Anna Ingrid Lutz (“Somewhere Beautiful”), que cai na tentação de ver um estranho vídeo online e acaba recebendo a ameaçadora ligação telefônica que dispara a contagem regressiva. O elenco também inclui Alex Roe (“A 5ª Onda”), Zach Roerig (série “The Vampire Diaries”), Aimee Teergarden (série “Friday Night Lights”), Lizzie Brocheré (série “The Strain”), Laura Wiggins (série “The Tomorrow People”) e Andrea Powell (série “Outcast”). O roteiro passou por versões de Jacob Aaron Estes (“Quase um Segredo”), Akiva Goldsman (“A 5ª Onda”) e David Loucka (“A Última Casa da Rua”) e a direção é do espanhol F. Javier Gutiérrez (“Tres Días”). A estreia está marcada para quinta (2/2) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Primeira foto oficial de Oito Mulheres e um Segredo junta Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway e Rihanna
A Warner divulgou a primeira foto oficial de “Oito Mulheres e um Segredo” (Ocean’s Eight), versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (Ocean’s Eleven). A imagem reúne as oito protagonistas do título num vagão de metrô. São elas: Sandra Bullock (“Gravidade”), Cate Blanchett (“Carol”), Anne Hathaway (“Interestelar”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Sarah Paulson (série “American Crime Story”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), a cantora Rihanna (“Battleship”) e a novata Awkwafina (“Vizinhos 2”). Também foi revelada a sinopse da trama, que chega bem perto de confirmar especulações sobre a personagem de Bullock, que seria irmã de Danny Ocean, o protagonista da franquia original, vivido por George Clooney. O resumo oficial da trama a chama de Debbie Ocean, justificando o título “Ocean’s Eight”. Vale lembrar que anteriormente foram lançados três filmes chamados “Ocean’s Eleven”, “Ocean’s Twelve” e “Ocean’s Thirteen”. Diz o texto: “A maré vai mudar quando Debbie Ocean (Sandra Bullock) tentará realizar o golpe do século no baile anual Met Gala, recheado de estrelas. Sua primeira parada é reunir o elenco perfeito: Lou (Cate Blanchett), Nine Ball (Rihanna), Amita (Mindy Kaline), Constance (Awkwafina), Rose (Helena Bonham Carter), Daphne Kluger (Anne Hathaway) e Tammy (Sarah Paulson)”. Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu “Onze Homens e um Segredo”, o filme tem direção de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e previsão de estreia apenas para junho de 2018.












