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Filme

Justin Baldoni quebra silêncio após acordo com Blake Lively

Ator falou ao lado da mulher, Emily Baldoni, sobre a disputa judicial ligada aos bastidores de “É Assim Que Acaba”

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9 de julho de 2026
Filme

Cade aprova compra da Warner pela Paramount Skydance no Brasil

Parecer vê concorrência suficiente em cinema, streaming, TV, publicidade e games após fusão de US$ 110 bilhões

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9 de julho de 2026
Filme

Guia da Pipoca: Cinemas recebem Moana e A Morte do Demônio

O remake live-action da Disney e o novo capítulo da longeva franquia de terror são as maiores estreias da semana

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9 de julho de 2026
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    Em Ritmo de Fuga: Veja os primeiros 6 minutos de um dos melhores filmes do ano

    15 de julho de 2017 /

    A Sony divulgou um vídeo com os primeiros 6 minutos de abertura do filme de ação “Em Ritmo de Fuga” (Baby Driver), e a prévia é de cair o queixo. Ao menos para quem gosta da combinação de filmes de ação e rock. A propósito, a música é “Bellbottoms”, do trio Jon Spencer Blues Explosion. O filme traz Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”) como um ás dos volantes, que tem de ouvir música o tempo todo para evitar um zumbido em sua cabeça. Capaz de escapar de qualquer perseguição, ele é utilizado por um chefão do crime para uma série de fugas espetaculares durante assaltos. O problema é que se mostra tão eficiente que o bandido decide não cumprir o acordo estabelecido para liberá-lo após um último golpe, ameaçando sua namoradinha para mantê-lo a seu serviço. O ator revelou nas redes sociais que virá a São Paulo em 23 de julho para promover o filme. Além de Ansel Elgort, o elenco destaca Lily James (“Cinderela”), Kevin Spacey (série “House of Cards”), Jamie Foxx (“Django Livre”), Jon Hamm (série “Mad Men”), Jon Bernthal (série “Demolidor”), Eiza González (série “Um Drink no Inferno/From Dusk Till Dawn”), Flea (baixista do Red Hot Chili Peppers) e a cantora Sky Ferreira (vista em “Canibais”). Dirigido por Edgar Wright (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), o filme tem 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes e surpreendeu a Sony por abrir em 2º lugar no feriadão do Independence Day americano, à frente de “Transformers: O Último Cavaleiro”. Em duas semanas, já rendeu US$ 62 milhões no mercado doméstico, quase o dobro de seu orçamento de US$ 34 milhões de produção. No Brasil, a estreia está marcada para o próximo dia 27.

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    Ator de Homem-Aranha: De Volta ao Lar vai estrelar o filme de Bumblebee

    14 de julho de 2017 /

    O ator Jorge Lendeborg Jr., que viveu Jason em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, vai protagonizar o filme de Bumblebee, primeiro spin-off da franquia “Transformers”. Ele vai se juntar à atriz Haylee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 2”) na produção. Não há detalhes sobre o personagem de Lendeborg, mas Seinfeld vai interpretar uma garota com jeito de moleque (tomboy) que trabalha como mecânica após o horário da escola. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, o longa funcionará como um prólogo, mostrando Bumblebee antes de encontrar o personagem de Shia Labeouf no primeiro “Transformers” (2007). A trama será situada nos anos 1980. O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a direção está a cargo de Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 da categoria. A produção será seu primeiro trabalho com atores reais. O filme de Bumblebee está programado para chegar aos cinemas norte-americanos em junho de 2018.

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    Marlon Wayans fica Nu em fotos, pôster e trailer legendado de nova comédia da Netflix

    14 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou quatro fotos, o pôster e o segundo trailer legendado de “Nu”, comédia estrelada pelo ator Marlon Wayans (“As Branquelas”, “Cinquenta Tons de Preto”). A prévia revela que ele caiu no velho truque do looping temporal, celebrizado na comédia “Feitiço do Tempo” (1993) e na sci-fi “No Limite do Amanhã” (2014). Desta vez, a trama sugere uma mistura do primeiro com “Se Beber Não Case” (2009), mas na verdade o filme é um remake de uma produção sueca do ano 2000. Em vez do loiro sueco de “Naken”, é Marlon quem acorda nu num elevador, poucas horas antes de seu casamento, sem saber o que realmente aconteceu. E este dia se repete sempre, até ele descobrir como conseguir se casar. Dá para ver que não há nada de original na trama, que foi adaptada pelo próprio Marlon, seu parceiro produtor-roteirista Rick Alvarez e o diretor Michael Tiddes, todos responsáveis por “Inatividade Paranormal” e “Cinquenta Tons de Preto”. Detalhe: o filme sueco tinha nudez frontal. A estreia acontece em 11 de agosto na plataforma de streaming.

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    Nova sci-fi de Steven Spielberg tem primeira foto divulgada

    14 de julho de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou a primeira foto da adaptação de “Jogador Número 1” (Ready Player One), nova sci-fi de Steven Spielberg. A imagem mostra o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) em uma velha van (seu “esconderijo”) coberta por quadrinhos antigos, recortes de jornais e outros artefatos dos anos 1980. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop do século 20. Além de Sheridan, o elenco inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Bloodline”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Número 1” tem estreia marcada para 5 de abril de 2018 no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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    Martin Scorsese vai retomar parceria com Leonardo DiCaprio em thriller sobre crimes dos anos 1920

    14 de julho de 2017 /

    Poucos dias após completar o elenco de “The Irishman”, que vai reunir Robert De Niro, Joe Pesci e Al Pacino, o diretor Martin Scorsese anunciou uma nova parceria com Leonardo DiCaprio. Segundo o site da revista Variety, o cineasta vai adaptar o livro “Killers of the Flower Moon: The Osage Murders and the Birth of the FBI”, best-seller de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca uma sucessão de misteriosos assassinatos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. A investigação foi um dos primeiros grandes casos da história do FBI. O designer de produção de Scorsese, Dante Ferretti, informou ao site que o diretor planeja filmar no primeiro semestre do próximo ano. Os direitos do livro, sem tradução no Brasil, foram adquiridos em 2016 por US$ 5 milhões e um roteiro estaria sendo escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”). Scorsese e DiCaprio estão desenvolvendo o projeto há alguns meses e, caso tudo dê certo, será a sexta parceria da dupla, após “Gangues de Nova York” (2002), “O Aviador” (2004), “Os Infiltrados (2006), “Ilha do Medo” (2010) e “O Lobo de Wall Street” (2013).

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    Queen confirma filme sobre a banda com astro de Mr. Robot e diretor de X-Men

    14 de julho de 2017 /

    O filme sobre a banda Queen foi confirmado no site oficial dos músicos. “Sim pessoal, está acontecendo finalmente”, abre o texto que confirma os rumores sobre a produção. Intitulado “Bohemian Rhapsody”, como o hit mais popular do grupo, o filme será dirigido por Bryan Singer (“X-Men”) e estrelado por Rami Malek (astro da série “Mr. Robot”) como Freddie Mercury, mas o resto do elenco “é notícia para outro dia”, segundo o comunicado. “Rami tem grande presença e ele está totalmente dedicado ao projeto. Ele está vivendo e respirando Freddie, o que é maravilhoso”, disseram os músicos remanescentes da banda, o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor. O projeto, que já se arrasta desde 2010, também já chegou a cotar o comediante britânico Sacha Baron Cohen (“Borat” e “O Ditador”) para o papel principal. Ele acabou desistindo de viver o cantor após se desentender com os músicos remanescentes do Queen, que também desaprovaram o roteiro original de Peter Morgan (“A Rainha”). O roteiro atual foi escrito por Anthony McCarten (“A Teoria de Tudo”) e parece ter contornado a principal objeção de May e Taylor: o pudor dos velhos roqueiros em abordar certos aspectos da vida de Mercury, que morreu em decorrência da Aids em 1991. Os dois, por sinal, chegaram a definir Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”) como Mercury, Johnny Flynn (“Depois de Maio”) no papel de Taylor e Gemma Arterton (“Gemma Bovary”) como Mary Austin, a namorada/amiga do cantor, mas todo esse elenco ruiu quando o diretor originalmente contratado, Dexter Fletcher (“Sunshine On Leith”), abandonou os trabalhos durante a pré-produção. Agora, segundo o site oficial do Queen, a filmagem está “prestes a começar”. Mais especificamente, o longa já entrou em pré-produção e o início da rodagem está marcado para meados de setembro em Londres.

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    Ryan Reynolds pode estrelar adaptação da franquia de games Rainbow Six

    14 de julho de 2017 /

    O ator Ryan Reynolds (“Deadpool”) está sendo cotado para protagonizar um filme baseado na franquia de games “Rainbow Six”. Segundo o site Deadline, o roteirista-produtor Akiva Goldsman fechou um acordo de dois anos com a Paramount e, entre seus projetos, está uma adaptação da obra, inspirada no livro homônimo de espionagem do escritor Tom Clancy (criador do herói-espião Jack Ryan) e nos jogos desenvolvidas pela Red Storm Entertainment, verdadeira febre dos e-sports. Caso as negociações prossigam, Reynolds pode viver John Clark, um ex-agente que comanda uma unidade anti-terrorismo multinacional, composta pelos melhores soldados da OTAN (Organização do Atlântico Norte). No livro de Clancy que inspirou os games, publicado em 1998, a equipe é confrontada por um grupo com poder de destruição global. Vale observar que a premissa original se expandiu com os jogos, e uma das extensões mais recentes, “Skull Rain”, é ambientada no Rio de Janeiro. Agora, as más notícias. Akiva Goldsman é o mais superestimado roteirista-produtor de Hollywood. Ele tem um Oscar, conquistado por “Uma Mente Brilhante” (2001) há 16 anos, mas também colocou seu nome em alguns dos piores lançamentos norte-americanos dos últimos 20 anos, entre eles “Batman e Robin” (1997), “Perdidos no Espaço: O Filme” (1998), “O Código Da Vinci” (2005), “Hancock” (2008), “Jonah Hex” (2010), “Um Conto do Destino” (2014), “A Série Divergente: Insurgente” (2015), “A 5ª Onda” (2016), “O Chamado 3” (2016), “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017), “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017) e o vindouro e provavelmente desastroso “A Torre Negra”. Para completar, o roteiro do projeto está sendo escrito pela dupla André Nemec e Josh Appelbaum (ambos de “As Tartarugas Ninja”). Ainda não há previsão para o começo da produção.

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    Diretor de Esquadrão Suicida abandona remake de Scarface

    14 de julho de 2017 /

    O diretor de “Esquadrão Suicida” (2016), David Ayer, não vai mais comandar o novo remake de “Scarface”. Segundo a revista Variety, o estúdio Universal pretendia apressar o começo das filmagens, o que causou conflito com a agenda do cineasta. Ayer está atualmente trabalhando na pós-produção da sci-fi “Bright”, primeiro filme com orçamento de blockbuster da Netflix, estrelado por Will Smith, e está contratado pela Warner para filmar “Sereias de Gotham”, spin-off de “Esquadrão Suicida” centrado na personagem Arlequina. Ele foi o segundo diretor a abandonar o projeto do novo “Scarface”. Ayer tinha assumido o lugar do diretor Antoine Fuqua (“Sete Homens e um Destino”), que também abandonou o filme por conflito de agenda – no caso, com as filmagens da sequência de “O Protetor” (2014). Com a saída de Ayer, o estúdio está à procura de um novo diretor que possa filmar a produção até o fim do ano. O ator mexicano Diego Luna (“Rogue One — Uma História Star Wars”) continua com o papel principal, como o novo Tony Montana. Inspirada na ascensão de Al Capone, a história de “Scarface” já rendeu dois filmes cultuados: o original de 1931, dirigido por Howard Hawks e, segundo a lenda, aprovado pelo próprio Capone, e o remake de 1982, uma versão latina do gângster levada à extremos pelo diretor Brian De Palma. O enredo de ambas as versões centra-se num imigrante, que procura ascender na sociedade por meio do submundo do crime. No primeiro filme, o personagem principal era um italiano (interpretado por Paul Muni), enquanto na versão dos anos 1980 era um cubano (Al Pacino). Ambos buscavam concretizar seu “sonho americano” através da violência. Nesse contexto, a escalação de Luna, um ator mexicano, deve ter repercussão direta na trama, ao ecoar a política de Donald Trump em relação às fronteiras dos Estados Unidos. A produção está a cargo de Martin Bregman, responsável pela versão lançada nos anos 1980. Vale lembrar que os planos do remake têm uma década, desde que a Universal contratou o próprio David Ayer para escrever o primeiro roteiro. Desde então, a história foi revisada por Paul Attanasio (“Donnie Brasco”), reescrita por Jonathan Herman (“Straight Outta Compton: A História do NWA”), novamente revisada por Terence Winter (criador da série “Boardwalk Empire”) e, há apenas seis meses, mais uma vez reescrita pelos irmãos Coen (de “Fargo” e “Onde os Fracos não Tem Vez”).

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    Morre dublê que se acidentou no set de The Walking Dead

    14 de julho de 2017 /

    O dublê americano John Bernecker, que caiu de uma plataforma de quase dez metros de altura durante as gravações da 8ª temporada de “The Walking Dead”, teve a morte declarada, segundo o site TMZ. Ele estava em estado grave e respirava com a ajuda de aparelhos no Atlanta Medical Center desde a tarde de quarta-feira (12/7), quando sofreu o acidente e ficou com uma lesão grave na cabeça. De acordo com o site americano, ele estava rodeado de parentes, amigos e da namorada, Jennifer Cocker, que também é dublê, no momento em que os aparelhos foram desligados. A produtora responsável informou que as gravações foram suspensas após o acidente. O dublê de 33 anos começou a trabalhar há nove anos na profissão, tendo participado de vários sucessos do cinema. Entre eles, estão “Logan”, “Corra!”, “Velozes e Furiosos 8” e três filmes da série “Jogos Vorazes”. Em “Logan”, ele também faz uma pequena aparição como ator, interpretando um policial. O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG-AFTRA) informou que vai investigar as causas do acidente fatal. No Facebook, antes da confirmação da morte de Bernecker, a namorada do dublê considerou “injusto” o acidente.

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    Festival Anima Mundi chega aos 25 anos comemorando um século de animações brasileiras

    14 de julho de 2017 /

    O Anima Mundi, uma das mais importantes eventos internacionais de animação, começa nesta sexta (14/7) no Rio de Janeiro, comemorando 25 anos do festival. O festival também vai celebrar os 100 anos da animação no Brasil. O primeiro registro do gênero no país foi “O Kaiser”, uma charge animada do cartunista fluminense Álvaro Martins, em referência ao contexto geopolítico internacional da época, em plena 1ª Guerra Mundial. Infelizmente, a produção de 1917 se perdeu no tempo, mas continua sendo lembrada e inspirou oito animadores a refazer o filme a partir de uma imagem que sobreviveu para um documentário de 2013 (“Luz Anima Ação”). O resultado é “Reanimando O Kaiser”, que misturou diversas técnicas para recriar a história refletindo a atual diversidade da animação feita no Brasil. Este é apenas um dos trabalhos que integram a programação do Anima Mundi 2017, composta por 470 títulos de 45 países, que incluem mostras especiais e retrospectivas. Uma delas, claro, vai mapear um século de animações brasileiras. Mas há também destaque para a animação canadense, numa retrospectiva que inclui o célebre mestre Norman McLaren. Entre os convidados estrangeiros, há outro mestre, o cineasta uruguaio Walter Tournier, com 38 anos de carreira como diretor, que dará uma masterclass sobre stop-motion durante o evento. As mostras competitivas reúnem 182 produções nas categorias de curta (82 títulos), curta infantil (49), longa-metragem (4), longa-metragem infantil (3), galeria (20 filmes experimentais) e portfólio (24 filmes publicitários ou feitos sob encomenda). Como o festival é qualificado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, o curta vencedor do Grande Prêmio Anima Mundi é selecionado para a disputa do Oscar. Já os três longas infantis na programação deste ano são “Barkley”, de Li-Wei Chiu (Taiwan), “The Oddsockeaters”, de Galina Miklínová (República Tcheca/Eslováquia) e “Pixi Post and the Gift-Bringers”, de Gorka Sesma (Espanha). Além disso, haverá a exibição de episódios inéditos da 2ª temporada da série “Irmão do Jorel”, do Cartoon Network, com participação do criador, Juliano Enrico. Em São Paulo, o Anima Mundi também terá a première do longa “Lino”, com o making of da animação da Fox Films que estreia em setembro no Brasil. O filme narra as agruras de um azarado animador de festas que vira “monstro” e conta com as vozes dos atores Selton Mello, Paolla Oliveira e Dira Paes. O evento tem ingressos populares (R$ 10) e algumas exibições gratuitas. Vai desta sexta (14/7) até 23 de julho no Rio, e depois acontece de 26 a 30 de julho em São Paulo. Confira a programação completa no site oficial.

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    Elis lidera lista de indicados ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2016

    14 de julho de 2017 /

    A Academia Brasileira de Cinema, que elege com bastante atraso os melhores artistas, técnicos e filmes nacionais do ano anterior, divulgou a lista de indicados à 16º edição de sua premiação, batizada singelamente de Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Com 12 indicações, o drama biográfico “Elis”, de Hugo Prato, que conta a história da cantora Elis Regina, lidera a lista de produções selecionadas. Outros filmes que se destacam são “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, e “Nise — O Coração da Loucura”, de Roberto Berliner. Em compensação, “Sinfonia da Necrópole” e “O Roubo da Taça” foram subestimados com apenas uma indicação cada, o que ainda assim é melhor do que ter sido simplesmente ignorado, como aconteceu com “O Silêncio do Céu”, “Campo Grande”, “Para Minha Amada Morta” e “Ponto Zero”, quatro filmes melhores que, por exemplo, “Elis”. Já o pior filme brasileiro de 2016 está na lista, entre as comédias. Adivinhe qual. Além da distribuições de troféus, haverá homenagens ao ator Antonio Pitanga, à atriz e diretora Helena Ignez, ao centenário de empresa distribuidora Grupo Severiano Ribeiro (hoje Kinoplex) e à Cinemateca Brasileira. A cerimônia de premiação vai acontecer em 5 de setembro, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, sob direção de Bia Lessa. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Indicados ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2016 Melhor Filme “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro “Elis”, de Hugo Prata “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert “Nise – O Coração da Loucura”, de Roberto Berliner Melhor Documentário “Cícero Dias, o Compadre de Picasso”, de Vladimir Carvalho “Cinema Novo”, de Eryk Rocha. Curumim, de Marcos Prado. “Eu Sou Carlos Imperial”, de Renato Terra e Ricardo Calil “Marias”, de Joana Mariani “Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil”, de Belisario Franca “Quanto Tempo o Tempo Tem”, de Adriana L. Dutra Melhor Comédia “BR716”, de Domingos Oliveira “É Fada!”, de Cris D’Amato “Minha Mãe É Uma Peça 2”, de César Rodrigues “O Roubo da Taça”, de Caito Ortiz “O Shaolin do Sertão”, de Halder Gomes Melhor Direção Afonso Poyart (“Mais Forte Que O Mundo – A História De José Aldo”) Anna Muylaert (“Mãe Só Há Uma”) David Schurmann (“Pequeno Segredo”) Gabriel Mascaro (“Boi Neon”) Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”) Melhor Atriz Adriana Esteves (“Mundo Cão”) Andréia Horta (“Elis”) Glória Pires (“Nise – O Coração da Loucura”) Julia Lemmertz (“Pequeno Segredo”) Sonia Braga (“Aquarius”) Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”) Melhor Ator Caio Blat (“BR716”) Cauã Reymond (“Reza a Lenda”) Chic Diaz (“Em Nome da Lei”) Domingos Montagner (“Um Namorado Para Minha Mulher”) Juliano Cazarré (“Boi Neon”) Lázaro Ramos (“Mundo Cão”) Melhor Atriz Coadjuvante Alice Braga (“Entre Idas e Vindas”) Andréa Beltrão (“Sob Pressão”) Laura Cardoso (“De Onde Eu Te Vejo”) Maeve Jinkings (“Aquarius”) Maeve Jinkings (“Boi Neon”) Sophie Charlotte (“BR716”) Melhor Ator Coadjuvante Caco Ciocler (“Elis”) Dan Stulbach (“Meu Amigo Hindu”) Flavio Bauraqui (“Nise – O Coração da Loucura”) Gustavo Machado (“Elis”) Irandhir Santos (“Aquarius”) Melhor Roteiro Original Afonso Poyart e Marcelo Rubens Paiva (“Mais Forte Que O Mundo – A História de José Aldo”) Anna Muylaert(“Mãe Só Há Uma”) Domingos Oliveira (“BR716”) Gabriel Mascaro (“Boi Neon”) Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”) Melhor Roteiro Adaptado Fil Braz e Paulo Gustavo (“Minha Mãe É Uma Peça 2”) Hilton Lacerda e Ana Carolina Francisco (“Big Jato”) Lusa Silvestre e Julia Rezende (“Um Namorado Para Minha Mulher”) Neville D’Almeida e Michel Melamed (“A Frente Fria Que a Chuva Traz”) Walter Lima Jr (“Através da Sombra”) Melhor Direção de Fotografia Adrian Teijido (“Elis”) André Horta (“Nise – O Coração da Loucura”) Diego Garcia (“Boi Neon”) Marcelo Corpanni (“Reza a Lenda”) Mauro Pinheiro Junior (“Meu Amigo Hindu”) Melhor Direção de Arte Clovis Bueno, Isabel Xavier e Caroline Schamall (“Meu Amigo Hindu”) Daniel Flaskman (“Nise – O Coração Da Loucura”) Frederico Pinto (“Elis”) Juliana Ribeiro (“O Shaolin do Sertão”) Juliano Dornelles e Thales Junqueira (“Aquarius”) Melhor Figurino Cássio Brasil (“Reza A Lenda”) Cris Kangussu (“Nise – O Coração da Loucura”) Cristina Camargo (“Elis”) Flora Rebollo (“Boi Neon”) Luciana Buarque (“O Shaolin do Sertão”) Melhor Maquiagem Alex De Farias (“Boi Neon”) Anna Van Steen (“Elis”) Bruna Nogueira (“Meu Amigo Hindu”) Cristiano Pires (“O Shaolin do Sertão”) Tayce Vale (“Reza a Lenda”) Melhores Efeitos Visuais Binho Carvalho e José Francisco (“Reza a Lenda”) Eduardo Amodio (“Aquarius”) Guilherme Ramalho (“Elis”) Marcelo Siqueira (“Pequeno Segredo”) Mari Figueiredo (“Mais Forte Que O Mundo – A História de José Aldo”) Melhor Montagem Eduardo Serrano (“Aquarius”) Fernando Epstein e Eduardo Serrano (“Boi Neon”) Gustavo Giani (“Meu Amigo Hindu”) Karen Harley (“Big Jato”) Tiago Feliciano (“Elis”) Melhor Montagem de Documentário Alexandre Lima (“Curumim”) Gabriel Medeiros (“Geraldinos”) Jordana Berg (“Eu Sou Carlos Imperial”) Renato Vallone (“Cinema Novo”) Yan Motta (“Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil”) Melhor Som Alfredo Guerra e Érico Paiva (“O Shaolin Do Sertão”) Fabian Oliver, Mauricio D’orey e Vicent Sinceretti (“Boi Neon”) Gabriela Cunha, Daniel Turini, Fernando Henna e Paulo Gama (“Sinfonia da Necrópole”) Jorge Rezende, Alessandro Laroca, Armando Torres Jr. e Eduardo Virmond Lima (“Elis”) Nicolas Hallet e Ricardo Cutz (“Aquarius”) Paulo Ricardo Nunes, Miriam Biderman, Ricardo Reis e Paulo Gama (“Reza a Lenda”) Melhor Trilha Sonora Original Alceu Valença (“A Luneta do Tempo”) Antonio Pinto (“Pequeno Segredo”) Dj Dolores (“Big Jato”) Jaques Morelenbaum (“Nise – O Coração da Loucura”) Otavio De Moraes (“Elis”) Melhor Trilha Sonora Alexandre Guerra (“O Vendedor de Sonhos”) Bernardo Uzeda (“Mate-Me por Favor”) Domingos Oliveira (“BR716”) Mateus Alves (“Aquarius”) Mauricio Tagliari (“Mundo Cão”) Melhor Longa-Metragem Estrangeiro “A Chegada”, de Denis Villeneuve “A Garota Dinamarquesa”, de Tom Hooper “Animais Noturnos”, de Tom Ford “Elle”, de Paul Verhoeven “O Filho de Saul”, de László Nemes “Spotlight – Segredos Revelados”, de Tom Mccarthy Melhor Curta “A Moça que Dançou com o Diabo”, de João Paulo Miranda Maria “Constelações”, de Maurílio Martins “E o Galo Cantou”, de Daniel Calil “Não Me Prometa Nada”, de Eva Randpolph “O Melhor Som do Mundo”, de Pedro Paulo De Andrade Melhor Curta de Documentário “A Morte do Cinema”, de Evandro De Freitas “Abissal”, de Arthur Leite “Aqueles Anos de Dezembro”, de Felipe Arrojo Poroger “Buscando Helena”, de Ana Amélia Macedo e Roberto Berliner “Índios no Poder”, de Rodrigo Arajeju “Orquestra Invisível Let’s Dance”, de Alice Riff Melhor Curta de Animação “Cartas, de David Mussel “O Caminho dos Gigantes, de Alois Di Leo “O Projeto do Meu Pai”, de Rosaria Maria “Quando os Dias Eram Eternos”, de Marcus Vinicius Vasconcelos “Tango”, de Francisco Gusso e Pedro Giongo “Vento”, de Betânia Furtado “Vida de Boneco”, de Flávio Gomes

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    Blake Lively vai viver superespiã em filme dos produtores da franquia 007

    14 de julho de 2017 /

    A atriz Blake Lively (“Águas Rasas”) vai viver uma perigosa espiã britânica num filme que pode inaugurar uma nova franquia. Intitulado “The Rhythm Section”, o longa é baseado no primeiro volume de uma quadrilogia literária do escritor inglês Mark Burnell e será produzido pela Eon Productions, empresa dos produtores dos filmes de “007”. A personagem de Lively se chama Stephanie Patrick e o tom da produção, de acordo com o site The Hollywood Reporter, será mais próximo dos filmes de Jason Bourne do que de James Bond. A direção está a cargo de Reed Morano, que tem longa carreira como cinematógrafa, mas curta como diretora. Após assinar três episódios da série distópica “The Handmaid’s Tale”, ela atualmente dá os retoques finais na sci-fi apocalíptica “I Think We’re Alone Now”, com Peter Dinklage (série “Game of Thrones”) e Elle Fanning (“Demônio de Neon”). Uma curiosidade sobre o autor de “The Rhythm Section” é que ele cresceu no Brasil e já afirmou que a principal influência na criação de Stephanie Patrick, também conhecida como Petra Reuter, foi o filme “Nikita – Criada Para Matar” (La Femme Nikita, 1990), de Luc Besson. O projeto da adaptação é antigo. Em 2005, a New Line negociou os direitos com Burnell, que chegou, ele próprio, a escrever um roteiro. Como a filmagem nunca aconteceu em 12 anos, ele recuperou os direitos e negociou com a Eon. Será a primeira vez que a família Broccoli irá produzir um filme de espionagem que não é centrado em James Bond. A expectativa dos produtores é começar as filmagens no outono, entre setembro e novembro no Reino Unido, com financiamento da IM Global. As locações também vão incluir a Irlanda, a Espanha, a Suíça e os Estados Unidos.

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    Fãs fazem abaixo-assinado para mudar o título da continuação de Jurassic World no Brasil

    13 de julho de 2017 /

    A “tradução” nacional do título de “Jurassic World: Fallen Kingdom” irritou os fãs da franquia, que decidiram criar um abaixo-assinado para convencer o estúdio Universal a repensar a estratégia do lançamento no Brasil. Para manter a tradição de criatividade dos tradutores, o longa foi batizado de “Jurassic World: O Reino Está Ameaçado”, com um verbo que não existe no título original e que serve apenas para tornar o nome mais longo. “Todos entendemos que isso é um erro. Pedimos que revisem essa tradução, pois ela muda o conceito da ideia original, que além de absurdamente errada, tem a intenção de entregar parte da trama”, diz o documento. Segundo os responsáveis pelo abaixo-assinado, o filme deveria ser chamado de “Reino Caído” ou somente “Reino Ameaçado”. Mais de mil pessoas já assinaram a petição no site Change.org. Resta à Universal decidir se ignora o movimento, mantendo a opção pelo título longo, ou se prefere ficar de bem com seu público-alvo.

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