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Filme

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Filme

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13 de julho de 2026
  • Filme

    Johnny Depp volta a viver Jack Sparrow em três pôsteres do novo Piratas do Caribe

    20 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou três pôsteres do filme “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, que juntam o Capitão Jack Sparrow, personagem de Johnny Depp, com seus novos aliados e inimigos. O quinto filme da franquia traz o personagem de Depp novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por Salazar (Javier Bardem, de “007 – Operação Skyfall”), um velho inimigo que escapou do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. Além de Bardem, as novidades do elenco incluem Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), que, dizem os rumores, viveria o filho de Will Turner, Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O elenco ainda contará com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e o próprio Orlando Bloom. O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”) e um detalhe curioso é que o título do filme em inglês não tem Salazar nenhum. É “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” (Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Angelina Jolie fala pela primeira vez do divórcio com Brad Pitt

    20 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Angelina Jolie falou pela primeira vez sobre seu divórcio de Brad Pitt. Em entrevista à rede BBC, por ocasião da première de seu novo filme como diretora, “First they Killed My Father”, lançado no sábado (18/2) no Camboja, ela classificou a separação como “difícil”, mas disse que Pitt sempre será parte da “família”. “Muitas pessoas estão nessa situação também. Minha família inteira tem enfrentado esse momento complicado. Meu foco está nas minhas crianças, nossas crianças”, afirmou a artista. “Nós somos e sempre seremos uma família. Estou tentando achar o caminho para que isso nos torne mais fortes e próximos.” A première de “First they Killed My Father”, que é o terceiro longa de ficção dirigido por Jolie, foi a primeira aparição pública da estrela desde o anúncio de seu processo de divórcio. Coproduzido pelo diretor cambojano indicado ao Oscar Ritthy Panh (“A Imagem que Falta”) e distribuído pela Netflix, o filme é uma adaptação das memórias da ativista cambojana Loung Ung durante os anos de governo do Khmer Vermelho (1975-1979). A trama narra, na perspectiva da então menina Loung Ung, de cinco anos, o horror da evacuação em massa de Phnom Penh e sua luta para sobreviver durante os anos do genocídio cometido pelo partido comunista, em que morreu um quarto da população do Camboja (cerca de 1,7 milhão de pessoas), vítimas de fome, exaustão devido a trabalhos forçados e de execuções em massa. Jolie pediu o divórcio de Pitt em 15 de setembro, citando diferenças irreconciliáveis com o ex-marido, segundo documentos judiciais divulgados por agências internacionais. O casal estava junto desde 2004, mas só se casou em agosto de 2014. O rompimento foi repentino, seguindo um incidente no qual Pitt teria perdido a paciência na frente de pelo menos um de seus seis filhos. Jolie busca a custódia integral das crianças, com direito de visita de pai. Ela, porém, não quer o apoio dele na criação dos filhos. Em novembro, o ator foi inocentado de alegações de conduta abusiva e pediu a custódia compartilhada. O processo está em andamento.

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  • Filme

    Joe Carnahan vai dirigir remake de Operação Invasão

    19 de fevereiro de 2017 /

    O já antigo projeto de refilmagem de “The Raid” (2011), o fodástico filme de ação indonésio lançado no Brasil como “Operação Invasão”, vai finalmente sair do papel. O diretor Joe Carnahan (“A Perseguição”) confirmou seu envolvimento com a produção ao postar um vídeo em seu Instagram, em que assiste e comenta o filme com o ator Frank Grillo (“12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição”). Grillo irá estrelar a produção. No vídeo – e posteriormente no Twitter – , Carnahan garante que não seu filme não será um remake, mas uma reimaginação da mesma situação. Detalhe: a mesma situação já foi reimaginada na trama de “Dredd” (2012). Na trama de “Operação Invasão”, uma equipe da SWAT indonésia invade um prédio de 30 andares que serve de esconderijo para um cruel mafioso. Mas o prédio se revela uma grande armadilha. Presos no edifício, eles precisam lutar contra uma multidão de capangas e assassinos, armados até os dentes, para sair com vida. A violência é impressionante. Escrito e dirigido pelo britânico Gareth Evans, o filme acabou se tornando um dos mais influentes exemplares do cinema de ação dos últimos anos. Inclusive, já ganhou sequência, que foi igualmente muito bem-sucedida. Ainda não há previsão para o lançamento da versão americana. #WarPartyFilms @xyzfilms @frankgrillo1 @ghuwevans. It's going down for real. #theraid Uma publicação compartilhada por Joe Carnahan (@carnojoe) em Fev 15, 2017 às 9:46 PST

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  • Filme

    Lego Batman escala A Grande Muralha e dá tchauzinho para A Cura nas bilheterias dos EUA

    19 de fevereiro de 2017 /

    As estreias da semana não conseguiram superar os sucessos de “Lego Batman – O Filme” e “Cinquenta Tons Mais Escuros” na América do Norte. Os dois filmes mantiveram-se nas mesmas posições pelo segundo fim de semana consecutivo. A animação de “Batman” provou-se um grande sucesso doméstico, beirando os US$ 100 milhões em 10 dias de exibição, enquanto a continuação de “Cinquenta Tons de Cinza” demonstra maior apelo internacional, abrindo US$ 100 milhões de vantagem sobre o rival na soma das bilheterias de todos os países. Curiosamente, enquanto a animação alcançou 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o romance erótico teve resultado inverso, com 91% de críticas negativas, e já dispara como favorito ao troféu Framboesa de Ouro 2018, como pior filme, direção, roteiro, ator, atriz e casal do ano. Em 3º lugar, “A Grande Muralha” estreou nos EUA com sucesso consolidado na China, responsável por mais de US$ 200 milhões de sua arrecadação mundial. Estrelado pelo americano Matt Damon, o filme é a principal tentativa do cinema chinês de emplacar um blockbuster internacional. Quem comanda a produção é um mestre, Zhang Yimou, que além de filmes fantásticos de artes marciais e dramas de época marcantes, comandou o espetáculo de abertura das Olimpíadas de Pequim. Repleto de monstros, acrobacias e muitos efeitos visuais, o filme é um espetáculo sensorial, mas a narrativa deixou a desejar, segundo a crítica americana, rendendo apenas 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. Cotações similares de mediocridade acompanharam as demais estreias da semana, que incluem o desastre cômico “Te Pego na Saída” em 5º lugar e o terror “A Cura”, numa implosão completa em 10º lugar. Este bis da parceria entre o diretor Gore Verbinski e o roteirista Justin Haythe repete o resultado trágico do filme anterior da dupla, “O Cavaleiro Solitário” (2013), e coloca em cheque o futuro de ambos na indústria cinematográfica americana. Haythe tem atualmente um novo roteiro ambicioso em produção, “Red Sparrow”, thriller de espionagem que será estrelado por Jennifer Lawrence. Já Verbinski está com a agenda em branco. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 34,2 milhões Total EUA: US$ 98,7 milhões Total Mundo: US$ 170,7 milhões 2. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: US$ 20,9 milhões Total EUA: US$ US$ 89,6 milhões Total Mundo: US$ 276,8 milhões 3. A Grande Muralha Fim de semana: US$ 18 milhões Total EUA: US$ 18 milhões Total Mundo: US$ 262,6 milhões 4. John Wick – Um Novo Dia para Matar Fim de semana: US$ 16,5 milhões Total EUA: US$ 58,6 milhões Total Mundo: US$ 90,4 milhões 5. Te Pego na Saída Fim de semana: US$ 12 milhões Total EUA: US$ 12 milhões Total Mundo: US$ 12 milhões 6. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 7,1 milhões Total EUA: US$ 142,5 milhões Total Mundo: US$ 163,8 milhões 7. Fragmentado Fim de semana: US$ 7 milhões Total EUA: US$ 123,6 milhões Total Mundo: US$ 193,1 milhões 8. Quatro Vidas de um Cachorro Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 50,6 milhões Total Mundo: US$ 64,5 milhões 9. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 133,5 milhões Total Mundo: US$ 339,6 milhões 10. A Cura Fim de semana: US$ 4,2 milhões Total EUA: US$ 4,2 milhões Total Mundo: US$ 8,7 milhões

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  • Etc,  Filme

    Angelina Jolie faz primeira aparição pública após divórcio na première de seu novo filme no Camboja

    19 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Angelina Jolie fez no sábado (18/2) a primeira aparição pública após seu divórcio de Brad Pitt. Assim como o ator, que ressurgiu na première de “Aliados”, Angelina reapareceu para divulgar a estreia de um filme. Com três diferenças: ela é a diretora do longa, compareceu acompanhada por todos os filhos e o evento aconteceu bem longe de Los Angeles, onde o casal mora. E põe longe nisso. A première de “First They Killed My Father” foi realizada na cidade de Siem Reap, no Camboja Angelina escolheu o Camboja porque “First They Killed My Father” é sobre o país. O longa, produzido pela Netflix, é uma adaptação do livro de memórias da escritora Loung Ung sobre a loucura genocida do Khmer Vermelho, partido comunista que, ao assumir o poder, massacrou milhões de habitantes no Cambodja nos anos 1970. A trama conta seu relato de sobrevivência durante uma infância cercada pela violência, após testemunhar a morte de toda sua família. A própria autora escreveu o roteiro ao lado de Angelina, que assim continua, em seu terceiro longa como diretora, a abordar a brutalidade da guerra, seu rastro de morte e as sequelas que deixa nos sobreviventes. Ao falar com a imprensa no Camboja, Angelina confessou que o desejo de contar esta história foi inspirado por seu filho mais velho, Madoxx, que nasceu no país e foi adotado pela estrela em 2002, com 1 ano de idade. “Queria compreender o que os pais do meu filho podem ter passado, e queria conhecer essa história melhor, este país melhor, e espero ter honrado os que sobreviveram”, disse, durante entrevista coletiva. Angelina agradeceu a boa vontade da escritora, dos produtores (entre eles, o cineasta Rithy Pahn, diretor do premiadíssimo documentário “A Imagem que Falta”, sobre o mesmo assunto), equipe e povo cambojano durante as filmagens. “Não consigo encontrar palavras para expressar o que significa para mim receber a confiança de vocês para contar parte da história deste país”, disse ela. “Este filme não foi feito para se concentrar nos horrores do passado, mas para comemorar a resistência, a bondade e o talento do povo cambojano. Acima de tudo, este filme é a minha maneira de dizer obrigado ao Camboja”, ela continuou. “Sem o Camboja talvez nunca tivesse me tornado mãe, parte do meu coração está e sempre estará neste país e parte deste país está sempre comigo: Maddox”. Entre os lugares onde o filme foi rodado, inclui-se justamente a cidade de Battambang, um dos redutos do Khmer Vermelho e onde nasceu Maddox Chivan Jolie-Pitt. Maddox, inclusive, esteve presente durante as filmagens, para conhecer melhor suas origens. Após o encontro com a imprensa, a atriz e seus seis filhos foram recepcionados pelo Rei do Camboja, Norodom Sihamoni. Com um elenco composto inteiramente de atores cambojanos, “First They Killed My Father” é a produção de maior orçamento já realizada no país. O filme ainda não tem previsão de estreia. Confira abaixo as fotos da entrevista coletiva, da recepção real e da première mundial da produção. Aproveite e veja também o vídeo de bastidores da produção neste link.

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    Entrevista: Hugh Jackman diz ter sentido paz ao se despedir de Wolverine em Logan

    19 de fevereiro de 2017 /

    O ator Hugh Jackman participou de uma entrevista coletiva em São Paulo, neste domingo (19/2), para divulgar o lançamento do seu último filme como Wolverine, “Logan”. Dirigido por James Mangold, o terceiro filme solo do super-herói mutante estreia no Brasil no dia 2 de março. E, segundo o ator, “é a história definitiva do Wolverine”. “Não queria que fosse um filme de quadrinhos. Queria que fosse o filme definitivo sobre este homem. Que, ao olhar para trás, eu tivesse orgulho”, ele explicou, reforçando que será a última vez em que viverá o personagem. E que, sim, sentiu muito orgulho do filme, quando o viu projetado pela primeira vez numa tela de cinema. Apesar de “Logan” marcar sua despedida do papel – que viveu em nove filmes, inclusive nos seis longas dos “X-Men” já lançados – , ele garante que jamais deixará de se sentir Wolverine. “Eu amo o Wolverine. Não vou sentir saudade, pois ele sempre estará dentro de mim. Sei que não vou deixar essa família ‘X-Men’ nunca, pois todos os dias encontro fãs que me acenam com os dedos imitando as garras de Wolverine. E isso será pra sempre.” Mas dar um adeus de forma consciente foi complicado. “Foi muito emotivo fazer esse filme. Cheguei a chorar no set”, ele confessou. “Foi difícil me despedir da equipe depois de tantos anos. E se eu não conseguir um emprego logo, talvez eu fique preocupado”, brincou. Foram 17 anos na pele do baixinho invocado. Não há dúvidas de que o personagem marcou a carreira do ator australiano, que era praticamente desconhecido quando surgiu no primeiro “X-Men”, em 2000, aos 32 anos de idade. “Eu nunca tinha ouvido falar de ‘X-Men’ quando me chamaram para o teste. Quando li que garras saiam das mãos dele, pensei: ‘Isso é ridículo’”, ele contou. Mas não demorou a se identificar com a humanidade de Logan, que sempre foi muito mais que garras afiadas. “Wolverine é um personagem diferente. Pra mim, ele é mais definido por sua humanidade do que pelos seus poderes. Com esse filme, ‘Logan’, conseguimos nos aprofundar nessa humanidade. O maior inimigo de Logan é a intimidade. Ter intimidade com amigos, familiares, isso revela quem você realmente é, mostra até o que você não aceita em si. Agora ele se rende e deixa uma família entrar”. Jackman diz que esta era a história que sempre quis contar, desde que sentiu o potencial real de Wolverine. “Sempre senti que existia uma história mais profunda em relação a esse personagem. Tenho muito orgulho dos filmes do passado, mas sentia que tinha algo a mais. Não queria representar só o durão Wolverine, mas o difícil Logan. Espero que os fãs digam: finalmente, este é o filme do Wolverine que eu queria ver.” A busca por uma narrativa mais dramática é equilibrada, na tela, por uma violência jamais vista nos filmes de mutantes da Fox. Segundo Jackman, a violência de “Logan”, que foi classificado como não indicado para menores de idade nos EUA, foi intencional. “É violento de propósito. Não dá para entender Logan sem entender que este é um homem que foi criado para ser uma arma a vida toda”, diz. “Não é um filme em que um prédio cai sobre as pessoas e dizem que elas morreram. Quando pessoas morrem, elas morrem.” “É um filme adulto”, ele acrescenta. “Tem crianças no elenco, mas não é feito pra crianças. Foi uma decisão ousada que tomamos. Agora, existe um entendimento sobre as consequências da violência. Se você é violento, isso fica em você. Não importa se você é violento lutando por algo que acredita. Você carrega aquele peso. Logan sente esse peso. O filme é uma reflexão sobre a morte, sobre envelhecer, sobre se conectar, sobre família.” No filme, Jackman divide a tela com Patrick Stewart, que interpreta uma versão ainda mais envelhecida de Charles Xavier, e Dafne Keen, que encarna uma jovem mutante chamada de Laura nas sinopses oficiais, mas que o ator, na entrevista, chama logo pelo nome que os fãs reconhecem dos quadrinhos e das séries animadas. “A idéia de usar a X-23 e a demência de Xavier foi de Jim [o diretor James Mangold], e acho que foi ótimo. Pegar esse personagem, que é a pessoa com o maior medo de intimidade, e cercá-lo com uma família foi uma grande escolha narrativa”, ele observa. “Nesse filme, Logan finalmente sente algo pela primeira vez: paz. E eu fico até meio emocional pensando nisso, porque eu me senti em paz também ao assistir pela primeira vez, como um ator que vive este homem há 17 anos”, concluiu.

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    Uma Noite de Crime vai ganhar quarto filme em 2018

    19 de fevereiro de 2017 /

    A Universal Pictures, a Blumhouse e a Platinum Dunes anunciaram oficialmente que a franquia antigamente conhecida como “Uma Noite de Crime” vai ganhar um quarto filme. A estreia de “The Purge 4” (nome em inglês) foi marcada para 3 de julho de 2018. A data, caso tenha passado despercebido, é véspera do Independence Day americano. Assim como em “Uma Noite de Crime”, “Uma Noite de Crime: Anarquia” e “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição” (culpem os tradutores brasileiros pela dificuldade extra para explicar que este é o terceiro filme da franquia), o novo filme terá roteiro de James DeMonaco, que escreveu e dirigiu os três primeiros longas. Desta vez, porém, ele não acumulará o trabalho de direção. Os produtores estão atualmente à procura de um diretor para a sequência, que ainda não tem título oficial. O desfecho de “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição” deixou o futuro da distopia de DeMonaco incerto. Até agora, não há nenhum detalhe sobre o enredo, mas no ano passado DeMonaco sugeriu que “The Purge 4” poderia ser um prólogo. “Eu tentaria falar sobre como tudo começou”, disse o cineasta ao CinemaBlend. “Chegamos ao ponto de ver uma figura presidencial tentar acabar com isso. Agora vamos voltar no tempo e ver como tudo se iniciou. Como o país chegou àquele ponto e as circunstância que levaram o povo a aceitar aquele tipo de atrocidade”, sugeriu DeMonaco ao ser questionado sobre o futuro da franquia. Isto foi antes de Donald Trump ser eleito presidente dos EUA, com o slogan “Make America Great Again”. Recentemente, ao ser indagado sobre qual seria o slogan para sua reeleição, Trump escolheu inconscientemente o slogan de “The Purge 3” (o tal “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição”): “Keep America Great!”

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    Primeiro curta de Godard, considerado perdido, reaparece na íntegra no YouTube

    19 de fevereiro de 2017 /

    Um dos filmes mais raros do mundo apareceu completo no YouTube. Trata-se do primeiro curta de ficção do mestre francês Jean-Luc Godard e considerado perdido. Intitulado “Une Femme Coquette” (uma mulher faceira), a produção de 1955 é filmada em preto e branco e, em seus 9 minutos, já demonstra a energia e rebeldia que marcaria “Acossado” (1960) e a nouvelle vague, antecipando a revolução sexual dos anos 1960. Baseado em uma história escrita por Guy De Maupassant, o curta mostra as tentativas de uma jovem de flertar com um estranho. Agnès (Maria Lysandre), uma jovem burguesa de Genebra, escreve (e narra) uma carta para uma amiga contando como acabara de trair o marido. Fascinada pelos gestos e atitudes adotados por uma prostituta para atrair seus clientes, Agnès decide imitá-la e seduz o primeiro homem que vê (Roland Tolma), em um banco de jardim. A produção traz uma aparição do próprio Godard, então com 24 anos, e foi readaptada no clássico longa-metragem “Masculino-Feminino”, em 1965. Como curiosidade, o diretor é creditado com um pseudônimo, Hans Lucas, que Godard usava para escrever críticas.

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    Hugh Jackman chega ao Brasil e posta vídeo em português

    19 de fevereiro de 2017 /

    O ator australiano Hugh Jackman, intérprete de Wolverine, desembarcou em São Paulo neste domingo (19/2) para promover o filme “Logan”, que tem estreia marcada para os cinemas no dia 2 de março. E já postou um vídeo no Instagram mostrando sua adaptação ao modo de vida paulistano, tomando um “pingado”, um clássico café com leite, em uma caneca esmaltada numa padaria em Pinheiros. Em um português carregado de sotaque, ele se disse satisfeito em estar na cidade. “Estou feliz de estar em São Paulo tomando meu primeiro pingado. Obrigado!”, disse. O ator também chama atenção por conta do curativo no nariz, devido ao tratamento de um câncer de pele. E é claro que os brasileiros se empolgaram após ouvir o ídolo falar com sotaque em português. “Wolverine, é nóis”, brincou um, fazendo referência ao personagem icônico do ator. “Não sei lidar…”, brincou outra. “MEU DEUS! Você é perfeito, Hugh!”, soltou uma fã apaixonada. Ele chega ao Brasil após participar da première mundial de “Logan” no Festival de Berlim, onde o filme foi bastante aplaudido e deixou o público emocionado. Na ocasião, ele disse que o “Logan” tinha ultrapassado suas expectativas. “Foi só com este filme que eu cheguei ao coração de Wolverine”. Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em Fev 19, 2017 às 2:31 PST

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    Veja 5 cenas, 4 pôsteres e 72 fotos inéditas com o elenco e os monstros de Kong: A Ilha da Caveira

    19 de fevereiro de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou cinco cenas, quatro pôsteres e 72 fotos de “Kong: A Ilha da Caveira”, que destacam o tamanho gigantesco de King Kong e outras criaturas, além de mostrar o pânico dos personagens ao perceberem que estão numa ilha de monstros. “Kong: A Ilha da Caveira” se passa nos anos 1970 e mostra uma expedição militar à ilha do título. O elenco inclui Tom Hiddleston (“Thor”), Brie Larson (“O Quarto de Jack”), Samuel L. Jackson (“Capitão América: O Soldado Invernal”) e John Goodman (“Argo”), John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), Corey Hawkins (“Straight Outta Compton”), Thomas Mann (“Dezesseis Luas”), Jason Mitchell (também de “Straight Outta Compton”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Tom Wilkinson (“Batman Begins”) e Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”). O roteiro foi escrito por John Gatins (“O Voo”), Max Borenstein (“Godzilla”) e Derek Connolly (“Jurassic World: O Mundo Dos Dinossauros”), e a direção está a cargo de Jordan Vogt-Roberts (“The Kings of Summer”), que fará sua transição de cineasta indie para uma grande produção de Hollywood. A estreia está marcada para 9 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Daniel Craig aparece loiro na primeira foto de filme de assalto de Steven Soderbergh

    18 de fevereiro de 2017 /

    A Bleecker Street divulgou a primeira foto de “Logan Lucky”, que revela Daniel Craig (“007 Contra Spectre”) de cabelos loiros. A imagem também traz, ao fundo, Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Channing Tatum (“Magic Mike”) de barba e bigode. Eles podem estar disfarçados para realizar o grande roubo da trama. “Logan Lucky” marca a volta do diretor Steven Soderbergh ao cinema, após quatro anos dedicados à TV, e resgata o clima de “Onze Homens e um Segredo” (2001). O filme gira em torno de dois irmãos caipiras (Driver e Tatum) que planejam um ambicioso assalto durante uma corrida de automóveis. O elenco também inclui Hilary Swank (“Menina de Ouro”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”), Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Katie Holmes (“Batman Begins”) e Seth MacFarlane (“Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola”). A estreia está marcada para 13 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Personagens de Zootopia invadem cartazes dos indicados ao Oscar 2017

    18 de fevereiro de 2017 /

    “Zootopia”, que já saiu até em DVD e Blu-ray, ganhou novos pôsteres “de cinema”, como parte de sua campanha para conquistar a simpatia dos eleitores do Oscar 2017. Indicado ao Oscar de Melhor Animação, a produção usou seus personagens para recriar os cartazes de alguns candidatos em outras categorias da premiação: “La La Land”, “A Qualquer Custo”, “Florence – Quem é Essa Mulher?”, “Animais Noturnos”, “Até o Último Homem” e “Animais Fantásticos e Onde Habitam”. Confira o resultado abaixo, clicando nas imagens para ampliá-las em tela inteira.

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    Rachel Weisz precisa provar que o Holocausto existiu no trailer legendado de Negação

    18 de fevereiro de 2017 /

    A Sony divulgou o trailer legendado de “Negação” (Denial), cuja trama ganha uma atualidade desconsertante nestes tempos de pós-verdade. Drama britânico baseado em fatos reais, o filme traz Rachel Weisz (“Oz, Mágico e Poderoso”) como uma historiadora confrontada por um famoso escritor (o excelente Timothy Spall, de “Mr. Turner”) com ideias radicais sobre a existência do Holocausto. A disputa vai parar nos tribunais, levando a professora a ter que provar que o extermínio de judeus realmente aconteceu durante o nazismo. A disputa aconteceu em 1996, mas apesar do clima apresentado no vídeo, resultou no descrédito absoluto do escritor David Irving, que já experimentava problemas com suas teorias e era considerada persona non grata na Alemanha, além de ter um mandato de prisão expedido na Áustria por defender o nazismo. Ao decidir confrontar Deborah Lipstadt (a personagem de Weisz), caiu em desgraça, passou um período preso, deixou de ser convidado para palestras e eventos literários e viu suas obras serem ridicularizadas. Baseado no livro de memórias da própria Lipstadt, o filme foi escrito por David Hare, já indicado ao Oscar pelos roteiros adaptados de “As Horas” (2002) e “O Leitor” (2008). A direção está a cargo de Mick Jackson, diretor do sucesso “O Guarda-Costas” (1992), que estava afastado do cinema desde 2002. E o elenco também inclui Andrew Scott (série “Sherlock”), Tom Wilkinson (“Selma”), Mark Gatiss (também de “Sherlock”) e Harriet Walter (série “Downton Abbey”). A estreia está marcada para 9 de março no Brasil.

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