Gal Gadot causa frisson ao beijar Kate McKinnon como Mulher-Maravilha no programa Saturday Night Live
A atriz Gal Gadot foi a convidada especial do programa “Saturday Night Live” exibido na noite passada (7/10) nos Estados Unidos. E os produtores devem ter levado em conta a campanha para que Mulher-Maravilha se revele bissexual no próximo filme, porque, entre os esquetes da produção, ela reviveu seu papel como princesa das amazonas experimentando um beijo sensual em Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”). Infelizmente para a comediante, que interpreta uma lésbica assumida – e também para muitos fãs – , a princesa diz não ter sentido nada após o beijão. Não foi a esquete mais engraçada da participação de Gadot, nem a única referência a seu papel como Mulher-Maravilha, mas foi a que causou maior repercussão. Mais até que seu hilário encontro romântico com o recém-libertado da prisão O.J. Simpson (Kenan Thompson). Confira abaixo o super-beijo da mulher maravilhosa.
Terror russo A Noiva vai ganhar remake americano dos roteiristas de Invocação do Mal
O terror russo “A Noiva” vai ganhar um remake americano. Segundo o site The Hollywood Reporter, a adaptação será produzida pelos irmãos gêmeos Chad e Carey Hayes, roteiristas de “Invocação do Mal” (2013). A trama original explora um costume antigo de países da Europa Oriental, popular durante o século 19, em que os mortos eram fotografados para os álbuns de recordações das famílias, imitando poses de pessoas vivas, com as pálpebras pintadas para simular olhos abertos. Essa tradição bizarra é evocada quando a jovem Nastya (Alexandra Rebenok) viaja com o noivo Ivan (Victor Solovyev) para conhecer a sua família. Ao chegar lá, ela começa a ter visões, enquanto os familiares do futuro marido preparam uma cerimônia ritualística de casamento “A Noiva” é o terceiro terror consecutivo do diretor Svyatoslav Podgayevsky, que já tem mais três encaminhados. Mas vale observar que nenhum deles agradou à crítica internacional. O filme estreou em janeiro na Rússia e está previsto para chegar ao Brasil quase um ano depois, em 21 de dezembro. Veja aqui o trailer legendado.
Anthony Hopkins e Emma Thompson vão estrelar nova versão do Rei Lear para a BBC
Anthony Hopkins e Emma Thompson vão estrelar uma nova adaptação da peça de Shakespeare “Rei Lear” para a BBC, em que ele viverá o rei idoso e ela sua filha mais velha e ambiciosa, Goneril. A adaptação marcará o reencontro dos dois astros, após colaborações marcantes em “Retorno a Howard’s End” (1992) e “Vestígios do Dia” (1993). Esta última produção rendeu indicações ao Oscar para ambos. O telefilme tem roteiro e direção de Richard Eyre (do excelente “Notas Sobre um Escândalo”), que pretende transpor a história medieval para os dias atuais. Para quem não sabe, a história gira em torno de um rei que gostava de ser adulado e baniu a filha mais nova que se recusava a puxar seu saco. Mas o destino é cruel e ele acaba traído pelas outras duas que o adulavam apenas porque cobiçavam seu trono. O elenco também inclui Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Emily Watson (“A Menina que Roubava Livros”), Jim Broadbent (série “Game of Thrones”) e Christopher Eccleston (série “The Leftovers”). “É um tributo ao talento grandioso de Richard Eyre que tenhamos reunido um elenco tão notável. O filme é um testemunho do compromisso contínuo da BBC com a produção dramática e estamos muito agradecidos pelo apoio contínuo”, disseram os produtores executivos, Colin Callender e Sonia Friedman, em comunicado. A produção será exibida em 2018 pelo canal BBC Two no Reino Unido e pela plataforma de streaming Amazon no resto do mundo.
Michael B. Jordan desenvolve série de super-heróis na Netflix
O ator Michael B. Jordan (“Creed”, “Pantera Negra”) está envolvido no desenvolvimento de uma nova série de heróis na Netflix. Ele vai produzir e atuar em “Raising Dion”, baseado em um curta-metragem e quadrinhos homônimos de Dennis Liu sobre um jovem herói negro chamado Dion. Criada pelo próprio Liu, a série acompanha uma mãe solteira, Nicole Reese, que cuida sozinha do filho Dion após a morte de seu marido. O drama familiar ganha novos contornos quando ela descobre que o filho tem superpoderes, que começam a se manifestar de uma maneira fora do controle. Nicole precisa ensinar Dion a controlar suas habilidades e esconder isso da sociedade para evitar que o jovem seja explorado. Para isso, contará com a ajuda de Pat, amigo de seu falecido marido. “Eu comecei esse projeto anos atrás porque eu queria ver mais diversidade no cinema e na televisão e estou animado para essa parceria com a Netflix, que sei que também tem essa vontade. Mais que nunca, precisamos de mais histórias com pontos de vistas diferentes e espero que ‘Raising Dion’ crie uma experiência audiovisual para todas as famílias, que as façam rir e chorar”, disse Dennis Liu, que além de produzir vai dirigir o primeiro episódio. Por enquanto, Michael B. Jordan é o único nome confirmado do elenco, numa pequena participação com o pai de Dion. “Não tínhamos visto esse tipo de história de super-herói antes — um mito repleto de imaginação, aventura e maravilhas, tudo baseado nas experiências de um mãe solteira moderna”, disse a vice-presidente de conteúdo original da Netflix, Cindy Holland. “Estamos animados em ver a equipe traduzir a visão única de Dennis para a televisão”, finalizou. A 1ª temporada terá 10 episódios e contará com a veterana produtora Carol Barbee (séries “Hawaii Five-0”, “Unreal”) como showrunner, mas ainda não há previsão de estreia.
Keanu Reeves volta à sci-fi no trailer de Replicas
Foi divulgado o primeiro trailer da sci-fi indie “Replicas”, que marca a volta de Keanu Reeves ao gênero, uma década após o remake de “O Dia em que a Terra Parou”. O ator domina as cenas e as ações da prévia, como um cientista que usa sua pesquisa de clonagem genética para trazer sua família de volta à vida, após um grave acidente de carro. Claro que há consequências quando se brinca de Dr. Frankenstein, mas o protagonista não parece disposto a ouvir nada nem ninguém, como demonstra o vídeo. O filme tem direção de Jeffrey Nachmanoff (“O Traidor”) e também inclui no elenco Alice Eve (“Além da Escuridão: Star Trek”), Thomas Middleditch (série “Silicon Valley”) e Emily Alyn Lind (“Quando as Luzes se Apagam”). Exibido no Festival de Toronto, o filme ainda não possui previsão de estreia.
Denzel Washington vive advogado em trailer do novo suspense do diretor de O Abutre
A Sony divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer de “Roman J. Israel, Esq.”, segundo suspense dramático de Dan Gilroy, após sua estreia na direção com o excelente “O Abutre” (2014). A prévia resume a trama, que subverte expectativas ao se insinuar como um típico drama urbano, em que o protagonista vivido por Denzel Washington (“O Protetor”) é um advogado veterano que ninguém respeita. Líder de protestos na juventude, Roman J. Israel virou um sujeito antiquado e acaba demitido. Mas não há uma reviravolta edificante que conduza à sua recuperação. Diante da falta de opções, ele usa uma informação privilegiada, sobre o paradeiro de uma fortuna ilegal, para mudar de vida. Só que a falcatrua desperta a desconfiança do chefe da quadrilha, que passa a ameaçá-lo e colocar sua vida em risco. O elenco também inclui Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Encontrá-los”), Shelley Hennig (série “Teen Wolf”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Nazneen Contractor (série “Heroes: Reborn”), Tony Plana (série “Ugly Betty”) e Niles Fitch (série “This Is Us”). A estreia está marcada para o dia 3 de novembro nos Estados Unidos.
Trailer mostra Nicholas Hoult e Laia Costa num romance da era dos aplicativos
O novo romance indie do diretor Drake Doremus (“Loucamente Apaixonados”) ganhou pôster e seu primeiro trailer. Intitulado “Newness”, o filme mostra o relacionamento de Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) e a espanhola Laia Costa (“Victoria”), que se conhecem por meio de um aplicativo e passam a viver um grande amor em meio a experimentações modernas. Ou nem tanto. Afinal, a única novidade do romance aberto da dupla, em relação ao “amor livre” dos anos 1960, é a internet. As consequências, brigas e questionamentos não representam essa novidade toda para quem cresceu durante a nouvelle vague. Além do par central, o elenco também inclui Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”), Jessica Henwick (série “Punho de Ferro”), Matthew Gray Gubler (série “Criminal Minds”), Andrew Lees (série “The Originals”), Courtney Eaton (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Albert Hammond Jr., guitarrista da banda The Strokes. O filme dividiu a crítica ao ser exibido no Festival de Sundance (tem 60% de aprovação no site Rotten Tomatoes), mas foi comprado pela Netflix, que ainda não marcou sua estreia.
Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira registra número recorde de candidatos
A disputa por uma vaga no Oscar na categoria de Melhor Filme de Língua Estrangeira estará mais difícil que nunca em 2018, pois envolverá um número recorde de candidatos, vindos de 92 países. O recorde foi atingido porque, pela primeira vez, haverá aspirantes do Haiti (“Ayiti Mon Amour”), Laos (“Dearest Sister”) e Síria (“Little Gandhi”) na disputa. Entre os principais concorrentes estão “First They Killed My Father”, de Angelina Jolie, selecionado pelo Camboja, “120 Batimentos por Minuto”, de Robin Camillo, da França, “Thelma”, de Joachim Trier, da Noruega, e “The Square”, dirigido por Ruben Ostlund, candidato norueguês que venceu o Festival de Cannes deste ano. Já é possível ver alguns dos candidatos no Brasil. “120 Batimentos por Minuto” faz parte da programação do Festival do Rio e “The Square” é um dos destaques da Mostra de São Paulo, que ainda apresentará mais uma dúzia de filmes que pleiteiam inclusão na categoria. O Brasil disputa a vaga com “Bingo – O Rei das Manhãs”, de Daniel Rezende, mas também está representado em duas coproduções internacionais, por meio do candidato argentino “Zama”, de Lucrecia Martel, e o italiano “A Ciambra”, de John Carpignano. O vencedor do ano passado foi o iraniano “O Apartamento”, de Asghar Farhadi. As indicações para a 90ª edição do Oscar serão anunciadas em 23 de janeiro e a cerimônia de premiação acontecerá em 4 de março em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.
Atriz de Homem-Aranha: De Volta ao Lar entra em Vingadores: Guerra Infinita e pode virar super-heroína
A atriz chinesa Tiffany Espensen, que teve uma pequena participação em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, vai repetir seu papel como Cindy em “Vingadores: Guerra Infinita”. Adiantada pelo site IMDb, a escalação disparou um rumor interessante, que lembra a existência de uma super-heroína chamada Cindy no universo dos quadrinhos do Aranha. O próprio IMDb jogou lenha no boato em seu Twitter, ao perguntar se o nome Cindy Moon lembrava algo, junto de um vídeo sobre a escalação. Veja abaixo. Nos quadrinhos, Cindy Moon era uma estudante da escola da Peter Parker, que foi picada pela mesma aranha radioativa que deu poderes ao Homem-Aranha. Se os leitores mais velhos não lembram dessa história, é porque se trata de uma retcon, a famigerada sigla em inglês que significa “continuidade retroativa”, um jargão usado para justificar alterações recentes em histórias muito antigas. A presença de Cindy na história de origem do Aranha só foi revelada em 2014, quando o roteirista Dan Slott e o desenhista Humberto Ramos criaram a personagem. Ao ganhar superpoderes ligeiramente diferentes dos obtidos pelo Homem-Aranha, ela vira (não, Mulher-Aranha é outra personagem) a heroína Silk – ou Teia de Seda, uma péssima ideia dos tradutores brasileiros, que poderiam ter mantido o nome original como, por exemplo, Batman. Detalhe: assim como a atriz Tiffany Espensen, nascida na China e adotada por um casal americano, a personagem da Marvel é asiática. Se bem que a escalação maluca do elenco coadjuvante de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” mostrou que isso pouco importa… – o loiro Flash Thompson virou latino, o branco adulto Ned Leeds virou adolescente asiático, a morena Betty Brant se tornou loira, a loira Liz Allen virou negra, etc. Em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, a personagem de Espensen não tem seu sobrenome revelado. A Marvel ainda não se manifestou sobre o assunto. “Vingadores 3: Guerra Infinita” chega aos cinemas brasileiros em 26 de abril. Does the name #CindyMoon mean anything to you? ? #AvengersInfinityWar #Marvel https://t.co/HutfagZ9fX pic.twitter.com/Srm9C9Rby1 — IMDb (@IMDb) October 3, 2017
Comerciais de Jogos Mortais: Jigsaw destacam novas torturas da franquia
A Lionsgate divulgou dois comerciais de “Jogos Mortais: Jigsaw”, que destacam as novas torturas da franquia. O terror também ganhou um novo pôster, voltado para o mercado japonês. Segundo a sinopse, a investigação de uma nova série de assassinatos brutais revela os mesmos requintes de sadismo associados ao serial killer John Kramer. O problema é que o homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década, como os fãs da franquia puderam testemunhar. O roteiro foi escrito por Josh Stolberg e Pete Goldfinger, dupla de “Pacto Secreto” (2009) e “Piranha 3D” (2010), e a direção está a cargo dos irmãos gêmeos Michael e Peter Spierig, da elogiada sci-fi “O Predestinado” (2014). Já o elenco destaca a atriz Laura Vandervoort (série “Bitten”), Hannah Anderson (série “Shoot the Messenger”), Callum Keith Rennie (série “Battlestar Galactica”) e Mandela Van Peebles (minissérie “Raízes”), além de, claro, Tobin Bell como Kramer/Jigsaw. O primeiro “Jogos Mortais” se tornou famoso não apenas por popularizar o subgênero do terror conhecido como “torture porn”, mas por lançar a carreira do jovem cineasta malaio James Wan, que criou a franquia com o australiano Leigh Whannell, iniciando uma filmografia que o consagraria como o mais bem-sucedido diretor de terror do século 21. Wan e Whannell continuam envolvidos com “Jigsaw”, atuando como produtores executivos. A estreia do filme no Brasil está marcada para o dia 2 de novembro, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos (em 27 de outubro).
Mostra de Cinema de São Paulo terá vencedores de Cannes, Toronto e quase 400 filmes
A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo divulgou neste sábado (7/10) a lista de filmes de sua 41ª edição. Entre os destaques estão o filme vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes, “The Square”, de Ruben Östlund, o vencedor do troféu de Melhor Direção do Festival de Berlim, “O Outro Lado da Esperança”, de Aki Kaurismaki, o novo drama de Michael Haneke, “Happy End”, e muito, muito mais. Ao contrário do Festival do Rio, que diminuiu sua seleção como reflexo da crise econômica, a Mostra ampliou a quantidade de títulos exibidos em 2017, programando quase 400 filmes. Também diferente da opção carioca, o evento paulista não buscou enfatizar o cinema autoral mais óbvio – e comercial – , deixando Hollywood de lado para se focar num cinema, como diz sua denominação, internacional. Por isso, traz nada menos que 13 títulos que disputam vagas no Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira: o argentino “Zama”, o sul-coreano “O Motorista de Táxi”, “Scary Mother” da Geórgia, o iraniano “Respiro”, o irlandês “Granito”, o islandês “A Sombra da Árvore”, o neozelandês “Mil Cordas”, o tcheco “Mães no Gelo”, o russo “Loveless”, o suíço “Mulheres Divinas”, o venezuelano “El Inca”, além do sueco “The Square” e o austríaco “Happy End”, já citados. Isto não significa que o cinema americano foi ignorado. O grande vencedor do Festival de Toronto e fortíssimo candidato ao Oscar 2018, “Três Anúncios Para um Crime”, de Martin McDonagh, será exibido na programação. Mas há mais ousadia. Basta verificar a grande quantidade de filmes sem distribuição assegurada no país em sua seleção com que a lista do Festival do Rio, cuja divulgação foi acompanhada por diversos releases de distribuidoras informando que a maioria estará em breve nos cinemas. Para o cinéfilo, isto é a chave do paraíso. Em comum com o Festival do Rio, e reflexo de uma tendência mundial, há uma forte presença de cineastas femininas na seleção. Do total dos 394 títulos, 98 são dirigidos por mulheres, sendo 18 de brasileiras. Um dos filmes que tende a gerar as maiores filas, por seu perfil absolutamente cult, é sobre e de uma mulher: “Nico, 1988”, de Susanna Nicchiarelli, cinebiografia da modelo, atriz e cantora da banda Velvet Underground, que venceu a seção Horizontes do Festival de Veneza. Este ano, a Mostra será aberta com a projeção de “Human Flow” (2017), documentário do artista plástico chinês Ai Weiwei sobre a crise mundial dos refugiados. Weiwei também assina o cartaz da Mostra e estará presente ao evento, assim como os outros homenageados: a cineasta belga Agnès Varda (“As Duas Faces da Felicidade”), que vai receber o Prêmio Humanidade e ganhará uma retrospectiva de onze longas, o diretor italiano Paul Vecchiali (“O Estrangeiro”), que também ganha retrospectiva e vem ao festival para receber o Prêmio Leon Cakoff, e o ator Paulo José (“Quincas Berro d’Água”), que será homenageado com documentários sobre sua trajetória e também receberá o troféu que leva o nome do criador da Mostra. Haverá também uma retrospectiva do cinema suíço, pouquíssimo conhecido no Brasil, com destaque para a obra do diretor Alain Tanner (“Jonas Que Terá Vinte e Cinco Anos no Ano 2000”), e exibições especiais, como uma projeção da obra-prima do cinema mudo “O Homem Mosca” (1923), grande sucesso de Harold Lloyd, ao ar livre no parque do Ibirapuera, e de clássicos do cinema brasileiro no vão livre do MASP, na Avenida Paulista. A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo acontece entre os dias 19 de outubro e 1 de novembro, e a venda dos ingressos já começa no próximo dia 14. A lista completa dos filmes será disponibilizada em breve no site oficial da Mostra.
Jackie Chan confirma produção de A Hora do Rush 4
A dupla Jackie Chan e Chris Tucker vai voltar a se juntar no quarto filme da franquia “A Hora do Rush”. A informação foi confirmada pelo próprio Chan em entrevista a uma rádio de Los Angeles, durante a divulgação de seu novo filme: “O Estrangeiro”, que estreia em 30 de novembro no Brasil. “Nos últimos sete anos, ficamos recusando roteiro atrás de roteiro”, disse Chan ao “The Cruz Show”, da LA Power 106. “Ontem, nós finalmente concordamos”, revelou. “Provavelmente, no final deste mês teremos um segundo rascunho do roteiro e, no próximo ano, devemos começar. Eu espero – se Chris Tucker concordar”, completou. Seguindo a fórmula consagrada das comédias policiais sobre parceiros de personalidades, raças e temperamentos distintos, que amam tanto se odiar que viram amigos para sempre (veja-se “48 Horas”, “Máquina Mortífera”, etc), o primeiro “A Hora do Rush” foi lançado há quase 20 anos, em 1998, e se tornou o maior sucesso americano da carreira de Jackie Chan. A primeira continuação veio logo seguida, em 2001, mas o terceiro filme demorou a sair do papel, exibido há dez anos, em 2007. Desde então, o diretor dos três longas, Brett Ratner, vem falando em realizar um quarto filme, já que a franquia também foi o maior, senão único, êxito de sua controvertida filmografia. Nos últimos anos, ele até deixou a direção de lado para se concentrar na produção de filmes e séries. No ano passado, a rede americana CBS produziu uma série de comédia baseada na franquia. Poucos lembram, porque “Rush Hour” (o título original) teve uma audiência pífia e acabou cancelada após a exibição de oito episódios. Os personagens foram encarnados por Jon Foo (“Tekken”) e Justin Hires (“Anjos da Lei”), com produção, justamente, de Ratner. Veja abaixo o vídeo completo da entrevista, em que Chan confirma a produção da sequência.
Cauã Reymond e Matheus Nachtergaele viverão cena de sexo “quente” no cinema
Depois de viver travesti em um clipe, Cauã Reymond (“Alemão”) vai protagonizar uma cena de sexo homossexual com o ator Matheus Nachtergaele (“Trinta”) no próximo filme do diretor pernambucano Cláudio Assis (“Amarelo Manga”, “Febre do Rato”, “Big Jato”). E, segundo próprio ele adiantou em entrevista ao programa “Lady Night”, “o babado é forte”. Intitulado “Piedade”, o filme mostrará que os personagens dos atores se conhecem depois que o executivo vivido por Matheus deixa São Paulo e viaja até Recife, onde o personagem de Cauã trabalha em um cinema pornô famoso na cidade. O longa conta também com outros nomes conhecidos no elenco, como Fernanda Montenegro (“Infância”) e o habitual parceiro do diretor Irandhir Santos (“Febre do Rato”). Vale a pena destacar ainda um nome da produção. O roteiro foi escrito pela cineasta Anna Muylaert (“Mãe Só Há Uma”), que há dois anos polemizou com a “fúria machista” do diretor. Cláudio Assis e Lírio Ferreira (“Sangue Azul”) foram banidos por um ano do Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, reduto do cineastas do Recife, após uma participação desastrosa num debate sobre “Que Horas Ela Volta?” (2015), da diretora. “Piedade” ainda não tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros.












