Trailer revela inesperado spin-off de Amor Pleno centrado em Javier Bardem
O filme mais curioso da programação do vindouro Festival SXSW, “Thy Kingdom Come”, ganhou um trailer que revela sua gênese. Trata-se de um inesperado spin-off de “Amor Pleno” (To the Wonder, 2012), de Terrence Malick, centrado no personagem coadjuvante de Javier Bardem, o padre Quintana. Corre a lenda em Hollywood que o material filmado e não usado nos longas de Malick é tão vasto que daria filmes completamente diferentes. Pois o diretor Eugene Richards comprovou. Fotojornalista, ele foi contratado por Malick para registrar cenas de “Amor Pleno”, em que Bardem conversava com moradores reais de Bartlesville, Oklahoma. O registro se mostrou surpreendente, porque os moradores agiram como se Bardem fosse um verdadeiro padre (mesmo sabendo que não era) e se abriram, revelando histórias verdadeiras dolorosas e emocionais. Mas essas filmagens não entraram em “Amor Pleno”, após Malick optar por uma abordagem mais poética e decidir usar apenas o material do diretor de fotografia Emmanuel Lubezki. Richards obteve permissão de Malick para usar as imagens inéditas e após editar todo o material reuniu 43 minutos de cenas inéditas, o suficiente para um média-metragem, que fará sua première mundial no célebre festival indie SXSW (South by Southwest), entre 9 e 15 de março em Austin, no Texas.
Remake de O Rei Leão só usará quatro músicas do filme original
O lendário compositor Tim Rice, que trabalha na trilha sonora do remake digital da animação “O Rei Leão”, revelou que apenas quatro músicas da trilha sonora original serão incluídas na nova versão. Em entrevista ao jornal britânico The Sun, Ricee adiantou que as músicas “Can You Feel The Love Tonight?”, “Hakuna Matata”, “I Just Can’t Wait To Be King” e “Circle of Life” estão confirmadas e que ele não vê a hora de trabalhar com Elton John e Beyoncé numa nova canção, que enncerrá o filme. Isto significa que a música-solo do vilão Scar, “Be Prepared”, não será incluída no novo filme, assim como a animada “Morning Report”. Ao contrário das refilmagens anteriores dos desenhos animados da Disney, “O Rei Leão” não será uma versão “live action”. Trata-se mesmo de outra versão animada, mas com imagens mais realistas. Todos os personagens serão criações digitais, que ganharão as vozes de atores famosos, como já aconteceu com os animais de “Mogli, o Menino Lobo”. A diferença é que, em Mogli, havia uma criança como protagonista, que contracenava com os efeitos visuais. Em “Rei Leão” estarão em cena apenas os “efeitos visuais”. De forma interessante, já que a trama se passa na África, todos os dubladores dos leões da trama são atores negros. Donald Glover (série “Atlanta”) dublará Simba, James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”) voltará a dublar Mufasa, o pai de Samba, como no desenho clássico de 24 anos atrás, Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dará voz à Sarabi, a mãe de Simba, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) dublará o vilão Scar e a cantora Beyoncé (“Dreamgirls”) dará vida à Nala. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba, ganharão as vozes dos comediantes brancos Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. A dupla é responsável por uma das músicas confirmadas no filme, “Hakuna Matata”. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e a previsão de estreia é para junho de 2019.
Diretor de Corra! planeja filmar novo “thriller social” ainda este ano
Consagrado por sua estreia como diretor, Jordan Peele já planeja seu segundo filme após “Corra!”. “Estou escrevendo atualmente e vou dirigi-lo para a Universal ainda este ano”, disse ele, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Estou apenas tentando me divertir de novo”, completou. Descrito como “um thriller social sem título”, o filme ainda não teve nenhum detalhe de sua trama divulgado, mas o lançamento está previsto para março de 2019.
Andréa Beltrão vai estrelar filme sobre Hebe Camargo
A atriz Andréa Beltrão (“Sob Pressão”) vai viver Hebe Camargo no cinema. Ela será a protagonista da cinebiografia da apresentadora, de acordo com a coluna de Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo. O longa terá roteiro de Carolina Kotscho (“Flores Raras”) e será dirigido pelo marido da atriz, Maurício Farias (“Vai que dá Certo”). Os dois trabalharam juntos na série “Tapas & Beijos” (2011-2015). A produção ainda não divulgou maiores detalhes, como data para o início das filmagens e previsão de estreia. Mas um longa chamado “Hebe – O Filme” recebeu autorização há 13 meses para captar até R$ 7,5 milhões de patrocínio pela Lei do Audiovisual. Vale lembrar que o projeto de um filme sobre Hebe vem sendo discutido desde 2013, originalmente com Cacá Diegues (“O Maior Amor do Mundo”) na direção e a atriz Mariana Ximenes (“Os Penetras 2”) cotada para viver a protagonista.
Pantera Negra faz R$ 30 milhões em estreia arrasadora no Brasil
Assim como na América do Norte, “Pantera Negra” estreou de forma arrasadora em 1º lugar nas bilheterias brasileiras. Segundo dados da ComScore, entre quinta-feira e domingo (19/2), o filme vendeu 1,6M (milhão) de ingressos e arrecadou R$ 30,1M. Um fenômeno. O segundo longa mais assistido do fim de semana foi “Cinquenta Tons de Liberdade” que, em sua terceira semana de exibição, levou 665 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 10,8M. Líder em indicações ao Oscar 2018, “A Forma da Água”, de Guillermo de Toro, ficou em 3º, com 78 mil ingressos vendidos e arrecadação de R$ 1,4M.
Final de Star Trek: Discovery fez a série ser a mais comentada das redes sociais na última semana
Um estudo da empresa de pesquisas Parrot Analytics revelou que o final de “Star Trek: Discovery” mobilizou as redes sociais desde a semana passada. As reviravoltas e especialmente o cliffhanger da temporada – o encontro com a nave Enterprise – , levou a série a receber 66 milhões de citações online, ultrapassando todas os demais seriados nos últimos sete dias. Também chamou atenção que séries atualmente fora do ar tenham aparecido com destaque no levantamento: “The Walking Dead” teve 46 milhões de citações, em 2º lugar, e “Stranger Things” 24 milhões, em 4º lugar. O 3º lugar ficou com “This Is Us”, com 37 milhões, e o 5º com “Altered Carbon”, 22 milhões. A empresa analisa dados de expressões online, coletando menções de cada série para concluir quais produções geraram mais conversas e portanto, mais interesse, nas redes sociais.
Fotos de bastidores do filme do serial killer Ted Bundy revelam visual de Zac Efron, Kaya Scodelario e Lily Collins
O ator Zac Efron (“Baywatch”) divulgou algumas fotos de bastidores de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, em que vive Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. Além de mostrá-lo caracterizado no papel, as imagens também revelam os visuais de Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), irreconhecível de óculos e cabelos curtos, e Lily Collins (“O Mínimo para Viver”). O filme tem direção de Joe Berlinger, que também pode ser vistos nas imagens. Ele é conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Berlinger dirigiu apenas um filme de ficção e há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Terry Kinney (série “Billions”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. Ainda não há previsão para a estreia. Excited to welcome the amazing @kayascods as Carole Ann ? ?#wickedcrew #behindthescenes Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 15 de Fev, 2018 às 3:57 PST When Ted met Liz #behindthescenes ? Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 1 de Fev, 2018 às 12:00 PST Schemin’ #behindthescenes? Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 26 de Jan, 2018 às 2:33 PST #BugLife #behindthescenes ? Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 30 de Jan, 2018 às 7:22 PST
Festival de Berlim: José Padilha explica porque 7 Dias em Entebbe contradiz “história oficial”
Uma década após vencer o Urso de Ouro com “Tropa de Elite”, o diretor José Padilha voltou a ser assunto no Festival de Berlim 2018, com a projeção de seu novo filme fora de competição. “7 Dias em Entebbe” não despertou reações apaixonadas da crítica presente no evento, mas se mostrou fadado a virar polêmica. A produção é a quarta filmagem de uma das missões de resgate e de combate ao terror mais famosas de todos os tempos: o salvamento dos passageiros de um voo da Air France vindo de Tel Aviv, que teve sua trajetória desviada para Entebbe, em Uganda, por quatro sequestradores (dois palestinos e dois alemães) em 1976. Ameaçando matar a tripulação e os israelenses presentes no voo, os terroristas exigiam a libertação de dezenas de palestinos aprisionados por Israel, e contavam com o apoio do ditador de Uganda, Idi Amin Dada. Em resposta, o governo israelense mobilizou uma tropa de elite, composta por 100 combatentes, que após sete dias de impasse invadiu o aeroporto, enfrentou o exército ugandense, matou os sequestradores e libertou os passageiros, deixando um saldo de 53 mortos. Entre as baixas, contam-se apenas três passageiros e um único militar israelense, justamente o comandante da invasão. Toda a ação durou menos que a metragem da produção: 90 minutos. A história já rendeu um filme israelense, “Operação Thunderbolt” (1977), com direção de Menahem Globus (dono do estúdio Cannon), além dos telefilmes americanos “Resgate Fantástico” (1976), estrelado por Charles Bronson (“Desejo de Matar”) e dirigido por Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), e “Vitória em Entebbe” (1976), com Kirk Douglas (“Spartacus”) e Linda Blair (“O Exorcista”). Mas o filme de Padilha chamou atenção por enfatizar aspectos da política israelense e por pintar o comandante da operação, Yonatan Netanyahu, irmão do atual Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu, de forma diferente da versão chapa-branca da “história oficial”. Por décadas, a família de Netanyahu se agarrou à versão de que Yonatan tivera papel-chave no salvamento dos 106 passageiros remanescentes, antes de ser morto por um dos militantes da Frente Popular Para a Libertação da Palestina. Mas o filme de Padilha reduz a participação do militar ao mínimo, mostrando-o alvejado logo no início da operação. O roteiro foi escrito pelo britânico Gregory Burke (de “71: Esquecido em Belfast”) e teve como base o livro “Operation Thunderbolt: Flight 139 and the Raid on Entebbe Airport”, do historiador Saul David. “Em minhas pesquisas, cheguei a ir a Israel encontrar testemunhas do que aconteceu no galpão do aeroporto de Entebbe. Cheguei inclusive a conversar com Jacques Le Moine, o engenheiro daquele voo da Air France. Eles chegaram, inclusive, a indicar a posição em que as vítimas das balas caíram no chão, que eram marcadas no set”, contou Padilha durante a entrevista coletiva do fetival, com a participação do próprio Le Moine. “Respeito a versão das pessoas que estiveram no centro da ação. A versão daquelas que não estiveram no local são apenas versões de pessoas que não estiveram lá”. A ação também releva temas como bravura, heroísmo e patriotismo, bem ao gosto dos filmes americanos do gênero, abrindo espaço para as motivações dos terroristas, a relação deles com os reféns, e as discussões políticas entre as autoridades israelenses, examinando as motivações morais e políticas de suas decisões. “Desde o primeiro esboço do roteiro, as motivações dos terroristas palestinos e alemães no episódio eram claramente diferentes. As dos palestinos eram pessoais, porque eles perderam famílias e amigos nas mãos dos iraelenses. Os dois alemães, parte de um grupo de extrema esquerda de inspiração marxista, estavam ali por ideologia”, explicou o diretor. “A maioria das versões que conhecemos sobre o episódio é contada pela perspectiva dos militares israelenses. O país vive em estado constante de medo por causa de sua relação com a Palestina, estimulado por políticos que são eleitos dizendo: ‘Votem em mim que eu defendo vocês’”. Em meio às cenas de ação e de drama de gabinete, em que políticos debatem entre si, a narrativa de “7 Dias de Entebbe” também é entrecortada por ensaios de um grupo de dança, exibindo a coreografia “Echad mi Yodea”, criada pelo coreógrafo israelense Ohad Naharin, em 1990. Nela, os dançarinos da companhia Batsheva Dance Company dançam em torno de cadeiras enfileiradas no palco, e vão se despindo de roupas de judeus ortodoxos a medida em que cantam e dançam. A coreografia evoca o fluxo de judeus em direção à Palestina antes e depois da 2ª Guerra Mundial. “Metaforicamente, eles se despem de sua ortodoxia, das contradições de suas crenças e tradições. A coreografia é uma forma de mostrar algo belo da cultura israelense. É uma tentativa de fazer arte. Israel deveria investir também em arte, em cultura”, afirmou Padilha. “No meu entender, a coreografia de Naharin fala sobre deixar de lado os preconceitos, única forma de conviver pacificamente com alguém diferente de você”. “7 Dias em Entebbe” é coproduzido pela Particpant Media, que tem uma filmografia repleta de projetos de ressonância política e social, como “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005) e “Spotlight – Segredos Revelados” (2015). A estreia está marcada para 16 de março nos Estados Unidos e apenas em maio no Brasil.
7 Dias em Entebbe: Thriller histórico de José Padilha ganha cena inédita e novo pôster
A Focus Features divulgou um novo pôster e uma cena inédita de “7 Dias em Entebbe”, segundo filme internacional dirigido por José Padilha (“Tropa de Elite”) – após estrear em Hollywood com o remake de “RoboCop” (2014) e fazer sucesso com a série “Narcos”. A prévia destaca um dos momentos de tensão da produção, quando os terroristas alemães vividos por Daniel Bruhl (“Capitão América: Guerra Civil”) e Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) assumem o controle de um avião vindo de Israel. Os dois também aparecem com destaque no cartaz. “7 Dias em Entebbe” é a quarta filmagem de uma das missões de resgate e combate ao terror mais famosas de todos os tempos: o salvamento dos passageiros de um voo da Air France vindo de Tel Aviv, que teve sua trajetória desviada para Entebbe, em Uganda, por quatro sequestradores (dois palestinos e dois alemães) em 1976. Ameaçando matar a tripulação e os israelenses presentes no voo, os terroristas exigiam a libertação de dezenas de palestinos aprisionados por Israel, e contavam com o apoio do ditador de Uganda, Idi Amin Dada. Em resposta, o governo israelense mobilizou uma tropa de elite, composta por 100 combatentes, que após sete dias de impasse invadiu o aeroporto, enfrentou o exército ugandense, matou os sequestradores e libertou os passageiros, deixando um saldo de 53 mortos. Entre as baixas, contam-se apenas três passageiros e um único militar israelense, justamente o comandante da invasão. Toda a ação durou menos que a metragem da produção: 90 minutos. A história já rendeu um filme israelense, “Operação Thunderbolt” (1977), com direção de Menahem Globus (dono do estúdio Cannon), além dos telefilmes americanos “Resgate Fantástico” (1976), estrelado por Charles Bronson (“Desejo de Matar”) e dirigido por Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), e “Vitória em Entebbe” (1976), com Kirk Douglas (“Spartacus”) e Linda Blair (“O Exorcista”). Exibido no Festival de Berlim, o filme de Padilha chamou atenção por enfatizar aspectos da política israelense e por diminuir a importância do comandante da operação, Yonatan Netanyahu, irmão do atual Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu, contrapondo-se à versão chapa-branca da história. O roteiro foi escrito pelo britânico Gregory Burke (de “71: Esquecido em Belfast”) e o elenco ainda destaca Nonso Anozie (série “Zoo”) como Idi Amin, Angel Bonanni (série “Absentia”) como Netanyahu, Lior Ashkenazi (“Foxtrot”) como o Primeiro Ministro de Israel Yitzhak Rabin e Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) como o líder da oposição israelense Shimon Peres. A estreia está marcada para 16 de março nos Estados Unidos e apenas em maio no Brasil.
Javier Bardem vai estrelar e produzir documentário sobre a vida marinha da Antártida
O ator espanhol Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vai estrelar e produzir, com seu irmão Carlos Bardem (“Bestiario”), o documentário “Sanctuary”, sobre a vida marinha da Antártida. O filme pretende se integrar a uma campanha para criar uma zona de proteção no Oceano Antártico contra a pesca predatória. A direção do filme está a cargo do cineasta espanhol Álvaro Longoria (“The Propaganda Game”), que levou Javier Bardem a uma viagem submarina, num submersível do Greenpeace, pelo fundo do Oceano da Península Antártica, em busca de um mundo extraordinariamente variado e colorido. O filme terá narração de Bardem, que também deve interagir com cientistas e biólogos em discussões sobre a vida oceânica, além de documentar as ações do Greenpeace para impedir a pesca predatória de baleias e os esforços para salvar pinguins, que sofrem ameças pelas mudanças climáticas, bolsas de plástico jogadas no mar e práticas de pesca em massa. O objetivo do filme será conscientizar para transformar seu título em realidade, com a criação de um santuário para a vida marinha no mar da Antártida. Bardem e Langoria pretendem aproveitar o Festival de Berlim para entrevistar políticos europeus sobre o tema e exibir trechos já filmados do documentário para a comissão europeia que foi estabelecida para discutir o uso dos recursos da Antártida, visando influenciar na criação de uma legislação de proteção internacional do ecossistema antártico.
Gerard Butler vai estrelar primeira aventura hollywoodiana do diretor de A Vilã
Após a repercussão do thriller de ação “A Vilã” (2017), o diretor sul-coreano Jung Byung-gil vai fazer sua estreia em Hollywood com a aventura futurista “Afterburn”, que tem roteiro de Matt Johnson (“Mergulho Radical”) e será estrelado por Gerard Butler (“Tempestade: Planeta em Fúria”). O filme é um antigo projeto favorito de Butler, que espera lançar uma nova franquia com a produção – sua terceira da atualidade, após “Invasão a…” (Casa Branca, Londres) e “Covil dos Ladrões”, cuja continuação foi recentemente aprovada. A trama é uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Scott Chitwood, Paul Ens e Wayne Nichols, publicados pela editora Red 5 (veja as capas abaixo). Aventura de ação futurista, passa-se cinco anos depois de uma explosão solar destruir toda a tecnologia na Europa e boa parte da civilização ocidental, quando um caçador de tesouros (Butler) decide se arriscar numa viagem à França para recuperar a Mona Lisa. Acompanhado por uma especialista em armas com sua própria agenda, os dois buscam a pintura famosa e encontram inimigos inesperados ao longo do caminho. Caso o filme faça sucesso, novas produções podem trazer buscas por outros tesouros, como as jóias da Coroa da Inglaterra, a Estrela da Índia ou os Tesouros Imperiais da China. A filmagem está marcada para o final do verão (agosto), com produção da Original Film, de Neal Moritz e Toby Jaffe, a G-BASE, produtora de Butler, e a Endurance Media.
Keira Knightley vai viver espiã que tentou impedir a guerra do Iraque em thriller baseado em fatos reais
Keira Knightley (“Mesmo se Nada Der Certo”) e Matt Smith (série “The Crown”) vão estrelar “Official Secrets”, um thriller de espionagem baseado em fatos reais, com direção de Gavin Hood (“Ender’s Game: O Jogo do Exterminador”). A trama vai acompanhar a denúncia da funcionária da inteligência britânica Katharine Gun (Knightley), que em 2003 vazou um memorando secreto da NSA (Agência de Segurança Nacional) sobre uma operação conjunta de espionagem ilegal entre os EUA e o Reino Unido contra membros do Conselho de Segurança da ONU para aprovar a invasão do Iraque. Ela foi acusada de alta traição, virou causa célebre de ativistas, mas seu caso nunca foi a julgamento. O governo britânico retirou a acusação, porque um julgamento público obrigaria a exibição de evidências comprometedoras sobre os bastidores da guerra do Iraque. O filme vai adaptar o livro “The Spy Who Tried to Stop A War”, de Marcia e Thomas Mitchell, e representará uma volta de Gavin Hood ao tema da guerra no Oriente Médio, que ele abordou em seu filme anterior, o elogiado “Decisão de Risco” (2015). A produção é do estúdio britânico eOne, em parceria com a produtora de Mark Gordon (“Assassinato no Expresso Oriente”). As filmagens vão começar em março na Inglaterra, mas ainda não há previsão para a estreia.
Chris Evans praticamente confirma a produção do filme da Viúva Negra
O ator Chris Evans, intérprete do Capitão América nos filmes da Marvel, praticamente confirmou que o filme solo da Viúva Negra será um dos próximos lançamentos da Marvel, durante uma entrevista no programa canadense Entertainment Tonight. Falando sobre o sucesso de “Pantera Negra”, que excedeu expectativas de bilheteria com um elenco quase totalmente negro, ele comentou que isso abrirá as portas para novos lançamentos com ênfase na diversidade de protagonistas, como os filmes da Marvel estrelados por mulheres. “Não há nada que a Marvel não possa fazer”, diz o ator. “E tenho certeza de que será exatamente o mesmo quando a Capitã Marvel for lançada, e então o filme da Viúva Negra. A Marvel tem a receita vencedora e eles estão um pouco à frente de todos”. Veja o vídeo abaixo. O filme da Viúva Negra ainda não foi oficialmente confirmado pela Marvel, que, apesar disso, contratou uma roteirista para desenvolver a trama. Trata-se de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”). Além disso, há boatos sobre as negociações com Scarlett Johansson, que a transformariam na atriz mais bem-paga de Hollywood.












